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o país das maravilhas

5 Dezembro, 2017
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1112907Por que é que Portugal não passa da cepa torta? Porque é um país profundamente reaccionário, que vive do passado, onde se tem medo do risco, da inovação e da concorrência e onde quase todos procuram um cantinho de protecção política para manter enclausurado o seu pequeno tesouro, negando-o aos outros. Portugal é, foi e será um país imensamente salazarista. O «viver habitualmente», de António de Oliveira Salazar, a lição que nos deu da «dona de casa» prudente e cautelosa, o seu paradigmático exemplo pessoal de uma modéstia sem aparente ambição, os privilégios que criou, ou permitiu que se criassem, a inquilinos, a partilha do mercado por alguns industriais e banqueiros, as dificuldades criadas a quem queria ir para e investir em África, tudo isso, em suma, corresponde ao genuíno ADN lusitano. Melhor do que ninguém, Salazar conhecia isto e quem por cá vive, razão pela qual se aguentou quarenta anos no poder. Em Portugal, «small is beautiful», é só para nós e mais ninguém. E tudo que arrisque crescer é invejosa e corporativamente abatido. Feita por anões mentais, como não poderia a «lei» defender outra coisa que não fosse a nossa gloriosa pequenez? E, no fim de contas, se vivemos, de há muito, à pála da União Europeia, por que raio devemos partilhar com outros os privilégios que tanto nos custaram alcançar?

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41 comentários leave one →
  1. Oscar Maximo permalink
    5 Dezembro, 2017 18:48

    Que criem a Uder, com novas regras. já dá para trabalhar mais 2 anitos.

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  2. 5 Dezembro, 2017 19:29

    E eu a pensar que isto agora era um país de progressistas, pejado de startups e webs sumits….

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    • Euro2cent permalink
      5 Dezembro, 2017 20:18

      De facto, “Portugal não passa da cepa torta” só vindo de um progressista muito ceguinho.

      Isto aqui parece um asilo de americanos enjeitados. Os únicos portugueses que alguém de 1960 reconheceria como conterrâneos são os ciganos.

      Se dão mais progresso nisto ficamos todos verdes como os marcianos.

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      • 5 Dezembro, 2017 21:03

        ehehehe

        Pode crer. E com antenas para sintonizar as startups.

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  3. Procópio permalink
    5 Dezembro, 2017 19:40

    Não falta muito para podermos dispensar os nossos carros e viajar em carros alugados sem condutor que nos levam com mais segurança onde desejamos.
    A uberização generalizar-se e ninguém vai poder pará-la, muito menos no sítio. A proteção do emprego na forma reacionária exibida pelos sindicatos tem os dias contados.
    Tal como outros tabus ditos xuxialistas a fingir proteção aos trabalhadores.
    Eles vão precisar de gente com imaginação, gente capaz de saltos de criatividade.
    Os que permanecerem acorrentados à xulice vão penar.

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  4. Weltenbummler permalink
    5 Dezembro, 2017 19:43

    nunca fui fascista nem social-fascista
    estudei, trabalhei parte da vida, passei 10 anos da reforma em países civilizados da Europa
    isto está cada vez mais na merda
    ainda acabam todos em funcionários público, último degrau da degradação humana

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  5. José Ramos permalink
    5 Dezembro, 2017 21:32

    Perfeito. Na mediocridade protegida do corporativismozinho é que nós estamos bem. Perguntem aos “profes” e fúncios correlativos.

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  6. carlos alberto ilharco permalink
    5 Dezembro, 2017 23:04

    Portugal não passa “disto” porque não tem massa crítica.
    Uma espantosa maioria é analfabeta funcional, outra espantosa maioria é pobre e uma pequena minoria é pobre de espírito.
    Acresce que as corporações têm uma força espantosos, só ultrapassada pelos sindicatos comunistas.
    Com este daiquiri explosivo o que é que queriam?

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  7. Artista português permalink
    5 Dezembro, 2017 23:14

    Muito pior que isso tudo: o Benfica termina a fase de grupos com zero pontos…

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  8. Colono permalink
    5 Dezembro, 2017 23:26

    Sejamos sinceros:

    Não fora o “Retornado” e a Guerra colonial ( no abrir os Olhos aos analfabetos aldeões) Portugal seria um país do 4º Mundo…..Hoje, fica-se pelo 3º…

    Quem se atreve a dizer o contrário?

