Valer a pena *
Fico fascinado e aterrado quando ouço Medina Carreira.
Acompanho os seus diagnósticos acerca deste País, assolado, há séculos, pela tradição que os portugueses mais amimam: a do mau Governo. Aprecio o desassombro com que fala dos partidos (“casas de mulheres de má vida“) e como resume os falhanços do actual regime.
Mas há o perigo de que os pessimistas, como eu, ao ouvirem Medina Carreira se transformem, igualmente, em irremediáveis derrotistas: nada em Portugal tem solução e todos os esforços são escusados.
Só que viver não é assistir impavidamente ao desenrolar da vida. Implica um empenho em corrigir o que não se julga bem, em deixar uma marca por pequena que seja.
Quando estiver perto de me ‘medinizar’ pego na família e vou para lugar diferente. Se o houver.

“Mas há o perigo de que os pessimistas, como eu, ao ouvirem Medina Carreira se transformem, igualmente, em irremediáveis derrotistas: nada em Portugal tem solução e todos os esforços são escusados.”
Claro que há solução. Basta seguir o exemplo dos nossos eurodeputados:
“A partir das próximas eleições europeias, que em Portugal se realizam a 7 de Junho, os eurodeputados vão passar a ganhar um vencimento único. No caso dos portugueses, o aumento vai para o dobro do que ganhavam até aqui. De 3815 euros passam para os 7665 brutos. Isto sem esquecer outros subsídios” DN
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Concordo e talvez não.
Criticar, não é necessáriamente negativo. Vê-se que Medina Carreira vive atormentado e preocupado. Porque pior do que criticar, é deixar de aparecer, acobardar-se e não se incomodar com aquilo que fica para as próximas gerações.
Agora, Medina Carreira tem razão em muitas coisas: 1) a política partidária tal como está, morreu; 2) a sociedade civil não gosta muito do rigor e da disciplina; 3) os casos de sucesso são todos bacocos e chico-espertos (de Sócrates a Vara, de Dias Loureiro a Jorge Neto).
Lutar. Lutar, sempre, por um Portugal com melhor futuro. E a aposta passa por mais informação, melhor comunicação, para combater o Obscurantismo de Abril, que tem o seu clímax nas Novas Oportunidades.
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finalmente percebeu.
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“irremediáveis derrotistas”, mas só até nos vermos gregos!
Portugal não tem solução enquanto esta corja estiver no poleiro.
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“A politica em Portugal é um nojo. O zé povinho chamava-lhe a Grande Porca”
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I Parte
Moralmente doente
encontra-se a nossa democracia,
quem está contente
padece de democrática iliteracia.
A mansuetude é ilusória
com esta falsa serenidade,
a arrogância censória
ganha contornos de imbecilidade.
O mexilhão paciente,
sentado no seu cantinho,
não tolera este “socialismo” despiciente,
não devendo ficar quietinho!
II Parte
Em combate ficou desaparecido
o lusitano idealismo,
Portugal tem merecido
por abandalhar o ético moralismo.
Desgovernados e desgovernáveis
são marcas da nossa castração,
com tantas políticas deploráveis
o mexilhão tem ficado sem erudição!
Epílogo
Pelos nomes foram chamados
os bois da nossa desgraça,
os espíritos mais definhados
não lhe acharam muita graça!
O homem tem razão
com toda a sua sagacidade,
triste é a nossa ilusão
se não mudarmos de mentalidade.
O mexilhão ficou maravilhado
com a inteligência do professor,
pois, tem sido severamente malhado
por um sistema opressor!
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a conversa é velha, há relatos deste discurso do tempo do vasco da gama. interessante é conhecer os motivos que levam mcarreira a aparecer regularmente com esta conversa.
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Meu Caro CAA
A História nunca foi feita em nome destes discursos tipo Medina Carreira; aqui e em qualquer outra parte do mundo.
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#2:
Concordo em absoluto. As preocupações são óbvias, já vêm de algum tempo e têm toda a consistência. É normal que perante uma crise, quem está mais mal preparado sofra mais (formigas e cigarras). E Portugal tem sido mais cigarra – tem sido essa a mensagem de MC
#7.
Do que é que você ainda precisa para ver que o país está mal? É preciso fazer desenhos, ou ainda vai para a cama a acreditar nas balelas manhosas que lhe vendem. O país está moralmente e éticamente nas lonas, e esse é o problema? Ou será que não consegue perceber o disparate do Fino e CGD, ou dos BPN, ou dos BPP, ou dos Freeport, em que está por todo o lado a pegada de politicos/ex-politicos de quadrantes esquerdos e direitos? Como MC diz, todos “passam a mão pelos pêlos uns dos outros”.
