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Bolsonaro não é de extrema-direita

12 Setembro, 2018

Rotular de “extrema direita” tudo o que se opõe ferozmente à agenda da esquerda globalista é agora a arma desesperada das criaturas marxistas algumas disfarçadas de jornalistas. Diz-se que a melhor defesa é o ataque e é bem verdade. Nunca  a ameaça à ideologia de esquerda esteve tão patente no mundo devido à loucura da abertura de fronteiras à imigração descontrolada de gente vinda de países com culturas anti ocidentais, prontas a destruir nossos valores e sociedade tal como a conhecemos, à corrupção e às bancarrotas, que condenam as nações à pobreza. Os povos, fartos de serem as cobaias, estão a reagir expulsando do poder as esquerdas. Estão no limite da paciência.  E isto não é opção pelo extremismo de coisa alguma, é a revolta das pessoas a exigir o regresso à ordem.

Esta semana tentaram matar Bolsonaro no Brasil como sempre fizeram os extremistas de esquerda para silenciar seus opositores. No passado, foram “só” 100 milhões, coisa pouca, às mãos do comunismo/socialismo,  onde nele se fabricou, os quatro maiores carniceiros de que há memória: Mao Tsé Tung, Lenine, Hitler (sim, Hitler era um radical Nacional Socialista e não de direita) e  Stalin.

Justificaram a tentativa de homicídio a este político como sendo uma resposta ao “discurso de ódio”  de Bolsonaro. Bem, se ser católico e  defender os valores da família, imigração controlada, um Estado social sustentável, ordem e disciplina, escola sem partido,  condenações pesadas para criminosos, combate sério à corrupção, querer um Brasil próspero, condenar o ensino da ideologia de género nas escolas a meninos de 4 anos, não ter objecção pela escolha sexual de cada um desde que não condicione a liberdade dos outros, defender que pobreza se combate com mais instrução e não mais dependência de apoios sociais, querer um país sem divisões entre hetero e homossexuais, entre brancos e negros, homem e mulher, entre ricos e pobres, um país  unido, sem violência e seguro,  é discurso de ódio e extremismo, bom, então parece-me que alguém tem de voltar à escolinha  e rápido para reaprender o conceito.

A ver se registam de uma vez que extrema direita é  “toda manifestação humana que possua orientação considerada exageradamente conservadora, elitista, exclusivista e que alimente ainda noções preconceituosas contra indivíduos e culturas diferentes das de seu próprio grupo”. Assim, expliquem lá onde se encaixa aqui Bolsonaro se ele não tem no seu discurso qualquer uma destas características?

No entanto, a esquerda que o rotula de radical, defende reformas radicais no sistema social politico e económico que visam igualdade social com desmantelamento dos estratos sociais;  o confisco da riqueza para distribuir por igual;   um Estado totalitário que decide tudo em nome do bem comum e controla em absoluto a economia;  que domina os meios de comunicação na defesa de um pensamento único e ainda persegue com violência quem se lhes opõe. Não é irónico?  Afinal quem é  extremista aqui?  Mais: a mesma esquerda que persegue Bolsonaro com ódio – sim, porque aquele ataque não foi por amor – idolatra o maior promotor de ódio jamais visto na América Latina, Che Guevara, esse carniceiro louco que todos estes radicais homenageiam com saudosas “t-shirts” como foi o caso do BE no Parlamento. Um sanguinário que matou a sangue frio crianças, mulheres, homens, negros, gays, jovens para impor sua ideologia! E ainda deixou para a prosperidade estas “maravilhosas” frases: “O individualismo deve desaparecer!”;  “Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”;  “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”;  “Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”; “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”. Não é “lindo” e “inspirador”?

Este animal, hoje herói das esquerdas, foi ainda responsável pelo confisco  da poupança e propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e transformou 20% da população de Cuba em refugiados numa nação que até então era  inundada de imigrantes e cujos cidadãos gozavam um padrão de vida  superior a metade daqueles que residiam na Europa. Criou gulags Guevaristas com trabalhos forçados e câmaras de tortura.  Ainda saqueou e ocupou a mais luxuosa mansão de Cuba obrigando o seu proprietário a fugir do país.   Só gente extremista doida varrida  idolatra um filho da mãe desta natureza. No entanto nós temo-los no Parlamento. E chamam-se PCP e BE.

Mas nosso querido Marcelo, sempre a passar esponja em tudo,  já veio dizer que em Portugal não existe extrema esquerda. Anda distraído? É ignorância? É má fé? Como pode afirmar algo que é mentira quando são eles próprios, BE e PCP, todos os dias a demonstrar que o são, com apoio aberto às ditaduras de Fidel e Che Guevara, Maduro, Kim Jong Un, Lenin e Stalin? Quando nas suas políticas defendem sem preconceito a perseguição ao capital, o controlo absoluto da economia e dos média  pelo Estado, têm um discurso constante de ódio contra a direita a quem chamam de fascistas e neoliberais!!! Brincamos com a inteligência do povo português, é isso?

Não,  não é Bolsonaro que é de extrema direita. São os opositores que o tentaram matar para o silenciar que são extremistas.

 

 

 

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60 comentários leave one →
  1. mg42 permalink
    12 Setembro, 2018 18:31

    Dizem que o observador é da “direita”…
    A Dona Cristina talvez possa passar a mensagem à Helena Matos, já que ela e mais outros que lá andam parecem andar na lua …

    observador.pt/2018/09/09/eleicoes-na-suecia-esquerda-e-conservadores-quase-empatados-dao-forca-a-extrema-direita-sueca/
    observador.pt/2018/08/28/seis-pessoas-feridas-durante-manifestacao-da-extrema-direita-na-alemanha/
    observador.pt/2018/08/28/merkel-condena-odio-na-rua-na-alemanha-apos-incidentes-com-extrema-direita/
    observador.pt/2017/12/18/austria-novo-governo-com-extrema-direita-toma-posse-entre-protestos/
    observador.pt/2018/06/08/matteo-salvini-ministro-italiano-de-extrema-direita-apanhado-por-passageiros-que-cantaram-bella-ciao/

    Esta sobre Bolsonaro parece ser mais uma crónica da cristina martins no público com todos os epitetos da novilingua …

    “Bolsonaro tem 63 anos é um militar na reserva e é o candidato da extrema-direita. Polémico, de posições extremas e declarações incendiárias, homofóbicas, racistas, incitadoras de violência”
    observador.pt/2018/09/07/ja-se-fazem-contas-ao-impacto-politico-e-nao-so-do-atentado-a-bolsonaro-havera-efeito-martir/

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  2. maria permalink
    12 Setembro, 2018 18:58

    mg42 – Fazia-lhe bem emigrar para a Venezuela ou Coreia do Norte para sentir o invejoso bom nível de vida.

