parabéns ao artista
Aí há uns dias, escrevi que, em Inglaterra, pelo menos desde 1688, quem se mete com o Parlamento não costuma ter vida política longa. A maioria dos comentadores discordou da coisa. Ontem, o Parlamento inglês começou a explicar a Johnson, e a esses comentadores também, por que é que a Inglaterra é a democracia parlamentar mais antiga do mundo. E a explicação poderá ser particularmente severa para o primeiro-ministro em funções: porque Johnson verá a sua golpada de controlar o Parlamento a partir do executivo sair-lhe pela culatra; porque se arrisca a fazer do inenarrável Corbyn um líder da oposição credível e moderado, quem sabe, até primeiro-ministro; e ainda porque será ele o responsável pela marcação de um novo referendo ao Brexit, que é isso que serão as eleições parlamentares antecipadas que parecem inevitáveis. De brinde ainda poderá ver o «seu» Partido Conservador, que ele já tinha minado na sabotagem a Theresa May, completamente desfeito, com demissões e expulsões em catadupa. Está, por tudo isto, de parabéns.

A golpada não será de quem quer misturar o poder legislativo com o executivo ? De quem quer adiamentos sem objetivo, para não confessar o objetivo de cancelamento ?
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Mas o poder executivo está necessariamente “misturado” com o legislativo, porque, em sistema de governo parlamentar, como é o caso, este tem por principal missão constitucional controlar o primeiro, que, de resto, emana dele, e só subsiste enquanto ele quiser.
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A ver vamos,
como diz o cego.
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Não se discordou “da coisa”, mas do histerismo do post – que, aliás, não foi corroborado, mas totalmente contrariado pelo que está a acontecer agora – a imposição, pelo Parlamento ao Governo, da ordem natural “da coisa” (ao menos desde Cromwell). Ah, e aos tontinhos dos referendos (curiosamente, aqueles que fogem de outro referendo como o diabo foge da cruz) fica a lição que, na tradição britânica, os deputados são soberanos, não são propriedade dos partidos, nem dos eleitores, nem reféns das listas e das subvenções vitalícias como os labregos cúpidos aqui da parvónia.
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“os deputados são soberanos, não são propriedade […] dos eleitores”
E isso é bom?
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Se, como sucede no Reino Unido, os deputados forem seres independentes, produto da sociedade civil, “primus inter pares” – e não pessoas que aos 12 anos decidiram (ou os pais decidiram por eles) que iam viver a mamar da teta pública, mais os respectivos cônjuges, cunhados, genros, noras, sobrinhos e primos, como sucede por cá – é excelente. Hei-de sempre presumir (até indício em contrário) que pessoas que sabem mais do que eu sobre um determinado assunto, decidirão melhor que eu.
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Não é bom, é excelente!
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Deixa cá ver se eu percebo (devo ser estúpido):
Um deputado cagar de alto para os eleitores porque é, de alguma forma, “superior”, é bom? Quem é que define a preparação? Há teste de QI antes de se poder candidatar? Como é?
Supondo que existe um círculo eleitoral que votou 60% a favor do Brexit, é aceitável que o deputado eleito por esse círculo faça todos os possíveis para impedir o Brexit? Porque é um iluminado muito mais inteligente que a plebe?
“Hei-de sempre presumir (até indício em contrário) que pessoas que sabem mais do que eu sobre um determinado assunto, decidirão melhor que eu.”
Isso é simplesmente uma patetice. Como é que se define quem sabe mais?
O Galamba e uma das Mortágua não têm estudos superiores em economia? Eu não tenho. Mas sei que eles não vão decidir o que é melhor para mim.
Os deputados decidem sobre assuntos para os quais não têm qualquer preparação. É muito bonito ter como ministro das finanças do Reino Unido um fulano que trabalhou na banca. Mas o mesmo homem até há um mês era ministro da administração interna. Que porra é que um banqueiro sabe de polícias? Nada, mas decidia.
Acabe-se com as eleições. Faz-se um teste de inteligência a toda a população, e os x mais inteligentes vão servir de deputados durante uma legislatura. Os 30 melhores formam governo.
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Parlamentarismo é tido por Rui A. como finalidade ou como meio da democracia?
No meu entender é um instrumento político (democrático) e, como tal, se não cumpre a decisão que a maioria do povo tomou em referendo (a saída da UE), não apresenta a legitimidade que agora o Rui A. e outros lhe atribuem.
