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O racismo e discriminação não tem cor

17 Julho, 2019

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Nesta foto tirada há 47 anos estou eu com apenas 5 anos. Acabara de entrar para a primeira classe. Desde o primeiro minuto fui vítima de racismo por ser estrangeira no Canadá.  Sofri bullying assim que entrei para o ensino primário. O fotógrafo viera à escola e no dia em que a professora entregou as fotos, assim que vi a minha  –  feiinha e sem um dente –  sabendo que ia ser chacota de toda a turma, (mais uma vez), tentei escondê-la, mas eles vieram atrás de mim. Queriam à força que mostrasse a foto e perante a minha resistência, arrancaram-na das minhas mãos e numa gargalhada sonora, andaram depois pela escola a exibi-la com desdém.

Foi sempre assim. Uma chacota constante: por causa do meu aspecto de chinesa; os meus lábios a que chamavam de beiças; por causa do meu apelido português (lá era obrigada a ter apelido do meu pai “Gonçalves” que soava extremamente mal quando pronunciado por canadianos); por ser portuguesa e falar uma língua esquisita; por causa da forma provinciana (aqui o termo é “parolo”)  e humilde de como a minha mãe me vestia. Tudo servia para me atacar. Até um lanche que levei um dia que por ter uma banana, me chamaram de macaca aos gritos e risos sonoros.

Recordo que tantas vezes cheguei a casa e não queria voltar para a escola. Que em choro compulsivo dizia ao meu pai que não queria estes olhos, que não queria aquele nome, que não queria estes lábios. Recordo a ternura com que o meu pai me fazia sentir que era bela, por dentro e por fora, para acreditar em mim, e que tudo aquilo era inveja, que tinha de ser superior a isso pois era assim que as pessoas inteligentes superavam as adversidades. Dizia para mostrar o meu valor crescendo cada vez mais como indivíduo. “Sê o melhor dos melhores” de forma honrada – dizia ele. 

Mas não era fácil. Não ter amigos no recreio, ter uma escola inteira reunida no ginásio a rir-se de nós às gargalhadas quando nos chamavam ao palco, mesmo que para receber um prémio de atletismo por ser das melhores da escola. A propósito do nome, recordo um momento no 4º ano em que eu perco o controlo e aos gritos no meio de um  choro de raiva, dizer à professora que meu nome era MIRANDA e para parar de me chamar Gonçalves!

Sentir que somos postos à margem por sermos diferentes sem termos culpa era revoltante. Por isso a minha infância foi muito infeliz e solitária.

Podia ter deixado que isto afectasse a minha vida mas ao invés disso, decidi lutar. Se não podia mudar o meu aspecto exterior podia me “vingar” investindo no meu interior tornando-me a melhor em tudo. E assim fiz: como resposta ao bullying, fiz questão em ser sempre a melhor ou das melhores da turma. Sempre. E fui a melhor no 2º ano, no 3º, no 4º e no 5º tendo perdido o primeiro lugar do pódio no 6º por um valor apenas. Recebi vários prémios, fui para o quadro de honra e dentro da sala de aula (e apenas aí), todos queriam pertencer ao meu grupo de trabalho. Foi a minha primeira “pequena vitória”.

Quando em 1978 com 12 anos meu pai decide vir para Portugal, o meu primeiro receio foi: “Como vai ser na escola? Vão todos novamente gozar comigo por ser “estrangeira”, meus olhos de chinesa, não saber falar… Vai tudo repetir-se?” Mas o inesperado acontece. Assim que fui apresentada como novo aluno, no intervalo todos os miúdos me rodearam curiosos, atenciosos e muito afáveis a querer saber quem era, donde vinha, como era lá fora, e de uma extraordinária humanidade que me fez sentir logo no primeiro minuto, a pessoa mais feliz do mundo. A aceitação foi tão imediata que esqueci todos os anos de bullying que vivi. Pela primeira vez senti-me “bonita”.

A vitimização por racismo ou pobreza HOJE, não passa de um argumento para desculpabilizar a inércia de alguns indivíduos na luta por objectivos e assim culpabilizar a sociedade pelos seus fracassos. Só não o sabe quem nunca o viveu. Eu vivi essa realidade mesmo sendo branca.

Portugal não é racista. Dá oportunidade a todos para lutar pelo que desejam. Está na Constituição Portuguesa e qualquer vítima pode recorrer à justiça para fazer valer seus direitos. A cor da pele, as orientações sexuais e etnias até já são vantagem em detrimento  de  quem como eu é apenas e somente gente comum. 

Por isso parem lá com as narrativas falsas de criação à força de racismo só para justificar emprego às associações que em vez de lutar contra ele, o promove, o instiga e  fomenta.

Vítimas de racismo e discriminação em Portugal  são todos aqueles que trabalham arduamente para conseguir objectivos e  sem pedir nada a ninguém  vão à luta para que outros, que se  vitimizam – porque são incentivados pelos Mamadous a isso –  possam usar  o argumento do  “racismo” para terem tudo facilitado com quotas e subsídios  à conta do esforço dos outros. Isso é que é racismo e discriminação. 

 

 

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88 comentários leave one →
  1. ATAV permalink
    17 Julho, 2019 12:20

    Resumo do artigo (já incluindo o subtexto e o objectivo pretendido):

    Fui alvo de racismo e bullying durante a minha vida e agora luto para que os outros passem pelo mesmo pois isso “cria carácter”.

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    • Cristina Miranda permalink
      17 Julho, 2019 12:21

      WTF????