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 19:24

      A si fazia-lhe bem comprar uns óculos novos. Vá tente novamente e deixe de andar também no mundo da lua.

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 21:31

      Por falar na Venezuela Observador expõe a venezuela e denuncia-a o seu bolivarianismo nas suas colunas de opinião, ao mesmo tempo que se põe ao lado do regime que suporta a agenda bolivarianista do foro de São Paulo, contra o unico candidato acusando-o de todos os epitetos da novilingua, que enquanto militar lutou contra o terrorismo revolucionário comunista daqueles que hoje tomaram o poder no Brasil, e enquanto politico o único que pretende desmantelá-los.

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  3. Expatriado permalink
    12 Setembro, 2018 19:08

    Jovem Cristina. Veja isto para constatar qual a língua que os asquerosos esquerdoides entendem.

    https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=890285664503701&id=498181293714142

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  4. singularis alentejanus permalink
    12 Setembro, 2018 19:09

    Com diz e bem, são mais de 100 milhões de pessoas vitimas do comunismo, e apesar de tanta informação, especialmente dos tempos presentes Venezuela, Cuba, Coreia do Norte como é possível ainda haverem pessoas a admitirem o comunismo? Ignorância? Duvido, quanto a mim só uma pessoa invejosa e de mau carácter o admite.

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    • Chopin permalink
      12 Setembro, 2018 19:44

      Chama-se subversão, brainwashing.
      Digite “Yuri Bezmenov: Subversão ideológica ” e visualize o vídeo.

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 23:21

      Porque é o Capital o grande financiador e promotor do comunismo, como sempre foi desde a revolução francesa, a bolchevique e nas novas versões lgbt eco new wave . É que a malta da direita conservadora vive no falso paradigma do muro de Berlin e acha que capitalismo está do seu lado.

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  5. raCSt14CrAmirocarrola@sapo.pt permalink
    12 Setembro, 2018 19:55

    Parabéns, Cristina! Pela sua coragem e linearidade e calareza da exposição das verdades que, como punhos cerrados punitivos no centro dos cornos da canalha esquerdalha, a faz ganir e soltar impropérios, calúnias e as mais nojentas mentiras contra gente de bem que pensa e age de maneira diferente da canalha.
    O retrato do carniceiro do Che – como é possível haver ainda grunhos que usam t.shirts com a tromba do facínora? – diz bem do carácter dos fdp que perfilham a suja ideologia.
    A parlapatice tonta e idiota dos ‘merdias’ esquerdoides mete nojo. Cambada de safados vendidos por um prato de lentilhas!

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    • mg42 permalink
      13 Setembro, 2018 00:38

      E sim é no altar de uma igreja, e dizem que são a “esquerdalhada”…

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      • colono permalink
        14 Setembro, 2018 00:03

        mg42 – não é o modelo d’umas das armas roubadas em Tancos?
        Ou é KatrinaMorteágua disfarçada?

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  6. Myrddin Emrys permalink
    12 Setembro, 2018 20:43

    “- Há quem afirme que muitos comunistas têm ingressado dentro do seu partido, depois das eleições. É verdade?

    E Hitler, sempre com a mesma voz militar, satisfeito pela pergunta-reclamo:

    Não é verdade! Os nacionais-socialistas são os maiores inimigos de Moscovo, a única verdadeira muralha, na Europa, contra o bolchevismo! Respeitamos, respeitaremos sempre a propriedade particular e todos os esforços individuais.”

    (Entrevista de António Ferro a Adolf Hitler)

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    • Cristina Miranda permalink
      12 Setembro, 2018 21:04

      Notou-se o respeito. Ahahahah

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 22:50

      Dona Cristina olhe que narrativa sobre o tio adolfo foi feita pelos mesmo que chamam ao bolsonaro de “extrema direita” de nazy.

      “Bolsonaro tem 63 anos é um militar na reserva e é o candidato da extrema-direita. Polémico, de posições extremas e declarações incendiárias, homofóbicas, racistas, incitadoras de violência”
      observador.pt/2018/09/07/ja-se-fazem-contas-ao-impacto-politico-e-nao-so-do-atentado-a-bolsonaro-havera-efeito-martir/

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 23:02

      Os mesmos que dizem que O bolsonaro é uma tenebrosa criatura “facista”, mas o Lula o comuno terrorista, era o menino doiro do Brasil


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  7. Alla Martins permalink
    12 Setembro, 2018 22:03

    Parabéns pela lucidez e sensatez. Bolsonaro é a esperança de se por fim às barbáries, à corrupção, a pregação das ideologias tortas da esquerda (marxismo ultural), a sexualização de crianças e negação do sexo biológico (teoria do gênero), a inversão de valores que enxerga bandidos cruéis como vítimas, ao desprezo pelas leis e pela ordem, a destruição dos valores morais, da família e da fé. O Brasil teve em 2017 mais de 63 mil homicídios. Vivemos numa terra de ninguém, vivemos no caos. Os brasileiros honestos e trabalhadores não aguentam mais isso e elegeram Bolsonaro como resposta a tudo isso.

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    • Cristina Miranda permalink
      12 Setembro, 2018 22:08

      E vai ganhar as eleições.

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    • mg42 permalink
      12 Setembro, 2018 22:35

      Vamos ver. A dona Cristina por acaso não sabe que o sistema eleitoral brasileiro é electrónico sem possibilidade de auditoria dos resultados, e que o controlo está nas mãos de meia duzia de pessoas associadas ao partido/s que controla o regime brasileiro. Já foi inclusive denunciado por equipas de especialistas computacionais da alta fragilidade do sistema e da facilidade de adulteração. Que aliás levantou muitas suspeitas legitimas nas ultimas eleições quando não foi possivel aferir o resultado, e que até uma proposta de lei bem à pouco tempo lançada pelo bolsonaro para alterar o sistema para o sistema de voto impresso foi rejeitada pelo supremo.

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  8. Luís Ang permalink
    12 Setembro, 2018 22:35

    Uma reflexão extremamente lúcida e inteligente…assino ao fundo.

