(Não) é a economia, estúpido!

O problema social parece ser a nova panaceia da campanha de Manuela Ferreira Leite e dos seus apoiantes.
Pacheco Pereira, no A Quadratura do Círculo (SIC Notícias), acabou de explicar que o pensamento estratégico de Ferreira Leite para o país estaria sintetizado (talvez quisesse dizer “encriptado”) na afirmação da candidata de que “Portugal não tem um problema económico, mas sim social”.
Com efeito! Temos muitos problemas sociais, a saber: o da classe média que cada vez mais não tem qualquer capacidade económica, o dos idosos que têm reformas economicamente miseráveis, o dos jovens à procura do primeiro emprego (sem o encontrarem) e sem meios económicos para começar uma vida adulta e independente, o de todos os portugueses (e são cada vez mais) que ficam desempregados e, abruptamente, enfrentam graves problemas económicos e, enfim, o da vida de todos os economica e socialmente desfavorecidos!
É reconfortante saber que o país ainda tem á sua disposição políticos com uma visão estratégica tão clara e fundamentada…

Atacar os adversários falsificando o que eles dizem é fácil. É o que este post faz.
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Fernando Ariel Del Val:
1º MFL não é (nem deixa de ser) minha adversária
2º Acabei de ouvir o que disse JPP. Por outras palavras, foi exctamente o que se diz no post.
Rectius: foi exactamente o que JPP disse, no que se refere á resposta ao comentário de Lobo Xavier de que não tinha ainda ouvido nenhuma ideia estratégica para o país de Ferreira Leite. Com efeito, retorquiu JPP de que na verdade, a sua candidata já o tinha expresso e sintetizado na tal frase….(a tentativa de justificação da frase é que, sem ser literalk, corresponde ao sentido dado por JPP).
Conclusão: antes de acusar de falsidade, vá rever o programa!
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Eu também ouvi o programa e acho abusivo tirar as conclusões que tirou da última frase do programa quando se percebia perfeitamente que a discussão foi interrompida pelo fim e estava para continuar se não fosse interrompida. Eu percebi isso e você também. A verdade é que quando se trata do Pacheco Pereira a má fé abunda. Acha mesmo que ele pensa que tudo se resume a essa frase? Não acha, mas não lhe dá jeito admiti-lo.
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««Acha mesmo que ele pensa que tudo se resume a essa frase?»»
Creio que o grave não está no facto de tudo se resumir a essa frase mas na ênfase que é dada pelos ideólogos de Manuela Ferreira Leite ao conteúdo da frase. É que a frase não apareceu hoje. É o pensamento profundo de Pacheco Pereira e da própria MFL.
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Diria que é uma frase zipada.
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Fernando Ariel del Val:
Desculpe lá! Eu não acho abusivo coisa nenhuma.
Claramente, JPP explicou (tentou dar-lhe) um sentido à frase de MFL, dizendo e resumidno o problema social no “empobrecimento” (palavra usada literalmente)!.
Além disso, MFL disse ou não disse que o problema do país não era um problema económico, mas sim social? (literalmente)
Já agora, faça-nos então o favor de nos explicar a tal ideia/visão estratégica de MFL e/ou, se entender melhor, o que iria então acrescentar JPP ao que disse, se o programa não tivesse acabado…
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Pergunte-lhe a ela e a ele, embora ambos já tenham dito muito mais do que isto e no contexto, que é o que você retira das frases para as atacar fácilmente. É por isso que estas interpretações apressadas são de má fé , muito superficiais e muito arrogantes.
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Fernando Ariel del Val
– “É por isso que estas interpretações apressadas são de má fé , muito superficiais e muito arrogantes” …precisamente como os comentários sobre os outros candidatos!!! Já agora, ele (JPP) claro está que – e é isso que todos percebemos – está a tentar dar coberrtura e conteúdo à sua candidata! A começar pela reafirmação da sua credibilidade…Qual é a credibildiade política de MFL depois de ter sido Minsitra e líder da distrital de Lisboa (et pour cause, apoiante de António Preto)?
– “Pergunte-lhe a ela e a ele, embora ambos já tenham dito muito mais do que isto”….pois, mas já agora, seria interessante que – uma vez que só alguns inciciados como v. é que sabem o que muito mais foi dito – partilhassem, então, tais pensamentos e visões estratégicas com o país e que, pelo menos os seus apoiantes (como v.), as divulgassem….
