Como dizia o outro: “forte com os fracos, fraco com os fortes”. Depois do que se passou na VCI do Porto isto é vergonhoso. Mas já não é novo: no tempo de Guterres houve uma nanif de agricultores colhida à bastonada pela GNR porque supostamente estava prestes a entrar num estrada nacional, e inclusivamente a guarda “bateu” nos tractores!!!! Até havia cães e uns pequenos carros tipo militar, género combate.
Gostava de ver as televisões irem aos seus arquivos mostrar quem foram os senhores deputados que apoiaram o bloqueio da ponte durante o cavaquismo e todos aqueles que não estando lá exalaram comentários.
«É pà! Agora já não se clama pelo cumprimento da ordem?!!»
O post não tem nada que ver com isso.
Como soe dizer-se, ou há moralidade ou come todos. As reivindicações e os métodos dos agricultores são tão (in)justas como as dos camionistas, pelo que não percebo a dualidade de critérios.
Faz aqui umas semanas, a nova residente do Governo Civil de Setúbal, a dr. Eurídice Pereira, multiplicou-se em entrevistas a vários jornais regionais. As entrevistas, todas elas entediantes e estéreis, a demonstrar alguma coisa, demonstram que o cargo não passa, cada vez mais, de um lugar confortável para onde se pode enviar fiéis servidores dos variados partidos políticos. Aliás, a singela referência da dr. Eurídice Pereira àquilo que são as “acções imateriais” (sic) que cabe ao Governo Civil, revela em si mesmo todo um programa que não requer comentário.
Mais interessante ainda, é a convicção expressa da senhora Governadora de que a cidade de Setúbal é uma cidade perfeitamente segura. Uma cidade extraordinária que, imagina-se, permite ao cidadão comum deixar a qualquer momento as portas e janelas de casa abertas para o mundo. E quem pode, com honestidade, afirmar que não tem esse hábito?
A senhora Governadora oferece estatísticas “objectivas” (sic) acerca do distrito para fundamentar as suas conclusões. Os cidadãos da cidade de Setúbal a realidade diária.
É, aliás, nesta realidade diária que se pode encontrar sempre a mesma decadente peça de teatro: roubos, agressões várias, arrombamentos recorrentes, etc., etc. O que muda apenas são os protagonistas do espectáculo. E, às vezes, nem mesmo isso.
Em termos gerais, da PSP não há notícias. Na rua, o vislumbre de uma autoridade a circular assemelha-se a um caso de pura sorte. E, não fosse a evidência empírica da existência de esquadras de polícia distribuídas pela cidade, uma qualquer pessoa facilmente duvidaria da existência de uma entidade consagrada à manutenção da ordem. A PSP de Setúbal está, actualmente, equiparada a um qualquer mito urbano que ninguém no seu perfeito juízo acredita que verdadeiramente exista.
Já chegámos mesmo ao ponto onde conhecidos criminosos, quando tombam em cumprimento do seu dever de larápios, recebem honras fúnebres que arrastam multidões (de outros criminosos, claro está). Um fenómeno popular que, pelo andar da coisa, não tarda pedirá a presença do Presidente de Câmara para realizar a última elegia.
Até ao momento, que eu tenha conhecimento, ainda não ocorreu nenhuma desgraça de maior. Os danos, ou são materiais em algumas centenas de euros, ou são físicos onde a ferida é estancada com meia dúzia de pontos cirúrgicos. Coisa pouca, portanto. Sobra o aviso: quem sente que sai impune com tais actos cedo parte para o que resta.
E o que é que resta? Resta chegarmos a um ponto em que, em plena luz do dia, qualquer pessoa cumpridora da lei, e com os devidos impostos em dia, possa ser facilmente abordada na rua com um pedido de doação: de um relógio, da carteira, ou até da vida. À PSP (devido a alguns motivos alheios e outros nem tanto) restará o papel, que se vai tornado habitual, de fiel observador do acto consumado.
