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8 Julho, 2009

“O país só será completo com os seus emigrantes. Vivendo no Porto, Viseu, Paris ou Newark – somos todos Portugal. Como país, bem melhores que o nosso estado. E como povo, bem maior que o nosso chão.” Hoje no JN.

68 comentários leave one →
  1. Piscoiso's avatar
    8 Julho, 2009 17:53

    A generalização de que um emigrante, é-o por ter sido maltratado no seu país parece excessiva.
    Há imigrantes ingleses que estão cá por causa do sol. Há emigrantes portugueses que estão em Inglaterra por causa do dinheiro.
    Às vezes até se emigra por causa de uma mulher.

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  2. Tiago Mouta's avatar
    8 Julho, 2009 18:24

    Em Portugal desde os Descobrimentos, originários de uma crise económica, social e de sucessão em 1383-85 culminando com a batalha de Aljubarrota e iniciados em 1415, com a chegada a Ceuta, que somos um país de emigrantes…
    Seja lá qual for o motivo, faz parte da nossa cultura e herança, obviamente que também estes Portugueses têm voto na construcção de um Portugal melhor.
    Até porque muitos deles acabam por investir aqui o dinheiro que ganham noutros países…

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  3. votoembranco's avatar
    votoembranco permalink
    8 Julho, 2009 18:24

    Continuamos a ter tantos, ou mais, emigrantes no pós 25 de Abril do que tínhamos no tempo do Salazar / Caetano.
    Este fenómeno é revelador do estado a que esta democracia formal chegou – não bastaram os votos, os milhões dos fundos europeus e governos de várias tonalidades para darem a todos os portugueses o direito de terem uma vida organizada no seu próprio país.

    A verdade é que, cinicamente, os governos e os partidos que os sustentam continuam a ver a emigração como um fenómeno útil – diminui o desemprego e torna os portugueses como o principal produto de exportação.

    E Paulo Morais continua a apontar, com coragem e inteligência, a podridão a que este regime corrupto chegou.

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  4. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 18:24

    O estatuto de emigrante tem sido estimulado pelos socialistas.Depois das bondosas leis da imigração e nacionalidade.Entram uns aficanos a trabalhar baratinho, mas com custo grandes para a segurança social em habitação e outros subsídios e obviamnete têm que sair os naturais a quem tiraram o tapete dum salário decente que permita manter família.E que face aos africanos virem “sem nada” os afasta de qualquer tipo de “competitividade” na atribuição de subsídios/regalias.
    Portanto andam a “mudar” a população Portuguesa.sai branco e entra preto…

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  5. Sérgio's avatar
    Sérgio permalink
    8 Julho, 2009 18:31

    Bom, eu fui-me embora porque queria que o meu esforço e o meu trabalho fossem valorizados…

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  6. Desconhecida's avatar
    a prima do picoiso permalink
    8 Julho, 2009 18:42

    #1 claro que ” A generalização de que um emigrante, é-o por ter sido maltratado no seu país parece excessiva”. Os que vivem à sombra do reinado xuxas não precisam de emigrar, só que o tempo muda, e às vezes quando mal se percatam os ratos abandonam o navio, muitos roubaram o suficiente para levar vida larga, mas olha que alguns ainda vão ter que emigrar, poucos digo eu, uma vez que os xuxas detestam trabalhar e lá fora é diferente, né.

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  7. Carlos Silva's avatar
    Carlos Silva permalink
    8 Julho, 2009 18:51

    Bem, com declarações xenófobas como as que a Múmia Mentirosa proferiu lá se vai o elogio à emigração! Em França são bons aqui são rascas! Não haja dúvidas que com o Psd eou o Cds os imigrantes são tratados abaixo de macacos.

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  8. Desconhecida's avatar
    mussulo permalink
    8 Julho, 2009 18:53

    É pá aqui os tugas trabalham que se desunham, até dá gosto ver. De política não falam nada. Eu pergunto ao meu amigo engenheiro zé do ist (não é inginheiro não senhor) quando vamos à restinga beber um copo: “Mandas o dinheiro para lá?” “Nem pensar, aqueles cromos não vão gastar o meu que me custa tanto a ganhar”. E dizem mais: “Os primos do luxemburgo, de frança, da holanda, da inglaterra fazem o mesmo, basta de se deixar levar por trouxa”. “Ainda por cima impedem-nos de votar normalmente”.
    “Antes queria ser preto, exclamou ele com franqueza”. Aí eu fiquei satisfeito por ele reconhecer a evidência.

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    8 Julho, 2009 19:04

    os ditos emigrantes portugueses são alvo destas alembranças em momentos eleitorais, quando vêm de férias pelas imobiliárias e pelos condutores residentes em geral: óh avec chega para lá a bagnole. enfim uma cambada de preconceituosos sazonais que até os quer discriminar com serviços do estado que funcionem. sr. morais desde que a ryanair voa para oporto deixou de haver emigrantes, isso foi no tempo da gar du nord.

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  10. Carlos Cidrais's avatar
    8 Julho, 2009 19:27

    Nao querendo entrar num registo de vitimizacao, o fundamental do artigo e o pessimo servico que os consulados prestam.
    Como emigrante portugues em Londres confirmo o que esta escrito no artigo. O que muito me envergonha.
    Por varias vezes tentei entrar em contacto com o consulado para me registar como emigrante e assim ter direito a votar no consulado. Ate hoje, os meus e-mails continuam sem resposta.
    Depois, em conversa informal, conheci uma funcionaria do consulado que me explicou a razao do caos: ela tinha estado sem receber 4 meses. Teve que por varias vezes pedir dinheiro ao consul ( que vive num hotel ) para poder comprar comida ou pagar a renda.
    Quando ouvi isto, entendi perfeitamente porque nao tinha sido atendido. E entendi tambem que por muito que nos custe ouvir isto….Portugal nao esta no primeiro mundo.
    Por ca aguardo melhores dias….

