Nunca percebi essa necessidade dos católicos de converter tudo o que mexe. O que importa não é que actuemos de forma cristã? Então, porque carga de água é que devemos todos acreditar numa entidade superior ou partilhar da mesma liturgia?
A referência a uma gente que vem do terror porque põe em causa a fisionomia europeia do ponto de vista religioso (é a única interpretação que faço do que leio) é a prova acabada de como as elites religiosas da europa civilizada conseguem ser intolerantes.. e, isso sim, é pecado.
Que Deus lhe perdoe , de facto..poucas vezes vi um padre fazer uma declaração tão contrária à palavra de Cristo. Não somos todos filhos de Deus , afinal?Irmãos em Cristo e bla bla bla? E com direito a circular pelo mundo todo? Ou o mundo já foi criado com fronteiras? Estes tipos é só rir.
Onda de sismos que atingiu Israel nos últimos meses é culpa de homossexuais, diz deputado
Os homossexuais são responsáveis pela onda de sismos que atingiu Israel nos últimos meses, porque Deus advertiu que não se deve «menear» os genitais indevidamente, disse esta quarta-feira no Knesset (Parlamento) um deputado israelita ortodoxo.
Segundo a edição online do jornal russo Pravda, para justificar a sua teoria o deputado baseou-se no Talmud (livro sagrado da religião judaica).
«O Talmud ensina-nos que uma das causas dos sismos é a homossexualidade que foi legitimada pelo nosso parlamento», disse Shlomo Benizri, um dos 12 deputados do partido Shass.
O Knesset legalizou a homossexualidade em 1988 e nos anos seguintes diversas leis passaram a reconhecer os direitos dos homossexuais.
«Deus disse que sacudiria o mundo para despertar-vos se menearem os vossos genitais onde não tenham que fazê-lo», afirmou Benizri numa comissão parlamentar que estuda medidas para proteger o país dos sismos.
Segundo Benizri, em vez de implementar medidas tardias para combater os movimentos das placas tectónicas, seria necessário «preveni-los, eliminando as causas». No mês passado, outro deputado do Shas, Nissim Ze¿ev, descreveu os gays como «aqueles que destroem o mundo hebreu».
o policarpo terá, forçosamente, que pensar em ter mais que um filho se não quiser contribuir para a decadência religiosa do Ocidente… é aproveitar que a Páscoa já lá vem…
Ha! Está bem visto
E a ironia de quando se baptizam as criancinhas se dizer que a estão a resgatar da “mácula original”? Maculem muito e depois peçam perdão. Hem… tenho ideia que isso não funciona assim…
que faz com que seja previsível que dentro de alguns anos as sociedades europeias percam a sua fisionomia do ponto de vista religioso… do ponto de vista pacífico, do ponto de vista da cor, do credo, do sexo e dos costumes, como da sede de liberdade e outra oportunidade de vida…
mas isso é o que se deu sempre, desde quando o néandertal andou por aqui, dizem, e veio a raça de humanos mais aguerridos, assim à americana, e pelo ano 500, tamém, um xército do bispo ariano que limpou à espada quem mais relutante aceitou logo converter-se ao “invangelho”, dando no que ora temos. (Da História Religiosa de Portugal, de autor cujo nome, obviamente, não me ocorre agora).
Por não se poder converter à força, a entrada de tantas pessoas vindas de uma civilização diversa é problemática. A capacidade de absorver estranhos é limitada, ao menos em sociedades livres. Quem diz o contrário, acredita em engenharia social. Intolerância para com estranhos é de facto um pecado, segundo o cristianismo. Mas este é o resultado da imigração em massa de gente de outras realidades civilizacionais. Basta constatar que ela se manifesta em força entre os nativos que são obrigados a viver junto das comunidades recém-chegadas, ou seja, os “brancos pobres”. Neste caso, o pecado em questão é o suicídio colectivo imposto pelas elites. A intolerância é a arma dos fracos que desejam lutar para manter o seu modo de vida, ou seja, o povo.
Lembrem da advertência contida no célebre discurso “Rivers of Blood”, de Enoch Powell:
“It is the supreme function of statesmanship to provide against preventable evils…As I look ahead, I am filled with foreboding. Like the Roman, I seem to see ‘the River Tiber foaming with much blood.”
um verdadeiro cristão acolhe, protege e luta por quem vive no terror, não afasta nem agride, nem escorraça quem sofreu ou sofre na carne. é pena que membros de uma organização cristã continuem a acentuar mensagens xenófobas e instigadoras de violência. Que Deus lhe Perdoe mesmo…
«Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel com tamanha fé [referia-se a um centurião romano]. Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaac e Jacó, no reino dos céus; mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.» (Mateus, 8, 10-12)
Já os emigrantes brasileiros muito católicos nao incomdam o senhor bispo.
Que frase mais esquisita a do padre. Ainda se dissesse, pessoas a fugir do terror.
“… a sociedade fica aberta a ser ocupada por gente vinda do terror e vinda do Ocidente e do Oriente como diz o Evangelho. O que faz com que seja previsível que dentro de alguns anos as sociedades europeias percam a sua fisionomia do ponto de vista religios…”
D. José Policarpo
Não percebo bem a utilização da expressão “gente vinda do terror” !…
Mas claro que todos percebemos que o nosso arcebispo se refere à imigração com tradições religiosas e culturais bastante diferentes. Em particular, a muçulmana.
Deve estar a pensar mais noutros paises da Europa Ocidental do que em Portugal, onde a imigração de comunidades muçulmanas é ainda recente e modesta. Mas mesmo relativamente a esses casos, o timing de apenas “alguns anos” é talvez exagerado.
De qualquer modo, o fenomeno demografico a que se refere é indiscutivel. Bem como as consequencias previsiveis ao nivel da composição da população europeia e da “fisionomia do ponto de vista religioso”.
Quer se ache, como D.Policarpo, um mal. Quer se ache uma mais-valia. Certamente um problema e um desafio de integração e assimilação.
Mesmo assim, no lugar de D.Policarpo eu estaria mais preocupado com um fenomeno de mentalidades interno à Europa e ao mundo Ocidental em geral : o afastamento crescente dos “ocidentais” relativamente à religião, em termos de pratica e de crença !!
