Moral da História
Para que um processo de independência seja bem sucedido nada é mais importante que a natureza dos líderes que o vão protagonizar. Obviamente com Puidgemont dotado daquele ar atolambado de quem está a fazer uma traquinice tudo aquilo só podia acabar numa anedota. Os belgas que o aturem (desde que não fale da Flandres, claro) mais aos conselheiros com que abandonou a Catalunha num processo não de independência mas sim de monumental irresponsabilidade: a próspera Catalunha é agora uma região donde as empresas fugiram, profundamente descredibilizada e que paga um preço caríssimo pela leviandade de umas criaturas que resolveram brincar às independências. Se o senhor Puidgemont e seus comparsas tivessem estudado mais História nomeadamente a de Portugal saberiam em primeiro lugar que POrtugal já era reino antes de 1580 e sobretudo perceberiam que não há independências grátis.

Uma palhaçada.
E os palermas que andavam todos histéricos com a “revolução” e a secessão, perderam o pio.
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Revolveram-lhes as tripas.
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Aguardo a discussão, no parlamento, da proposta das esganiçadas a contestar a declaração do governo português sobre o assunto. Para estas hipócritas, em Portugal, a constituição tem de ser cumprida, lembremos-nos dos recursos ao TC no tempo do Passos, agora, em Espanha, o sr Puidgdemont faz o que quer. Até o BE de Espanha, o Podemos, foi contra a DUI. A morte de 65+45 não é razão suficiente para censurar o governo????
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Puidgmont, um FP.
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Pondo o aspecto físico de lado, temos que esse senhor pediu há 2 dias aos concidadãos para fazerem “resistência pacífica”. Agora, para todos os efeitos, foge, resistência não é com ele. Mas que má imagem que esse senhor deixa, impossível de ser apagada.
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PARA QUE OS COMUNAS COMENTARISTAS SAIBAM E SINTAM UM VEZ POR TODAS:
Putim ( Russia) inaugurou um momento às vitimas da repressão Soviética : “MURO DA DOR”, esculpido com pedras oriundas dos gulags.
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Teatro,
A que eles chamaram de “Guerra Patriótica” (1939-1944)
foi simplesmente uma Guerra-de-Conquista (extensão do Pacto Nazi-Soviético)
terminando em Berlim Ocidental . Para leste ficaram as “Repúblicas Populares”
ao inv+es de que essess povos desejavam.
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“Uma” vez por todas…
Jerónimo e Catarina recusaram presença!
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“tivessem estudado mais História nomeadamente a de Portugal saberiam em primeiro lugar que POrtugal já era reino antes de 1580 e sobretudo perceberiam que não há independências grátis.”
Mas estes tipos na Catalunha iam saber História de Portugal se nem os portugueses a sabem?
A maioria dos tugas acham que ganhamos a independência a 1 de Dezembro de 1640 (os que sabem) e puf, assim ficou, não houve porrada de criar bicho a seguir…
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Errado… Houve muita porrada na raia fronteiriça e basta conhecer, por exemplo, a História de Miranda do Douro para o constatar.
Quanto ao conhecimento da fundação de Portugal, o que “passa” nas escolas é que o País só foi independente no pós 25A…
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Eu sei que houve muita porrada. O tuga comum é que não sabe…
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Pois. Portugal foi descoberto em abril de 1974 pelo Rei Otelo I, o Pá.
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Helena, aquela gente que andava nas manifestações pró-independência pensava que conquistavam a independência com os telemóveis e os iphones. Mas eu reitero: o governo central tem de assumir a comunicação social (Rádio e tv), educação na escolas e universidades. Os independentistas têm o controlo da cultura, ensino e comunicação social e até inventaram uma história da Catalunha repleta de ódio a Espanha. O poderoso aparelho repressivo de Espanha não é suficiente, existe, pelo menos, uma geração educada neste caldo de cultura e tudo começou com Aznar e Gonçalez. A ERC, CUP e PDCAT seguiram a cartilha Gramsciana, assaltam o poder pela cultura, têm de ser apeados pela cultura.
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Tal como em Portugal!!
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O sr. Puidgemont fugiu. Ele era apenas a montra. Outros puxam os cordelinhos.
Um deles é gordinho, andava sempre com ele à sua direita, de trela escondida não fosse ele perder-se. E perdeu-se mesmo. O gordito onde estará? Bruxelas, não me parece.
A coisa não foi bem orquestrada e Madrid não brinca em serviço.
No entanto a telenovela ainda não acabou. Os próximos capítulos estão para vir.
A masa do soros foi mal aplicada, mas ele tem muito e não faltarão oportunidades na Catalunha ou noutros locais, sempre no espaço da UE.
