Respostas à crise que aí vem
Apesar de no quadro em que vivemos não haver alternativa à acção do Estado e esta ser absolutamente necessária na actual situação de emergência epidémica, a sociedade civil não se pode deixar cair nos seus braços e ficar rendida ao estatismo para os tempos próximos.
Foi neste enquadramento que a Oficina da Liberdade procurou contribuir para a discussão pública acerca das respostas político-económicas à crise que aí vem.
Redigiu-se um manifesto para o qual cada um dos seus autores contribuiu pensando pela sua própria cabeça, mas todos pugnando por uma sociedade livre e aberta.
Aí se defendem coisas “escandalosas” quando comparadas com a lengalenga dominante. Para abrir o apetite à leitura do documento, previno que da lista de medidas propostas consta, por exemplo, o lay off na Função Pública, a abolição dos benefícios de isenção de horário e subsídios de refeição e também a suspensão de pagamento de 13º e 14º mês a funcionários públicos.
Com o devido enquadramento e para leitura crítica, o documento pode ser acedido aqui.


Redigiu-se um manifesto para o qual cada um dos seus autores contribuiu pensando pela sua própria cabeça, mas todos pugnando por uma sociedade livre e aberta.
“Livre e aberta”, em dialecto direitalha, quer dizer mama em roda livre. Vindo do caro Telmo Fernandes já sabemos ao que vamos. E não desilude.
–- Privatizações da TAP, CGD, RTP, Companhia das Lezírias e outras… a CGD ali metida no meio, assim de mansinho…
–- O seguro de saúde dedutível na colecta de IRS, sendo que o seu titular passa a auferir preços de custo no SNS… mais mama privada.
–- Abrir as USF à gestão privada… idem.
–- Acabar com manuais escolares gratuitos… já nem tentam disfarçar.
–- Renovação e alargamento de PPP’s Saúde… mais mama.
–- Isenção de imposto sobre rendimento de capitais e sobre mais-valias… idem.
–- Suspensão do salário mínimo… especialmente nas grandes empresas, né?
Mas nem tudo é para cortar:
–- Moratória de empréstimos bancários, mantendo-se no entanto pagamento de juros… claro… a mama da Banca é sagrada!
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Não conhecia a dita oficina. Há ali nomes e percursos de vida que não interessam a ninguém. Para mim um libertário / liberal não pode promover crony capitalism, dito isso, e mesmo concordando com vários dos pontos que o Filipe sublinhou, destaco alguns que acho fundamental já terem sido levados avante desde o inicio do século.
Privatização da RTP, ontem já era tarde…foi pena o Passos não o ter conseguido levar avante…muito embora, com muita pena minha, iria ficar sem a Antena 2. TAP e CGD discutível e sinceramente não sei se seria manifestamente positico a sua pricatização ou outra.
Lay off dos funcionários públicos…epá essa é de caras! Se os do privado que lhe pagam os ordenados vão para lay off, porque é que a casta das 35h não deve ir também? Alguém que fundamente a necessidade desta diferenciação “repugnante”.
“– Suspensão de grandes projectos de investimento (aeroporto, etc…) (EM/NE)
– Venda de património imobiliário devoluto do Estado (EM/NE)” Tudo isto faz sentido, não?
“– Encerramento ou redução drástica das mais de 1500 entidades e institutos públicos por fusões e/ou privatização (EM/NE)”…Yes please…porque não? O que não falta aí é FP que não faz nada.
“– Corte de todas as despesas relacionadas com o combate às alterações climáticas (EM/NE)”…outra tipo duh…obviamente, nem os cientistas se entendem, e embora possa acreditar nas alterações climáticas, não acredito que a ação do homem tenha sido o suficiente para desencadear tamanhas mudanças, acredito sim na mutação constante de um planeta que atravessou eras de com mais frio e outras com mais calor.
“– Corte de todas as despesas com campanhas de promoção de estilos e modos de vida (igualdade de género etc) (EM/NE)”…promovam isso no ensino privado, no público não se devem ensinar aberrações contra ciência, gays e lésbicas OK, tudo resto são doenças mentais.
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O bicho navega em águas poluídas, só se vai embora depois da limpeza.
Para além de uma congénita incapacidade de fazer face aos problemas, os geringonços vão defrontar-se com um paradoxo. Se por um lado, donos do Estado, querem assumir o controlo e não vão consegui-lo, são em grande medida os privados, pequenas e médias empresas que sustentam as alarvidades.
E se as pessoas vierem para a rua sem medo do vírus.? A fome pode matar ainda mais.
A partir de agora vamos ver
De um lado,
As katarinas a pedir mais e mais, o kosta a fingir umas vezes sim,outras vezes talvez, o geróimo cada vez mais desorientado e os animais a ganir
Do outro,
A capacidade de produção a diminuir em flecha
O holandês, o austríaco, o finlandês a torcerem o nariz e a merkel pela porta de saída.
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Colocado pelo Olympus Moon no Insurgente, quantidade de mortes na Europa nos últimos anos
https://www.euromomo.eu/index.html
No momento mostra um valor muito mais baixo de mortes que nos Invernos de 2016-17 e 2017-18
Olhe-se para o gráfico de Portugal.
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Uma pessoa lê e não acredita. Bendita propaganda!
https://www.franceinter.fr/emissions/les-histoires-du-monde/les-histoires-du-monde-30-mars-2020
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Eu também tenho umas medidas a propor :
Acabar com a utopia de “um voto por indivíduo”, e adoptar o método das sociedades comerciais : nº de votos indexados aos impostos pagos ou contributo para o PIB.
Na atribuição de votos, para além do factor “impostos pagos”, Valorizar as actividades que produzem bens/serviços relevantes, em contrapartida a outras que se dedicam ao mero entretenimento, e que por isso deverão ter menos peso nas decisões !
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