O problema não é as sociedades ocidentais perderem a “fisionomia do ponto de vista religioso”, mas sim o decréscimo do QI médio nos países Europeus decorrente da disparidade entre a taxa de natalidade dos imigrantes e da população nativa. Leia-se, a este propósito, as obras “IQ and Global Inequality” de Richard Lynn ou “IQ and the Wealth of Nations” de Richard Lynn e Tatu Vanhanen.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, chegou hoje ao Rio de Janeiro para se associar às comemorações dos 200 anos da chegada da corte portuguesa à cidade, facto histórico que considerou de “grande importância” para os dois países.
(Sapo)
“«Será que só o Ocidente é que deve ser tolerante?»
Essa é a nossa força.”
Concordo !
A força do Ocidente é ser tolerante e deve continuar a se-lo.
Claro que seria igualmente desejavel que não fosse apenas o Ocidente a ser tolerante !…
Pode-se concordar ou discordar com o diagnostico, com a preocupação de um bispo da “santa igreja catolica romana e apostolica” !
Mas, sinceramente, não vejo onde esteja a intolerancia !!…
O que não concordo é com a colonização a que somos forçados e defendida por tudo o que se considera solidário e internacionalista.Portugal está a perder a sua identidade como aliás se vê na actual crise de crimes a que os indígenas são sujeitos, nomeadamente os ourives.
Entendam-se acerca disto porque uma faíca oportuna pode vir a mostrar que afinal ainda somos capazes de reeditar capítulos como os da nossa história da idade média, o que aliás fizemos ainda em tempos muito recentes.Quem avisa amigo é.
Importar pobreza, que obriga os indígenas a emigrar… importar pobreza que temos que alimentar e segundo o sr Menezes alojar…
Não não é, é simplesmente narcisismo e ou ignorância das Leis primárias. A “Tolerância” dos Cristãos no Médio Oriente e Levante significa que nas ultimas décadas se tenha verificado um dos maiores exodos de que ninguém ou poucos falam. Palestinianos, Egípcios, Libaneses, Iraquianos, Iranianos Cristãos expulsos das suas terras.
os portugueses são muito engraçados. primeiro auto-denominam-se “povo de brandos costumes”, mas têm uma aversão à diferença e à diversidade no seu próprio solo (estranho é que quando vão para fora tornam-se, por vezes, cosmopolitas e estabeçlecem relações igualitárias com outros povos (como foi o caso das ex-colónias)- de facto, aí, são um pouco esquizofrénicos.
Quando foi do retorno dos retornados (salvo raras e diníssimas excepções), só não os lincharam, porque, digamos a coragem não é uma das características mais marcantes deste povo, já dizia o Franco.
Mas, voltando ao solo pátrio, até nos condomínios, quando aparece alguém novo, se for abonado, é muito bem recebido, e o assunto está rsolvido; se, pelo conrário, tiver alguma diferença e não estiver nas melhores condições económicas é logo o alvo a abater e o saco de pancada dos frustrados de serviço dos pequeninos poderes de condomínio! Que povo mais estranho.
Mas dizzia o beirão:
“O que não concordo é com a colonização a que somos forçados e defendida por tudo o que se considera solidário e internacionalista.Portugal está a perder a sua identidade como aliás se vê na actual crise de crimes a que os indígenas são sujeitos, nomeadamente os ourives.!”
Beirão, explique-me V. Exa, lá isso dos indígenas que eu não percebi muito bem. Quem é que em Portugal se pode dizer indígena do que quer que seja, nós que somos o produto de migrações históricas contínuas?
Olhe.Nós fomos corridos e roubados na descolonização.Porque por exemplo na guiné haveria aí umas centenas de portugueses brancos…agora temos cá mais de 50000 guineenses… que riqueza!Que contributo para a nossa felicidade e orçamento!Os actuais “mestres” da nossa democracia acabaram mal com o império e agora fazem um cá dentro e por nossa conta.A que temos que pagar ou julga que o governo para ser solidário, ter estrutiras de acolhimento da “diferença”, de rendimentos mínimos, de alojamento quem é que paga são eles?Os defensores desta venha quem nos “escolher”?Isto vai dar barraca mais tarde ou mais cedo não tenha dúvida.Ou então cortem nas mordomias que fazem a malta vir ás migalhas do ainda império.Sim porque quando acabar o ouro da pesada herança(só já existe 1/3) e se acabar a mama das massas de Bruxelas eu quero ver como vai ser…
Portugal para os Portugueses.E para que nós precisarmos, mas nas condições a que nós interessar.Legalizar e nacionalizar a esmo é ERRADO.Ainda por cima a quem nos moveu uma guerra por não quererem ser portugueses…
Indígenas são os são obrigados a EMIGRAR porque a aliança capitalista-internacionalista lhes fornece mão de obra ao preço da chuva, não compatível com a sobrevivência dum “indígena”, mas em que depois é o estado a pagar a “diferença” na segurança social, as câmaras a “habitação”, a “discriminação positiva” a relegar “indígenas” para o fim(vá lá ver aos infantários do estado quem lá está pois que quem tem menos rendimentos é que entra…
Toda esta política de “politicamente correcto” vai afundar-se pois que não existe “substrato produtivo” que a aguente e só com o empobrecimeto geral se tem mantido.Não preciamos de imigração essa é que é a verdade!
Será que alguém leu o artigo completo? Mais uma vez se descontextualiza para atingir os fins que se pretende. Então as populações que vêm dos vários “Darfurs” que por esse mundo há, e que por via disso emigram, não vêm elas do terror? E onde é que o cardeal diz na entrevista que é contrário à vinda dessas populações?
Saudi Columnist Laments Expulsion of Christians from Arab Countries
In the London daily Al-Sharq Al-Awsat, Saudi columnist Hussein Shubakshi discussed the phenomenon of Christian emigration from Arab countries. He criticized the fact that this trend was being ignored, and warned of its serious and far-reaching ramifications for Arab society as a whole.
