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Pois

10 Dezembro, 2020
3 comentários leave one →
  1. José Monteiro permalink
    10 Dezembro, 2020 16:39

    “Morenito”, a recordar a persistência da linguagem escabrosa oriunda do ancién régime.
    Isto em 2008, a comprovar a justa luta dos ‘renovadores’ vindos a público nos últimos anos.
    Vale, na aprovação do OE do Costa Govern, a deputada Mrs Joacine com o pagamento de novo Observatório para os profundos problemas do racismo.
    Enviado em tempo a Mr Daniel Oliveira-Expresso:
    Racismo pós-moderno, talvez.
    O autor abaixo, amante da liberdade africana, mas sem cultura (ou deformação) marxista, religioso e meio ocidentalizado, será talvez uma testemunha menos abonatória – Eduardo Mondlane:
    A) 10/09/51 – Não sou cidadão da África do Sul, embora tenha sido educado em Johansburgo. Nasci na África Ocidental Portuguesa, na capital, chamada Lourenço Marques.
    (…) Os problemas sociais, políticos e económicos do meu país são um pouco diferentes dos da União da África do Sul. Por exemplo, nós não temos uma barreira de cor ou discriminação racial no nosso país.
    (…) Pessoalmente penso que há duas maneiras que ajudarão os africanos:
    1.Educação massiva…
    2.O espalhar da verdadeira cristandade.
    (…) É esta a razão porque eu tenho a obrigação de regressar a África para fazer tudo o que puder para contribuir com a pequena parte de boa vontade com que eu sei que Deus quer que eu contribua na vida.
    B) 24/09/51 – Lembra-te que eu próprio não sou cidadão sul-africano. Sou cidadão português. No meu país não temos leis de segregação… Eu farei tudo para lutar pelos direitos do meu povo no meu próprio país…
    C) 24/04/54 – O meu desacordo com o governo tem pouco a ver com a sua política racial porque, embora não seja a ideal, não é tão má como a dos países vizinhos… O que não posso suportar é a falta de liberdade de expressão. Isto é verdade para todos os cidadãos portugueses, em Portugal e em África.
    PS: enxertos das cartas de Mondlane a sua mulher Janet.
    Livro de Nadja Manguezi, Maputo 2001, Centro de Estudos Africanos e Livraria Universitária:
    Com “Uma história da vida de Janet Mondlane” com o título “O Meu Coração está nas Mãos de um Africano”

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  2. 10 Dezembro, 2020 18:33

    Morenito de Portugal? Chamem o Mamadu

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  3. Artista Português permalink
    10 Dezembro, 2020 22:12

    Não há direito! Está a ser usado, abusivamente, o título que pertence ao AC. Comunique-se ao PAN em reforço da campanha para a proibição das touradas!

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