Em suma, MC é muito mais realista que pessimista. A realidade é que, apesar de muitas vezes maltratada e encapotada, é muito feia e preocupante.
MC aprensenta soluções, caminhos. Concorde-se com essas soluções ou não, é preciso perceber o fundo do poço.
Porque hoje, das duas uma:
(1) Ou os políticos são pessoas incapazes, e não enxergam à frente do seu nariz o que tem de ser feito (tecnicamente incompetentes)
(2) Ou os políticos têm outros objectivos para lá do que é suposto, e actuam eficientemente em conformidade com os objectivos (moralmente e éticamente incompetentes).
Hoje o nosso sistema politico partidário está desenhado para os senhores da segunda categoria. Enquanto nada for feito a esse nível, não há que ter grandes optimismos
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“interessante é conhecer os motivos que levam mcarreira a aparecer regularmente com esta conversa”
De acordo com os manhosos do Regime, Medina Carreira é invejoso, pois se lhe dessem um lugar, como têm feito com o Freitas, ele calava-se!
O que se esquecem os manhosos do Regime, é que ainda há pessoas com Valores, e que não se vendem por valores.
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#9 – “MC aprensenta soluções, caminhos.”
ficaria muito grato se enunciasse só uma solução, porque o caminho que ele aponta é a resignação. igual ao estado d’alma do amigo que lhe encomendou o frete.
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O Prof. Medina Carreira diz muitas coisa estão certas. Mas pergunto eu: em que é que nas sua entrevistas na TV tem contribuido para a melhoria do país? De cada vez que dá sinais de vida, é para pôr o país ainda mais deprimido sem apresentar soluções nem trazer qualquer discurso que levante o ânimo dos portugueses.
Por muita cosideração que possa ter pelo professor, para o bem da saúde mental de muitos portugueses, era melhor ele falar menos para o pais e mais no seu círculo de amigos.
Para finalizear, o prof Medina é um homem desiluido, e concordo com ele, mas não posso deixar de dizer que também é uma pessoa azeda. Não sei qual o motivo, mas é uma pessoa um tanto ressabiada com algo que muitos desconhecem.
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Eu já decidi. Vou emigrar.
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Se a situação fosse exactamente a mesma mas estivesse alguém que Medina Carreira gostasse a comandar, lá se ia o senhor pessimista. Quem quiser que o compre!!
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#10 “como têm feito com o Freitas”
escolheste mal o exemplo.
“O que se esquecem os manhosos do Regime, é que ainda há pessoas com Valores, e que não se vendem por valores.”
diria: com Valores na Bolsa, e que não se vendem porque ninguém compra. em política, como em tudo na vida, só mama quem berra.
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ameijoa fresca,
obrigado por um belo momento de poesia que um Keats, um Verlaine ou, sei lá, até um Miguel Veloso, não desdenhariam.
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Medina Carreira faz o papel de Cassandra.
Os gregos, há milhares de anos, já entendiam estes perfis psicológicos, porque os problemas eram os mesmos e por isso arranjaram uma figura mítica para lhes dar forma máscara ( persona).
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#17 chatearam-se?
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(”casas de mulheres de má vida“)
é mesmo velho. isto foi proibido pelo salazar, contou-me o meu avô.
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“diria: com Valores na Bolsa, e que não se vendem porque ninguém compra”.
O que faltam aí, são lugarzinhos. Perguntem ao Júdice, que até lhe servia um lugar de “Gestor da Frente Ribeirinha”, seja lá o que isso era. Depois, enfadou-se, ou lá foi para um spazinho na Quinta das Lágrimas!
O que tu queres, sei eu….
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CAA
Claro que Medina Carreira tem toda a razão,todavia se olhassem para esta marca e verificassem o seu sucesso com olhos de ver, poderiam sei lá, tentar copiar em vez de invejar ou odiar.
“Avaliação do EVA
Marca FC Porto vale 291 milhões de euros
A marca F.C. Porto foi avaliada em 291 milhões de euros pela MyBrand. Esta avaliação do EVA (Economic Value Added) do Grupo abrange as unidades de negócio SAD, F.C. Porto, Porto Comercial, Porto Estádio e Euro Antas, bem como uma análise do papel e força da marca no mercado.
Em relação ao papel que a marca detém no mercado, os factores de maior valor são: a qualidade da equipa de futebol (dos seus jogadores), dos jogos, da equipa técnica e do Estádio. Na ponderação destes factores foi tido em conta o peso dos 111 mil sócios e dos 2,8 milhões de adeptos.