The following are excerpts from Shubakshi’s article: [1]
“[Jewish Emigration from Arab Countries] Helped Invalidate the Claim that Religious Moderation, Coexistence, and ‘Acceptance of the Other’ [Prevailed in Arab Countries]”
“The Arab East was [once] a paragon of peaceful coexistence between different religious groups. Abundant evidence of this model arrangement could be found in school classrooms, trading companies, and cultural projects. [This situation existed] until the Jews were expelled from the Arab countries for the first time, which took place in the wake of the declaration of the Zionist state. The response [to this declaration] by the security apparatuses of several Arab governments was inane, in that they came to regard the Jewish communities with suspicion, skepticism, and apprehension, and tormented them in order to force them to emigrate [from Arab countries]. Neither can the despicable activities of Zionist organizations be ignored – [activities] aimed at frightening the [Jewish] communities, thereby forcing them to emigrate to Israel.
“[Jewish emigration from Arab countries] had a significant negative impact on the material wellbeing of society, and on economic diversity, in the Arab world. It helped invalidate the claim that religious moderation, coexistence, and ‘acceptance of the other’ [prevailed in Arab countries].
“It is obvious that, today another wave of emigration is underway, and that the Arab world is being drained of its Christian residents. The rate of Christian emigration from Lebanon, Jordan, Iraq, Egypt, Palestine, Sudan, and Syria has reached astonishing proportions. Palestine in particular is facing a plan to eradicate the entire deeply-rooted Christian presence from all its territories. Christian Palestinian emigrants settle primarily in Chile, especially the capital Santiago, where the Palestinian Christian [community] now numbers 70,000. There is also a process of Christian migration from other Arab regions to Europe, Australia, the U.S., and Canada.”
Today, Extremism “Has Become the Most Powerful Means of Expelling Christians from Their Arab Motherland”
“With the spread of extremism and the prevailing lack of understanding of the basic [principles] of coexistence with the other – which were put into practice by the Prophet [Muhammad himself] – it comes as no surprise that an extremist vision dominates the religious discourse. This is what is happening today: [Extremism] has become the most powerful means of expelling Christians from their Arab motherland.
“This forcible expulsion is evidence of the narrow limits of tolerance and acceptance of the other – [and the narrowness of these limits] is clearly evident from the actual outcome. The fact that Christian Arabs do not feel secure and protected [in Arab countries] is a very grave problem, which must be dealt with immediately – because [without a solution, emigration] will continue to exact a price that must eventually have to be paid by everyone, without distinction, including the Muslims themselves.
“But keeping silent in the face of the continuing emigration, and ignoring the numbers [of Christians] abandoning [Arab countries] – as if this concerned no one – is incomprehensible. The Arab world has always been a meeting place for [different] civilizations, where [different] religious [groups] coexisted and [different] cultures blended…
“Today, in light of these worrying signs, we cannot keep [turning a blind eye to] this phenomenon. [Christians] are leaving, not by the dozens, and not even by the hundreds – but by the thousands. Nor is this happening in secret; [indeed], it is happening openly and collectively.
“The reasons [for Christian emigration from the Arab countries] are quite clear: They include fear, worry, and other [factors brought about by] society’s failures. This second wave of emigration is a huge failure that should not be ignored – because it is the region that is losing out the most.”
Bom … claro que depende do que é que se entende por “tolerancia” e de todo o contexto envolvente !…
Eu continuo a pensar que a “tolerancia”, entendida como respeito pelas diferenças, é um valor caracterizador do “Ocidente” e que, como diz o CAA, é um dos seus principais pontos fortes. Basta pensar que esta maior tolerancia, e todas as liberdades que lhe estão associadas, explica em boa medida a maior eficiencia e o maior poder de atracção (“eh oui !!”) do modelo ocidental.
Dito isto, é obvio que existe um desequilibrio na “repartição” da tolerancia. Em cada sociedade e a nivel mundial.
Pelo que a propria defesa e preservação dos paises e ambientes onde ela é mais respeitada e praticada exige que estes erijam e mantenham bem alta a guarda.
Efectivamente, nem sempre tem sido e é assim. Uma espécie de falsa ou pseudo tolerancia relativamente a quem pratica uma verdadeira intolerancia tem enfraquecido o campo da tolerancia e favorecido o campo da intolerancia. Com consequencias do género das que refere, justamente, o Lucklucky.
Por isso, eu, que até sou defensor do laicicismo e nem sequer sou crente, e não partilhando exactamente a mesma analise e as mesmas preocupações de fundo de D. José Policarpo, também não vejo nada de chocante e de intolerante nas suas declarações !
A ICAR tem colaborado na “invasão” dos descamisados do mundo que nos assola.Em estreita colaboração com os internacionalistas do regime.Uma coisa é termos deferência para com quem demonstra ou demonstrou reciprocidade para com portugueses.Mas não é o caso de hoje em que somos assaltados por quem nos “escolhe”, mesmo sem serem necessários e que aqui vêm impor religiões e modos de vida guetizados e que a experiência demonstra que causam mais prejuizo do que benefício.Assim temos que voltar á máxima do “nada contra a nação-tudo pela nação” e isso pressupõe uma nova política de imigração, legalização e especialmente de nacionalização.
As leis que gerem a matéria precisam de ser “abortadas” porque representam um pesado fardo económico e de segurança( a PJ não resolve metade dos assassínios porque não existe de facto um controlo das pessoas que nos “escolhem”.O crime anda a compensar.
Já isto dito e repetido por um mulah seria sinonimo de preservação da sua cultura contra o ocidentalismo e por isso aplaudido mais pelos multiculturalistas ocidentais do que pelos que proprios.
Estamos prontos para o novo califado e inclusivé para o Londistão.
Concordo com as analises de Fernando S. e do lucklucky.
Aliás a conclusão do CAA ao considerar intolerantes as palavras do Cardeal só mostram a falta de inteligencia e de tolerancia do CAA.
Será que a ICAR também se preocupou assim tanto quando outros povos perderam a sua identidade cultural devido à miscenização portuguesa?
Algo me diz que não…
Além do mais, será que a nossa identidade cultural não passa precisamente por sermos um povo misturado e que se mistura? Se assim for as preocupações do cardeal estão muitos séculos atrasadas.
