Público: quando os leitores estão errados
Passou despercebido à maioria dos leitores mas o lema do Público mudou recentemente, já com a actual direcção ao leme. Passou de “a verdade é um bem Público” para “pense bem, pense Público”.
Não é coisa pouca. A mudança de uma assinatura é bem pensada pelo topo da organização, seja ela qual for. Neste caso, a explicação é simples: a verdade deixou de ser a referência; a referência agora é o alinhamento de pensamentos, quem pensar como o Público, pensa bem.
Vem isto a propósito do episódio Fátima Bonifácio-Manuel Carvalho.
Um director de outro título da nossa praça escreveu há dias que é legítimo um jornal ter um estatuto editorial, um compromisso que estabelece com os leitores, e escolher os colunistas e os conteúdos em coerência com este estatuto. É verdade. O problema é do leitor. É do leitor que acha que o Público é um jornal aberto, liberal. Não é.
O Público é o jornal que acolhe de braços abertos os artigos do Francisco Louçã defendendo o ditador Fidel Castro e de Boaventura Sousa Santos defendendo o ditador Maduro. Ou os artigos de Mamadou Ba atacando as próprias base do estado de direito. Nada disto é, para o Público, discurso de ódio ou fobia de qualquer espécie.
O mesmo Público que passou as eleições brasileiras numa intensa campanha pro-Haddad e foi incapaz de descobrir um só colunista pro-Bolsonaro. O qual aliás era apelidado a torto e direito como “fascista”. Também isto não era discurso de ódio.
E porém não aceita Fátima Bonifácio.
A praxis editorial do Público posiciona o jornal muito claramente no eixo PS-Bloco. Errado está quem não perceba isto, iludido aqui e ali por um artigo de algum autor com diapasão algo distinto.
O Público tem todo o direito de seguir esta via. Errado está é quem achar que o caminho é outro.
Depois queixem-se das redes sociais.
Pense bem, pense Público.

(imagem roubada do Facebook de Eduardo Cintra Torres)

Sobre o Público está tudo dito! Aguenta-se porque é fortemente financiado pela Sonae! O que se estranha! O Público é onde se pratica o jornalismo mais sectário que eu tenho visto! Exemplos são muitissimos! Uma redacção cheia de apparatchiks bloquistas/ comunistas e alguns socialistas versão Pedro Nuno têm aprofundado a mais vil e sectária desinformação! O Público não quer Fátima Bonifácio? Pois não admira! É malta muito pequenina e rasteira para a entender! Espero é que Fátima Bonifácio também não queira o Público! Tem muito onde escrever! Ao Público o mesmo caminho do DN. Lixo…
GostarLiked by 1 person
A Sonae deve ter, perdão, tem interesse em defender essa gente, só vejo greves no Pingo Doce, na Sonae são uns meninos bem comportados.
GostarLiked by 1 person
Então o jornal oficial dos serviços secretos “portugueses” está a deixar cair a máscara, é?? Estou chocado
GostarLiked by 1 person
O Público é o que é. Deixei de o comprar há nove anos. Tem lá umas pessoas de direita para não parecer o que é, mas é o que é: o Pravda do Bloco de Esquerda e das suas “comunidades” em permanente busca de tacho. Mas o artigo da Prof. Bonifácio também é o que é. É uma merda. Defendê-lo é defender o indefensável. Ao conferir “autoritas” académica às bocas do taxista médio, consegue o impossível: granjear simpatia para as quotas para os ciganos e “afro-descendentes”. Defender esse artigo pode agradar à legião de lelés da cuca que aqui comenta, mas o preço dessa defesa é um rótulo que não interessa a ninguém e que não sai. Não há futuro para a direito portuguesa nestas lutas importadas. O futuro da direita portuguesa não é o Chega (isso é só mais um tacho para o Ventura). O futuro da direita portuguesa passa por chamar a atenção que a frente de esquerda está no poder há 4 anos e dois terços dos trabalhadores por conta de outra ganha menos de mil euros. O futuro da direito portuguesa passa por exibir, nos media, o recibo de vencimentos dos “mestres” da Soflusa cujas greves põe a malta dos mil euros a dar a Volta à Margem Sul para vir trabalhar. Mas, em 40 anos, nunca vi um jornalistas perguntar a um grevista do sector público quanto leva para casa ao fim do mês. Sendo notório o desastre que a gestão pública é para os mais pobres, e o facto de esta essencialmente servir os interesses de uma casta ligado aos partidos de esquerda, é incrível como a direita não consegue persuadir os mais pobres desta evidência. Sugiro que, uma das razões, é deixar-se cativar nestas discussões identitárias, prestando-se ao papel do “faxista” na narrativa da esquerda.
GostarGostar
Da direita, a direita, significa dizer a verdade.
Mentir significa ser da esquerda fascista.
Essa coisa da “direita” foi uma invenção malvada da esquerda fascista, para não falar-mos dos crimes, desses porcos, das esquerda fascista. É só isso. Eles inventaram um fantasma, para o inculpar de tudo.
A esquerda mente desde o primeiro dia. Não é só de agora. A inveja mata, e eles nada sabem, são malvados, resta-lhes só roubar, mentir, matar, para se manter no poder.
O asno em Portugal é que manda agora. Desde o 25 de Abril.
Mas a ponte de Salazar vai sobreviver esses porcos todos.