    (Nem o Pirolito)….

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    • carlos alberto ilharco permalink
      6 Dezembro, 2017 13:55

      Nem mais, na mouche.
      Não deve haver cem pessoas em Portugal que consigam compreender isso.

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  9. Leunam permalink
    5 Dezembro, 2017 23:57

    O Sr. Rui A. escreve estas baboseiras porque é de certeza um miúdo com menos de 40 anos ou é um comunista empedernido que nem merece o texto que a seguir lhe dirijo.

    O Sr. Rui A. não estudou História de Portugal por autores dignos do nome de HISTORIADOR.

    O Sr. Rui A. Não viu Portugal crescer como nunca tinha crescido, senhor de uma moeda forte e respeitado pelos estrangeiros.

    O Sr. Rui A. não teve avós que lhe contassem a miséria que grassou por todo o País no final do séc. XIX até aos princípios da década de 30 do séc. XX, pois se os tivesse tido, falando a verdade, dir-lhe-iam que de 1890 a 1930, os Portugueses viveram um verdadeiro Calvário.

    Neste período ocorreram o Ultimatum Inglês, uma forte agitação política, o Regicídio e o assassinato do Príncipe Herdeiro, a queda da Monarquia, a implantação da República e o exílio do último Rei e da Família Real.

    Em apenas 16 anos, a República (chamada Primeira República) viu 45 Governos tomarem posse, decretou o massacre de 10 000 homens jovens na calamitosa participação na 1ª Guerra Mundial, para defender causas alheias e assistiu aos assassinatos de um Presidente da República e de um Primeiro-ministro. A terrível Epidemia da Gripe Pneumónica (120 000 portugueses mortos), a miséria, a insegurança, o analfabetismo, a emigração massiva e a Bancarrota, compõem um quadro negro de sofrimento nacional.

    O Sr. Rui A. Não leu Eça de Queirós.

    Mas, afinal:

    O Sr. Rui A. certamente estudou (mal) talvez numa Escola, quer seja Primária, Secundária ou Universidade Pública, qualquer delas foram mandadas fazer ou remodelar com dinheiro português, pelo Doutor Oliveira Salazar.

    O Sr. Rui A. ou a sua Ex.ma Família, certamente que já utilizaram os serviços de um Hospital mandado construir ou mandado finalizado pelo Doutor Oliveira Salazar, e talvez não saiba que os Médicos que o assistiram a si ou a seus familiares, estudaram num Hospital Escolar mandado fazer pelo Doutor Oliveira Salazar.
    O mesmo se pode dizer das Escolas de Enfermagem que no seu tempo se criaram e fizeram caminho até aos dias de hoje.

    O Sr. Rui A. quando viaja no seu carro ou em transportes públicos, nem repara que muitas das estradas, pontes e viadutos e até arruamentos urbanos, foram mandados construir pelos Ministérios que o Doutor Oliveira Salazar presidiu.

    O Sr. Rui A. certamente que desconhece que até aos anos 30 do séc. XX, raras eram as povoações portuguesas, abastecidas de água canalizada e que esse bem foi generalizado, não digo completado, durante a vigência do Doutor Oliveira Salazar bem como se deu início à construção das primeiras unidades de tratamento de esgotos.

    O Sr. Rui A. quando viaja num avião da TAP, certamente ignora que os Aeroportos portugueses, civis e militares e aquela Companhia de Aviação são obra dos Ministérios presididos pelo Doutor Oliveira Salazar o qual se interessou igualmente pela construção e/ou remodelação de todos os portos marítimos portugueses.

    O Sr. Rui A. talvez não saiba que todas as grandes Barragens hidroeléctricas e de uso rural, à excepção da do Alqueva, foram todas construídas durante o tempo em que o Doutor Oliveira Salazar presidiu ao seu Governo.

    O Sr. Rui A. certamente desconhece que a maioria dos Monumentos Nacionais foram reconstruídos e dotados de meios para voltarem a ter um aspecto decente e não de quase completa ruína como estavam até à terceira década do séc. XX, pelo impulso e determinação do Doutor Oliveira Salazar.