Tendo em conta que a Igreja defende uma politica de imigracao muito benigna para os imigrantes dos paises ricos, independentemente da religiao, e que a propria Igreja tem muitas organizacoes no terreno a ajudar esses mesmos imigrantes (algo que quase aposto a que nenhum dos indignados desta caixa de comentarios esta ligado; veja-se por exemplo o servico jesuita aos refugiados), qualquer pessoa devia perceber que as palavras do Cardeal Patriarca referem-se aos riscos para os europeus e os seus modos de vida egoistas e materialistas e nao um ataque aos imigrantes.
Mas enfim, para se perceber alguma coisa e’ necessario querer perceber…
(percebam por favor que nao tenho acentos no teclado)
Zapatero, deixou entrar em Espanha, durante 3 anos, 700.000 emi
grantes. Para que serviu esta emigração pouca classificada?
Para ser explorada, nas exploraãoe agricolas do sul de Espanha!
Concorde-se com a importação de emigrantes, desde que eles supram desiquilibrios internos (maão de obra especializada, deverá ser bem vinda) agora tipos para trabalhar nas obras, temos muitos portuguese, que deveriam sair do fundo de desemprego
e ocupar esses logares ( aquem serve isto às grandes empresas de obras publicas) Como foi feita a expo98? com mão de obra não qualificada! o que resulta? o custo da saude, escolaridade, reformas, para o qual esta gente não contribiu! apenas saiu barato para as empresas de onstrução civil. Com a bolha da construção civil a avançar, o que se pode exigir desta gente?
marginalidade, na 2ª e 3ª geração, o que benificiamos? portanto isto, não è um assumto de perdoar ou não, isto è uma avaliação fria e calculada de suprir as nossas falhas em mão de obra! porque se dificulta a entrada de medicos do Leste, que tanta necessidade temos deles? porque a ordem dos medicos, quer a sua coutada defendida (por isso exige notas exurbitantes para entar na faculdade, quando deveria ser feita uma avaliação da capacidade para srem ou não médicos. Beja, hospital, está cheio de enfermeiros e medicos espanhóis, emigração desejavel! e por ai fora………quando se è socialista da treta, conduz-se problemas desta natureza, no espirito de coitadinhos……..
So’ mais uma coisa. A evangelizacao e a fe crista e’ algo que os cristaos consideram como bom e que querem partilhar com os outros. que alguem se incomode com isso e’ muito estranho. Mas nao se preocupem, que nenhum catolico vos vai obrigar a acreditar; os homens foram criados livres.
Estou a ver que andam por aqui umas raparigas a farrar com a diferença…
e por isso é que pediram o aborto com urgência senão ainda são deserdados pelos avôzinhos…
Filhas querem nervo? Vão para fora…
Estaria voce Sofia a gritar dizendo que os outros gritam isso sim.
Alem do mais isto e muito pior que isto é dito e gritado diariamente e como se repara a sua tolerancia vai para esses gritos.
Esses entende e até critica quem por isso lhes chama terrorista e fundamentalista.
E acaba por fazer o mesmo que eles.
Pensemos um pouco…quando se vai muito para o oriente acaba-se por atingir o ocidente, e pior ainda chega-se mesmo ao ponto de partida. Estaria ele a referir-se a esse facto. O mesmo se passa se formos em direcção contrária, para ocidente. O que estranho é que não referiu nem o norte nem o sul, logo deduzo que devemos estar a salvo dos povos do sul e do norte. Assim estou mais descansado, esse Sr. falava de nós…mas se Deus lhe perdoa ou não, isso já é outra questão.
Eu acho, de facto, de dizer que alguém “vem do terror” e põe em causa a integridade religiosa de um continente é revelador de uma intolerância inconsistente com os princípios cristãos. Mas reconheço-lhe todo o direito de achar que não. Não consigo ver isso como uma manifestação de intolerância da minha parte, mas, lá está, o RR é livre de considerar o que bem entender. Em todo o caso, acharia mais interessante que rebatesse os meus argumentos e não se limitasse a tentar psicoanalisar-me. Não sei, digo eu.
“… dizer que alguém “vem do terror” e põe em causa a integridade religiosa de um continente é revelador de uma intolerância inconsistente com os princípios cristãos.”
Sofia Ventura
Por sinal eu também não percebi inicialmente (e escrevi-o acima) o sentido dessa expressão “vem do terror” na boca de D. José Policarpo, o qual, concorde-se ou não com ele, não costuma ter um discurso agressivo e ofensivo.
Mas a interpretação dada anteriormente pelo comentador Xico (7 Março, 2008 às 11:49 am) parece-me acertada :
“Então as populações que vêm dos vários “Darfurs” que por esse mundo há, e que por via disso emigram, não vêm elas do terror? E onde é que o cardeal diz na entrevista que é contrário à vinda dessas populações?”
Nunca percebi essa necessidade dos católicos de converter tudo o que mexe. O que importa não é que actuemos de forma cristã? Então, porque carga de água é que devemos todos acreditar numa entidade superior ou partilhar da mesma liturgia?
A referência a uma gente que vem do terror porque põe em causa a fisionomia europeia do ponto de vista religioso (é a única interpretação que faço do que leio) é a prova acabada de como as elites religiosas da europa civilizada conseguem ser intolerantes.. e, isso sim, é pecado.
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Que Deus lhe perdoe , de facto..poucas vezes vi um padre fazer uma declaração tão contrária à palavra de Cristo. Não somos todos filhos de Deus , afinal?Irmãos em Cristo e bla bla bla? E com direito a circular pelo mundo todo? Ou o mundo já foi criado com fronteiras? Estes tipos é só rir.
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Onda de sismos que atingiu Israel nos últimos meses é culpa de homossexuais, diz deputado
Os homossexuais são responsáveis pela onda de sismos que atingiu Israel nos últimos meses, porque Deus advertiu que não se deve «menear» os genitais indevidamente, disse esta quarta-feira no Knesset (Parlamento) um deputado israelita ortodoxo.
Segundo a edição online do jornal russo Pravda, para justificar a sua teoria o deputado baseou-se no Talmud (livro sagrado da religião judaica).
«O Talmud ensina-nos que uma das causas dos sismos é a homossexualidade que foi legitimada pelo nosso parlamento», disse Shlomo Benizri, um dos 12 deputados do partido Shass.
