Quem sabe esclarecer?
24 Outubro, 2017
Estou perdida no gigantismo das revoluções na floresta levadas a cabo por este Governo. Pelas minhas contas já vamos em duas pois no sábado passado “a maior revolução que a floresta conheceu desde os tempos de D. Dinis” anunciada pelo ministro Capoulas Santos deu lugar à nova maior revolução que a floresta conheceu desde a anterior maior revolução que a floresta conheceu desde os tempos de D. Dinis?
6 comentários
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Não vale a pena ir com a carroça à frente dos bois.
Primeiro que tudo é preciso descobrir a causa.
Um relatório diz que foi um raio.
O outro diz que foi a EDP.
Antes de se aclarar este assunto, não se pode fazer nada.
Provavelmente o senhor Presidente da República, como o mais alto Magistrado da Nação vai desempatar a questão.
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Quinhentos milhões de euros é o custo surgido (e não orçamentado?) de repente para o governo não cair às mãos de Marcelo, mais um batalhão de recursos arranjados para pagar fogos às portas de Novembro! Ainda há umas semanas tinham só uns poucos de milhões dados por terceiros e pouco antes não havia falhas nenhumas.
A Segurança Social foi reformada para 100 anos no governo de Guterres em 2001, depois novamente com sócrates, e agora há nova reforma. Dizia o mestre Ferro quando lá chegou que estava tudo resolvido. Ele e o Vieira.
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E é só o começo.
Deve faltar uma mão-cheia de comissões e unidades de missão.
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A destruição de um grande pinhal ao fim de 700 anos parece-me uma revolução.
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…”A análise da origem dos incêndios florestais em Portugal Continental desde 2003 permite destacar a ação
humana, por incendiarismo ou negligência, como as causas apuradas que originam maior número de ignições,
pelo que, será premente intervir no âmbito da prevenção. Nos casos dolosos o conhecimento da punição dos
incendiários poderia contribuir para inibir possíveis seguidores. A aposta na sensibilização dirigida a grupos
específicos já referenciados, face aos comportamentos de risco tradicionalmente praticados, promoverá uma
redução de ignições decorrentes de ações negligentes.
Por outro lado, é imprescindível reduzir a percentagem de ocorrências com causa desconhecida. Estes casos
exigem uma dedicação e esforço por parte da GNR no processo de investigação que, posteriormente, não se
traduz em resultados efetivos. O facto do processo de investigação se basear no método das evidências físicas
pode justificar parte do insucesso no apuramento das mesmas. A destruição das evidências físicas, que
poderiam permitir aferir a causa da ignição, poderá justificar alguns casos. No entanto, é crucial a manutenção
deste procedimento pois só assim é possível garantir provas que suportem a instrução do processo.”…
Click to access Relatorio-Causas-incendios-2003-2013.pdf
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De facto assim é, Drª Helena. Estamos na presença da mãe de todas as revoluções na floresta portuguesa. Graças a Deus que temos um governo que não se rende aos interesses instalados!
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