A maçonaria pode muito
A fotografia assim a apontar para o céu escamoteia o estado de degradação envolvente: esta dita biblioteca está integrada nuns edifícios de habitação social cujo nível de degradação é bem visível ao nível do chão.

Não sei que tipo de biblioteca será mais adequado para aquele local – infantil, de bairro – mas há duas coisas a ter em conta: a proliferação em Lisboa de espaços municipais destinados a fazer da maçonaria um sinónimo de liberdade levou a disparates como o desta Biblioteca-Museu República e Resistência (BMRR) que em nada a não ser na despesa acrescenta ao Museu do Aljube – Resistência e Liberdade.
Entretanto um dos espólios mais importantes CML – o de jornais e revistas – saiu do Largo da Misericórdia e foi despejado numas instalações manifestamente desadequadas ali para a Estrada da Luz. Foi despejado é um modo de dizer pq boa parte do espólio está depositado noutro local, A sala de leitura parece um cubículo. O que levou a a CML a instalar ali a Hemeteca é um caso digno de estudo.
(Aliás a escolha da CML dos edifícios para instalar bibliotecas e arquivos a sério parece ser norteada pelo critério do pior possível: o arquivo municipal instalado no Bairro da Liberdade é uma espécie de monumento à má construção e insalubridade)

E os bilderbergers também. Não nos admiremos quando o vigarista do Medina for PM ou PR.
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