O Knesset legalizou a homossexualidade em 1988 e nos anos seguintes diversas leis passaram a reconhecer os direitos dos homossexuais.
«Deus disse que sacudiria o mundo para despertar-vos se menearem os vossos genitais onde não tenham que fazê-lo», afirmou Benizri numa comissão parlamentar que estuda medidas para proteger o país dos sismos.
Segundo Benizri, em vez de implementar medidas tardias para combater os movimentos das placas tectónicas, seria necessário «preveni-los, eliminando as causas». No mês passado, outro deputado do Shas, Nissim Ze¿ev, descreveu os gays como «aqueles que destroem o mundo hebreu».
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=919174&div_id=299
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Pecado é a intolerância.
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Não foi ele que disse, foi o Evangelho.
Tem coeficiente e tudo.
Balha-nos Deus.
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o policarpo terá, forçosamente, que pensar em ter mais que um filho se não quiser contribuir para a decadência religiosa do Ocidente… é aproveitar que a Páscoa já lá vem…
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josé serra Diz:
6 Março, 2008 às 11:02 pm
Ha! Está bem visto
E a ironia de quando se baptizam as criancinhas se dizer que a estão a resgatar da “mácula original”? Maculem muito e depois peçam perdão. Hem… tenho ideia que isso não funciona assim…
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as estamos a resgatar… (assim é que é)
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O homem nem deve dormir de noite com tanto pesadelo… Ele que nem ponha os pés ali para a Mouraria… É só gente vinda do Terror por todo o lado!
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que faz com que seja previsível que dentro de alguns anos as sociedades europeias percam a sua fisionomia do ponto de vista religioso… do ponto de vista pacífico, do ponto de vista da cor, do credo, do sexo e dos costumes, como da sede de liberdade e outra oportunidade de vida…
mas isso é o que se deu sempre, desde quando o néandertal andou por aqui, dizem, e veio a raça de humanos mais aguerridos, assim à americana, e pelo ano 500, tamém, um xército do bispo ariano que limpou à espada quem mais relutante aceitou logo converter-se ao “invangelho”, dando no que ora temos. (Da História Religiosa de Portugal, de autor cujo nome, obviamente, não me ocorre agora).
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Por não se poder converter à força, a entrada de tantas pessoas vindas de uma civilização diversa é problemática. A capacidade de absorver estranhos é limitada, ao menos em sociedades livres. Quem diz o contrário, acredita em engenharia social. Intolerância para com estranhos é de facto um pecado, segundo o cristianismo. Mas este é o resultado da imigração em massa de gente de outras realidades civilizacionais. Basta constatar que ela se manifesta em força entre os nativos que são obrigados a viver junto das comunidades recém-chegadas, ou seja, os “brancos pobres”. Neste caso, o pecado em questão é o suicídio colectivo imposto pelas elites. A intolerância é a arma dos fracos que desejam lutar para manter o seu modo de vida, ou seja, o povo.
Lembrem da advertência contida no célebre discurso “Rivers of Blood”, de Enoch Powell:
“It is the supreme function of statesmanship to provide against preventable evils…As I look ahead, I am filled with foreboding. Like the Roman, I seem to see ‘the River Tiber foaming with much blood.”
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ya, digo, um exército do bispo ariano, que limpou à espada quem mais relutante não aceitou logo converter-se ao “invangelho” de Christo.
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um verdadeiro cristão acolhe, protege e luta por quem vive no terror, não afasta nem agride, nem escorraça quem sofreu ou sofre na carne. é pena que membros de uma organização cristã continuem a acentuar mensagens xenófobas e instigadoras de violência. Que Deus lhe Perdoe mesmo…
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Já dizia o Outro:
«Em verdade vos digo que a ninguém encontrei em Israel com tamanha fé [referia-se a um centurião romano]. Também vos digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaac e Jacó, no reino dos céus; mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.» (Mateus, 8, 10-12)
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não faz filhos mas sabe quem os faz em nome doutro deus. portugal também será república islâmica
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Já os emigrantes brasileiros muito católicos nao incomdam o senhor bispo.
Que frase mais esquisita a do padre. Ainda se dissesse, pessoas a fugir do terror.
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“… a sociedade fica aberta a ser ocupada por gente vinda do terror e vinda do Ocidente e do Oriente como diz o Evangelho. O que faz com que seja previsível que dentro de alguns anos as sociedades europeias percam a sua fisionomia do ponto de vista religios…”
D. José Policarpo
Não percebo bem a utilização da expressão “gente vinda do terror” !…
Mas claro que todos percebemos que o nosso arcebispo se refere à imigração com tradições religiosas e culturais bastante diferentes. Em particular, a muçulmana.
Deve estar a pensar mais noutros paises da Europa Ocidental do que em Portugal, onde a imigração de comunidades muçulmanas é ainda recente e modesta. Mas mesmo relativamente a esses casos, o timing de apenas “alguns anos” é talvez exagerado.
De qualquer modo, o fenomeno demografico a que se refere é indiscutivel. Bem como as consequencias previsiveis ao nivel da composição da população europeia e da “fisionomia do ponto de vista religioso”.
Quer se ache, como D.Policarpo, um mal. Quer se ache uma mais-valia. Certamente um problema e um desafio de integração e assimilação.
Mesmo assim, no lugar de D.Policarpo eu estaria mais preocupado com um fenomeno de mentalidades interno à Europa e ao mundo Ocidental em geral : o afastamento crescente dos “ocidentais” relativamente à religião, em termos de pratica e de crença !!
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Porventura o que D. Policarpo disse é mentira? Será que só o Ocidente é que deve ser tolerante? A ameaça não existe?
Os sinais estão aí. Só não vê quem não quer.
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O problema não é as sociedades ocidentais perderem a “fisionomia do ponto de vista religioso”, mas sim o decréscimo do QI médio nos países Europeus decorrente da disparidade entre a taxa de natalidade dos imigrantes e da população nativa. Leia-se, a este propósito, as obras “IQ and Global Inequality” de Richard Lynn ou “IQ and the Wealth of Nations” de Richard Lynn e Tatu Vanhanen.
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Mialgia de Esforço,
«Será que só o Ocidente é que deve ser tolerante?»