Já agora – sou um pouquinho mais preciso – diga-nos o que deduziu da afirmação justificativa de que aquilo do problema social tinha a ver com o empobrecimento geral (sic)….
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Fernando Ariel del Val
para terminar: ao contrário do que parece pensar (estou a fazer o mesmo tipo de juízo de prognose e especulativo que v. faz com as declarações de JPP no “A Quadratura do Círculo”), muito aprecio e identifico-me (em certos aspectos) com a cosmovisão de JPP. Agora, o que me parece (a mim e a um ageneraldiade de pessoas) é que está a tentar preservar e valorizar a sua candidata (sua candidata por razões seguramenmte tácticas/internas….)
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“Já agora – sou um pouquinho mais preciso – diga-nos o que deduziu da afirmação justificativa de que aquilo do problema social tinha a ver com o empobrecimento geral (sic)….”
Eu não ouvi o programa e tão pouco perco tempo com o JPP.
Mas a Ferreira Leite tem toda a razão. O problema é social pois a fome está a espalhar-se a uma velocidade surpreendente. E a fome combate-se de duas maneiras. Uma, com o atendimento imediato dos que já não têm rendimentos para se nutrirem; e a segunda, com mais crescimento económico. (Para que defendemos o capitalismo de mercado? Para garantir lucros aos empresários? Ou mais riqueza e menos pobreza? Acho que temos que mudar de disco, pois esse começa a ser riscado. Quanto mais incompetente o Estado e mais socialista, pior o nível de vida, mas no entanto maior a simpatia pelas ideias estatistas e socialistas. Se com este mau Estado os Liberais não conseguem convencer as populações, se tivessemos um Estado mais eficiente, então é que não tinhamos hipóteses nenhumas. E por uma razão simples: os Liberais portugueses têm medo de falar na pobreza e da fome. E assim não vamos a lado nenhum.)
Ferreira Leite tem toda a razão. O problema é social. Porque não é só económico, como também é político e até cultural.
Já agora, deixem que vos diga. Em Portugal vamos ter que pensar numa solução para combater a fome. Nem que seja imitando as senhas americanas. Mas se os Liberais não compreenderem que cabe ao Estado esta rede mínima, não compreendem nada. Seremos apenas uns meros utópicos, imitando os comunistas empedernidos.
Repito. Com a porcaria de Estado que temos, com a pobreza que grassa em Portugal e com a crise que vivemos, porquê que as populações não sentem tanta simpatia pelo Liberlismo? Não será também incompetência nossa, que julgando que é simples compreender o Liberlismo e que basta o escrever aqui e acolá? Porque, se o Liberalismo não ganha mais adeptos com a porcaria de Estado que temos, também não sei quando o será. Meditem nisto.
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Anti-Comuna:
precisamente.
Mas então (para além de MFL ter dados provas da incompetência de que acusa o Estado, enquanto Ministra), o que é que a diferencia de José sócrates e do PS? Qual a sua visão estratégica para o país?
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“Mas então (para além de MFL ter dados provas da incompetência de que acusa o Estado, enquanto Ministra), o que é que a diferencia de José sócrates e do PS? Qual a sua visão estratégica para o país?”
Algumas coisas. Umas bem importantes. Uma delas é ser transparente. A segunda, Vc. vai-me desculpar, mas ela como ministra das finanças foi do melhor que tivemos nos últimos anos. Olhe, só lhe digo isto. Face a um Estado como o nosso, o tipo de despesa pública que temos, uma Constituição que temos e em período recessivo, ela em menos de 24 meses pôs a despesa pública a crescer abaixo da inflação. E apesar de um líder fraco como o Barroso e um PR que até vetou leis que poderiam mudar um bocado as coisas.
A mim parece-me que Vcs. atiram para cima dela as culpas todas de um governo tibuteante.
Mas eu relembro o seguinte e fique bem ciente. Se não fosse ela já tinhamos sidos expulsos do euro. E no entanto…
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Aliás, o Passos Coelho tem sido menos coerente nas suas propostas “liberais” (não lhe perdoo copiar apenas o PRACE deste governo com a tónica de ceder aos autarcas laranjinhas) que Ferreira Leite.