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 13:03

        Não percebeu? Peço desculpa por ter sido tão esfíngico. Vou tentar explicar-me melhor.

        Neste mundo existem aqueles querem que os seus filhos não passem por aquilo que eles próprios passaram e aqueles que são adeptos da mentalidade “eu sofri portanto os outros também têm que sofrer”.

        A Cristina pertence à segunda categoria e escreveu isto tudo para tentar convencer os outros das “virtudes” da crueldade.

        Primeiro foi com a treta do “os abusos ajudaram-me a atingir a excelência!” (a parte de criar carácter).

        A segunda parte (os outros têm que passar pelo mesmo) foi recorrendo à técnica falaciosa de “negação da vítima” dizendo que este tipo de abusos não acontecem em Portugal. Negando que acontecem, os abusos podem continuar impunes.

        E como é que eu sei que isto acontece? Porque sou mais novo que a Cristina e já vi os mesmos abusos que descreveu em escola portuguesas.

        Mas tenho que admitir uma coisa! As escolas portuguesas têm vindo a melhorar nesse aspecto. Fico agora à espera de ouvir as queixas recorrentes por aqui da “doutrinação multicultural” que está a ser impingida aos nossos filhos nas escolas!

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      • Cristina Miranda permalink
        17 Julho, 2019 15:05

        Ouça lá? Anda a fumar maconha estragada? Onde raio me viu neste ou outro qualquer texto meu que sou adepta do “eu sofri portanto os outros também têm de sofrer”??? Se não sofre de doenças do foro psicólogo, não fumou maconha estragada então é um ser extremamente desonesto. Quer à força toda ler o que eu não escrevi. E isso é calunioso.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 15:31

        “Onde raio me viu neste ou outro qualquer texto meu que sou adepta do “eu sofri portanto os outros também têm de sofrer”???”

        Chamo a sua atenção para esta parte do texto que escrevi.

        “A segunda parte (os outros têm que passar pelo mesmo) foi recorrendo à técnica falaciosa de “negação da vítima” dizendo que este tipo de abusos não acontecem em Portugal. Negando que acontecem, os abusos podem continuar impunes.”

        Não o diz directamente (daí eu falar em subtexto!) mas como a Cristina sabe que a obnubilação, a inação e a neutralidade favorecem o mais forte e perpetuam os abusos simplesmente deixa as coisas como estão porque no fundo concorda com isso.

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      • Tiradentes permalink
        17 Julho, 2019 20:27

        Conclusão o ATAV lê o que não está escrito mas aquilo que a sua “viagem” (ou traumas profundos) o fazem imaginar (os “subtextos”) mesmo que isso não tenha passado pela cabeça de quem escreveu o texto e apenas tenha relatado a sua experiência pessoal. Em si , esta sub-interpretação é uma crueldade um bulling , aquela que ele acha que deve fazer sofrer a pessoa que não escrevendo ele “lê” os sub-textos. Vai daí chega às conclusões. A Cristina é uma torturadora interiorizada , quiçá sofre de síndrome de Estocolmo, concorda com o abusador. Ou seja, tem de concordar com o abusador que lê sub-textos abusivos que não foram escritos mas que ele no emaranhado da sua mente leu, viu , sentiu e quer abusivamente aplicar ( a tortura) à autora

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 21:35

        Tiradentes

        Vou aproveitar outro post meu para explicar melhor.

        Vou pôr por outras palavras o que a Cristina escreveu no texto:

        “A vida é uma treta, habitua-te e ultrapassa isso tal como os outros”

        O ónus está todo em cima da vítima. Então e os abusadores? Esses podem continuar a abusar alegremente. É por isso que quem diz isto está a concordar implicitamente que tudo deve continuar como está. Tal como a Cristina está a fazer…

        O problema está nos abusadores. Dizer à vitima para se fazer forte é atirá-la aos cães. Alguns hão-de se safar e os outros não.

        Ver abusos e ficar de braços cruzados enquanto se achincalha a vítima por ser fraca é tirar o partido dos abusadores. Isto é assim tão difícil de perceber?

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Julho, 2019 18:48

        Oh Balhamedeus 😲

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 22:03

        Mais uma coisa. A Cristina teve sorte. Mas eu já vi muita criança com potencial cujas notas se afundam quando são alvo de bullying. Depois perdem-se no abandono escolar, no desemprego ou emprego precário devido à sua baixa escolaridade.

        Dizer a estas crianças faz-te forte é simplesmente pôr-se do lado dos abusadores. Um nojo.

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      • Tiradentes permalink
        18 Julho, 2019 22:38

        ATAV. Vou aproveitar para explicar melhor. Vc nunca ultrapassou nenhuma dificuldade na vida e muito menos se adaptou a tal ponto que se habituou a ler o que não está escrito mas que na sua esquize acaba por chamar de subtexto. Se calhar nunca teve nenhuma dificuldade na vida o que é mais provável. Por-se ao lado das crianças tornando-as coitadinhas em vez de as fazer reagir às contrariedades é um abuso que as tornará ATAV para o resto da vida. Um nojo.

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      • ATAV permalink
        19 Julho, 2019 01:30

        Tiradentes

        Proteger crianças de abusos é torná-las coitadinhas. Você tem sequer noção das javardices que anda a vomitar por aqui?

        Meter-se com os fracos e chamar a isso uma lição de vida é um comportamento típico de um sádico e um cobarde.

        Mas já que decidiu tecer considerações sobre a minha vida pessoal, vou fazer o mesmo sobre si. Dá para ver que você foi maltratado por alguém próximo – sodomizado pelo papá provavelmente – e que descarregou essa frustração em cima de outros. E agora está a tentar racionalizar o seu comportamento de cobardolas e de frustrado para conseguir dormir de consciência tranquila!

