43 anos depois do 25 de novembro de 1975 convém assinalar para não ser necessário repetir. A imprensa manietada já nada menciona entretidos que andam com fake news.
Quando a própria agência do sistema espalha “notícias” sobre o que acaba de acontecer dentro de uma reunião de um partido com frases truncadas, percebe-se bem a razão que assiste aos que bem qualificados viram as costas à nação.
Helena, desculpe a ignorância. Diga-me por favor: este Relatório de 1976 sobre a averiguação da violência sobre presos sujeitos às autoridades militares (que não se consegue ler mesmo aumentando ao máximo o texto), refere-se exactamente a que presos? Aos políticos ‘fascistas’, presos durante o PREC? Ou aos presos políticos comunistas libertados em 25/4?
Terá a Helena possibilidade de aumentar o texto do dito Relatório para se poder ler o seu conteúdo como deve ser? Fui ao Blogo Alcyone de onde extraiu o dito, mas o problema é igual, o texto é ilegível.
Num pormenor aparte mas que se interliga com a matéria da “violência sobre presos”, no caso em apreço relativamente aos presos comunistas durante o Estado Novo e que foi (falsamente) propalado por estes durante quatro décadas – só semi-terminado há pouco tempo, mas volta e meia vem à baila… – deixo aqui a revelação preciosa de uma ex-comunista espanhola, insuspeita portanto (curiosamente ela só abandonou o partido após a implosão da U.S., assim qualquer um, a fazer lembrar a Zita Seabra e o Vital Moreira e mais alguns tardiamente desiludidos…), que vem pôr a nu as brutas mentiras e difamações vergonhosas sobre a suposta violência exercida pelos guardas prisionais do Estado Novo sobre os presos, a quem os comunistas apelidavam de torcionários acusando-os das ‘maiores torturas e sevícias’.
Claro que para a doutrina continuar a afirmar-se e a mensagem continuar a passar por genuína, era obrigatório que todos os anti-fascistas tivessem passado pelas prisões nem que fosse por vinte minutos para registar o nome… e mandados embora. Portanto o mais importante era terem passado por Peniche e depois todos terem sido torturados. Vá lá, o traidor Soares descaiu-se e por uma vez disse a verdade – não teve ele outro remédio senão era completamente desmentido pelos autóctones – ao confessar que o pouco tempo que passou em S. Tomé como preso político tinha sido uma maravilha (e tanto assim foi que recusou a oferta dos revolucionários para o irem libertar por mar, como ele confessou), foi como se tivesse estado num resort de luxo…
Revela a ex-comunista que uma das ordens impostas por Estaline aos militantes dos partidos comunistas de todo o mundo – e segundo a espanhola também foi ele quem inventou o polìticamente correcto – após terem sido libertados das prisões fascistas, afirmarem a pés juntos terem sido “torturados pelos torcionários guardas prisionais”. Todos os ex-prisioneiros deviam insistir neste pormenor por ser importantíssimo para a causa.
O que dizer desta clamorosa e descomunal mentira que perdurou por mais de cem anos – após a sua introdução na doutrina comunista pela mão do tirano e o mais cruel sanguinário de todos os tempos, o mesmo que deu início às piores sevícias a prisioneiros políticos e ao sistemático assassínio de dezenas de milhões de inocentes (e os desavergonhados dos comunistas tiveram o desplante de levar décadas a acusar o pobre Salazar de ter sido um ditador sanguinário e um carrasco do pior…, meu Deus do Céu, como se houvesse comparação possível entre Salazar e o déspota Estaline!) – só tendo visto a luz do dia há relativamente pouco tempo?!?, E foi-o porque já não existe o comunismo, caso contrário a mentira ardilosamente fabricada jamais teria sido revelada. Se mais não fôra, a confissão da espanhola ex-comunista prova-o sem margem para qualquer dúvida.