Ela já o disse. Menos Estado, mais liberalismo económico. Já disse até que cortava na despesa pública e que o faria. Mas ela não deixa de ser social-democrata (à moda nórdica) e pretende garantir o combate às assimterias sociais e à pobreza.
Mas ela fá-lo com uma diferença. Ela não promete aquilo que sabe que poderá não poder cumprir. Mas eu sei e a maioria de nós sabe, que se ela puder, ela baixa a despesa pública e baixa a carga fiscal. E a palavra dela, para mim, que dou valor a estas coisas, vale ouro. Vale mais a palavra dela que um contrato assinado com a generalidade dos políticos.
E mais. Eu também nunca prometeria baixar os impostos sem garantir que iria pôr em causa o défice. Porque eu teho consciência de uma coisa: se formos corridos do euro é uma desgraça em Portugal. E se andarmos a brincar com quem manda na Europa (e são os alemães e seus aliados) somos corridos do €uro como exemplo a não seguir. É por isso que eu, que odeio impostos, nunca prometeria baixar a carga fiscal nestas circunstâncias. E se eu digo isto, muito mais o admito numa política que nem sequer se revê no Liberalismo.
Prefiro a Ferreira Leite tal como é, que falsos liberais e tibuteantes, como Durão Barroso, que depois ainda teve o desplante de assinar um documento “social-democrata” com os anteriores líderes do PSD ainda vivos.
Vamos ver no que dá isto. Mas não tenham dúvidas. Eu votarei na Ferreira Leite. Noutro político, tenho sinceras dúvidas, a menos que por cinismo vote no Pinócrates. Tão simples como isto.
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“….o país ainda tem á sua disposição políticos com uma visão estratégica tão clara e fundamentada…”
Por falar em visão, não devia essa estirpe de Homo sapiens*, vulgo políticos, começar por aprender a usar os óculos no sítio certo? O Santana foi apanhado ali com sérias dificuldades técnicas….
*e não, não me enganei no número de “sapiens”….
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Quamdo leio a maioria destes comentários lembro-me sempre dos gambozinos: esta malta anda sempre à procura do que não há mas sempre na esperança de ganhar qualquer coisa nem que seja o simples feito da inverosímil caça.
Uma coisa é certa: todos sabemos aonde nos quer levar Sócrates – à maior miséria da Nação que já está esgalgada de fome. É só ler as notícias e saber que os velhos reformados têm que sobreviver com menos de 300 euros por mês…
Tão-só.
Pessoalmente, estou-me nas tintas para os partidos, todos eles virados para o lucro próprio, ou melhor, para se locupletarem, eles e a clentela.
Pode ser que surja alguém do PSD – os outros partidos estão mais famintos e não têm hipótese de se chegarem à mangedora quanto mais não seja por que não têm gente capaz – que imponha respeito e se resguarde numa MFL, como ministra de economia. Mas, muito importante, há mais áreas de intervenção imprescicíveis para pôr o pobre pagode na ordem – sim, por que a maralha tem que entrar nos eixos.
Será necessária força? Se calhar, é.
Nas nossas casas, todos temos que impôr disciplina, senão teremos desastres de que nos viremos a arrepender amargamente.
Ou não é assim?
Nuno
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Sem entrar na discução sobre qual seria o melhor candidato para o PSD …, é evidente que a tal frase da MFL é um slogan de marketing politico. Ela e os seus estrategas lá terão chegado à conclusão de que pôr o “social” à frente do “economico” é uma forma de oferecer um produto com potencial no mercado eleitoral, interno ao PSD e nacional. Permitindo uma demarcação de outros candidatos e programas, incluindo os do PS. Indo ao encontro do que parecem ser as preocupações mais imediatas de muitos eleitores. Como diriam os franceses, “c’est de la bonne guerre”, e todos sabemos que não se ganham contendas eleitorais sem alguma dose de imaginação e demagogia.