        Você é mais um daqueles da categoria do “eu sofri portanto os outros também têm que sofrer”. E o mais engraçado é que defende a Cristina agora mas se estivesse lá quando ela estava a ser vitimizada, você seria o primeiro a brindá-la com maus tratos e aqueles epítetos cruéis!

        Você é um asco de pessoa e coitados daqueles que estão à sua volta. Você não é diferente daqueles muçulmanos fundamentalistas que maltratam as mulheres e perseguem infiéis. A crueldade e a cobardia são iguais!

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      • Tiradentes permalink
        19 Julho, 2019 20:14

        Já viu o que vc leu e a diferença do que eu escrevi? Uma mente perturbada como a sua dá nisso.. Eu escrevi que quer proteger as criancinhas às contrariedades e vc leu abusos. O que vc anda a fazer? a abusar delas é? Ou tem reprimido os seus impulsos? e flagela-se?
        A sua mente está completamente povoada de “abusos”?
        Partindo disto não vale a pena mais qualquer tipo de conversa. Vc é uma pessoa perturbada que um dia destes vai cometer, senão já o fez, os maiores abusos sobre as crianças. Vá se tratar

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      • ATAV permalink
        20 Julho, 2019 00:09

        Tiradentes

        Você é um pulha desonesto que está a tentar desviar a conversa com obnubilações de terceira e defleções de recreio. ” Não sou eu que quero mal às crianças, é você” choraminga cinicamente.

        Mas depois defende que crianças alvo de bullying sejam deixadas à mercê de quem lhes faz mal e insulta aqueles que acham isso uma monstruosidade.

        A Cristina posta uma história de como foi maltratada pelos colegas ao ponto de ir para casa a chorar compulsivamente e não querer voltar à escola. Acha que isto é aceitável? Pelos vistos sim! Afinal é uma oportunidade de superar uma “contrariedade”! Pois fique a saber que estas coisas marcam uma pessoa para a vida! Ela recebeu apoio do pai, mas devia ter sido apoiada por todos os adultos que a rodeavam, incluindo os pais das crianças que a vitimizavam.

        Bem que tentou disfarçar a sua sacanice chamando o bullying de “contrariedade” mas essa treta não cola… Apenas envergonha-se a si próprio porque pensa que isso engana alguém!

        As crianças que sofrem estas coisas são basicamente alvos de uma forma de tortura, não é igual a não ter dinheiro para pagar explicações ou não poder ir ter com os amigos ao fim-de-semana porque têm de ajudar no restaurante dos pais.

        As crianças são cruéis umas com as outras porque são novas demais para terem a noção, mas você é cruel porque acha que os fortes têm o direito de fazerem o que querem aos mais fracos. Simplesmente abjecto!

        “É bom dar oportunidades para as pessoas se superarem” diz você para si mesmo para tentar justificar o prazer doentio que sente ao ver o medo nos olhos dos abusados.

        Você faz-me lembrar aqueles guardas dos campos de concentração que gostavam de estar naquele meio. Ou os membros dos gangs que espancam pessoas no meio da rua porque lhes apetece. Ou então o tipo que vai para a tasca gabar-se que teve de colocar a mulher na linha porque ela não tinha o jantar pronto a horas.

        Vou resumir: você é guiado pelo medo e pelo ódio e existe para fazer mal ao seu semelhante, especialmente se essa pessoa for mais fraca! Você torna o mundo um local pior!

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      • Tiradentes permalink
        20 Julho, 2019 07:23

        Sob risco de agravar o seu estado catatónico vou deixá-lo a falar com espelho. Não o insulto porque na realidade vc é uma pessoa muito doente, e como todos os doentes nessa área, não tem consciência plena do que dizem nem do que são.

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      • ATAV permalink
        20 Julho, 2019 21:04

        Definição do dicionário Português/Tiradentes

        “Doente: Pessoa que defende que as vítimas de abusos têm de ser protegidas, os abusadores devem ser castigados e que o bullying e o racismo são um problema que deve ser resolvido colectivamente e não ser da exclusiva responsabilidade da vítima.”

        Fica aqui registado para gerações posteriores admirarem!

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    • André Silva permalink
      17 Julho, 2019 14:45

      HONRA E RESPEITO

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    • André Silva permalink
      17 Julho, 2019 14:46

      O comentário típico do perfeito atrasado mental. Continua assim que vais bem.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 15:01

        André Silva

        Óptimo, isto é bom sinal! Quem não tem argumentos recorre ao ataque “ad hominem”.

        Eu traduzo para si: Grossaria barata não marca pontos!

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      • Cristina Miranda permalink
        17 Julho, 2019 15:07

        Negativo ATAV. Você é que não t m argumentos pra atacar meu texto e por isso INVENTOU-OS.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 15:38

        Cristina

        Isso que descreveu chama-se “strawman argument”. Se eu quisesse usar esse tipo de ataque optaria por qualquer coisa racial e nunca falaria em subtextos.

        Diria por exemplo que utilizou o Mamadou para apelar aos preconceitos raciais da sua audiência e chamá-la-ia de racista! Seria mais inflamatório e muito mais eficaz.

        Mas não creio que seja esse o caso. Acho que se atirou contra o Mamadou porque ele é do Bloco.

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      • Cristina Miranda permalink
        17 Julho, 2019 17:36

        Oh ATAV vá tomar café. Está a precisar.

