Já fizeram as contas?
18 Junho, 2019
Somem os custos de manutenção com o corte dos matos mais o IMI e depois digam-me como se consegue retirar rendimento dos terrenos florestais tendo em conta que:
a) não se devem plantar eucaliptos
b) o pinheiro não vale nada e sofre de várias doenças
c) de dez em dez anos um grande incêndio volta a queimar tudo
40 comentários
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Está tudo encaminhado e em boa velocidade para a orientação dos terrenos. Vamos para Estado, mais Estado, só Estado. Ou seja, estamos a caminhar para a lei de bases do caldeirão de corrupção em que sempre acabam os sistemas vermelhos e não tarda a habitação já lá está dentro. Pago para assistir ao suicídio colectivo do país à mão da esquerda democrática e dos oradores oficiais do nosso sistema mediático que não conseguem ver um palmo para além das manhosas “excelentes medidas”.
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resta voltar ao canibalismo citadino
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a) Não é preciso, porque eles nascem “espontâneamente”, e se o Marcelo nem o Pedro Marques os arrancarem, eles crescem.
b) Rendem menos que um depósito à ordem …
c) Se fosse de 10 em 10 anos, ainda dava para criar eucaliptos para pasta de papel mas em muitos locais não chega a tanto !
Ontem nos “prós & contras” da RTP1, mais um debate sobre “fogos” ! Não aguentei até ao fim! Alguém que tenha assistido pode confirmar se o tema “incendiários” foi tratado ?
Bem sei que eventualmente o fogo de Pedrogão pode até ter origem “natural”, mas isso seria mais uma grande excepção nessa ocorrência, porque nos outros milhares a grande maioria é de origem criminosa (deliberada)! E mesmo que não provoquem incêndios de consequências tão fatais, pelo menos causam desgaste nas equipas de bombeiros, e impedem a exploração adequada da terra. Contudo raramente se fala da 1ª causa do problema !!! Porquê ?
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Porque, ao fim e ao cabo, isso do natural ou criminoso é conversa de treta. Qualquer dia ainda descobrem também que a grande maioria (?) dos assaltos a carros são de origem criminosa…
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ehehehe
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Ó Dra. Helena, é capaz de dar uma sugestão? Não é, pois não?
Então perdeu uma boa oportunidade de estar calada.
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Não conheço a “Dra. Helena”, mas parto do princípio que é eleitora/contribuinte como eu. Todos temos direito às nossas opiniões e quem acha que consegue governar o país candidata-se. Ora, cabe aos candidatos, depois de eleitos, apresentá-las e torná-las lei, o que as coloca em análise social. Ela não disse que fazia melhor. Analisou um conjunto de situações. Se fosse como diz, a Assembleia da República não estava lá a fazer nada e voltaríamos aos comícios da ágora ou forum e todos participariam.
Mas como temos opinião, entre várias, o pagamento do IMI dos terrenos limpos poderia ser reduzido ou mesmo suspenso. Outra: se todos cumprirem o seu dever já não haverá o receio dos incêndios e poder-se-á apostar num cultivo a longo prazo.
Quer mais sugestões? Agora faça-as chegar a quem faz as leis para ver se lhe ligam alguma coisa e depois informe do resultado. Creio que se vai aplicar o provérbio. “Vozes de burro …” com a devida adaptação ao contexto do burro e do céu.
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“…se todos cumprirem o seu dever já não haverá o receio dos incêndios …”
isso carece demonstração, e os quantificadores universais são fáceis de utilizar … mas o facto é que “todos” é muita gente !!!
Inclui os incendiários certo ? É que senão é uma chatice! Quantas vezes é preciso limpar os terrenos por ano ? Na zona centro / norte, se os limpar em Maio, em Julho já está tudo cheio de vegetação ! É uma porra quando a natureza não obedece às leis do Costa e quem se lixa é o Zé …
Ele que trate é de engavetar os incendiários e que se deixe de tretas burocráticas. Quando a terra voltar a ser rentável, não vai faltar quem a queira, entretanto é melhor por o burro a pastar !