Mas, como a senhora Governadora Civil, que, relembremos, deseja ser “objectiva nos números” (sic), bem sublinhou: contra estatísticas não existem argumentos. Nem, tão pouco, mundo real. E será que alguém está de facto preocupado?
Confesso que não percebo. É uma crítica ao governo civil ou à polícia por proibir um grupo de manifestantes de bloquear o trânsito na cidade e impedir a circulação das pessoas??
Agora cada um de nós deve ter a liberdade de bloquear a passagem dos outros se lhe apetecer?
Do meu ponto de vista foi uma decisão bastante razoável. O que sugere que se faça? que se deixe que os manifestantes impeçam o livre trânsito dos outros? Que se permita criar situações em que depois tem ir lá a polícia tirar as pessoas à força, com o aparato subsequente e a televisão a fazer a festa? Se a decisão fosse sua que medida tomava??
Deviam ser autuados e severamente multados, pois estão a utilizar gasóleo agrícola para mover veículos (os tratores) que, afinal, se verifica serem veículos de turismo.
Se querem os tratores para irem passear à cidade, então que paguem o gasóleo para esses tratores ao mesmo preço a que nós o pagamos.
Esta moda de fazer manifestações com veículos tem que ser reprimida, se necessário através de leis específicas.
Uma coisa é a liberdade de manifestação, que existe e deve ser ampla. Outra coisa deveras diferente, é a liberdade de manifestações de veículos (tratores, camiões, automóveis, bicicletas, sejam quais forem).
As manifestações, como os restantes direitos políticos, são para seres humanos, não ara máquinas, nem para seres humanos que, para impressionarem mais, se revestem de máquinas.
Nem é preciso leis específicas. Basta aplicar a lei em vigor.
O governo civil fez muito bem. Em vez de se maçar a pensar nas formas de resolver o problema, impediu o problema de existir.
Se em vez de 100 fossem 10000 em cima dos tractores e agarrados à enxada, ninguém se metia com eles. Deixava-nos fazer o que quisessem e no fim davam-lhes aquilo que tivessem pedido.
É só questão de tentarem novamente, mas com a voz mais grossa.
Ou então o governo apercebeu-se finalmente da caixa de pandora que abriu.
E diz o sr. 2L e, muito bem – “nada de manifestações apoiadas por máquinas (veículos, incluíndo bicicletas)…” Pois eu acrescentaria que, nem mesmo de muletas… principalmente isso, porque poderão ser utilizadas como terríveis armas de ataque e de nefastos efeitos. Aliás, eu até penso que as futuras “manifs” deveriam ser feitas só “espiritualmente”… para não atrapalhar nada nem ninguém, iriam lá só as “alminhas”… eheheheh!
Ou, também se poderia, em tempos de tão grande “avanço tecnológico”, fazer as ditas cujas via Inter-Net… o pessoal inscreve-se e depois contam-se as presenças. É simples, é barato e sem incomodar ninguém, nem mesmo o sr. 2L, além do seu poder estatístico que ficará, indelevelmente, registado…
Pois é… uma chatice!
Isto é de matar a rir!Então os agricultores,pescadores,camionistas devem utilizar o quê nas manifestações? Talvez as off shores,retenção de stoks,manipulação dos preços,retirada do dinheiro para o estrangeiro…
E não estou a dizer se estou ou não de acordo com as manifestações.Mas que diabo…
O sr. carlos fernandes devia saber como funciona a aximage.
Está cada vez mais difícil enganar o pagode.
Quanto ao “impedimento” das manifestações, fascimo nunca mais.
A tendência de subida dos preços do petróleo é “falsa e imposta”, considera o presidente do Irão, Mahmoud Ahmadineyad, que sublinha que o mercado está cheio de matéria-prima, culpando a desvalorização, que considera propositada, do dólar.
Ó carlos fernandes a aximage já fez aquele estudo sobre as 71 autarquias já nem dinheiro têm para pagar o papel higiénico?