        Liked by 2 people

    • André Silva permalink
      17 Julho, 2019 14:48

      O comentário típico de um perfeito atrasado memtal.

      Liked by 2 people

    • André Silva permalink
      17 Julho, 2019 15:12

      Se em lugar de se sentir envergonhado, acha que é bom sinal e sente-se feliz por ser atrasado mental, o problema é seu e diz tudo sobre si.
      Continue então a ser o completo atrasado mental que tem sido, ninguém o impede.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 17:13

        Os seus insultos baratos e ataques soezes uso-os como uma medalha! Mas continuo à espera de algum argumento da sua parte…

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    • 17 Julho, 2019 16:38

      É meu parvo! Só pode ser esquerdalho!

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    • bst permalink
      17 Julho, 2019 17:58

      Não. A boa interpretação é esta: tive contrariedades que me causaram sofrimento durante a escola – quando esta é o primeiro embate com um meio familiar protegido.
      No entanto, a vida engloba estes aspectos e superá-los faz parte do processo de crescimento, que não é fácil.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 20:21

        bst

        Não sei se reparou mas acabou de concordar comigo. Vou pôr por outras palavras o que acabou de dizer:

        “A vida é uma treta, habitua-te e ultrapassa isso tal como os outros”

        O ónus está todo em cima da vítima. Então e os abusadores? Esses podem continuar a abusar alegremente. É por isso que eu acho que quem diz isto está a concordar implicitamente que tudo deve continuar como está.

        Eu acho que o problema está nos abusadores. É sobre eles que devem recair as censuras e isto é um problema da sociedade, não do individuo. Dizer à vitima para se fazer forte é atirá-la aos cães. Alguns hão-de sobreviver e outros não. Antigamente chamava-se a isto darwinismo social e serviu de justificação para muita coisa má.

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    • JgMenos permalink
      18 Julho, 2019 11:32

      Idiota!

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 15:15

        Protector de abusadores!

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  2. joão Cerqueira permalink
    17 Julho, 2019 12:42

    Grande artigo. Parabéns.
    joomcerqueira@gmail.com

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  3. Daniel Ferreira permalink
    17 Julho, 2019 12:56

    Um destes dias tive o azar de ouvir uma notícia qualquer tuga e, a escumalha sempre na senda de proteger os criminosos pois ninguém quer os fora da lei a serem perseguidos senão eles próprios estavam no topo da lista de pessoas para prender, ouvi uma artista qualquer a defender os “ciganos” e dizerem que “era assédio étnico”. Obviamente não quero apostar com ninguém em como tal pessoa tem a sua residência bem longe das pessoas que ela “defende”, mas pergunto o seguinte:

    Alguém se importa de me mostrar onde está escrito exatamente a étnia e/ou raça e/ou descendencia dos PORTUGUESES para que eu possa processar seja quem for quando falar mal de mim ou dos meus?

    Ou será que por acaso todas as “etnias” que não a nossa podem alegar tal coisa e a maior parte da população é literalmente lixo legal?

    Agradeço o esclarecimento. Obrigado

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    • ATAV permalink
      17 Julho, 2019 13:08

      OHHHHHHHHHH! Coitadinho. Realmente não há direito!

      Mas tem boa solução para isso. Pode sempre converter-se à religião daqueles que você chama de “assassinos de Cristo”. Assim deixa de ser ” literalmente lixo legal”

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      • Jornaleco permalink
        17 Julho, 2019 13:23

        Asno, mentiroso e porco @ATAV,
        tira a tua cenoura do cu do teu camarada, idiota.

        Vai cavar terras, porque aqueles que te ensinaram a ser burro, não são melhores que tu.

        Eu tenho o remédio certo para ti, asno.

        Vai cuspir o teu ódio para a Coreia do Norte, ATAV, e deixa os justos em paz, serpente nojenta.

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 13:46

        Jornaleco

        Veio mesmo a calhar!!! Tendo em conta que você também já utilizou o termo “assassinos de Cristo” pode sempre acompanhar o Daniel na ida à sinagoga para a conversão dele.

        E também pode, caso assim o queira, converter-se também para livrar-se do tormento de ser “literalmente lixo legal”.

        Mas, tendo em conta a sua maneira de falar, talvez seja melhor ser uma sinagoga na cidade do Porto. Afinal o pessoal do Porto, como está mais habituado a palavrões, escandaliza-se menos com essa linguagem típica de estádio de futebol.

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      • Daniel Ferreira permalink
        17 Julho, 2019 17:29

        Então, anda a seguir os meus posts?

        Gostar

      • Daniel Ferreira permalink
        17 Julho, 2019 17:31

        Então e em qual dos prédios do imperador das casas por vender é que os hasbaras.pt se reunem??

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      • ATAV permalink
        17 Julho, 2019 17:49

        Daniel Ferreira

        “Então, anda a seguir os meus posts?”

        Nem por isso. Mas o que disse num post anterior foi tão escandaloso que me ficou na memória.

        E a sua diatribe sobre minorias étnicas e religiosas foi a oportunidade perfeita para lhe largar umas valentes chibatadas usando a sua própria retórica demente.

        Simplesmente não gosto de si porque hoje está a mandar vir com os judeus mas amanhã virá atrás de mim e da minha família.

        “Então e em qual dos prédios do imperador das casas por vender é que os hasbaras.pt se reunem??”

        Lamento mas não sou um “assassino de cristo” nem tenho qualquer ligação ao estado de Isra… quero dizer AssassinodeCristolândia.