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  9. maria permalink
    13 Setembro, 2018 02:06

    Cristina, dou-lhe os parabéns por este excelente texto, assim como pelos anteriores, sobretudo o seu último que é de excepção.
    A Cristina é uma mulher inteligente, culta e viajada, já andou pela Alemanha segundo informou no seu último texto, por isso mesmo permita-me que discorde do que escreveu sobre Hitler. Na Alemanha a Cristina teria tido (ou terá) oportunidade de falar com descendentes de alemães que viveram o nazismo e eles esclarecê-la-íam/ão do que foi realmente aquele regime e os defeitos e qualidades do seu Chanceler.

    Possuo bastante documentação sobre aquele regime e tenho obtido muita informação através de artigos e vídeos de autores e historiadores independentes e credíveis sobre as “reais motivações” que deram origem à implementação do nazismo e não cedo a opiniões esquerdistas de quem destila veneno por todos os poros e odeia tudo e todos incluindo eles próprios, recuso-me a ler artiguelhos nem a ouvir discursozecos saídos da mente doente da comunistagem portuguesa ou mundial (tendo sido esta aliás quem ajudou Hitler a alcançar o poder, tendo sido atribuídas ao seu partido somas astronómicas doadas pelos grandes banqueiros da altura, alemães e norte-americanos, todos judeus) sobre Hitler e o seu regime.

    Os meus Pais foram amigos pessoais d’alguns alemães que se intalaram em Portugal depois a Guerra, tendo o meu Pai tido negócios com dois deles. Eram judeus-alemães e pessoas acessíveis e simpáticas. Nem imagina os elogios que eles teceram sobre Hitler e o seu regime. Os judeus são pessoas muito desconfiadas e só falam de assuntos pessoais com alguém em quem depositem a máxima confiança, era o caso dos meus Pais.

    Isto é um assunto que requer muito tempo e bastante texto, o que òbviamente não se coaduna com o espaço de um comentário e este já vai grande demais. Apenas lhe digo algo que talvez desconheça, os judeus têm sobre o povo alemão um conceito mais elevado do que se pode imaginar. Invejam-lhe a inteligência, a capacidade de trabalho e a organização, uns ousam revelá-lo, outros não têm coragem para tal. Muitos destes, que andaram a acusar terem sido vítimas de maus tratos, violência e tortura nos campos (sem falar nos que afirmaram existirem câmaras de gaz onde os judeus eram ‘queimados vivos’, mas todas inexistentes e sobre as chaminés sobre essas câmaras por onde saía o fumo dos queimados, chaminés essas que curiosamente foram lá colocadas depois da guerra pelos soviéticos…) já se têm vindo a retratar e a confessar que mentiram, não sabendo por que o fizeram.

    Last but not least, permita-me que a aconselhe, se tiver tempo e interesse, a dar uma olhadela a alguns vídeos do patriota alemão, há poucos anos falecido, Ernst Zündel e do historiador e investigador inglês David Irving. Há muitos mais vídeos sobre o tema que valem bem a pena ver, neste particular por investigadores com bastos conhecimentos na matéria (como o judeu-americano e o mais conceituado perito no fabrico de câmaras de gaz nos Estados Unidos, que investigou minùciosamente as ditas câmaras não tendo encontrado o mínimo vestígio de ZyklonB nas respectivas paredes, tendo segundo o vulgo sido este o veneno supostamente utilizado para assassinar diàriamente 2 mil judeus de cada vez!!! – e imagine-se câmaras para queimar pessoas à força, mas com a respectiva porta a poder abrir-se por dentro podendo os judeus fugir delas a sete pés – quando ficou provado que em cada câmara (se fosse esse o seu propósito e não era) não mais de 200 pessoas se tanto, muito apertadinhas, lá caberiam), cito-lhe estas três personagens, investigadores e historiadores honestos e credíveis cada um com a sua versão do regime nazi e do Führer, mas todos coincidindo na matéria de facto.

    Quanto ao que escreveu sobre o Bolsonaro, totalmente d’acordo.

    Cristina, desculpe o arrazoado. Creia-me sua leitora fiel e sobretudo agradecida pela denúncia que continua a fazer da politicagem falsa e corrupta que temos a infelicidade de suportar e, pior um pouco, de sustentar há tempo demasiado.
    Maria

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    • mg42 permalink
      13 Setembro, 2018 03:02

      Uiii, cuidado olhe que isso é um comprimido encarnado demasiado grande que este pessoal vai acabar por se engasgar de dissonância cognitiva. Lá porque este pessoal é “anti-comunista” senhora maria, não quer dizer que eles já não estejam ligados à “mátrix” doutrinados no paradigma do pós 45 e do muro de berlim. A suas definições da malevolência já estão bem cravadas nas suas consciências e com muita falsa memória à mistura da propaganda de hollywood. Você poderá confirmar isso quando são confrontados com a contradição entre as suas convicções e a realidade histórica lhes ocultada. O Resultado é ou a negação histéria ou o silêncio, e no final a irónica expurgação por blasfémia. Olhe por exemplo o silêncio aqui, da exposição que fiz das duas caras com que se apresenta Observador o jornal daqui da suposta “direita”.

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    • 14 Setembro, 2018 10:43

      Maria,

      Seis milhões de judeus e de outros cidadãos, sob a áuspice e a responsabilidade da Wehrmacht, deixaram de existir. Esfumaram-se, desvaneceram-se.

      Se foram mortos em câmaras de gás ou por terem de ouvir os dicursos completos do António Costa numa língua que se assemelha vagamente ao português acaba por ser irrelevante, se a primeira pergunta é: onde estão os tais seis milhões de pessoas, cujo registo de transporte existe nos manifestos dos comboios?

      Hitler e Estaline eram gémeos desavindos. Molotov e Ribbentrop eram as pontes.

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      • maria permalink
        14 Setembro, 2018 20:10

        Francisco, obrigada pelo seu comentário.

        Segundo tenho lido – e esta informação está bem explícita em artigos de jornais judaicos e em crónicas de professores universitários judaicos, que não deixam mentir – antes da Guerra viviam na Alemanha cerca de dois milhões e meio de judeus registados. Após a Guerra ficaram a viver na Alemanha cerca de milhão e meio deles. (Cito de memória estes números, creio não errar). Muitas centenas de milhar deles foram assassinados pelos bombardeamentos dos Aliados no último ano de Guerra e outros tantos nesse mesmo ano morreram por doença (tifo e outras doenças não tratadas por falta de medicamentos), fome e sede por falta de alimentos e água, tudo isto em consequência dos embargos dos Aliados. Como é possível que tenham sido ‘assassinados’ seis milhões de judeus pelos nazis se não existiam mais de dois milhões e meio?! Não acha ser humanamente impossível citar um tão exagerado (porque inexistente) número de mortos?