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No caso, é um sistema de governo, com regras constitucionais.
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Artigo 50 do Tratado de Lisboa.
O Rui há-de sabê-lo de cor e todos os portugueses se pronunciaram acerca dele e estão agora a ser entrevistados nas ruas pelos jornalistas a perguntarem-lhes precisamente isso- o que diz o artigo 50 do Tratado de Lisboa?
Quem assinou democraticamente isso e quem foram os democratas que por cá exigiram que o povo tivesse uma palavra acerca disso ou, no mínimo dos mínimos isso fosse contado e alertado e debatido em toda a parte?
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Zazie, o artigo em causa é um bálsamo anti-federalista na UE. Como deve saber, no modelo de estado federal o direito de secessão é inexistente, e era isso que sucedia até à consagração desse artigo: não havia, nos tratados, qualquer menção à possibilidade de um estado-membro abandonar a UE, menos ainda qq princípio de procedimento para isso acontecer. Por isso, o artigo 50º introduz um crivo no espírito federalista da UE, inédito até então.
Sobre a questão democrática da UE, sem dúvida que a integração das soberanias nacionais não foi referendada em inúmeros estados-membros, e isso retira-lhe alguma legitimidade democrática. Mas, fazendo de advogado do diabo, quantas leis fulcrais para as nossas vidas, que são promulgadas pelos órgãos de soberania dos estados, são do conhecimento e merecem o consentimento prévio dos seus destinatários? Não é necessário responder, pois não? Donde, a chamada – bem ou mal – democracia representativa tanto serve para legislar em nome do povo, como, em nome dele, celebrar e ratificar tratados.
Por último, o que está aqui em causa, no que tenho escrito, é exclusivamente o sistema constitucional inglês e não o Brexit. Sobre este não tenho posição, desde logo porque não sou “súbdito de S. Majestade” e acho que para a UE é irrelevante que o RU fique ou saia.
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Rui: o que está em causa é o cumprimento de um referendo feito na Inglaterra e a UE que não quer deixar, fazendo-os pagar preço demasiado alto, como aviso para os que pudessem fazer o mesmo a seguir
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Cumpra-se o referendo que mandou a União Europeia à merda!
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São os parlamentares contra o Brexit que descredibilizam e sabotam a reputação do próprio Parlamento.
O referendo é um voto particular, especifico logo muito mais valido que um voto menos especifico que se faz nas eleições legislativas.
Que o Parlamento não respeita.
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Isso é o mínimo dos mínimos que entra pelos olhos dentro.
O resto é muito mais que isso.
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Cara Zazie:
Na sua resposta ao prezado Rui sobre o artº 50, acima, pergunta:
– Quem assinou….
Eu respondo-lhe: as mesmas alimárias que assinaram o aborto gráfico; é só olhar para a 3ª linha do nº 2, e ver a conjugação do primeiro verbo; conclusão: o fruto podre nunca cai longe da árvore doente (moribunda, acrescento eu).
Nota – A opção “Responder” não está activa no seu comentário em causa.
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O aborto horto-gráfico foi parido pelas artes aventaleiras. Em França os aventaleiros também andam a tentar mudar a língua. Há uns anos as mimosas e frágeis flores de estufa aventaleiras decidiram que se a Merkel não queria pagar as tenças então o melhor seria um Quinto Império com o Brasil do Lula. Isto vai lá por pequenos passos… felizmento aconteceu algo com que não contavam e o Bolsonaro venceu, e os planos saíram furados. A conversa da «livre circulação» com a CPLP que anda por aí saída do PS não é nada inocente, tal como este aborto horto-gráfico, abram os olhos!
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é, não é? O Corbyn comuna é que as tinha no papo por acordo e a Inglaterra com esse regredia a tempos anteriores à Tatcher
Este fez e está a fazer o que tem de ser feito. E a raínha deu consentimento pq usar o parlamento para truques de empata e joguinhos de poder, é o que todos os outros têm andado a fazer e querem fazer mais, sem a responsabilidade de serem governantes.
Este é governante. Faz o que compete a um que lidera o barco.
Que se lixe!
Tem-no no sítio e os basbaques agarrados à palavra “democracia” agora ficam com ela engasgada na garganta e nem sabem o que fazer.
Os ratos fogem; os oportunistas queriam aproveitar mais joguinhos de alianças e este tira-lhes o tapete debaixo dos pés.