Essa é a nossa força.
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CAA,
Sabe que chega uma altura em que a força das ideias e dos princípios não leva a nenhures.
Lá diz o ditado: “Quanto mais te baixas…!
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O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, chegou hoje ao Rio de Janeiro para se associar às comemorações dos 200 anos da chegada da corte portuguesa à cidade, facto histórico que considerou de “grande importância” para os dois países.
(Sapo)
Então ?!
Não há um “post” ?
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Farto de conflictualidades da treta.
Vou ler Saint-Exupéry.
«Vol de Nuit».
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não quero cá gajos nem gajas que não tenham uma pontibha de beato à oropa e à portuga…
e ca bispo cardeal mais parvo!
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“«Será que só o Ocidente é que deve ser tolerante?»
Essa é a nossa força.”
Concordo !
A força do Ocidente é ser tolerante e deve continuar a se-lo.
Claro que seria igualmente desejavel que não fosse apenas o Ocidente a ser tolerante !…
Pode-se concordar ou discordar com o diagnostico, com a preocupação de um bispo da “santa igreja catolica romana e apostolica” !
Mas, sinceramente, não vejo onde esteja a intolerancia !!…
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O que não concordo é com a colonização a que somos forçados e defendida por tudo o que se considera solidário e internacionalista.Portugal está a perder a sua identidade como aliás se vê na actual crise de crimes a que os indígenas são sujeitos, nomeadamente os ourives.
Entendam-se acerca disto porque uma faíca oportuna pode vir a mostrar que afinal ainda somos capazes de reeditar capítulos como os da nossa história da idade média, o que aliás fizemos ainda em tempos muito recentes.Quem avisa amigo é.
Importar pobreza, que obriga os indígenas a emigrar… importar pobreza que temos que alimentar e segundo o sr Menezes alojar…
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Não vejo nenhuma mentira naquilo que foi citado.
“Essa é a nossa força.”
Não não é, é simplesmente narcisismo e ou ignorância das Leis primárias. A “Tolerância” dos Cristãos no Médio Oriente e Levante significa que nas ultimas décadas se tenha verificado um dos maiores exodos de que ninguém ou poucos falam. Palestinianos, Egípcios, Libaneses, Iraquianos, Iranianos Cristãos expulsos das suas terras.
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os portugueses são muito engraçados. primeiro auto-denominam-se “povo de brandos costumes”, mas têm uma aversão à diferença e à diversidade no seu próprio solo (estranho é que quando vão para fora tornam-se, por vezes, cosmopolitas e estabeçlecem relações igualitárias com outros povos (como foi o caso das ex-colónias)- de facto, aí, são um pouco esquizofrénicos.
Quando foi do retorno dos retornados (salvo raras e diníssimas excepções), só não os lincharam, porque, digamos a coragem não é uma das características mais marcantes deste povo, já dizia o Franco.
Mas, voltando ao solo pátrio, até nos condomínios, quando aparece alguém novo, se for abonado, é muito bem recebido, e o assunto está rsolvido; se, pelo conrário, tiver alguma diferença e não estiver nas melhores condições económicas é logo o alvo a abater e o saco de pancada dos frustrados de serviço dos pequeninos poderes de condomínio! Que povo mais estranho.
Mas dizzia o beirão:
“O que não concordo é com a colonização a que somos forçados e defendida por tudo o que se considera solidário e internacionalista.Portugal está a perder a sua identidade como aliás se vê na actual crise de crimes a que os indígenas são sujeitos, nomeadamente os ourives.!”
Beirão, explique-me V. Exa, lá isso dos indígenas que eu não percebi muito bem. Quem é que em Portugal se pode dizer indígena do que quer que seja, nós que somos o produto de migrações históricas contínuas?
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catana Diz:
Olhe.Nós fomos corridos e roubados na descolonização.Porque por exemplo na guiné haveria aí umas centenas de portugueses brancos…agora temos cá mais de 50000 guineenses… que riqueza!Que contributo para a nossa felicidade e orçamento!Os actuais “mestres” da nossa democracia acabaram mal com o império e agora fazem um cá dentro e por nossa conta.A que temos que pagar ou julga que o governo para ser solidário, ter estrutiras de acolhimento da “diferença”, de rendimentos mínimos, de alojamento quem é que paga são eles?Os defensores desta venha quem nos “escolher”?Isto vai dar barraca mais tarde ou mais cedo não tenha dúvida.Ou então cortem nas mordomias que fazem a malta vir ás migalhas do ainda império.Sim porque quando acabar o ouro da pesada herança(só já existe 1/3) e se acabar a mama das massas de Bruxelas eu quero ver como vai ser…
Portugal para os Portugueses.E para que nós precisarmos, mas nas condições a que nós interessar.Legalizar e nacionalizar a esmo é ERRADO.Ainda por cima a quem nos moveu uma guerra por não quererem ser portugueses…
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Indígenas são os são obrigados a EMIGRAR porque a aliança capitalista-internacionalista lhes fornece mão de obra ao preço da chuva, não compatível com a sobrevivência dum “indígena”, mas em que depois é o estado a pagar a “diferença” na segurança social, as câmaras a “habitação”, a “discriminação positiva” a relegar “indígenas” para o fim(vá lá ver aos infantários do estado quem lá está pois que quem tem menos rendimentos é que entra…
Toda esta política de “politicamente correcto” vai afundar-se pois que não existe “substrato produtivo” que a aguente e só com o empobrecimeto geral se tem mantido.Não preciamos de imigração essa é que é a verdade!
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Será que alguém leu o artigo completo? Mais uma vez se descontextualiza para atingir os fins que se pretende. Então as populações que vêm dos vários “Darfurs” que por esse mundo há, e que por via disso emigram, não vêm elas do terror? E onde é que o cardeal diz na entrevista que é contrário à vinda dessas populações?
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Saudi Columnist Laments Expulsion of Christians from Arab Countries
In the London daily Al-Sharq Al-Awsat, Saudi columnist Hussein Shubakshi discussed the phenomenon of Christian emigration from Arab countries. He criticized the fact that this trend was being ignored, and warned of its serious and far-reaching ramifications for Arab society as a whole.