    O Sr. Rui A. certamente quando usa uma estação de Correios nem sabe quem a mandou construir; pois fique sabendo que quatro décadas de 1930 a 1970 foram construídas mais de duzentas e vinte espalhadas por todo o País.

    O Sr. Rui A. certamente que desconhece que nos tempos conturbados da 2ª Guerra Mundial, época em que presidia ao Conselho de Ministros o Doutor Oliveira Salazar, foi dado acolhimento a milhares de refugiados de guerra, entre os quais se destacou o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento e segura protecção, dotou adequadamente a Fundação que tem o seu nome, a qual tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses, há mais de cinco décadas a esta parte, nos mais diversos ramos do Saber, da Arte e da Cultura e estou em crer que o Sr. Rui A. já, de alguma forma, dela terá beneficiado.

    Para não ser maçador, não continuarei este rol de realizações (que poderia alongar por dez vezes o que acima escrevo, porque delas tenho conhecimento directo e indirecto), as quais foram conseguidas com muito trabalho, austeridade e lisura por uma plêiade de Homens ilustres, grandes profissionais, generosos, honestos e patriotas que é o que hoje rareia entre nós.
    Por tudo o que atrás refiro sugiro que o Sr. Rui A. estude, estude e estude e só então traga aqui a sua opinião dobre o Sr. Doutor Oliveira Salazar.

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    • rui a. permalink*
      6 Dezembro, 2017 00:38

      Mas que cretino!

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      • 6 Dezembro, 2017 01:07

        ó Leunman,

        não conheço, por conseguinte nunca falei com Rui A, coloco nos seus posts uns bitaites concordantes ou não, mas há algum tempo, precisamente porque discordei dum post, fui à net calhandrar quem é Rui Albuquerque.
        O blogger Rui A. não precisará que eu o “defenda” nem quero aconselhar Leunmam em nada, mas carago, vc. está arisco (descontrolou-se), devia ler qualquer coisinha acerca do por si visado, a começar pela idade, estudos, actividade…
        Sobre o “acolhimento” que o AOSalazar deu a Calouste Gulbenkian, aconselho-o a conhecer quem e o que influenciou a vinda do magnata, o que aconteceu, tempos imediatamente consequentes, porque doou o que se sabe, etc.

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  10. 6 Dezembro, 2017 00:30

    Rui Albuquerque,

    os ainda resquícios do salazarismo são já, desde finais dos anos 1980 e ano após ano, mais ténues do que pujantes na sociedade em geral. Manifestam-se em alguns estratos sociais, culturais, sobretudo etários. E em muito reduzidos e deficitários territórios. Na religião católica já poucos dele precisam e se o evocam, só muito pontualmente. A educação, do básico ao secundário esqueceu-o, não se lhe quer referir. Só no ensino universitário surgem ocasionalmente estudos, teses, doutoramentos. Conferências e debates, poucos.
    A actual juventude está-se marimbando (se exceptuarmos acções cívicas, políticas e partidárias), para o que AOSalazar disse, escreveu e fez. Não o tem como guru.
    Estamos em 2017, não na década de 1970 e inícios da seguinte. A população nascida após 25 de Abril dispensa-o. Estima viver em Liberdade — embora às vezes perturbada e ameaçada…
    Resquícios salazaristas não movem, não são cartilha sequer na economia e nas finanças estatal. Os negócios, sejam micro ou mega, não recorrem ao método démodé e aos objectivos do salazarismo. Têm estruturas e vias outras.
    O que há é máfias, seitas conhecidas e ocultas, um despudorado, incontrolável e internacionalizado polvo de negócios e negociatas cujos tentáculos (N lobbys) manietam parte significativa da sociedade que por atavismo e falta de cultura e conhecimento, deixa-se apertar e…sufocar.
    O salazarismo, o que dele resta, não é culpado de tudo, de mega-vigarices praticadas por alguns políticos, partidos, economistas, banqueiros, empresários e, não esqueçamos, também na justiça.
    O caso Antral vs Uber é caso lobista que, apetece-me ironizar, se no tempo do Salazar, resolveria com mais polícias-sinaleiro com cacete na mão dirigindo uberistas para um lado e taxistas para o outro.

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    • 6 Dezembro, 2017 00:34

      Esclarecimento a Rui A.: nunca fui, não serei salazarista, mas apesar de tudo ele tinha nível intelectual e cultural, “coisa” que raramente encontrei em políticos post 25 de Abril.

