Os que passam a vida a dizer que querem limpar o nome e que confiam na Justiça, agora, quando a coisa aperta, a sua única preocupação é tentar arquivar a investigação a todo o custo. E que se lixe a descoberta da verdade e qualquer remota ideia de se fazer Justiça:
«O arquivamento do processo Freeport, no todo ou em parte, está a ser discutido pela hierarquia do Ministério Público, e os magistrados que lideram a investigação têm sido pressionados para fechar o caso. A palavra final vai pertencer a Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, e a Pinto Monteiro, procurador-geral da República.»
Como diz Eduardo Dâmaso: «Cozinhar um arquivamento apressado seria, mais uma vez, dar um profundo golpe na independência do Poder Judicial. Qualquer decisão mal amanhada que venha a ser tomada nos próximos dias, para arrumar o caso antes de chegar o ciclo eleitoral mais em força, será uma forma enviesada de demolir a integridade da investigação criminal.»
Se assim for ainda bem.
Pode ser que com situaçoes como esta as pessoas acordem para a triste realidade deste cantinho á beira mar plantado.
Temos justiça para uns e (in)justiça para outros. Nada como a democracia á portuguesa.
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“quando a coisa aperta”
conte lá o que aperta, deve ter outra arma secreta. a última tinha um mau guião e o som não estava sincronizado com a imagem.
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Andam a pressionar nos jornais para que o caso não seja arquivado. Deve fazer parte da luta política. Em vez de quererem a verdade quererem notícias nos jornais.
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Desde que o CAA bota escritura no Diário da Manha (de manhosos) este pasquim está muito mais credível !!!!!!
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mmhhhjj…??!!
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e parece que o engenheiro do nosso descontentamento afinal quer processar – a acreditar no “orgão oficial – toda a comunicação social:
“O primeiro-ministro, José Sócrates, vai processar mais meios de comunicação social para além da TVI, depois de a investigação do processo Freeport terminar.“. (só quando o processo terminar???)
entretanto a dona cândida e o senhor monteiro – os mesmos que “certificaram” a licenciatura – têm dado boas indicações que o caso será rapidamente arquivado… não convém incomodar o “engenheiro”.
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Digam lá se com alguns arquivos, não teria sido poupado tanto trabalho e dinheiro:
Pº Gondomar; Pº Felgueiras; Pº Avelino; Pº Isaltino; Casa Pia and so on…
Ou é para dar a impressão que eles trabalham e podem assim justificar os lugares, na PJ, nos Tribunais, no ministério da Dita (Justiça)?
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Não vou votar em ninguém que quer à força condenar outras pessoas e muito menos naqueles que as televisões e jornais apoiam e ao mesmo tempo fazem propaganda contra o governo da forma mais vil. Antes correr o risco de votar em alguém que recebeu dinheiros indevidos do que correr o risco de votar em alguém para quem os meios justificam os fins e pessoas que são capazes de culpar, linchar e dar cabo da vida a outros.
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Não voto em partidos apoiados por gente que não se importa de dar cabo do país para conseguir o que quer e ponto final. Estou farto desta gente reles e mesquinha. Isto é uma declaração política anónima.
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O melhor é entregar a decisão à Margarida Moreira ou outro semelhante. Já somos um paraíso para criminosos, mas havemos de conseguir falir, rapidamente e sem remédio. Viva a corrupção e a dependência da justiça em relação ao poder político.
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Se o arquivamento do processo suceder devido a pressões da «situação»; não é o «socratismo» que termina… É a 3.ª República que morre!
Paz à sua alma!
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“O primeiro-ministro, José Sócrates, vai processar mais meios de comunicação social para além da TVI, depois de a investigação do processo Freeport terminar.“.
Até admira não processar e despedir o presidente da república, mas não deve faltar muito. E eles já sabem o resultado do que vai ser decidido. Isso parece claro nas afirmações de SS.
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I Parte
Este regime afligido
por um justiça ilusória,
o “moralismo” ungido
tem natureza censória.
O mexilhão desgraçado
por tanta imoralidade,
sente-se amordaçado
por esta incivilidade!
II Parte
Seja corrupção escondida,
seja corrupção visível,
temos uma cultura perdida
e de leitura incompreensível.
A forma é diversa
e as suas razões igualmente,
não passa de gente perversa
agindo ilegalmente.
O mexilhão trabalhador
esforçando-se honestamente,
repudia o incumpridor
que enriquece ilicitamente!
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a oposição quer que se faça justiça, desde que o sócrates seja incriminado.
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Epílogo
Há quem fale em urdidura,
termo simpático para cabala,
no fundo, triste é a figura
de quem quer abafá-la.
O estado é pantanoso
nesta democracia miserável,
este ambiente suspeitoso
é muito pouco saudável!
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agora só falta o arquivamento em Inglaterra… sempre quero ver como é que o pinto de sousa vai consegir isso…
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10,
«O melhor é entregar a decisão à Margarida Moreira ou outro semelhante.»
Grande frase!
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Há até quem faça poemas à coisa só para deprimir.
Safa que coisa chata.
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«O melhor é entregar a decisão à Manuela Moura Guedes ou outro semelhante.»
O CAA agora aplauda esta minha frase também
A fraase é maior que a anterior. Tem mais letras
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se a coisa é tão má e é tão evidente que o socrates é culpado, porque é que o cavaco não abre a boca sobre o assunto ou demite o parlamento? não seria a primeira vez e o santana ficava vingado.
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O anónimo 19 não merece os aplausos que solicita. Por duas razões:
1. MMG nunca pediu outra coisa que não fosse a continuação da investigação – ao contrário dos acólitos do poder;
2. O anónimo 19 não é o 10, ao contrário do que, insidiosamente, quis fazer crer – pelo menos, os dois IP’s respectivos são completamente diferentes…
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#16 – “agora só falta o arquivamento em Inglaterra… sempre quero ver como é que o pinto de sousa vai consegir isso…”
a oposição trata disso, na altura conveniente, para não sair chamuscada nos processos de difamação.
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Obviamente: “arquive-se” !
Quem tem montado o puzzle, presume que isso acontecerá.
N: não sei se Sócrates está “metido”, ou se o “meteram” no caso. Mas há coisas estranhas, como a ida duma criatura suspeita para um retiro espiritul na China, etc, etc.
Que este caso seja de vez resolvido: não suporto ser governado por um indiciado por corrupção. Para bem dele e do país, que o MPúblico acabe de vez e celeremente com “isto” !
Mas…atenção: sem, “desligarem a máquina” por conveniências…Apure-se toda a Verdade !
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Isto do caso Freeport está com muitas semelhanças ao Apito Dourado.
O que interessa é condenar o gajo para se ganhar o campeonato.
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Isto está cheio de ratazanas do Largo dos Ratos!!
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Acho piada, os PPD/CDS/PSD lançam o arquivamento, dizem.
Eu acho, é que começam a vêr, o Freeport, caír para lado da Sâo Caetano, o que não é novidade.
Começam a tremer, estes sim
Para mim, tenho dito, que a “patranha” é para quem sabe fazer e, nesse area, tem grandes professores e mestrados, veja-se o Oliveira (casca), Isaltino Mogais e muitos mais.
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Digam lá se não tem piada?
Res-pública das “luvas”.
