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Sem fronteiras: a verdade da mentira

2 Dezembro, 2019

Mais dois ataques com facas, um em Londres outro em Haia, vieram-nos lembrar que o terrorismo vive silenciosamente no meio de nós e somos alvos muito fáceis ao contrário do que nos querem fazer crer.  Estes assassinos não precisam de armas compradas em lojas. Com facas e explosivos de fabrico artesanal matam e fazem-se explodir  apenas por motivações ideológicas. E nós, nem com medidas de segurança sofisticadas estamos a salvo. Essa é a triste realidade.

Sou do tempo em que na Europa, quando se falava de terrorismo, ou era a ETA ou o IRA cujo o alvo eram membros dos governos ou juízes. Ataques com facas e homens suicidas no meio de multidões de civis só mesmo no médio oriente. Como é que importamos isto?

A resposta podemos encontrá-la num magnífico documentário – Borderless –  da jornalista canadiana Lauren Southern. Infiltrada durante 4 meses, entrevistou traficantes, migrantes e responsáveis por estas passagens para a Europa. Um trabalho jornalístico de alto risco mas muito revelador do tráfico humano, um negócio milionário.

A crise das migrações deu-se em 2010  com a Primavera árabe e o fim dos ditadores que trouxe uma onda de deslocados para a Turquia, Líbano, e Jordânia com muitas incompatibilidades culturais pelo meio. Em Ayvalik na Turquia a jornalista falou com locais que revelaram que “esta rota abriu em 2013 para a Grécia e que desde então as mulheres da região já não podiam ir para os campos sozinhas; que por ali passam  milhares de seres humanos por dia; que os traficantes agem como uma máfia e estão armados com AK47; a população vive com medo. O preço da passagem para Lesbos e outros destinos  são 1000, 2000, 3000, 4000 dólares. Não são refugiados porque esses não têm meios económicos, nem são pobres nem crianças. E também não é trabalho humanitário”. Outra travessia deste “negócio” dá-se por Marrocos para Espanha. Os passaportes e documentação são propositadamente destruídos para que não sejam deportados.

Em  Lesbos são colocados num campo para 3000 pessoas mas que já excedeu os 11000 “refugiados”.  Nele há assassínios, violações, estupros. É um lugar perigoso onde matam enquanto dormem porque está cheio de grupos étnicos diferentes que não se toleram. Os migrantes não se sentem seguros e muitos dizem-se arrependidos.

Alguns denunciam à jornalista subornos pedidos por médicos gregos do Governo para conseguirem a legalização – “os Papeis” – que é um pedido médico atestando que aquela pessoa tem um problema grave de saúde e tem de ser transferida urgentemente para Atenas ficando assim automaticamente “legal”. Denunciam ainda que o ISIS está no meio deles disfarçados de refugiados. Dizem que há no campo  2000 ou mais de ISIS que fugiram do Iraque e Síria porque foram derrubados nos seus países e atacam com facas ateus, cristãos, judeus, jazidis e curdos no acampamento. Chegam a pedir câmaras de vigilância às autoridades para os protegerem mas ninguém se importa com isso.

Estes “refugiados” têm o suporte do Departamento Europeu do Conselho dos Direitos Humanos da ONU que vão aos campos fazer entrevistas para rastreios. De 2015 a 2016,  dos 80% dos pedidos de asilo de sírios e 20% de outras nacionalidades,  só 3%  foram rejeitados.

A jornalista fez uma gravação de uma entrevista a  uma CEO da ONG “Advocates Abroad” que faz assessoria aos migrantes – Ariel Riker – onde ela explica que os ensina  a mentir aos guardas costeiros, como ajuda a criar um falso perfil fazendo-os  passar por cristãos, encenando uma narrativa credível junto dos representantes da ACNUR. A gravação saiu nos média. Você ouviu alguma coisa? Houve consequências? Pois.

Os repórteres também se infiltraram nos barcos das ONG e entrevistaram um comandante que afirmou que apenas “salva vidas” e que não lavou a quantia de dinheiro de que era acusado. “No máximo 500 mil, muito menos que outras ONG´s” – disse seu advogado. Provou-se que o que alimenta este “humanitarismo” são os milhões que o sustentam. Milhões! Nada mais. Consequências? Zero. A “missão” prossegue.

Esta imigração ilegal financiada custa cerca de 200 biliões de euros por ano aos 27 países da UE. Não é sustentável. Toda a imigração que vai além das necessidades de cada país, provoca sérias dificuldades económicas e muita pobreza não só aos nativos como aos que chegam. Mas isso não parece preocupar ninguém. Muito menos UE e ONU. Esquisito.

A jornalista quis saber o que era feito daqueles que se aventuraram a sair dos seus países e se tinha valido a pena. Em Paris um migrante do Mali, a viver debaixo de uma ponte, conta que foi um erro. Que esperava ser legalizado, trabalhar e mandar dinheiro para a família. Sente-se traído.

Foi saber de outros que entretanto conseguiram asilo na Irlanda. Uma refugiada política do Zimbabué por oposição a Mugabe, outra da África do Sul por perseguição à sua integridade física por suspeita de ser lésbica, explicam que são gratas ao povo que as recebeu e compreendem a animosidade dos irlandeses que não os vêem com agrado porque têm receios, compreensíveis,  pelo seu futuro.

Na verdade a Irlanda nem nos piores momentos económicos do país teve sem abrigos a viver na rua mas agora o cenário é devastador. Os escassos  recursos estão a sair para estrangeiros. Deixar entrar o 3º mundo, sem quotas,  para colocar os nativos em dificuldades, por dinheiro, é desumano e dão uma visão negativa da imigração. Não se pode ter fronteiras escancaradas  quando não se tem condições para cuidar do próprio povo que trabalhou e descontou para ter uma vida digna.   Mostrar insatisfação pela situação é considerado  “racismo e fascismo”, a arma de silenciamento preferida dos que  vivem à custa desta exploração da miséria   sem nenhuma preocupação com o destino que estes  têm depois de entrarem na Europa.

Não são todos invasores, assassinos,  nem tão pouco são todos fugitivos de guerra. São pessoas, a maioria migrantes económicos que venderam tudo o que tinham para pagar uma travessia onde lhes prometeram acesso fácil ao “paraíso social”.   Estas pessoas compraram uma mentira por muitos milhares de dólares. Um crime ironicamente “abençoado” pela UE e ONU. Porquê?

