Vem aí a Primavera do extermínio do untermensch
Segundo notícia da Renascença, a Iniciativa Liberal prepara-se para se juntar aos partidos dos camafeus do niilismo moral apresentando também uma proposta para o extermínio daqueles que não encontram argumentos para continuar aqui a sofrer com as propostas que os pândegos apresentam em nome do povo.
Já ontem, no debate dos candidatos ao CDS realizado na RTP3, não faltaram uns betos a falar no povo com o romantismo platónico de quem nunca viu o tal de povo a transferir catotas do nariz para a boca.
O primeiro indício, o mais evidente, para determinar quem não faz qualquer ideia do que é isso do tal povo é referir-se a ele. Quem sabe o que é o povo nunca se refere a esse estranho ente, percebendo que atribuir-lhe uma vontade ou uma consciência colectiva é reduzir a bestial individualidade humana à condição de caricatura. O povo é tudo, e, como tudo que é tudo, é absolutamente nada.
Da mesma maneira que empresários sistémicos do cronyismo tratam os empregados pelo eufemismo de “colaboradores”, também os políticos-pastores tratam o gado que pastoreiam por “povo”. Tal como o pastor interessado em limpar o pasto, o político escolhe a erva que o tal de povo deve ruminar para seu benefício próprio, o de direccionar a moral para o preenchimento do seu desígnio de sacerdote das gentes em busca de um significado para a angústia da solidão da mente humana. Como entes seculares, são fracos substitutos para a finitude temporal da era em que se inserem, optando por modas imbecis em detrimento da testada experiência acumulada pelas civilizações.
No que diz respeito à proposta da eutanásia, a apresentar em Março, altura involuntariamente irónica por ser o natural renascimento cíclico da vida planetária após os meses frios, acho bem que IL se junte ao Bloco de Esquerda e ao PAN na ajuda que estes fazem ao PS na conquista de “avanços civilizacionais”. Nem que não seja por mais nada, para que se perceba de uma vez por todas ao que vêm com o liberalismo Verhofstadt: a maior interferência possível na liberdade dos indivíduos perante a superioridade moral dos eleitos. Não é bem socialismo, só cheira, sabe e parece ser, mas é algo pior: é comunismo intelectual, um dogma de manada sem contemplações pelo mistério da conjunção da insignificância humana com a paradoxal importância urgente da vida de cada um dos humanos.
Apresentem a proposta. O vosso povo aguarda-a com impaciência de morte.

Pois é. A necrofilia utilitária junta-se sempre.
O embrulho é que pode parecer diferente. Mas é sempre em nome das boas causas dos outros. Dos que nem sabem que desejam o matadouro, praticado por médicos e enfermeiros que passam também a carrascos.
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Não sabem, temos que lhes explicar! Anda aí tanta gente que seria muito mais feliz morta. Felizmente, temos os liberais para fazerem com que o estado tenha um papel de verdadeiro educador das massas, ensinando que mais vale morrer do que andar aí a dar despesa.
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Completamente. E quem não quiser aprender torna-se empata. Empatar a família é tramado, quando se educa os pequenos a não serem empatas porque a vida é propriedade privada e o médico tanto a trata e salva como a pode tirar.
Mas isto só é ficção se não se quiser ver a realidade nos hospitais.
Quem quiser que investigue o motivo pelo qual estão mais de mil camas de hospitais lisboetas ocupadas com velhos abandonados.
Basta terem uma sonda (mesmo que provisória) que os lares não aceitam e a SCML retirou esse simples acto do apoio domiciliário, agora, por terem mais regalias, ao passarem a contracto.
Quem precisar vai ter de ser bem provido financeiramente, mesmo que já nem tenha família.
Muitos destes empatas já são aliviados da sondinha sem precisarem de pedir tal benesse.
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A parte mais engraçada do trabalho dos liberais num Parlamento só mesmo o extremismo do Max Stirner para os desmontar. O derrube do Estado, por subvenção estatal democrática e colectiva é a maior hipocrisia.
Acabam assim, a dar uma forcinha aos totalitários estatistas comunistas e socialistas de todas as cores.
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Fala, fala, fala, mas nada diz…
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A partir de hoje, você nem diz nem fala mais nada. Parabéns.
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AHAHAHAHA
Estava a pedi-las o imbecil que nem um argumento consegue alinhavar.
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“Acho” que Paulo Valente é pseudónimo do Augusto Santos Silva, que “fala, fala, fala, mas nada diz”.
