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Nuclear

10 Novembro, 2021

França junta-se ao Reino Unido e também anunciou nos últimos dias a expansão da sua rede de centrais nucleares… falar de energia limpa e a um custo razoável sem falar do nuclear já não é sério… o leitor interessado pode procurar na net os small reactors da Rolls Royce… uma pequena maravilha da tecnologia…

34 comentários leave one →
  1. Weltenbummler permalink
    10 Novembro, 2021 08:32

    tudo muito poucochinho

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  2. 10 Novembro, 2021 09:22

    Finalmente a energia mais barata e eficiente!
    Vamos ao progresso da Energia Nuclear!
    Eu sempre disse desde os anos setenta: Nuclear SIM !

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  3. Eu Mesmo permalink
    10 Novembro, 2021 10:26

    Só para lembrar que uma das primeiras coisas que Mestre Galamba fez enquanto membro do Governo foi vender todas as reservas de Urânio que Portugal tinha.
    A visão estratégica, sempre afinada..

    https://observador.pt/2018/11/14/galamba-uranio-nao-e-um-ativo-estrategico-e-portugal-tenciona-vender-reservas/

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  4. Luís Lavoura permalink
    10 Novembro, 2021 10:37

    A energia nuclear tem um bocado o mesmo problema que as renováveis: nem sempre está (des)ligada quando é mais necessária. As centrais nucleares debitam muita eletricidade à noite, quando ninguém a quer utilizar.

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    • 10 Novembro, 2021 10:46

      LOL como piada pode ser boa essa observação … espero que saiba que uma central nuclear liga-se e desliga-se, aumenta-se e diminuiu-se a potência como uma hidroeléctrica e ainda por cima nem precisa de cortar um rio nem está sujeita a cheias ….

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      • balio permalink
        10 Novembro, 2021 11:51

        Esse processo de ligar e desligar uma central nuclear é deveras lento. As centrais nucleares são notoriamente inflexíveis na quantidade de eletricidade que produzem, isto é, demoram muito tempo a ligar e desligar. Tal como todas as centrais baseadas em energia térmica, aliás. Uma central hidroelétrica é totalmente diferente – liga-se e desliga-se em poucos minutos. É por isso que a França, que tem muita eletricidade nuclear, oferece grandes descontos aos consumidores na eletricidade que consumam em período noturno. Mais ou menos como um sistema eletroprodutor baseado em energia solar oferece grandes descontos no pino do verão.

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      • 10 Novembro, 2021 11:56

        balio … não confunda as centrais nucleares dos anos 70 e 80, a que essas francesas pertencem, com as actuais.
        Sobretudo com as chamadas mini/modulares que funcionam em prazos inferiores a meia hora tal como as usadas em porta-aviões e submarinos.

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      • 10 Novembro, 2021 16:23

        “As centrais nucleares debitam muita eletricidade à noite, quando ninguém a quer utilizar.”

        A diferença entre quem pensa e quem apenas só sabe papaguear.

        w ww.gov.uk/government/news/uk-confirms-pledge-for-zero-emission-hgvs-by-2040-and-unveils-new-chargepoint-design

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      • 11 Novembro, 2021 09:03

        Já que falamos em carros eléctricos, não sei se os ex(s)pertos no assunto estão a par destes qui pro quos… É que as baterias parecem ter uma certa tendência para a auto-ignição..
        https://www.circulaseguro.pt/os-eletricos-e-os-incendios/

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    • FreakOnALeash permalink
      10 Novembro, 2021 10:56

      As centrais que o Macron anunciou têm por base módulos nucleares pequenos (SRM) com menos produção eléctrica que as “grandalhonas” mas mais eficientes, quer da parte da produção elétrica quer da parte da geração de resíduos nucleares e estão pensadas para virem a produzir hidrogénio. Penso que os SRM seriam a solução para o problema que o Luís menciona.

      A instalação de SRM em Portugal seria interessante. Seria útil que algum dos partidos mencionasse a produção eléctrica com base em centrais nucleares desta dimensão no programa às eleições legislativas!

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      • balio permalink
        10 Novembro, 2021 11:47

        Em Portugal quem gera eletricidade são empresas produtoras, as quais são privadas. Os partidos políticos e os seus programas eleitorais não produzem eletricidade nenhuma.
        Qualquer empresa produtora de eletricidade pode, em princípio, decidir instalar SRM em Portugal e/ou em Espanha (que estão juntos num Mercado Ibérico de eletricidade) se o desejar. Não precisam de qualquer partido político para esse efeito.

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      • FreakOnALeash permalink
        10 Novembro, 2021 14:32

        A ser verdade o que disse, é estranho não haver iniciativa. Pensei que haveria algum constrangimento legal…mas vá os partidos que incentivem os SRM, poderiam servir as universidade para despoletar uma engenharia atómica.

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      • 10 Novembro, 2021 15:27

        As Universidades são uma esquerdalhada completa cheia de parvos do meu tempo do “Nuclear não, Obrigado!”

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        10 Novembro, 2021 20:19

        Jorgecramos,

        Isso é nos departamentos de Alvitres Sociais. Nos de engenharia na Universidade, nos quais já ensinei, as pessoas são mais práticas. Conheço poucos que não defendam a energia nuclear.

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    • 10 Novembro, 2021 16:53

      Esta está na linha de conhecimento tipo Catarina, que achava que a água que se evaporava das albufeiras era água perdida… Isto das ciências exactas, sem ideologia, não é para todos.

