Chicago, Palermo e outros lugares exóticos
26 Fevereiro, 2008
Adeptos portistas voltam a fazer das suas – e as autoridades continuam cúmplices?
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Adeptos portistas voltam a fazer das suas – e as autoridades continuam cúmplices?
Madrugada de 5 de Janeiro 04, Santa Apolónia (Lisboa), após o Benfica-Sporting, confrontos entre elementos do Benfica e adeptos da extrema-direita neonazis ligada à Juve Leo (mais propriamente ao grupo 1143) provocam 10 feridos dos quais 3 em estado grave (Tiago Valente, Mário Abreu e André Sérgio – ficam aqui os nomes para que se saiba…). “Instrumentos” utilizados: entre outros, tacos de basebol e facas.
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Na final da Taça, em 96, morreu um adepto do Sporting, assassinado pr elementos dos No Name (Benfica); em 10 de Julho de 1995, Alcindo Monteiro foi assassinado no bairro Alto, por skinheads alguns dos quais depois de terem assistido à final da Taça de Portugal.
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Caso Moretto
“Vítor Dinis garantiu ao JN ter sido ameaçado de morte após as agressões de que foi vítima no aeroporto de Lisboa
Vítor Dinis – o homem que, anteontem, foi agredido por alegados seguranças do Benfica, no aeroporto de Lisboa – revelou, ontem, ao JN, ter recebido diversas ameaças de morte. “Ligam-me para o telemóvel e dizem-me: Não vais sair vivo de Portugal”, referiu. O empresário está indignado com toda esta situação e diz que nunca imaginou que em “Portugal pudesse acontecer uma cena tão cobarde como esta”.
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A Norte moram os párias, os imorais, os vigaristas, os batoteiros, os trapaceiros, os malvados, os sujos, os espertos e desonestos; a Sul moram os nobres, os sérios, os santos, os limpos, os honrados, os puros e castos.
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O Norte é coutada de gente reles, rude, grosseira e má; o Sul é reserva de gente fina, educada, civilizada e de boas maneiras.
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CAA, você que até é uma pessoa sensata, por que razão se deixa envenenar pelo futebolês? Deixo-lhe um conselho: afaste-se dessa escumalha.
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Se isto é assim, na luta pelo segundo lugar, o que não seria se discutissem o primeiro.
Começa a ser perigoso circular na segunda circular.
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“Deixa-te de insinuações merdosas e diz o que tens a dizer alto e bom som com a tua fronha feiosa e a tua assinatuta bem à mostra que é para te saltarem em cima caso te enganes.”
fronha feiosa…O meu amigo, o CAA e um “nadinha” obeso mas feioso e ir um pouco longe demais
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🙂
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O Lisboeta tem razão.
Oh CAA, mas não quer ver que o FCP está dominado por mafiosos? Não percebo como se pode tapar a cara perante a evidência…
Ao postar coisas deste género perde toda a credibilidade intelectual. Afaste-se dessa gente. Não tem vergonha? È que isto não tem nada a ver com futebol. Tem a ver com justiça.
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Será que o Rui Santos vai ver o jogo no estádio?
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Quem diz que o ente que se auto-denomina de ‘lisboeta’ «tem razão» deve dobrar a língua antes de falar na credibilidade dos demais.
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CAA,
Perdi o naco de prosa do ente! Estou desolado!
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Luta de claques… Ao que consta não tÊm qualquer tipo de ligação com os dirigentes dos dois clubes. O que não se passa no caso do FCP. Óbvio para toda a gente, e foi esse o sentido do texto do Pacheco Pereira. Custa não é CAA? É a vida, voces como adeptos do clube do sistema e do regime é que devem pedir satistações ao vosso angélico presidente.
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«Ao que consta não tÊm qualquer tipo de ligação com os dirigentes dos dois clubes. O que não se passa no caso do FCP. Óbvio para toda a gente…»
Ah, prontos… Se é assim, tá bem…
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Diz que agora vai começar outro campeonato: ver quem tem mais sócios. Deve ser por isso que se reacendeu a guerra entre claques. É que só os vivos contam para a atribuição do campeão dos sócios.
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«Ah, prontos… Se é assim, tá bem…»
Custa não é?
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Escolha polémica para a PJ
Escolha desautoriza PGR
A designação do magistrado está a causar uma autêntica guerra no Ministério Público, que a entende como uma prova de força de Alberto Costa, ministro da Justiça, de forma a enfraquecer o trabalho do PGR.