Veja aqui o documentário completo:

 

 

 

 

78 comentários leave one →
  1. 2 Dezembro, 2019 13:47

    Filantropia patológica

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    • lucklucky permalink
      2 Dezembro, 2019 13:58

      Não é filantropia, é ódio Marxista à Civilização Ocidental

      https://www.telegraph.co.uk/news/uknews/law-and-order/6418456/Labour-wanted-mass-immigration-to-make-UK-more-multicultural-says-former-adviser.html

      The huge increases in migrants over the last decade were partly due to a politically motivated attempt by ministers to radically change the country and “rub the Right’s nose in diversity”, according to Andrew Neather, a former adviser to Tony Blair, Jack Straw and David Blunkett.

      He said Labour’s relaxation of controls was a deliberate plan to “open up the UK to mass migration” but that ministers were nervous and reluctant to discuss such a move publicly for fear it would alienate its “core working class vote”.

      As a result, the public argument for immigration concentrated instead on the economic benefits and need for more migrants.

      Critics said the revelations showed a “conspiracy” within Government to impose mass immigration for “cynical” political reasons.

      Mr Neather was a speech writer who worked in Downing Street for Tony Blair and in the Home Office for Jack Straw and David Blunkett, in the early 2000s.

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      • Jornaleca permalink
        2 Dezembro, 2019 14:12

        Ai sim?

        Não é o grupo dos Bilderbergers (maçónicos)? São!!
        Não são os macacos em Harvard (EUA)? São!!

        O Reino Unido vai sair da UE e safar-se, por causa desse crime da migração ilegal e dos experimentos científicios do macacos do Marxismo.

        E, vai ser um fracasso também em Europa continental. Os macacos em Bruxelas é que ainda não se aperceberam dessa.

        Por enquanto, todos vão parar à Alemanha, na sua maioria, para destruir o estado social, os cofres do estado. Na Alemanha vive-se muito melhor a fazer nada, e a mamar dos que trabalham, do que em África. Para quanto tempo?

        A maior parte não quer trabalhar. Não quer, e não trabalha.

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      • 2 Dezembro, 2019 14:15

        Filantropia patológica é uma tara em que a variante marxista do humanismo radica.

        O marxismo é como os tremoços, mistura-se com tudo. Há-o para todos os gostos e a variante trotskista foi a que mais medrou para estas causas.

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      • 2 Dezembro, 2019 14:20

        Teoricamente o Marx inspirou-se, sim, nos milenarismos da Reforma e no comunismo primitivo que conseguiram criar numa data de cidades.

        Mas isso serviu para depois agregar numa teoria de luta-de-classes que era uma irmandade ocidental.
        Não era “hate” à amaricana, às “batatas fritas ocidentais”.

        Acho que ele não falava língua de pau dos crimes de hate.
        Esses crimes de hate tiveram outros autores. E estão legislados na ONU e UE, sim, por outros autores apologistas do esfrangamento das nacionalidades.
        Por minorias e tara filantrópica com minorias.

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      • 2 Dezembro, 2019 14:24

        É ler o Ernest Ezra Mandel, que até cá veio no PREC.

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      • 2 Dezembro, 2019 14:26

        Está aqui um cheirinho, no único local de fontes

        Lembrava-me de por lá ter comentado.

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      • 2 Dezembro, 2019 14:30

        E, para se ir mesmo ao cerne de onde isto ainda hoje vem- é ir ao Parvus- ao teórico da revolução permanente numa versão mais de acordo-

        Parvus (Helfand, Alexandr Lázarevitch)

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      • 2 Dezembro, 2019 14:31

        A wiki ajuda. E ajuda a compreender as genéticas moderadas e democráticas destas coisas todas em irmandade .

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      • 2 Dezembro, 2019 16:37

        Karl marx, Ernest Ezra Mandel, Parvus (Helfand, Alexandr Lázarevitch). Pqp tudo isto continua a ser uma tremenda (((coincidência))) …

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      • 2 Dezembro, 2019 17:41

        é uma tremenda coincidência, apenas, claro. Se dissesse o contrário aparecia logo o Luck a berrar contra o crime de ódio e fobia àquilo acerca do qual não se pode falar.

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      • lucklucky permalink
        3 Dezembro, 2019 13:26

        Já parece as provas das “alterações climáticas”

        A doença russa do fim sec. XIX com Nihilimo, Anarquismo incluíndo de Kropotkin(um Príncipe), Comunismo no fundo uma fase de Revolucionarismo como consequência de um romantismo fora de controlo tem muitos pais, Tal como a revolução Francesa.
        E o mais significativo – e paralelo para os dias de hoje – é como os jovens filhos dos ricos são muitas vezes revolucionários recusando o mundo dos seus pais de maneira radical, também na Rússia existia uma vasta camada de apoio dos privilegiados incluindo partes da nobreza russa – jovens- aos revolucionários românticos.

        “Russia was also the first country where young men and women, asked to name their intended careers, might well say “terrorist.” Beginning in the 1870s, terrorism became an honored, if dangerous, profession. It was often a family business employing brothers and sisters generation after generation. Historians sometimes trace modern terrorism to the Carbonari of early-19th-century Italy, but it was Russia that gave it unprecedented importance. You cannot relate the history of czarist Russia in its last half-century without the history of terrorism. As we now associate terrorism with radical Islam, Europeans then associated it with “Russian nihilism.” By the early 20th century, no profession, except literature, enjoyed more prestige among well-educated Russians.”

        https://www.washingtonexaminer.com/weekly-standard/the-history-of-russian-terrorism-dagger-and-swagger

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    • 2 Dezembro, 2019 14:16

      O marxismo não creio que tivesse ódio à civilização ocidental.

      Isso começou com sovietes vermelhos e gangs separacionistas e não com o Imperialismo sob o comando do Pai dos Povos.

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      • lucklucky permalink
        2 Dezembro, 2019 16:07

        “O marxismo não creio que tivesse ódio à civilização ocidental.”

        Um Marxista considera que a civilização ocidental cria exploradores e explorados.