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  11. Desconhecida's avatar
    mussulo permalink
    8 Julho, 2009 19:33

    # 10 bem pode aguardar sentado.

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  12. JB's avatar
    8 Julho, 2009 19:34

    2: «Seja lá qual for o motivo, faz parte da nossa cultura e herança»

    Faz parte do nosso ancestral atraso, da nossa pobreza, da miséria de vida dos que emigram.

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  13. Desconhecida's avatar
    jupiter permalink
    8 Julho, 2009 19:36

    Teixeira dos Santos recusa a classificação de “super-homem”. No ambiente onde chafurda, se é homem já se pode dar por satisfeito

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  14. paulo's avatar
    paulo permalink
    8 Julho, 2009 19:37

    LUSITÂNEA disse

    8 Julho, 2009 às 6:24 pm

    So para teres uma ideia, em 2 anos entraram em angola mais de 121 mil portugues, um numero que ultrapassa o de angolanos ca! é preciso compreender que sempre fomos um pais de Emigrantes, nao por culpa do governo ou de quem quer que seja, faz parte de nos! 500 anos a colonizar a africa negra, uns tantos mulatos por la deixados, e ainda temos aversao por esta gente…deviam ter vergonha, nacionalistas de meia tigela!

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  15. tonibler's avatar
    8 Julho, 2009 20:06

    Os de Paris e de Viseu ainda vá…agora os do Porto…

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  16. Carlos Cidrais's avatar
    8 Julho, 2009 20:16

    O caro Tonibler deve andar olvidado que na epoca romana o Porto chamava-se Portus Cale, sendo essa a origem do nome de Portugal…

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  17. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    8 Julho, 2009 20:40

    Não conheço nenhum Consulado que funcione. Nem embaixadas.

    Um dia tive um problema no USA e pedi ajuda ao Consulado. Nickles.

    Um amigo pessoal do Cônsul disse-.me: Não te preocupes, que eu meto a cunha e resolvo-te o problema.

    Aí eu disse-lhe: Obrigado, mas o consulado espanhol já me resolveu o problema. 😉

    Londres. A mesma lenga-lenga. Se hoje funciona mal, sempre funcionou mal. Nunca me registei na Embaixada ou no Consulado.

    Depois, por onde fui andando, nunca quis nada com burrocratas do nosso Estado no exterior. Graças a deus! lololol

    Nestas últimas eleições tive a oportunidade de escolha: quer votar nos nosso candidatos? Ou nos candidatos portugueses? Se for nos nossos, já tem aí um boletim de voto e só precisa de informar a sua junta de freguesia (similar às nossas, claro) para registarmos o seu voto, no dia das eleições. Com mais de dois meses de antecedência.

    Como tenho orgulho em ser português, não votei. Nem nunca votarei em candidatos que não os nossos. Os portugueses. Mesmo que eles nos envergonhem.

    Sim, é verdade. A generalidade dos nossos políticos olham para os emigrantes e/ou trota-mundos (eu encontro-os em todo o lado e disso me orgulho) como apenas fontes de votos. Nem sequer para atrair investimento são bons. Não existem incentivos ao investimento em Portugal por parte dos nossos cidadãos no exterior.

    Aqui há dias eu estava a ouvir o Horta Osório, do Santander, e fiquei satisfeito por assistir ao reconhecimento que ele sente, que sendo português, é uma mais-valia e não um empecilho. Porque, em igualdade de circunstâncias, os portugueses são tão bons ou melhores que os nacionais dos países de acolhimento.

    E não são apenas os quadros médios e superiores que engrandecem o nome de Portugal. Que esta nova leva de portugueses já têm uma elevada percentagem de jovens muito bem preparados em termos formativos. Mesmo os portugueses sem elevada escolaridade mostram uma competência nos seus empregos que enobrecem Portugal. Porque são muito apreciados, sejam eles pedreiros, operários, operadores de mercados ou até investigadores em determinados laboratórios empresariais.

    Mas o que é surpreendente é que o país, Portugal, tem uma má imagem no exterior. (Esta nova loucura do Pinho só veio reforçar a já má imagem de Portugal no exterior.) Mas o nosso povo engrandece o nome devido à sua ética de trabalho.

    Muitas vezes perguntam-me: como é possível eu ver portugueses em vários locais do mundo, com destaque nas suas profissões, e Portugal ser tão pobre, desorganizado e ineficiente?

    Eu sei a resposta. Alguns estrangeiros também sabem. E ela é simples:

    CORRUPÇÃO!

    anti-comuna

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  18. Piscoiso's avatar
    8 Julho, 2009 20:55

    Esses nazionalistas, que culpam os governos pós-25Abril pela emigração, acharão que durante o fascismo se emigrava por gozo.

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  19. LR's avatar
    8 Julho, 2009 21:17

    Caro Anti-Comuna,

    “Como tenho orgulho em ser português, não votei. Nem nunca votarei em candidatos que não os nossos. Os portugueses. Mesmo que eles nos envergonhem.”

    Ficam-lhe bem esses sentimentos. Mas com o tempo, e a continuarem os emigrantes a receber dos consulados os actuais “tratos de polé”, muitos que pensam como você irão fatalmente desiludir-se e adoptar a nacionalidade dos países de acolhimento. O que já está a acontecer com as novas gerações nascidas no estrangeiro. E o que é hoje a diáspora lusa desaparecerá, sem que o país alguma vez tivesse sabido aproveitar o seu enorme potencial.

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  20. Piscoiso's avatar
    8 Julho, 2009 21:25

    Aproveita-se o potencial dos estrangeiros que se naturalizam portugueses.
    Há brasileiros que até se naturalizam para jogarem na selecção portuguesa.