        (O ex-professor universitário e insuspeito judeu Norman Finkelstein (que perdeu o seu lugar na Universidade pelo que tem dito e escrito quanto à inaceitável adulteração do número de mortos e das brutas mentiras propaladas pelos sobreviventes seus compatriotas, repetidas desde os anos cinquenta), fala no seu livro “A Indústria do Holocausto” desta discrepância que só teve/tem um único intuito: sacar centenas de milhões de marcos anuais ao povo alemão e que se arrasta desde os anos cinquenta até ao presente).

        (Numa nota aparte: durante o século dezanove os governantes russos, Czar incluído, eram sistemàticamente acusados de terem assassinado “seis milhões” de judeus! Estas notícias vêm escarrapachadas em jornais norte-americanos dessa época. Este número nunca foi alterado desde essa altura e passou tal e qual (mesmo a jeito…) para o pós-Segunda Guerra mundial, culpando já não os russos mas agora os nazis. Não será tudo isto demasiadamente estranho? Ou, como diz o povo, gato escondido com o rabo de fora?).

        Outra coisa: faziam parte das tropas-SS inúmeros alemães d’origem judaica, há fotos que o atestam. Não será uma rematada mentira continuar a dizer que Hitler os ‘odiava e os mandava matar’?

        Outra coisa: está provado por inúmeras fotos que não deixam mentir, que nos campos existiam todas as condições necessárias para aquelas pessoas terem uma vida mìnimamente decente e confortável. Havia salas de música, dentista, enfermaria, sala de partos,ocabeleireiro, orquestra composta por músicos conceituados e aprendizes que promoviam concertos frequentes com a assistência de oficiais nazis e cidadãos comuns, havia espaços para praticar as várias modalidades de atletismo, sala de costura, ginazio, recinto para praticar basket, campos de futebol, uma piscina olímpica. Quer isto dizer que os chamados prisioneiros estavam enclausurados num espaço exíguo e lúgubre e sem se poderem mexer? Há ainda quem tenha o descaramento de repetir semelhantes aldrabices? E se Hitler queira mandar assassinar todos os judeus por que motivo o regime mandou contruir aqueles campos com tão óptimas condições de vivência e de habitabilidade? Não seria mais fácil e muito menos dispendioso os oficiais irem assassinando os judeus um a um à medida que estes íam chegando aos campos? Na teria havido maior razoabilidade neste método bastante mais prático e eficaz?

        Outra coisa, ainda: para quem acredita que Hitler esteve por detrás da famigerada “noite de cristal”, leiam o que o investigador e historiador inglês David Irving escreveu sobre esse incidente. Após anos de investigação em documentos nazis da Alemanha do Leste, desclassificados, assim como em inúmeras entrevistas feitas por ele a pessoal que esteve muito próximo do Führer incluíndo a sua secretária pessoal, quando Hitler foi informado de que havia desacatos no Bairro judaico de Berlim e que alguns SS’s estavam a ocupar casas e a destruir lojas de judeus, ele próprio deu ordens directas e rigorosas para que os militares parassem de imediato as ocupações e destruições de lojas judaicas sob pena de detenção com graves sanções para os prevaricadores.
        Aqui tem.

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      • Cristina Miranda permalink
        14 Setembro, 2018 23:07

        Maria, Onde posso encontrar fontes sobre o q relata aqui?

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    • mape permalink
      16 Setembro, 2018 01:41

      que vergonha de comentário.

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  10. Renato permalink
    13 Setembro, 2018 08:01

    Até que enfim alguém com senso de cidadania.
    Morei 7 anos no Brasil conheço a realidade por dentro. Bolsonaro não é o Salvador da pátria. Mas neste momento é o que o Brasil precisa pra tentar restabelecer a ordem. Num país entregue a governos e comunicação social manipuladoras.
    QUEM NÃO SABE QUE SE CALE.

    FORÇA BOLSONARO

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  11. weltenbummler permalink
    13 Setembro, 2018 08:42

    social-fascismo sobre a liberdade dos outros

    Chi è Judith Sargentini, la donna che ha incastrato Orbán
    Sargentini, 44 anni, olandese, ha incastrato il leader ungherese con un report in cui ha indicato, in modo circostanziato, tutte le sue violazioni dei valori europei: eccole
    di Gianluca Mercuri

    «L’Ungheria ha imbavagliato i media indipendenti, limitato il settore accademico, ha sostituito i giudici indipendenti con giudici più vicini al regime, ha reso la vita difficile alle ong. Nulla è migliorato da quando questa relazione è stata votata a giugno, anzi». È con queste parole che ieri Judith Sargentini ha definitivamente convinto il Parlamento europeo ad avviare la procedura disciplinare contro l’Ungheria per aver infranto lo stato di diritto.

    Si può immaginare che Viktor Orbán (qui un suo ritratto) non abbia nel suo ufficio il poster di questa combattiva eurodeputata olandese, e se ce l’ha è martoriato da freccette: Sargentini, 44 anni, è infatti la sua nemesi, la donna che lo ha braccato in questi anni fino alla resa dei conti di ieri, fondata sul report da lei diffuso in aprile, un elenco circostanziato delle «violazioni dei valori europei» commesse dal premier di Budapest, dall’assedio alla Corte Costituzionale al controllo dei principali giornali attraverso i suoi sodali, fino al boicottaggio delle associazioni pro migranti (intollerabile per chi come lei ha passato una vita nelle ong).

    Un passato nel Partito socialista pacifista, ora donna di punta della Sinistra Verde e membra dell’intergruppo di Strasburgo per i diritti Lgbt: basta un rapido excursus sulla sua carriera per capire che Judith è l’epitome della «nuova» sinistra, per niente nuova ma neppure troppo vecchia, quella che si oppone al sovranismo recuperando sigle e temi che sembravano pieni di polvere e che invece, in qualche parte d’Europa, hanno ripreso a conquistare cuori e voti. Non per niente, Sargentini ama sottolineare che viene da una famiglia «politicamente molto consapevole», che da bambina la portava per le strade di Amsterdam a manifestare contro il nucleare. Dalle marce di protesta è passata al Consiglio comunale e poi all’Europarlamento, dove ieri ha celebrato il suo jour de gloire. Ne risentiremo parlare.

