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Do mito ao #metoo

14 Fevereiro, 2020

O Carlos M. Fernandes disseca o “feminismo” na Coluna semanal da Oficina da Liberdade no Observador e demonstra o ressentimento de que vive e o totalitarismo para onde nos leva.

Um excerto:

Num sistema fundado na igualdade, os crimes não têm sexo, cada um é responsável pelas suas decisões e a presunção de inocência é um princípio inviolável. Na distopia feminista, a culpa, se não pode ser atribuída ao homem ou ao patriarcado, deve ser pelo menos partilhada. E, na carência de culpados, a árvore do progressismo é regada de quando em quando com o sangue dos inocentes. O feminismo contemporâneo é inimigo de qualquer sociedade que se quer aberta, livre e tolerante.

Recomendo a leitura completa do texto.

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4 comentários leave one →
  1. Procópio permalink
    14 Fevereiro, 2020 10:37

    Tá bem, tá bem, muita catilinária, sim senhor.
    E quem me diz que o Carlos,
    branco,
    escreve no Observador,
    frequenta o Blasfémias,
    supostamente heterossexual
    interrompe abruptamente a Helena – O mundo fora da bolha da gente bonita,

    Não é mais um, culpado de ser contra as senhoras?

    “O feminismo contemporâneo é inimigo de qualquer sociedade que se quer aberta, livre e tolerante”. A maioria das pessoas à sua volta está-se nas tintas para isso.

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  2. JgMenos permalink
    14 Fevereiro, 2020 11:38

    A igualdade, para além do que à lei respeita (e sempre há direitos específicos da mulher), é uma treta para qualquer outro fim que não uma relação saudável entre sexos; não resiste a qualquer exame científico: morfológico, hormonal, psicológico,… .
    Mas na sanha de ‘normalizar’ a anormalidade cabe tudo, até anormalizar o normal.

    Liked by 3 people

  3. Procópio permalink
    14 Fevereiro, 2020 17:04

    Ressentimentos e totalitarismos.
    Viagem de Guandong para Rason e logo verão como é.

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  4. Beirão - RC permalink
    15 Fevereiro, 2020 09:19

    Para estas gajas, apanhadas da cabeça pelo ódio que as consome contra o homem é o patriarcado, ditadorzecas e intolerantes até às profundas, as Medeias de todos os tempos nunca terão culpas de nada, umas santinhas e virgens ofendidas da trampa, a culpa é, será sempre do macho, do do bicho homem.
    Não tenho tempo nem pachorra para passar cartão a este tipo de gente parvinha, que pretende fazer dos outros parvos. As isabeis moreiras desta vida, coitadas, deverão ser dignas da misericórdia cristã.

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