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Caríssimo, o meu “todos” não exclui. Também não digo que não haverá incêndios, mas que o receio é que sofrerá um belo rombo.
Sei que a sociedade é uma manhã de retalhos e a lei, muitas vezes, só tem uma cor. Se não acreditar em utopias(sonhos), não irei a lado nenhum.
Também tenho terreno que só me deu prejuízo até agora.
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“A sociedade é uma manta de retalhos”
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Eu sugiro que os proprietários agrícolas sejam obrigados a fazer seguro contra incêndios, como os proprietários urbanos. Se arder, o seguro paga danos próprios e danos a terceiros.
O Estado não é nenhuma companhia de seguros. Se fosse tinha que ser para todos.
A mama das PPPs é tão grande! e os que mais refilam são os que mais beneficiam, como sempre…
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Para sugestões deste tipo, realmente mais valia estares calado.
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Olha, este deve ser vendedor de seguros ! As seguradoras nem “seguros de colheitas” querem fazer (pelo menos por preços viáveis), quanto mais na floresta ! Já estou a ver o filme o pobre coitado fazia um seguro contra incêndios, que depois nas letras pequeninas tinha umas clausulas de exclusões em caso de incêndio ! Para receber o prémio está sempre tudo bem, quando for para pagar a indemnização o seguro é nulo ! Toma um do Bordalo …
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Manuel Vicente Galvão
que os proprietários agrícolas sejam obrigados a fazer seguro contra incêndios, como os proprietários urbanos
Nenhuma companhia de seguros aceitará fazer um tal seguro. Seria demasiadamente arriscado para a companhia.
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digam-me como se consegue retirar rendimento dos terrenos florestais
Cobre-se os terrenos de painéis solares fotovoltaicos. Atualmente é rentável em quase todas as regiões do país.
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E plantam-se as árvores no mar, que assim não pegam fogo. Óptima ideia!
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“:O)))))))))
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Não sei não, com árvores plantadas no mar o pessoal da faina pescava sardinhas já assadas … é capaz de não ser má ideia 🙂
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Para os amigos do Costa irem lá roubar os painéis …
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Se as mini-hídricas são viáveis, ou legislou-se o que foi necessário para que o fossem, se as eólicas são viáveis, ou legislou-se o que foi necessário para que o fossem, também é possível fazer uma rede de unidades de produção de energia eléctrica a partir dos produtos do desbaste da floresta. Os proprietários da floresta e matos, muitos deles nem se dão a conhecer, não fazem nada nem saem de cima… ficaram horrorizados quando se falou em serem expropriados.
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Como se o real problema dos fogos fosse o lixo florestal…
Vê-se que nunca pegaste numa sachola.
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Legislou-se para que fossem deve ser traduzido, de socialistês para português, como:
carregou-se nos impostos dos tansos dos tugas para encher o cú de dinheiro aos amigos dos amigos.
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Olhem só para isto: “O governante destacou medidas como a criação da FlorestGal, a primeira empresa pública de gestão e desenvolvimento florestal criada no país, sediada em Figueiró dos Vinhos, um dos concelhos afectados pelos incêndios de 2017, a empresa foi inaugurada em Março passado e começou por administrar 14 mil hectares de floresta. Actualmente, gere cerca de 17 mil hectares, parte dos quais resultantes de contratos de arrendamento com pequenos proprietários.”
Ou seja, o Estado paga aos proprietário abstencionistas para que eles o deixem gerir as suas propriedades. Se não arder, o estado paga a renda, e se arder o Estado paga a renda e o que for necessário para apagar o fogo…
É mais uma PPP, isto é, um contrato de Rendimento Mínimo Garantido…
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Um negócio tão apetitoso para os privados que o Governo até teve de aprovar um projecto de diploma segundo o qual, depois de um processo de publicitação, os ‘terrenos sem dono conhecido’ que não sejam reclamados durante um prazo de 180 dias (6 meses), se consideram propriedade do Estado, passando a ser geridos pela FlorestGal.