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      • Democrata com larga experiência — Vende-se permalink
        6 Dezembro, 2017 07:42

        Tudo dito.

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  11. Alexandre Novais permalink
    6 Dezembro, 2017 10:21

    Não tendo sido salazarista e muito menos o contrário, parece-me que este blogger – será assim que se escreve? – continua também na cepa torta.
    Não sei o que estudou, nem sei o que sabe … e nem me importa!
    Sei ainda que se toma de ‘imperium’ e pedestal para julgar tudo e quase todos, sobretudo quem sabia muito mais que ele e que conseguiu fazer em 40 anos obra a que este regime anti-salazarista – qual sol dos oprimidos e escravizados! – nem, no mesmo período de tempo, aos calcanhares lhe chega, apesar de do mesmo regime ter recebido um país organizado e umas belas toneladas de ouro – a célebre pesada herança do ‘fachismo’.
    Ora sr. Rui A., o sr. já chamou cretino a um dos comentadores que aqui ‘postou’. Tenha termos pois, pelos que expôs afigura-se que mais próximo do cretino estará V. Exa. que aquele comentador.
    E já agora, diga lá se é capaz, qual a sua notável contribuição pessoal para que este país se tenha afastado da condição de ‘da cepa torta’.
    Ou então … poderemos supor, fundadamente, que se trata mesmo de um cretino fala barato!

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  12. 6 Dezembro, 2017 13:01

    Portugal não passa da cepa torta porque quer viver de fiado , não gosta de trabalhar e poupar. Coitado de Salazar que apenas quis que percebessem que para comprar há que primeiro poupar e que não se pode dar passos maiores que a perna. Enfim , em cabeça de adolescente sem controlo de desejos primários e com mania das grandezas e invejoso não há bom senso que entre.

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  13. Os corruptos que se cuidem permalink
    6 Dezembro, 2017 13:33

    Mas que raio! Há 2 coisas altamente irritantes: primeiro, a tentativa de usar o salazarismo como álibi para todos os males que corroem a república; segundo, este alinhar pela mesma cartilha da “verdadeira linha justa” do pensamento único que tem de dizer mald e Salazar a cada 2 afirmações que regurgita. É demais! Ainda por cima sabendo que a continuação da I República afigurava-se trágica. Pergunto ao Rui A.: consegue fazer a futurologia ao contrário e prever o que teriam sido as décadas de 30, 40 e 50 sob domínio dos próceres da I República? Salazar erigiu um Estado, os outros pareciam empenhados em escaqueirar o simulacro de Estado que havia. Em nome de lindos ideais, é certo, mas, pergunto eu: o Povo come ideias bonitas, sai do analfabetismo ouvindo ideias bonitas ou trata as maleitas do corpo com meia dúzia de histórias bonitas? Raio de coisa! A obra de Salazar é colossal! O que não se diz é que nem ela chegou para tirar completamente o Povo da miséria, ignorância e outros achaques em que a Dona Democracia o mantém. Lembre-se, Rui A., que a escola pública salazarista promovia a mobilidade social! Esta promove o quê? Não ponha os filhotes na privada e vai ver…

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  14. Os corruptos que se cuidem permalink
    6 Dezembro, 2017 13:40

    Na realidade, quem não fez um chavelho pelo Povo durante 16 anos que esteve no poder foi o regime da I República! Isto tem de ser dito! Muita promessa e pouco fazer, tal era a primazia dada ao digladiar de facções: escola pública – nicles, nada passou do papel (foi Salazar que construiu 17 mil !!! escolas primárias, para só falar deste nível de ensino); voto para as mulheres: nicles. Apregoaram e retiraram (“A 28 de Maio de 1911, Carolina Beatriz Ângelo, médica, viúva e “chefe de família”, aproveitando um lapso do legislador, participou nas eleições para a Assembleia Constituinte. A lei em vigor referia que podiam votar os “cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família”. Carolina Beatriz Ângelo invocou a sua qualidade de chefe de família alfabetizada, no entanto o pedido foi-lhe negado pelo ministro António José de Almeida. Carolina Ângelo interpôs recurso e o juiz João Baptista de Castro, pai de Ana de Castro Osório, deferiu a sua pretensão com a seguinte fundamentação: Excluir a mulher (…) só por ser mulher (…) é simplesmente absurdo e iníquo e em oposição com as próprias ideias da democracia e justiça proclamadas pelo partido republicano. (…) Onde a lei não distingue, não pode o julgador distinguir (…) e mando que a reclamante seja incluída no recenseamento eleitoral. Este episódio gerou grande controvérsia na época. Dada a aproximação dos republicanos com o movimento feminista do início do séc. XX[2], Carolina Ângelo terá aproveitado o facto de se tratar das primeiras eleições republicanas para exercer a sua luta política pelo direito de voto das mulheres. No entanto, o Governo rapidamente se apressou a clarificar a sua posição nesta matéria, tendo vedado expressamente o voto às mulheres, pela Lei nº 3 de 3 de Julho, do ano de 1913[3]”). Tolerância com adversários políticos? Nicles. Tinham a Formiga Branca… E um longo etc.