        Por exemplo como se explica as perseguições e chacinas aos padres e religiosos e a proibição da religião feitas pelos Marxistas não o ódio à Civilização Ocidental?

        O que é que julgas que é a sociedade “sem classes”?

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      • 2 Dezembro, 2019 17:43

        É pá, ais-me desculpar mas hoje já trabalhei e não te vou agora dar uma aulinha à borla acerca do que é a luta-de-classes.

        Aproveita os links e tenta tu aprender o que foi o trotskismo e sua sderivações que muita falta te faz.
        Assim sempre diversificavas os comentários.

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      • lucklucky permalink
        2 Dezembro, 2019 18:57

        O teu primitivismo mostra-se.

        Que tal pensares se pode existir Civilização Ocidental sem classes como o Marxismo define

        Seria civilização paralisada que não se desenvolve, como a URSS ficou um deserto. Um deserto pessoas resignadas.
        Trostkysmo é irrelevante, é só outra camisola.
        Tal como o Maoismo, Pol Pot, Marxismo tropical Cubano, ou o Marxismo Alemão, Hoxismo…

        Feito por pessoa de diversas culturas e raças diferentes o que sai é sempre o mesmo= Nada

        Agora como não percebes sequer o que é o Ocidente e o que destinge de outras civilizações, julgas que é uma espécie de aldeia gaulesa com uma cruz.

        A Civilização Ocidental é uma a cultura com elementos individualista que permite a experimentação. E com essa experimentação porem em causa o poder.

        Essa tensão entre o grupo e o individuo é que permite o destaque que o Ocidente teve.

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      • 2 Dezembro, 2019 23:20

        Trotskismo não é irrelevante porque até os neocons daí derivam.

        E isso é que entala muito rothbardiano que era outro discípulo do trotskismo.

        O trotskismo imigrou para a América e aí foi sendo muita outra coisa até aos nossos dias.

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  2. Jornaleca permalink
    2 Dezembro, 2019 13:57

    Descobriram uma célula terrorista em Aveiro, dizia ontem a TSF ou sapo.pt.

    Onde nós chegamos. Era matar esta canalha podre, socialista, que os deixa entrar, sem controlo nenhum.

    Na Alemanha há mais de 180.000 mandatos de captura, que não foram executados, por falta de pessoal.

    Mas, onde é que vocês vivem? Andam a sonhar? Cento e oitenta mil mandatos de captura. 180.000 criminosos andam à solta por toda a Europa. Matam como querem. E ninguém os prende.

    No lugar de combaterem o crime, andam a foder com o ambiente, estes cretinos e porcos.

    E depois, castigam a aqueles, que se querem defender contra os terroristas.

    Se isto não está tudo podre, então como é?

    E estes dias, o idiota do Guterres a dizer, que o point of no return já passou, e que vamos todos morrer. Não há ninguém que lhe uma bofetada boa, para ele calar-se para sempre, esse asno perfeito?

    A Alemanha vai perder mais de 160.000 postos no sector automóvel, muito bem pagos.

    Era bom que a Volkswagen fecha-se em Portugal. Era mesmo boa.

    Isto está tudo inter-ligado.

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    • Cristina Miranda permalink
      2 Dezembro, 2019 14:13

      Subscrevo.

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      • Paulo Valente permalink
        2 Dezembro, 2019 14:30

        Era preferível que subscrevesse um texto coerente e escrito num português minimamente correcto. Mas na verdade será difícil esperar um tal texto de um pobre de espírito.

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      • Cristina Miranda permalink
        2 Dezembro, 2019 15:47

        Se continuar neste registo do insulto gratuito como argumento, vai pra “lixeira” pelo “carro vassoura”.

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  3. 2 Dezembro, 2019 14:06

    (((Ariel Ricker))), e vejo já aqui alguns ingénuos conservadores com o novo linguajar dos valores “judaico-cristãos”.
    É engraçado ver como esta gente anda sempre tão empenhada em “ajudar-nos”.

    https://archive.is/rw2Zy#selection-2221.0-2221.12

    Mas não se preocupem que aqui o corajoso liberal radical funcionário páblico está quase chegar para vir tapar o sol com a peneira, e nos dizer, que tudo isto é o “marxismo” mal ele soubesse da ironia.

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    • lucklucky permalink
      2 Dezembro, 2019 16:35

      E tivemos o Nacional Socialista a fingir que não nota diferenças de opinião entre pessoas.

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      • 2 Dezembro, 2019 17:46

        Tivemos’ onde e quando?

        Tivemos o famoso capitalismo monopolista de Estado, como dizem os comunas e toda a mongalhada em geral, não é assim?

        O Estado Novo foi mesmo um “Nacional Socialismo”.
        Quem não fala assim é gago.

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      • 2 Dezembro, 2019 19:35

        Eu não disse que ele ia aparecer todo histérico por se tocar naqueles que não se pode nomear.

        E diz-se politicamente incorrecto. Mas há ídolos sagrados. Nem com factos se alguém tem liberdade de tocar sem ser logo insultado de comuna e fassista e mais uma data da cartilha que os próprios até usam para os self-hatred porque é daí, do complexo da mania de perseguição que vem esta tara dos “crimes de ódio” e das fobias.

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      • 2 Dezembro, 2019 19:45

        Com a diferença que a minha posição é consequente com os princípios de que parte e a tua é a mais total inconsequência por preconceito de protecção de casta que te caiu no goto.

        Sem perceberes sequer que essa dita casta nunca foi homogénea e que a sua variante decadente e esquerdista, a sua variante de fariseu é de onde nasce toda a inveja que o Marx usou para a teoria da luta-de-classes.

        Aprende, palerma!

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      • 2 Dezembro, 2019 19:47

        Fariseísmo é mesmo a melhor noção onde radica a hipocrisia do “humanismo” e chantagem emocional da superioridade moral de esquerda.
        Toda esta merda relacionada com o atentado e com a protecção aos coitadinhos dos presos e assassinos, tratados ao colinho, como iguais, para parecermos pessoas com mais moral que as outras, é isso- a parábola do fariseu.

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      • 3 Dezembro, 2019 12:40

        Israel tem contribuído para a difusão e apadrinhamento das causas do politicamente correcto.

        É isto que foi dito por mim.

