Catarina, vá pregar para Cuba!
Cara Catarina, a propósito da sua intenção de criar uma “taxa Robles”, permita-me que lhe diga o seguinte:
Durante mais de duas décadas geri e criei empresas para descobrir que este país é inimigo de quem empreende. Que maltrata todo aquele que tem coragem de investir. Aprendi que para ter as contas em dia é preciso sacrificar fins de semana, férias e família e mesmo assim todos os meses, andar à rasca porque o Estado é o maior caloteiro que existe na economia do país, tornando-a cancerosa. Que quem não foge aos impostos, tem de andar a pedir aos bancos porque a carga fiscal é tão alta que fica sem margem para trabalhar. Que o banco público não serve sua função, porque não se interessa em apoiar pequenas e médias empresas, só se interessa pelos créditos habitação e empréstimos aos “Grandes Amigos Empresários” do Sistema a quem abre generosamente cordões à bolsa e depois vai sugar os impostos dos contribuintes. Que ser empresário é andar 24h por dia a se estafar para conseguir financiamento e quando o consegue, será em troco de “um porco por uma chouriça”. Que ser empresário por cá é ser-se masoquista, é ter prazer em andar sempre a mendigar, sempre na corda bamba, sempre a fazer contas para não falhar, tirar salário quando calha e mesmo assim falhar, porque falharam com ele. Para no fim, ver o Estado a condená-lo porque falhou, sendo o Estado o causador do falhanço.
Já criaram o Imposto Mortágua do qual, vós capitalistas caviar hipócritas da esquerda, logo arranjaram forma de se isentar. Agora querem uma taxa Robles depois de colocar vosso património a salvo. Porque não vai pregar vossas “maravilhosas” ideias de criação de impostos para Cuba ou Venezuela que tanto precisam de “mentes brilhantes” para levantar o país da miséria em que o marxismo os colocou e nos deixa em paz?
Já chega de hipocrisia. Já chega de propostas que penalizam seriamente o país. Já chega de ensaios que faz dos cidadãos, cobaias da vossa ignorância. Não conhece a lei da oferta e da procura? Não é criando e aumentando impostos que se regula o mercado. É aliviando a carga fiscal, diminuindo burocracias, criando estímulos à economia, estabilidade fiscal, que se cria riqueza e assim atrair investimento aumentando a oferta. Com mais oferta os preços baixam inevitavelmente. O Estado no seu papel de regulador até podia dar uma ajuda colocando seu património para habitação mais acessível em vez de o ter a cair de podre e vender depois aos “Robles” deste país a preço de uva mijona. O mercado regula-se a ele próprio quando os “assassinos da economia”, como vocês, saem da frente. E sim, é com mais riqueza, cara Catarina, que se combate a pobreza e não ao contrário. Porque sem os investidores, não há empregos, não há casas para vender nem alugar, não há bens para consumo, não há porra nenhuma!
Assuma de uma vez que são uns falhados. Que estão no Parlamento sem perceber patavina do que andam a fazer. Que não estão aí para trazer prosperidade a esta terra mas antes capturar as pessoas na vossa ideologia opressora que aniquila a liberdade individual para a transformar numa sociedade fraca e dependente do Estado, que alimenta a vossa ganância e garante o vosso poder.
Por isso, Catarina e companhia, façam um favor a esta grande Nação e saiam do caminho! Desapareçam! Usem sabão em vez de taxas para lavar a vossa cara suja com o caso Robles. Fica mais barato ao país.
Portugal empreendedor, trabalhador e pró-activo agradece!

“Já criaram o Imposto Mortágua do qual, vós capitalistas caviar hipócritas da esquerda, logo arranjaram forma de se isentar.”
Daqui a pouco a Cristina Miranda vai reclamar dos não-fumadores hipócritas que arranjam forma de se isentar do imposto sobre o tabaco.
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Boa tentativa amigo de lavar a cara a esta gente. Bravo!
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Comentário sórdido e sem nexo como todos os da seita caviar sem valores e dispostos a acabar com o que resta do que outrora foi uma Grande Nação!
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Absolutamente brilhante Cristina. Como sempre.
Texto de antologia. E não há nada que se possa acrescentar, excepto lembrar a quem discordar dele a posição que Portugal ocupa na Europa. Se ainda assim acharem que não, então estão bem com a porcaria e gostam do cheiro. Nada a fazer.
Trabalho fora do país. O único lugar onde consigo garantir carreira e justiça salarial, ambos num ambiente de franco liberalismo laboral que só beneficia os trabalhadores e que lhes garante salários até 8 vezes mais do que se obtém em Portugal. A Cristina gostaria de abrir uma empresa aqui em Dublin, onde 12,5% é o que você daria ao estado e nem mais um tostão. E onde os bancos operam num ambiente transparente e fortemente competitivo. É o que um amigo e eu estamos a fazer, porque em Portugal seguramente não… não, não e não.
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Breve vou contar aqui uma história de um brasileiro que veio para cá cheio de ilusões, vendeu a empresa no Brasil e… veio pra cá empreender. Imagine o resto da história… Este país não é para investidores. É para parasitas enquanto houver dinheiro para distribuir.
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Olá Cristina,
E de iria viver a nossa Catarininha?
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Desculpem o vernáculo, mas nossa uma porra!
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Montava um circo. Tem jeito pra palhacada
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Imagino que com a fronha da Catarina, o cargo de assistente do mágico lhe seja interdito por inadequação ortopédica.
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Ahahahah
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Tá bom, tá bom… dona Cristina a gente já sabe que senhorita Catarina é uma menina mimada de pouca lucidéz, com o sonho de um dia poder encarnar como atríz transexual o grande revolucionário Lenino, e talvez até ganhar um Óscar, dado a tendência californiana a caminho do amanhã.