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  5. chipamanine permalink
    10 Novembro, 2021 11:39

    Ora porra !!!!! e eu a julgar que a salvação estava no Galamba/PS-Hidrogénio que vai consumir 8 mil milhões de euros entre os amiguinhos.

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    • 10 Novembro, 2021 11:53

      chipmanine esqueceu-se de qualquer coisa …. Galamba / PS – Hidrogénio – LITIO …. Litio homem!

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      • chipamanine permalink
        10 Novembro, 2021 16:20

        Verdade, litio tb

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      • Francisco Miguel Colaço permalink
        10 Novembro, 2021 20:20

        Há um 1 e o 3. Para quando uma economia do hélio?

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      • 11 Novembro, 2021 10:19

        Helio … é o produto das centrais de fusão nuclear … mais 20 anos.

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  6. Expatriado permalink
    10 Novembro, 2021 14:02

    Lições de História e não só. Acabam também por ser “nucleares” para uma discussão analítica séria da actualidade.

    https://fb.watch/9byp5vguBf/

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  7. Prova Indirecta permalink
    10 Novembro, 2021 15:01

    O Galamba vendeu o urânio ? Não se preocupem que o Rangel vai largar o metano quando chegar a PM – e aderir ao nuclear -o que é preciso é sair do armário da descarbonização…

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  8. Prova Indirecta permalink
    10 Novembro, 2021 15:20

    Estamos bem fdds com este bloco central…

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  9. pmanuelp37 permalink
    10 Novembro, 2021 17:04

    Quando a necessidade/realidade aperta a ideologia puf! A guerra ao nuclear fazia (ainda faz…) parte do esquerdismo soixante huitard e da luta espectáculo ao capitalismo. Tudo muito interessante, mas os anos passam e hoje as comodidades consumisto/capitalistas precisam de cada vez mais energia e fazem parte do conforto dos revolucionários de sofá. Portanto, se para gozar da Netflix é preciso o nuclear, venha ele… É que isto das utopias é muito giro enquanto não mexem connosco…

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    • Francisco Miguel Colaço permalink
      10 Novembro, 2021 20:25

      Entretanto, a URSS e a China faziam dezenas de centrais nucleares, que ainda hoje existem.

      Esquerda: proibições para ti, privilégios para mim. Numa versão portuguesa: para os amigos, tudo; para os inimigos, nada; e os restantes que cumpram a lei. Disse um socialista, e devia saber bem porquê — não se retratou até que foi aumentar o material combustível no Hades.

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  10. voza0db permalink
    10 Novembro, 2021 19:27

    Bem… Finalmente a malta do lóbi do nuclear – a origem da tanga do Aquecimento Global lá pelos longínquos anos de 1970 – está a conseguir levar triliões para o seu moinho!

    Demoraram ~50 anitos mas lá conseguiram.

    A vida neste Planeta nos tempos Futuros será algo de extraordinário!

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    • pmanuelp37 permalink
      10 Novembro, 2021 20:07

      A vida, neste planeta, sempre foi extraordinária. E quando o vapor substituiu o cavalo, ui! isso então foi a loucura para os vozas da época!

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  11. pmanuelp37 permalink
    10 Novembro, 2021 20:45

    Sem esquecer que o popó eléctrico é o top dos top! O pior é quando é preciso ligá-los à parede para carregar a bateria. As Catarinas canhotas devem pensar que a electricidade sai sozinha da tomada, que aquilo é só um buraco mágico. Se lhes dissermos que por detrás da tomada está uma nuclear ainda lhes dá uma coisinha má.

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  12. 10 Novembro, 2021 23:24

    Se o projeto nuclear português tivesse arrancado em 1982 com 700 MW de potência atingindo 8000 MW no ano 2000…..
    No próximos anos teriam que ser desmantelados doze reatores em seis centrais com um custo superior a dez mil milhões de euros por central acrescentariam mais sessenta mil milhões de euros a dívida nacional.
    As ondas de Peniche e o aldeamentos de Óbidos que acrescentam milhões de euros à economia nacional não teriam aparecido pois a primeira central nuclear portuguesa estaria a ser desmantelados em Ferrel.
    Só teriam ganho os vendedores da centrais nucleares a Portugal. Portugal tinha enviado para França mais trinta mil milhões a acrescentar à dívida.

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    • 11 Novembro, 2021 10:17

      Tretas porque:
      1 – Falta descontar aí o custo que não teria havido em importações de combustíveis fosseis que teriam sido muitas dezenas de milhões.
      2 – Uma central nuclear dos anos 80 dura 50 anos ou mesmo 60 e não 40.
      3 – As centrais de que estamos a falar duraram muito mais, são portáteis, modulares e pequenas.
      4 – O que é que as ondas de Peniche e muito menos os alojamentos em Óbidos tem a ver com essa hipotética central?
      5 – A central não foi construida por receios geoestratégicos dos USA já que estávamos cheios de comunas no desGoverno que se seguiu até ao Cavaco.

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    • 11 Novembro, 2021 13:21

      Esta mistura de ucronia com ficção pseudo científica baseada em meio conhecimento é sempre divertida. .
      E para aumentar a dívida bastaram os governos PS, não foi preciso desmontar nenhuma central.

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  13. Perigoso Neoliberal permalink
    16 Novembro, 2021 00:51

    O nuclear é obviamente a solução para o problema das alterações climáticas… caso ele existisse.

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