Pinto Monteiro vai agora saber se os magistrados e os juristas que compõe o Conselho Superior do Ministério Público aceitam o seu modelo. Onde imperam as equipas mistas e onde se validam equipas especiais para investigar processos complexos. Foi assim com Maria José Morgado, aconteceu também com Helena Fazenda. O que desencadeou uma guerra Norte-Sul que ainda esta semana Pinto Monteiro tentou travar.
A escolha de Almeida Pereira, feita à sua revelia, acabou por ser um revés. Pinto Monteiro disse ao CM na passada sexta-feira que queria um Ministério Público único, mas estava longe de conhecer a possível nomeação. Nessa altura, sabia apenas da saída de Vítor Guimarães, que então dirigia a PJ do Porto, mas a escolha do magistrado que o substituiria não estava definida.
POLÉMICA AGRAVADA
Almeida Pereira é um magistrado com 27 anos de experiência. Há vários anos que presta funções no DIAP do Porto, assumindo-se como verdadeiro número dois daquele departamento.
O magistrado protagonizou, no entanto, várias guerras com as equipas de Lisboa. Foi o único que isoladamente deu a cara no caso que envolveu Ricardo Bexiga, anunciando, antes da conferência de imprensa de Hortência Calçada, que admitia processar o ex-vereador de Gondomar.
Embora não tivesse a seu cargo nenhum processo do “Apito Dourado” foi Almeida Pereira que pediu protecção especial para Ana Salgado. Depois daquela ter feito declarações que comprometiam a irmã. o magistrado chamou a si algumas denúncias e pretendia prendê-la por fogo posto e tentativa de homicídio. Foi travado pela equipa de Morgado.
O magistrado é também referido numa denúncia em investigação na PGR. É acusado de ter viajado com o FC Porto para Sevilha, na final da taça UEFA, a expensas do clube azul e branco. O facto de frequentemente ser visto na tribuna presidencial no Dragão também é alvo de críticas internas. Tem dois lugares e costuma levar a filha.
CREDIBILIDADE ELEVADA
A credibilidade de Carolina Salgado foi tida como elevada pelo Ministério Público. Que assentou pelo menos duas acusações contra Pinto da Costa nas acusações feitas pela sua ex-companheira, que tinham servido até para reabrir os casos já arquivados pelo DIAP do Porto. As diligências feitas depois por Almeida Pereira quase deitaram por terra toda a investigação de Maria José Morgado.
A forma como os depoimentos foram obtidos – num processo de difamação movido por Fernando Póvoas, que acabou por desistir da queixa após a denúncia – também irritaram os magistrados de Lisboa. Pinto Monteiro ordenou uma averiguação ao depoimento, investigação que ainda não terminou.
DECISÃO DEVERÁ SER CONHECIDA DIA 11 DE MARÇO
A próxima reunião do Conselho Superior do Ministério Público está marcada para 11 de Março. Nessa altura deverá ser discutida a nomeação de Almeida Pereira e saber-se-á se aquele órgão autoriza a comissão de serviço do magistrado do DIAP do Porto.
Embora não exista tradição de recusa – há outros procuradores actualmente a exercerem funções na direcção da PJ – a verdade é que a questão está longe de ser pacífica. O perfil de Almeida Pereira, que assumiu ser parte na guerra Norte-Sul, poderá levar a que aquele veja o seu nome ser vetado.
Se tal acontecer, dificilmente o MP poderá aceitar outro procurador para aquele lugar, por não poder assumir formalmente que haja qualquer suspeita contra Almeida Pereira – razão que justificaria a eventual recusa.
Sabendo-se também que o Conselho Superior da Magistratura não quer juízes em lugares de direcção da Polícia Judiciária (posição tomada após a saída de Santos Cabral), o mesmo cargo poderia ser pela primeira vez ocupado por alguém da casa.
Ainda não é conhecida a escolha de Almeida Pereira para subdirector da PJ do Porto.
CRÍTICAS À FORMA COMO FOI FEITA A INVESTIGAÇÃO
A equipa de Helena Fazenda tem sido muito crítica em relação à forma como a directoria do Porto desenvolveu as investigações em torno dos crimes na noite. Há acusações de “parcialidade” – que levaram os operacionais da equipa a ouvirem os familiares dos elementos do grupo da Ribeira por causa das ameaças que aqueles dizem ter sofrido – e até acusações devido a alguma demora em desencadear uma acção policial. Há quem defenda que o Porto deveria ter dado mais atenção à violência, evitando assim pelo menos as duas últimas mortes.