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  4. Expatriado permalink
    17 Julho, 2019 14:53

    Entretanto, nos serviços consulares da embaixada de Portugal em Teerão, foram suspensos os vistos de entrada em Portugal a cidadãos iranianos. Diz o MNE que é por haver problemas com o funcionamento do consulado…

    Aposto que estavam só a dar vistos a… “turistas”.

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  5. André Silva permalink
    17 Julho, 2019 15:17

    Cristina Miranda,
    O HONRA E RESPEITO que escrevi acima é para si. Por todos os extraordinários artigos que tem publicado.
    Esqueça os deficientes mentais como o ATAV que notoriamente sofre de um atrasado mental atávico. Mas a culpa não é dele, é dos pais. Se à época o aborto já fosse legal, agora todos seríamos poupadas a esse estupor moral…
    Enfim, esqueça que ele não vale nem um cabelo dos seus.

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  6. Luís Lavoura permalink
    17 Julho, 2019 15:29

    um argumento para desculpabilizar a inércia de alguns indivíduos na luta por objectivos e assim culpabilizar a sociedade pelos seus fracassos

    Disparate.

    Lá por a Cristina ter, aparentemente, uma personalidade forte e que resiste aos ataques, não pode exigir que todas as pessoas tenham essa mesma personalidade nem pode desculpabilizar os ataques.

    Por exemplo, se a Cristina se tivesse deixado derrotar pelos ataques dos seus colegas canadianos, teria todo o direito de acusar esses seus colegas pela sua derrota. Porque, de facto, eles foram culpados por a terem tratado mal.

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    • Cristina Miranda permalink
      17 Julho, 2019 17:45

      Negativo Luís. A vida é feita de adversidades de todo o tipo. Culpa-las dos nossos fracassos é de quem não faz pela vida. O q passei não passa de uma adversidade da vida assim como tive tantas tantas outras. Há dois tipos de gente independentemente da sua raça: as q batalham e as q se lamentam. É isto que faz uns superar e outros não. Não é uma questão de cor.

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  7. p D s permalink
    17 Julho, 2019 16:44

    Cristina,
    respeitando tudo o q relata e as experiências que passou, li o seu texto, e tenho que lhe dizer isto:

    — o facto de terem sobrevivido pessoas a auschwitz…não torna aceitável o q lá se passou.

    Nem é aceitável transformar as situações q relata em “algo normal”.

    Se a solução são “quotas obrigatórias” ou não,
    isso é já outra conversa – q julgo até desligada da sua história pessoal.

    Se o Racismo existe de facto, ainda vem que existem Mamadous que o combatem – pois é um preconceito que não deveria existir.

    Não confunda as “quotas” – sejam do Racismo, seja do Feminismo, seja do que for – e a sua eventual inutilidade….com os problemas que pretender resolver –> que esses sim, com “quotas” ou sem elas, existem de facto…

    …e causam diariamente em alguns “dos outros” precisamente todas as injustiças que a Cristina viveu e aqui relatou.

    ( e que passados anos, mesmo tendo a Cristuna seguido em frente com sucesso, continuam a marcar a sua vivência, e continuam a ser descritas por si com veemência e emoção )

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  8. Zé Manel Tonto permalink
    17 Julho, 2019 16:47

    O racismo é feio, per se, mas é um mecanismo de defesa muito útil.
    Uma zebra, se vê uma leoa na savana, foge. A leoa pode ter acabado de comer, ter a barriga cheia, e estar mais interessada numa sesta. Mas a zebra não quer saber, e foge na mesma.

    Eu tenho amigos pretos e mouros. Mas são casos individuais de pessoas que sei com o que posso contar.
    Se eu vivo num país como o Reino Unido, em que 70% dos esfaqueamentos são feitos por não brancos (que são apenas 13% da população), onde 4% da população (mouros) são 13% da população prisional, e 33% da população prisional na alta-segurança, não quero viver ao pé deles, e sou extremamente cuidadoso quando há concentrações de elementos destes grupos.

    É racismo não querer viver ao pé deles? Talvez seja, mas se me vou colocar num sítio habitado por pessoas cuja criminalidade 5 a 10 vezes superior ao seu peso na população, só posso ser parvo.

    Se estivermos a falar de uma situação profissional ou social, em que um indivíduo me é apresentado, aí posso avaliar o indivíduo, independentemente da origem. E aí, quem choraminga que é por ser desta ou daquela cor (ou sexo) que não consegue o lugar, não tem ponta de razão.

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  9. 17 Julho, 2019 16:47

    Está nesta discussão um exemplo claro da estupidez que é o “multilateralismo” e o “multiculturalismo” estamos até agora aqui: a autora, bem haja a sua inspiração, e 7 portugueses convictos que podiam ter dito algumas coisas interessantes sobre o tema. Aparecem um parvalhão (ATAVico) e monopoliza a conversa. É por isso que hei-de regozijar-me com a censura e expulsão destes imbecis numa Ditadura Nacional.

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    • ATAV permalink
      17 Julho, 2019 22:39

      Jorge.

      Só agora reparei que decidiu dirigir-se à minha pessoa. Vejo que finalmente se apresenta perante a malta como um apoiante indefectível do Salazar e da ditadura. Óptimo, como um apoiante da transparência prefiro que esteja tudo em pratos limpos e que os monstros sejam bem visíveis.

      “Monopolizar” a conversa neste caso significa acrescentar outro ponto de vista. Um ponto de vista que as pessoas que por aqui andam não gostam.

      Vejo também que não topou a ironia de um salazarista chamar outra pessoa que não gosta do Salazar de atávico. Enfim, o que se há de fazer?

