A matriz continua a ser esta
17 Julho, 2019
Com as devidas adaptações e tendo em conta que o tempo político agora corre mais rapidamente quanto vai demorar a que cumpramos as diversas étapas deste processo:
- 14 de Julho: Tomada da Bastilha – o início simbólico da Revolução francesa.
- 15 de Julho: A “jornada sinistra” estende-se aos campos, com pilhagens de igrejas, queima de colheitas, casas, etc..
- 28 de Julho: A Assembleia Nacional institui um comité de investigação de “complots” aristocráticos.
- 4 de Agosto: Sob proposta do visconde de Noailles e do duque de Aiguillon, a Assembleia Nacional suprime todos os privilégios das comunidades e das pessoas, as imunidades provinciais e municipais, as banalidades, e os direitos feudais.
- 26 de Agosto – “Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão“.
- 10-11 de Setembro: Derrota dos monárquicos – afirmação da Câmara Única e rejeição do Veto Suspensivo do Rei.
- 6 de Outubro: A família real é forçada a deixar o Palácio de Versalhes e é escoltada por Lafayette e a Guarda Real. A Família Real é transferida para as Tulherias.
- 2 de Novembro: Nacionalização dos bens de rendimento da Igreja Católica para garantia dos assignats.
- 19 de Abril: O Estado nacionaliza e passa a administrar todos os bens da Igreja Católica.
- Maio – Publicação dos decretos de aplicação da abolição dos direitos feudais; início do assalto e destruição dos arquivos notariais e senhoriais.
- 12 de Julho: Constituição Civil do Clero.[1]
- No Verão de 1790: início da organização, sob inspiração de Marat e Danton de “Les Cordeliers“, que vêm a ser muito reprimidos por Lafayette em Julho de 1791.
- 27 de Novembro: Sob proposta do protestante Barnave, a Assembleia decide que todos os eclesiásticos católicos que se mantivessem em funções teriam que jurar manter a Constituição Civil do Clero.
- 22 de maio: Lei que anula o direito de Petição coletiva.
- 14 de junho: Lei de Le Chapelier proíbe os sindicatos dos trabalhadores e as greves, sob a ameaça de morte.
- 20 e 21 de Junho – Fuga de Varennes: Luís XVI e sua família, em fuga, são detidos em Varennes-en-Argonne.
- 17 de julho: Massacre do “Champ de Mars”, em Paris, sob o comando militar de Lafayette.
- Setembro: Aprovação da Constituição.
- 1 de outubro: Reunião da Assembleia Legislativa
- 9 de novembro: Todos os emigrés são ordenados pela Assembleia a regressar, sob a ameaça de morte
- 11 de novembro: Luís XVI veta a deliberação da Assembleia sobre os emigrés.
- Janeiro – Março: Desacatos por fome em Paris.
- 7 de fevereiro: Aliança entre Áustria e a Prússia.
- 20 de abril: A França declara a guerra contra a Áustria.
- 10 de agosto–13 de agosto: Ataque ao Palácio das Tulherias. Luís XVI é preso, juntamente com a família.
- 19 de Agosto: Lafayette foge para a Áustria.
- 22 de Agosto: Revoltas monárquicas em Bretanha, Vendeia e Delfinado.
- 2 de setembro a 7 de setembro: Os Massacres de Setembro.
- 20 de setembro: Batalha de Valmy.
- 20 de setembro: Sessões finais da Assembleia Legislativa e primeiro encontro da Convenção Nacional; voto unânime pela abolição da monarquia.
- 21 de setembro: promulgada a nova Constituição.
- 10 de outubro: Os termos monsieur e madame são banidos por decreto, para ser substituídos por citoyen e citoyenne.
- 11 de dezembro: Tem início o julgamento de Luis XVI pela Convenção.
- 21 de janeiro: Execução do Rei Luís XVI.
- 1 de fevereiro: Declarada a Guerra com a Inglaterra, Holanda e Espanha.
- 14 de fevereiro: A França anexa o Mónaco.
- Março: revolta monárquica da Vendeia.
