o nível mais rasca da democracia dita representativa
29 Novembro, 2018
Quando um deputado falta à sessão parlamentar da votação do orçamento de estado e confessa que ignora quem votou em seu nome.
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Quando um deputado falta à sessão parlamentar da votação do orçamento de estado e confessa que ignora quem votou em seu nome.
«Cara Emília Correia, podes ir ler um documento ao meu computador na votação de hoje? É que estou em Chaves…»
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E o que dizer disto? https://observador.pt/2018/11/29/dgs-receia-que-aprovacao-de-vacinas-pelo-parlamento-abra-precedente/
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Relativamente à rotavírus, a diretora-geral explicou que, de ponto de vista estritamente técnico, a doença “não tem peso suficiente em Portugal” para ser candidata a um programa de vacinação universal.
Sobre a vacina da meningite B, Graça Freitas afirmou que há estudos em curso: “Nós temos de saber, de acordo com a bactéria que circula no nosso país, se a vacina é efetiva ou não”, explicou.
Já para o HPV, a comissão técnica de vacinação tem, neste momento, os dados que vão permitir, a curto prazo, emitir uma recomendação, avançou a responsável.
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Mas porque é que eles lá têm de estar se a opinião deles não conta para nada. Para as votações, bastaria lá estar o líder da bancada de cada partido e atribuir ao seu voto um coeficiente de ponderação equivalente ao número de deputados a que, supostamente, teria direito na sequência do resultado das eleições.
Ficava mais barato, acabavam os problemas das justificações das faltas que, convenhamos, na maioria dos casos, constituem um razoavel achincalhamento, nada confortável e pouquíssimo adequado a chefes -« e chefas » – de família, para mais, alguns, de vestuta idade.
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