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Polícia investiga empresas de mãe e irmão de Sócrates
Por Felícia Cabrita
A equipa de magistrados do ‘caso Freeport’ e a Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal estão a
investigar a empresa Mecaso que tem, entre os sócios fundadores, Maria Adelaide Carvalho
Monteiro, mãe do primeiro-ministro, José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José
Sócrates, e um cidadão inglês de origem indiana
A Mecaso, sociedade gestora de participações sociais, foi constituída a 12 de Fevereiro
de 1999, ainda José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente e corria o inquérito da
Cova da Beira, onde chegou a ser suspeito de ter favorecido o consórcio que ganhou o
concurso do aterro, mas os autos que se lhe referiam acabaram por ser arquivados pelo MP.
Por coincidência, foi nesse ano do concurso que Sócrates comprou o andar onde vive em
Lisboa, no edifício Heron Castilho. E também Maria Adelaide vendera a sua casa em Cascais
e comprara um apartamento no mesmo edifício.
Em 1999, Maria Adelaide enveredou – com a família do ex-marido, Fernando Pinto de Sousa –
pelo caminho empresarial. Os sócios são o sobrinho José Paulo Pinto de Sousa (muito
chegado a Sócrates) e Matt Merzougui, com os quais monta a holding Mecaso, com sede na
Travessa Nova de S. Domingos, à Praça da Figueira, em Lisboa.
Continue a ler esta notícia na edição impressa disponível nas bancas de Portugal e Angola
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=130355
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Até pode fazer um livro com isso e dar-lhe o título:
“Eu Cabrita”
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http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=C0DA3C2D-1687-4D6B-8197-1A7082C14A58&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090
PRESIDENTE DESTACA “DÍVIDA DE GRATIDÃO”
==O Presidente da República, Cavaco Silva, alertou, por diversas vezes, o Governo para a necessidade de responder às reivindicações dos deficientes das Forças Armadas e deixou isso claro na última visita à ADFA, em Dezembro do ano passado.===
Desde que sou gente que me lembro, sempre houve deficientes da FA, já no tempo de 1º Min Cavaco Silva, so que, no tempo dele, esqueceu-se dos Deficientes.
Hoje, quem ouve falar,´os cuidados primarios, os chamados, Deficientes tem todos carinhos de Sua Exª, precisamente que nada fez, quando chegava a Portugal, TIR contentorizado, com dinheiro da CEE, os deficientes levavam merda em papel manteiga.
Faz o que eu digo, nãp faças o que eu faço.
Eu sou deficiente, sei o que estou a dizer, se temos regalias, vem do governo do Guterres/ Ferro Rodrigues.
Perguntem aos Trabalhadores do PSD.
Essas e por outras, que nunca me enganou
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#29 você parece ardina do sol
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“”José Arruda mostrou-se satisfeito com a proposta do Governo e considerou que esta vem reconhecer os “direitos dos deficientes militares”. Mas salientou:
“Isto devia ter sido para ontem. O tempo urge e as doenças agravam-se.””
O companheiro Arruda, que eu conheço pessoalmente, diz: devia ter sido para ontem, para quem, esta á mais de 30 anos á espera.
Passou o tempo de Cavaco Silva, hoje, deita lagrimas de jacaré.
Acho, que no Algarve é jacaré, dizem que metem o prato debaixo da mesa, quando estão a comer
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Uma coisa é certa: é inédito que alguém sobre quem outrém levanta suspeitas de prática de crime veja o processo arquivado sem nunca ser sequer ouvido na qualidade de testemunha.
Ninguém percebe como é que se A diz que B recebeu dinheiro, o MP, investigando, não se lembre de perguntar ao B, por exemplo, se há alguma verdade no que foi participado. Já me aconteceu que alguém, objecto de queixa manifestamente infundada, tenha sido chamado para prestar declarações (não tendo a pessoa em questão sido constituída arguida por falta de indícios suficientes); agora não ser chamado a prestar declarações, de facto, não conheço.
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Faz-me aflitação quando ouço a sua voz, sinto uma revolta.
È só com ele, mas a outro que via na mesmo, é o Louça.
Os outros fazem o seu jogo
O PPD/PSD e BE, Cavaco e Louça, meu Deus, são irritantes, pelas anormalidades.
Os dois são do ISEG.
Teve sempre gente boa, bons professores, o prof Valerio é um notável,
outros notáveis baterem a bota, ficaram o Anita e Bobo.
O Povo merece melhor do esta treta
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2. O anónimo 19 não é o 10, ao contrário do que, insidiosamente, quis fazer crer
Puxa não quis fazer parecer coisa nenhuma!!!
Foi só uma piada. Nem me ocorreu que isso podia ser pensado!
Desculpe, se isso pareceu, mas acho que é fruto é do clima paranoico em que se vive
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Apressado ao fim de cinco anos e umas averiguações sumárias?
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Agora que estão a descobrir o fio á meada é que vão arquivar, arquivar o que? o freeport? so se for, para abrir com novos actores.
Será?
E quem são eles?
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Bragança: Manuela Ferreira Leite em périplo pelo país
PSD quer fundo de emergência
……
A Paroquia de Pero Pinheiro necessita de ajuda.
O Padre precisa de trocar o Mercedes
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A propósito de “regras quebradas” e de um “eventual risco de não retorno”.
“O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), João Palma, disse, em declarações ao PÚBLICO, que “as pressões sobre os magistrados estão a atingir níveis incomportáveis” e admitiu a hipótese de as denunciar.
Palma, eleito hoje por quase 50 por cento dos votos, assegurou que “as pressões existem” e que há “conhecimento delas”, salientando que “umas são públicas e evidentes e outras, o sindicato reserva-se a oportunidade para as denunciar se for caso disso”.
(…)
No programa eleitoral que a sua lista apresentou aos magistrados, João Palma alertava para o facto de “nunca como agora” o Ministério Público ter sido “tão atacado e vilipendiado, alvo de reformas legislativas e campanhas de deslegitimação tão bem orquestradas e institucionalizadas, com cumplicidades inesperadas”, notando que “as verdadeiras motivações dessas campanhas talvez a história se encarregue de as evidenciar, mais cedo do que se pensa”. João Palma garantiu ainda que o SMMP estaria na primeira linha de defesa do MP democrático, dos seus magistrados.”
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371393&idCanal=95
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#36 pois, pensavas que era a balda geral, entravas aqui, dizias o que querias e desaparecias ser deixar rasto. não parece, mas pia fino, controlo de ip, comentários, horas e outros relevantes para a ficha. quando menos esperares mandam-te a conta acasa.
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“A palavra final vai pertencer a Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP, e a Pinto Monteiro, procurador-geral da República.»”
Mas a Cândida Almeida foi mandatária de MSoares (ou pertenceu à comissão de honra)á PR !!! Livra.
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Devem estar é todos assustados. Se o Pm está inocente vão descobrir a marosca e as forças ocultas e de onde aparece o dvd e quem está por trás. Querem arquicar o caso mas deve ser para ningué, ser apanhado a conspirar. Agora tem de ir até ao fim. Todos querem saber quem são as forças ocultas e não acabar como p costue, sem culpados de nada.
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#40 devem ser pressões para deixarem de fazer sorna, serem competentes e apresentarem serviço. quanto ao melro, parece que foi eleito para dizer que está tudo mal, mas que ele não tem nada a ver com isso, uma espécie de mário nogueira do mp. comunas apoiados pelo psd devem ter um objectivo comum.