Dito isto, não deixa de ser desconcertante uma frase destas vir de quem pretende ser, e pode muito bem vir a ser, um candidato de oposição a um governo … “socialista” ! Ou seja, um candidato que se supõe dever apresentar soluções menos socializantes e mais liberalizantes para os principais problemas que afectam o país. Problemas sociais, económicos, culturais, ecológicos, internacionais, e tudo o mais. Sabemos que o termo “social” é normalmente priveligiado pelo discurso mais à esquerda (“socialista”). Em contraponto a um discurso mais à direita (“liberal”) que fala mais na “economia”. Claro que cada um destes discursos não deixa de reconhecer que o “social” e o “económico” estão inter-ligados. Cada um à sua maneira. Para a esquerda o “social” é respeitado através de um modelo económico suficientemente intervencionado pelo Estado e que não assenta exclusivamente no mercado e nos interesses privados. Para a direita a criaçao de riqueza faz-se na “economia” pelas empresas, sobretudo do sector privado, e é uma condição indispensável á resolução dos problemas “sociais”.
Este tipo de discurso “social” é ainda mais surpreendente pela circunstancia de vir de alguém que ganhou no passado uma imagem de rigor … “económico” ! Julgo que, pelo menos até agora, a ideia que as pessoas tinham de MFL é a de alguém que daria sempre prioridade aos equilíbrios económicos relativamente a medidas de carácter “social”, por mais necessárias e urgentes que fossem. Estará MFL a tentar libertar-se desta imagem algo direitista e economicista ? É verdade que ela afirmou recentemente ser “social-democrata” e de modo nenhum “liberal” !!…
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Vejam a emoçao da final de ontem do festival da cançao
Foi um dos momentos mais emotivos
🙂
Who is it? Portugal
What?
Portugal!!
Portugal! uauuuuuuuuuuuuuuuuuuu
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O comentador 12. pretende fazer-se passar com uma identidade falsa, desprestigiando o original com uma linguagem imprópria, pretendendo com isso iludir os restantes comentadores.
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Já tá. Simplex!
Prova do 6º ano era mais simples que a do 4º, defende especialista (vice-presidente da Associação de Professores de Português).
A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) também está preocupada com o “número exagerado de questões demasiado elementares”. “Mesmo assim os resultados têm sido maus. Imagina-se que poderiam ser bastante piores, se os enunciados fossem mais exigentes”, lê-se num parecer da SPM.
… teste (de Português) que começa com um anúncio de venda de um cão e pergunta aos alunos: “Qual é a intenção de quem colocou o anúncio?” in Metro, 23 Maio, pag 3 http://criticademusica.blogspot.com/
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Parece o PS a falar quando está na oposição. Quando chegam ao governo fazem igual ao que Sócrates está a fazer.
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O Fernando S tem razão, é tudo marketing político para 2009. MFL serve-se do “social” para atrair aqueles que condenam Socrates por ser liberal. Os papéis inverteram-se. Mas os dois têm a mesma maneira de pensar e seguirão as mesmas políticas cuidadosas de controlo orçamental, não despedimentos, etc e por isso tanto impostos como despesa continuarão elevados.
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Pelo menos já que o problema é social, se ganharem nao vao certamente entregar as pastas do social e da justiça ao PP.
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Anti-comuna,
Você virou comuna ? Está preocupado com a fome ? Já agora diga-me como é que se advoga uma ideologia liberal sem o Estado a reequilibrar a distribuição de riqueza e depois se fica preocupado com as consequências disto ? Não há por aí uma falha de raciocício ?
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“Já agora diga-me como é que se advoga uma ideologia liberal sem o Estado a reequilibrar a distribuição de riqueza e depois se fica preocupado com as consequências disto ?”
Meu caro José, não sei onde retirou essa cartilha do Liberalismo sem preocupação com os pobres e mais fracos da sociedade. O Liberalismo nasceu, como soi dizer-se agora, num movimento revolucionário. Uma espécie de descamisados.
A História ensina-nos muita coisa. Uma delas é perceber o que é o Liberalismo.
Só uma nota: Liberalismo é impossível sem Estado. Não sei que autores andou a ler mas sempre assim foi e sempre assim será. 😉
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Muitos e graves problemas sociais encontrará MFLeite para resolver se fôr PM.
Se Sócrates continuar PM, perante os mesmos que criou ou agravou, dirá que “estamos no bom caminho”.
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nao entendo os estudos mostram que portugal é o unico pais da eu que tem rendimentos mais desiguais que os liberais EUA e provam a correlação entre distribuição de rendimentos e a riqueza dos países, e ainda insistem em politicas liberais?? por favor imitem pelos melhores!!
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Calou o milhão de imigrantes porquê? São solução ou problema?