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  12. 13 Setembro, 2018 21:52

    Cristina Miranda,
    Não faço ideia se Bolsonaro é de extrema direita ou avançado, o que sei é que Bolsonaro pretende colonizar a Amazónia com desprezo dos seus habitantes e pretende manter as elites esclavagistas do Brasil, as mesmas que derrubaram a monarquia que dava alforria aos negros. Bolsonaro que se diz católico, é muito pouco cristão.
    Eu, como a Cristina, também acho que o Che é um facínora, mas tenha cuidado ao escolher as citações. Como católico também já li muita coisa perturbadora na Bíblia:
    “Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar o meu pai.” Jesus, porém, respondeu-lhe: “Segue-me e deixa os mortos sepultar os seus mortos.” Mt 8, 21-22
    Disse-lhe alguém: «A tua mãe e os teus irmãos estão lá fora e querem falar-te.» Jesus respondeu ao que lhe falara: “Quem é a minha mãe e quem são os meus irmãos?” E, indicando com a mão os discípulos, acrescentou: “Aí estão minha mãe e meus irmãos”; Mt 12, 47-49

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  13. 13 Setembro, 2018 22:04

    Cristina Miranda,
    Eu já estava na tropa quando mataram Sá Carneiro e, por isso, lembro-me bem. Ninguém, nem mesmo Sá Carneiro, sabia que iria viajar naquele avião naquela noite. Foi uma decisão de última hora por questões de alteração de agenda. Ninguém quis matar Sá Carneiro. Quiseram matar Adelino Amaro da Costa por causa do negócio de armas com o Irão. Os beneficiários e interessados dessa morte não eram seguramente a Esquerda em que está a pensar. E Sá Carneiro estava muito acima de Bolsonaro. Não ofenda a sua memória comparando-os.

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    • Cristina Miranda permalink
      14 Setembro, 2018 09:15

      Caro Xico, tem razão. Está no livro de Rui Mateus. Apesar de o ter lido cometi este lapso de memória. Obrigada por relembrar esse pormenor muito importante. Já corrigi o texto.

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  14. José Ramos permalink
    14 Setembro, 2018 00:56

    Hitler poderia ser “nacional socialista” (um rótulo bem verdadeiro no “nacional” e meramente oportunista no “socialista”), mas lá que era “de direita”, da EXTREMA-direita, é claro que era. Baralhar conceitos e ser trapalhão (ona) não ajuda ninguém. Para ser CLARO, CRISTALINO, refiro-me a Hitler, não a Bolsonaro, que é só um vulgar caudilho latino-americano e que não me interessa para nada.

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  15. licas permalink
    14 Setembro, 2018 18:50

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    ” O Complô dos médicos judeus foi, segundo a versão oficial do Estado Soviético, uma conspiração dos médicos judeus, sob órdens da inteligência estadunidense, que teriam como objetivo assassinar os principais quadros do Partido Comunista da União Soviética, inclusive o próprio Stalin.

    “Prendam os Médicos Assassinos” – alardeava a manchete do Pravda a 13 de Janeiro de 1953. “Os médicos do Kremlim, judeus em sua maioria, assassinaram os maiores líderes soviéticos, e tramaram contra outros, talvez até contra o próprio Stalin”.

    Depois da morte de Stalin, em março de 1953, os líderes da União Soviética assumiram que o caso foi fabricado com o objetivo de prender e executar líderes comunistas que se opunham a Stálin. Em abril do mesmo ano, o mesmo Pravda dizia que “os médicos tinham sido presos sem nenhuma base legal” e acrescentava que os “investigadores super zelosos se haviam esquecido de que estavam a serviço do povo e que sua missão era salvaguardar a lei soviética”.

    Todos os médicos acusados foram inocentados (com exceção de dois que morreram na prisão) e reconduzidos a seus antigos cargos “.

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  16. licas permalink
    15 Setembro, 2018 14:13

    maria PERMALINK
    13 Setembro, 2018 02:06

    “ Os meus Pais foram amigos pessoais d’alguns alemães que se intalaram em Portugal depois a Guerra, tendo o meu Pai tido negócios com dois deles. Eram judeus-alemães e pessoas acessíveis e simpáticas. Nem imagina os elogios que eles teceram sobre Hitler e o seu regime. Os judeus são pessoas muito desconfiadas e só falam de assuntos pessoais com alguém em quem depositem a máxima confiança, era o caso dos meus Pais.”
    Pois eu vi, pessoalmente, durante a Guerra 1939-1945 , meus 5 -10 anos de idade, os refugiados enxameando o Rossio, Lisboa, em trânsito para os EUA. Maria muito provavelmente, não há outra razão, FUGIAM de Hitler e da guerra já em curso.
    O texto que acima transcrevo, maria, é de uma filhodaputice sem par.

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  17. maria permalink
    16 Setembro, 2018 00:06

    Licas, lamento que se me dirija em termos menos correctos na última linha do seu último comentário. Não me conhece pessoalmente para saber o género de pessoa que sou. Tem todo o direito à sua opinião mas com correcção. A civilidade faz parte de quem comenta nos blogos. Tendo isso em conta eis por que os mesmos estão abertos a todos os que queiram entrar no debate, desde de que tenham a concordância do dono do blogo, como é evidente. A educação faz parte das pessoas civilizadas. Além do mais o meu comentário era dirigido à Cristina, o que não obstava a que qualquer leitor ou comentador pudesse dar a sua opinião caso tal lhe aprouvesse, desde que com a educação requerida. Porém, quando esta inexiste pouco ou nada há a fazer.

    Cristina, respondo ao seu pedido já a seguir.

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  18. maria permalink
    16 Setembro, 2018 03:25

    Cristina, deixo-lhe algumas informações sobre o que pediu, mas há milhentas mais que com paciência e tempo poderá encontrar em vídeos e blogos norte-americanos, mas não só.
    Um dos jornais israelitas é o Haaretz e há outro também israelita cujo nome não me ocorre, tentei encontrá-lo e não consegui (Independent News?), que é francamente mais objectivo e neutro inclusivamente quanto às aleivosias propaladas pelos comunistas-sionistas e esquerda em geral.

    Outra referância a que vale a pena prestar atenção: “O Mito do Extermínio dos Judeus – nem um documento permanece ou talvez jamais tenha existido” por Carlo Mattogno. Deste italiano há outros artigos que merecem muito ser lidos.

