A crença que nos é imposta
26 Setembro, 2019
Paulo Tunhas, no Observador:
O fanatismo – todos os fanatismos – não vive de nenhum sentimento absoluto da verdade do que se crê ou diz, de onde qualquer cepticismo se encontra arredado: vive do puro desejo de impor a sua crença aos outros. Por outras palavras, um fanático não precisa de se encontrar capturado por uma qualquer iluminação fantástica. Define-se sim pela necessidade de fazer crer que foi tocado por essa iluminação, como meio para a impor aos outros. É o desejo de a impor, e não qualquer efectiva expressão do seu íntimo mais profundo, que o move. Para mim, foi essa a inesperada lição de Greta Thunberg.
Mais aqui.
15 comentários
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as gretas e chico-espertos da ó nu são fanáticos do totalitarismo
por cá temos a esquerda
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Com a colaboração deste indivíduo, foi-nos imposta em 2003 a crença de que o Iraque possuía armas de destruição maciça.
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E, se calhar até tinha. A questão é se devia ser invadido e mudado o regime à conta disso.
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Claro, os iraquianos esconderam muito rapidamente as armas químicas debaixo da cama do Sadam. As tropas de ocupação americanas que estiveram lá durante anos é que não souberam procurar bem.
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Tiveram e não se sabe como seria a história de outro modo.
O que se sabe é que o terrorismo islâmico não era uma fantasia nem o ataque a NY foi uma patranha.
E nada disso aconteceu por retaliação, como se costuma dizer, invertendo a ordem dos factos.
E estou à vontade para o dizer porque sempre fui contra a invasão do Iraque. E ainda mais depois de ver como desconheciam tudo, a começar pelas rivalidades tribais,
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De todo o modo, gostava é que v,s conseguissem mostrar como conciliam a coerência entre serem anti-intervencionistas em relação ao Bush e até ao Tony Blair (que agora é um grande homem de esquerda) com o anti-intervencionismo do famigerado Trump.
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Creio que tinha utilizado, Zazie, alguns anos antes.
Com imagens na imprensa internacional vindas a público.
Na época, nenhum governo se mexeu!
Até que o Império achou oportuno tomar conta da Mesopetâmia.
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Mais de 500 granadas/rockets de artilharia com WMD foram encontradas no Iraque.
Algumas granadas com sarin foram mesmo usadas contras a tropas da coligação posteriormente à conquista de Bagdad como armadilhas.
A Coligação estava é errada em dizer que o Iraque tinha um programa em estado activo de desenvolvimento. Estava adormecido para ser activado quando as circunstâncias fossem mais favoráveis ao regime.
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O Iraque tanto tinha armas de destruição maciça que as usou para gazear os seus próprios habitantes (google Halabja e escolha imagens, e não se esqueça de desactivar a pesquisa segura). O Hussein já não tinha em 2001 (o embargo da ONU impediu a aquisição dos meios para renovar o “stock”), mas fingiu que as tinha (como qualquer tirano assassino que se preze). Depois ninguém acreditou quando disse o contrário. Temos pena.
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Depois de criticar a Greta, do que me penitencio, considero a moça uma lufada de ar fresco. De repente, muita gente descobriu que o mundo é pequeno para tanta gente, consumo e ambição, Sousa Tavares debitou umas coisas certas, enfim a Greta disse que o imperador ia nu. Quem diz imperador, diz ciência económica. Assim, a treta do “crescimento sustentado” foi desmascarada, e substituída por outra treta chamada “neutralidade carbónica”. .Apenas, e devido á idade, a Greta não sabe que quem está ao seu lado se vai virar contra ela.
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Esta “neutralidade carbónica” funciona assim a modos como a bula papal, tal como o exemplo mediático do Elton John a pagar as emissões do príncipe Harry. E quem pode levar a mal, se o Acordo de Paris pôs países gastadores a pagar emissões inexistentes aos países pobres, e muitos pensarem que isso resolve seja o que for ? Além de aliviar consciências, como a bula ?
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Noutros exemplos, a “neutralidade carbónica” consiste em plantar árvores, para absorverem CO2. Como se, e já não falando de velocidades, absorver, libertar, absorver, libertar, ciclo de morrer e renascer das plantas, tivesse comparação ou fosse compensação dos humanos chuparem precursores CO2 a milhares de metros do solo, sendo depois largado na fina camada atmosférica.
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A Greta é uma marioneta estridente que alguém controla. Só que ninguém se pergunta quem o faz?
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Ou uma réplica de um pastorinho de Fátima. Dominada por um espírito dos astronautas ancestrais, quem sabe?
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@ Ana Vasconcelos
a. O pai da Greta tira muito proveito economíco, financeiro, etc, das mentiras atrevidas e altamente criminosas da filha. A mãe também, claro. Um actora sem sucesso. Uma antiga cantora de óperas?
b. A resposta do sr. José Monteiro demonstra a arrogância do tal povo português. Adoram a ciência como uma religião, e nada percebem da mesma. Nadinha.
c. Quem souber pesquisar ao mais alto nível, encontra as tal forças por detrás deste crime, contra a humanidade: a maçonaria e o comunismo, a tal esquerda. Faz muito tempo. Desde o estúpido e criminoso “Club of Rome” e o MIT (EUA). Mas não só.
Eles querem construir debaixo de falsos pretextos um governo mundial e diminuir a população mundial para 500 milhões. Já o mais tardar em 1984 os tais maçónicos publicaram em Georgia, EUA, uma prova de pedra, desses seus desejos malvados e diabólicos. Já nesse tempo, o mais tardar, o ambiente tornou-se mais importante do que o ser humano.
d. Uns dias destes, a mãe de Greta, deu uma entrevista a uma revista sueca. Ela é citada com as seguintes palavras: Todos “nós”, diz a mãe de Greta, entregamos a nossa alma ao diabo, durante a “nossa” vida, a um certo ponto.
Etc.
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