Atirar a toalha para a passadeira
13 Maio, 2019
Infelizmente, só em 2019 é que temos direito a uma passadeira arco-íris. Já não veio a tempo para que Gisberta pudesse atravessar a rua, orgulhosa por todos os problemas decorrentes de alguém achar que pode julgar os outros pelas suas opções de vida terem acabado com uma simples pintura no asfalto.
A polémica das passadeiras arco-íris parece-me despropositada: é que se não há nada a fazer para evitar a violência sobre os assumidamente marginais, os que são diferentes, aqueles de quem não temos que gostar para respeitar, então mais vale mesmo passar o tempo a pintar asfalto para podermos fingir que nos importamos.
6 comentários
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Óptimo post ! Ou, na versão acordo (h)ortográfico, ótimo, por coincidência nome de gay debutante que trata de hortas comunitárias em terrenos ocupados.
Quanto às tintas e rolos para pintar passadeiras, eles&elas não terão problemas de massaroca para comprar as (suas) cores felizes, basta pedir à ministra da cultura.
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Ao ouvir o AC-DC no debate quinzenal de hoje, não hesitei em concluir de vez que o dito cujo parece-se cada vez mais com o mentiroso e trafulha Vale e Azevedo quando presidia(?) ao SLBenfica: “está tudo bem”; “as contas estão controladas”; “já foi pago”; “vai ser pago hoje”. Faltou~lhe só dizer que “o dinheiro já vem a caminho”.
Banditismo de Estado.
A seguir surgiu finalmente nas TV’s o advogado de defesa da geringonça e hipnotizador MCThomaz acerca da crise 9A 4M 2D: “está tudo bem”; “o PR não deve interferir”. Oun seja, mais uma passadeira arco-íris sob e sobre o “estado da nação”.
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Acabei de ver um travesti (é assim que ainda se chamam) na Avenida Almirante Reis a atravessar numa passadeira com riscas brancas. Não me pareceu nada inibido; aliás, vinha a querer mostrar tudo, excepto aquilo que não quer mostrar para enganar os que querem ser enganados.
Agora que Campolide roubou a brilhante e cosmopolita idéia a Arroios, será que vamos ver a Isabel Moreira, o Miguel Vale de Almeida ou as esganiçadas junto às passadeiras, de apito na boca, a multar quem atravesse fora delas, por homofobia e faxismo?
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Sugiro que vejam no SAPO a tendenciosa pró-geringonça-e-P”S” foto que “ilustra” a “segurança” garantida pelo AC-DC, pelo governo aos cidadãos sobre o caso Siresp. Ferro e AC-DC, garantes máximos…
Estes gajos têm quase tudo controlado para vencerem as legislativas.
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Fiquei com algumas dúvidas sobre as novas passadeiras LGBT:
– Posso usá-las ou só os paneleiros, fufas, etc, é que podem atravessá-las?
– Há o risco de abichanar ou é seguro atravessá-las?
– Não põem em causa a minha masculinidade? Quem me vir a atravessá-la não irá pensar se serei gay?
– Não podiam ter um armário de cada lado? Quem quisesse, quando chegasse ao fim da passadeira, entrava pela porta de trás do armário, atravessava-o, e saía do armário, o que seria libertador…
– Foi pedido um parecer ao SOS Racismo antes de pintarem a passadeira? O Mamadu Ba não poderá considerar a eliminação das faixas pretas como uma manifestação de racismo?
– Em Arroios afirmou-se que estas passadeiras eram um risco para segurança rodoviária. Mas será mesmo assim? Em 2017 foram atropeladas 703 pessoas em Lisboa. Suponhamos que 353 eram do sexo feminino e 350 eram do sexo masculino. Se um LGBT sem género for atropelado não conta para esta estatística porque não é do sexo masculino nem do sexo feminino. Logo os números da sinistralidade baixam, certo!?
– Se são dedicadas a homens que gostam de pissa não se deviam chamar pissadeiras?
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Isto não é para rir e é. A decadência institutionalizada.
Eles não são diferentes, eles são malvados, porcos, mentirosos, injustos, criminosos, assassinos. O pior do pior está aqui às vistas.
A estupidez e o crime agora fazem parte des governo da esquerda fascista.
A pobreza é a colheita destas políticas. E a ruína. O terror.
Em mim não mandam, essa porcaria, que merecia porrada, de manhã à noite.
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