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Este texto foi publicado pelo jornalista Joaquim Vieira na «Grande Reportagem» entre 3 de
Setembro e 1 de Outubro de 2005. Curiosamente, duas semanas depois, o jornalista foi
demitido e, um mês depois, a histórica revista terminou a sua publicação. Até hoje.
O POLVO,
por Joaquim Vieira
«Além da brigada do reumático que é agora a sua comissão, outra faceta distingue esta
candidatura de Mário Soares a Belém das anteriores: surge após a edição de Contos
Proibidos – Memórias de Um PS Desconhecido, do seu ex-companheiro de partido Rui Mateus.
O livro, que noutra democracia europeia daria escândalo e inquérito judicial, veio a
público nos últimos meses do segundo mandato presidencial de Soares e foi ignorado pelos
poderes da República. Em síntese, que diz Mateus? Que, após ganhar as primeiras
presidenciais, em 1986, Soares fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial
destinado a usar os fundos financeiros remanescentes da campanha. Que a esse grupo
competia canalizar apoios monetários antes dirigidos ao PS, tanto mais que Soares
detestava quem lhe sucedeu no partido, Vítor Constâncio (um anti-soarista), e procurava
uma dócil alternativa a essa liderança. Que um dos objectivos da recolha de dinheiros era
financiar a reeleição de Soares. Que, não podendo presidir ao grupo por razões óbvias,
Soares colocou os amigos como testas-de-ferro, embora reunisse amiúde com eles para
orientar a estratégia das empresas, tanto em Belém como nas suas residências
particulares. Que, no exercício do seu «magistério de influência» (palavras suas, noutro
contexto), convocou alguns magnatas internacionais – Rupert Murdoch, Silvio Berlusconi,
Robert Maxwell e Stanley Ho – para o visitarem na Presidência da República e se
associarem ao grupo, a troco de avultadas quantias que pagariam para facilitação dos seus
investimentos em Portugal. Note-se que o «Presidente de todos os portugueses» não
convidou os empresários a investir na economia nacional, mas apenas no seu grupo, apesar
de os contribuintes suportarem despesas da estada. Que moral tem um país para criticar
Avelino Ferreira Torres, Isaltino Morais, Valentim Loureiro ou Fátima Felgueiras se acha
normal uma candidatura presidencial manchada por estas revelações? E que foi feito dos
negócios do Presidente Soares? Pela relevância do tema, ficará para próximo
desenvolvimento.
A rede de negócios que Soares dirigiu enquanto Presidente foi sedeada na empresa Emaudio,
agrupando um núcleo de próximos seus, dos quais António Almeida Santos, eterna ponte
entre política e vida económica, Carlos Melancia, seu ex-ministro, e o próprio filho,
João.
A figura central era Rui Mateus, que detinha 60 mil acções da Fundação de Relações
Internacionais (subtraída por Soares à influência do PS após abandonar a sua liderança),
as quais eram do Presidente mas de que fizera o outro fiel depositário na sua permanência
em Belém – relata Mateus em Contos Proibidos.
Soares controlaria assim a Emaudio pelo seu principal testa-de-ferro no grupo empresarial.
Diz Mateus que o Presidente queria investir nos média: daí o convite inicial para Sílvio
Berlusconi (o grande senhor da TV italiana, mas ainda longe de conquistar o governo)
visitar Belém.
Acordou-se a sua entrada com 40% numa empresa em que o grupo de Soares reteria o resto,
mas tudo se gorou por divergências no investimento.
Soares tentou então a sorte com Rupert Murdoch, que chegou a Lisboa munido de um
memorando interno sobre a associação a “amigos íntimos e apoiantes do Presidente Soares”,
com vista a “garantir o controlo de interesses nos média favoráveis ao Presidente Soares
e, assumimos, apoiar a sua reeleição”.
Interpôs-se porém outro magnata, Robert Maxwell, arqui-rival de Murdoch, que invocou em
Belém credenciais socialistas.
Soares daria ordem para se fazer o negócio com este.
O empresário inglês passou a enviar à Emaudio 30 mil euros mensais.
Apesar de os projectos tardarem, a equipa de Soares garantira o seu “mensalão”.
Só há quatro anos foi criminalizado o tráfico de influências em Portugal, com a adesão à
Convenção Penal Europeia contra a Corrupção.
Mas a ética política é um valor permanente, e as suas violações não prescrevem.
Daí a actualidade destes factos, com a recandidatura de Soares.
O então Presidente ficaria aliás nervoso com a entrada em cena das autoridades judiciais
– episódio a merecer análise própria.
A empresa Emaudio, dirigida na sombra pelo Presidente Soares, arrancou pouco após a sua
eleição e, segundo Rui Mateus em Contos Proibidos, contava “com muitas dezenas de
milhares de contos “oferecidos” por (Robert) Maxwell (…), consideráveis valores oriundos
do “ex-MASP” e uma importante contribuição de uma empresa próxima de Almeida Santos.”
Ao nomear governador de Macau um homem da Emaudio, Carlos Melancia, Soares permite juntar
no território administração pública e negócios privados.
Acena-se a Maxwell a entrega da estação pública de TV local, com a promessa de fabulosas
receitas publicitárias.
Mas, face a dificuldades técnicas, o inglês, tido por Mateus como “um dos grandes
vigaristas internacionais”, recua.
O esquema vem a público, e Soares acusa os gestores da Emaudio de lhe causarem perda de
popularidade, anuncia-lhes alterações ao projecto e exige a Mateus as acções de que é
depositário e permitem controlar a empresa.
O testa-de-ferro, fiel soarista, será cilindrado – tal como há semanas sucedeu noutro
contexto a Manuel Alegre.
Mas antes resiste, recusando devolver as acções e esperando a reformulação do negócio.
E, quando uma empresa reclama por não ter contrapartida dos 50 mil contos (250 mil euros)
pagos para obter um contrato na construção do novo aeroporto de Macau, Mateus propõe o
envio do fax a Melancia exigindo a devolução da verba.
O Governador cala-se.
Almeida Santos leva a mensagem a Soares, que também se cala.
Então Mateus dá o documento a ‘O Independente’, daqui nascendo o “escândalo do fax de
Macau”.
Em plena visita de Estado a Marrocos, ao saber que o Ministério Público está a revistar a
sede da Emaudio, o Presidente envia de urgência a Lisboa Almeida Santos (membro da sua
comitiva) para minimizar os estragos.
Mas o processo é inevitável.
Se Melancia acaba absolvido, Mateus e colegas são condenados como corruptores.
Uma das revelações mais curiosas do seu livro é que o suborno (sob o eufemismo de “dádiva
pública”) não se destinou de facto a Melancia mas “à Emaudio ou a quem o Presidente da
República decidisse”.
Quem afinal devia ser réu?
Os factos nem parecem muito difíceis de confirmar, ou desmentir, e no entanto é mais
fácil – mais confortável – ignorá-los, não se confia na justiça ou porque não se acredita
que funcione em tempo útil, ou por que se tem medo que funcione, em vida, e as dúvidas,
os boatos, os rumores, a ‘fama’ persistem.
E é assim, passo a passo, que lentamente se vai destruíndo de vez a confiança dos
portugueses nas instituições.
Por incúria, por medo, por desleixo, até por arrogância, porventura de fantasmas e até…
da própria sombra.