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  10. Artista português permalink
    17 Julho, 2019 19:12

    Vou escrever isto pela segunda vez pois da primeira não resultou publicação: atão vá! Curioso também nesta carta é o facto de ter sido já em consulado socratino (ou será só cretino?) que o processo de demolição do prédio Coutinho foi iniciado. Ao mesmo tempo foi deixado incólume um prédio de natureza idêntica, por sinal projectado por um tal arquitecto Pinto de Sousa. Por que seria?

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  11. EMS permalink
    17 Julho, 2019 19:15

    A Cristina não sofreu racismo, mas sim de bulling dos outros miúdos.
    Se tivesse sido realmente racismo provavelmente tambem teria sido vitima por parte de professores que não iriam querer perder o seu tempo com “inassimilaveis”.

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    • Cristina Miranda permalink
      17 Julho, 2019 20:49

      Negativo EMS. Foi racismo dos miúdos, sim. Por eu ser estrangeira. A que se seguiu bullying.

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      • EMS permalink
        17 Julho, 2019 23:46

        Cristina, se não sentiu o mesmo trato por parte dos adultos então foi mesmo bullying.
        Os miudos são terriveis com todos os que estejam um pouco fora das normas. Que o diga eu que era o gordinho caixa d’oculos até chegar à adolescência. Não há miopiofobia, que eu saiba.

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      • Cristina Miranda permalink
        18 Julho, 2019 08:46

        o meu mundo à época era de criança. não tinha idade nem maturidade para avaliar adultos. hoje claramente já teria. eu não convivia com adultos a não ser meus pais e amigos de meus pais portugueses.

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  12. 17 Julho, 2019 20:04

    A Senhora Cristina escreveu que viveu “cenas” (este termo é meu) mesmo sendo branca. Por mim não é branca, nem preta, nem verde, nem cor nenhuma. É simplesmente a Cristina Miranda.

    Quanto ao Mamadeira Bá, ele e o Atávico, são o mesmo e só há mamadeira se houver racismo, senão a SOS Fascismo tinha que fechar por falta de clientela.

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    • ATAV permalink
      17 Julho, 2019 21:25

      Filipe “não racista” Costa

      Então como tem passado?

      “Quanto ao Mamadeira Bá, ele e o Atávico, são o mesmo e só há mamadeira se houver racismo, senão a SOS Fascismo tinha que fechar por falta de clientela.”

      Ah! Vejo que continua a dizer coisas “não racistas”.

      Já agora, não me disse uma vez que era judeu e que nunca tinha sido alvo de racismo?

      Então é melhor não olhar para as intervenções dos do Jornaleco (13h15) e do Daniel Ferreira (11h39) no post “portanto a senhora de agora em diante vai ser socialista” aqui mesmo nesta casa!

      P.S. Não é o primeiro que tenta fazer o trocadilho do meu nick com atavismo. Mas dou-lhe o ponto na mesma porque foi bem encaixado! Mas o mais engraçado é que você chama isso a alguém que não é um saudosista do estado novo num local que está cheio deles!

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 12:27

        ATAV, causaria tristeza a sua “linha” caso não tivéssemos todos o direito de escolha. Não vale a pena desperdiçar raciocínio sobre aquilo que é claro como água. Mas, não consigo deixar de sentir um pouco de tristeza por si… Sinceramente espero que melhore!

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 13:04

        R. Cardoso

        Sente-se triste pela minha linha? Sim, é óbvio defender que as vítimas devem ser protegidas e os agressores delas devem ser punidos em vez de se deixar os mais fracos à mercê dos caprichos dos mais fortes é uma autêntica desgraça!

        Onde é que será este país vai parar seguindo esta “linha”?!!?? O horror… o horror…

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 13:31

        ATAV, não entendeu mesmo onde quis chegar… Ou não deseja entender (eventualmente por causa de uma qualquer agenda?!) Bom senso, princípios e valores: isso é o que este país realmente precisa!

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      • 18 Julho, 2019 13:36

        ATAVico … esse “O horror… o horror…” é a segunda vez esta semana que diz coisas que me fazem achar que você é Maçon …..

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 13:39

        “Bom senso, princípios e valores: isso é o que este país realmente precisa!”

        Aparentemente querer proteger os mais fracos não é nada disto! OK. Entendi!

        Pergunta: na sua opinião havia mais “Bom senso, princípios e valores” no Estado Novo do que agora?

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      • 18 Julho, 2019 13:47

        ATAVico: sim, muito mais! No Estado Novo não havia tolerância para ministro e funcionários públicos corruptos. O que se dizia era o que se pretendia. Os impostos eram baixos porque o estado era “magro” e não precisava de “engarda pelos impostos” para sustentar uma classe de políticos e caciques afins. Porque no Estado novo havia uma Ditadura e não uma por concelho, porque no Estado Novo não havia tolerância para disparates e dislates sem que a evolução social fosse pensada e aceite. Porque o Primeiro Ministro era sério. Por fim porque comerciantes e empresas trabalhavam em ambiente seguro e constante sem estar à mercê dos financeiros.

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 14:30

        Sim, havia! Tão simples quanto isso! Por isso, se o ATAV se queixa do Estado Novo verá que muito mais terá para se queixar destas últimas décadas de “liberdade” e destes nossos “libertadores”! E coloque queixar nisso!!!

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 14:49

        Jorge

        “ATAVico … esse “O horror… o horror…” é a segunda vez esta semana que diz coisas que me fazem achar que você é Maçon ….._”

        Não sou. É uma referência ao Apocalypse Now. Qual foi a outra coisa que o fez pensar isso?