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  21. caodeguarda's avatar
    8 Julho, 2009 21:48

    Mussulo, somos 3 mas eu é mais na ilha…

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  22. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    8 Julho, 2009 21:50

    Bem, apenas como testemunho, não contrariando em nada o texto, pois não conheço a realidade consular, nem as dificuldades efectivas que os cidadãos portugueses certamente passam quando vivem no exterior, devo dizer o seguinte, em contraponto ao ao exemplo do anti-comuna (17)
    No ano passado na Eslováquia, num momento de estúpida distracção perdi todos os meus documentos e cartões, com excepção do bilhete de avião de regresso, via Londres. Dirigi-me à Embaixada em Bratislava, pensando, como bom portugues, que já tinha os próximos dias perdidos, certamente com sucessivas idas para mais algum papelinho e carimbo. Explicada a situação, em que não bastaria uma autorização de saída, uma vez que teria de fazer check-in no UK, mandaram-me tirar fotografias e passar lá novamente ao fim do dia. Ali regressado informaram-me que ainda não tinha chegado um tal de fax de Lisboa com a confirmação dos meus dados e teria de aguardar, o que fiz, juntamente com 2 diligentes funcionários, mais de 50 minutos para além da hora normal de encerramento, altura em que veio o fax de Lisboa, a confirmar eu ser eu, e em 10 minutos passaram-me um passaporte provisório, válido por 3 meses, assim resolvendo definitivamente a questão pagando apenas meia dúzia de euros.
    Devo dizer que a sensação de não ter documentos, nem saber como voltaria a casa, num país que não se conhece de todo e onde se está só, a que acrescia o normal feeling que iria ser vítima da tradicional burocracia portuguesa é particularmente assustador. Mas por isso mesmo, o facto de tal não ter sucedido e ter encontrado funcionários diligentes, atenciosos e eficazes constituiu não apenas uma aliviante e enorme surpresa, como é das boas memórias que tenho daquela cidade.

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  23. alice goes's avatar
    alice goes permalink
    8 Julho, 2009 21:58

    Em 1983 meu pai faleceu no Brasil e foi registado no consulado o óbito . Em 1997 minha avó falece cá, acontece o inventário… minha mãe ainda era casada, nos registos centrais (RCs), meu pai tinha que participar por causa da comunhão total de bens. Meu sobrinho foi registado no mesmo consulado ainda catraio pequenino…vai requerer a certidão para o BI nos RCs e não há registo. Pedimos o registo consular e lá estava…Dois exemplos em muitos…
    *20 – O problema é que na grande maioria quem se naturaliza só quer a cidadania para dar o salto. Portugal não vale nada, é só um trampolim.
    Cada dia mais sou contra a dupla nacionalidade. Não há como servir a dois senhores com a mesma apetência.

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  24. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    8 Julho, 2009 22:05

    Caro LR,

    As segundas gerações adoptam a nacionalidade dos países de acolhimento porque só sentem desprezo pela República Portuguesa. Não é apenas o mau funcionamento e a completa balbúrdia existente nas representações diplomáticas que provoca essa repulsa por Portugal. (Como Estado, entenda-se.) É mesmo o completo alheamento do nosso Estado e dos nossos agentes económicos pelos portugueses emigrados no exterior. Tirando a banca, pouco mais existe interesse das nossas empresas em aproveitar os portugueses no exterior.

    Mas o que mais provoca a rejeição da nacionalidade portuguesa é o completo abandono do nosso Estado pelos emigrantes portugueses. Que podiam e deviam ser apoiados pelo nosso Estado, seja ele a resolver problemas burocráticos ou documentais ou até mesmo na defesa dos interesses portugueses nos países de acolhimento. Em contrapartida, os espanhois até conseguem tornar o espanhol como uma língua de aprendizagem nos programas curriculares de alguns países. Porque sabem fazer trabalhar diplomaticamente, sem pagarem muito pela divulgação do castelhano. A República Portuguesa não pensa em termos estratégicos. E é fácil de ver o porquê. As representações diplomáticas costumam ser liderados por incompetentes, que acham que diplomacia é ir a festas, beber uns cocktails e preparar visitas de Estado aos países onde estão representadas.

    Mas os nossos agentes económicos são também uns completos azelhas. Uma das características dos portugueses e seus descendentes na Califórnia, por exemplo, é o amor pelo golfe. Havendo muitos golfistas. Nunca houve trabalho de marketing para atrair esse mercado rico, que é o nicho dos golfistas portugueses. E isto é apenas um exemplo.

    Claro, claro, as cervejeiras até conseguem fazer alguns negócios com alguns mercados de emigração portuguesa, em especial na Suiça e no Luxemburgo. Mas pouco marketing faz, que não vender aquilo que os portugueses mais gostam: cerveja nacional.

    Eu penso que Portugal não consegue compreender muito bem a emigração portuguesa. Se nos tempos do Salazarismo, eles eram vistos como uma forma de votar com os pés. Hoje eles são vistos como apenas uma forma de evitar que a taxa de desemprego mostre números aterradores. A emigração portuguesa, em especial a dos últimos anos, é uma emigração forçada. Uma emigração forçada pelas más condições de vida e pelo mau sistema político português. Ora. quando as pessoas se sentem desiludidas com Portugal e emigram, é natural que os seus filhos já não sintam tanto o apelo da terra, das suas tradições e da forma de viver dos portugueses em Portugal. Por isso, adoptam as nacionalidades dos países de acolhimento, até porque é uma forma de obterem um reconhecimento social maior, que também advém de um reconhecimento oficial.

    Este problema pode ser vista de duas formas. Um, é a de que as pessoas escolhem aquilo que melhor lhes convém. O que é positivo. Outra, quem fica a perder são os portugueses em Portugal, que não aproveitam potencialidades abertas pelos nossos emigrantes.

    anti-comuna

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  25. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    8 Julho, 2009 22:11

    Caro Gabriel,

    Essa é a excepção que confirma a regra. 😉

    Mas é bom saber e divulgar quando alguns serviços funcionam bem. Pode ser que sirva de exemplo e estímulo para as demais representações diplomáticas.

    anti-comuna

    PM Também existe um facto em Portugal que provoca algum desalento entre os nossos emigrantes. Não existe reconhecimento social pela figura do emigrante. Com alguma excepção no interior. E isto já vem de longe, sem falar no meu escritor favorito, que “criticava” muito os “brasileiros”.