Ao investigar o caso de corrupção na base do “fax de Macau”, o Ministério Público
entreviu a dimensão da rede dos negócios então dirigidos pelo Presidente Soares desde
Belém. A investigação foi encabeçada por António Rodrigues Maximiano, Procurador-geral
adjunto da República, que a dada altura se confrontou com a eventualidade de inquirir o
próprio Soares.
Questão demasiado sensível, que Maximiano colocou ao então Procurador-geral da República,
Narciso da Cunha Rodrigues. Dar esse passo era abrir a Caixa de Pandora, implicando uma
investigação ao financiamento dos partidos políticos, não só do PS mas também do PSD – há
quase uma década repartindo os governos entre si. A previsão era catastrófica: operação
“mãos limpas” à italiana, colapso do regime, república dos Juízes.
Cunha Rodrigues, envolvido em conciliábulos com Soares em Belém, optou pela versão
mínima: deixar de fora o Presidente e limitar o caso a apurar se o Governador de Macau,
Carlos Melancia, recebera um suborno de 250 mil euros.
Entretanto, já Robert Maxwel abandonara a parceria com o grupo empresarial de Soares,
explicando a decisão em carta ao próprio Presidente. Mas logo a seguir surge Stanley Ho a
querer associar-se ao grupo soarista, intenção que segundo relata Rui Mateus em Contos
Proibidos, o magnata dos casinos de Macau lhe comunica “após consulta ao Presidente da
República, que ele sintomaticamente apelida de boss.
Só que Mateus cai em desgraça, e Ho negociará o seu apoio com o próprio Soares, durante
uma “presidência aberta” que este efectua na Guarda. Acrescenta Mateus no livro que o
grupo de Soares queria ligar-se a Ho e à Interfina (uma empresa portuguesa arregimentada
por Almeida Santos) no gigantesco projecto de assoreamento e desenvolvimento urbanístico
da baía da Praia Grande, em Macau, lançado ainda por Melancia, e onde estavam “previstos
lucros de milhões de contos”.
Com estas operações, esclarece ainda Mateus, o Presidente fortalecia uma nova
instituição: a Fundação Mário Soares. Inverosímil? Nada foi desmentido pelos envolvidos,
nem nunca será.
As revelações de Rui Mateus sobre os negócios do Presidente Soares, em Contos Proibidos,
tiveram impacto político nulo e nenhuns efeitos. Em vez de investigar práticas porventura
ilícitas de um Chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela
“traição” a Soares (uma tese académica elaborada por Estrela Serrano, ex-assessora de
imprensa em Belém, revelou as estratégias de sedução do Presidente sobre uma comunicação
social que sempre o tratou com indulgência.)
Da parte dos soaristas, imperou a lei do silêncio: comentar o tema era dar o flanco a uma
fragilidade imprevisível. Quando o livro saiu, a RTP procurou um dos visados para um
frente-a-frente com Mateus – todos recusaram. A omertá mantém-se: o desejo dos apoiantes
de Soares é varrer para debaixo do tapete esta história (i)moral da III República, e o
próprio, se interrogado sobre o assunto, dirá que não fala sobre minudências, mas sobre
os grandes problemas da Nação.
Com a questão esquecida, Soares terminou em glória uma histórica carreira política, mas o
anúncio da sua recandidatura veio acordar velhos fantasmas. O mandatário, Vasco Vieira de
Almeida, foi o autor do acordo entre a Emaudio e Robert Maxwell. Na cerimónia do Altis,
viram-se figuras centrais dos negócios soaristas, como Almeida Santos ou Ílidio Pinho,
que o Presidente fizera aliar a Maxwell. Dos notáveis próximos da candidatura do “pai da
pátria”, há também homens da administração de Macau sob a tutela de Soares, como António
Vitorino e Jorge Coelho, actuais eminências pardas do PS, ou Carlos Monjardino,
conselheiro para a gestão dos fundos soaristas e presidente de uma fundação formada com
os dinheiros de Stanley Ho.
Outros ex-“macaenses” influentes são o ministro da Justiça Alberto Costa, que, como
director do Gabinete da Justiça do território, interveio para minorar os estragos entre o
soarismo e a Emaudio, ou o presidente da CGD por nomeação de Sócrates, que o Governador
Melancia pôs à frente das obras do aeroporto de Macau.
Será o Polvo apenas uma teoria de conspiração?
E depois, Macau, sempre Macau.»
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Foi julgado em Nuremberg não foi?
Quanto é que ele apanhou, que já não me recordo?
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Freeport: Smith admitiu autenticidade de DVD em Inglaterra
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-smith-corrupcao-dvd-tvi24/1053152-4555.html
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Ah !!
Agora vem o Dâmaso, o chéfe
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Mr. Poscoiso, 24
Por o que se tem constatado, não há semelhanças substanciais entre os casos Apito Dourado e o Freeport. Este, é muito mais “refinado”…
E o que está em causa não é um clube de futebol, mas sim um governo dum país !
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O Smith em Inglaterra negou o que disse no dvd
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De facto, para compôr o puzzle, faltava (mas já foi encaixada) a peça Dâmaso, sub-chefe do CM que…curiosamente, tem feito algumas manchetes nada abonatórias para o PM.
A táctica está dada: preparar a opinião pública para uma “campanha branca”, vulgo, isso !
(Leiam o artigo de António Barreto no Público de hoje).
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#50 pois, não desmentiu, passou a ser verdade. certificação tvi e validação guedes.
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Adenda:
Outra recente peça do puzzle para a “campanha branca”: Marinho Pinto.
Ele não tem influência no MPúblico nem na PJ, mas tem ainda muita empatia na opinião pública — para bom entendedor…
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Freeport: Smith admitiu autenticidade de DVD em Inglaterra
Escocês negou este sábado ter acusado José Sócrate de ser «corrupto»
Charles Smith confirmou aos investigadores ingleses que o DVD revelado pela TVI na sexta-feira, em que acusa José Sócrates de ser «corrupto», é autêntico.
Veja o vídeo
Interrogado por dois solicitadores ingleses, depois de ter visionado integralmente o DVD, a 24 de Março de 2007, Smith não negou ter tido a conversa em causa um ano antes com Alan Perkins, administrador da Freeport. Apesar de não saber que estava a ser gravado.
Os solicitadores Bernard Caulfield e Matthew Magee, com poderes para recolher prova e apresentá-la em tribunal, interrogaram várias vezes o escocês e gravaram as conversas com a sua autorização formal.
Apesar de não ter negado a autenticidade do DVD, depois de a TVI o ter dado a conhecer, o escocês emitiu uma nota este sábado negando ter acusado o actual primeiro-ministro de «corrupto».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-smith-corrupcao-dvd-tvi24/1053152-4555.html
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A seguir vão ser convidados a ceder a sua escrita, os seguintes companheiros do Correio da Manha (de menhosos)
Leonor Pinhão, especialista em interpretação de grandes romances como “Eu, Carolina”
Ribeiro Ferreira, o homem que tomou banho no rio Tigre para gáudio dos presentes que assistiam, para provar que o Iraque, pós invasão, era o melhor país do mundo
O Moita Flores, recusou
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Já lá vai algum tempo
Lembram-se da Moura Guedes, com voz de bagaço, a cantar “Foram cravos, foram rosas”
Que saudades !!!
