Nada bate certo nesta história
Apareceram as armas que eram muito perigosas e depois passarm a velharia e que nem se sabia se tinham sido ou não roubadas. A história do seu achamento como agora soe dizer-se é uma sucessão de inverosmilhanças:
Um comunicado divulgado pela PJM ao final da manhã de ontem adiantava que no âmbito de investigações de combate ao tráfico e comércio ilícito de material de guerra tinha recuperado, “com a colaboração do núcleo de investigação criminal da GNR de Loulé, o material de guerra furtado dos Paióis Nacionais de Tancos”. AS ARMAS ESTAVAM NA CHAMUSCA. A GNR DA CHAMUSCA NÃO FOI VISTA NO CASO MAS A DE LOULÉ SIM
A PJM recuperou todo o material, entre o qual os lança-granadas e as granadas de mão ofensivas. O Ministério Público (MP), titular da investigação, não foi informado da diligência da PJM NÃO É APENAS O MINISTÉRIO PÚBLICO: É O PAÍS.
Terá sido uma denúncia anónima para o número de piquete da PJM a dar a informação sobre a localização do material, facto que vai ser averiguado pelo MP. DIGAMOS QUE É UM ANÓNIMO SELECTIVO. ESTE ANÓNIMO ESCOLHEU A PJM.
Informavam ainda que o material, intercetado na zona da Chamusca, já tinha sido levado para os Paióis de Santa Margarida, à guarda do Exército, onde está a ser realizada a peritagem para identificação mais detalhada.É AGORA QUE VÃO DECIDIR SE ESTAMOS PERANTE UM FURTO DE ARMAS OU DE ANTIGUIDADES?

Estória muito mal contada, desde o roubo até hoje, o guião foi mudando ao sabor do vento e ainda não acabou.
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diz-se que as velharias foram colocadas e denunciado o local
e que as munições não foram devolvidas
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Não foi pouco depois do 25 de abril que também desapareceram uma série de G3 e depois também apareceram num leito de um rio?
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Bom, bom teria sido o “anónimo” voltar a colocar as armas nos paióis, e telefonar para o oficial de dia de Tancos a dizer que já lá estavam.
Isso sim seria credível.
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“No limite… não houve ‘achamento’ nenhum!”
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Tudo indica que s armas não foram roubadas , é um pouco como nós esqueceram-se onde tinham guardado o material ou então mudaram o local e ninguém sabia
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Claro que nada bate certo. A começar pelos timmings de divulgação do assalto e do achamento… na semana após Pedrogão, e na semana após os últimos incêndios…
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Ora bem.
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Nos últimos tempos parece que estou a viver do outro lado do espelho. Este país é uma espécie de Quinta Dimensão de fancaria.
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Mais um exemplo do grande jornalismo que se faz por cá:
http://observador.pt/2017/10/19/nao-mexer-pecas-roubadas-de-tanque-de-guerra-de-santa-margarida-encontradas-na-sucata/
“Para se ter uma ideia, um carro de combate destes (vulgarmente conhecido por tanque de guerra) pode pesar 20 toneladas. ”
https://en.wikipedia.org/wiki/M47_Patton oops! mais de 40t
E é um tanque obsoleto que provavelmente estava a servir de alvo na carreira de tiro.
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Post oportuno.
Repito o que ontem opinei: talvez NÃO UM ACHADO mas sim a oportunidade de divulgá-lo num momento muito crítico do governo perante a opinião pública: Incêndios; mortos, destruição; falhas do MAInterna, discurso do PR, debate quinzenal, próxima Moção de Censura; “salvar” o ministro da Defesa para não haver mais uma remodelação, etc.. E “adormecer” o caso bovinizando o povoléu distraído ou apoiante da geringonça.
Uns merdas a fazer política e a desgovernar o país.
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As chefias militares deviam explicar ao país este cambalacho.
Senão o Ministro deve propor ao Governo e ao PR a destituição das chefias.
Mais simples do que isto só o ar que respiramos.
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onde meteste as munições ar-lindo? esqueceste-te delas ou já as vendeste?
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As munições estão guardadas para aparecerem após a próxima calamidade que vier a acontecer no nosso País.
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