Estátua de sal te tornarás, povo que vota em Barrabás
Esta onda de linchamento a tudo e todos, na minha opinião, não reflecte o fim da revolução sexual e sim o repúdio da sociedade contemporânea pelos progenitores. Não se fica pela censura de comportamentos inapropriados: arroga-se o direito de comoção colectiva e generalizada que vise expurgar, em última instância, as falhas da humanidade, assimilando na perfeição o conceito de Homem Novo. O Homem Novo é mulher, que também é homem, porque cada um é o que quiser ser a uma dada altura. Os nossos pais falharam, com a sua devassa sexual, com a falta de sensibilidade pelo pecado do heteropatriarcado. Como poderíamos nós, os seus filhos, frutos de luxúria pecaminosa, abdicar do Pecado Original de tão animalesca concepção?
Deus terá dito que pouparia os justos em Sodoma e Gomorra, mas não encontrou qualquer um que fosse merecedor de piedade. Talvez o erro de Deus tenha sido o da criação propriamente dita, que quem vê a floresta trata as árvores como sendo todas iguais (excepto eucaliptos, esses caíram em desgraça por outros motivos).
Acordem-me quando terminarem de extinguir as falhas da humanidade, ou, em rigor, a própria humanidade. Eu cá fico quietinho, devidamente cristalizado como a mulher de Ló, aquela que se atreveu a desobedecer por olhar para trás.

Ai fica, fica. Até fica “como mulher”, porque agora somos todos mulheres com ou sem útero.
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o algoritmo do desgoverno zombie do churrascador antónio das mortes
conduziu ao complexo desejo da morte do pai
discussão altamente filosófica ouvida a um grupo à entrada das WCs
com tanto género e vestuário diferente os bonecos estão desactualizados
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Gostei muito dessa parte da luxúria pecaminosa.
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Isto de gostar de mulheres é um desatino. Já fui tratar-me com uma psicóloga, não sabia que ele era femenista, bué de boa era ela, as calças cheias de buracos e aquela pele branca (desculpem a referência), muito sedosa logo ali à mão.
Eu não me contive, fiz por ser amável, tentei uma abordagem filosófica, antes de entrar nos preparativos, isto é confessar a maleita:
“Aranha faz a teia, o centro atrai a libelinha” Tem algum mal?
Era até uma reflexão femenológica em que o interpretante o seu valor.
“Ponha-se na rua!”
Não tenho remédio.
Ó flor, dá para pôr? Ó musa, dás-me …. Ó bomboca, mostra a ….Ó doce, era onde fosse.
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Corrijo: Era até uma reflexão femenológica em que o interpretante mostra o seu valor.
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É difícil comentar os textos do Sr Vítor Cunha.
Está lá tudo….
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Pior que eu está o caruncho que anda a comer a secretária.
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Belos tempos, quanto outrora este espaço seguro à heresia, fazia jus ao seu nome. Mas talvez o desespero por gente nova, sobretudo rabos de saias, dado as exigências dos novos tempos para a criação do novo homem, obscure a capacidade dos camaradas na vigilância racional, em perceber que, o espectro feminino não é muito eficiente em produzir Helenas, mas antes raquelzinhas,câncios & mjmarques,cmirandas Co capazes Lmd.
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“off the record” , ou talvez nao : http://visao.sapo.pt/actualidade/cultura/2016-09-18-Estamos-desorientados.-Mas-tenho-65-anos-ja-nao-quero-saber
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“O maior erro de Espanha foi, no tempo de Filipe II, não ter decidido fazer de Lisboa a capital…”
O camarada Perez é capaz de estar cheio de razão.
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Chamar Barrabás a Passos Coelho é obra. Eu não me atreveria…
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Esta onda de linchamentos é a melhor Certidão da Moral da saúde mental dos Portugueses do Século XXI a par da sua iliteracia cada vez mais (relativamente) ignorante …
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