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  15. 6 Dezembro, 2017 14:12

    e a sombra do Salazar é enorme !!!! bolas , são salazaristas na alemanha dinamarca e itália , onde a uber é proibida…. e também são salazaristas os taxistas espanhois , bruta greve em madrid há 4 dias … até aos estados unidos chega o espírito salazarista , onde os taxistas puseram um processo ( que perderam) contra a uber 🙂 🙂 que costas tãoooo largas tem o único governante adulto que Portugal alguma vez teve.

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  16. licas permalink
    6 Dezembro, 2017 19:40

    rui a. PERMALINK*
    6 Dezembro, 2017 00:38

    Completo nojo termos, rui a e eu, como concidadãos
    _______Leunman
    _______Os corruptos que se cuidem
    _______ce

    mas, enfim…

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  17. licas permalink
    6 Dezembro, 2017 20:10

    rui a. PERMALINK*
    6 Dezembro, 2017 00:38

    Foi pena o António não se ter lembrado de “montar” a Maria
    e dar-lhes um Salazarzito. . .

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  18. Os corruptos que se cuidem permalink
    6 Dezembro, 2017 20:15

    Tem aí alguma demonstração por A+B ou por redução ao absurdo que seja, para percebermos o imenso nojo que causamos nos nossos estimados concidadãos? Nós aduzimos factos que, enquanto os arquivos não forem vandalizados pela Brava Nova História que está a ser rescrita, são verificáveis. E a/o/tertius genus Licas, com todo o respeito, o que aduz em abono do seu ponto de vista? Sou todo ouvidos.

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  19. 6 Dezembro, 2017 20:49

    o senhor Licas prefere ter como concidadãso pessoas que se insultam e são malcriadas . paciência , não vou começar a chamar nomes as pessoas só para agradar ao senhor licas.

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  20. Leunam permalink
    6 Dezembro, 2017 22:59

    Pela maneira “muito civilizada” como aqui me tratou e ao Sr. Alexandre Novais e Sr. ce, deduzo o estofo mental e moral do Sr. Rui A.

    Imagino que pertença a uma burguesia intelectualoide, completamente formatada no pós 25A.

    O Sr. Rui A pode ter os “canudos” que tiver, a presunção que entender, o que tenho a certeza é que nunca teve de viver com calças remendadas varias vezes, nunca andou descalço ao longo dos 365 dias do ano, nunca foi para a cama apenas com um caldo de olhos de silvas ou de gabelhas no estômago nem teve um 1/3 de sardinha em cima duma fatia de broa, como único quinhão do seu almoço.
    Pois o que lhe digo é que, antes da década de 30 do séc. passado, esse foi o quotidiano de largas camadas do Povo português.

    Que, depois disso, foi tudo um “mar de rosas”, não foi; mas, por favor, preste atenção e veja se entende completamente os contributos esclarecidos e verdadeiros aqui escritos pelo Sr. Alexandre Novais , o Sr. ce e o Sr. que assina “Os corruptos que se cuidem” os quais cumprimento e agradeço os respectivos contributos.

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  21. Leunam permalink
    6 Dezembro, 2017 23:20

    MJRB

    Pouco me importa quem seja o Sr. Rui A. e todos os seus pergaminhos.
    Não pratico o respeito humano.
    Pela forma como ele escreve e trata quem não conhece, deduzo que esse Sr. pratica uma ignorância arrogante que é a pior espécie de Ignorância.