        Se é tiro nos pés, é lá com eles. Mas creio que acaba por não ser porque o que os mantém ainda unidos é o problema árabe.

        Fora de portas não é problema deles. É angariação de causas que sempre foram deles.

        As minorias, o rebentar de nacionalidades, os “direitos humanos”, o turismo LGBT, os imigrantes para os países dos outros, and so on.

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      • 3 Dezembro, 2019 12:42

        Porque o sionismo tem sempre dois lados. O de esquerda é tramado.
        Sempre foi. Historicamente sempre liderou todas as revoluções e mudanças contra a tradição de todos os países.

        Até o Cromwell teve apadrinhamento vindo deles, da Holanda.
        Em África, a etnia negra é a mais fanática. A maluka da Michelle Obama tem esse pedigree.

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      • 3 Dezembro, 2019 12:46

        E tu trocas sempre tudo quando se fala de variantes teóricas de marxismo.

        Não é a treta de Mao Tse Tung ou Pol Pot ou outros líderes de totalitarismo.
        São os teóricos. os académicos que nunca chegaram ao poder.

        É por essa via que se entendem os cruzamentos. E sem entender isto nem se consegue argumentar com um tipo BE ou PAN ou qualquer coisa que se julga até anti-comunista.

        É preciso entender que se vive mais gramscismo que marxismo à URSS.

        É preciso entender também que os meandros teóricos de muito liberalismo vieram daí. O Rothbard era perfeito discípulo do trotskismo.

        É por aí que se pode perceber a imbecilidade de se julgar que uma IL vai fazer diferente e só o não faz porque o tadinhdo do CGP saiu.

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      • lucklucky permalink
        3 Dezembro, 2019 13:11

        Que raio de confusão Zazie.achas que o que escreveste faz sentido sequer?
        Eu falo de algo que existe no presente que finge.

        E tivemos o Nacional Socialista a fingir que não nota diferenças de opinião entre pessoas.

        zazie permalink 
        2 Dezembro, 2019 17:46
        
        Tivemos’ onde e quando?
        
        Tivemos o famoso capitalismo monopolista de Estado, como dizem os comunas e toda a mongalhada em geral, não é assim?
        
        O Estado Novo foi mesmo um “Nacional Socialismo”.
        Quem não fala assim é gago.
        

        Esse algo o Nacional Socialista a que me refiro é quem assina mg e por vezes MG 42 uma arma nazi.

        Não tem nada que ver com o regime de Salazar que pouco tinha de Socialista tendo recusado até a aproximação ideológica ao Fascismo Italiano.

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      • 3 Dezembro, 2019 17:25

        ” Esse algo o Nacional Socialista a que me refiro é quem assina mg e por vezes MG 42 uma arma nazi.”

        LMFAO
        Estás com medo de seres transformado num sabonete ? kkkkkkkk

        A desonestidade destas enguias não tem limites, o quanto se contorcem mentalmente e escorregam, sempre que são encostados à parede sem nunca abordarem os factos que os compromentem no seu duplo discurso e rápidamente se transformam e adoptam o discurso histérico da esquerda…

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      • 3 Dezembro, 2019 19:31

        Oh, pá. Esquece. Até nos damos bem há décadas e sem nenhum dos dois ser cusca.

        “;O)

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    • 2 Dezembro, 2019 17:18

      É engraçado ver como as estas todas diferenças de opinião se alinham todas…

      Esta é de um editor dos neoconservadores sionistas passo a redundância, do grupo do Ben Shapiro, de que o corajoso liberal funcionário público lhes partilha a militancia.

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      • lucklucky permalink
        2 Dezembro, 2019 19:06

        Patetico, comico e trágico.

        O mg e a zazie unidas com a extrema esquerda (que nos dizem são judeus) contra Israel.

        São tão burros que ainda não perceberam que a cultura que quer destruir Israel é a mesma que quer destruir as nações europeias?

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      • 2 Dezembro, 2019 19:39

        Tu é que és patético e nem te enxergas .Não podes falar contra o politicamente incorrecto usando a mesma padronização e critérios duplos como usas.

        És igual. Papagueias politicamente correcto usando a falácia do espantalho.

        Demagogia. Reductio ad-hitlerum

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      • 2 Dezembro, 2019 19:41

        Oh pázinho- israel foi criada a meias e é a última utopia do comunismo. Depois deu em capitalismo mas teve toda a ideologia comuna como inspiração.

        E isso de povo eleito- compra-o tu à tua thora que nem os judeus mais religiosos a compram feita Estado por decreto político.

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      • 2 Dezembro, 2019 19:43

        Eu tenho a mesmíssima liberdade de não gostar da ideologia sionista, como não gosto de supremacias de pedegree, que tu tens de achar que pedigree só o tiveram os nazis e os comunistas e o têm os ciganos.

        Não gosto, pá. Prontos, eu cá sou assim! “:OP

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      • 2 Dezembro, 2019 20:15

        “São tão burros que ainda não perceberam que a cultura que quer destruir Israel é a mesma que quer destruir as nações europeias?”

        Fala aquele é que andava alinhado à antifa pela dissolução de Espanha
        Tão dissimuladinho que você é, seu corajoso liberal radical funcionario público.
        Você não degenera aos seus …

        http://www.worldjewishcongress.org/en/news/maram-stern-closing-europes-borders-is-not-the-solution-to-the-refugee-crisis-showing-solidarity-is-9-3-2015

        http://www.worldjewishcongress.org/en/issues/supporting-israel

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      • lucklucky permalink
        2 Dezembro, 2019 20:18

        Nem consegues contestar o argumento.

        “Não podes falar contra o politicamente incorrecto usando a mesma padronização e critérios duplos como usas.”

        Eu não falo contra o politicamente incorrecto, eu falo contra a estupidez.

        Julgas que os Judeus ou outros pensam todos da mesma maneira.
        E este é o teu principal erro.
        Viste que vários judeus pertenceram em movimentos comunistas e da esquerda ao longo da história, sem sequer percebes que esses Judeus eram os que mais se tinham afastado do judaísmo e se queriam integrar e a partir ficou construída a tua narrativa.