Foram, ainda, considerados os valores financeiros de exploração e de capital alocados à marca, informação relativa à marca no que se refere aos principais drivers de imagem (satisfação, qualidade e comunicação) e informação de mercado, ou seja, a performance da marca F.C. Porto no seu sector e no sector das marcas concorrentes.
O estudo da MyBrand revela que a marca F.C. Porto é gerida com eficácia e tem grande potencial para criar receitas e lançar e desenvolver produtos e conceitos existentes, assim como para a introdução e aposta em novos projectos.
A taxa de crescimento da actividade do F.C. Porto, durante os próximos cinco anos, é estimada numa média de 1,5 por cento ao ano, tendo em conta a análise de novos conceitos e produtos que estão a ser criados e a dinamização das filiais e delegações. A partir de 2011, considerou-se que a marca F.C. Porto vai crescer um por cento ao ano, afastando a estimativa de 1,5 por cento, entendida como demasiado optimista.
Destes novos produtos relativos aos anos mais próximos fazem parte: o projecto Dragon Force, integrado no equipamento desportivo Vitalis Park (antigo Campo da Constituição) e o Dragão Caixa (equipamento destinado às modalidades do clube). Houve também a reforço de alguns conceitos como o Dragão Mobile, o cartão visa F.C. Porto e o Dragão Seguro. No estudo é, ainda, salientada a reestruturação dos canais de distribuição de merchandising, como a reformulação das Lojas Oficiais do Estádio Dragão, Shopping Cidade Porto, Arrábida Shopping e Norte Shopping.
Esta análise pressupõe a utilização continuada das linhas de produtos e serviços actualmente existentes no mercado português. Além de informação económica e financeira, foram também realizadas análises e estudos quantitativos específicos, destinados a avaliar a situação da marca no mercado.
O valor total apurado para a marca F.C. Porto é tanto mais significativo quando comparado com o de outros clubes como o Real de Madrid (340 milhões de euros) ou o Manchester United (331 milhões de euros).””
http://infordesporto.sapo.pt/Informacao … 515849.asp
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Existe, sem dúvida, esse perigo do derrotismo que se deve evitar.
Mas, assistir às cenas diárias deste governo: autoritário e sem autoridade; fora do mundo e fora da realidade; sem rumo definido entre o liberalismo de direita e a extrema-esquerda populista; é muito pior e bem mais perigoso.
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#17 – “Medina Carreira faz o papel de Cassandra.”
o psd vê-se grego e o aníbal faz de apolo (70).
cenas dos próximos capítulos são para maiores de 18.
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“O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que mude, o realista ajusta as velas.” – WAW
Perguntam vocês: “E se não houver vento? E se não houver velas?”
É ainda uma visão pessimista.
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#20 continuas fraco de exemplos e de argumentos.
se lesses os copy de que fazes pasta, talvez melhorasses a qualidade.
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“E se não houver vento? E se não houver velas?”
pode ser que ainda haja barco, coletes ou então ainda podes aprender a nadar.
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Corrupção, offshores, carros de luxo, etc…
http://www.forumnacional.net/showthread.php?t=34495
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Pegue mesmo na familia e vá como tantos portugueses para Angola … carregar baldes de massa ou fazer outra coisa qualquer que os angolanos precisam e mandam fazer .
Acha que isto tem alguma solução ? Se tivesse o Infante D.Henrique tinha ficado quieto a ouvir Velhos do Restelo .
Por cá só PS e Maçonaria prosperam … o resto paga para os dois primeiros viverem á larga.
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Dos debates dos últimos dias sairam soluções de todos os lados para gerir o país como está. Não vejo ninguém a falar em soluções de facto, de mudança, de alternativa, de política, de opções, e no “deve” e “haver” de que fala Medina Carreira nunca ninguém toca.
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Porra, as crises sempre serviram para acabar com uma data de oportunistas que só sabem viver à custa do outros. Não desanimem! Trabalhem como nunca!
São uma grande oportunidade de separar o trigo do joio.
(Esta dá especial gozo por ter servido para “afundar” uma data de cabrões que andavam aí a enriquecer com a desgraça alheia. Pena os governos não deixarem ir à falência muitos mais…)
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Não há soluções sem diagnósticos, o de MC está correcto, é independente e honesto, ao contrário do Governo que mente, desvia, inventa e distrai como pode e não deve.
Quanto a soluções, MC aponta uma pela qual me bato há muito, é de facto na educação que está a solução. Um educação para intrepretar o mundo e os homens, uma educação de qualidade técnica mas também de Valores éticos e democráticos. Criar cidadãos. Enquanto assim não for (e qual é o governo que investirá nessa educação aquilo que não se Vê ao fim se não de dez ou quinze anos?) continuaremos com Isaltinos e as Felgueiras, com os Malucos do Riso e com os Sócrates, tudo faces de uma mesma moeda.