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Tina,
Só pode ser mesmo marketing político !…
Quanto ao que pode estar por detrás, tenho mais perplexidades e reservas do que certezas.
Sinceramente, não sei se a MFL pensa o mesmo que Sócrates e se faria como primeiro ministro exactamente a mesma política.
É verdade que frases como esta, e outras feitas recentemente, são de pôr os cabelos em pé a quem tenha uma sensibilidade minimamente liberal.
Também é verdade que no passado a MFL mostrou ser capaz de alguma determinação na defesa e implementação de uma política de controlo e redução do déficit público. Mas não houve então tempo e condições para se saber se ela teria sido capaz de ir mais longe na redução das despesas públicas e nas reformas estruturais de carácter económico (sector público, legislação do trabalho, previdência social, etc).
Pode-se ainda colocar a questão de se saber se uma personalidade forte como a de MFL poderia eventualmente encarnar um estilo e um programa de centro direita virado para certas rupturas e reformas de fundo. Um pouco como o que aconteceu recentemente em França com Sarkozy e em Italia com Berlusconi. Não apenas no que se refere a temas socio-económicos mas também relativamente a outras questões de vida colectiva (segurança, educação, cultura, etc). Se assim fosse, não estaríamos certamente perante o esperado “verdadeiro governo liberal” (estaremos alguma vez ?), mas seria provávelmente algo de diferente relativamente ao “social-liberalismo-democratismo” dos governos dos últimos anos, incluindo o actual governo Sócrates.
Dito isto, que eu me tenha apercebido, a conquista da liderança do PSD por MFL ainda não é algo de adquirido. Não sendo, coloca-se naturalmente a questão de se saber se existe, sim ou não, algum outro candidato declarado no PSD que tenha alguma hipótese de ganhar a liderança e ser uma alternativa eleitoral credível face a José Sócrates em 2009.
De qualquer modo, eu não acredito em milagres e quero acreditar que a procissão ainda vai no adro !!…
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Começa a ficar claro que em Portugal o PS é o único partido verdadeiramente de Direita.
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O que Manuela Ferreira Leite tem vindo a defender na campanha tem toda a razão de ser! O único problema (e não é pequeno problema!) é que, para muitos portugueses, esta posição Social-Democrata chega demasiado tarde!
O PSD “liberalizou-se” desde o “cavaquismo” e agora está a pagar o pesado preço dessa errada opção! Errada opção… Porque contrária à raiz do partido, porque o PS se transformou no partido da pior “direita” possível: a dos interesses!
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anti-comuna, queria agradecer-lhe por ter sintetizado tão bem as múltiplas virtudes da DrªManuela Ferreira Leite (sobretudo por ter desmontado numa linha as críticas que fazem à sua experiência enquanto ministra das finanças). Queria apenas notar que o PMF deixou o seu comentário por responder. Então quando confrontado com uma argumentação inteligente, foge com o rabo à seringa? Por favor, se Manuela Ferreira Leite é esse pavor, explique, desmonte, ensine.
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Caro José,
para lhe ser sincero, só agora pude voltar ao blog….
Interpela-me sobre o que acho de MFL – já o escrevi, aqui, há algum tempo atrás e já tive oportunidade de o repetir: uma péssima Ministra das Finanças (7% de déficte, anuncio de reformas nunca concretizadas – vg, da adminsitração pública – confusões como o PEC e a sua aplicação e o negócio da titularização, com o Citibank, dos créditos fiscais, não pagamento a fornecedores do Estado como forma desesperada de compor a conta, etc., etc.). Antes, uma péssima Ministra da Educação. Líder da Distritalk de lisboa apoiando o Dr. António preto, envolvido numa história muito credível.
Pior: a mesma receita e a mesma visão de sempre que nos ajudou também a conduzir ao estdo em que nos encontramos.
Mais: uma exclemente candidata para José Sócrates.
Agora, se deixei algum comentário por responder, também lhe digo que não será agora que o farei…
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Ohps!! Os erros e as gralhas foram muitos….
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O PSD por este andar tenderá a fragmentar-se pois não consegue estar muito tempo fora do poder e convive mal com a falta deste.
A Manuela Ferreira Leite representa o mesmo que o Camacho representou para o Benfica.
Ou seja a mesma aposta com os mesmos erros.
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