        “Oh pázinho- israel foi criada a meias e é a última utopia do comunismo. ”

        Tanto utopia que nenhum partido comunista israelita teve alguma expressão,

        Tanto que os kibbutz de onde se podia sair, o contrário de toda ideologia comunista que prende as pessoas ao socialismo. O único socialismo legítimo.

        Esse teu ultimo post é um pouco caricato. Quase pareces uma adolescente a pedir um safe space onde não sejas criticada.

        Não percebi que raio os ciganos vieram para aqui fazer, não me lembro de ter feito algum comentário sobre os ciganos a não ser quando disse que se um ataque foi feito por um grupo de ciganos deve ser referido o facto e isso vale também se for feito por um grupo de judeus, um grupo de árabes, pretos, brancos se for relevante. E explicar os motivos do conflito. Mas ser jornalista é coisa que raramente existe.

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      • 2 Dezembro, 2019 21:07

        Não. Não é estupidez. É uma característica histórica reconhecida durante milénios por todos os que com eles contactaram.

        Por serem errantes.
        Tão simples quanto isto. Uma identidade que se forja na errancia, sem pátria e tendo como pólo aglutinador, passado de geração em geração, a ideia que sempre foram perseguidos.

        Só isto basta para depois tudo o que é minoria ser espelho da mesma mania da perseguição.
        Para tudo o que é secessão ser apoiado e defendido teoricamente.

        E negar isto é que é ignorância, estupidez, preconceito, facciosismo, apenas direccionado para estes e para mais ninguém,

        Na volta toca-te- Se calhar és judeu, tal como te toca falar-se nos funcionários públicos porque também és- (neste último caso até concordo em parte contigo, apesar de não ser funcionária pública). Eles não têm culpa de serem usados com a cenoura. E quanto mais pindéricos mais correm atrás dela.

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      • 2 Dezembro, 2019 21:12

        O sionismo teve teóricos nazis- completamente com a mesma panca da superioridade de raça como os teve de esquerda.

        Sendo que foi utopia levada à prática, a última a ser feita e até a resultar por terem deixado de parte o comunitarismo.

        Mas, os grandes patrocinadores de causas de mundo-às-avessas são israelitas. Não estou a dizer judeus- estou a dizer que é coisa que vem de Israel.
        E isso só mesmo um imbecil não quer ver nem saber. Porque até por cá todos os ciclos de cinema gay e LGBT são patrocinados pela embaixada de Israel.
        O turismo rabeta tem em Israel tanta gente como o sempre teve o árabe.
        Na península Ibérica, a tradição sodomita era a meias entre uns e outros.

        Isso tem fontes. Negar é ser estúpido e demonstrar que prefere não querer saber por preconceito.

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      • 2 Dezembro, 2019 21:15

        Não percebes porque perdes todo o discernimento e pareces até o outro- o morgadinho da cubata. Sempre que te cheira que se tocou em pencudo tens de aparecer aos gritinhos e a saracoteares-te todo, perfeitamente histérico, dando espectáculo de palerma.

        Se não percebes o que pode haver de comum entre ciganos e judeus, historicamente, não vou ser eu a explicar-te.

        Quem não sabe não pergunta nem ataca o que não sabe. Informa-se ou tem vergonha de não entender e desorelha.

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      • 2 Dezembro, 2019 21:19

        Tu não sabes História. Não tens conhecimentos. Portanto enfia o patética pela cabeçorra abaixo que te estás a ver ao espelho.

        Não entendes uma série de coisas porque vives por monossílabos. Marxismo. É tudo marxismo e basta.

        E depois, quando te querem mostrar que o “marxismo”, os seus fundamentos, até a luta-de-classes e a utopia não apareceu com Marx, tu não percebes. Porque para ti o mundo começou no século XIX e já se vai com sorte.
        Tudo o que é anterior nem era civilização e nunca o ser humano tinha tido comportamentos, práticas e ideais que fossem idênticos.

        Para ti não há tempo histórico- és um estruturalista- vives de palavras.

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      • 2 Dezembro, 2019 21:37

        Patético e cómico é ler-te a chamar à UE uma Nação.

        No outro dia, a propósito dos independentismos, que são precisamente o fundo mais identitário de um grupo- quase como se geneticamente transmitido por “clã” tu sais-te com a imbecilidade de me perguntar se também era contra o Brexit por serem contra o Nacionalismo da UE.

        Isto é que é anedota. Ingleses são um país. Dentro ainda conseguem ter sangue mais identitário por ressabiamento histórico de incorporação, tal como sucede em Espanha. Agora a UE é que não é país de ninguém. É uma coisa que aconteceu na Idade Média por via de cristianismo e Império e que agora existe por decreto.

        Chamar Nação à UE ou a Pátria da União Europeia contra a qual os não nacionalistas se querem separar, nem de uma criança de 5 anos.

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      • André Miguel permalink
        2 Dezembro, 2019 22:03

        Concordo plenamente com a Zazie.
        Um dos trunfos dos judeus tem sido fazer crer que a cultura ocidental é judaico-cristã. Não é. Os pilares da nossa sociedade são greco-romanos, a liberdade individual, o primado da lei, a separação do Estado e religião são tudo conceitos que vêm da antiguidade clássica.
        E osutro pormenores importantes são explicados nos capitulos iniciais das Origens do Totalitarismo, onde Arendt explica detalhadamente que foi o comportamento de claque e auto-exclusão dos judeus, em outras coisas, que fez deles o ódio de estimação perfeito para os totalitaristas do início do Sec. XX. Têm muitas virtudes, é certo, mas nem tudo o que luz em Israel é ouro.

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      • lucklucky permalink
        3 Dezembro, 2019 12:32

        A tua tese esperta então é que os “Sionistas” querem colocar o Marxismo politicamente correcto junto com os islamitas que querem destruir Israel a controlar a Europa.

        Há estúpido e estúpido ao quadrado.

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      • Andre Miguel permalink
        3 Dezembro, 2019 13:18

        Mas qual tese? Agora pareces socialista a fazer julgamentos sobre algo que eu não disse, limitei-me a constatar factos, nem sequer dei a minha opinião.

