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Sabem qual foi o fim do Robespierre ou saltaram esse capítulo?

25 Novembro, 2018

gilets-jaunes-guillotine

As criaturas do coletinho seriam das primeiras perder a  cabeça caso a sua revolução triunfasse.

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9 comentários leave one →
  1. Procópio permalink
    25 Novembro, 2018 17:09

    Dizia o maximiliano: “Nada mais é do que a justiça rápida, violenta e inexorável. É, portanto, uma expressão da virtude”. Ele não sabia onde a cabeça iria parar.
    Já Trotsky acusava Stalin da lentidão das execuções dos camponeses que recusavam ir para as fábricas. Oiçamos a frase mágica, mesmo quando o Vildemoinhos entra em campo:
    “O Terror é a luta da liberdade contra seus inimigos”.
    Pressente-se frequentemente a aspiração e a inquietude dos progressistas.
    Só não o instalam se não puderem.

    A voz delicodoce da atriz
    https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ67MKdt0XWRcQL7AROTnC8zncTM-cktWXHWuxVXyfZdppJfwQG

    A veemência do enrugado

    Esconderão os seus propósitos?

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  2. Procópio permalink
    25 Novembro, 2018 17:37

    Já que os nossos jornaleiros preferem matraquear sempre as mesmas notícias, o mórbido de parceria com as trombas de sempre adoçadas por beijos e abraços, permito-me chamar à atenção que a terra se move, E pur si muove! com o dizia Galileu.

    Em França as coisas correm mal

    http://tvmag.lefigaro.fr/programme-tv/-gilets-jaunes-victimes-de-violences-des-journalistes-de-bfmtv-et-c-news-portent-plainte_1b8f7b58-f092-11e8-885a-b1fb59570753/

    Centenário do nascimento de Alexander Solzhenitsyn, autor de O Arquipélago Gulag.

    Os repórteres do Figaro foram aos campos de concentração de Kolyma, no Extremo Oriente russo. Um nome para sempre associado ao martírio de vários milhões de vítimas. Viagem ao fim do medo, no final do inferno. Um território isolado e desolado, um clima ártico e temperaturas ultra-negativas, uma região amaldiçoada do extremo oriente da Sibéria, em um campo de trabalhos forçados e em uma prisão a céu aberto . Assim decidiu o camarada Stalin em 1932, quando decretou que seria a ilha principal do “Archipelago Gulag”. Durante um quarto de século, centenas de milhares de prisioneiros cumpriram sentenças mínimas de dez anos; 130.000 nunca mais voltaram. Cidadãos presos arbitrariamente pela NKVD (a polícia política, o ancestral da KGB) e condenados como “inimigos do povo”.
    “O inverno tem doze meses de idade. Todo o resto é verão»
    Ditado local

    Foi tudo a bem do “povo deles”, foi uma forma expedita de conquistarem a liberdade debaixo da terra fria. Vamos pois abstermo-nos de ser inimigo do povo, tá?

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  3. Procópio permalink
    25 Novembro, 2018 17:49

    Ministra da Cultura: “Uma coisa ótima de estar em Guadalajara é que não vejo jornais portugueses”. Uma ministra sensata.

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    • Monti permalink
      25 Novembro, 2018 20:46

      Expressão digna da do Premier sobre o sindicato do porto de Setúbal.
      That is the power…

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  4. lucklucky permalink
    25 Novembro, 2018 23:23

    Com as Democracias cada vez a aproximar-se cada vez mais do Totalitarismo fiscal, económico, social- também com os votos dos coletes -o que é que esperavam?

    Isto é só o começo.

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    • Mister Lógico permalink
      26 Novembro, 2018 11:58

      Sem duvida.
      A criação da ditadura da Venezuela devia ser de estudo obrigatório!
      Quando soubermos que não acontece só no hemisfério sul vai ser tarde demais.

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  5. Ana Vasconcelos permalink
    26 Novembro, 2018 09:49

    As criaturas do coletinho são os contribuintes que, para o bem e para o mal se estão a fartar de pagar impostos

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  6. Pinto permalink
    26 Novembro, 2018 11:31

    É das poucas vezes que não concordo com a Helena.
    A Revolução Francesa deu-se a exageros que obviamente são minimizados nas escolas.
    Mas este gesto de colocar a guilhotina tem um simbolismo muito forte. E é bem metido, numa época em que os Estados estão a abusar de forma escandalosa na carga de impostos. É um “chega” determinante e vigoroso.

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