        A sério? Continua sem perceber a ironia de um salazarista chamar atávico a alguém que não gosta desse regime? Ou é alguma forma de projecção do género ” eu não sou salazarista, ele é que é”?

        Essa abordagem não funciona quando se escrevem panegíricos enormes sobre esse regime ou quando anda a escrever viva Salazar. Não sabia isso?

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 15:07

        Jorge e R. Cardoso

        R. Cardoso
        Digo-lhe o mesmo que disse ao Jorge quando ele assumiu a suas cores politicas: o que você defende é a cultura do respeitinho, as perseguições politicas, a tortura e a censura. Chamar a isto valores ou princípios é uma perversão destes termos.

        Outra coisa que havia no estado novo e que vocês desejam ardentemente que regresse era aquela oligarquia consanguínea até aos cabelos que fazia o que queria e que quando o resto do pessoal não gostava, telefonava ao “Dr Salazar” para que ele pusesse a ralé na ordem.

        Mas não havia corrupção, cunhas ou amiguismo dizem vocês à espera de enganar uns incautos. Havia bastante, a censura é que impedia a publicação nos meios de comunicação.

        Outra coisa. Os impostos eram baixos porque o estado social era incipiente. Menos estado social significa muito mais pobreza. É tão simples quanto isso.

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 15:16

        ATAV,
        A diferença de opiniões, pontos de vista e afins é de facto importante pois, sendo construtiva, auxilia a criar condições para poderem ocorrer mudanças/evolução (nem que seja somente nos intervenientes – o que já é positivo). Deste modo, respeito o seu ponto de vista e já tirei as conclusões pertinentes para mim. Espero que o possa ter também feito. Obrigado por esta troca de opiniões!

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      • ATAV permalink
        18 Julho, 2019 15:29

        R. Cardoso

        E agradeço-lhe também que tenha optado por manter a boa educação e pelo trato correcto durante a nossa troca de impressões. Não estava à espera disso num lugar como este! Cumprimentos.

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 16:43

        ATAV,
        Não tem de quê!
        Cumprimentos.

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  13. José Monteiro permalink
    17 Julho, 2019 21:24

    Bravo. Congratulations Mrs Cristina.

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  14. Expatriado permalink
    18 Julho, 2019 13:51

    Vai haver “comoção” com este artigo de opinião?

    https://observador.pt/opiniao/a-universidade-e-a-raca/

    Já estou sentadinho à espera…

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    • R. Cardoso permalink
      18 Julho, 2019 14:36

      Possivelmente nem por isso pois, o que apresenta esse autor está inserido na “liberdade de expressão” dos dias de hoje. Tudo o que o contrarie (por muito bem que seja) será inevitavelmente visto como “racista, xenófobo, etc.” – Para alguns dos “abrileiros” cá do sítio: viva a liberdade, ãh?!

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      • Expatriado permalink
        18 Julho, 2019 15:26

        Pois assim será. Esperemos que os trolls que andam por aqui apareçam a justificar o que o complexado autor do artigo diz…

        Ou será que vão, como fazem com a Dra. Bonifácio, fazer uma acusação de, este sim, evidente racismo?

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      • R. Cardoso permalink
        18 Julho, 2019 20:31

        Claro que não! Convém à agenda desses “mancebos”! Caso contrário, só tenho a dizer: “lol”!

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  15. Bolinha permalink
    18 Julho, 2019 14:31

    Gosto da foto,naturalíssima. Este juízo agora já de nada lhe vale,passados esses tempos de segregação na escola,da parte dos colegas. Conheci situações parecidas em que um professor acabou por intervir censurando e admoestando os abusadores.Sendo certo que a luta pela autodefesa é fundamental no crescimento de cada um é também preciso que a sociedade intervenha nos casos graves.Gosto dos seus artigos.

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  16. Leunam permalink
    19 Julho, 2019 01:43

    Cristina:
    Parabéns.
    Muitas crianças são instintivamente cruéis pois desconhecem os limites impostos pela Moral.
    Quanto a esse atav, parece-me que fala de cor. Não viveu a época que abomina e fala pelo que ouviu dizer. “shame of you” papagaio sem rabo!

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    • ATAV permalink
      19 Julho, 2019 02:00

      “Quanto a esse atav, parece-me que fala de cor. Não viveu a época que abomina e fala pelo que ouviu dizer. “shame of you” papagaio sem rabo!”

      Corolário: Só que passou pelo gulag ou por Auschwitz é que pode dizer mal daquilo! Senão são papagaios sem rabo. O mesmo para a escravatura ou da vida actual na Venezuela! Quem sabe se não é como ir ao ginásio ou passar tempo num campo de férias?

      Continue utilizar argumentos estúpidos deste calibre enquanto escreve moral com “M” maiúsculo. “No, shame on you” por fazer figuras de urso deste género!

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      • Cristina Miranda permalink
        19 Julho, 2019 08:33

        ATAV pela última vez porque não estou pra gastar mais tempo com gente desonesta, a mensagem do texto é: a discriminação e racismo não tem cor. eu memso sendo branca fui vitima dela. Perante a adversidade optei por reagir a ela em vez de me vitimizar. A vitimização PELA COR é um pretexto para não lutar porque todos os que se fazem à vida independentemente das adversidades, conquistam seu lugar na sociedade. Portugal não é racista e os Mamadous sabem disso por isso têm uma agenda de instigação ao ódio para provocar esse sentimento nas pessoas em vez de as ajudar REALMENTE a ultrapassar as adversidades. PONTO!