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    • 2 Dezembro, 2019 18:50

      Mais “diferenças de opinião” que vão passando ao lado deste sitio…

      Tudo isto é apenas coincidências.
      .
      De uma Marta (((Mucznik))) do observador …

      observador.pt/opiniao/onde-se-foi-meter-conan-osiris/
      “Pervertem propositadamente, ou por pura ignorância, o significado de Sionismo que mais não é do que a defesa da autodeterminação do povo Judeu e o estabelecimento de um Estado Judaico em Israel.”

      E depois a propósito do artigo “polémico” da Fatima bonifácio

      observador.pt/opiniao/nao-so-podemos-como-devemos-resposta-ao-manifesto-racista-de-maria-de-resposta-ao-manifesto-racista-de-maria-de-fatima-bonifacio/

      E do andré ventura
      observador.pt/opiniao/as-obsessoes-de-andre-ventura/

      Engraçado o duplo discurso desta gente internacionalista de 2 ou 3 nacionalidades mas fiel apenas a uma que surge do nada e tem logo acesso aos altifalantes da imprensa em todo o lado pra difamar e cagar as suas regras.

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  4. 2 Dezembro, 2019 14:28

    “O preço da passagem para Lesbos e outros destinos são 1000, 2000, 3000, 4000 dólares. Não são refugiados porque esses não têm meios económicos, nem são pobres nem crianças.”

    “Não são crianças”. Obviamente que as crianças cujos corpos são encontrados quando há naufrágios, não são crianças, são pigmeus.
    A senhora lembra-me a anedota do Bocage: “O peido que esta senhora deu não foi ela, fui eu”.

    “Não são pobres”. A senhora sabe quanto é que os emigrantes portugueses pagavam aos passadores para os colocarem em França nas décadas de 60 e 70? Segundo o seu “brilhante” raciocíno, esses portugueses seriam então da classe alta ou média-alta. Tratava-se talvez da família do Ricardo Salgado a fazer montanhismo em férias…

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    • Oscar Maximo permalink
      2 Dezembro, 2019 15:34

      É evidente que por excesso de boa vontade esta senhora mete muitas vezes o pé na argola, devido a uma seleção de noticias enviesada. Como quando diz que a florestação está a aumentar no mundo. Abusa das más práticas para estudos de correlação.

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    • Cristina Miranda permalink
      2 Dezembro, 2019 15:57

      Essa afirmação é com base no testemunho da Jornalista daquilo q ouviu em testemunhos dos locais em Ayvalik, na Turquia. Já coloquei entre aspas pra q não haja confusões nem críticas parvas de quem não viu o documentário mas vem aqui vomitar todo o tipo de critica infundada.

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    • Cristina Miranda permalink
      2 Dezembro, 2019 15:59

      Paulo valente, aquela rota não leva crianças. V já o documentário, ouça os testemunhos inclusive dos traficantes. E deixe de ser parvo. A parvoíce não é necessária na argumentação a menos q haja falta de argumentos, claro.

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  5. Jornaleca permalink
    2 Dezembro, 2019 15:55

    Mais um bom artigo da cara autora, Cristina Miranda.

    Dizem as más línguas, que a França anda a jogar um jogo hipócrita. Quer obrigar com todos os truques, (legais e ilegais, ameaça de cortes de ajuda, financiamento europeio, pressões brutas, em conjunto com a Merkel, um acto claramente ilegal, contra a lei europeia, etc., as tais instituições já não funcionam) aos outros países em aceitarem culturas claramente inimigas às nossas.

    Mas eles próprios fazem tudo, para o rejeitar. A França não os quere, mas os outros são “obrigados” em os aceitar. Isto é contra uma norma da ONU, só para lembrar. A destruição do conceito da pátria, era considerado um crime. No passado. Agora os mesmos, já nada querem saber do que disseram ontem, a desrespeitar esse direito.

    Depois ouve-se, que a Espanha socialista, que também é demasiado Marxista, mete os migrantes ilegais em camionetas, aparentemente pelo menos alguns, e até com documentos falsos, se for preciso, e manda-os para a Alemanha. Onde a vida de malandro é muito melhor, do que o país de onde vêm.

    Todos muçulmanos confirmam, concordam, que na Alemanha pode-se viver mais e muito melhor como muçulmano, do que nos países, de ondem vêm. O inimogo oferece o paraíso para o muçulmano viver. Isto é doido.

    Depois escuta-se, que o macaco do António Costa, tem uma pressa danada, e oferece-se, como se fosse o melhor aluno no mundo, em aceitar quotas de migrantes claramente criminosos, que nunca na vida vão respeitar os valores do mesmo Costa. Para o povo não há dinheiro, fora para quem ter práticas sexuais anormais. E quem ter uma mesquita a cair, esse recebe três (!) milhões de euros. Dão três milhões de euros aos nossos inimigos para arranjar a mesquita, onde depois se pode escutar ódoio do muçulmano, contra as perversidades do Costa, do BE e Lda. E nenhum país muçulmano dá dinheiro para construir uma igreja do macaco. Nem um tostão!!

    A Merkel intrometeu-se na política italiana, e ajudou a derrubar um ministro excelente, o Salvini, que continua a ter um grande apoio, na população italiana e controlava com éxito o fluxo de migrantes ilegais. Só que os jornais italianos da esquerda mentem.

    A Merkel intrometeu-se também no governo da Áustria e montaram uma intriga, dos piores que se pode imaginar, para derrubar um dos melhores ministros do interior, que as putas e os macacos da esquerda acusam ser da “extrema direita”, o que é uma mentira em absoluto. Só por esse também amar a pátria.

    Agora ouve-se, que os macacos em Bruxelas decidiram em acusar a população europeia, de ter uma fobia contra africanos. Eles brincam connocso, pensam eles.

    Ao mesmo tempo, a esquerda podre e putana, faz leis, que impedem a construção de casas de habitação, para os tais migrantes ilegais, ricos e novos. Com uma mão convidam o pessoal, desrespeitando as próprias leis e com a outra mão impedem a construção de habitações, baixando a rentibilidade, fazendo leis absurdas, que só encarecem a construção e preferem fazer parques para proteger o ambiente.