Deixa-te de lérias, pá.
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Ó Sam.6 meses até é demais! para quem não paga impostos do terreno há 60 anos pelo menos… experimente não pagar IMI do seu apartamento durante 60 anos e vai ver o que acontece ao registo predial do apartamento…
Dizer mal é fácil, dar sugestões viáveis é que ninguém sabe. Toda a gente quer que o Estado resolva tudo. É como nos condomínios. É tudo culpa da administração, o condómino só tem que usufruir, mesmo que não pague as quotizações…
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Confessa lá, Galvão: és trabalhador do fisco, certo?
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Ou é administrador de condomínio e sabe o que a casa gasta.
No meu, por coincidência, quem faz mais reclamações é exactamente quem já tem uma divida monstruosa ao condomínio.
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O Sr. Galvão deve ser alentejano, onde a propriedade se mede por hectares! A floresta da zona centro/norte é minifundio, onde uma propriedade com 10.000m2 já é considerada grande. Muitas não passam dos 2.000m2 ! Gostava de o ver a montar uma mini geradora fotovoltáica lá no meio dos montes, toda rodeada de mato para arder tudo no 1º fogo.
E quem paga o troço de interligação à rede de distribuição ? E quando um vândalo resolver levar os cabos de cobre, painéis e tudo o que tenha valor ?
Legislou-se muito nos últimos anos, é verdade! Mas no princípio davam lindas condições para aliciar os totós, mas logo que morderam o isco as condições foram-se alterando e agora já ninguém vai na onda.
Mas Sr. Galvão, se o seu problema é falta de terreno para montar a sua central, basta ir ao imovirtual.com e encontra lá grandes áreas sem viabilidade urbanística ao preço da chuva!
“…Os proprietários da floresta e matos, muitos deles nem se dão a conhecer, não fazem nada nem saem de cima…” inclusivé o proprietério ESTADO ! Basta ver como está o pinhal de Leiria …
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Sr. Galvão, quanto à situação caótica do cadastro, se o sr. se informar convenientemente verá que a culpa até pode não ser dos proprietários.
Quando se fala tanto de simplex, porque é que é necessário fazer dois registos da propriedade (um nas finanças, outro no registo predial) ?
Tenho propriedade em dois concelhos contíguos. Quando o portal das finanças permitiu obter certidões tentei obtê-las. Para o concelho A funcionou bem, mas no concelho B nem constavam ! Mais tarde desloque-me à repartição B, identifiquei-me com o NIF, expus o problema, e o zeloso funcionário exclamou com grande alardo : “Cá está mais um …”
Depois de alguns esclarecimentos, percebi que os zelosos funcionários das finanças deste município B, nunca se deram ao trabalho de converter os antigos brevetes (pré-NIF) para NIF!
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Quando o Costa precisou de alertar os proprietários para a necessidade de limpar os terrenos, qual foi a via utilizada ? As finanças, claro ! São os únicos que têm uma base de dados a funcionar, porque não se pode deixar escapar um pagante! Por acaso até violou a lei que implementou o NIF, dado que o NIF e dados conexos, só podem ser usados para fins fiscais … mas como era por uma boa causa !!!
O curioso, é que sendo proprietário rural não fui notificado, mas soube por um terceiro que recebeu a notificação embora não seja proprietário rural!
É o simplex+++ no seu melhor …
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Caro Velho do Restelo, tem toda a razão no que diz, inclusive no Pinhal de Leiria. Além disso ninguém aqui propôs instalar fotovoltaicas em zonas de arvoredo ou minifúndio. Mas não se esqueça que a questão do cadastro está há dezenas de anos por resolver porque os proprietários das terras não fazem nada por não ser economicamente viável mas também não querem deixar de ser proprietários nem querem ceder a título gratuito as terras para serem agregadas a outros minifúndios e geridas pelo Estado ou por empresas públicas. Até o PCP votou contra a expropriação de terras ao abandono.