Os polícias da Invicta rejeitam as críticas. Dizem tratar-se de um processo complexo e garantem que a investigação tinha de ser necessariamente morosa. Passava pela consolidação da prova, de forma a que os suspeitos não fossem imediatamente libertados depois de serem ouvidos pelos juízes. Queixam-se ainda que neste processo as vítimas também não querem contar toda a verdade, o que dificulta o esclarecimentos dos motivos dos crimes e a antecipação de outras cenas de violência.
A gota de água na tensão entre Vítor Guimarães e Helena Fazenda aconteceu nos últimos dias. Aquela foi confrontada com uma suposta investigação paralela que o Porto estaria a desenvolver no âmbito dos processos de ameaças, o que resultou numa exposição ao procurador-geral da República.
A escolha de Almeida Pereira – crítico das equipas especiais de Lisboa – para a direcção da Judiciária do Porto vem aumentar uma polémica que está longe de ter terminado.
POLÉMICAS
NOMEAÇÃO
A nomeação de Maria José Morgado criou a primeira tensão no Ministério Público. Magistrados do Porto entenderam que a decisão do PGR era um atestado de incompetência aos procuradores do Porto.
REABERTURA
No início de 2006 a equipa que investigava as certidões do ‘Apito Dourado’ reabriu o primeiro processo contra Pinto da Costa. Criou a primeira crise profunda, por pôr em causa a decisão do DIAP do Porto.
DEPOIMENTO
Ana Salgado foi ouvida no Porto num processo de difamação. Acusou Carolina e os investigadores de Morgado e denunciou o que dizia ser uma manipulação do depoimento da irmã. A denúncia está na PGR, que quer saber como foi obtida.
NOTAS
VIAGEM A SEVILHA INVESTIGADA
Almeida Pereira foi convidado pelo FC Porto para viajar até Sevilha. Foi ouvido como testemunha nessa investigação.
ASSISTIR A JOGOS NO CAMAROTE
Almeida Pereira é visita habitual nos jogos do Dragão. Tem lugar no camarote presidencial, o que é alvo de críticas.
INVESTIGA CRIME VIOLENTO
É o responsável da 1.ª secção do DIAP do Porto. Investiga o crime violento, como assaltos à mão armada e tráfico de droga.
SONHO ANTIGO
Almeida Pereira cumpre um sonho. Dirigir a PJ do Porto, podendo vestir a “farda” de polícia.
MARCELO PREOCUPADO
Marcelo Rebelo de Sousa disse ontem na RTP que estava “preocupado” com os contornos da escolha.
SAÍDA ANUNCIADA
Nos últimos dias Vítor Guimarães já vinha falando aos colaboradores mais próximos da saída da PJ.
PROXIMIDADE ANTIGA
Alípio Ribeiro e Almeida Pereira já eram próximos antes de o primeiro assumir a direcção da PJ.
Eduardo Dâmaso / Tânia Laranjo
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=279323&idselect=9&idCanal=9&p=200
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está um ambiente agressivo por aqui… bem que eu o avisei, CAA, para não se meter com a escumalha do futebol: é uma má influência que o leva a apoiar incompetentes como o LFM.
ainda estou para perceber como é que uma pessoa como você apoia um borra-botas daqueles – o homem é miserável.
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“Sábado, Janeiro 19, 2008
I FÓRUM LAMEGO
LAMEGO – Debate promovido pelo PS
Maria José Morgado debate corrupção autárquica e desportiva
O I Fórum Lamego vai debater hoje a corrupção no âmbito autárquico e desportivo. No debate, participam ”Maria José Morgado”, directora do Departamento de Investigação Penal de Lisboa, Gabriel Catarino, juiz desembargador do Tribunal da Relação de Coimbra e Patrícia Silveira, coordenadora de Investigação Criminal da Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira da Polícia Judiciária.
O debate vai ser moderado por ”Eduardo Dâmaso”, director adjunto do jornal Correio da Manhã e a iniciativa, organizada pela Comissão Política Concelhia do PS de Lamego, surge dois meses depois de dois dirigentes do Sporting de Lamego terem sido acusados de corrupção desportiva, após terem sido detidos pela PSP de Viseu quando trocavam dinheiro com dois árbitros da Associação de Futebol de Viseu, nas proximidades de Tondela e de Castro Daire.