Parabéns VCunha, é a primeira vez que um cretino governamentalizado leva um pontapé e sai de cena à velocidade de um meteoro.
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O povo ,o povo, sim o povo ainda não aprendi o que seja o povo . Na minha casa somos cinco cada um pensa de sua maneira
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Quando o meu pai morreu, quando tive a notícia, serenei. Eu sabia que ele estava num sofrimento enorme (sofrimento físico), aliado a uma quebra de lucidez muito grande. Eu gostava muitíssimo do meu pai. E ainda gosto. Em muitos por cento do que faço na vida tenho-o presente (na força de viver, na poesia infantil, na dádiva aos outros. Em tudo. Até nas duas cargas de porrada que ele me deu, a chorar (o choro era dele); as cargas de porrada são sempre injustas.) Ele é o referente de dignidade que eu agradeço aos deuses poder beneficiar. Mas que apesar de poder vislumbrar acho que não estou à altura de continuar.
Quando tive a notícia serenei. Eu nunca pude dizer aos médicos, ou tratar com eles uma morte serena e digna. Não é coisa que se combine. Sabendo que a morte é certa, e com muita probabilidade sofrida, estamos impedidos de deliberada e assumidamente tentar atenuar essa dor.
Há toda uma panóplia de moralismos e tabus que imperam e se tornam determinantes na sombra da nossa cobardia em assumir essa decisão ou sequer esse campo de debate. E esta nossa cobardia, ela própria já produto de uma prática e história de incapacidade de assumpção, torna-se o terreno fértil para moralismos primários a puxar para zonas de “politicamente correctos”.
Não se trata da vida nem da morte, mas da “hora da nossa morte”. E quem já não tem condições para, nessa circunstância, expressar ou fazer valer vontade própria, depende, obviamente do que estiver combinado socialmente.
Está na hora, meus senhores, de tirar pressão às certezas que nos insuflam o ego e a imagem na praça do debate público. Para tal, basta pormos de lado o espelho com que estamos sempre a ver a imagem da nossa certeza e nos tentemos colocar no lugar do outro. Seja o outro que pensa diferente, seja mesmo o outro que está a morrer.
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Que é o Outro a morrer?
Sempre ouvi o argumento de ser dor e sofrimento que nem a Ciência consegue atenuar.
Se é questão científica, então, a primeira coisa, era atirar com a gigantesca vergonha da magnífica Ciência, de tal modo evoluída que até clones já é capaz de fazer, ainda não ter conseguido aliviar a dor física.
O que é falso.
A psicológica é mais difícil e essa é Vida, é carinho, é amor e pode ser Deus, se não for tudo centrado nos umbiguismos caprichosos.
A ideologia que une esta malta malthusiana da eutanásia é o capricho utilitário. Pode ser o capricho utilitário em nome do EU- Majestático que precisa de Partido Liberal para o Eu dos outros saber o caminho médico. E os médicos, abdicarem do seu Eu Majestático de Juramento e dever.
E também pode ser o outro lado da mesmíssima moeda. O Eu Majestático do Colectivo Vermelho, utilitário, para quem gente é apenas o trabalhador assalariado passível de ser o grevista, a amálgama da massa revoltada que dispensa a caridade quando deixa de ter utilidade na engrenagem distópica.
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Quando a lucidez se vai perde-se a noção e deixa de contar o que os outros acham que o próprio é.
O grande problema não é a famosa “dignidade da vida”, ou “o pleno poder das faculdades mentais do velho”.
O grande problema são os avaliadores destes estados. Não se enxergam. Não apalpam as próprias e plenas faculdades mentais quando vestem a bata branca para decretarem as dos que não as têm.
É tudo uma questão de veste. Quem agarra primeiro a bata e depois quem faz da Lei a Moral, apagando-a por decreto.
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Vítor, falta um “s” na palavra: “untermensch”.
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Pois falta. Obrigado.
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Já agora, e para ser plural, é “dos Untermenschen”.
E com U maiúsculo, tal como todos os substantivos em alemão.
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Recuso-me a tratar no plural a manada.
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A Renascença não diz que a Iniciativa Liberal irá apresentar uma proposta de lei sobre eutanásia em março. Diz, sim, que somente nessa altura, após a decisão (em fevereiro) sobre o Orçamento de Estado, é que a IL decidirá se apresenta ou não uma proposta de lei.
E o meu palpite é que NÃO apresentará. Votará a favor dos projetos do PS e do PAN, abster-se-á no do BE, mas não apresentará projeto próprio.
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A proposta está feita. “Vou pensar no assunto” é uma proposta. Na realidade, são pagos para se recusarem a pensar no assunto.