Telefone-lhe lá, visto que tem tanta confiança neles. São capazes de lhe confessar que são 200 e não 71, mas é melhor não pensar nisso. Ó C. F. vá ver a bola e deixe-se de patranhas!
Mas estes postadores não defendem nada, nem ninguém. Apenas eles e o seu ego oco.
Se o governo corta regalias aos deputados, estão contra.
Se o governo aprova a lei da IVG, estão contra, não era aquela, era outra, noutra altura, etc
Se o governo acode aos incêndios estão contra.
Se cobra dívidas às Finanças, contra estão!
se o governo consegue fazer a primeira cimeira Europa -África com todos os países africanos, como estão? Contra!
Se proteje as Finanças públicas e corta o despesismo da Masdeira, estão contra
Se o Governo consegue fazer um Tratado de Lisboa, em tempo record e assinado pelos legítimos governos de 27 países – tal nunca tinha sido conseguido. Nem na constituição da ONU !!, estão contra
Se um punhado de irlandeses católicos e manipulados pela CIA votam contra o ref Tratado, têm orgasmos na via pública e estão contra o governo português!
Fantástico, não acham?
Se o governo dialoga com camionistas add-hoc, estão contra, preferem a porrada!
Se o governo dá qq coisa aos pescadores para reformularem a pesca e a modernizarem, estão contra
Porra, estão contra!
Isolados, mas contra!
MFerrer
É uma espécie de missão: estão contra e acham que têm argumentos para estarem sempre a postar postas de pescada sobre tudo e sobre todos. Em especial sobre os assuntos que desconhecem em absoluto.
Só pergunto, a quem servem?
MFerrer
Giro, giro é como em (quase) tudo seguimos Bruxelas… que, neste momento, está entupida com os tractores dos seus indígenas lavradores e nós, por cá, proibímos a sua pacífica (mas inconveniente, claro) manifestação… mais papistas que o Papa…?! Estou estupefacto com esta “derivação” às directivas de Bruxelas… eheheheh.
Sorry,
Só para informar que, apesar da comunicação social portuguesa nada dizer, o Tratado de Lisboa foi ontem solenemente ratificado pela Inglaterra. Por acaso o mais populoso país da UE e a mais velha democracia representativa…
Lá vão ter de adiar o velório e guardar as coroas funerárias…
Ou então podem enviá-las aos proprietários de terras, ditos agricultores, que se queriam mnifestar em cima dos tractores movidos pela propaganda dopCP e pelo gasóleo subsidiado pelo contribuinte.
Uma coisa parva!
MFerrer http://homem-ao-mar.blogspot.com
Quem aprovou o Tratado não foi o UK, foi apenas o Parlamento do UK.
O que tem toda a lógica: o tratado beneficia a Alemanha, Uk e França, e prejudica os outros países.
É pà! Agora já não se clama pelo cumprimento da ordem?!! Valha-nos Deus.
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Como dizia o outro: “forte com os fracos, fraco com os fortes”. Depois do que se passou na VCI do Porto isto é vergonhoso. Mas já não é novo: no tempo de Guterres houve uma nanif de agricultores colhida à bastonada pela GNR porque supostamente estava prestes a entrar num estrada nacional, e inclusivamente a guarda “bateu” nos tractores!!!! Até havia cães e uns pequenos carros tipo militar, género combate.
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Gostava de ver as televisões irem aos seus arquivos mostrar quem foram os senhores deputados que apoiaram o bloqueio da ponte durante o cavaquismo e todos aqueles que não estando lá exalaram comentários.
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Se o protesto era contra o aumento do gasóleo, seria mais mais honesto fazer o protesto a pé.
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«É pà! Agora já não se clama pelo cumprimento da ordem?!!»
O post não tem nada que ver com isso.
Como soe dizer-se, ou há moralidade ou come todos. As reivindicações e os métodos dos agricultores são tão (in)justas como as dos camionistas, pelo que não percebo a dualidade de critérios.
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“comem”, queria eu escrever
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Os camionistas nao levaram camioes para o centro de Setubal. É cada treta.