    Sobre o mesmo tema vale a pena ver vídeos de German Rudolf, do Dr. Raymond
    Faurisson, Max Weber, Ernst Zündel, David Irving, etc. Sobre D. Irving aconselho a Cristina a ver todos os seus vídeos relativos a este tema ou, senão, os máximos que puder. Este historiador-investigador inglês passou dezenas de anos a investigar tudo o relacionado com o regime nazi e sobre o próprio Hitler e o seu papel durante os anos em que foi Chaceler da Alemanha e fê-lo nos arquivos da Alemanha de Leste, nos arquivos soviéticos e nos arquivos dos Estados Unidos relativos ao período da Guerra. Descobriu os verdadeiros Diários de Hitler (confirmados pelo seu ajudante-de-campo e secretária pessoal) e numa Conferência de Imprensa, creio que na Suiça, em 1986, denunciou alto e bom som os falsos diários, tidos por genuínos, que circularam pelo mundo inteiro desde o fim da Guerra pelas mãos de comunistas-sionistas, gente do mais mentiroso que há ao cimo da Terra. Causaram alarme todas as suas denúncias entre aqueles que queriam que a verdade histórica nunca chegasse a ver a luz do dia, o que o levou a estar preso por diversas vezes. Em alguns países da Europa proclamar a verdade sobre o passado histórico dá direito a prisão. São assim as chamadas democracias as que subjugam os seus povos. Pobres povos que julgam viver em liberdade por os governantes lhes buzinarem aos ouvidos a cada hora do dia que vivem em democracia…

    Quando os soviéticos chegaram a Auschewitz em Janeiro de 1945, ficaram boquiabertos com as excepcionais condições que encontraram tanto neste campo como nos adjacentes Birknau e Magdenek, nem queriam acreditar. Não as revelaram até vários meses depois. Nestes campos, verdadeiros complexos industriais equipados com maquinaria da mais avançada, havia trabalhadores de todas as origens: cidadãos comuns, alemães, prisioneiros, etc.
    Só um exemplo de um grandessíssimo mentiroso (já desmascarado até por judeus) sobre o chamado holocausto. Este homem andou pelo mundo inteiro a contar uma história fabricada que era mudada a cada ano que passava. Escreveu livros e nunca fala em câmaras de gaz… mas fala em grandes fogos!!! onde os nazis queimavam bebés vivos!!! (talvez a reproduzir algo que o povo judaico efectivamente fazia na Idade Média e mesmo depois disso). E ganhou este aldrabão o Nobel em 1986 (deve ter sido por sê-lo, como o eram e são quase todos os outros ganhadores)… se calhar por os seus livros estarem repletos de mentiras, algumas das quais ele acabou por confessar ter inventado, mas com o passar do tempo revelar-se-ão as restantes de certeza.
    Este Wiesel faz lembrar um outro ex-prisioneiro aldrabão (vem o episódio num dos blogos de que deixo o nome) que dizia ter recebido uma maçã através do arame farpado que lhe era dado por uma menina francesa para o alimentar…, mais tarde veio a saber-se que a ‘menina’ francesa era uma judia que estava no campo e com quem veio a casar. E vêm-se os dois a rir e a contar a história inventada todos contentes…

    Cristina, leia se puder “A verdade Oculta”, é extremamente bem documentado, com inúmeras fotos e testemunhos de historiadores e investigadores credíveis, alguns dos quais já citei no comentário anterior, que põem a claro a verdade da mentira.

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    • Cristina Miranda permalink
      16 Setembro, 2018 10:12

      Maria, mas diga-me, se souber, porque foram saqueados e enviados para esses campos, milhões de judeus? Qual foi a finalidade?

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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 01:00

      O titulo é claro. O sub-titulo é pertinente…
      E a dona Cristina sabia que durante a guerra japonesa com os Usa, os japoneses que viviam nos estados unidos foram metidos em campos de concentração ? Pois é… “the victors write the history”


      https://ww2truth.files.wordpress.com/2018/03/800px-1940-04-23_-the_vancouver_sun-_war_to_death_against_all_german_people.png

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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 01:12

      A primeira do daily mail é 1933
      esta é de 1940
      https://ww2truth.files.wordpress.com/2018/03/800px-1940-04-23_-the_vancouver_sun-_war_to_death_against_all_german_people.png

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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 01:32

      The Vancouver Sun 1940

      “LONDON, April 23, War to the death against the whole german people and no merely against the Nazi regime was the urged today by Alfred Duff Cooper, former First Lord of the Admiralty. Mr Duff Cooper spoke before the Royal Society of St George in place of Winston Churchill, First Lord of the Admiralty…”
      a 10 de maio a Alemanha avança contra a França e Inglaterra

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  19. maria permalink
    16 Setembro, 2018 21:49

    Cristina, saberá de certeza que a intenção dos judeus soviéticos, que já vinha desde pelo menos 1897 quando implementaram o sionismo (porém esta intenção já vinha de muito antes) era arranjar um Estado a que os judeus do mundo inteiro pudessem considerar como a sua Pátria definitina. Muitos locais em várias partes do Mundo foram-lhes sugeridos mais tarde pelo governo britânico, isto quando a Guerra já se aproximava do fim, como a Ilha de Madagascar ou o Enclave de Cabinda em Angola. Recusaram todas estas ofertas e outras hipóteses, é claro que eles exigiam uma terra mas mais de acordo com a sua inexcedível ambição. E essa, há muito cobiçada, era-o pela localização única, junto ao Mediterrâneo, bem como pelas imensas riquezas existentes no subsolo de terras muito próximas que com o tempo iriam indubitàvelmente conquistar. Com de resto aconteceu.

    É evidente que a escolha da Palestina só poderia acontecer se houvese um complot ao mais alto nível entre judeus poderosos, de vários países, com muito dinheiro para ajudar à poda. E entre estes contavam-se os maiores banqueiros alemães, britânicos e norte-americanos, todos judeus e uns fizeram-no por uma questão genética que os impelia a isso (são como os ciganos, estão sempre prontos a ajudar os da sua raça e são cúmplices em todas as suas acções, no matter what) e outros que o não eram fizeram-no por puro oportunismo . O criminoso Churchill, sem esquecer o lunático Roosevelt, esteve metido nesta tramoia desde o primeiro momento e teve a culpa toda na tragédia que posteriormente veio a acontecer: o assassinato de milhões de alemães (este o povo que sem dúvida mais sofreu), judeus e gentes de outras nacionalidades. Churchill, diabólico como poucos, não aceitou as várias ofertas de paz que Hitler lhe propôs. Inglaterra que estava econòmicamente falida e sem o poderia militar, aéreo, naval e terrestre, da Alemanha que era imenso e do qual o glutão Churchill, uma vez ganha a Guerra, pretetendia apossar-se na totalidade, o que fez em grande parte. Inglaterra que Hitler admirava assim como o seu povo (informes que constavam dos seus documentos pessoais e que chegaram às mãos de David Irving nas suas investigações). É bom lembrar que os dirigentes alemães, rigorosos e displicinados que eram, resgistavam tudo o que faziam e deixaram por escrito todas as decisões políticas tomadas e as instruções dadas aos seus oficiais e subalternos, que podem ser confirmados nos arquivos já desclassificados. E no fim quem ficou com a fama de mau foi Hitler, piius claro! Tinha que ser.