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Seguem o calendário litúrgico, Primeiro o Carnaval das propostas; depois a reflexão da Quaresma e a seguida o sacrifício Pascal.
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Ontem tive alguma paciência para ocasionalmente ouvir os candidatos à liderança do CDS. Vai reduzir-se a metade, qualquer que seja o novel presidente.
(Talvez o FRodrigues dos Santos seja o melhor).
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O suicídio espanhol:
España necesitará 10 millones de inmigrantes para pagar las pensiones!
La sorpresa que trae Escrivá: “Millones y millones” de inmigrantes para pagar las pensiones!
Ergo: vai nascer uma nação e cultura estrangeira, dentro do território espanhol.
O suicídio português vai ser igual?
A população vai cair de 10 para 7 milhões de seres humanos, segundo previsões (não sei de aonde e com qual credibilidade e justificação).
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Já hoje se está a verificar, perante os nossos olhos e registado pelas estatísticas.
No ano passado, dezenas de milhares de estrangeiros naturalizaram-se portugueses.
No ano passado, a imigração de brasileiros para Portugal aumentou brutalmente.
Portanto, é patente que a população da “nação e cultura” portuguesa está a decair, e a ser substituída por populações de nações e culturas estrangeiras, sobretudo a brasileira.
Jornaleca tem muito com que se preocupar, aqui e agora. Não precisa de previsões, pode olhar para os dados estatísticos já existentes. Tem que começar a atuar já!!!
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Tudo o que não for bárbaro muçulmano ou cigano com faca é bem-vindo.
E quem nunca usar faca, também é bem-vindo.
A nossa cultura vai sobreviver, porque os outros vão gostar imenso.
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De supra comentado com esta ‘entourage’:
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Is the Fed About to Trigger the $35 Trillion U.S. Housing Market Crash?
https://www.ccn.com/is-the-fed-about-to-trigger-35-trillion-us-housing-market-crash/
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Pois é, vem aí bem mais importante para a narrativa atual degrandes feitos orçamentais surgirem posteriormente como alucinações. De boa fé creio. Penso eu de que.
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Eutanásia, problema de antes de DC tal qual a prostituição ou a corrupção, esta já queixa na Bíblia. Das matança dos inimigos por exemplo nos Maias, passando pela inquisição e pelas jihads das penas de morte medievais e do obscurantismo até aos princípios do sec XX que a teorizaram nos princípios do sec XX até a à recuperação do nazismo nas Democracias dos nossos dias.Foram, e são, são milhões de terceiros disporem a bel prazer da vida doutro. .
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Abusos Humanos e não Direitos Humanos, salvo se o próprio assim o declarar formal e antecipadamente sendo que a Vida é dele e sobre ela ele tem todo o direito exclusivo sobre ela decidir independentemente de conceitos religiosos, ‘bons costumes e morais’ de quem nada tem a ver sobre a Vida doutro tal qual carpideiras ou treinadores de bancada .
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Ninguém tem o direito humano de decidir sobre a Morte doutro. Seja médico, cientista, politico etc. Só o próprio em declaração bem antecipada, formal, autenticada e com 3 testemunhas. E se o quer cumpra-se, responsabilidade e desejo do próprio..
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Explique-me uma coisa.
O Obama nada sabe, sabia, tem de competência económica. E a equipa que ele teve, também não.
Tem alguma ideia, quanto é que esse ladrão Obama roubou ao EUA? Em quanto ele aumentou a dívida norte-americana? Tem?
Porque, tem que ter, para poder avaliar o que aqui diz.
O Obama destruiu a economica norte-americana.
Trump ao contrário, é um mestre na arte económica, ele sabe criar riqueza.
Está consciente disto? Porque, os nossos burros e asnos perfeitos em Portugal, que ocupam, sem qualquer inteligência digno desse nome, os jornais, ou não o sabem, ou ocultam-o DE PROPÓSITO. Está consciente disto?
Quer dizer, desde que Trump é presidente, a economia norte-americana, ESTÁ MAIS FORTE!!
Por isso, essa notícia sua, não faz sentido nenhum.
É intenção da seita criminosa da esquerda OCULTAR todo o sucesso de Trump nos EUA!!
E você, quer cair nessa armadilha?
Já leu, consultou o discurso de Trump em Davos? Vale a pena!!
A esquerda não vale um corno. E já no dia 25 de Abril tudo isso era sabido. A parte do povo que elegeu estes porcos no 25 de Abril, anda drogada, ou é podre ou putana. E não tem qualquer direito em queixar-se da situação actual.