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Na realidade esta manobra até poderá favorecer o Boris. Isto porque o voto contra ele estará dividido por vários partidos, pelo Labour, Liberais, Verdes, e partidos regionais como o SNP da Escócia. Só há uma forma de vencer Boris, fazendo uma coligação entre os Liberais, o Labour e os Verdes, e dificilmente tal acontecerá com Corbyn à frente do Labour. Portanto, olhando para as sondagens, que metem os Conservadores com 30 a 35% das intenções de voto, Boris arrisca-se a ter uma maioria se houver eleições em Outubo, devido à fragmentação da oposição.
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Acredito que vai ter. Se nós estamos tão fartos de Bruxelas a querer evitar o Brexit como do Aborto Ortográfico, imagem eles que não estão habituados a parlamentos de empata … f …
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Existe contudo um argumento forte a favor de um novo referendo. Que se pergunte se querem ficar no mercado único, o Espaço Económico Europeu, como a Noruega ou a Islândia. Existem pontos que até podem ser negociados no tratado. Penso que um referendo sobre a manutenção do mercado único seria ganho confortavelmente se houvesse renegociação de alguns pontos e ficaria resolvido o problema da fronteira da Irlanda do Norte.
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Acho que o que faria sentido era um referendo a duas voltas (ou com voto preferencial, o que vai dar ao mesmo) com 3 perguntas (sair totalmente, sair mas com uma espécie de mercado único – eventualmente tendo como modelo o acordo que o governo May fez- e não sair) .
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Pode-se perguntar porquê por também o “não sair” a votação se o povo já votou para sair; mas pode haver pessoas que achem que, para sair de determinada maneira, mais vale não sair (p.ex., se a saída for o Reino Unido continuar a seguir os regulamentos da UE mas sem ter votos nele, pode haver brexiters que achem que isso ainda é pior que permanecer na UE).
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Concordo. O problema do acordo da May é que exclui a principal exportação do país, os serviços. O melhor para ambas as partes é garantir que todos os sectores são abrangidos e isso só é possível fazendo parte do mercado único como a Noruega ou tendo um acordo de participação como a Suíça.
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Ou seja vocês querem outro referendo porque este não deu o resultado certo.
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O novo referendo seria sobre os termos de saída. Existem várias hipóteses para sair da União, permanecendo no mercado único (EEA), com acordo comercial ao estilo do Canadá ou sem qualquer acordo imediato. Recordo que na campanha praticamente não se falou de hard brexit. Foi prometido que o país continuaria a ter total adesão ao mercado único, apenas abandonaria o projecto político. A promessa eleitoral não será honrada com a saída sem acordo.
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Pensa no que escreveu? assumindo boa fé.
Isso é o mesmo que votar: Só queremos sair se a UE nos deixar.
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O acordo, se o houver, não será o que o Reino Unido quiser mas o que for negociado com a União.
Porém, o que parece querer parte do eleitorado da Grã-Bretanha é ter vantagens e nada de compromissos. Aliás, como sempre fizeram antes de estarem na União Europeia.
Parceiros desses não fazem falta à Europa.
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Não foi bem o que escrevi, mas não sabem fazer traduções…
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Nem mais, Luck
O novo referendo que dizem que agora se tinha de fazer tinha de ser assim mesmo básico para toda a gente perceber.
Duas perguntas
1- O RU deve sair da UE
2- O RU só deve sair da UE se a UE deixar.
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A proposta do Miguel Madeira é democaca à Costa e Pinócrates, como no referendo do aborto.
Assim- Ok, Há votaram a favor de sair e o governo ainda não conseguiu fazer cumprir o resultado do referendo. Portanto:
Agora vão votar novamente com mais perguntas:
1- Afinal não querem sair
2- De que modo é que querem sair- resposta 1 a 1 de todos os que têm nacionalidade britânica.
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Lapso: Há 3 anos votaram a favor de sair… etc, etc,
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Acho que o Miguel Madeira tem razão: seria necessário um segundo referendo (mais exatamente, um referendo a duas voltas, como nas eleições presidenciais portuguesas), para o povo decidir se quer ficar na UE, se quer sair da UE sem acordo, ou se quer sair da UE com o acordo negociado por May.
Isso é que seria democrático, e evitaria todos estes problemas. Em vez de ser o governo ou o parlamento a decidir, seria o povo.