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violação do segredo de justiça
Tribunal da Relação confirma condenação
Jornalista do ‘Público’ teve acesso “ilegítimo” a acusação proferida pelo Ministério Público
elsa costa e silva Arquivo DN
decisão. Uma condenação que pode fazer jurisprudência para os media
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou a condenação de um jornalista do Público por violação do segredo de justiça.
Na sequência de uma primeira sentença condenatória do Tribunal de Esposende, o jornalista ”Eduardo Dâmaso” recorreu, mas os juízes desembargadores continuam a dar como provado que o arguido teve conhecimento de forma ilícita do texto de uma acusação proferida pelo Ministério Público, relativamente a um caso que envolvia fraude e facturas falsas.
Numa altura em que o segredo de justiça está na ordem do dia, esta condenação pode fazer jurisprudência relativamente ao âmbito do direito de informar.
O caso remonta a 1998, quando os jornais Público e 24 horas deram conta de que fora proferida uma acusação contra o ex-deputado do PSD Nuno Delerue por fraude fiscal, que em fase de instrução acabou por não ser pronunciado.
O processo resultou de uma investigação do diário do Grupo Sonae que, em 1995, tinha revelado a existência de uma alegado crime de fraude fiscal.
Esta denúncia deu origem a um processo judicial, depois arquivado, contra o ex-deputado do PSD, na altura sócio de uma empresa de madeiras.
Entretanto, um outro processo por violação de segredo de justiça começou a correr em Esposende, tendo por arguidos, para além de Eduardo Dâmaso, os jornalistas Francisco Fonseca e Luís Miguel Viana, que foram absolvidos.
A juíza considerou, em Maio de 2004, que “através de pessoas que não foi possível identificar , mas que se encontravam obrigadas a segredo de justiça, os arguidos tomaram conhecimento de que fora proferida acusação”.
E o problema não está, considerou então a magistrada, na mera referência no corpo da notícia à existência de uma acusação, o que terá acontecido num primeiro artigo sobre o caso.
Contudo, uma segunda notícia, assinada por “Eduardo Dâmaso”, incluía informação que constava do documento elaborado pelo Ministério Público.
Ou seja, “ao redigir e publicar parte do texto da sobredita acusação, ”o arguido Eduardo Dâmaso sabia que o processo em causa se encontrava coberto por segredo de justiça, pois tinha conhecimento de que não decorrera o prazo para requerer abertura de instrução”.
Assim, o jornalista do jornal Público foi condenado ao pagamento de uma multa no valor de 1750 euros (correspondentes a 70 dias).
O jornalista recorreu, argumentando que não tinha tido acesso ao texto da acusação. Mas, a Relação entendeu o contrário, afirmando que, apesar da ausência de aspas, havia na notícia publicada “partes integrantes da sobredita acusação”.
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“Comunicado da F.C. Porto – Futebol, SAD
O Conselho de Administração da F.C. Porto – Futebol, SAD emitiu esta terça-feira um comunicado, na sequência de uma notícia publicada na edição de hoje do Correio da Manhã.