Como semeares, vais colher.
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Sobre o IL não me sugere tema perante o enquadramento macro na política nacional que se obriga a responder o que ainda não ouvi:
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Investimento, Salários de funcionalismo e lucros colaterais de ‘consultadorias’ do Publico e consequentes altos impostos (mais de 70% sobre cada salário mensal ou ordenado) que acabou na falência da Banca Portuguesa e a insustentabilidade de Portugal (se retiradas as injecções de dinheiros de Bruxelas, interessada nas importações dos Portugueses, Portugal equivaleria finaceiro/economicamente ao ‘Biafra ou ao Bangladesh … ora se a EU falha o destino está traçado com tanta ‘ciência’ económico-financeira de 40 anos sem qualquer mudança na filosofia de Salazar inteligente para os seus fins numa Administração Publica Totalitária e Persecutória que nada tem a ver com um aparelho da Democracia e Liberdades Individuais. Isto é o Publico serve o quê, para quê e para quem ?
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OU
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Investimento, Ordenados Privados e Lucros directos e consequente forte baixa de impostos e ambiente publico e extremamente amigável e não persecutório para um destino sustentável para Portugal quer para Privado quer para Públicos, naturalmente defender um Liberalismo cujo o grande fim é privatizar Saúde, Educação e Pensões não é mais que outra hipocrisia manhosa de destino, mais capitalismo parasita e iniciativa privada sustentados nos impostos dos Portugueses, ou seja manter a carga fiscal actual com aumentos sucessivos.
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Isto ninguém ouviu ou escuta apesar de diariamente os Portugueses serem bombardeados pelas comunicações sociais com toneladas de noticias, narrativas, discussões, partidos e políticos em vigor.
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Se nada há a fazer, se é a sina de Portugal, se o Liberalismo for afinal mais do mesmo com outra embalagem da ‘margarina’ nos negócios partidários na mercearia dos impostos dos Portugueses vulgo Orçamentos do Estado ….
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Tudo bem inté ….. a roleta do casino falhar na bancarrota total. O mais estúpido porque hoje é possível traçar outro destino respeitando todos os compromissos internacionais em vigor. Apenas vontade e visão de destino de novos ou velhos recuperados Políticos.
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Mas se não quiserem ou acharem desnecessário da reforma do pensamento político por dentro …. Continuemos avestruz com a cabeça debaixo de areia cantando e rindo como o tal hino antigo ) e não gastem tanto latim que já ninguém ouve, basta deixarem andar ..
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Eu prefiro ser “assassinado” por crueis “utilitaristas” ao sabor de uma inconsciente dose anestésica, do que deixado a apodrecer abandonado numa cama de hospital por “caridade” de gente “beata” que se confessa todas as semanas com garantias de céu assegurado .
É que nem toda a gente pode ter o privilégio como o Roger Scruton de morrer em casa rodeado da familia. monitorizado e assistido por uma equipa médica. Não admira que ele e os ” Mários Soares” da sociedade tenham tanto a “agradecer” à vida.
No entanto no meio desta gente dos “humanistas” e os “caridosos” beatos , é só ver a quantidade deles de ambos os lados que se voluntariam para ir tomar conta dos abandonados deixados a apodrecer e a morrer nos hospitais. E não fosse tudo isto como sempre da vossa parte e da deles, nada mais do que um grande exercicio hipócrita de politiquice retórica para manter a vossa quota parte do gado no pasto .
Porque se o dia chegar num dia em que vocês se “arrependam” do que fizeram ou deixaram de fazer, os outros o do “povo”, sempre podem ir morrer no luxo de uma suite privilegiada de um hospital privado, e vocês sempre podem tomar um voo para a Suiça. Mas no fundo quem se f..de são sempre os mesmos…
Do tempo em que se apreciava por aqui o “utilitarismo” do Estado.
https://www.jn.pt/sociedade/saude/passos-diz-que-estados-devem-fazer-tudo-para-salvar-vidas-mas-nao-custe-o-que-custar-4382260.html
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Deixe então a morada.
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Visto que nunca o vi si nem aos seus a prestar auxilio caridoso voluntário àqueles que foram “beneficiados” pelas gestões tecnocráticas da administração público-privada.
Posso-lhe em vez de deixar-lhe a minha morada, deixar-lhe antes o nº da minha conta bancária, para que também eu e os meus possam ter uma assistência e morte privilegiada como a do Roger Scruton, e assim tambem poder agradecer a “dávida da vida”.
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