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      • ATAV permalink
        19 Julho, 2019 10:51

        Cristina

        “Perante a adversidade optei por reagir a ela em vez de me vitimizar.”

        A vítima que se desenrasque sozinha! Nem uma palavrinha singela sobre como acabar com as agressões ou punir agressores para prevenir mais abusos. Aliás até tenta negar que a existência deles em Portugal nas últimas décadas!

        E faz isso porque concorda implicitamente que os abusos devem continuar e uma parte da sua audiência concorda consigo! Isso explica a virulência dos ataques deles!

        É curioso mas no meio de tanta coisa que foi escrita a Cristina continua sem dizer uma coisa deste género: “Apesar de eu achar que as pessoas devem fazer pela vida quando encontram adversidades, as vítimas devem ser sempre protegidas e o forte a abusar do fraco é simplesmente intolerável numa sociedade decente”.

        Isto é bastante revelador! Lá voltamos sempre à apologia do “eu sofri portanto os outros também têm que sofrer” não é?

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    • Cristina Miranda permalink
      19 Julho, 2019 08:12

      Pior: o ATAV teima em fazer uma interpretação PESSOAL de um texto escrito por outros. Teima em impingir à força toda ESSA interpretação subjectiva completamnete distorcida da real mensagem da autora. É um ser intelectualmente desonesto.

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      • ATAV permalink
        19 Julho, 2019 11:20

        Quer exemplos de desonestidade intelectual?

        “Portugal não é racista. Dá oportunidade a todos para lutar pelo que desejam. Está na Constituição Portuguesa e qualquer vítima pode recorrer à justiça para fazer valer seus direitos.(…)
        Por isso parem lá com as narrativas falsas de criação à força de racismo só para justificar emprego às associações que em vez de lutar contra ele, o promove, o instiga e fomenta.”

        Chama-se a isto negação da vítima! Significa tentar esconder a existência de abusos e, por essa via, apoiar os abusadores.

        “A cor da pele, as orientações sexuais e etnias até já são vantagem em detrimento de quem como eu é apenas e somente gente comum.”

        Aqui está a vitimizar-se ou seja anda a fazer aquilo que acusa o Mamadou de fazer! Ao dizer que a verdadeira vítima é você está fazer uma coisa chamada de projecção. E como também andou a dizer que as vitimas não devem lamuriar-se é igualmente culpada de uma hipocrisia de fazer estalar o esmalte dos dentes de quem lê estas coisas.

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  17. 19 Julho, 2019 10:31

    Atavismo é uma característica genética que se herda dos antepassados. ATAV é um mal genético da politica portuguesa que herdamos dos liberais de 1822 e que foram ostracizados após o glorioso 28 de Maio de 1926.

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    • Jornaleco permalink
      19 Julho, 2019 10:59

      A fábrica para produzir esses tal camelos (liberais assassinos de 1822) foi fundada em 1802 em Lisboa: a tal loja (igreja) da maçonaria, por um espião malvado inglês, em nome dos canalhas da Escócia.

      O António Vitorino é membro desse grupo pornográfico e incestuosos. E muitos outros.

      Mas a denominação engana. Eles são tudo, mas não liberais. Quem mata, engana, rouba, é o quê?

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    • ATAV permalink
      19 Julho, 2019 11:01

      Ah! Finalmente decidiu ir ao dicionário. A definição está certa mas o contexto utilizado parece-me espúrio. Actualmente atavismo é mais usado para descrever os apoiantes do salazarismo ou as características do Estado Novo (tipo o corporativismo).

      O Vital Moreira exemplifica no artigo de opinião dele “Atavismo anticoncorrencial”

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      • 19 Julho, 2019 16:23

        Via-se logo que tipo de esquerdalha ia usar para dar peso aos seus argumentos! Estamos conversados! Que acha Jornaleco? Ignoramos esta múmia paralítica Leninista?

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      • ATAV permalink
        20 Julho, 2019 00:24

        Jorge

        A inclinação politica do homem não é para aqui chamada! Por acaso até tenho tendência a não concordar com as opções politicas dele. Não sou um fã da Terceira Via ou do ordoliberalismo alemão…

        Referi-o porque ele escreve muito bem e tem um enorme domínio da língua Portuguesa. Passe pelo blog dele e verifique pessoalmente se estiver para aí virado!

        Esta “múmia paralítica Leninista” votou PSD nas últimas legislativas e já votou no CDS e no PS. Mas nunca votou no Bloco ou na CDU nem pretende vir a fazê-lo

        Entenda isto como quiser…

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  18. ATAV permalink
    19 Julho, 2019 11:49

    Cristina

    Como tenho outras coisas para fazer do que andar por aqui termino com estes dois pensamentos.

    Primeiro – A Cristina criou um local neste canto da internet onde alguém dizer que as vitimas/crianças devem ser protegidas dos abusos é uma ideia polémica – uso este termo como um eufemismo – e isso é uma nódoa na sua alma!

    Segundo – Apesar de eu lhe ter chegado a roupa ao pelo múltiplas vezes, a Cristina aguentou-se e não mandou os meus comentários para moderação. Eu respeito isso! Faz de si uma pessoa com muito mais estaleca que muitos “liberais” por aí.

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    • 19 Julho, 2019 16:23

      Não lhe responda Cristina esta gentelha de baixo nível não merece!

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      • ATAV permalink
        20 Julho, 2019 00:28

        Então Jorge? Ao menos dê-se ao trabalho de escrever correctamente. É o mínimo exigível… Não consta que o Salazar gostasse de erros gramaticais.

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