COMUNICADO
O Conselho de Administração da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, confrontado com uma notícia hoje publicada no «Correio da Manhã», com chamada à primeira página, sob título «Viagens de magistrados sob suspeita» e com carimbo «Apito Dourado – A pedido do F. C. Porto», vem o esclarecer o seguinte:
1 – No que respeita à matéria ali referenciada, esta Administração congratula-se que a Procuradoria Geral da República investigue a fundo todas as questões ali reproduzidas;
2 – Esta Administração pode assegurar que nenhum Magistrado, com intervenção directa ou indirecta nos arquivamentos dos processos do «Apito Dourado», viajou como convidado ou a expensas desta SAD, nas deslocações da equipa profissional ao estrangeiro;
3 – Esclarece, ainda, que só convidou, institucionalmente, Magistrados que faziam parte dos órgãos sociais do clube e da Federação Portuguesa de Futebol, para acompanhar a equipa de futebol profissional, fundamentalmente em finais europeias;
4 – Porque a justiça deverá ser cega e a transparência deve nortear a actuação das Instituições do Estado, solicita-se ao Exmo. Senhor Procurador Geral da República que, a ser verdadeira a notícia hoje publicada, e para que não volte a lamentar-se de quaisquer selos clubistas, ordene igualmente uma investigação a todas as viagens de Magistrados que acompanharam outros clubes nas competições europeias;
“5 – Com efeito, num passado recente, vários Órgãos de Comunicação Social deram amplo destaque à presença de diversos Magistrados nas deslocações de outras equipas portuguesas;”
6- Por uma questão de coerência e concorrência não deve a Justiça admitir liminarmente, como parece estar a acontecer, e a ser verdadeira a notícia, que as suspeitas sejam nuns casos localizadas e noutros excluídas;
7- É lamentável que o texto de hoje, também assinado pela jornalista “Tânia Laranjo”, especialista neste assunto e nestas «notícias», saia num momento em que a «dita» investigação, a ter sido ordenada, deveria estar a decorrer com toda a normalidade e em segredo de justiça;
“8 – Mais uma vez constata a Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD que continua a haver fontes privilegiadas que tentam direccionar a opinião pública sempre no mesmo sentido;”
9 – Face a tudo isto, do Exmo. Senhor Procurador Geral da República apenas se pode esperar:
– Caso seja verdadeiro o teor da notícia hoje publicada, que ordene a investigação do «Como?» e «Porquê?» de mais esta violação do segredo de justiça, que só pode ter tido origem numa fuga de informação interna. A notícia em causa tem rostos – ”Tânia Laranjo e Eduardo Dâmaso” – , compete saber quem a desencadeou;
– Caso a notícia seja falsa, claramente foi colocada em causa a reputação e honra de Dignos Magistrados do Ministério Público, pelo que ordene também a abertura de inquérito para apurar quem mais cometeu tais ofensas;
10 – “Ainda a ser verdade o que hoje escreve o «Correio da Manhã», e embora ninguém esteja acima da lei, constata-se uma evidente conjuntura de suspeição, transversal a todos os Órgãos Judiciários. Aqueles a quem compete investigar e dirigir a investigação penal (Delegados do Ministério Público) são agora objecto, eles próprios, de investigação por colegas, sendo surpreendentemente, ou talvez não, também atingidos pela quebra do segredo de Justiça…”
Porto, 21 de Agosto de 2007
O Conselho de Administração da Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD”
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Acontece que, entretanto, a PGR enviou uma carta à Assembleia-Geral do FC Porto a garantir que não está em curso qualquer investigação relativa a eventuais convites dirigidos pelo Futebol Clube do Porto a magistrados, para que estes acompanhassem a equipa nas viagens.
Não está ou nunca esteve? É que das duas uma, ou a notícia é falsa e nesse caso foi colocada em causa a reputação e honra de Dignos Magistrados do Ministério Público, mas também a honra dos dirigentes do FC Porto e o bom nome da instituição, pelo que Pinto Monteiro devia ordenar a abertura de inquérito para apurar quem mais cometeu tais ofensas. Ou a notícia é verdadeira e existe um recuo por parte da Procuradoria-geral da República, para que não sejam obrigados a investigar do «Como?» e «Porquê?» de mais esta violação do segredo de justiça, que só pode ter tido origem numa fuga de informação interna. A notícia em causa tem rostos – “Tânia Laranjo e Eduardo Dâmaso” – , compete saber quem a desencadeou. Para além disso, e esta é a parte mais importante, Pinto Monteiro teria de dar ordem para que a Procuradoria investigasse todas as viagens de Magistrados que acompanharam outros clubes nas competições europeias. E isso ia ser um problema! É que, como diz a Sad no ponto 5, num passado recente, vários Órgãos de Comunicação Social deram amplo destaque à presença de diversos Magistrados nas deslocações de outras equipas portuguesas. Destaque, esse, que nunca foi desmentido.
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“Por Felícia Cabrita
«Não foi ordenada qualquer investigação» a procuradores por causa de viagens para acompanhar o Futebol Clube do Porto, refere um ofício da Procuradoria-Geral da República, de 2007, a que o SOL teve acesso. Dois anos antes, foi o próprio Almeida Pereira, agora convidado para chefiar a PJ do Porto, que resolveu encaminhar para o PGR uma denúncia anónima sobre as suas relações com Pinto da Costa
A Procuradoria-Geral da República não mandou investigar o magistrado Almeida Pereira, por causa da sua alegada proximidade com o Futebol Clube do Porto, garante um ofício datado 6 de Setembro de 2007 a que o SOL teve acesso.
