A ficha não estava errada: a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento é activismo puro
11 Outubro, 2018
A ficha distribuída aos alunos da escola Francisco Torrinha, no Porto, durante uma aula de Cidadania e Desenvolvimento, no âmbito do tema Igualdade de Género, não estava errada. Esta disciplina é que é um erro do princípio ao fim e quem a lecciona ou faz proselitismo da religião do activismo jacobino ou não cumpre o programa.

Na verdade somos um povo manso. Só assim se percebe que esta malta que nunca conseguiu impor aos portugueses o seu gayzismo, o seu ateísmo jacobino, a sua ideologia marxista , esteja a educar as novas gerações com a sua cartilha politicamente abjecta. Na verdade isto é uma guerra cultural que eles estão a vencer por falta de participação das pessoas de bem.
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Eh pah, mas se os pimpolhos não vão para “Cidadania”, têm de se inscrever a “Religião e Moral”, e isso não, nunca, pode ser que lá lhes ensinem alguma coisa inventada antes do iluminismo, e não queremos isso …
(Coitados, até esses andam com mais medo que galinhas numa capoeira de raposas …)
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Acabaram com as Técnicas Laboratoriais no Secundário, destruíram a Física, o Latim ou a Química do 12.º ano, mas esta treta desta disciplina? Não interessa…
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A direita «liberal» ainda não fez lobbie para as igrejas evangélicas de raiz judaizante entrarem nas escolas para substituir a Igreja Católica?
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Oh! Lindinho tosta, andas a ver se apanhas gambozinos mas tens de trazer pacote.
Se trouxeres pacote, levas no pacote, se não trouxeres pacote, levas mesmo no às. Depois mandas a conta ao Cris, riqueza.
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Cidadania e Desenvolvimento é mais uma daquelas tretas inventadas em cima do joelho que tratam de tudo, não explicam nada, mas ocupam tempo e, supostamente, deveriam tornar os petizes imensamente felizes. A coisa anda, na esmagadora maioria das escolas deste país, pela “análise” muito humanitária da crise dos refugiados, pelo ensinar aos petizes que, reciclando uma garrafa de plástico, vão salvar o Mundo ou que a agricultura biológica vai ser a mina de ouro da espécie humana, tudo isso, claro está, embrulhado numa coisa em forma de assim que está imensamente na moda – o “empreendedorismo”. Ou seja: a coisa resume-se a trivialidades que têm um prazo de vida de dois anos, no máximo. É isto ensino sério? Não, não é, mas quem quer seriedade num sistema educativo é bom que a procure fora deste rectângulo.
Já a obscena cretinice que a autora refere é fruto de cabeças já educadas no clima de relativismo demente, de narcisismo sufocante e de entronização do sexo como o eixo da felicidade à roda do qual tudo no mundo gira. Quando a saloios ignorantes lhes dá para se armarem em sábios modernaços, só pode sair… aquela coisa que atrai as moscas.
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Isso é o resultado lógico de deixar a esquerda no poder. Isso e bancarrotas. Temos o que merecemos.
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