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A esquerda do caos e mais caos.
É vê-los a puxar pela Catalunha, como sempre puxaram pelo País Basco, pela Galiza,
e por tudo que possa fracturar o seu próprio país, a Europa e o mundo.
Gente sem emenda, sem futuro, sem salvação.
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Para um vermilhóide, o caos precede a necessária reparação da sociedade, que eles pensam que lhes será demandada pelos povos sujeitos.
A cartilha tem o condão de não resultar, senão em povos completamente incivis. Os contumistas e os calhaus não aprenderam nada dos idos de 1975.
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O homenzinho a ir a correr em busca de advogado é das coisas mais patéticas de que tenho memória em política internacional. Consegue ser pior que os imbecis de Madrid. É obra.
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Devia ler menos propaganda Castelhana, ninguém fugiu, o senhor vai a votos as vezes que forem precisas.
Aqui quem se recusa a negociar é o governo corrupto de Madrid que ilegaliza referendos, solta o bastão em quem quer votar e prende candidatos.
Confesso que não entendo o que a surpreende em os povos quererem ser donos do seu destino. Ainda por cima quando têm lingua e cultura próprias e são diariamente obrigados a contribuír para governos centrais casa vez mais evidentemente corruptos.
Os catalães vão votar as vezes que forem preciso. Enquanto não inventarem a interpretação constitucional de que qualquer castelhano pode ir lá votar na Catalunha as opiniões não mudam à bastonada. Se no actual parlamento os Catalães tinha eleito 70 em 135 deputados que estavam dispostos a declarar a independência a qualquer custo, veremos depois do bullying e bastonadas quantos serão. E ainda há muitos que não votaram esta independência por não concordarem com o processo sem deixarem de querer sempre mais autonomia e ou independência.
Qual é a opção? Ser um corrupto de Madrid a mandar? Baixar a bolinha depois de umas bastonadas? Ou ouvir uma lenita qualquer sobre o que é melhor para eles ou quão apresentável é o lider que escolheram?
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E se…
Acabássemos com a Monarquia, instituíssemos a República Federativa (como aconteceu no Brasil) e se nos empenhássemo-nos em consultar qual o nível de autonomia seria desejável para todas as diversidades da Espanha?
Mas não, a totalidade dos Blasfemos querem resolver o assunto â porrada, talqualmente o “democrata” F. Franco…
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Os flamengos têm contas para ajustar com os espanolitos.
Além do mais a Bélgica é um reino decente e democrático. E não vão em toiradas e siestas…
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A Europa foi tomada pelos “zombies”.
Gente bem instalada na vida, pouco esforço, bons empregos, boas remunerações,
pouca responsabilidade, quase ausência de deveres, muito tempo para viajar,
comer, comprar, invejar quem compra, muito “face”, muito tédio, muita depressão.
A estas gerações foi-lhes incutida facilidades, desvarios, crédito e bem estar a granel.
Não sabem e nunca saberão o que custa verdadeiramente fazer pela vida.
Há que passar à fase seguinte.
A Catalunha é disso o exemplo mais recente. Vão amargar!
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Vale mais ser presidente 1 dia do que ir para a pildra 37 anos…
Saudações desde Bruxelas.
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Não vai haver independência da Catalunha. A maioria dos países do mundo são independentes graças a sangue, suor e lágrimas. Muito sangue por sinal.
Os mariconços do berloque lá do sítio, que andam a incentivar esta macacada toda, meninos que nunca saíram dos bancos da universidade, mais uns quantos charrados, vão fazer o quê se o governo de Espanha mandar 500 comandos para o parlamento catalão?
Estes choninhas dizem que querem um processo e resistência pacífica. Choram que nem umas Madalenas por causa de umas bastonadas da polícia. Basta verem uma espingarda e vão a correr para um “safe space” qualquer.
Há três maneiras de haver uma independência ou um país novo:
1) completa destruição da ordem económica/social. Incapacidade do estado de manter o controlo Exemplo: ex URSS; Kosovo; Não vai acontecer na Catalunha;
2) guerra ou resistência civil que faça com que não valha a pena para o país manter o proto-país (digamos assim) em seu poder; Exemplo: Índia relativamente ao Reino Unido; Os catalães não têm tomates para isso;
3) pressão internacional; Exemplo: Timor Leste; Aqui é preciso um longo historial de abusos e massacres; Não só não há abusos na Catalunha, como, vide ponto 2, os catatães não têm tomates para levar a coisa ao ponto dos massacres.
Esta opera bufa vai continuar até não haver nada mais interessante com que os jornalixos se entretenham.
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