    Também lhe digo que não subestime as actuais poucas referências ao Doutor Oliveira Salazar.
    Quando o Sr. e os Snrs. da sua geração e talvez os seus descendentes se os tiver, forem verdadeiramente confrontados com a exigência de pagamento das dívidas contraídas pelo actual regime dito da Liberdade, então é que todos vão invocar o nome desse Português insigne, do seu método de trabalho e filosofia política.

    Temo é que seja tarde demais.

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    • 7 Dezembro, 2017 00:14

      Leunman,

      “aqui só para nós”, vc. foi duma agressividade do carago para o Rui A. (23:57)…

      Pronto, “defeito” meu, estimo o ser humano até ao momento em que algum me tenta molestar, prejudicar outrem ou inviabilizar uma sociedade livre, justa e progressiva. Estimo a Liberdade, dou-lhe um exemplo, quando o Jaime Nogueira Pinto foi impedido de dar uma aula na UNova, repudiei (também no Blas) os seus censores.
      Não substimo e sei quais as “poucas referências” ao AOSalazar. Sobretudo os seus defensores é que têm de “recolocá-lo”.
      Talvez vc. não saiba, mas sou defensor da recuperação da casa do AOSalazar em Santa Comba, da preservação de todo o seu espólio, etc. Tem de ser estudado e historiado. Não tive constrangimentos em visitar a casa do Hitler, os “locais” do Mussolini, ver Lenine, ouvir Fidel por coincidente estada em Havana, ver a casa e a campa do AOS, entre tantos outros casos, e tenho sempre gosto em ler sobre esses e outros personagens.
      Sei muito bem o que o país terá de pagar, com consequências imprevisíveis.
      Essa, sua, de tugas terem andado descalços, com fome, calças remendadas, atingiu muita gente anti-salazarista ou seu apologista, mesmo depois da década de 1930, transversal a estratos sociais que post 25 de Abril se alhearam ou militaram em partidos da direita, do centro, da esquerda. Também eu tive o meu “calvário” (felizmente sem fome) que culminou na guerra e neste caso com muita…fome e perigosidade. Nem tudo desde 1926 até 1974 foi um arco-íris, Leunman…
      Apesar de o Estado continuar a meter a manápula onde não devia, vivemos num regime com Liberdade. E Portugal, mesmo sem o 25 de Abril, não poderia continuar “fechado” perante o que acontece no Mundo.
      Reitero: AOS apesar de tudo, tinha nível intelectual e cultural, “coisa” que raramente notei em políticos surgidos desde 1974.

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  22. Os corruptos que se cuidem permalink
    7 Dezembro, 2017 00:09

    Talvez o Rui A. queira consultar esta obra recheada de dados interessantes sobre um regime (a I República) endeusado por muitos e aprofundado por poucos:

    http://arepublicano.blogspot.pt/2011/01/luis-bigotte-chorao-politica-e-justica.html

    O que queria dizer lá em cima é que a questão de fundo é sempre posta de forma falaciosa: o que devemos salientar não é a miséria e falhas que subsistiram após a obra de Salazar, mas perguntar qual era a magnitude dessa miséria e dessas falhas quando ele assumiu o poder. Como questão subsidiária, pode e deve-se perguntar se, apesar de um regime muito interventivo sobre as deficiências de todo o tipo do país herdado do regime anterior a 1928, seria possível erguer um Estado e corrigir todas as falhas em apenas 48 anos, partindo do quase-Zero. Como apoio a essa reflexão, sugiro que se tome como ponto de partida o actual estado de coisas, de um regime que já conta com 43 anos e não solucionou, antes agravou, problemas estruturais. Pergunto: não há fome e miséria actualmente? A escola pública funciona e capacita devidamente os filhos dos pobres para uma verdadeira mobilidade social? Não há excluídos, deserdados, velhos abandonados, Interior sem ordenamento nem planos de futuro, urbanismo caótico, etc.? Está tudo fixe e a correr sobre rodas, com o manancial de fundos que não cessam de entrar a toda a hora vindos da UE? Estas é que são as questões. É preciso pensamento crítico e afastamento das balelas da historiografia do Rosas e da Pimentel. Investigação séria e desapaixonada precisa-se!