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Como é óbvio, com a D. Cândida e o sr. Monteiro, a coisa vai ser rapidamente arquivada e não se fala mais nisso.
Mas, como também é óbvio pelo andar da carruagem, o país encaminha-se para só ter conserto com a intervenção de um governador nomeado por organismo internacional.
Foi a esta situação que a incompetência do falso engenheiro e seus moleques amestrados conduziu Portugal.
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Aparentemente, pelo que ouvi na TVI, as perícias só estarão prontas em Junho – Julho, sendo que, por outro lado, a PGR ainda terá de analisar a documentação vinda de Inglaterra. Pelo que a menos que o arquivamento seja parcial, não estou a ver que o assunto se resolva nos próximos meses.
Dito isto, infelizmente a condução deste caso não transmite suficiente confiança ao público de que tudo será feito para descobrir a verdade.
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São demasiados casos sobre uma pessoa, que é PM: casas licenciadas na Guarda; Universidade Independente; residências dele e da mãe; Freeport.
Pesa, cobre qualquer indivíduo, tantas dúvidas, algumas já muito dubiamente esclarecidas, com justificações “redondas”. Não deve pesar sobre qualquer governante e muito menos sobre um PM.
Não estou, repito, a inculpá-lo, mas exijo que tudo seja minimamente investigado e que a Verdade (toda a transparente Verdade) seja tornada pública. Para bem dele e do país. Para que os cidadãos (e a comunidade internacional) saibam quem dirige o país.
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Será José Sócrates corrupto?
José Sócrates é suspeito no caso Freeport. Podem as polícias e as magistraturas portuguesas não suspeitar dele – dão a impressão, de resto, que evitam diligentemente suspeitar – mas eu, por exemplo, suspeito. E suspeitam muitos outros portugueses, tenho a certeza. E suspeitam as autoridades britânicas.
Trata-se duma simples transposição da voz activa para a voz passiva: se alguém suspeita dele, é suspeito.
Como cidadão, perante a justiça, José Sócrates beneficia da presunção de inocência: deve ser considerado inocente até se provar que é culpado. Como político em campanha, perante os eleitores, não beneficia da mesma presunção: é culpado até se provar que é inocente, e assim é que está bem. Perante um tribunal, um réu pede que não o condenem, e numa sociedade civilizada tem direito a que o ónus da prova recaia sobre quem o acusa. Mas um político em campanha não é um réu perante um tribunal, a não ser em sentido metafórico. Não está a pedir aos eleitores que não o condenem: está a pedir-lhes que confiem nele. E para tal tem que ser ele a provar que é digno desta confiança.
Eu não quero José Sócrates preso sem provas cabais de que é culpado; mas também não o quero eleito sem provas cabais de que é inocente. Ao mostrar-se tão ofendido por suspeitarem dele e ao recusar-se a dar explicações, José Sócrates não afasta as suspeitas, só as reforça.
Os cidadãos eleitores, ao contrário dos tribunais, têm o direito de ter em consideração os antecedentes do acusado. No caso de José Sócrates, estes não são brilhantes: projectos de engenharia elaborados por outros e assinados por ele, o uso prolongado dum título académico falso, a obtenção deste título por processos lamentáveis, a sistemática obstrução, no Parlamento, de todos os projectos de lei que visassem dificultar a corrupção, a aprovação dum Código de Processo Penal que dificultou ainda mais a investigação e a prova nos crimes de colarinho branco, a colagem sistemática aos interesses do poder económico em detrimento do bem público: nada disto prova nada contra ele no caso Freeport, mas tudo isto torna plausíveis as suspeitas.
Quanto às promessas eleitorais não cumpridas, há uma que pode ter perdão e outra que seguramente não o tem. Se José Sócrates não cumpriu a promessa de criar 150.000 novos postos de trabalho, pode alegar que tentou mas não conseguiu. Isto aceita-se. Pode até tergiversar e dizer que nunca prometeu um saldo positivo na criação de emprego, nem que os empregos criados fossem melhores, mais bem pagos e menos precários do que os empregos destruídos: será mais um exemplo de trafulhice a juntar a tantos outros, mas quase se pode aceitar. O que não se aceita de todo é que tivesse prometido um referendo sobre o Tratado de Lisboa e não o tivesse feito. Se José Sócrates não cumpriu esta promessa, não foi porque não pudesse: foi porque não quis.
E não quis porque a Europa que ele quer é a que a oligarquia quer: uma Europa dos interesses contra uma Europa dos Cidadãos. O referendo foi sonegado aos eleitores para evitar que eles, votando contra aquela, abrissem caminho a esta.
Para José Sócrates exigir, como arrogantemente exige, que o consideremos acima de toda a suspeita, devia ter construído no passado uma reputação em que pudesse fundar esta exigência. Não a construiu. Pelo contrário, provou abundantemente que a mentira, a artificialidade, a superficialidade, o discurso vazio, a trafulhice, as explicações embrulhadas, a subserviência ao poder económico – incluindo o sector mais criminoso deste poder – são as marcas definidoras do seu estilo. Eu, pela minha parte, nunca lhe compraria um carro usado; muito menos votarei num PS de que ele seja líder.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2009/03/sera-jose-socrates-corrupto.html
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DRº MJRB
casas licenciadas na Guarda; Universidade Independente; residências dele e da mãe; Freeport.-
Queres dizer, que é um grande trafulhas, que é uma legalidade que o Socrates cometeu e outras coisas mais.
Queira concretamente especificar
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Estranho?!
No Reino Unido´está à cabeça da lista de suspeitos no caso Fripó. Segundo a polícia inglesa, os principais elementos foram recolhidos pela polícia portuguesa.
Em Portugal nem suspeito é.
Lá diz o povo «a bota não bate com a perdigota».
Agora, de viva voz, ouvimos o Smith … que (parece) que disse às autoridades inglesas que o DVD era autêntico.
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# 60
«A bota não joga com a perdigota»
Ou acha que o povo não tem razão?!
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Ja falam por mim, isto é coisas de pequenos ditadores e arrogantes.
Parece que estou no regime estalinista
Faz das palavras dele, a opinião dos outro.
Parecem muitos, mas não são.
1 voto do Engº ou drº é igual ao voto do trolha ou do estudante
Que me interessa mim que o Drº fulano tal, ja ou não vota no partido tal.
Não estamos a medir votos, esse faz-se nas urnas e é secreto
Não somos mentecaptos, parece-me
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A CABALA EXPLICADA ÀS CRIANCINHAS
por
João Miguel Tavares
http://www.dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1149136
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# 60
“grande trafulha
Queira concretamente especificar”
http://www.youtube.com/watch?v=agMEidzq67g
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Como alguem já aqui escreveu e eu comungo, por favor, não arquivem o processo “freeport” , ( bem sei que é uma brincadeira) porque pode vir a caír no telhado do PSD.
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Tão cara que nos fica a nossa justiça.
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Eu fiz muitas parcerias, com parceiras de ocasião, eu emprestavel o pincel e ela, a parceira; dava o guache,, noutros tempos e noutras oportunidades.
Agora, eu faço negocios, vende-me o guache, com o meu piñcel, faço um quadro pronto a figurar no museu da Arte Antiga.
Parceria ? o que é isso
Negocios sim, venham eles, só não vendo carros velhos, vendo novos com dinheiro na mão.
