Alterações climáticas: avizinham-se meses fatais
Os cientistas reunidos em Wau, Sudão do Sul, para a cimeira anual “Acabou o Inverno, e agora?” advertem para uma mudança acentuada do clima para os próximos 6 meses. Fenómenos incomuns, como semanas seguidas sem chuva, deverão motivar várias pessoas a nível internacional para a interrupção por alguns dias das suas actividades produtivas de forma a enfrentarem estas alterações em ambientes como praias, lagos e jardins, locais onde mulheres poderão usar vestuário proibido por Salazar como o biquíni ou modelos de saia acima do tornozelo. Piqueniques em espaços protegidos habitualmente sem visitantes aumentarão o nível de CO2 no ar, despontando um processo bioquímico que especialistas denominam por “fotossíntese” e que consiste em massivas libertações de oxigénio poluente, uma substância perigosa ausente em vácuo que é responsável, entre outros fenómenos, por processos de oxidação que resultam em ferrugem, um elemento tóxico que não deve ser consumido regularmente por humanos. O mercúrio subirá entre 6 a 12 milímetros, indicando subidas de temperatura na ordem dos 10 a 20 graus, podendo, nos casos extremos, atingir temperaturas superiores a 30º centígrados, acelerando a decomposição de espécies da fauna e da flora que pereceram perante a intempérie. A libertação de metano das fezes da fauna perecida em conjunção com esta decomposição permite que solos adquiram nutrientes necessários para o aparecimento de espécies parasitas como a videira, que, diz-se, permite a produção de vinho.
Portugal é dos países com maior consumo de vinho por habitante do planeta, um consumo muito superior ao de países mais desenvolvidos como o Iraque, Yemen ou Paquistão. Este fenómeno ambiental causado pelas alterações climáticas afectará, assim, países como Portugal de forma mais acentuada, podendo, inclusivamente, gerar situações epidémicas de vindimas.
Os cientistas recomendam, assim, campanhas universais para o combate ao consumo de vinho, sendo de esperar que a União Europeia lance, ainda este mês, pela mão do presidente da comissão Jean-Claude Juncker, as directivas comunitárias de restrição à produção de álcool.

E quando a “famiglia” Cesar apresenta um projecto para melhorar o “ambiente” nos cemitérios de Lisboa,
a assembleia municipal faz-lhe um manguito do Bordalo !
Depois não se queixem que os cemitérios de Lisboa produzem muito metano …
GostarLiked by 1 person
Já O imperador romano Júlio César no ano 50 AC , lutava contra as alterações climaticas na sua campa da Germania ; Mesma a bíblia fala no celebre Diluvio que obrigou Noé a construir uma Arca para se proteger. AH AH
GostarGostar
Vitor Cunha é simplesmente GENIAL!
Neste tipo de registo, ele e o Alberto Gonçalves são imbatíveis.
GostarGostar
Muito fixe, vitorcunha, mesmo muito fixe…
GostarGostar
Este é o texto de humor mais inteligente que já vi.
Meus parabéns, Vítor Cunha,
GostarGostar
Combate ao consumo de vinho por Jean-Claude Junker? Acredito mais na ladainha das alterações climáticas do que nessa possibilidade…
GostarGostar
ahahahahaha
GostarGostar
Não, não sou um saudoso de Salazar – nem tenho sequer idade para o ser, mas tenho saudades do tempo em que se pensava um bocadito antes de escrever. Por exemplo: “e lá fora como era?” É que regras sobre vestuário de praia existiam – e ainda existem . por todo o mundo – e na Europa democrática.
Quanto ao anterior regime, talvez lembrar que há havia deputadas em Portugal – 1933 -15 anos antes das francesas terem direito de voto.
GostarLiked by 1 person
Você deu-me vontade de ir nu para Carcavelos.
GostarGostar
Este post tem tanta graça!
GostarGostar
Vocês brincam com o ambiente mas qualquer dia a vossa casa e os carros vão abaixo. Previnem-se enquanto em tempo. E não é com garrafas de aguardente velha…
GostarGostar