GostarGostar
«consegue o impossível: granjear simpatia para as quotas para os ciganos e “afro-descendentes”.»
Lamento caro senhor, mas nada, absolutamente nada, que alguém possa dizer, defender, ou até fazer, me vai fazer ter simpatia por quotas seja para quem for.
Quotas para não brancos é racismo anti-brancos. Pode haver brancos mais qualificados, mas vão ficar sem o lugar para cumprir quotas. Tem resultado muito bem na África do Sul.
GostarGostar
Excelente texto, parabéns. Tudo quanto Fátima Bonifácio escreveu foi a mais pura das verdades. Mais escrevera e mais acertara. A crítica feita ao artigo de F.B. por Manuel Carvalho é uma vergonha pela contradição nos termos. Parabéns à Fátima Bonifácio pelo seu esclarecedor artigo. Abaixo o Público pela censura que faz a articulistas e cronistas que não seguem a linha editorial de um jornal que só existe para agradar à esquerda, aquela que inacreditàvelmente e de facto governa este País desde 1974.
Concluíndo: abaixo M.C. pelo modo desrespeitoso como descreveu o artigo de F.B., atitude que só denota o esquerdismo doentio de que padece – ele e o jornal – e fá-lo ùnicamente para agradar à esquerda reinante (e intolerante) da nossa praça, a mesma que põe e dispõe a seu bel-prazer em todas as áreas da sociedade por se auto-intitular dona de Portugal, sem que os portugueses lhe tivessem passado a carta de alforria para o efeito. Imagine-se isto num País cujo povo é 90% conservador.
Maria
GostarLiked by 1 person
Excelente comentário Maria. É a melhor fotografia dos jornaleiros actuais, e que retrata bem o lixo tóxico da imprensa portuguesa. Parabéns
GostarGostar
Grão a grão… Todos os cancros começam com um pontinho negro.
https://observador.pt/2019/07/08/portugal-disponivel-para-receber-10-dos-106-migrantes-que-chegaram-a-italia-no-sabado/
GostarGostar
Grão a grão…
https://observador.pt/2019/07/08/portugal-disponivel-para-receber-10-dos-106-migrantes-que-chegaram-a-italia-no-sabado/
GostarGostar
Se eles forem muçulmanos, era “matar” a aqueles, que decidiram isso.
E pior, esses ricalhões, do qual nenhum é pobre, vão ser tratados aqui muito melhor do que os portugueses e (!!) de aqueles tal moradores do prédio Coutinho.
Se os novos migrantes ilegais que vierem para aqui serem muçulmanos, eles vêm só para roubar, ofender, matar, cuspir, cometer crimes contra nós. Um acto de guerra.
Esta esquerda fascista é pior do que podre.
Aqui está toda a maldade da esquerda fascista mais uma vez exposta.
Agora, se eles não forem muçulmanos, eles sejam bem-vindos, desde que se portem bem, claro.
GostarGostar
Surpresa!? O Público não podia ser outra coisa. Foi fundado por um comunista de má consciência que de um dia para o outro – por artes nunca até hoje completamente divulgadas – se transformou no homem mais rico de Portugal. Não foi pelo trabalho; foi pela astúcia. E tudo à conta de vender comida…
GostarLiked by 1 person
Astúcia com Belmiro Azevedo foi burla ao patrão Pinto de Magalhães.
GostarLiked by 1 person
Já agora a “comida” veio muito depois, quase 6 anos …
GostarGostar
Só um perfeito otário é que já não viu a orientação politica desse Pasquim chamado PÚBLICO. Eu, já há muito tinha chegado a essa conclusão. Pensava que a Sonae tinha algum controle no dito, mas serão burros em sustentar tal coisa ou haverá algo que me escapa?
GostarLiked by 1 person
Algo evidente escapa-lhe, mas não vou explicar, muito menos aqui … sorry!
GostarLiked by 1 person
Escapa-lhe o que é sentido de negócio e passar impune.
O Belmiro sabe aquilo que qualquer português mais antigo também sabe- a comunicação social está controlada pela esquerda desde os anos 60.
Assim não o chateiam nem dizem mal.
GostarGostar
Ao autor deste artigo a defender um artigo nojento, só refiro um nome:
Aliu Camará.
GostarGostar
Acho melhor explicar … digo eu …
GostarLiked by 1 person
Explica lá o que é nojento?
Os exemplos da caboverdiana atlântica?
São nojentos?
Pois eu tenho muitos outros idênticos.
A realidade é nojenta, porque mais racistas que os negros é que não existe ninguém
E sim, são racistas entre eles. Assim como acham horrível terem carapinha.
E tudo isso é contado pelos próprios. Nojentos são v.s que querem ainda fazer mais racismo por inversão de papéis.
GostarLiked by 1 person
Ele nada sabe explicar.
Ele actua como um fascista da esquerda, mata como um fascista, rouba como um fascista, e nega tudo. Perverso!!
E ele deve ter algo com gatos e cenouras. Torto ele é.
GostarLiked by 1 person
… não é que eu não saiba quem é esse Camará-da …
GostarGostar
O corretês é o abrigo dos imbecis e dos vendidos.
GostarLiked by 1 person
Este pasquim esquerdoide fede marxismo por todos os lados. Os cabrões e vacas que lá escrevinham toda a sorte de lixo nojento não têm porra de vergonha nenhuma na puta da cara. Safa!
GostarLiked by 1 person
MST já está convertido
GostarGostar