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#8
“Antes correr o risco de votar em alguém que recebeu dinheiros indevidos do que correr o risco de votar em alguém para quem os meios justificam os fins”, como receber dinheiros sujos, “indevidos”.
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Ó Alberto 66
Está-se a fazer de parvo, né?
Tiques de idiota.
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Toino (44)
Rita P (59)
O pântano foi a palavra usada por Guterres.
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60,
Eu não afirmei que Sócrates é, como vc. escreveu, “trafulha”.
Sómente exijo que todos esses casos (públicos e não inventados por mim) sejam devida e muito convincentemente esclarecidos. Por Sócrates, pelo SFO e pelo MPúblico. De modo transparente e entendível pelos cidadãos.
Que fique claro: recuso-me acreditar (nem tenho provas) que estou a ser governado por um “trafulha” ou corrupto.
E estou expectante, muito expectante, depois de dúbios esclarecimentos e de tantas peças dum puzzle que tem já arguidos — o que não é o caso do PM, note-se.
60,
(Pela minha parte, doutoramentos não são para aqui chamados, enquanto “comentador” ou comentado).
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Não há lata que resista
“Há timidez no combate à corrupção”.
António Reis, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, “Correio da Manhã”, 29-03-2009
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Quem é que pediu a opinião do António Reis?
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66,
Só faltava essa, que por acaso não é de sua autoria mas que já “corre” e que vc. colocou: para anestesiar a opinião pública, nada melhor do que a interpretação desta de que haverá conveniências de alguém do PPD para que o caso seja arquivado…
Não !
Todos os que prevariquem (sejam do partido A ou B), que façam da Lei tábua-rasa, devem ser investigados e julgados, ou inocentados. Estamos num Estado de Direito. A sociedade tem o direito de viver de modo cristalino. E em Democracia.
Caso contrário, dando rédea solta aos prevaricadores, viveremos num regime conspurcado, perigoso e…sem Lei.
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Tolstoi,
Assistiremos a muitas mais intervenções de figuras públicas, até ao encerramento do Processo.
Júdice. Soares. Cândida. Monteiro. Marinho. Reis, entre outros, já opinaram.
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MJRB
MJRB
Alguns nós já sabíamos que iam opinar, outros ficámos a saber, é bom porque assim vemos quem tem necessidade de vir a campo. Marinho Pinto nunca conseguiria ter tanto protagonismo na vida partidária, assim serve-se da posição de Bastonário para fazer política e para opinar sobre processos em curso. Não percebo como ainda não foi exigida a sua demissão, definitivamente o homem não tem perfil para o lugar.
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“E que se lixe a descoberta da verdade e …”
…em verdade sabemos que uma coisa já foi descoberta! ..os autores do caldo!
Isto foi um caldo preparado por jornalistas, políticos do psd e do cds, do governo anterior, 2 investigadores da pj e
1 conhecido de todos..o convidado da festa: Zeferino Boal, o cusca dos cafés de Alcochete!
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Caty Waves
Não ofenda a Inteligência dos participantes e da maioria dos leitores do Blasfémias,é que para ter uma posição de defesa política do PM é necessário esgrimir argumentos minimamente inteligentes,esse da cabala é para o eleitorado PS.
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Tolstoi 77,
Os advogados membros da Ordem, o Conselho Superior e os outros órgãos, não têm “instrumentos” estatutários que lhes permitam pedir a renúncia ao cargo de MPinto, por o que este escreveu no boletim.
Já foi devidamente contestado por alguns advogados.
O que ele escreveu é gravíssimo. Tem que ser ouvido pelas instâncias judiciais. Apresentar provas.
A sua opinião foi eminentemente política, sobre um caso que ainda está a ser investigado…
Sobre o processo Casa Pia, MPinto opinou, deixando indícios que foi uma cabala contra políticos do PS. Sobre o processo Freeport, a mesma coisa. Parece, parece mesmo, que o seu “barco” anda sempre para um lado… Porquê e até onde, não se sabe — mas certamente sabe mais do que quase todos, incluindo o MPúblico.
Quero acreditar na Justiça. Quero que seja igual para todos os concidadãos.
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Adenda:
Ninguém(!) pode correr o risco de ser suspeito de qualquer crime, só porque alguém, mais poderoso do que o indiciado, lhe montou uma cabala, uma armadilha.
Se a justiça portuguesa não melhorar substancialmente e de vez (celeridade nas investigações, isenção nas decisões, celeridade), este país pode tornar-se num sítio absolutamente indecente e perigoso para nele vivermos.
E se se der lastro a prevaricadores que detêm poderes, cargos públicos…
Muito sinceramente, tenho concluído sobre o caso Freeport: o nome de Sócrates terá sido abusivamente utilizado. Não quero crer que Sócrates se tenha deixado utilizar.
Mas também é verdade que ele, ocasionalmente, não é muito convincente nas declarações e defesa pessoal.
Repito: são muitos casos sobre uma só pessoa. Casas na Guarda; UIndependente; residências; Freeport. Mau demais.
Cabalas ? Armadilhas ? — as casas licenciadas na Guarda não o são. Prestou um péssimo “serviço” ao ambiente, à já de si muito deprimente paisagem urbana em certos locais do país. E o curso de engenharia foi muito mal aceite pela opinião pública que não precisa que lhe ensinem a entender para ajuizar.
Politicamente acho-o muito fraco. Governa sob pautas diárias. Há muita plasticidade. Actua sob bastante propaganda. Nunca apresentou um discurso-de-Estado, marcante. Não é um estadista galvanizante.
E mentiu por mais do que uma vez: prometeu algo e fez o contrário; apresentou qualquer coisa imediatamente desmentido…
É um político yuppie.
É um PM que por vezes transmite a sensação que não tolera o povo humilde e atormentado. E reage intempestiva e asperamente, por vezes com desprezo (num regime democracratico…) a quem contesta as suas decisões, as suas políticas sociais…
Sócrates preparou-se durante cinco, seis anos, para ser PM. Mas preparou-se insuficientemente.
Foi eleito graças à debandada de JMBarroso, à fraca estaleca de Santana, e ao oportunismo de Sampaio.
Aturemo-lo…
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#79
O DVD sem som, é made in London ou made in TVI-studios?
Alguém vai ter que explicar isto não achas?!
O CASO FREEPORT NASCE DE UM CALDO PREPARADO POR PJ, JORNALISTAS, POLÍTICOS DO PSD E DO CDS E UM MILITANTE DE NOME ZEFERINO BOAL, QUE PREPARAOU UMA “CARTA ANÓNIMA” BASEADA EM DIZ-QUE-DISSE E CONVERSAS DOS CAFÉS.
NÃO BASTA LANÇAR BOATOS OU DIZ QUE DISSE, SE FOSSE ASSIM, QUALQUER UM INVENTAVA UMA BOA HISTÓRIA E PUNHA-A A CORRER E ANDAVA A BRINCAR À CAÇA ÀS BRUXAS!
Para alguém ser suspeito são precisas provas com mais peso do que gravações encomendadas não se sabe por quem ou com que fins.
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Caty,
Se li e ouvi bem, o DVD apresentado pela TVI contém uma encenação visual (procedimento em que a TVI ou outra TV portuguesa não é inédita) “sobre” o som real, verdadeiro, dessas conversas.
(Admitirei, se provado, que terei ouvido e lido mal).
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MJRB,
Como é que provas o contrário?