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E depois a 3 voltas. E, se for preciso, pede-se ao super-homem para rodar a terra para trás e voltarem a 3 anos atrás e incluírem essas alternativas todas no Referendo.
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Democracia directa foi o Referendo. Democracia parlamentar é que permite cumprir o resultado de uma democracia directa por Referendo.
É isto que está em causa. Sendo que quem tem de cumprir é quem governa, não é quem parlamentar leis para adiar, impedir, alterar, jogar cartadas partidárias, etc, etc, etc,
Sendo ainda que o acordo da May foi rejeitado pelo Parlamento e ela própria demitida do governo. Por não considerarem capaz de fazer valer os interesses superiores da Nação e ter acordo com a UE que era demasiado mau para todo o RU.
Não houve golpe de Estado por isso, pois não?
O que continua a haver é coisa de governo e legislação parlamentar e votação parlamentar, dentro das regras de Direito.
Para aparecer agora uma Democracia Directa acima da Parlamentar, era mesmo preciso fazerem o que v..s os comunas adoram- revolução por armas e golpe de Estado.
O Corbyn usa a foiçe e o martelo e não é por pancas hippies.
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O Rui A. poderia refletir sobre o facto de toda esta confusão ser, em boa parte, causada pelo sistema de voto em círculos uninominais de que ele tanto gosta.
Se o sistema de voto britânico fosse o usual noutros países europeus, haveria um partido conservador pró-Brexit, um partido conservador anti-Brexit, um partido trabalhista pró-Brexit, e um partido trabalhista anti-Brexit. Esses partidos poderiam coligar-se para formar um governo que tivesse maioria parlamentar e que tivesse uma posição clara sobre o Brexit.
Como o sistema eleitoral britânico é o que é, os principais partidos políticos não têm uma posição bem definida sobre o Brexit, e é isso que leva ao atual impasse.
Temos portanto no Brexit um claro argumento contra o sistema de voto em círculos uninominais de que o Rui A. tanto gosta.
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Felizmente para UK que tm círculos uninominais. Se não eram uma democracia cocha e deslavada como a nossa, completamente rendida aos partidos.
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Pois é Rui. A lição que o Boris está a levar é tal, que ele até já ameaça com eleições antecipadas e os Trabalhistas não estão a achar piada nenhuma.
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Eu se fosse o Corbyn também estava cagado.
Nas grandes cidades (sobretudo Londres), onde não querem saber de referendo para nada, querem ficar na UE seja de que maneira for, o Labour não tem por onde crescer, já tem os deputados quase todos que consegue arrebanhar.
No Norte de Inglaterra, onde o Labour tem muitos deputados, são ferozmente a favor do Brexit, e não devem estar a achar piada à brincadeira (votarão Brexit party?)
Na Escócia o Labour já não existe.
Não admira que fuja de eleições, e tem razão o Boris, deve ser a primeira vez que um líder da oposição tem hipótese de o governo cair e ir a eleições, e rejeita.
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Decerto não ouviram o Res-Mog: um dos mais brilhantes parlamentares! O UK é uma democracia parlamentar e não uma democracia directa. O referendo foi um acto de democracia directa apoiado pelo parlamento e o parlamento emana do voto popular.
Já passaram 3 anos e uma vontade do Povo vem sendo sucessivamente negada:é um atropelo à democracia e às fontes que lhe dão corpo. Brexit é Brexit. A votação de hoje é mais um ajoelhar ao Politburo de Bruxelas.
Infelizmente a UE comporta-se como o Bloco de Leste: quando a Hungria e a Checoslováquia tentaram seguir o seu caminho os soviéticos puseram os tanques na rua e invadiram. Na Hungria os comunas enforcaram vários políticos eleitos pelo Povo para fazer a vontade do Povo. Felizmente o UK não se pode subjugar militarmente caso contrário aconteceria o mesmo pelo que a UE se comporta como uma Máfia: quando se entra só se sai morto.
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Nem mais!
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a UE comporta-se como o Bloco de Leste
Não. A UE defende os seus interesses e, muito especialmente, defende os interesses dos seus países mais pequenos, neste caso a Irlanda.
O Reino Unido é livre de sair da UE quando quiser. Mas, um acordo de saída tem que ser isso mesmo: algo com que ambos estejam de acordo. Em particular, a UE tem que estar de acordo. E, para que a UE esteja de acordo, é preciso que os interesses da Irlanda sejam salvaguardados.
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Não há interesses da UE.