Investir a sério no país é criar um sistema educativo pensado pelos melhores do país, não os ajustes acomodados de interesses dos técnicos públicos (estilo Augusto Santos Silva) que pululam pelo Ministérios da Educação ou, ainda, dos editores de livros escolares. Enquanto continuarmos assim, continuaremos a estupidificar-nos. Da Democracia para a Demagocia socrática (ou outra qualquer) lá iremos nós, alegremente saltando de telejornal em telejornal, de Loureiros em Loureiros (sejam Dias ou Valentins) tudo se pode desde que se dê um jeitinho.
Foi isto que o Medina Carreira disse e a mim, parece-me que já é muito.
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E o Medina que vá ***** ** **!
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Bloom (# 16),
O seu texto deve ter sido escrito num magnífico “Magalhães”. Por que será?! Tente, se quiser, adivinhar “porquê”!
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#18:
Conheço Medina Carreira dos jornais. Aprecio moderadamente o que escreve. Foi ministro das Finanças de Soares. Está quase tudo dito.
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O uso da máquina fiscal para sustentar a “corja” que tomou conta de um País que nada produz que se veja para exportar … e que baseia a sua imagem num “PC DE MERDA” e na industria nojenta própria de nações atrasadas de monocultura do Tôrismo, greens e putas .
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So’ vi parte da entrevista, mas lembro-me de Medina Carreira ter indicado a necessidade de aumentar a exigência na Educação e na Justiça.
Não apontou nenhuma solução concreta e tal não seria possível num intervalo de tempo curto. Os comentadores deste blogue têm tempo e espaço para escrever propostas concretas, mas devo ter de ir ao oftamologista porque não conseguir escrutinar uma única.
Aqui vão algumas ideias na área que mais me interessa, a educação:
1) É essencial separar o importante do acessório e avaliar o essencial. As políticas eduquesas de ter de se ensinar tudo pela rama leva os nossos alunos não saberam nada de nada. É vulgar alunos entrarem nas Universidades sem saber fazer uma conta aritmética simples, ou escrever um texto minimamente estruturado sem graves erros de ortografia.
Uma consequência prática da desgraça da educação são as muitas famílias incapazes de planear e controlar minimamente as despesas (o vulgar “chapa ganha, chapa gasta”), com os resultados à vista.
Vejam também os comentários do PGR à proposta de lei de combate à violência doméstica, com vírgulas a separar o sujeito do predicado, artigos redundantes, etc.
2) Para além de rever os programas, de forma a focar prioritariamente no essencial, é importante os alunos serem examinados A SÉRIO no final de cada etapa (4º, 6º, 9º e 11º/12º anos).
A avaliação também tem de ser aplicada a TODOS os docentes, não apenas aos que pretendem subir na carreira. Aos docentes que falharem nos aspectos científicos (ex: conheço casos de docentes de matemática que calculam expressões aritméticas da esquerda para a direita sem olhar para a prioridade dos operadores!) ou pedagógicos (ou ambos!) devem ser substituídos por outros que sejam melhores.
3) Mais uma proposta, avaliar COM RIGOR todos os textos didácticos por forma a assegurar a correcção e eliminar as infantilidades prevalecentes.
A melhoria da educação terá efeitos apenas daqui a 2/3 gerações, ou seja 60 anos. Mas prefiro que daqui a 20 anos faltem apenas 40 para o Burgo ser um País culturalmente e economicamente avançado, do que voltar a faltar 60 anos para atingir o nível de um País europeu de média dimensão (Austria, Bélgica ou Dinamarca). Isso é o mais importante, não os resultados do football!
All the best…
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“é de facto na educação que está a solução”
isso é o que este governo tem tentado fazer contra tudo e todos , e com uma carga de trabalhos.
está tudo contra.
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Esqueci assinar, mas adianto que a figura de Cassandra é apenas um mito dos gregos que se aplica em casos que tais: os que anunciam catástrofes iminentes, sem remédio. Medina Carreira anuncia catástrofes há mais de trinta anos.
E quando foi ministro das Finanças lá conseguiu evitar uma maior, mas não a catástrofe estrutural que agora enuncia nos seus pressupostos: o ensino em Portugal foi estragado pela sociologia da Educação. Começou com Rui Grácio, o comunista que deu seguimento ao entendimento que o ensino para todos, implicava a abolição dos cursos técnicos dos “pobres”, dos cursos liceais, destinados aos “ricos”.
Essa característica fundamental – a pretensa igualdade- também Medina Carreira então aplaudia…
Logo, como Cassandra, está muito bem, mas deve ser ouvido com moderação.