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socialismo contra os pobres e a favor dos ricos, comissários politicos e bufos.
o monstro continua a devorar os contribuintes
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Faz aqui umas semanas, a nova residente do Governo Civil de Setúbal, a dr. Eurídice Pereira, multiplicou-se em entrevistas a vários jornais regionais. As entrevistas, todas elas entediantes e estéreis, a demonstrar alguma coisa, demonstram que o cargo não passa, cada vez mais, de um lugar confortável para onde se pode enviar fiéis servidores dos variados partidos políticos. Aliás, a singela referência da dr. Eurídice Pereira àquilo que são as “acções imateriais” (sic) que cabe ao Governo Civil, revela em si mesmo todo um programa que não requer comentário.
Mais interessante ainda, é a convicção expressa da senhora Governadora de que a cidade de Setúbal é uma cidade perfeitamente segura. Uma cidade extraordinária que, imagina-se, permite ao cidadão comum deixar a qualquer momento as portas e janelas de casa abertas para o mundo. E quem pode, com honestidade, afirmar que não tem esse hábito?
A senhora Governadora oferece estatísticas “objectivas” (sic) acerca do distrito para fundamentar as suas conclusões. Os cidadãos da cidade de Setúbal a realidade diária.
É, aliás, nesta realidade diária que se pode encontrar sempre a mesma decadente peça de teatro: roubos, agressões várias, arrombamentos recorrentes, etc., etc. O que muda apenas são os protagonistas do espectáculo. E, às vezes, nem mesmo isso.
Em termos gerais, da PSP não há notícias. Na rua, o vislumbre de uma autoridade a circular assemelha-se a um caso de pura sorte. E, não fosse a evidência empírica da existência de esquadras de polícia distribuídas pela cidade, uma qualquer pessoa facilmente duvidaria da existência de uma entidade consagrada à manutenção da ordem. A PSP de Setúbal está, actualmente, equiparada a um qualquer mito urbano que ninguém no seu perfeito juízo acredita que verdadeiramente exista.
Já chegámos mesmo ao ponto onde conhecidos criminosos, quando tombam em cumprimento do seu dever de larápios, recebem honras fúnebres que arrastam multidões (de outros criminosos, claro está). Um fenómeno popular que, pelo andar da coisa, não tarda pedirá a presença do Presidente de Câmara para realizar a última elegia.
Até ao momento, que eu tenha conhecimento, ainda não ocorreu nenhuma desgraça de maior. Os danos, ou são materiais em algumas centenas de euros, ou são físicos onde a ferida é estancada com meia dúzia de pontos cirúrgicos. Coisa pouca, portanto. Sobra o aviso: quem sente que sai impune com tais actos cedo parte para o que resta.
E o que é que resta? Resta chegarmos a um ponto em que, em plena luz do dia, qualquer pessoa cumpridora da lei, e com os devidos impostos em dia, possa ser facilmente abordada na rua com um pedido de doação: de um relógio, da carteira, ou até da vida. À PSP (devido a alguns motivos alheios e outros nem tanto) restará o papel, que se vai tornado habitual, de fiel observador do acto consumado.
Mas, como a senhora Governadora Civil, que, relembremos, deseja ser “objectiva nos números” (sic), bem sublinhou: contra estatísticas não existem argumentos. Nem, tão pouco, mundo real. E será que alguém está de facto preocupado?
Jornal de Setúbal, 03/12/2007
(de http://www.forcadeestilo.blogspot.com)
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Toca a dizer mal da senhora governadora civil
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Carlos Loureiro,
Confesso que não percebo. É uma crítica ao governo civil ou à polícia por proibir um grupo de manifestantes de bloquear o trânsito na cidade e impedir a circulação das pessoas??
Agora cada um de nós deve ter a liberdade de bloquear a passagem dos outros se lhe apetecer?
