“Ratings”: o caso do avançado que não marcou.
O histerismo e a onda de sentimento de desrespeito e até mesmo de uma injustiça que, a propósito do corte do “rating” da dívida soberana portuguesa, pela Moody’s, contagiou grande parte dos nossos analistas, comentadores e instituições oficiais, padece, no mínimo, de muita precipitação e denota uma incapacidade para perceber o mundo, a partir do nosso cantinho.
Numa perspectiva de defesa do que realmente interessa aos “investidores-tipo” em dívidas soberanas e face ao que é (e tem sido, desde há, pelo menos, dez anos a esta parte) a realidade financeira e económica portuguesa , o que é que se esperaria?
Na realidade, ainda não marcamos golos! Anunciamos uma preparação e um treino específico para tal, mas ainda não se viu nada, em concreto.
Achar profundamente injusto ou desrazoável a notação de “lixo” que nos atribuíram, na perspectiva dos interesses dos investidores que formam o público específico dessas agências, será, bem vistas as coisas, tão desrazoável e injusto como dizer-se que um ponta de lança que não consegue marcar é um “grande crake” ….. por mais vistosos e empenhados que sejam os seus treinos!

Ainda vamos a tempo de substituir o «treinador»…
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é caso pra dizer q campeões em plena pré-época só mesmo o meu Benfica. eheheh
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Talvez as agências se devessem virar para alguns bancos americanos e ver o que é realmente LIXO, não?
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Esmeralda,
Mas a questão é a da importãncia que se dá a tais agências. E, note, na Europa, essa importância é inclusivamente atribuída pela via legal, indirectamente. Veja-se o caso das instituições , bancos centrais e até mesmo o BCE (agora, excepcionalmente, não, para Portugal, segundo notícias de hoje) que condicionam os seus investimentos e compras de títulos à notação positiva dada por essas agências!
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Com o ataque das “agências de rating” como a Moody’s, deviamos criar uma “agência de ratas”, a “Pussy’s”
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Mas como não hão-de eles achar que não somos lixo se os dados mais recentes que sabem sobre nós é um défice do 1º trimestre de 7,7%? Mas alguém podia pensar que a obra desastrosa do desvairado que nos governou durante 6 anos iria desaparecer em questão de semanas?
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A Moody’s, como as demais agências de rating, não está senão a fazer o que deve: informar os seus ‘patrões’ quem são os muito bons clientes, os bons, os assim-assim e os caloteiros, ou, na linguagem do mundo das finanças, ‘lixo’. E, de facto, é isso que a república (nossa) é: ‘lixo’. Foi nisto, em ‘lixo’, que os socialistas, com o irresponsável e mentiroso relapso e contumaz Sócrates, transformaram Portugal. Só um idiota não percebe que não estamos em condições de pagar a astronómica dívida que, não obstante os rios de dinheiro que à borla vieram de Bruxelas, esta gente politiqueira contraiu nesta última dúzia de anos. Se, mesmo com Passos Coelho e da sua boa vontade em alterar o actual estado das coisas, ele ainda não teve tempo, nem ocasião, de ser o tal avançado para meter golo, leia-se, dar credibilidade aos mercados, a Moody’s, obviamente, apenas está a fazer o seu papel. O resto são tretas.
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mas a equipa já não joga nada há bastante tempo , sofre golos há buerere . não se percebe porque desceu de divisão agora e não , por exemplo , há 1 ano. as hipóteses de ganhar o campeonato eram as mesmas.
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a começar no editor do post há por aqui muita mania que portugal é importante nesta luta que as moody´s travam, em nome dos seus patrões, com a moeda Euro em particular e com a Europa em geral; como se tivessemos assim tanta importância com o nosso 1% do PIB europeu.
os nossos liberais tugas acham que tudo se resolvia privatizando tudo o o que mexe, incluindo a Justiça e começando na RTP.
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Portugal A++
http://goo.gl/HwZMJ
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Até o Banco Central Europeu tem em conta as avaliações das agências de rating:
http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/07/o-rating.html
O problema é que a “máfia socialista com experiência na maçonaria deixou o país na bancarrota.
as agências limitam-se a constatar essa triste realidade.