    Pois é, a História é escrita pelos vencedores e deturpada as vezes que forem necessárias para estes ficarem registados naquela como grandes heróis… O que eles se esquecem é que a verdade acaba por vir sempre ao de cima e isso acontece porque “a verdade não prescreve”. Churchill que muito antes da 2ª. Guerra Mundial, teve o desplante de afirmar para quem o quisesse ouvir que odiava os judeus e no entanto tinha pelo lado materno ascendência indiano-judaica (tenho um livro sobre a vida dele), sendo portanto seu descendente directo. Talvez fosse esse o motivo de ter sido tão cruel.

    É dos livros (David Irving, mas não só ele, falou em palestras e escreveu sobre isso) que o Estado Alemão, na pessoa de Himmler, em colaboração com o dirigente máximo da comunidade judaica-alemã concordou em escolher um país ou região numa qualquer parte do mundo que agradasse aos dirigentes judaicos. O dirigente máximo dos judeus alemães fez um pacto secreto – é sabido que os judeus-alemães tinham que o desconhecer e calcula-se porquê – para que esse desejo fosse atingido no médio prazo. E para que o fosse teria que haver um processo secreto que conseguisse reunir o maior número possível de judeus num espaço amplo mas fechado, porém com todas as condições de habitabilidade e de sobrevivência asseguradas.

    E assim foi feito. Construiram-se os tais campos para ‘prisioneiros’ (que o não eram) e para os mesmos foram sendo encaminhados judeus que aguardariam (sem o saber) a altura de serem transferidos, de moto proprio ou à força, para a futura Pátria judaica. Foi estabelecido entre o dirigente da comunidade judaica e Himmler que o espaço escolhido, com o beneplácito do governo britânico, seria a Palestina, terra sob jurisdição britânica mas então quase desértica. Claro que, quando os judeus se instalaram definitivanente na Palestina houve guerras fratricidas entre palestinos e judeus – já as tinha havido anteriormente e não poucas entre autóctones e ingleses – e sendo estes os novos donos da terra, milhares de palestinos foram mortos e outros tantos expulsos à força das suas terras de sempre, sendo esta a mesma matança que perdura desde então até ao presente pelos mesmíssimos motivos).

    Claro que os judeus confinados aos campos de detenção temporária (era o que de facto eles eram de facto) nada das intenções diabólicas dos judeus-sionistas era revelada aos chamados prisioneiros, estes acreditavam que finda a Guerra voltariam à sus cidades e locais de nascimento e respectivas habitações. E assim aqueles campos foram sendo contruídos e equipados com todas as condições requeridas para nada faltar aos residentes, aliás exigidas e ordenadas pelos oficiais alemães que supervisavam a condução das obras permanentemente. Está provado que os judeus detidos jamais imaginariam irem ser deportados em grande número (ou em qualquar número) para a Palestina logo que a oportunidade surgisse e isso aconteceria mesmo antes do fim da Guerra e caso fosse a Alemanha a vencê-la eles seriam deportados em massa, como estava na mira dos sionistas.

    Quando a deportação para a Palestina começou, milhares de judeus-alemães recusaram-se a partir, eles queriam continuar a viver na terra que consideravam a sua, Alemanha, onde a maioria tinha nascido. Sabe-se o que aconteceu a seguir: o começo da Guerra e pouco depois os embargos dos Aliados, os bombardeamentos e a morte de milhões de judeus e de outras etnias e raças. O que se depreende que os diabólicos judeus-sionistas/supremacistas, pouco se importavam que morressem milhões de seus compatriotas, o que lhes interessava mesmo era apoderarem-se a Palestina que lhes fora prometida. Quando há uns anos um jornalista perguntou a Wisenthal (o caçador de nazis…) por que motivo “foram mortos tantos milhões(!!??) de judeus”, respondeu com o sorriso cínico que o caracterizava “se calhar foi o número necessário…” (depreende-se pela resposta que para ser alcançado o objectivo maldito a que os sionistas se haviam proposto, se morressem vinte, quarenta ou cem milhões, não só de judeus como de todos os europeus – como aconteceu na União Soviética – era-lhe totalmente indiferente…).

    Cristina, saberá que jamais se verificaram seis milhões de judeus assassinados pelos nazis, número que até há décadas era repetido à exaustão. Em 1957 a placa de pedra à entrada de Auschewitz tinha gravado “seis milhões de judeus foram aqui assassinados pelos nazis”. Uns anos depois o número de mortos já havia sido corrigido, passando para “quatro milhões.” Há poucos anos a placa, alterada novamente, já registava “aqui foi assassinado um milhão e meio de judeus e de outras raças”. Mais recentemente a placa foi finalmente(?) corrigida já registando “aqui foram assassinados entre seiscentos e cinquenta e setecentos e cinquenta mil judeus e de outras nacionalidades”. Estes não foram assassinados por nazis, mas mas sim pelos bombardeamentos dos Aliados, além de muitos terem morrido de inanição, de fome, de sede, de tifo e de outras doenças curáveis por falta de medicamentos.

    Tudo isto vem ralatado em livros e proferido em palestras de corajosos, independentes e credíveis historiadores que têm levado dezenas de anos a investigar incansàvelmente e a desmentir todas as patranhas inventadas pelos judeus-sionistas. Mas, atenção, há muitos judeus honestos que se recusam a pertencer a esta seita e não acreditam nas suas brutas mentiras.
    Muito ficou por dizer.

    Obrigada, Cristina, pela sua atenção.

    Algumas correcções no comentário anterior:” Chanceler”; “e vêem-se os dois a rir” e o primeiro nome do aldrabão que ganhou o Nobel é Elie, Elie Wiesel. Num dos seus vídeos David Irving goza com o apelido Wiesel por causa das mentirolas deste aldrabão e se calhar ele merece-o.

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    • Cristina Miranda permalink
      17 Setembro, 2018 12:22

      Maria, muito obrigada por esta aula. Reconheço sem problemas que desconhecia estas pesquisas. Por isso, nunca questionei o holocausto. Vou a partir de hoje ler a bibliografia por si recomendada. Preciso mesmo de reflexão sobre isto. É tudo surreal

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    • 18 Setembro, 2018 18:35

      Deixe-me adivinhar, Maria,

      É Mi-es-tra na Grande Escola Boaventura de Revisionismo Histórico.