Conclusão: “Deixa arder” que depois logo se vê. Isto é, depois são os 10 milhões de portugueses a pagar as contas chorudas dos helicópteros e do Canadaires, sem falar no resto do “pessoal do fogo”. Muita gente vive disso, não convém mexer nesse vespeiro. Eu compreendo.
Já reparou que o escândalo de Pedrogão não morreu nenhum bombeiro, nem feridos ficaram, enquanto noutros anos problemáticos há sempre muitos bombeiros feridos e até alguns mortos?
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Os proprietários são donos daquilo e ponto final.
Só o dono é que manda. Mais ninguém.
O eram antes dos cabrões e dos asnos do 25 de Abril aparecerem e vão ficar proprietários depois desses mesmos cabrões marcharem, para a cova ou para o inferno.
Levantar impostos, sobre o que não dá rendimento, é um crime. Eles que comem palha, se quiserem.
Isto tudo é só um problema de forças. Mais nada.
Um dia, esses mesmos cabrões e asnos em Lisboa levam na cara e no corpo, tanta porrada, que nunca mais vão abrir a boca. Ponto final.
Argumentos para quê?
Ou há justiça ou não a há.
Se houver justiça, só os donos é que mandam.
Os que vão ao cu um do outro em Lisboa não querem justiça. Resta só a força. Eles levarem uma sova nesse corpo. Essa linguagem eles percebem muito, muito bem.
São os bombeiros que metem fogo. É um segredo aberto.
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“Já reparou que o escândalo de Pedrogão não morreu nenhum bombeiro, nem feridos ficaram”.
Das duas uma, Galvão: ou és desmemoriado (pura raça xuxa), ou queres brincar com coisas sérias.
Incêndio florestal de Pedrógão Grande em 2017: 1 bombeiro falecido (Gonçalo Conceição) e 12 bombeiros feridos.
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Mas porque raio é que tenho de ceder a título gratuito aquilo que meu pai pagou com grande sacrifício, e que eu voltei a pagar em sede de imposto sucessório ?
Porque raio é que tenho de pagar ao Estado (ou na conservatória de registo predial), um valor superior ao valor comercial do prédio, só para o Estado ter o cadastro direitinho ?
Como já referi acima, os pantumineiros funcionários públicos de algumas repartições de finanças nem se deram ao trabalho de substituir o identificador municipal (brevete) pelo NIF (nacional)! Era só pesquisar por nome ! Mas são preguiçosos …
Enquanto houver incendiários, vai haver sempre fogos florestais. E se as condições climatéricas forem favoráveis até pode acontecer um grande fogo mesmo com a floresta ordenada! Mas como referiu, há muita gente a mamar à conta disso …
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Pela mesma razão que se eu abandonar um carro meu na via pública, sem selo pago, sem seguro, a desfazer-se em ferrugem, com os ratos a fazerem ninho lá dentro, o Estado vai lá buscá-lo.
No entanto o carro é meu. Fui eu que o paguei, ou que o herdei.
Se não o consigo manter em condições aceitáveis para a sociedade é natural que fique sem ele.
E já agora, se o meu carro arder e pegar fogo ao carro estacionado ao lado quem paga o prejuízo de terceiros sou eu, até ao limite dos meus bens penhoráveis.
Elementar, caro Wotson!
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Já deu para ver que o Sr. Galvão ou falha na inteligência ou na honestidade do discurso, ainda assim vou fazer uma última tentativa, e depois quero que se vá catar :
» O seu exemplo falha no ponto em que o seu carro estando a ocupar a via pública, dá legitimidade ao estado para intervir!
Pena que não o faça (pelo menos aqui no meu bairro, estou farto de denunciar situações dessas, sem grande resultado).