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  23. licas permalink
    7 Dezembro, 2017 12:29

    rui a. PERMALINK*
    6 Dezembro, 2017 00:38

    Se
    Todos os Pides incluindo os “Informadores”
    Os Ministros do Salazarismo
    Os que mandavam na Legião Portuguesa
    Os dirigentes maiores da Mocidade Portuguesa
    Os membros da Comissão de Censura,

    tivessem sido judicialmente convocados por Crimes de Lesa Humanidade
    então sim, teria sido exemplar a actuação do Movimento das Forças Armadas.

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  24. Leunam permalink
    7 Dezembro, 2017 12:32

    Os corruptos que se cuidem

    Partilho 100% das ideias que o Sr. aqui tem exposto, com toda a clareza e amplitude.
    Acho que as pessoas como o Sr. Rui A., falam levianamente dum regime que não conheceram. Quando eles nasceram, muito das grandes dificuldades que o País atravessou já estavam aplanadas ou em vias de o ser.

    Para estes Srs. desde o nascimento apoiado na parteira diplomada e médico assistente numa Maternidade, até ao leitinho e pão com manteiga ao pequeno almoço, ao telefone em casa, casa de banho à mão, roupa e botas à maneira, luz eléctrica para estudar as suas lições não esquecendo os bifes ao almoço e a praia na época estival, já nada lhes faltou.

    Mas não foi assim que o Doutor Oliveira Salazar e a sua geração receberam o País.

    Esquecem-se, os detractores do Estado Novo, que para usufruírem destes mimos os quais, por alto, acima refiro, foi preciso haver em Portugal gente que, com muito trabalho honesto, sublinho honesto, economia de meios e sobretudo com uma grande vontade e conhecimentos técnicos, sonharam e conseguiram levar o País para um patamar muito superior ao que receberam em 1930.

    Os Homens e as Mulheres daquele tempo, não pactuaram com preguiçosos, com ladrões e mafiosos nem tão pouco com os comunistas/socialistas que, onde entram é só para se aproveitarem do que há, esbanjarem o que havia e destruir qualquer obra de valor colectivo que exista.

    “Os corruptos que se cuidem”, deu aqui uma grande lição aos ignorantes; assim eles a soubessem entender e compreender.

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  25. licas permalink
    7 Dezembro, 2017 14:04

    rui a. PERMALINK*
    6 Dezembro, 2017 00:38

    “Os Homens e as Mulheres daquele tempo”, (que foi o meu durante 4 décadas)
    pactuaream com um Regime que foi a irisão de toda a Europa (e não só) e que
    na ONU a indignação de todo o Mundo (Patrício Gouveia poude asseverar)

    Pactuaram, não, sofreram na pele.

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    • 7 Dezembro, 2017 14:46

      Na madrugada de 25 de Abril de 1974 desligaram o interruptor dos efeitos do arco-íris que pairava sobre a nação…e “de Rovuma ao Maputo” passando por Díli e pelas Berlengas.

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    • Os corruptos que se cuidem permalink
      7 Dezembro, 2017 22:20

      Licas,

      Pode fundamentar, com fontes fidedignas, esse seu “foi a irisão da Europa”? Ou é de ouvir contar?

      E quanto à ONU? Conhece bem as relações de poder que a dominavam na altura e a continuam a dominar, ou é ingénuo e propaga ideias feitas?

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  26. licas permalink
    7 Dezembro, 2017 14:15

    pôde, of course.

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  27. licas permalink
    7 Dezembro, 2017 14:26

    Sendo o objectivo o mesmo de Salazar, perpetuar-se no Governo, Nicolás Maduro não tem tido exito completo quanto a calar a Oposição pela simples razão de que:
    ___permite a existência de Partidos Políticos
    ___não se lembrou de instituir a Censura Prévia nos jornais.

    Nicolás, amigo, vai por mim. . .

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    • Os corruptos que se cuidem permalink
      7 Dezembro, 2017 22:22

      Por acaso a República Federal da Alemanha não teve os problema de Salazar para combater subversivos: proibiu, tout court, o partido comunista nos anos 50 do século passado. E isto, pasme-se!, sem se tornar a irisão da Europa. E esta, hein? E mais países que o fizeram.

      Sabia disto, Licas?

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