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Do meu ponto de vista foi uma decisão bastante razoável. O que sugere que se faça? que se deixe que os manifestantes impeçam o livre trânsito dos outros? Que se permita criar situações em que depois tem ir lá a polícia tirar as pessoas à força, com o aparato subsequente e a televisão a fazer a festa? Se a decisão fosse sua que medida tomava??
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Deviam ser autuados e severamente multados, pois estão a utilizar gasóleo agrícola para mover veículos (os tratores) que, afinal, se verifica serem veículos de turismo.
Se querem os tratores para irem passear à cidade, então que paguem o gasóleo para esses tratores ao mesmo preço a que nós o pagamos.
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Esta moda de fazer manifestações com veículos tem que ser reprimida, se necessário através de leis específicas.
Uma coisa é a liberdade de manifestação, que existe e deve ser ampla. Outra coisa deveras diferente, é a liberdade de manifestações de veículos (tratores, camiões, automóveis, bicicletas, sejam quais forem).
As manifestações, como os restantes direitos políticos, são para seres humanos, não ara máquinas, nem para seres humanos que, para impressionarem mais, se revestem de máquinas.
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Curioso é osbervar que alguns dos neoliberais que clama contra o Estado, se acomodam no seu aconchego.
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Luís Lavoura,
Nem é preciso leis específicas. Basta aplicar a lei em vigor.
O governo civil fez muito bem. Em vez de se maçar a pensar nas formas de resolver o problema, impediu o problema de existir.
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José Sócrates é o líder partidário em quem os portugueses mais confiam para desempenhar o cargo de primeiro-ministro, apesar da contestação social que grassa no País. Isto de acordo uma sondagem CM–Aximage realizada entre os dias 7 e 9 do corrente, que coincidem com o fim da paralisação dos pescadores e o início do bloqueio dos camionistas.
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=6D90425C-7F45-4078-86CA-3029EFEB5BA0&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090
Gostava de ver um post sobre esta notícia!
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Eu acho mesmo que deviam ler o Hayek…Não escreviam tanto disparate julgando que defendem o liberalismo.
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Se em vez de 100 fossem 10000 em cima dos tractores e agarrados à enxada, ninguém se metia com eles. Deixava-nos fazer o que quisessem e no fim davam-lhes aquilo que tivessem pedido.
É só questão de tentarem novamente, mas com a voz mais grossa.
Ou então o governo apercebeu-se finalmente da caixa de pandora que abriu.
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Se o Armando Vara estivesse a comandar os tractores iam ver como a coisa piava fino
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São tractores ou tratores?
Se ainda fossem carros de bois não havia este dilema.
Maldito progresso
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E diz o sr. 2L e, muito bem – “nada de manifestações apoiadas por máquinas (veículos, incluíndo bicicletas)…” Pois eu acrescentaria que, nem mesmo de muletas… principalmente isso, porque poderão ser utilizadas como terríveis armas de ataque e de nefastos efeitos. Aliás, eu até penso que as futuras “manifs” deveriam ser feitas só “espiritualmente”… para não atrapalhar nada nem ninguém, iriam lá só as “alminhas”… eheheheh!
Ou, também se poderia, em tempos de tão grande “avanço tecnológico”, fazer as ditas cujas via Inter-Net… o pessoal inscreve-se e depois contam-se as presenças. É simples, é barato e sem incomodar ninguém, nem mesmo o sr. 2L, além do seu poder estatístico que ficará, indelevelmente, registado…
Pois é… uma chatice!
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Isto é de matar a rir!Então os agricultores,pescadores,camionistas devem utilizar o quê nas manifestações? Talvez as off shores,retenção de stoks,manipulação dos preços,retirada do dinheiro para o estrangeiro…
E não estou a dizer se estou ou não de acordo com as manifestações.Mas que diabo…
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O sr. carlos fernandes devia saber como funciona a aximage.
Está cada vez mais difícil enganar o pagode.
Quanto ao “impedimento” das manifestações, fascimo nunca mais.