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A verdade é que, por mais que custe ouvir aquilo que o homem diz é invariavelmente verdade. Pois não está Portugal a endividar-se, todos os dias em mais 2 milhões de €. Por mais pessimista que o MC possa ser, é mais que nunca necessário que numa época em que somos governados por uma bem montada máquina de propaganda e marketing, haja um contraponto de coerencia e seriedade, ainda que essa não a mensagem que mais nos agrada ouvir. Cabe a nós, posteriormente fazer a avaliação de quem estará mais próximo da realidade.
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#31 – e tu acreditas que possa haver educação com comunas e fenprof? não, mas dá-te jeito. o preço é continuar tudo como está.
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Anónimo #37: o grande logro é esse mesmo. Este governo está a estragar a Educação, não a melhorar.
Este governo e esta ministra do ISCTE, não sabem nada de Educação a sério. Tal como refere Medina Carreira.
Se soubessem, aplaudiria.
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Esse discurso de que é na Educação que está a solução, já o ouço há trinta anos.
Os que governaram e reformaram o ensino só fizeram porcaria. Portanto…
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Havia meia dúzia de indivíduos que governaram e tinham ideias correctas sobre tudo isto. Um deles era o Sousa Franco. Um tipo sabedor. Mas deu no que deu: a dizer mal do “pior governo desde o tempo de D. Maria”, como disse em público e em voz altíssima ( era um bocado surdo), do próprio governo em que participou, o de Guterres. O tal que teve uma paixão assolapada pela tal de Educação e mandou-a foder com um tal Grilo.
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#38 sim, isto vai lá com mitologia. já agora com herdeiros de scarneiro, outra figura mitológica.
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O comentário é um bocado ordinário, mas é mesmo assim. A Educação tem ido com quem lhe aparece, mandado por quem pode. Já tinha ido com vários, desde o 25 de Abril: engenheiros químicos, na sua maioria. Também sociólogos como agora ( esta é de pacotilha e é o que se pode ver).
Os que a lixaram bem ( um eufemismo para fugir à ordinarice), foram os tais: Grilo, Benavente(é verdade até esta perversão experimentou), Carneiro ( um dos piores na performance) e até mesmo uma tal de Ferreira Leite ( perversão absoluta).
Fico por aqui que a indignação leva-me por maus caminhos.
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#28 – “tantos portugueses para Angola … carregar baldes de massa”
um tanto antiquado meu caro. agora é mais transferências bancárias.
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Ano após ano, governo após governo, o diagnóstico repete-se. Portugal é um belo país. O problema é nele viverem os portugueses.
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«isso [educação]é o que este governo tem tentado fazer contra tudo e todos , e com uma carga de trabalhos.»
hmmm está a falar de gestão salarial, certo?
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José @45: na mouche.
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Quem acha que o problema são os portugueses, deve estar a fazer esquemas para não-portugueses.
Dá um ar cosmopolita.
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Medina Carreira incomoda. Ele diz e bem que como está, não há solução. Solução para quem trabalha e pensa com honestidade e eficiência. A maioria não funciona nessa linhapor isso os representantes dessa gente aí estão, fernados e quejandos. De facto o sítio é o melhor que há para borlistas. Claro que mesmo para esses vai piorar. O risco que os portugueses correm é serem empurrados pelos tugas, o que já ocorre há muito. Ir para aqui e para ali é óptimo para a corruptela, já a mandriice pode ser problemático porque os subsídios podem evaporar-se.
O CAA pode de facto emigrar. O Brasil pode ser o local certo. Claro que emigrar custa, mas se escolher um local com uma colónia portuguesa forte (Santos, S. Paulo) pode chegar à conclusão de que nem lhe interessa voltar. Segurança? Dentro em pouco notará que viver em lisboa ou no porto é mais perigoso, excluindo as favelas do Rio.
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#45 então e os comunas que parasitam na 5 outubro há 35 anos?
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“Aprecio o desassombro com que fala dos partidos (”casas de mulheres de má vida“) e como resume os falhanços do actual regime.”
Pois, mas depois acha que a solucao era Filipe Menezes e Passos Coelho.
E Preciso ter muita lata.
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#53
Se há partido a que o MC foi associado e´o PS e não essa falange manhosa de LFM e PPC.
MC diz verdade, e tem À vontade para dize-lo. Não diz nada que o Silva Lopes não diga…
Quanto a caminhos ou soluções quem acha que ele não deu, volte a ver a entrevista. Estão lé e ele enumerou. Mas quem é cego e não vÊ há volta, se calhar também é surdo quando lhe apetece
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o sr. santos veio a Portugal comprar escravos. candidate-se.