«Não foi ordenada qualquer investigação versando sobre eventuais convites dirigidos pelo Futebol Clube do Porto a magistrados para acompanhar a equipa de futebol», refere o texto do ofício da PGR.
Este ofício põe em causa as notícias que dão conta de que o novo chefe da PJ do Porto, convidado para suceder a Vítor Guimarães, está a ser investigado por causa de relações próximas com o clube de Pinto da Costa.
Em 2005, Almeida Pereira recebeu um documento anónimo em que ele era visado por ter camarote no Estádio do FC do Porto e por ter realizado viagens pagas pelo clube. Foi o próprio magistrado enviou essa denúncia para o Procurador-Geral da República, apurou o SOL.
Mais tarde, Almeida Pereira pediria ainda excusa num processo da investigação do Apito Dourado, sobre corrupção no futebol.
Não mandou prender Carolina
Fonte do Ministério Público desmente ainda a notícia que Almeida Pereira tenha tido a intenção de prender Carolina Salgado, e que tenha sido Maria José Morgado que o impediu.
«Nunca houve qualquer intenção nesse sentido, porquanto nunca Maria José Morgado poderia ter impedido que acontecesse», afirmou ao SOL a referida fonte.
As notícias vindas hoje sobre o mal-estar da nomeação de Almeida Pereira, convidado para suceder ao responsável pela PJ do Porto, põem em causa as supostas tréguas na corporação, após o encontro de quinta-feira, entre os directores do DIAP de todo o país.
Almeida Pereira foi convidado pelo director da PJ, Alípio Ribeiro, para suceder a Vítor Guimarães, que se demitiu na sexta-feira de responsável pela Polícia Judiciária do Porto.
Para a nomeação se tornar efectiva, falta a autorização do Conselho Superior do Ministério Público.”
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Ao J e ao CAA….NÃO TOMEM OS COMPRIMIDOS NÃO !!!!!!!
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Conclusão: ler o “Correio da Manha” e pespegar crónicas do Dâmaso e da Laranjo pode provocar danos nas meninges. Ainda se comprassem o jornal para fazer aquela colecção tão gira, a das peças do esqueleto. Isso sim, que é muito educativo.
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a bola em portugal está entregue aoa azeiteiros
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aos traficantes aos empreiteiros de meia tigela aos proxenetas..
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só não há paneleiros porque o inverno é um pouco rigoroso
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aos vendedores de pneus
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Coitados dos jogadores em Portugal. Pirem-se senão ainda apanham gajos como o Valentim a presidentes e têm de andar com brincos de gondomar na orelha…eles aparecem nos balneários sabe-se lá porquê e as gajas nos hoteis ? e a champanhe ? é muito calor na noite…
Gajos como o valentim o joaquim oliveira o pinto o reinaldo o filho do valentim o pimenta o desgraçado do presidente do benfica que foi preso e outros não fazem falta. o madureira. Dar espaçoa estres gajos é prejudicar gravemente o País .
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o gondomar esteve quase a subir à primeira e vejam onde está agora.
Perguntem onde o Joaquim Oliveira ganhou a massa que tem?
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Mmm, mas paineleiros não faltam…
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Quando se avizinha o confronto do Recreativo com o Desportivo é sempre assim, uma espécie de aquecimento. Mas se foi à noite podia haver very-lights…
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O futebol deu muito ao joquim oliveira agora está na hora de retribuir .
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as equipas mesmo com estádios vazios conseguem pagar salários como é possível?
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“lisbon casino”
the show must go on.
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Caro CAA
Dobrar a lingua? dobre-a você. Não passa de um wanna be ressabiado.
Cola-se ao FCP para subir na sociedade nortenha, não é? infelizmente esse é que é o problema. Passou a ser porreiro (a la Socrates) dividir camarotes e deslocações da equipa com chulos, assassinos, bandidos e prostitutas. Longe do povão da bancada… julgam-se a elite do Norte. Elite de merda que só prejudicou a cidade! Elite de merda que aceita conviver com criminosos! Elite de merda que não sabe dizer que não! Elite de merda paga em meninas brasileiras, voos charters e prestigio local!
Ao menos sejam como eles! não escondam!
CAA, não perdeu a credibilidade. Você mostrou que é um bandalho, sem coluna.
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«Cola-se ao FCP para subir na sociedade nortenha, não é?»
Claro que sim. Descobriu-me a careca. è por isso que me pus a sócio já lá vão 31 anos: para subir na escala social!
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