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  26. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 22:15

    14.paulo disse
    8 Julho, 2009 às 7:37 pm
    LUSITÂNEA disse

    8 Julho, 2009 às 6:24 pm

    So para teres uma ideia, em 2 anos entraram em angola mais de 121 mil portugues, um numero que ultrapassa o de angolanos ca! é preciso compreender que sempre fomos um pais de Emigrantes, nao por culpa do governo ou de quem quer que seja, faz parte de nos! 500 anos a colonizar a africa negra, uns tantos mulatos por la deixados, e ainda temos aversao por esta gente…deviam ter vergonha, nacionalistas de meia tigela!

    Diz lá quantos Portugueses andam a pedir a nacionalidade angolana(alguns até quereriam…) para receberem casa e subsídios do governo angolano…
    Agora no meio dos 121000 Portugueses quantos não são de facto angolanos?
    A contra-propaganda básica que usas não convence.Tens que refinar.
    Nada justifica as leis de imigração que os socialistas aprovaram por não haver sequer necessidade de mão de obra.E nunca a houve…e então a da nacionalidade é mesmo um verdadeiro acto de alta traição.E a de considerarem Português quem cá venha nascer é outra.O que explica o meio milhão de africanos que temos nos “bairros difíceis”,alguns deles moderníssimos… onde a polícia não entra e que “arrastam” pelo país inteiro.Quem é que pagou as casas?Quem é que paga a saúde?Quem é que paga os subsídios?Quem é que paga a educação?
    Agora diz-me lá onde os Portugueses têm um tratamento igual… sem trabalharem…

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  27. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 22:18

    18.Piscoiso disse
    8 Julho, 2009 às 8:55 pm
    Esses nazionalistas, que culpam os governos pós-25Abril pela emigração, acharão que durante o fascismo se emigrava por gozo.

    Pois antes do 25 muitos “emigraram” só para irem lavar pratos para Paris…só desertores eram 100000… fora o resto claro…

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  28. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    8 Julho, 2009 22:24

    Mas esses ex-emigrantes ex-lava-pratos tiveram um êxito do caraças.É vê-los todos viçosos nos seus ricos tachinhos fazendo tudo o que for preciso para se manterem na crista da onda.Quer seja ela de “descolonizar”, entregando-se tudo que tenha “preto” até num grande golpe de rins tratarem de nos “colonizar” embora obrigando-nos a pagar ainda por cima…
    Devem ter chegado à conclusão que é mais fácil governar Obamazinhos…

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  29. Helder's avatar
    8 Julho, 2009 22:31

    O Consulado português no Recife funciona muito bem. Confere com o exemplo do Gabriel.

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  30. Desconhecida's avatar
    Pifas permalink
    8 Julho, 2009 22:34

    10 milhões cá dentro e 5 lá fora não é sustentável. O melhor é ter 10 milhões lá fora a enviar remessas para a Caixa e 5 milhões cá dentro a viver à pala. É perciso criar um Erasmus (não era ele que elogiava a estultícia?) do emprego convencer os jovens a ir trabalhar lá para fora.

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  31. Desconhecida's avatar
    anti-comuna permalink
    8 Julho, 2009 22:46

    Em complemento sobre o assunto, eu esqueci-me de um tipo de agentes económicos portugueses bem sucedidos entre os emigrantes: os nossos cançonetistas.

    Se há em Portugal quem consiga aproveitar bem as potencialidades dos portugueses no exterior são os Emanueis, Carreiras (este tipo tem sucesso até junto do público não português), etc. Eu fico sempre impressionado com o profissionalismo destes artistas, que em Portugal são até considerados como pimbas e pirosos, mas em termos de marketing e profissionalismo das suas actuações, eu julgo que deve ser um dos clusters mais competentes em Portugal.

    E não são apenas este tipo de cantores, ditos populares. Cantoras como a Mariza, a Dulce Pontes ou até os Madredeus costumam abordar o mercado da emigração com elevado profissionalismo, compreendendo que o seu público-alvo no exterior não é quase nada com o arquétipo que existe em Portugal do emigrante.

    Outro tipo de artistas que são excelentes, mesmo amadores, são os elementns dos vários ranchos folclóricos nacionais. Eles conseguem encontrar um nicho de mercado no exterior que lhes permite manter activos. E em Portugal os ranchos folclóricos são muito desprezados pelas ditas élites portuguesas nas principais cidades do interior.

    No entanto, eu já vi muitos portugueses não emigrantes a delirarem e fotografarem ranchos folclóricos estrangeiros, em especial alemães. No entanto, em Portugal, estes mesmos portugueses eram capazes de se escandalizarem se o canal público de televisão dedicasse um programa a este tipo de música popular.

    Enquanto que este tipo de cantores são extremamente competentes e abordam este mercado externo com elevado profissionalismo, outros agentes económicos são uns completos azelhas na abordagem deste tipo de mercado. A começar pela maioria dos nossos escritores, que sem o saberem, alguns são muito lidos no exterior. Mas que estes escritores, fruto do seu amadorismo na sua profissão, nunca abordam este tipo de mercados. Até desconfio que a generalidade deles têm vergonha dos portugueses no exterior que lhes compram os livros, quando vêm de férias.

    Pode ser que com a pobreza cada vez maior em Portugal, muitos destes agentes económicos aprendam a abordar os portugueses com mais cuidado, à semelhança do que já fazem os cançonetistas.

    anti-comuna

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  32. Aristes's avatar
    8 Julho, 2009 23:01

    Só os maltratados é que saem do País? E há jornais que pagam a caramelos que escrevem estas bacoradas?

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  33. Piscoiso's avatar
    9 Julho, 2009 00:02

    Cançonetistas?
    Se há emigrantes com êxito são os futebolistas.