Resumindo: já se sabia (mais ou menos) mas agora há a confirmação de que os comunistas, tal como os judeus de quem a maioria deles descende – sabe-se que eram judeus quase todos os dirigentes soviéticos que fundaram o regime comunista, assim como o são quase todos os actuais dirigentes dos partidos comunistas que ainda existem no mundo, incluíndo os do nosso (salvo seja) onde alguns deles já o confessaram em directo – são falsos como Judas e uns rematados mentirosos, são invejosos, maus e vingativos, sendo capazes de fazer o pior dos males a quem lhes faça frente e/ou sempre que tal lhes seja ordenado pelos idolatrados chefes (basta lembrar alguns casos recentes e outros um pouco mais recuados, passados no nosso País). É dos livros.
Maria
pmg, obrigadíssima pela dica. Cliquei nos vários linques que deixou e nada de nada. Infelizmente eles não abrem para poder ler os discursos do Costa Gomes e bem que gostava. Eu estive fora do País por diversas vezes, algumas durante e outras após o período quente da chamada ‘democracia’ e por isso há muita coisa de que não tomei conhecimento na altura. Muito do que sei sobre essa época de má memória tenho vindo a ler em vídeos na internete e em blogos.
Maria
Acredito que só presencialmente se possa aceder. E mesmo assim, talvez seja necessário algum pretexto válido. Mas é tentar.
Quanto a consultas na web, vale o que vale, serão sempre artigos de opinião. Nada como as fontes primárias.
Ainda hoje o PREC me provoca pesadelos…Bendito 25/11/75!Foi mesmo a “hora da verdade”!!! Jaime Neves, descansa em paz!E os cobardes assassinos das Ex-FP’s (ditos “arrependidos”), , que foram todos(????!!) perdoados???!!!! O “Boa Memória”…
Há quem queira reeditar.

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43 anos depois do 25 de novembro de 1975 convém assinalar para não ser necessário repetir. A imprensa manietada já nada menciona entretidos que andam com fake news.
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Quando a própria agência do sistema espalha “notícias” sobre o que acaba de acontecer dentro de uma reunião de um partido com frases truncadas, percebe-se bem a razão que assiste aos que bem qualificados viram as costas à nação.
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Prólogo do relatório
http://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/08/relatorio-da-comissao-de-averiguacao-de.html
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Helena, desculpe a ignorância. Diga-me por favor: este Relatório de 1976 sobre a averiguação da violência sobre presos sujeitos às autoridades militares (que não se consegue ler mesmo aumentando ao máximo o texto), refere-se exactamente a que presos? Aos políticos ‘fascistas’, presos durante o PREC? Ou aos presos políticos comunistas libertados em 25/4?
Terá a Helena possibilidade de aumentar o texto do dito Relatório para se poder ler o seu conteúdo como deve ser? Fui ao Blogo Alcyone de onde extraiu o dito, mas o problema é igual, o texto é ilegível.
Num pormenor aparte mas que se interliga com a matéria da “violência sobre presos”, no caso em apreço relativamente aos presos comunistas durante o Estado Novo e que foi (falsamente) propalado por estes durante quatro décadas – só semi-terminado há pouco tempo, mas volta e meia vem à baila… – deixo aqui a revelação preciosa de uma ex-comunista espanhola, insuspeita portanto (curiosamente ela só abandonou o partido após a implosão da U.S., assim qualquer um, a fazer lembrar a Zita Seabra e o Vital Moreira e mais alguns tardiamente desiludidos…), que vem pôr a nu as brutas mentiras e difamações vergonhosas sobre a suposta violência exercida pelos guardas prisionais do Estado Novo sobre os presos, a quem os comunistas apelidavam de torcionários acusando-os das ‘maiores torturas e sevícias’.