(se o ónus da prova fosse invertido em Portugal, amanhã qualquer um de nós poderá ser preso por difamações do vizinho).
Era isso o que querías?
Um fascista concordará logo contigo.
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Freeport: Smith admitiu autenticidade de DVD em Inglaterra
Escocês negou este sábado ter acusado José Sócrate de ser «corrupto»
Charles Smith confirmou aos investigadores ingleses que o DVD revelado pela TVI na sexta-feira, em que acusa José Sócrates de ser «corrupto», é autêntico.
Veja o vídeo
Interrogado por dois solicitadores ingleses, em Londres, depois de ter visionado integralmente o DVD, a 24 de Março de 2007, Smith não negou ter tido a conversa em causa um ano antes com Alan Perkins, administrador da Freeport. Apesar de não saber que estava a ser gravado.
Os solicitadores Bernard Caulfield e Matthew Magee, com poderes para recolher prova e apresentá-la em tribunal, interrogaram várias vezes o escocês e gravaram as conversas com a sua autorização formal.
Apesar de não ter negado a autenticidade do DVD em Ingaterra, depois de a TVI o ter dado a conhecer, o escocês emitiu uma nota este sábado negando ter acusado o actual primeiro-ministro de ser «corrupto».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/freeport-smith-corrupcao-dvd-tvi24/1053152-4071.html
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# 80
Num Estado de Direito não é admissível ter como Bastonário da Ordem um tipo completamente anedótico. O tipo tem de prestar provas ás entidades judiciárias competentes e apresentar provas.
# 82
Se o processo é público porque não o consulta? O Moita Flores já o fez e já escreveu um artigo no CM sobre esse assunto, desmentindo o maluco do Marinho.
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A tvi24 sofre de uma amnésia. Esquece-se de referir que Charles Smith confessou à policia inglesa que no video estava a mentir. Pormenor que a tvi24 faz de conta ou por amnésia não diz.
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Freeport: Smith admitiu autenticidade de DVD em Inglaterra
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-smith-corrupcao-dvd-tvi24/1053152-4555.html
E agora, em quem votarão os socialistas honestos? Encontram-se encostados contra a parede tal como os sociais-democratas ficaram quando o PSD insistiu com Santana Lopes. E as trapalhadas de Santana Lopes parecem agora tão inofensivas comparadas com isto!…
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# 87
AH! O tipo, não sabendo que estava a ser gravado, estava a mentir!
E as contas bancárias? Provou-se o que disse na gravação ou tb estava a “mentir”?
E o primo ou sobrinho que está na “china”, já regressou?
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@MRJB
A razão a quem a tem. Excelente!
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#89 EU que sei? Só sei que essa informação era relevante dar. Porque ele estava a mentir ou se não estava a mentir a policia descobre. É esperar. Aé já deve ter descoberto. Os portugueses e os ingleses. Depois é ver o que acontece. Se certas pessoas possuem vergonha na cara ou não possuem mesmo vergonha nenhuma e tiram-se as conclusões.
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Caty, 84
“Quem manda quer que nada mais se saiba”.
O óptimo título deste post de Mr. CAA, esclarece o que se passa sobre o caso Freeport e…não só !
Quando muitos portugueses tirarem de cima deles a canga que os fazem venerar e suportar quem lhes trama a vida, mais as palas partidárias, talvez tenhamos uma sociedade mais egigente. E livre. E decente.
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Sócrates ou se demite, ou é demitido.
Para que é que serve ter um Presidente da República? Será que é para fazer viagens à custa do erário público? Será que é para «festanças» caríssimas oferecidas a qualquer ditador que cá passar?
VERGONHA!
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#92.
“Quando muitos portugueses tirarem de cima deles a canga que os fazem venerar e suportar quem lhes trama a vida, mais as palas partidárias, talvez tenhamos uma sociedade mais egigente.”
A diferença é que vc parece não perceber que o respeito pela democracia e os seus órgão eleitos pelo povo, não é necessariamente uma veneração ou pala partidária, mas tão só um respeito pela democracia e pela vontade do povo.
Se vc não gosta do povo, coma um ovo, se não é ser muito egigente.
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94,
Desde já, esclareço: não sou nem serei contra partidos políticos. Não milito nem militarei em partidos políticos.
Rejeito palas, cangas, correias.
Para se ser um cidadão respeitador da Democracia, não é obrigatório venerar ou sequer militar ou apoiar partidos políticos. Estes (conforme os líderes, não todos), têm sido ocasionalmente um entrave às sãs relacções e respeitabilidade dos cidadãos para com a classe política.
O povo-NADA (aquele que não quer e se recusa a agir para defender os seus interesses, seja por laxismo, indigência, por obrigação partidária ou eterno agradecimento pelo favorzinho, pelo emprego, pelo jeitinho, pelo atávica genuflexão perante o “dr”, o “engº”, o governante local ou saído dos ministérios (ainda herança socio-cultural salazarenta…) que continue a pedir por favor (venerado e agradecido) mais ovos por si recomendados, muitos deles só com casca, já que o importante foi-lhes sugado. Bom proveito.
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#95.
Povo-NADA, Povo-TUDO, segundo se depreende, estará na segunda categoria quem pensa como vc.
Bom proveito.
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http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=M%E1rio%20Crespo
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96,
Vc. não compreende ou não quer compreender o que eu designo por Povo-NADA.
Não confundo O POVO duma Nação com o Povo-NADA, esteja este na grande cidade, na capital, na vila, aldeia ou no lugar.
Ou vc pensa que eu não encontro povinho-NADA também na cidade, no hiper-mercado, no restaurante, no bar nocturno, em tantos locais citadinos ?
Não tenho tirado bom proveito do Povo-NADA: não sou nem serei político, amanuense de políticos, patrão, que exploram até mais não a indigência, o laxismo, a teimosia, a burrice, a subserviência de pessoas.
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Deve dar matéria para uma religião.
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99,
Também não uso: qualquer religião. Inclusivé partidária.
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#98 – “Vc. não compreende ou não quer compreender o que eu designo por Povo-NADA.”
deve ser a malta do barreiro que não tem dinheiro para o ferry
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101,
Tenho muito elevada estima e solidariedade sempre que necessária por pessoas massacradas por sociedades egoístas e por governantes autoritários, desumanos, que os há. Por cá também.
Repudio veementemente que governantes explorem as diversificadas debilidades das pessoas.
Lamento bastante situações degradantes da vida humana, sejam elas as pessoas que não têm dinheiro para o ferry, ou os pensionistas com 220 Euros/mês.
Vc também não quer entender o que designo como Povo-NADA.
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Porque, afinal, Vocês carecem de explicação:
Pensam que o Povo-NADA “é”, para mim, o POVO Português na generalidade, o povo da aldeia, do lugar, da vila, da cidade. O Povo das Festas minhotas ou do folclore algarvio, das canções alentejanas ou das romarias açorianas.
Não, não é !
É outra “coisa”, e no fundo vocês até sabem o que o tolhe, e quem é.
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Paulo Freire assinou um método de Ensino para adultos, vulgo Alfabetização, que consistia num processo de conscientização. A “consciência ingénua”, sem capacidade de discernimento das pessoas do povo com menos instrução, gradualmente, sofreria uma mudança, até serem capaz de discernir, de distinguir o trigo do joio.