    Na Alemanha continua a haver violações em massa, facadas, bulhas entre grupos estrangeiros muçulmanos, subida de crimes e uma esquerda que não diz nem um pio. A esquerda consente, gosta, cuspe em cima da vítima, protege o criminoso. E é também como a cara autora descreveu o caso no Reino Unido. Na maior parte são criminosos já muito bem conhecidos pelas autoridades. Muitos casos são assim. É triste. No lugar de estarem presos, deixam-os andar ao ar livre. Com os efeitos conhecidos. E a vítima é castigada, se intentar defender-se contra o criminoso.

    Quem não se revoltar contra isto, é malvado e doente, profundamente doente.

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  6. André Miguel permalink
    2 Dezembro, 2019 17:30

    Eu perdi a esperança que isto tivesse solução política a partir do momento em que não vemos um só líder europeu a questionar os países de origem destes “refugiados”. Então fogem de lá hordas de pessoas e quem os (des)governa tem vida santa?! Eles fazem-se ao mar, nós abrimos as portas e já está… a nossa marinha serve de salvamento marítimo e não de garante da segurança. É assim tão difícil vigiar as costas de Marrocos ou Líbia e mandar dar meia volta a cada embarcação ilegal? Então nem o direito marítimo se respeita?!
    Não sou de teorias da conspiração, mas a filantropia patológica não explica tudo. E creio que isto só terá solução quando os europeus virarem a sua cólera contra aqueles a quem pagam chorudos impostos para os proteger e nada fazem. Não vai acabar bem.

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  7. Procópio permalink
    2 Dezembro, 2019 19:37

    A revolução do proletariado e a luta de classes foi chão que deu uvas e virou vinagre.
    Não se sentindo em regra capazes de eliminar pelas sua mãos os “dissidentes”, recorrem então a outras tácticas. A mais óbvia é a abertura de portas a gente miserável com terroristas de permeio.
    Os tipos que apoiam este estratagema julgam-se seguros.
    São meninos bem de sacola às costas e barba rala, traficantes violentos e oligarcas que os empurram para fazer da UE um inferno. Sem identificar esses últimos personagens e as suas fontes inesgotáveis de dinheiro, não será possível contrariar as tendências suicidas de boa parte da população, incluindo jovens universitário de voz fina e filósofos daninhos que pensam com a barriga. Todos, carregados de complexos de culpa, de braço dado com Tanatos,, Dionísios e Afrodites.

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  8. Expatriado permalink
    2 Dezembro, 2019 21:53

    Isto também não passa nos noticiários/programas cá do burgo…

    A visão correcta

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  9. Miguel Dias permalink
    2 Dezembro, 2019 22:23

    André Miguel, às 22:03, disse: “a separação do Estado e religião são tudo conceitos que vêm da antiguidade clássica.”

    Errado, já deu para ver que o caro não percebe nem de História nem de Filosofia. A separação do Poder e da Crença religiosa é fruto, exclusivamente, do Cristianismo, “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”.
    A Grécia Clássica e a Roma Imperial não separavam o Estado da Religião.

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    • André Miguel permalink
      2 Dezembro, 2019 23:00

      O Cristianismo foi a cisão definitiva entre Estado e Religião, interrompida na Idade Média e depois retomada pelos Escolasticos de Salamanca que deram o pontapé de saída para o Renascimento que afirmou em definitivo essa separação, mas essa ideia já vinha enunciada de forma rudimentar, é certo, por Sócrates e Platão, por exemplo nos dialogos de Eutifron, As Leis ou A República (tal como muitos outros conceitos cristãos que foram buscar influência à antiguidade clássica, como é assumido inclusive por Santo Agostinho).

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      • 2 Dezembro, 2019 23:10

        Não foi nada separação. Essa frase é sempre erradamente interpretada e o Renascimento também não separou nada. Pelo contrário, o Maquiavel até teorizou mais a importância do paganismo como pilar do Estado e o Hobbes foi para o Antigo Testamento, por achar o Cristianismo demasiado frouxo.

        O que sucedia é que o Estado- o Reino, o Monarca, para ser reconhecido tinha de obedecer à doutrina Cristã. Deus estava acima do governo. Acima de tudo. E isto nada tem a ver com junção de poderes ou separação de poderes. É toda uma doutrina e sentido moral que a quem se obedece.

        Isso de cisão entre Estado e Religião só aconteceu quando o Estado foi ateu e proibiu as religiões! na Revolução Francesa, por exemplo. No comunismo.

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      • 2 Dezembro, 2019 23:11

        Nem sequer o laicismo implica retirar a religião da polis. É o inverso, o Poder político tem a obrigação de proteger e permitir o culto religioso autónomo.

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      • 3 Dezembro, 2019 10:17

        O que eu lhe estou a dizer é que não só não aconteceu como é bom que não aconteça. Uma coisa é ter a religião obrigatória como sharia ou madrassa; outra é todo o Poder, incluindo a Justiça estar subordinada a uma noção fundadora de Verdade que é Deus.

        Nos EUA o presidente jura sempre em nome de Deus. Em Inglaterra diz-se God save the Queen.

        Isto é muito positivo. Só não interessa aos ateuzinhos militantes e maçons.

        E é isto que tende a ser destruído pela esquerda. A esquerda “republicana e laica”. A República foi sempre a utopia fundadora dos revolucionários.
        Em toda a parte. Ou então dos que tinham seita paralela como nos EUA.

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    • 2 Dezembro, 2019 23:15

      De outro modo então, ainda se confundia mais e achava-se que a Inglaterra, por exemplo era uma “teocracia laica”, já que a Raínha é chefe da Igreja mas os poderes não têm de derivar de doutrina cristã necessariamente.

      Historicamente não existe isso de separação radical. Existia já na Idade Média separação de poderes, no sentido da inspiração ser divina mas a justiça autónoma e sob a alçada da Sabedoria. Tal como o bom príncipe devia seguir as virtudes cristãs.

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      • André Miguel permalink
        3 Dezembro, 2019 06:19

        Zazie, obviamente tal não aconteceu logo que Cristo disse a famosa frase! O meu ponto não é sobre quando a separação aconteceu de facto, mas sim que essa ideia já vinha do pensamento Socrático e Platónico. Platão era até bastante céptico em relação a tudo o que fosse religião.
        Foi todo um processo que demorou séculos, uma coisa destas não acontece do dia para a noite.

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    • 2 Dezembro, 2019 23:16

      No Islão, sim. Está tudo junto- a lei, a espada, Allah em nome de Maomé.