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Caixa de comentários: 16 Junho 2008 – 22h14 | André Ferraz – Leiria
Não acredito minimamente na verdacidade de tal sondágem, quem compra um diploma, tambem consegue comprar uma sondagem
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Isto de sol na eira e chuva no nabal já deu… vou mas é comprar um iate, à pois vou!
Click to access Portaria_117_a_2008_Isencoes_ISP.pdf
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A tendência de subida dos preços do petróleo é “falsa e imposta”, considera o presidente do Irão, Mahmoud Ahmadineyad, que sublinha que o mercado está cheio de matéria-prima, culpando a desvalorização, que considera propositada, do dólar.
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Ó carlos fernandes a aximage já fez aquele estudo sobre as 71 autarquias já nem dinheiro têm para pagar o papel higiénico?
Telefone-lhe lá, visto que tem tanta confiança neles. São capazes de lhe confessar que são 200 e não 71, mas é melhor não pensar nisso. Ó C. F. vá ver a bola e deixe-se de patranhas!
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Mas estes postadores não defendem nada, nem ninguém. Apenas eles e o seu ego oco.
Se o governo corta regalias aos deputados, estão contra.
Se o governo aprova a lei da IVG, estão contra, não era aquela, era outra, noutra altura, etc
Se o governo acode aos incêndios estão contra.
Se cobra dívidas às Finanças, contra estão!
se o governo consegue fazer a primeira cimeira Europa -África com todos os países africanos, como estão? Contra!
Se proteje as Finanças públicas e corta o despesismo da Masdeira, estão contra
Se o Governo consegue fazer um Tratado de Lisboa, em tempo record e assinado pelos legítimos governos de 27 países – tal nunca tinha sido conseguido. Nem na constituição da ONU !!, estão contra
Se um punhado de irlandeses católicos e manipulados pela CIA votam contra o ref Tratado, têm orgasmos na via pública e estão contra o governo português!
Fantástico, não acham?
Se o governo dialoga com camionistas add-hoc, estão contra, preferem a porrada!
Se o governo dá qq coisa aos pescadores para reformularem a pesca e a modernizarem, estão contra
Porra, estão contra!
Isolados, mas contra!
MFerrer
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É uma espécie de missão: estão contra e acham que têm argumentos para estarem sempre a postar postas de pescada sobre tudo e sobre todos. Em especial sobre os assuntos que desconhecem em absoluto.
Só pergunto, a quem servem?
MFerrer
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Fechem os blogues!
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esta mal .Não liberalismo;
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Giro, giro é como em (quase) tudo seguimos Bruxelas… que, neste momento, está entupida com os tractores dos seus indígenas lavradores e nós, por cá, proibímos a sua pacífica (mas inconveniente, claro) manifestação… mais papistas que o Papa…?! Estou estupefacto com esta “derivação” às directivas de Bruxelas… eheheheh.
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Sorry,
Só para informar que, apesar da comunicação social portuguesa nada dizer, o Tratado de Lisboa foi ontem solenemente ratificado pela Inglaterra. Por acaso o mais populoso país da UE e a mais velha democracia representativa…
Lá vão ter de adiar o velório e guardar as coroas funerárias…
Ou então podem enviá-las aos proprietários de terras, ditos agricultores, que se queriam mnifestar em cima dos tractores movidos pela propaganda dopCP e pelo gasóleo subsidiado pelo contribuinte.
Uma coisa parva!
MFerrer
http://homem-ao-mar.blogspot.com
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MFerrer
O UK não é o país mais populoso da UE, mas sim a Alemanha.
Não é verdade a «comunicação portuguesa nada dizer», basta ler os jornais e consultar os sites.
E o facto de o UK ter aprovado o Tratado nada adianta sobre a impossibilidade jurídica de entrar em vigor, a menos que a Irlanda mude de ideias.
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MFerrer
Quem aprovou o Tratado não foi o UK, foi apenas o Parlamento do UK.
O que tem toda a lógica: o tratado beneficia a Alemanha, Uk e França, e prejudica os outros países.
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