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  34. Desconhecida's avatar
    Anonimo permalink
    9 Julho, 2009 00:06

    .
    Reproduzo com as devidas desculpas:
    .
    Há tantos burros mandando
    Em homens de inteligência
    Que às vezes fico pensando
    Que a burrice é uma Ciência.
    .
    Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar.
    .
    Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo, inexpugnáveis às legiões dos lúcidos. Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida. É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social.
    .
    Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostras à simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
    .
    Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que s mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante dos Velhos do Restelo.”
    .
    Esta é para os entrevistadores e diretores de comunicação que tão infantilmente se arvoram de 4º poder. Já deu o que tinha a dar. E vocês são capazes. Ainda não perceberam é o que se está a passar. Ainda pensam ao nivel da “Grande Depressão” e da “Lei Seca”. O compasso, o esquadro, a cruz e o crescente são outros ….. Não se cansem nO VELHO. DESAPARECEU. É o NOVO que já começou. O reajustamento planetário sem apelo nem agravo, a elite portuguesa é uma amiba, ignirante, no meio disto tudo. Não sabe às quantas anda nem para onde se há-de virar. Ela.
    .
    Mas há mais Cidadãos Politicos, elites e Portugueses. Curiosamente para quem tenha andado com os olhinos bem abertos, já viu que como se está a resolver internacionalmente apareceu por aqui e noutros sites de PORTUGUESES. E não são da Situação nem da Oposição do LEGO do Sistema ….. São os proximos. a seguir, nem precisam de se mexer. Irão buscà-los com o”credo na boca” ….
    .

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  35. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    9 Julho, 2009 00:30

    Absolutamente de acordo.
    Ser Português é, sobretudo, um Sentimento de Pertença. Uma Nação significa duas coisas: uma recordação de um passado em comum; a vontade de continuar a viver em conjunto. Nada tem a ver uma Nação com: cor da pele; religião; língua, etc. Por ex: o militar Português mais condecorado ainda vivo, chama-se Marcelino da Mata, e é de raça negra; sempre existiram em Portugal comunidades judias, islâmicas, hindus, etc., respeitabilíssimas e patriotas; quantos, no Oriente não falam a língua de Camões e se sentem tão ou mais Portugueses do que eu?
    Os nossos emigrantes são verdadeiros heróis. Abandonar a Pátria nos anos 60, 70, ou na actualidade, constitui uma odisseia memorável digna das mais douradas páginas da nossa história! Os nossos imigrantes tem ajudado com o seu trabalho Portugal! Merecem idêntico louvor e admiração da nossa parte!

    Como disse um grande Português: «O destino não é que Portugal mande no Mundo; é que o Mundo se torne num imenso Portugal!»

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  36. Desconhecida's avatar
    Impresário permalink
    9 Julho, 2009 00:38

    Em rigoroso exclusivo apresentamos o nosso projecto salvífico para resolver as angústias dos portugueses: vamos clonar o Ronaldo! Numa jointventure com os emigrantes na África do Sul e Venezuela, sob a direcção do biólogo residente do Blasfémias e com o know how da agora desempregada equipa que se dedicava à causa de branquear a imagem do rei da pop, vamos oferecer ao país a primeira empresa de clonagem de futebolistas de elite. Serão introduzidos no mercado ao preço promocional de 93 milhões de euros a unidade. O modelo 2.0 tem um software melhorado que vai ao encontro das objecções levantadas pela menina Paris.

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  37. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    9 Julho, 2009 00:39

    “O país só será completo com os seus emigrantes” é um mandamento de Moisés? Um dogma? um desejo pio?

    O país com a gente que tem já anda bem mal, que faria com mais 4 milhões de emigrantes que quase deixaram de falar português a completá-lo?

    De resto a segunda geração depressa se esquece da sua lusa essência e a terceira está completamente integrada no país que lhes acolheu a força laboral.

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  38. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    9 Julho, 2009 00:48

    As dinâmicas criam-se, se um país é organizado, tem um bom índice de desenvolvimento humano, tem universidades prestigiadas, tem empresas sustentáveis e criadoras de riqueza,
    tem uma justiça efectiva e uma sociedade que valoriza o mérito e permite a mutação social, então o seu índice de emigração não será importante e muitos dos que emigraram se não regressarem aceitarão de bom grado que os seus filhos regressem. E os cidadãos têm orgulho no seu país.
    Se o país persistir em não ter justiça, se a sociedade continuar a viver de esquemas se o mérito só contar pontualmente em muitas empresas veja-se como pela PT passaram tantos filhos de ex-governantes, já para não falar do que se passa no estado, então muitas pessoas com competências úteis a Portugal contribuirão noutras latitudes para o desenvolvimento de outras nações. A continuar assim escutaremos Português com sotaque do Brasil no centro de Lisboa e português com sotaque de Portugal no Luxemburgo, Suíça, Newark…
    Quanto ao serviço prestados pelos consulados apenas devemos reiterar a má imagem.

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  39. Desconhecida's avatar
    Tolstoi permalink
    9 Julho, 2009 00:50

    digo serviço prestado

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  40. Desconhecida's avatar
    Zarolho permalink
    9 Julho, 2009 01:26

    Não foi entregue qualquer cheque; houve sim um patrocínio por parte da EDP, ou seja, material desportivo onde a mesma empresa fez o pagamento à fábrica, mas não chegaram a entar valores na tesouraria do nosso clube», garantiu Hélder Vairinhos à TSF.

    No entanto, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, revelou sexta-feira à noite na SIC que «a 14 de Fevereiro, o gabinete do ministro da Economia anunciou que o ministro tinha sido convidado pelo Aljustrelense para ser homenageado num jogo de futebol devido ao seu papel na questão da mina das Pirites».

    Bernardino Soares acrescentou que «nesse jogo, no intervalo, o então ministro Manuel Pinho, assumindo a condição de cidadão, entregou ao clube um cheque de cinco mil euros da EDP».