- 10 de março: Estabelecimento do Tribunal Revolucionário.
- 6 de abril: O poder é concentrado no Comitê de Salvação Pública e no Comité de Segurança Geral.
- 2 de junho: 31 deputados Girondinos são presos.
- 12 de julho Revolta monarquista em Toulon.
- 13 de julho: Assassinato de Jean-Paul Marat por uma jovem girondina.
- 27 de julho: Robespierre torna-se membro do Comitê de Salvação Pública.
- 23 de agosto: Imposto sobre toda a população masculina, o Levée en masse.
- 17 de setembro: É aprovada a Lei do Maximum Général: um extenso programa de controlo de salários e de preços ; e a Lei dos suspeitos.
- 9 de outubro: Lyon é retomada aos monárquicos por republicanos.
- 16 de outubro: Execução da Rainha Maria Antonieta.
- 31 de outubro: Execução de líderes Girondinos.
- 10 de novembro: Abolição do culto de Deus: Culto da Razão.
- Dezembro: Retirada dos aliados do outro lado do rio Reno.
- 8 de dezembro : Madame Du Barry foi executada.
- 19 de dezembro: Os ingleses evacuam Toulon.
- 23 de dezembro: Batalha de Savenay esmaga a revolta monárquica em La Vendée.
- 19 de janeiro: Os ingleses desembarcam na Córsega.
- 4 de fevereiro: Abolição da escravatura nas colónias.
- 24 de março: Execução dos Hébertistas.
- 2 de abril: Julgamento de Danton tem início.
- 6 de abril: Execução dos Dantonistas.
- 8 de junho: Festival do Ser Supremo.
- 10 de junho: Lei de 22 de Prairial, também conhecida como “loi de la Grande Terreur”.
9 comentários
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Entretanto, nos serviços consulares da embaixada de Portugal em Teerão, foram suspensos os vistos de entrada em Portugal a cidadãos iranianos. Diz o MNE que é por haver problemas com o funcionamento do consulado…
Aposto que estavam só a dar vistos a… “turistas”.
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Quando for para dar vistos a Somalis, não vai haver confusão nenhuma!
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Não fosse a “revolução francesa” mais folclore maçom, onde o real objetivo foi mesmo roubar a céu aberto os 10% de toda a França que estavam na posse da Igreja e eu quase que me acreditava na “versão oficial” dos eventos. Que é sempre o teatro do costume para esconder o seu ódio visceral à filosofia de vida Cristã.
Fizeram de conta que mataram um rei, puseram lá a maior farsa/actor desse século, um tal italiano chamado Napoleon “Helek Tov” Bonaparte, e, depois do saque, tornaram a colocar o mesmo rei que estava antes dele e dizerem que era o irmão. Agora as pessoas acreditam-se que uma “faísca” incendiou uma catedral ou que meia duzia de iletrados de chinelos e um lençol mandam torres abaixo, na altura não era preciso TVs para isto.
Foi o início do fim para os Cristãos, onde nem PT foi salvo. Bastante do que foi iniciado nessa altura continua full speed ahead com os pedofilos compulsivos da maçonaria de vento em popa na execução do seu plano.
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Obviamente não sabe História.
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Se ele (Daniel Ferreira) não sabe História, você é pior porque a deturpa Paulo Valente. Conte-nos lá a sua “verdade dos factos”.
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Esta cartilha já foi seguida em Portugal: no 28 de Maio.
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Bem a tentaram no 25 de Abril, mas a Matança da Páscoa não se fez porque apenas não se conseguiu fazer.
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Santo dia o 28 de maio de 1926. E há-de haver outro. Os seus comentários neste e outros artigos cheiram-me a Maçon … descobriremos …
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Por acaso enganou-se na data: Foi 5/10/1910…e com bastante sucesso.
E depois tentaram outra vez dia 25/4, mas com menos mortes (pelo menos no continente, pois pelos vistos os “pretos” não interessam a ninguém e podem matar-se à vontade e morrer por falta das estruturas mais básicas – que até tinham anteriormente).
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