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#54 – mcarreira dissidente do ps? eheheheh….e já agora tendência cavaco.
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50, o problema não são os portugueses em geral, são certos portugueses espertos como tu. Serão a maioria ? Em março, mês dos burros ainda é possível, por isso atiras com as eleições como teste conclusivo. Pode ser que te enganes. Olha que até pode acontecer não haver eleições em 2009! Não desmaies que o FMI pode entender já não ser necessário. Eles a seu tempo te dirão para tirares os coiro da cadeira e a aoutros como tu, deitar o autocad ao lixo e começares a trabalhar no duro porque a tua reforma pode emagrecer inesperadamente.
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Tenho 3 filhos, dois dos quais menores.
E sinto uma avassaladora revolta ao ver que esses meus filhos vão trabalhar toda a vida para pagar as casas e os rendimentos que estão a ser garantidos agora, hoje, este mês, a ciganos, a jornalistas de Lisboa e a outros artistas beneficiários da “coisa” publica sem outro critério que não seja a moda sociológica.
Não é racismo contra este tipo de “minorias”. É ver que o pouco dinheiro que existe custa muito a ganhar, não chega para tudo e que, mesmo assim, está a ser gasto com quem não merece. Ainda por cima, vivendo-se a crédito que alguém terá de pagar no futuro.
E o meu mais novo, agora com 8 anos de idade, vai passar o resto da vida, sem qualquer garantia social ou laboral, a trabalhar para pagar o desperdício que a geração eucalipto causou ao país.
Diga-me para onde possa levar os meus filhos que eu saio imediatamente deste simulacro de país.
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A educação tem sido de facto, o grande cancro da sociedade Pós-25 de Abril. Desde Sottomayor Cardia, Santos Silva, Benavente, Carneiro, Ferreira Leite e afins, uma verdadeira miséria.
A 5 de Outubro está cheia de “comunas” e burocratas? Pois está. Mas, alguém mudou alguma coisa? Será que os comunas e burocratas não estão em outros sítios?
O problema da educação foi o EduquÊs do Carneiro/Benavente, que infelizmente está para durar. Os sociólogos desempregados, enquistados e ferrugentos que não querem avaliação, a sério.
Mesmo a tripla, Lourdes/Pedreira/Valter, são Porfessores, com curriculum duvidoso. Veja-se por onde começou a Lourdes…..
A Lourdes quer avaliar? Avaliar contra a maior parte dos Professores? Não é possível. Só quem nunca geriu recursos humanos, é que pensa que assim é possível. Em 25 de Abril de 1974, criaram o mito de que as coisas são fáceis e são acessíveis a todos, os que sabem e o que não sabem, agora…..aturem-nos, aos Profs. e aos alunos!
Isto para não falar das Novas Oportunidades, ou de como distribuir certificados para …..Tuga ver.
Como dizia alguém aí em cima, a crise financeira não vai deixar pedra sobre pedra, e aí é uma bela aliada dos que querem mais seriedade e rigor.
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#58 sr. carneiro pode transumar com a família para serra da estrela. entretanto devolva as pensões e custos de sáude pagos indevidamente aos seus antecessores.
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#57.
Para expor as suas opiniões, não precisa de se atrelar, até porque não uso atrelados.
Se a intenção é de “bullying”, só o caracteriza como um puto falhado. Não leve armas para a escola, pois os outros não têm culpa dos seus traumas.
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“Quem acha que o problema são os portugueses, deve estar a fazer esquemas para não-portugueses.
Dá um ar cosmopolita.”
Não, Piscoiso, ar cosmopolita é trazer para cá as políticas dos noruegueses e tal quando quem cá vive são os portugueses.
Temos os políticos e as políticas à imagem do povo que somos. É essa a lição que tiro das Felgueiras por aí fora.
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– Para Angola e em força – … aonde é que eu já ouvi isto?!…
Caro CAA, para si, também, não deixa de ser uma bela hipótese.
Fora eu mais novo e lá voltaria…
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Santos Gaspar (12),
Os portugueses não precisam de ânimo, precisam de aceitar a realidade como ela é.
O ânimo aliado à ilusão só nos leva a caminharmos com mais energia na direcção do abismo.
Medina Carreira aparece como pessimista apenas a quem, seja por que razão fôr, se recusa a olhar à sua volta.
E as soluções também estão lá. Basta ouvi-lo e não fechar os ouvidos às palavras dele só porque não gostamos do País que ele descreve e que é aquele em que realmente vivemos.
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‘Quando estiver perto de me ‘medinizar’ pego na família e, se o houver, vou para lugar diferente.’
Ai, disculpe, ó CAA, por reformular a frase a um só tempo.