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    • 18 Setembro, 2018 18:48

      Contra o idiota do Irving há o testemunho, em primeira pessoa, de Franz Stangl, perante o tribunal e em outras ocasiões da sua vida.

      Ele devia saber. Afinal, estava à frente de Sobibór e depois de Treblinka.

      Da sua boca:

      To tell the truth, one did become used to it… they were cargo. I think it started the day I first saw the Totenlager [extermination area] in Treblinka. I remember Wirth standing there, next to the pits full of black-blue corpses. It had nothing to do with humanity — it could not have. It was a mass — a mass of rotting flesh. Wirth said ‘What shall we do with this garbage?’ I think unconsciously that started me thinking of them as cargo… I rarely saw them as individuals. It was always a huge mass. I sometimes stood on the wall and saw them in the “tube” — they were naked, packed together, running, being driven with whips…

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    • 18 Setembro, 2018 18:56

      O Stangl nunca negou o acto de destruição: apenas disse que não teve escolha em o realizar:

      Im Zusammenhang mit der Einführung ständiger Arbeitskommandos ordnete der Angeklagte den Bau einer Bäckerei und die Errichtung einer Küche an. Er ließ die Befestigung des Lagers unter anderem durch Anlage der Panzersperren verbessern. Ferner überwachte er die Verwaltung. Der gesamte Schriftverkehr ging durch seine Hände. Er kümmerte sich auch um die Beschaffung von Verpflegung. Schließlich überwachte er die ordnungsgemäße Erfassung und Ablieferung der den Juden abgenommenen Wertsachen. Unter seiner Leitung kam es trotz großer Transportzahlen zu keiner Störung des Vernichtungsbetriebes mehr, sieht man von dem späteren Aufstand ab, für den er aber nicht verantwortlich gemacht wurde.

      (Itálico meu)

      Espero que isto lhe sirva de lição para não andar aí a ler idiotas que facilmente aceitariam uma repetição do mais lúgrube passado.

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    • 18 Setembro, 2018 18:59

      A anterior queria ter posto agora. Esta é a mais importante, da boca dele:

      In der Polizeischule hatten sie uns beigebracht – ich erinnere mich genau, es war Rittmeister Leiner, der das immer sagte –, daß ein Verbrechen vier Grundvoraussetzungen erfüllen muß: die Veranlassung, den Gegenstand, die Tathandlung und den freien Willen. Wenn eines von diesen vier Prinzipien fehlte, dann handelte es sich nicht um eine strafbare Handlung. Sehen Sie, wenn die Veranlassung die Nazi-Regierung war, der Gegenstand die Juden, und die Tathandlung die Vernichtungen, dann konnte ich mir sagen, dass für mich persönlich das vierte Element, der freie Wille fehlte.

      (Itálico meu. Veja que ele próprio admite a destruição dos judeus.)

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    • 18 Setembro, 2018 19:27

      Não sei se foram exactamente 6 milhões … sabe-se que foram muitos os que morreram nos campos de concentração ou foram fuzilados pelas brigadas SS.
      Nada permite afirmar que os judeus tenham sido dizimados pelos bombardeamentos aliados : todos os campos identificados ficaram intactos, não foram bombardeados.
      Os campos não eram “campos de férias” e a maior parte dos que neles entravam não saiam vivos.
      Há milhares de testemunhos, de sobreviventes e de guardas dos campos, que convergem nesta conclusão.
      Há testemunhos e documentação nazi que fala e relata a “solução final” : acabar com a raça judaica.
      No tribunal de Nuremberga que julgou e condenou os principais dirigentes nazis, nenhum deles negou a matança de judeus nos campos de concentração, apenas procuraram justificá-la e, sobretudo, descartarem as respectivas responsabilidades pessoais.
      Há testemunhos e documentação que comprovam que, nos paises ocupados, os nazis organizaram a deportação de centenas de milhares de pessoas das comunidades judaicas locais para campos de concentração e que a esmagadora maioria não sobreviveu.
      Por alguma razão os judeus fugiram aos milhares da Alemanha nazi e dos paises ocupados, enquanto puderam.
      Não é preciso acreditar incondicionalmente em tudo o que a “história dos vencedores” conta para se saber que o regime nazi planeou e levou a cabo um verdadeiro genocidio das comunidades judaicas na Europa !

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    • mg42 permalink
      18 Setembro, 2018 21:21

      As eternas vitimas e os seus 6 milhões

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    • mg42 permalink
      18 Setembro, 2018 21:24

      O numero mágico dos 6 milhões, “não sei” de onde é que foram buscar tão constante e preciso numero… Talvez uma olhadinha à tora…

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    • mg42 permalink
      18 Setembro, 2018 21:40

      Not even the horrible persecutions of the times of the Crusades or the expulsion from Spain and Portugal affected so large a mass of our co-religionists. Russia has since 1890 adopted a deliberate plan to EXPEL or EX-TERMINATE SIX MILLIONS of its people for no other reason than that they refuse to become members of the Greek Church, but prefer to remain Jews.

      O numero mágico está em tanto lado que até pode ser encontrado nos próprios arquivos do AJC American Jewish commitee archives
      pagina 15 do pdf, página 308
      http://www.ajcarchives.org/AJC_DATA/Files/1911_1912_8_AJCAnnualReport.pdf

      Continue a lamber-lhes o rabo ò mormon sionista dum raio…

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  20. licas permalink
    16 Setembro, 2018 23:13

    maria PERMALINK
    16 Setembro, 2018 21:49

    Tens merda no lugar dos miolos, tens
    A rendição incondicional queos aliados exigiram
    foi a única maneira de acabar com o Nazismo
    que se propunha “durar 1000 anos como afirmavam as “otoridades”.

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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 02:03

      Os nassis queriam mandar no mundo durante 1000 anos…


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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 02:04

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    • mg42 permalink
      17 Setembro, 2018 03:19

      “A rendição incondicional queos aliados exigiram
      foi a única maneira de acabar com o Nazismo”

      Yep, parece que foi um SUCESSO…

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  21. maria permalink
    17 Setembro, 2018 02:30

    MG42, mapas extraordinários, na verdade fantásticos e muito esclarecedores. Parabéns por publicá-los.

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    • licas permalink
      17 Setembro, 2018 09:37

      mg42 PERMALINK
      17 Setembro, 2018 03:19

      Nem uma criança “come” essa de borrar a vermelho o mapa-mundi. . .

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  22. licas permalink
    18 Setembro, 2018 17:55

    1989 já é passado. . .

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