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  10. Arlindo da Costa permalink
    2 Dezembro, 2019 23:09

    Esses «faquistas» são um produto da gloriosa e sofisticada sociedade «ocidental».
    Aguentem!

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    • Zé Manel Tonto permalink
      3 Dezembro, 2019 16:28

      Eu quando vejo a fotografia de um “faquista” constato que nenhum deles tem a aparência de um Europeu, seja ele nórdico, germânico, céltico, mediterrânico ou eslavo.

      E os não-europeus que conheço, e são bastantes, não são “faquistas”. Verdade seja dita que não são mouros, mas esse pormenor não deve ser relevante…

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  11. Arlindo da Costa permalink
    2 Dezembro, 2019 23:13

    Tanta eloquência para situações que diariamente se vê em Portugal. Basta ligar a CMTV…

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  12. José Reis permalink
    3 Dezembro, 2019 09:17

    A Europa é hoje uma prostituta apetecida de pernas abertas, onde entra tudo sem controlo nem protecção, plenamente consciente dos perigos e das ameaças desta sua negligente política de tolerância e de laxismo, que tem como proxenetas a ONU e as ONG’s, sorvedoras de dinheiros sujos para implementarem a verdadeira teoria da conspurcação.
    Não é por acaso que continuamos a ouvir da boca de fanáticos que a Europa não é dos brancos, nem tão pouco dos europeus, e vamos tapando os ouvidos a estas declaradas sentenças de morte pela inércia e complacência de uma sociedade de cabeça virada pelos tiques vanguardistas de uma mistura de raças e de uma raça de misturas.
    Assistimos impávidos e serenos ao resultado e consequência de tudo isso, sem um esgar de revolta e inconformismo, quando vemos os nossos cidadãos, que por enquanto ainda não somos nós, porque continuamos vivos, ser esfaqueados à traição até à morte, quando andavam sossegadamente nas ruas do nosso bairro ou da nossa cidade, até que um dia foram escolhidos como os alvos-mártires do ódio de selvagens.
    Numa guerra sem quartel, e isto trata-se de uma guerra declarada à nossa civilização ocidental, temos de responder na mesma moeda, porque senão eles levam sempre vantagem, e por cada cidadão europeu que tombe temos de eliminar 100 cães muçulmanos, porque só esta será a desproporção da nossa salvação.
    Já não há dúvidas: ou eles ou nós. É uma questão de sobrevivência.
    A nossa tolerância excessiva é sempre o primeiro sinal de fraqueza perante a intolerância dos outros.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      3 Dezembro, 2019 16:34

      Aqui reside a falha que acabará com a Europa: falta de capacidade de ser implacável.

      Nem os condenados por terrorismo temos estofo para manter na prisão a totalidade da pena, quanto mais fazer o que deviamos fazer, que era executá-los.

      Em Israel demoliam as casas da família dos terroristas (não que isso faça diferença, porque a autoridade palestiniana lhes oferecia uma melhor, paga com donativos da UE).

      Nos países mouros basta um rumor de que alguém blafesmou o selvagem a que chamam profeta, e queimam uma igreja e matam todos os não mouros que lhes aparecerem à frente nesse dia.

      Gatinhos de peluche contra tigres.

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  13. Chopin permalink
    3 Dezembro, 2019 17:23

    Former president of org “dedicated to showing that Islam is a religion of peace” charged with jihad terror activity.
    https://www.jihadwatch.org/2019/12/former-president-of-org-dedicated-to-showing-that-islam-is-a-religion-of-peace-charged-with-jihad-terror-activity

    Não foi o selfie made man que também afirmou o mesmo, numa visita ao xeique “cotovelada” Munir?

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  14. A. R permalink
    3 Dezembro, 2019 21:44

    Trata-se de tráfico humano: pura e simplesmente tráfico humano. A UE, a ONU e Soros ajudam: Obama deu o mote com a desmontagem da Líbia. A Turquia faz chantagem com a Europa e controla grande parte de um Cavalo de Troia na Alemanha: domina quase 70% das Mesquitas.

    Quase 80% dos presidiários em França e noutros países são Islâmicos. As violações na Suécia, um crime com maior incidência na Nigéria, são cometidos por islâmicos em mais de 90% dos casos.

    Esta gente não é útil às nossas sociedade: culturalmente são incapazes de se integrar, não querem integrar-se e não têm habilitações para trabalhar em economias modernas. Não falam qualquer língua útil, não possuem formação académica e nem sequer têm gosto pelo trabalho. Grande parte de refugiados não quer trabalhar: vivem do nosso sistema social.

    Podem qd muito ser ajudados nos países de origem. Quando são subsidiados cá deixam muitos pobres, velhos e desprotegidos no Continente Europeu ainda mais ao abandono: muitas municipalidades na Suécia cortaram ajuda a gente necessitada (refeições, aquecimento, higiene). Não posso esquecer um sem abrigo que morreu enregelado num banco de jardim próximo de um alojamento para “refugiados” muito bem aquecido: isto na Suécia.

    Malmo é hoje um antigo farwest: tiro, granadas, drogas, agressões, violações.

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    • Zé Manel Tonto permalink
      4 Dezembro, 2019 17:24

      “Grande parte de refugiados não quer trabalhar: vivem do nosso sistema social.”

      Mesmo que não houvesse apoios sociais para “refugiados”, isso não resolvia o problema.

      Há sempre economia paralela no tráfico de droga, assaltos, proxenetismo de miúdas ocidentais.

      Mesmo que isso não chegasse, os países de origem dos mouros pagam para “manter as mesquitas” que depois distribuem o dinheiro pela maralha. Porque interessa a Árabes, à Turquia, a Paquistões, ter um cavalo de Tróia no Ocidente, se não for para invadir, que mais não seja para pressionar os governos a votar na ONU e outros fóruns de acordo com o que os mouros lhes interessar.

      E se tudo isso falhar há sempre o conceito de jihad por imigração.

      Basta ver que Índia e Bangladesh são igualmente miseráveis, mas milhões de bangladeshis se mudam para os estados orientais da Índia.

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  15. A. R permalink
    3 Dezembro, 2019 21:58

    https://www.jihadwatch.org/

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