E eu diria igual a si, não fora a atração medinista tão sintomática da realidade de 200 milhões que este Governo já despende em duas horas na dívida que acumulou, sem nos dizer. E ora imagine que ganha e perfaz a maioria que persegue ainda com a ajuda prazenteira do P Portas, atirado o seu sem-carácter às urtigas, como usa, daqui a uns quatro anos teremos a dívida a 500 milhões à hora, com Sócrates já bem governado e um país impróprio pa se ter em pé.
Ai, maus dias nos esperam, parece, e Medina bem avisou.
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O Sr Carreira somente esta a dizer a verdade e a realidade! Sera que e crime?
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Típico dos portugueses. Sai um post sobre a desgraca da Nacao, é logo campeão de comentários.
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anónimo 60.
Desculpa lá, pá. Essa da casa da camara que eu tenho andado a pagar e que os meus filhos vão continuar a pagar depois de mim não era para ti. Escusavas de ter reagido assim. Sabia lá que também eras artista beneficiário…
Outra coisa: por acaso os meus filhos nasceram na S. Gabriel…e a pediatra custa 90 € cada consulta…Não creio que esteja a dever muito ao SNSaúde. E como nunca tive direitos adquiridos por conta doutrém, nem imagino o que seja receber um subsídio de férias ou de natal ou estar doente em casa descansadinho com o vencimento a pingar…
Vivemos em mundos diferentes, seguramente. Por isso, desprezo tanto o teu que vive pendurado e por isso te irrita tanto quando eu me insurja contra a pendurice.
Mas acredita que eu até sou dos moderados. Muito em breve a panela vai explodir porque a malta está saturada de sustentar, em especial, 340 mil bocas do rendimento mínimo que pura e simplesmente se encostaram…
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CAA,
isso de deixar marcas ser “equivalente a viver” varia do Leste para o Oeste. Assim os poetas chineses clássicos valorizavam a Fénix, porque vivia de forma tão leve que não deixava marcas ao passar.
As “marcas” ou “sinais” é o que Sócrates quer deixar, bem impressas e vincadas, em Portugal. Está empenhado em marcar a sua carreira. Em deixar sinais da sua passagem.
Quanto ao pessimismo, desde que seja tónico, nada contra. Preferível à série de “amanhãs que cantam” de “futuros radiosos” que desde o MRPP à Coreia do Norte, com breve paragem em Buliqueime (Califórnia de sucesso)nos quiseram impingir.
Eu votaria para PM em alguém que dissesse. “Não vos prometo nada. Pode ser que durante a minha passagem tudo seja bem mais dificil.”
Alguém como Churchill que só poude prometer “sangue suor e lágrimas.”
Mas é mais fácil convencer hedonistas neo-conversos, e conformistas confortáveis de que amanhã será melhor. Melhor em quê? Em bens materiais? Viu-se bem a grande felicidade que estes dão nos EUA e na Alemanha.
O mundo há teve tantos profetas de amanhºãs melhores e utópicos que nem vale a pena enumerá-los. Nihil novo sub sole parece ser uma afirmnação com algum fulgor sombrio.
Mas claro que haverá sempre o renascimento dos Candides, e das massas crédulas e ávidas por um “objectivo.”
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61, parece que acertei na mouche. Tu, pelo cotrário, confundes-me com um puto reguila, pois eu sou um a moçoila daquelas em que tu há 7uns anos gostarias de pôr a mão, agora já mal mexes o pé.
Olha que eu já fiz o curso das novas oportunidades do teu amigo pnóquio e até consigo traduzir o Finantial Times de hoje.
“The eurozone’s unity has come under more intense pressure over the past six months than at any time since the euro’s launch in 1999, with record spreads between German government bond yields and those of countries perceived as more uncompetitive and fiscally irresponsible, such as Greece, Ireland, Italy and Portugal.
The German government felt it necessary to indicate last month that it would not stand idly by, if a weaker eurozone country were in such serious trouble that it risked being unable to refinance its debt”.
Vai ao dicionário traduzir “it would not stand idly by” e verás como o medina tem razão no que afirma. Mais dia menos dia vais levantar o rabinho gordo e começar a trabalhar, o que não está ainda nas tuas previsões.
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Eu acho que o CAA é muito pior do que Medina Carreira porque o CAA também diz muito mal mas é só daquilo ou daqueles de quem não gosta. Enquanto Medina Carreira fala numa base racional e séria.
