O poder das rattings é filha da…regulação
Isto é só rir. Desesperadas, as elites responsáveis por décadas de despesismo irresponsável, recusam-se a reconhecer a bancarrota. E culpam as agências de ratting. E mais, exigem imediata regulação da sua actividade.
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Sucede que as ditas agências só tem poder por causa precisamente da regulação. Em 1975, uma entidade federal norte-americana, a U.S. Securities and Exchange Commission passou a exigir, para certas operações de crédito a avaliação de risco por empresas de rating. 7 empresas foram creditadas por essa agência federal. Com o passar dos anos e mediante processo de aquisição e fusão, restavam 3, pelo que a mesma agência federal creditou nos últimos anos 5 outras empresas (1 canadiana, duas japonesas e mais duas norte americanas).
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Por seu turno, o Banco Central Europeu, instituição pública controlada pelos governos da União Europeia exige igualmente a avaliação das agências de ratting para determinadas operações, apenas aceitando 4: Standard & Poor’s, Moody’s, FitchRatings e DBRS.
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Note-se que existem centenas de agências similares, embora provavelmente de menor dimensão, com qualidade variável como é natural e desejável. Mas são as autoridades públicas que dão crédito às opiniões e avaliações que agora tanto criticam. Exigem mesmo o seu parecer para a concessão de crédito. Evidentemente, se as autoridades públicas não estão satisfeitas, podem sempre mudar de fornecedores. Mas creio mesmo que o probema é a mensagem que não agrada ao cliente.

Hoje o BCE disse à “poorings” que fosse mamar na 5ª pata do cavalo.
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Este gajo é parvo!
Ri-te ri-te, daqui a um ano quero ver se ainda estás com o riso
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Uma das agências foi criada por volta de 1900 para avaliar o investimento nos caminhos de ferro americanos. E depois? O que é que isso tem a ver com o facto de elas terem provocado a maior crise planetária de sempre por andarem a avaliar lixo como caviar? E também com o facto de de não terem rosto (agora já surgem alguns nomes), de não mostrarem as continhas que fazem, de estarem na mão de capitalistas com interesses directos nas pseudo-avaliações? É pô-las a andar, de preferência com um chuto. Se Alberto João Jardim o fizer, talvez reveja o que penso dele. Como diz o leão verde, chupem na tal pata ou mesmo na terceira de um bípede. Os braços “armados” do capitalismo selvagem têm de ser algemados.
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Ó Fincapé
É assim mesmo, pá! Vira-lhes o cu, manda-os f.d.r.
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Parece que Portugal também tem uma empresa de rating, a CPR. Acho que só temos que propor que o BCE substitua a Moody’s pela CPR.
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Pi-Erre,
Dá-te lá por vencido, mas não necessitas de denunciar os teus vícios privados. E não venhas com falinhas mansas que eu sou bípede, mas não estou disponível. 😉
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Ataque concertado à Moodys (acto 1º)
http://www.facebook.com/event.php?eid=214459695264048
use
http://paginas.fe.up.pt/~ee07252/works/files/autoRefresh.html
insert refresh http://www.moodys.com/ every 5 secs
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Boa, ADzivo! 🙂
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Custa-me ver um país inteiro em estado de negação com o dedo em riste contra o mensageiro , pois indicia que não está focado na verdadeira resolução do problema .
Todos sabemos que o estado está sobreendividado e gastou e continua a gastar muito mais do que a riqueza produzida .Ninguém consegue pagar as suas dividas se continuar a gastar mais do que ganha , como é o caso do governo potuguês . Por isso onde está o problema do rating?
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Agora até Cavaco fala contra as agências.
Mas no tempo de Sócrates aconselhava que não devíamos reclamar ou ir contra as sentenças das Ratings!
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades , como dizia eloquentemente Camões!
Mas os «liberais» tugas não fazem nenhum reparo…..
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Não há nada como um comentador da RTP para explicar o que disse uma agência de rating (no caso, a Moddys), já que elas explicam pouquito e por comunicados.
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O BCE, através do seu presidente Trichet, classificou de lixo a última avaliação da Moody’s sobre Portugal.
Aguardemos os próximos capítulos.
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A Síria de Al-Assad (filho) é um estado intitulado de socialista,
A Líbia de Khadafi, idem
Mais Cuba
E o Vietname do Norte . . .
SERÁ POLITICAMENTE CORRECTO AFIRMAR-SE QUE O SOCIALISMO
É ______________TENDENCIONALMENTE DITATORIAL?
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O licas esqueceu a Venezuela, a China, a Coreia do Norte…..
Quanto às agências de rating, são farinha do mesmo saco dos nossos políticos!
Se uns andaram a dizer que nos EUA aquilo era tudo AAA e depois foi o que se viu, na Europa são os políticos a dizer que está tudo AAA e depois é o que se vê!
É tudo malta que andou no MIT e outras “escolas” do género, que não dão formação no terreno!
É tudo nos gabinetes!
Só que a pu*# da vida cá fora dói!
Isto está TUDO ZZZZZZZZZZZZ!!!!!
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“Custa-me ver um país inteiro em estado de negação com o dedo em riste contra o mensageiro , pois indicia que não está focado na verdadeira resolução do problema .
Todos sabemos que o estado está sobreendividado e gastou e continua a gastar muito mais do que a riqueza produzida .Ninguém consegue pagar as suas dividas se continuar a gastar mais do que ganha , como é o caso do governo potuguês . Por isso onde está o problema do rating?”
Manipulação de mercado.
É verdade que a dívida portuguesa é lixo mas existem outras que são tão lixo como a portuguesa que recebem AAA.
Aliás, isto só chateia um bocado porque vários países e bancos centrais decidiram incluir nas suas regras/leis que só podiam investir se o rating fosse x ou y.
Na verdade os únicos a comprar dívida portuguesa são os bancos portugueses com dinheiro do BCE assim como os únicos a comprarem dívida dos EUA é o FED e mais um banco ou outro.
Aliás, a maioria da dívida emitida hoje em dia é dívida a curto prazo porque ninguém se mete a comprar dívida a longo prazo, independentemente de ser AAA ou lixo.
O mundo ocidental está quase todo com os pés virados para a falência e o sistema monetário à beira do colapso mas depois divertem-se com ratings para aqui e para acolá.
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O poder das rattings é filha da…regulação? Ai, sim Gabriel.
E nao será mas bem o que se está ao contrario do que afirma e que passa pelos excesos de uma lasidade desregulativa ou de uma certa desregulacao? Olhe que Segundo o professor F. Partnoy (Professor de Direito e Economia, Universidade de San Diego), a legislação (norte-americana) das agências de calificación de risco feita pela Securities and Exchange Commission (SEC) e o Sistema de Reserva Federal (FED) eliminou a concorrência entre as agências e tem praticamente obrigado aos actores do mercado a utilizar aos serviços das tres grandes agencias, Standard and Poor’s, Moody’s y Fitch…
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Já que dá tanta credibilidade às agências de raiting, gostava de ver a sua opinião sobre aquilo que se passou nos EUA com o patrocínio dessas mesmas empresas. Será que elas estão mesmo ao serviço da economia em geral ou só de alguma economia?
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É mais filha da incompetência. Porque, uma entidade que avalia clientes, dá resultados de acordo com o seu peso (dos clientes). Claro que, nestas condições, não “regula” coisa alguma.
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