    Já esta tarde, ouvido pela TSF, o deputado comunista eleito por Beja, José Soeiro, lembrou que em causa está o facto de «um ministro utilizar o cargo e uma empresa que tutela para procurar contrapartidas da EDP».

    Fonte: TSF

    E credivel não é?

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  41. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 10:02

    36.Kolchak disse
    9 Julho, 2009 às 12:30 am
    Absolutamente de acordo.
    Ser Português é, sobretudo, um Sentimento de Pertença.

    Ora uma teoria nova… vai lá dizer isso aos gajos da Cova da Moura , de Santa Filomena e dos n! bairros sociais que pagamos para alojar esses “portugueses de pertença” que ainda há pocos anos rejeitaram pela a gueera essa “pertença”…e que bem vistas as coisas a estão a continuar aqui.Enfraquecendo a juventude indígena com vendas de droga e pelo “arrasto” sem limites…
    Quem assim pensa é só traidor…ao seu próprio povo!

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  42. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 10:05

    O que a Lusitanea esta a querer dizer e que nenhum habitante de um povo que rejeitou a colonizacao pode procurar melhor vida no pais que o colonizou?

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  43. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 10:10

    Os imbecis esquecem que ser Português pressupõe um povo, uma cultura e em especial um santuário, o “rectângulo”.A continuarem as importações nacionalizações por nossa conta e caridosas, as misturas, as invasões pacíficas, o respeito pela kultura dos outros Portugal desaparece nas brumas da história…
    Além de imbecis entrarão na história como traidores…

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  44. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 10:13

    Portugal ja acabou, minha cara(o). Voce e que ainda nao reparou.

    Eu admiro-me como voce consegue expressar sentimentos nacionalistas quando pertence a uma povo em que 1 em cada 3 dos seus habitantes se encontra fora do seu “rectangulo” sagrado…

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  45. CAA's avatar
    9 Julho, 2009 10:38

    Há uns anos, ouvi de um antigo governante que estava a tentar levar para Caracas uma exposição cultural portuguesa mas sofria enormes resistências por parte da embaixada lusa.

    “Que não valia a pena, os portugueses na Venezuela só queriam folclore, nada de cultura, etc…”

    Lá se fez a exposição: sempre lotada, um êxito inconcebível, com as associações portuguesas a pedirem mais.

    Os únicos que faltaram foram os aristocratas da embaixada…

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  46. Desconhecida's avatar
    jupiter permalink
    9 Julho, 2009 10:46

    Claro que na prática o sítio já foi estilhaçado, nem o paulo pedroso o salva, se bem que ele se prepara para isso pelo que se pode ver na comunicação social. O clã que o apoia já riscou o inginheiro e prepara-se com afã para um lançamento à medida. Na casa dos aventais o desplante não tem limites.

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  47. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Julho, 2009 10:53

    ctt/coimbra, é que está a dar. não há poste sobre 5 milhões num dia.

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  48. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 11:16

    45.Carlos Cidrais disse
    9 Julho, 2009 às 10:13 am
    Portugal ja acabou, minha cara(o). Voce e que ainda nao reparou.

    Portugal não acabou não senhor.O que pode acontecer em breve é os verdadeiros Portugueses acabarem com os traidores que o querem fazer.Repondo Portugal no normal caminho da sua história.Colocando uma pedra sobre a africanização e internacionalismo traidor que tanto descoloniza como coloniza e com a propaganda e os propagandistas a viverem dos rendimentos da sua traição.Com a servidão dos Portugueses garantida…
    Não mudem de agulha e vais ver…

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  49. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 11:26

    A servidao dos portugueses e efectiva. Voce hoje em dia vive numa cultura manufacturada e importada.
    Ainda esta com delirios de que a cultura portuguesa e unica e independente de todas as demais? Tente dizer isso a qualquer adolescente ( se lhe conseguir arrancar o ipod das orelhas ) ou desligar a televisao na qual o entretenimento estrangeiro e constantemente servido e da qual o portugues e mera imitacao.
    A politica ( ou melhor, as politicas tambem ). Sempre que um tema, uma tecnologia, uma forma de estar se torna actual num pais do pelotao da frente economico, Portugal como um fiel aprendiz segue atras e procura importar. Muitas vezes nao se da sequer ao trabalho de adaptar.
    Com uma realidade destas, com fronteiras abertas na UE, com uma populacao envelhecida e incapaz de se reproduzir voce pensa que Portugal ( ou qualquer pais europeu de facto ) tem alguma solucao senao continuar a tolerar o que ja acontece? Pense outra vez.
    Mas sabe, para reflexoes mais profundas, aconselho /lhe a leitura do livro ” A morte de Portugal ” de Miguel Real (http://loja.campo-letras.pt/prod_details.php?categid=94&productid=1419).
    Pode ser que encontre la alguns dados que o levem a reflectir. E quem sabe mude essa forma de pensar, ja que se encontra totalmente desenquadrado dos tempos que correm. Para o bem e para o mal.

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  50. Desconhecida's avatar
    Amigo do Escrivá permalink
    9 Julho, 2009 11:30

    46 #

    Em 1980 e qualquer coisa, foi feita uma esposição em Caracas que meteu reliquias em peças de ouro, entre nuitas obras, para portugues vêr

    Como calcula, a insegurança/segurança na Venezuela, era de metralhadora para cima, coisa que não estavamos habituados.

    Da parte da Securitas, teve uma equipa civil, deixando para o “tiroteio”, ás forças policiais da Venezuela.

    Foi no tempo do Pr. Eanes e se não estou em erro, da parte das nossas entidades, quem comandou a parte militar foi o Mj. Aviador, Neto Portugal, seu cunhado.

    Portanto, pergunte ao seu amigo, se não esta a fazer confusão.

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  51. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 11:43

    50.Carlos Cidrais disse
    9 Julho, 2009 às 11:26 am
    A servidao dos portugueses e efectiva.