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A esperança é uma coisa complicada… faz falta mas num país de falsos profetas ela pode (e muitas vezes é) manipulada. Basta ver os extremismos que por aí populam que no fundo não sabem mais resolver os problemas do que os senhores que lá estão agora mas tudo prometem desde que se abdique do pensamento livre e critico e se abrace a “causa”…
Além disso as pessoas tendem a não gostar de quem oferece visões sérias do mundo e da resolução de problemas. Tendem a ser complicadas e a envolver algum esforço (até para entender o seu alcance) o que afasta a maioria que prefere verdades simples e programas que se traduzam bem em solgans independentemente de serem iniciativas sérias ou não.
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O país na realidade auto-eliminou-se. A massa vil aumentou exponencialmente, a chalaça e o tom chocarreiro tomaram ar de sábios, a sátira e o escãrnio (duas heranças romanas) tomaram o lugar do humor, e o tom sibilino e oracular, de mantras breves defendendo mots d’ordre como “a modernidade e o desenvolvimento” substituiu a reflexão.
Os media decidiram satisfazer a vasta plebe audio-visual, e conseguiram-no.
o CAA está desesperado e pensa encontrar melhor num alhures, que só existe na cabeça dele. Porque a verdade é que a vilificação do mundo é ímpar nestes tempos. Lá fora é como cá, noutro grau e tom. Não há países modelares em lugar nenhum. Há-os é ligeiramente menos insatisfatórios. A Suíça não e certamente um deles, apesar dos bons salários.
O voi chi entrate lasciate ogni speranza, está escrito à entrada do Inferno de Dante.
Viver sem esperança no entanto seria uma experiência interessante e não impossível. Entretanto as massas precisam dos seus ópios, não é verdade? Como o futebol, os morangos, e os gatos fedorentos.
Não deixa de ser curioso como alguns poucos continuam a caminhar para Ítaca.
My two cents de pessimismo tónico:
Cada salvador da humanidade é um autêntico terrorista, ainda não percebeu qual é o caminho para Ítaca.
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Puto Novo,
E quem é imune aos efeitos do ópio faz o quê? 🙂
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O Problema é que não é só Portugal.
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«Eu votaria para PM em alguém que dissesse. “Não vos prometo nada. Pode ser que durante a minha passagem tudo seja bem mais dificil.”»
Não votava nada – dizia, de boa fé, que tencionava votar, mas, depois, na hora da verdade, acabaria a fazê-lo nos de sempre. Como o resto de nós.
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#73., Como exibicionismo de maquilhagem erudita, não está mal.
“O país na realidade auto-eliminou-se.”
Ou seja, o seu país não existe, uma vez que se auto-eliminou.
O que existe é aquilo a que chama “massa vil” e outros piropos do género. Isso só o auto-valoriza, ao colocar-se fora dessa amálgama.
A minha tia Mizé, também se acha superior à ralé.
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MC faz o mais fácil: critica. Há tempos teve oportunidade de agir, reformar, melhorar. Que fez? Pois…
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Prestem atencao a estes comentarios, no principio comecaram a falar dos problemas e que realmente algo esta mal e e preciso mudar… Ja para o fim so se ouve que realmente algo esta mal mas nao se deve mexer… Ou entao desacreditar o mensageiro M.C. para desacreditar a mensagem! Nao acredito que se fassa nada porque esta metade de portugal a trabalhar para sustenter a outra metade e a metade que nao trabalha nao tem interesse em trabalhar! Concluindo… isto e um circo.
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# Brian Barun
“Nao acredito que se fassa nada porque esta metade de portugal a trabalhar para sustenter a outra metade e a metade que nao trabalha nao tem interesse em trabalhar!”
Veio agora da Argélia, bom com esse nick!!! Gostei sobretudo do “fassa”. Anda desactualizado, os que trabalham são menos que os que trabalham e ainda a missa vai no adro.
Quando for despedido depois logo me diz em que lado é que está.
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pois e zerOLHAO nao sabe que com o novo acordo ortografico se escreve assim seu BURRO!
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“Concluindo… isto é um circo.”
Nem mais! Para mudar o que não mudou (faça), só mesmo por artes de prestidigitação. Se por acréscimo nos fizer rir, então é prestidigitador e palhaço.
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74-
Imune aos efeitos do ópio? só o Batman, ou algum extra-terrestre além do Karl Marx. E mais ninguém.
Legalizem o ópio!
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76
Caro CAA –
A minha hora da verdade foi quando escrevi aquilo de votar num realista, no sentido lato e translato, em vez de votar num agitador de anzóis.
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Carneiro #68 escreveu:
“Mas acredita que eu até sou dos moderados. Muito em breve a panela vai explodir porque a malta está saturada de sustentar, em especial, 340 mil bocas do rendimento mínimo que pura e simplesmente se encostaram…”
340 mil??? Alguém tem números oficiais que confirmem isto?
É demasiado, porra! Larguem a mama!!
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