Claro que para a doutrina continuar a afirmar-se e a mensagem continuar a passar por genuína, era obrigatório que todos os anti-fascistas tivessem passado pelas prisões nem que fosse por vinte minutos para registar o nome… e mandados embora. Portanto o mais importante era terem passado por Peniche e depois todos terem sido torturados. Vá lá, o traidor Soares descaiu-se e por uma vez disse a verdade – não teve ele outro remédio senão era completamente desmentido pelos autóctones – ao confessar que o pouco tempo que passou em S. Tomé como preso político tinha sido uma maravilha (e tanto assim foi que recusou a oferta dos revolucionários para o irem libertar por mar, como ele confessou), foi como se tivesse estado num resort de luxo…
Revela a ex-comunista que uma das ordens impostas por Estaline aos militantes dos partidos comunistas de todo o mundo – e segundo a espanhola também foi ele quem inventou o polìticamente correcto – após terem sido libertados das prisões fascistas, afirmarem a pés juntos terem sido “torturados pelos torcionários guardas prisionais”. Todos os ex-prisioneiros deviam insistir neste pormenor por ser importantíssimo para a causa.
O que dizer desta clamorosa e descomunal mentira que perdurou por mais de cem anos – após a sua introdução na doutrina comunista pela mão do tirano e o mais cruel sanguinário de todos os tempos, o mesmo que deu início às piores sevícias a prisioneiros políticos e ao sistemático assassínio de dezenas de milhões de inocentes (e os desavergonhados dos comunistas tiveram o desplante de levar décadas a acusar o pobre Salazar de ter sido um ditador sanguinário e um carrasco do pior…, meu Deus do Céu, como se houvesse comparação possível entre Salazar e o déspota Estaline!) – só tendo visto a luz do dia há relativamente pouco tempo?!?, E foi-o porque já não existe o comunismo, caso contrário a mentira ardilosamente fabricada jamais teria sido revelada. Se mais não fôra, a confissão da espanhola ex-comunista prova-o sem margem para qualquer dúvida.
Resumindo: já se sabia (mais ou menos) mas agora há a confirmação de que os comunistas, tal como os judeus de quem a maioria deles descende – sabe-se que eram judeus quase todos os dirigentes soviéticos que fundaram o regime comunista, assim como o são quase todos os actuais dirigentes dos partidos comunistas que ainda existem no mundo, incluíndo os do nosso (salvo seja) onde alguns deles já o confessaram em directo – são falsos como Judas e uns rematados mentirosos, são invejosos, maus e vingativos, sendo capazes de fazer o pior dos males a quem lhes faça frente e/ou sempre que tal lhes seja ordenado pelos idolatrados chefes (basta lembrar alguns casos recentes e outros um pouco mais recuados, passados no nosso País). É dos livros.
Maria
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Bem, parece-me que não estará acessível para download, mas poderá saber mais aqui:
http://arquivo.presidencia.pt/results?p0=*&o0=1&v0=Relat%C3%B3rio+das+Sev%C3%ADcias&m0=False
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pmg, obrigadíssima pela dica. Cliquei nos vários linques que deixou e nada de nada. Infelizmente eles não abrem para poder ler os discursos do Costa Gomes e bem que gostava. Eu estive fora do País por diversas vezes, algumas durante e outras após o período quente da chamada ‘democracia’ e por isso há muita coisa de que não tomei conhecimento na altura. Muito do que sei sobre essa época de má memória tenho vindo a ler em vídeos na internete e em blogos.
Maria
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Acredito que só presencialmente se possa aceder. E mesmo assim, talvez seja necessário algum pretexto válido. Mas é tentar.
Quanto a consultas na web, vale o que vale, serão sempre artigos de opinião. Nada como as fontes primárias.
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Ainda hoje o PREC me provoca pesadelos…Bendito 25/11/75!Foi mesmo a “hora da verdade”!!! Jaime Neves, descansa em paz!E os cobardes assassinos das Ex-FP’s (ditos “arrependidos”), , que foram todos(????!!) perdoados???!!!! O “Boa Memória”…
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