    Concordo.Planesda e executada pelo internacionalismo traidor formado pelos interesses da ex-URSS, China, Cuba,etc que levaram à “entrega” do império sem sequer garantir os bens dos Portugueses residentes, todos expulsos.
    Agora o que justifica as leis traidoras que aqui se fizeram e que não existem em mais nenhum país, nomeadamente de “nacionalidade” que re-nacionaliza até os ex-guerrilheiros que fizeram a guerra para nos correr se África?Nacionalizações essas às centenas de milhar, sem serem necessárias à economia, para depois andarem a “arrastar” o país inteiro, a importar e vender droga como atesta um dos mais elevados de drogados “indígenas” da Europa?
    Quanto é que custam meio milhão de africanos em que só uns pouquinhos trabalham de facto?
    Ou acabam com isso ou com o estado social assistencialista que é o mel que atrai tanta mosca…

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  52. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 11:53

    Por algum motivo agora os barcos de ilegais vêm para a Europa cheios de “jovens”.É que em Portugal as escolas matriculam-nos em qualquer altura do ano, sem fazer perguntas por não serem SEF.Mas dão-lhes logo livros, refeições, saúde, aulas extras, etc para daí a uns 6 anos serem “portugueses” mesmo que pelo meio apanhem 3 de prisão.E a malta é agradecida.Começam logo na escola a promover a “divisão” do que lá existe…
    Nalgumas escolas são cerca de 25%…
    Se isto não é uma política traidora…

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  53. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 11:53

    Penso que estamos a reconhecer o mesmo fenomeno, mas a retirar conclusoes opostas:
    O internacionalismo traidor nao e o dos interesses da ex-URSS, China, Cuba, mas da America, que estendeu a sua influencia na Europa a partir do final da segunda guerra, e so chegou a Portugal em 1975. E que hoje em dia fabrica, quer directamente, quer atrves dos seus entrepostos, a cultura que e ai consumida.
    Ja discordo da analise da “nacionalidade” por tresandar a racismo, no qual nao alinho. E voce, sendo parte de um povo, na qual reitero 1 em cada 3 dos seus habitantes vive fora do territorio nacional, tambem deveria discordar por principio.
    Estou fartinho de ouvir ca isso em Londres, dito a proposito dos ex-residentes da commonwealth ( Nacoes africanas, India e Paquistao ), e desgosta-me profundamente.
    E reduzir a vida de milhares e milhares de pessoas a um chavao facil, basico e muitas vezes, sem qualquer fundamento, e algo que igualmente me entristece profundamente.
    Sou emigrante e tenho consciencia do quanto eu trabaho, e do quao pouco muitos ingleses trabalham. E se um dia lhes passar pela cabeca fazer o mesmo que voce propoe, o que sera feito de mim? Volto para o meu “rectangulo” para ser alegremente escravo dos entrepostos da nacao que na altura liderar o mundo ( seja o EUA ou a China )? Nao obrigado….

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  54. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 12:09

    Você não é emigrante verdadeiro.Trabalha na UE com direitos reconhecidos por tratados.Aí nada a dizer embora se me afigure que os figurões que acordaram a adesão a tivessem feito no estilo da entrega do império.
    A maior parte da população mercê das acções de propaganda da central de informação internacionalista não se apercebe da colossal colonização a que se encontra sujeita.não por necessidade da economia, mas por puro internacionalismo traidor.Aderiram à europa mas conduzem-nos para áfrica…que todos esperavam ter sido um capítulo passado da nossa história…
    E isto não tem conotações racistas.Cada povo tem direitos ileanáveis.Aliás com base nos quais fomos expulsos.Donde é legítimo não nos deixarmos invadir ainda por cima com pesados tributos em impostos…
    repito quem faz isto desta maneira derrubando a nossa cultura e quebrando a coesão da nossa população é pura e simplesmente traidor.E julgo que ainda vou ver o castigo…

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  55. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 12:27

    Caro, os tratados fazem-se e desfazem-se. O que e hoje pode nao ser daqui a 5, 10, 15 anos. Tudo depende ( como sempre dependeu ) de interesses que em muito nos ultrapassam e perante os quais somos perfeitamente impotentes.
    Mas ja agora, explique-me que estou fascinado…os seus herois pessoais, os tais lava-pratos de Paris, emigraram a luz de que tratados?
    Ja agora, o Reino Unido e o pais da europa aonde entram mais emigrantes ilegais ( e legais ). Que tambem tem direito a habitacao social, subsidios, e sao responsaveis pelo trafico de droga ( essa so pode ser para rir – no maximo serao intermediarios de baixo nivel nas organizacoes, que novamente, sao comandadas por interesses que em muito nos ultrapassam ). Acha que isso contribui de alguma forma para a ruina do pais?
    Pelo contrario, a maior prosperidade esta associada aos maiores fluxos de emigracao. Eu dir-lhe ia para ler estudos de historia economica, mas algo me diz que voce descontaria o que lesse como propaganda…

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  56. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    9 Julho, 2009 12:56

    As linhas finais do artigo dão uma letra de fado.