The following are excerpts from Shubakshi’s article: [1]
“[Jewish Emigration from Arab Countries] Helped Invalidate the Claim that Religious Moderation, Coexistence, and ‘Acceptance of the Other’ [Prevailed in Arab Countries]”
“The Arab East was [once] a paragon of peaceful coexistence between different religious groups. Abundant evidence of this model arrangement could be found in school classrooms, trading companies, and cultural projects. [This situation existed] until the Jews were expelled from the Arab countries for the first time, which took place in the wake of the declaration of the Zionist state. The response [to this declaration] by the security apparatuses of several Arab governments was inane, in that they came to regard the Jewish communities with suspicion, skepticism, and apprehension, and tormented them in order to force them to emigrate [from Arab countries]. Neither can the despicable activities of Zionist organizations be ignored – [activities] aimed at frightening the [Jewish] communities, thereby forcing them to emigrate to Israel.
“[Jewish emigration from Arab countries] had a significant negative impact on the material wellbeing of society, and on economic diversity, in the Arab world. It helped invalidate the claim that religious moderation, coexistence, and ‘acceptance of the other’ [prevailed in Arab countries].
“It is obvious that, today another wave of emigration is underway, and that the Arab world is being drained of its Christian residents. The rate of Christian emigration from Lebanon, Jordan, Iraq, Egypt, Palestine, Sudan, and Syria has reached astonishing proportions. Palestine in particular is facing a plan to eradicate the entire deeply-rooted Christian presence from all its territories. Christian Palestinian emigrants settle primarily in Chile, especially the capital Santiago, where the Palestinian Christian [community] now numbers 70,000. There is also a process of Christian migration from other Arab regions to Europe, Australia, the U.S., and Canada.”
Today, Extremism “Has Become the Most Powerful Means of Expelling Christians from Their Arab Motherland”
“With the spread of extremism and the prevailing lack of understanding of the basic [principles] of coexistence with the other – which were put into practice by the Prophet [Muhammad himself] – it comes as no surprise that an extremist vision dominates the religious discourse. This is what is happening today: [Extremism] has become the most powerful means of expelling Christians from their Arab motherland.
“This forcible expulsion is evidence of the narrow limits of tolerance and acceptance of the other – [and the narrowness of these limits] is clearly evident from the actual outcome. The fact that Christian Arabs do not feel secure and protected [in Arab countries] is a very grave problem, which must be dealt with immediately – because [without a solution, emigration] will continue to exact a price that must eventually have to be paid by everyone, without distinction, including the Muslims themselves.
“But keeping silent in the face of the continuing emigration, and ignoring the numbers [of Christians] abandoning [Arab countries] – as if this concerned no one – is incomprehensible. The Arab world has always been a meeting place for [different] civilizations, where [different] religious [groups] coexisted and [different] cultures blended…
“Today, in light of these worrying signs, we cannot keep [turning a blind eye to] this phenomenon. [Christians] are leaving, not by the dozens, and not even by the hundreds – but by the thousands. Nor is this happening in secret; [indeed], it is happening openly and collectively.
“The reasons [for Christian emigration from the Arab countries] are quite clear: They include fear, worry, and other [factors brought about by] society’s failures. This second wave of emigration is a huge failure that should not be ignored – because it is the region that is losing out the most.”
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[1] Al-Sharq Al-Awsat (London), February 2, 2008
MEMRI Special Dispatch Series – No. 1850
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Para comprovar que não é necessária imigração comparem-se os valores do desemprego com os imigrantes legalizados…
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““Essa é a nossa força.”
Não não é,…”
Lucklucky
Bom … claro que depende do que é que se entende por “tolerancia” e de todo o contexto envolvente !…
Eu continuo a pensar que a “tolerancia”, entendida como respeito pelas diferenças, é um valor caracterizador do “Ocidente” e que, como diz o CAA, é um dos seus principais pontos fortes. Basta pensar que esta maior tolerancia, e todas as liberdades que lhe estão associadas, explica em boa medida a maior eficiencia e o maior poder de atracção (“eh oui !!”) do modelo ocidental.
Dito isto, é obvio que existe um desequilibrio na “repartição” da tolerancia. Em cada sociedade e a nivel mundial.
Pelo que a propria defesa e preservação dos paises e ambientes onde ela é mais respeitada e praticada exige que estes erijam e mantenham bem alta a guarda.
Efectivamente, nem sempre tem sido e é assim. Uma espécie de falsa ou pseudo tolerancia relativamente a quem pratica uma verdadeira intolerancia tem enfraquecido o campo da tolerancia e favorecido o campo da intolerancia. Com consequencias do género das que refere, justamente, o Lucklucky.
Por isso, eu, que até sou defensor do laicicismo e nem sequer sou crente, e não partilhando exactamente a mesma analise e as mesmas preocupações de fundo de D. José Policarpo, também não vejo nada de chocante e de intolerante nas suas declarações !
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A ICAR tem colaborado na “invasão” dos descamisados do mundo que nos assola.Em estreita colaboração com os internacionalistas do regime.Uma coisa é termos deferência para com quem demonstra ou demonstrou reciprocidade para com portugueses.Mas não é o caso de hoje em que somos assaltados por quem nos “escolhe”, mesmo sem serem necessários e que aqui vêm impor religiões e modos de vida guetizados e que a experiência demonstra que causam mais prejuizo do que benefício.Assim temos que voltar á máxima do “nada contra a nação-tudo pela nação” e isso pressupõe uma nova política de imigração, legalização e especialmente de nacionalização.
As leis que gerem a matéria precisam de ser “abortadas” porque representam um pesado fardo económico e de segurança( a PJ não resolve metade dos assassínios porque não existe de facto um controlo das pessoas que nos “escolhem”.O crime anda a compensar.
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Já isto dito e repetido por um mulah seria sinonimo de preservação da sua cultura contra o ocidentalismo e por isso aplaudido mais pelos multiculturalistas ocidentais do que pelos que proprios.
Estamos prontos para o novo califado e inclusivé para o Londistão.
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«Já isto dito e repetido por um mulah seria sinonimo de preservação da sua cultura»
Se isto fosse dito e repetido por um mulah, estavamos todos a gritar: Fundamentalista! Radical! Terrorista!