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Crack!
Crake não sei o que é.
Quando não sabemos do que falamos é melhor evitarmos o uso destes termos.
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Contumaz, mas porque né que tem que ser “crack”?! E não pode ser “cracke”, ou “craque”!!??
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Camaradas. Lamento dizê-lo mas alguns de Vós não pescam nada disto.
Está provado, com factos e argumentos, que as agências de rating e a Moody’s à cabeça, são organismos corruptos e avessos à verdade. Basta ver as discrepâncias das classificações de países com o mesmo nível de endividamento.
Mais, estas agências são a ponta de lança de uma guerra financeira contra o Mundo.
Só não vê quem não quer.
Portanto, a partir de amanhã os gastos do Estado podem começar a subir e os impostos a descer. É a única conclusão lógica e exacta do que foi dados como provado.
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No concreto a Moody’s tem razão. Por muito que nos custe. Ao nosso ego e ao nosso bolso. Mas que classificação gostariamos fosse atribuida a um pais com 10 milhões de habitantes em que mais de metade vive de uma maneira ou de outra e expensas do estado, que deve mais de tres vezes o que produz num ano, com uma economia incipiente e que não cresce há pelo menos dez anos, que tem sistematicamente feito batota na apresentação das contas publicas, martelando-as e desorçamentando todos os anos, e cujo governo sempre negou a situação para onde nos conduziu? Não diria que a economia portuguesa é lixo, mas tambem não é um bom-bom.
Então e agora? agora é arregaçar as mangas e trabalhar muito mais por muito menos, gastar menos e quem puder aforrar alguma coisa que o faça. Os portugueses têm que perceber que só dando uns passos atrás, podem novamente começar a andar prá frente. É tão simples quanto isto!
P.S. Este comentario não pretende negar a interferencia nefasta e muitas vezes interessada, que as agencias de rating fazem na vida dos paises e das empresas. Não deixa de ser curioso que a situação portuguesa não se tenha agravado substancialmente desde a ultima avaliação feita pelas agencias, e que quando estão a ser preparadas e anunciadas medidas para tentar inverter a situação actual, a Moody’s faça uma coisa destas. Dá que pensar, não dá?
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“… denota uma incapacidade para perceber o mundo, a partir do nosso cantinho…” Parece que há cada vez mais cantinhos que não estão para aturar quem recebe dinheiro para mandar bitaites, certamente tão rigorosos como aqueles que andaram toda a vida a fazer.
Estranho é alguém fazer de conta que tais agências são impolutas e não se fartaram (ou fartam) de dizer asneiras. Estranho é também bitaites sem rosto, sem explicação, em gabinetes que não se vêm, sem critérios mostrados, explicados e entendíveis, terem tido a aceitação que têm (tinham?), mesmo depois de todos os falhanços. Multimilionários a explicarem que os fallhanços no subprime eram apenas opiniões perante comissões de inquérito? Ridículo. Ganham o que ganham para mandar bitaites? E isto aceita-se quando está em jogo a economia global? Valha-nos…
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Ataque concertado à Moodys (acto 1º)
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CASINO ESTORIL
A DGERT tem por missão apoiar a concepção das políticas relativas ao emprego e formação profissional e às relações profissionais, incluindo as condições de trabalho e de segurança saúde e bem-estar no trabalho, cabendo-lhe ainda o acompanhamento e fomento da contratação colectiva e da prevenção de conflitos colectivos de trabalho e promover a acreditação das entidades formadoras.
Tudo uma grande mentira, as provas são dadas com o despedimento colectivo de 112 pessoas do CASINO ESTORIL
“Para Os Trabalhadores da empresa casino estoril no final se fará justiça, reconhecendo a insustentabilidade de um despedimento Colectivo oportunista promovido por uma empresa que, para além do incumprimento de diversas disposições legais, apresenta elevados lucros e que declara querer substituir os trabalhadores que despede por outros contratados em regime de outsoursing”.
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