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  57. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 12:58

    Você é um verdadeiro artista.Com a cabeçinha devidamente formatada em “politicamente correcto”.
    Para já o UK está quase tão falido como Portugal, salvando-o o pitrol e a indústria que têm mas que não dá para tanto internacionalismo.Os partidos de direita aí estão a reclamar british jobs for british people(e de certeza que não serão paquis, jamaicanos e afins…)
    Para derrubar o país do “orgulhosamente sós” todos ajudaram.A França(na altura com um PC forte), os Eua aliados factuais da URSS , China e Cuba.A cobardia que levou a fugir a malta jovem para irem lavar os pratos em Paris era tão bem tratada nos bidonvilles que regressaram quase todos na primeira oportunidade…só recentemente é que os portugueses puderam ter casas sociais que aliás dividem com árabes e demais africanos nos suburbios de S,Dinis e outros…
    Mas diga-me lá qual o grau de confiança que fazem os países da UE nos papéis dos africanos para reuniões familiares, casamentos, etc.Se não andam a requerer exames de ADN, se não estabelecem números de expulsões de ilegais e se algum dá a nacionalidade a quem , em turismo lá vá parir…
    Os Portugueses não um bocado mansos mas quando “rebentam” vai tudo à frente… e sem controlo.
    Basta um rastilho.Estão criadas as condições aqui para haver mais umas matanças ao estilo de 1961 em Luanda.É que o tudo igual, tudo diferente não funciona na prática.Os guetos étnicos são aos montes(muitos deles em moderníssimos bairros sociais e alguns muito bem localizados) pelo que basta o saco estar cheio e haver um infausto acontecimento…
    Isto quer dizer que afinal “portugueses hà muitos” mas coesão nacional nenhuma…é aquilo que eu chamo o dois(povos) em um(país) vivendo em compartimentos estanques ainda por cima com as “invejas” das “discriminações positivas”… aguarde pelo acentuar da crise e vai ver do bonito…

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  58. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 13:06

    Tem razao, sou artista, e a minha profissao. Dai o meu interesse em acrescentar umas nuances ao seu retrato a preto e branco.
    Quem proferiu a frase british jobs for british workers foi gordon brown, actual primeiro ministro e actual lider do partido trabalhista. Classificar o Labour como partido de direita so pode ser para rir, mas suponho que possa fazer tanto sentido quanto defender o nacionalismo. Ja que as ideologias, para o caso de nao ter reparado, ja passaram de prazo.
    Quem propoe a expulsao de todos os nao indigenas e o BNP ( isto nao inclui apenas paquis, jamaicanos, mas tambem portugueses, italianos, franceses….enfim…todos os que nao se encaixem na definicao ( inventada ) de indigena.
    O tudo igual, tudo diferente, tem funcionado ao longo da historia. Talvez os factos nao caibam num chavao tao apelativo quanto os seus, mas ainda hoje a nacao mais poderosa do mundo ( por enquanto os EUA ) e constituida exclusivamente por emigrantes. Ha inumeros outros exemplos…

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  59. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 13:13

    O meu retrato não é a preto e branco pois que por exemplo os chineses são amarelos.E Portugal em hora extraordinária saiu da China mas deixou todos os Macaenses portugueses.Daqueles cujo estado de alma é de “pertença” ao portuguesismo…
    Lá poetas temos e em abundância.Vamos vendo como vamos empobrecendo cada vez mais sob a sua batuta.Sempre a “avançar” mas já sem tropas atrás…
    Vai ser lindo vai.A reconquista quero eu dizer…

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  60. Rafael Gagliardini Graça's avatar
    Rafael Gagliardini Graça permalink
    9 Julho, 2009 14:38

    Grande verdade. Portugal é um grande povo. E somos, por isso, um grande País. Maior, até, do que os nossos governantes… É verdade que, às vezes, apanhamos desilusões (como no último referendo), mas ainda assim… Somos um grande País.

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  61. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    9 Julho, 2009 15:37

    Um grande país define~se pela sua cultura antes do mais. Não parece que Portugal, para além de declarações de intenção, seja lá muito grande. Nem que o povo, maioritariamente à beira da iliteracia,seja um grande povo.
    Que tem bom coração e faz uns versitos? E adere em massa a um jogo inventado pelos homens com cara de cavalo, não há dúvida.
    Camôes em 1500, ao regressar da Índia já tinha percebido que Portugal morreu por essa altura.

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  62. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 15:57

    61.O puto novo no bairro disse
    9 Julho, 2009 às 3:37 pm

    Não seja tão pessimista.Em 1808 a corte estava no Brasil, o rei tinha dado ordens para não haver resistência.Os franceses foram recebidos por altos dignatários mas já em 1814 sem isso tudo não havia franceses e os traidores baloiçavam nos pelourinhos.É só começar…

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  63. Desconhecida's avatar
    Paulo Morais permalink
    9 Julho, 2009 17:01

    #56
    Obrigado. E quem faz a música?

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  64. LUSITÂNEA's avatar
    LUSITÂNEA permalink
    9 Julho, 2009 18:09

    Ainda agora deu na TV:O “português” que tinha sido condenado a prisão perpétua por ter morto a namorada foi “descondenado” por falta de provas…
    Em qualquer dos casos como alguém já aqui disse depois da “nacionalização” o pessoal tem que partir… mas “português” vai baixar de cotação…

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  65. Carlos Cidrais's avatar
    9 Julho, 2009 18:14

    Lusitanea:
    O portugues tipico de Londres ( areas de stockwell e brixton – o chamado guetto portugues aonde um terco da populacao e lusa ) e encarado como traficante de droga para baixo. Desde os anos 70…
    So a nova geracao de imigrantes qualificados (licenciados e mestrados ), que agora chega em massa comeca a mudar esta pessima imagem.

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  66. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    9 Julho, 2009 19:18

    # 34

    Bom posto. São os medíocres com talento que erguem essas muralhas à sua roda.

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  67. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Julho, 2009 19:22

    #63 – óbviamente, o pacheco.

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  68. Desconhecida's avatar
    O puto novo no bairro permalink
    9 Julho, 2009 19:23

    # 62 LUsitânea

    Mas não há dúvida que Camoens traçou o diagnóstico preciso do carácter português: “austera, vil e apagada tristeza.”
    Fernado pessoa o mais lúcido fala do caso mental português: provincianismo.

    Duas formas de morte da inteligência- quanto aos franceses podem ter ficado a balançar nas forcas, mas desde as invasões francesas, a menorização global deste país agravou-se.

    Os bons tempos tugas IMO foram desde Viriato (sem dúvida) até ao regreso de Camoens. Depois é decadência contínua. E os dia de hoje são Decadência Agravada.

    Os hindus falam da Kali Yuga. Portugal é hoje lider mundial em decadência.

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