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“Bom … claro que depende do que é que se entende por “tolerancia””
Estou essencialmente de acordo com o seu texto, Fernando S.
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Será que é possivel representar num binómino esta progressiva substituição dos europeus pelos povos do oriente?
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Concordo com as analises de Fernando S. e do lucklucky.
Aliás a conclusão do CAA ao considerar intolerantes as palavras do Cardeal só mostram a falta de inteligencia e de tolerancia do CAA.
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Será que a ICAR também se preocupou assim tanto quando outros povos perderam a sua identidade cultural devido à miscenização portuguesa?
Algo me diz que não…
Além do mais, será que a nossa identidade cultural não passa precisamente por sermos um povo misturado e que se mistura? Se assim for as preocupações do cardeal estão muitos séculos atrasadas.
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E o D. Policarpo, quantos filhos já fez, para contribuir para a causa da civilização cristã?
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Nós somos um povo que se mistura com povos que se deixam misturar. Não me parece que seja o caso dos muçulmanos arabes.
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Tendo em conta que a Igreja defende uma politica de imigracao muito benigna para os imigrantes dos paises ricos, independentemente da religiao, e que a propria Igreja tem muitas organizacoes no terreno a ajudar esses mesmos imigrantes (algo que quase aposto a que nenhum dos indignados desta caixa de comentarios esta ligado; veja-se por exemplo o servico jesuita aos refugiados), qualquer pessoa devia perceber que as palavras do Cardeal Patriarca referem-se aos riscos para os europeus e os seus modos de vida egoistas e materialistas e nao um ataque aos imigrantes.
Mas enfim, para se perceber alguma coisa e’ necessario querer perceber…
(percebam por favor que nao tenho acentos no teclado)
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Zapatero, deixou entrar em Espanha, durante 3 anos, 700.000 emi
grantes. Para que serviu esta emigração pouca classificada?
Para ser explorada, nas exploraãoe agricolas do sul de Espanha!
Concorde-se com a importação de emigrantes, desde que eles supram desiquilibrios internos (maão de obra especializada, deverá ser bem vinda) agora tipos para trabalhar nas obras, temos muitos portuguese, que deveriam sair do fundo de desemprego
e ocupar esses logares ( aquem serve isto às grandes empresas de obras publicas) Como foi feita a expo98? com mão de obra não qualificada! o que resulta? o custo da saude, escolaridade, reformas, para o qual esta gente não contribiu! apenas saiu barato para as empresas de onstrução civil. Com a bolha da construção civil a avançar, o que se pode exigir desta gente?
marginalidade, na 2ª e 3ª geração, o que benificiamos? portanto isto, não è um assumto de perdoar ou não, isto è uma avaliação fria e calculada de suprir as nossas falhas em mão de obra! porque se dificulta a entrada de medicos do Leste, que tanta necessidade temos deles? porque a ordem dos medicos, quer a sua coutada defendida (por isso exige notas exurbitantes para entar na faculdade, quando deveria ser feita uma avaliação da capacidade para srem ou não médicos. Beja, hospital, está cheio de enfermeiros e medicos espanhóis, emigração desejavel! e por ai fora………quando se è socialista da treta, conduz-se problemas desta natureza, no espirito de coitadinhos……..
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So’ mais uma coisa. A evangelizacao e a fe crista e’ algo que os cristaos consideram como bom e que querem partilhar com os outros. que alguem se incomode com isso e’ muito estranho. Mas nao se preocupem, que nenhum catolico vos vai obrigar a acreditar; os homens foram criados livres.
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Estou a ver que andam por aqui umas raparigas a farrar com a diferença…
e por isso é que pediram o aborto com urgência senão ainda são deserdados pelos avôzinhos…
Filhas querem nervo? Vão para fora…
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Estaria voce Sofia a gritar dizendo que os outros gritam isso sim.
Alem do mais isto e muito pior que isto é dito e gritado diariamente e como se repara a sua tolerancia vai para esses gritos.
Esses entende e até critica quem por isso lhes chama terrorista e fundamentalista.
E acaba por fazer o mesmo que eles.
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«Alem do mais isto e muito pior que isto é dito e gritado diariamente e como se repara a sua tolerancia vai para esses gritos.»
Está enganado. Se há coisa para a qual não tenho qualquer tolerância é, precisamente, a intolerância. Venha ela de onde vier! É essa a diferença.
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Pensemos um pouco…quando se vai muito para o oriente acaba-se por atingir o ocidente, e pior ainda chega-se mesmo ao ponto de partida. Estaria ele a referir-se a esse facto. O mesmo se passa se formos em direcção contrária, para ocidente. O que estranho é que não referiu nem o norte nem o sul, logo deduzo que devemos estar a salvo dos povos do sul e do norte. Assim estou mais descansado, esse Sr. falava de nós…mas se Deus lhe perdoa ou não, isso já é outra questão.
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Percebi sim… que “só” é intolerante com a aquilo que vc acha que é a intolerancia.
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Eu acho, de facto, de dizer que alguém “vem do terror” e põe em causa a integridade religiosa de um continente é revelador de uma intolerância inconsistente com os princípios cristãos. Mas reconheço-lhe todo o direito de achar que não. Não consigo ver isso como uma manifestação de intolerância da minha parte, mas, lá está, o RR é livre de considerar o que bem entender. Em todo o caso, acharia mais interessante que rebatesse os meus argumentos e não se limitasse a tentar psicoanalisar-me. Não sei, digo eu.
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“… dizer que alguém “vem do terror” e põe em causa a integridade religiosa de um continente é revelador de uma intolerância inconsistente com os princípios cristãos.”
Sofia Ventura
Por sinal eu também não percebi inicialmente (e escrevi-o acima) o sentido dessa expressão “vem do terror” na boca de D. José Policarpo, o qual, concorde-se ou não com ele, não costuma ter um discurso agressivo e ofensivo.
Mas a interpretação dada anteriormente pelo comentador Xico (7 Março, 2008 às 11:49 am) parece-me acertada :
“Então as populações que vêm dos vários “Darfurs” que por esse mundo há, e que por via disso emigram, não vêm elas do terror? E onde é que o cardeal diz na entrevista que é contrário à vinda dessas populações?”
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