Um terreno agrícola é do seu dono, não “ocupa” qualquer espaço público! Talvez por o sr. ter lido demasiado Marx, tenha dificuldade de entender, mas isso é problema seu!
» falha ainda no ponto em que um carro (ainda não muito deteriorado), pode ter uma bateria ainda com carga, restos de combustível e óleos e por avaria de algum componente pode entrar em combustão (sem intervenção externa), o que incrementa o perigo da sua presença na via pública!
Além disso não tem qualquer utilidade para a comunidade para além de ocupar 1 lugar de estacionamento.
Pelo contrário, um terreno agrícola, para além de não estar obrigado a produzir o que quer que seja, mesmo quando está ao abandono,
produz oxigénio, suporta biodiversidade (caça eventualmente), contribui
para a paisagem verde (em princípio muito mais interessante do que o seu chasso abandonado), e se ninguém o incendiar, é muito pouco provável que arda!
E agora vá para o raio que o parta, que já não tenho pachorra para o seu discurso merd0s0 !
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Eu sou um perigoso marxista. O Senhor deve ser um perigoso incendiário e/ou tem muitas ações de empresas ligadas ao combate a incêndios…
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Eu tinha prometido não voltar, e gosto de cumprir as minhas promessas, mas tendo em conta que o Sr. assumiu a sua tendência marxista (não é preciso ser um Sherlock Holmes, elementar meu caro Dr. Watson e não Wotson …), o que só lhe fica bem, mas continua a falhar na análise e tirada de conclusões !
Se não for pedir muito, leia com atenção o meu 1º comentário (em cima , dia 18 Jun 11:59), onde eu chamo precisamente a atenção para o facto de quase nunca se falar dos incendiários! Será que o Sr. acredita mesmo que o faço porque “sendo incendiário” quero notoriedade ? Ou será porque sendo proprietário, e sabendo que eles são a causa do problema quero ver cumprida a promessa de os manter presos durante a fase critica dos fogos ? Já viu alguma estatística dessa medida ?
No meu entender, é bem mais plausível que os incendiários sejam marxistas ou pagos por eles, para conseguirem a “nacionalização” da propriedade rural não conseguida (mas tentada) por outras vias ! Confesso que estão perto de o conseguirem, mas ainda vai chover muito chumbo …
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“No pensamento político de Hobbes e de Rosseau, a propriedade privada não é um direito natural, mas civil. Em outras palavras, mesmo que no estado de natureza (em Hobbes) e no estado de sociedade (em Rosseau) os indivíduos se apossem de terras e bens, essa possa é o mesmo que nada, pois não existem leis para garanti-la. A propriedade privada é, portanto, um efeito do contrato social e um decreto do soberano.” Sic.
Esta é a razão pela qual, quando havia conflitos e guerras entre elementos de classes proprietárias (clero, nobreza, burguesia) e o Rei, quem tomava o, poder expropriava os que perderam a “guerra” e dava as propriedades expropriadas àqueles que o tinham ajudado a ganhar. Caso dos Távoras ou das guerras entre liberais e absolutistas (D. Pedro contra D, Miguel).
Os proprietários de terras não têm só direitos, também têm deveres, sendo o principal dever o de, nos atos de gestão de suas propriedades, contribuir para o bem da sociedade.
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Sr. Manuel Galvão, eu estou-me nas tintas para o seu Hobbes + o Rosseau!
A monarquia já lá vai, embora haja por aí uns xuxas a tentar imitá-los.
Sim gosto muito desse seu último parágrafo ! Cuidado que andam por aí uns xuxas que por questões ambientais, acham que os proprietários de viaturas automóveis não devem circular com lugares vagos, e por isso devem dar boleia a qualquer bicho careta que lhe apareça apeado na estrada … e quartos vagos lá em casa ! Nada disso, há por aí muita gente a viver debaixo da ponte !! Há que contribuir para o bem da sociedade, recebendo e alimentando os sem abrigo ! Vá mas é dar banho ao cão …
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