Há os franceses, que estão com o cú assado desde Waterloo, a querem uma vingança. Têm a esperança que bancos e seguradoras saiam da City e se instalem em Paris. Com as leis laborais absurdas deles, devem estar com uma sorte… Mais depressa vão para Dublin, Frankfurt, ou Luxemburgo.
Há os alemães, que já se estão a ver a pagar a festança dos fundos europeus quase sozinhos, e não devem estar contentes.
Há a escumalha não eleita do politburo de Bruxelas, com o bebedolas Junker à cabeça, que quer manter todos os vassalos na ordem e sabe, que saindo um e as coisas correndo bem, nos próximos 10 anos saem mais meia dúzia.
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Luis Lavoura, você é que é Tonto de Todo … ou será apenas um escravo de Bruxelas a trabalhar para o seu Senhor Bêbado?
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Ora, Ora … os soviéticos ao invadir a Hungria e a Checoslováquia estavam a defender o seu cordão sanitário: sabiam que se esse cordão caísse eles cairiam. Assim veio a acontecer.
Assim tentou a Venezuela criar um cordão sanitário.
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O “artista” por enquanto só sobe nas sondagens e meteu o Corbyn das moções de censura regulares de repente com medo de convocar eleições.
A pergunta do referendo era se queriam ou não saír da UE (nada sobre acordos ou não-acordos), mas um parlamento de maioria “remainer” tem boicotado a saída de maneiras cada vez mais absurdas. Veremos o que o povo acha do tema assim que o deixarem eleger um parlamento capaz de cumprir a decisão da maioria.
A falta de credibilidade deste parlamento fica totalmente exposta ao insistirem em dar prioridade a consagrar em lei que seja impossível saír “sem acordo” ANTES e em vez de deixarem os eleitores resolver o impasse.
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Por isso o Corbyn não quer eleições, vão ser o seu fim politico.
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Corbyn é um comunista e um asno. Ele não tem futuro nenhum, com ou sem eleições, igual.
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“Corbyn é um comunista e um asno”
Isso é pleonasmo.
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O Macron e a Merkel é que são bons…
Aliados ao Putin.
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Exactamente. Descobriram agora os bonzinhos da História e tudo por terem pena do incumprimento de parlamentarismo inglês vindo do Cromwell.
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Não esquecer o Obama. Claro.
Existe uma fotografia, entre ele e a Merkel, em que a gaja, queria fazer amor com ele. Pelo menos parece.
Vivemos em tempos perversos. Os bons são os maus, e os maus (Merkel, Macron, Obama) dizem querer ser os bons.
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45 comentários, actualmente. Nada mau.
Argumentem como queiram. A favor ou contra. Igual, desde que este Reino Unido consiga sair deste monstro perverso e decadente, chamado UE!!
O resultado é que conta.
Só me assusta, que o tal Boris J. esteja convencido, dizem os deuses gregos impotentes, que eu sou uma ameaça para o ambiente, para a tal natureza, e que engoliu tal sapo, tal vigarice, tal mentira monstruosa. Aqui ele é um idiota. Nunca falei com ele, porquê, e nunca terei uma oportunidade. Igual. Aqui o Boris e todos os outros estão enganados.
Agora, se ele conseguir sair da UE, seja como for. A tropeçar ou não, para mim igual. A tarefa dele é essa. O resto depois se vai ver.
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O Reino Unido nunca esteve a 100% dentro da dita União Europeia.
E a £ Libra dá-lhe a necessária acrescida autonomia em relação ao marco/euro.
A dívida pública na zona euro, sagazmente criada (e imbecilente aceite por cá), é o único, doentio, elo de ligação “política” que ainda persiste no Continente.
A Alemanhã falhou, últmos 100 anos, várias tentativas de subjugar aquela ilha e aqueles povos. Por meios militares e por óbvio embuste político.
A França presiste em ser o idiota útil nesta história. O pedinte DeGaule a sua paranóica “La France” independante dos vizinhos os aguerridos tedescos, em versão actualizada.
Da Itália as útimas notícias mostram como o “Eixo” ainda extrebuxa. Opereta.
Não só o Reino Unido se vai livrar, a curto prazo, da anedota continental, como essa dita enquizolada União tem os dias contados. Basta olhar com olhos de ver.
Verdade seja dita. Do outro lado “of the pond” o tigre de papel amarelo, externamente, e o mirífico socialismo, internamente, dão que pensar.
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