Há pessoas que têm instrução e capacidade de discernimento. Contudo, optam conscientemente pelo egoismo e pela maldade.
É a guerra mais velha do Mundo e do Homem, entre o Bem e o Mal.
Para que o Mal triunfe, basta que os homens de Bem nada façam.
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Socrates, não tem capacidade para processar ninguem, pela simples razão que è um primeiro ministro, sem condições para continuar a governar, nessa qualidade.
Ou se demite ou o Presidente da Republica o demite e pede ao PS, que manda outro para o logar dele, para formar um governp provisório até às eleições.
Continuar com Socrates já não adianta, pois o governo está paralizado, desnoeteado e as baboseiras saiem em caradupas.
Santana Lopes foi bem melhor e foi demitido……….
O desvairio das medidas, será atenuado, com um primeiro ministro transitório, que não poderá assinar qualquer documento, que altere as leis aprovadas até ao momento!
A economia dá um salto para a frente, com a confiança no Cavaco!
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#103.
Eu não penso nada daquilo que vc escreve do que eu penso.
Nem sei aquilo que pensa.
Aqui o jogo é entre o que aparece escrito e só isso.
Se o que se escreveu é o que se pensa, não se sabe.
Mas se sabe que eu não sei o que pensa de povo-nada, só tem de pôr aqui as palavras que quer que eu pense do nada-povo.
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104,
Muito bem !
E foi óptima a evocação de Paulo Freire !
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Mr. Piscoiso,
Já esclareci o que tinha a esclarecer. E já expliquei.
Mais duas achegas, se quiser: olhe, sinta, ouça as pessoas; Pessoas-NADA, em vez de Povo-NADA, já percebe ?
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Extraordinário, o que acaba de acontecer na SICN: Avelino Ferreira Torres a defender Sócrates e a acusar o Ministério Público !
(País maravilhoso…).
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#108.
“…olhe, sinta, ouça as pessoas; Pessoas-NADA, em vez de Povo-NADA, já percebe ?”
Não, não percebo.
Não percebo porque os termos “Pessoas-NADA” e “Povo-NADA” não fazem parte do meu léxico.
Queira desculpar a minha deficiência.
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Mr. Piscoiso,
Tem o direito de colocar aqui essa sua “deficiência” para não assumir o que muito bem percebe.
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Leia o comentário 104. Ajudá-lo-á.
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Acha que eu percebo? Obrigadinho pela deferência.
E tenho o direito? Mais uma vez obrigado pela sua generosidade.
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Por nada tem a agradecer. Homessa !
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Os “congressistas-de-espinho” gostaram daquilo tudo. O único problema é que a ementa da festança não incluiu comidita pró estômago. Para a próxima, psica-coiso, não se esqueça de providenciar o estômago.
Só fogo de vista não chega.
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*Rita P
Subscrevo o seu post a 100%
…………………………..
A corrupão é um pouco como as bruxas, sabemos que existe mas raramente se vê, ou ouve. Neste caso e no caso “BragaParques/Ze que fez falta”, o caso muda de figura pois alguem gravou e ai temos uma imagem das figuras tristes que se fazem às escondidas.
Sobre os comentários em que não se vêem motivos para levar a sério o conteúdo do DVD… bem não é propriamente um DVD de gente desconhecida a acusar de roubar maçãs, alguem que nunca passou perto de um pomar. Se estivessemos a falar de maças, o nosso PM passou a vida em pomares sem grande vigilância, uns na Guarda, outros na Cova da Beira outros mesmo em Lisboa.
Já agora uma pergunta, porque será que o nosso PM não processa o primo que disse publicamente ter-lhe pedido (e conseguido) favores enquanto governante? Isso não é difamação?
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Mr. Nuno Granja,
Também:
Porque é que Sócrates não se faz assistente no Processo ?
Porque é que estando a Lei acima de TODOS OS CIDADÃOS, Sócrates ainda não foi constituído arguido ?
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Sócrates não tem condições para governar e Cavaco não tem coragem para moralizar o País, como quer que os Portugueses acreditem nas instituições. Penso que se Cavaco não agir também se descredibilizará perante grande parte do seu eleitorado, poderá mesmo não ser reeleito.
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Tolstoi,
Será que Cavaco alguma vez, serenamente que fosse, falou com Sócrates sobre o caso ?
Não ? — deveria tê-lo feito !
E se falou, o que terá concluído da conversa e do puzzle que tem sido tornado público ?
Sócrates está de facto desgastado com tantos casos, alguns por ele muito mal esclarecidos: licenciamento de casas na Guarda e curso na Independente.
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# 118
Reeleito?
Já agora: o fulano serve para quê?
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Um Cavaco serve sempre para aquecer o lume.
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http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Cavaco%20Silva
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Cavaco pode de facto aquecer o “ambiente” !… Se quiser actuar.
Essa, sua, de “aquecer o lume”, é que não compreendo: o lume aquece-se ?
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Tamy,
O Almocreve das Petas é sempre muito bom !
Nas suas análises à sociedade e nos posts sobre livros.
E escreve muito bem !
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#123.
Supondo que o lume tem uma temperatura, aquece-lo é elevar-lhe a temperatura.
Quem diz lume diz chá.
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125,
Ah, bom ! Entendido. “Lume”. Sem Cavaco.
Não consumo chá. Prefiro água cristalina.
E um bom vinho. Scotsch também.
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A novidade, neste caso, é a posição do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público que, muito bem, decide envolver o PR neste enredo. A partir daqui o PR tem oficialmente nas mãos a denúncia das pressões sobre magistrados e não pode deixar de actuar. Esta e outras vergonhas não podem continuar num Estado de Direito.
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Cavaco é a chave da questão, se não actuar num caso como este para que serve o semi –presidencialismo? Relembro que Pinto Monterio foi um nome proposto por Sócrates, embora com a concordancia do Presidente. A presidência da Républica fica muito cara para não acautelar o interesse dos Portugueses.
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Digo república
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Mr. Pedro C.,
e
Tolstoi,
De acordo.
A audiência pedida a Cavaco pelo recém eleito presidende do Sindicato, indicia algo de grave que terá acontecido.
Cavaco não pode assobiar para o lado, nem enfiar a cabeça na areia.
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o Cavaco tem sido um banana. um banana com o Jardim da Madeira, um banana com o Dias Loureiro e a trupe do BPN… seria até grave se tomasse alguma posição arrojada agora neste caso Freeport em que nada ainda foi claramente demonstrado… cavaco molhado nunca ardeu bem e nem será capaz de elevar a temperatura ou o debate político… ele só rola pela sua dama a Mona Ferreira Leite do PSD, o resto é só o calvário dum banana presidente em regime semi-presidencialista!… esperem para ver!
depois, começo a ter ainda mais dúvidas quanto ao novo homem do sindicato dos magistrados! esperem também para ver, não vale a pena ferver am pouca água!
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o comentário anterior, não é dum anónimo qualquer, é meu!
tenham um excelente dia de espera Godot!
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CAA
Continua a dar aulas
Deixa esta vida
É só bocas e palpites, todos furados
Como diz a advogada do Zeferino, quaisqueres assuntos relacionados com o Fripó são uma borrada
E o jornal para onde escreves ??????
ahahahahahahahahahahah
Grande banhada
Aliás, é o costume
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A difamação è contra Socrates! Porque não vem este a publico defender o seu bom nome? ou existem problemas de vidraça?
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