Mas não me leve a mal, a dona Cristina podia-a ter mandado ir viver para o regime da “Catana e da Roda dentada”, ou do regime da “Enchada e da kalashnikov”, mas depois creio que isso fazia dona Cristina tropeçar nos próprios pés. E olhe que já ouvi dizer, que faz tempo que Cuba é um destino de investimento capitalista, e de férias de muito liberal.
O que me faz crer que a contaminação do vírus Robles é mais extensa do que se pode imaginar…
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Você deve ter algum problema com a Cristina Miranda, não?
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Maria, a minha resposta foi irónica ahahahah
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É paixão e admiração não assumida
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Não fique com ciúmes senhor josé, esteja descansado. Pois não pretendo intrometer-me no seu romance não correspondido.
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Hummmmmm eu bem digo. Mais valia assumir logo, homem! Ahahahah
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Não seja convencida dona Cristina, a senhora já é uma Cota já está fora do mercado…
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Tadinho. Agora a desvalorizar pra não dar nas vistas ahahahah
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«ou cuba ou eu»
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Excelente post, cara Cristina!
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Bravo Cristina. Não se canse de ” malhar ” em cima desta cambada de irresponsáveis que só estarão satisfeitos quando destruírem este país.
É pena que o povo Português, não seja mais literato, e só queira saber de futebol e novelas, pois rápidamente esta gente seria ignorada.Mas infelizmente a realidade é outra e por isso a importância de continuar a “malhar”. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
Não desista.
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D.Cristina eu que sou um pouco trouxa, penso que o miguelmadeira do PS lhe faz uma critica e não um elogio. Penso eu de que…como dizia o outro.
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Ela demora o seu tempo …
Hoje está a defender os Capitalistas, amanhã vai entrar de pés juntos contra os “Globalistas” . Vá se lá perceber ¯_(ツ)_/¯
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O’ mg não sei das quantas, é impressão minha ou está a desenvolver uma paixonite aguda por mim? Isto ja parece maior/odio disfarcadd em narrativas de bota abaixo so porque sim. Just saying
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Cuidado com essa paranóia dona cristina…
A senhora parece ser uma pessoa um tanto ou quanto confusa, não venho aqui pra massajar o seu ego, nem de ninguem, talvez seja esse o seu problema. “Just saying”
E já agora, é um “quatro” e um “dois” dona cristina, um “quatro” e um “dois”…
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Pois mas é o que parece ahahahah
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Quem é esse? Ahahahah
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Maria, a minha resposta foi irónica ahahahah
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Excelente! Reitero que o BE está a ser mais pernicioso para a economia que o PCP, são extremamente perigosas pois atacam o lucro das empresas e tornam inviável qualquer actividade económica. Cristina, não esquecer que o Rio já bebeu ou fumou dos produtos do BE, também quer mais impostos.
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Por outro lado, a Latrina, explora os pobres que dependem do trabalho que lhes prestam nas casas de turismo rural, conseguidas com fundos comunitários que o BE tanto abomina!
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Cuspo para essa cambada de vigaristas, de robles, de anormais e traidores!
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Este traste desta Catarina mete nojo ao nojo. Esta gaja apenas quer pôr o país de pantanas. É o seu único objectivo. Para que suceda, a seguir, aquilo de que Cristina fala…
Não acredito que a gaja não perceba que com as medidas propaladas pelo seu bloco de merda, Portugal dava o badagaio num abrir e fechar de olhos.
Que nojo de merdas, estes sacanas parasitas dos impostos de quem dá no duro!
Venezuela com a cambada!
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Cristina
Muito obrigado pelo que escreveu.
Este seu texto diz por palavras, aquilo que sinto no coração.
É a Verdade.
Muito gostaria de saber quantos políticos da nossa praça já, alguma vez, passaram pela tremenda angústia de chegar ao dia 25 do mês e não ter ainda dinheiro disponível para pagar o salário dos seus colaboradores, por muitas e diversas razões, como por exemplo o cliente Estado que não disponibilizou as verbas que lhe deve, mas exige pontualidade na cobrança dos impostos.
Ser empresário em Portugal, nos tempos pós 25A, é ser um louco ou ter uma grande fortuna para esbanjar até onde quiser.
É espantoso como o Povo português aceita que grupelhos que, somados, não representarão mais de 25% do todo nacional, que sejam eles que mandam cá no burgo.
País de bananas governado por sacanas.
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Conheço na carne essa realidade que descreve. E por isso tenho anticorpos contra as políticas que se fazem neste país. Por isso não me calo nem me deixo enganar.
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Bravo 👏 👏👏
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Cristina,
essa (mais uma) farpa foi certeira e enterrada bem funda !
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Eu gostei deste artigo da Cristina Miranda, no qual me revejo, mas gostaria de chamar a atenção para uma outra questão, embora lateral, que encontro neste texto e já encontrei em vários outros da mesma Cristina : Por que razão recorre sistematicamente a uma ortografia abrasileirada como, por exemplo, “para lavar vossa cara suja”, em que omite o artigo definido “a” que deveria preceder “vossa”? Todavia noutro caso escreve correctamente “alimenta a vossa ganância e garante o vosso poder”, sem esquecer os artigos “a” e “o”. Tem alguma justificação, cara Cristina?
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Falta de revisão. Só isso. Mas já vou corrigir. Obrigada.
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No português antigo (basta ler Camilo) os artigos eram omitidos em muitas situações. Pode parecer brasileirismo mas conheço quem seja da região de Santarém e fale (e escreva) assim, por tradição local e familiar.
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Esta cambada do governo tem que acabar ( mas quando)??
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