Questão (im)pertinente
3 Agosto, 2009
Porque será que quando um político (e especialmente um autarca) é condenado, a populaça rejubila e quando é absolvido vocifera?
58 comentários
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Porque será que quando um político (e especialmente um autarca) é condenado, a populaça rejubila e quando é absolvido vocifera?
Devia de haver um crime de Inacção e Panhonhice e o Fernando Seara, presidente da camara de Sintra, devia ser condenado por ele, com pagamento de indmenização aos municipes de Sintra.
O Isaltino pode ser muita coisa, mas como autarca foi excelente e o Concelho de Oeiras comprova-o.
Quanto a Sintra, eu acho que o PSD devia de ter vergonha por apresentar um sujeito que parou o concelho completamente, fê-lo cair no ranking de todos os indices, e que o deixou à beira de perder a classificação de Património Mundial.
A continuação de Fernando Seara como candidato a presidente da camara de Sintra, demonstra bem o Desprezo e o Desrespeito do PSD pelos quase 500 mil cidadãos que vivem no concelho de Sintra.
Escolher um candidato pelo mediatismo dele e por andar a mostrar a fronha em programas de codrelhice futeboleira nas TVs mostra o nivel zero a que chegou a politiquice e a ditadura dos partidos neste país.
Os partidos impõem um candidato às pessoas, sem que ele tenha de mostrar projecto, escolhido à revelia das pessoas.
O PSD devia de ter vergonha de ter Fernando Seara como candidato para governar o 2º maior concelho do país !
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E eu sou Benfiquista, tanto ou mais que esse panhonhas !
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…Porque um rebuçado é um rebuçado é um rebuçado.
Nestes conturbados tempos politico-partidários e sociais, a populaça e os portugueses-NADA, excitam-se com rebuçados ‘made in Felgueiras’, e ‘made in Isaltino’.
Este antro entre o Atlântico e a Europa é uma doçura…
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FSeara nunca conseguirá permanecer na plateia. Tem sempre que exibir-se no palco.
E é um autêntico ovo: deixa-se comer cozido, estrelado ou cru, desde que em troca lhe deem algo — viu-se, mais uma vez, ao aceitar ser mandatário do LFVieira nestas recentes e fraudulentas eleições.
Falhou-lhe ‘o pé'(estória de finais de Abril) para avançar como candidato e…entregou-se ao Vieira. O camarote presidencial do SLBenfica tem ‘mel’… Ser-se ‘qualquer coisa’ na esfera directiva do Clube dá votos…
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O pior será quando a ‘teta’ do Clube secar, porque o ‘leite’ não chega para tantos oportunistas…
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Eu não sei se sou populaça, mas rejubilo quando um ladrão é preso.
Se é político e autarca, tanto faz.
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As “impertinências” de alguns juízes «fora do sistema» ainda hão-de levar mais alguns à situação do Isaltino. Nomeadamente, os novos banqueiros do (psd), incluindo, Loureiro e… Só precisamos de ter paciência e esperar que mais juízes “impertinentes” apareçam por aí. A justiça tarda, mas vai aparecendo.
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Eu pensava que a populaça é que punha esta malta nas câmaras municipais…
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Questão pertinente: Já se percebeu porque a líder do PSD não quer ouvir falar de candidaturas dos acusados de corrupção e outros crimes graves: pretende incluir na lista de Lisboa António Preto…conhecido por ser o homem da mala… e do falso braço quebrado…
Enfim, MFL abriu o saco de gatos…
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Felgueiras-1 ; Oeiras-0 … agora já acredito na vitória da socratal figura… senão, a coisa é capaz de vira ser engraçada ( amenos q haja algum broco central)…
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Se calhar, meu amigo, porque condenar um autarca corrupto é mais raro que aparecer o cometa Halley.
Mas não se preocupe, Vossa Senhoria, se está a pensar seguir a carreira do Dr Isaltino, que nada, rigorosamente, nada, lhe irá suceder. O indivíduo irá interpôr recurso e, com um pouco de sorte lá para 2020 estará o caso no Supremo (e será absolvido). Entretanto será reeleito mais umas quantas vezes, ganhará uma reforma de luxo e sairá de cena, pacatamente, para o Brasil, seguindo conselhos da Fatinha Felgueiras. A justiça cá da aldeia é bestial. Uma gajo rouba uma carteira vai para o Linhó aprender a chutar heroína em condições em dois segundos e meio e quem rouba milhões escorrega por todas as excepções, meandros e baixios da lei até à chegada da Nossa Srª da Prescrição.
Talvez a corja a que pertencemos rejubile porque são destas notícias que dão aos incautos alguma (vã!) esperança no nosso sistema judicial.
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Porque não há logica entre a populaça emotiva e irracional.
#10
“Felgueiras-1 ; Oeiras-0”
Fatima Felgueiras foi condenada e absolvida após apresentar recurso. Isaltino Vai apresentar recurso. Adivinha-se o empate.
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E que tal se for um ministro, ex-ministro ou mesmo …
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Público online:
03.08.2009 – 22h52 Nuno Simas
A distrital de Lisboa e a direcção de Manuela Ferreira Leite entraram em ruptura. Tudo por causa das listas de deputados e da proposta da líder de incluir António Preto e Helena Lopes da Costa, deputados e arguidos em processos, na lista de Lisboa.
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Olá,
Visitem o blogue de crónicas humorísticas sobre a actualidade que mais sucesso tem feito na blogosfera e arredores, o Interjeições.
Abraço.
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Seja inocente ou culpado
Sentir-se-á certamente injustiçado
Por ser o único culpado
No meio de tanto camafeu julgado
Que foi absolvido, porque nada foi provado
Mas que se lixe o sentimento,
dessa alma que deve sentir
o amargo sabor do arrependimento.
Do que fez errado.
Porque mesmo que fosse legal!
Foi mal feito.
Senão o camafeu não ia dentro.
Ganha o país com o exemplo,
passa o pequeno corrupto a não dormir sossegado.
Se um ser tão mediático é condenado
o melhor é passar a ter mais cuidado.
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Talvez porque a maioria dos políticos faça uso dessa condição em beneficio próprio, ao invés de o fazer para os propósitos para que são eleitos. Infelizmente a cena politica portuguesa está cheia de Isaltinos de Morais.
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A populaça, como diz, discute a justiça em torno da mesa do café como se fosse as últimas do futebol e das telenovelas. Foi a Joana, a Maddie, o Apito Dourado, etc… Toda a gente tem o seu favorito e a sua teoria de quem fez o quê. Os políticos têm a vantagem de serem facilmente identificáveis como os causadores de todos os nossos males, uns maus da fita perfeitos. Daí que se rejubile ou vocifere com relativa facilidade. O problema está no facto de todos os envolvidos na justiça serem arrastados pelo lamaçal: juízes, arguidos, suspeitos, advogados, testemunhas, polícias, etc. Isto leva sempre à suspeita: será que se fez justiça? Seguem-se cenas do próximo capítulo.
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Talvez porque na maior parte dos casos os politicos, ou autarcas, como queira, conseguem escapar impunes. Tenho para mim…
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Porque é tão raro alguém neste país ser condenado por um crime de colarinho branco que quando acontece é porque de certeza que é culpado de muito mais do que aquilo porque foi condenado. Tem de ser mesmo grande vigarista para ser condenado. Por outro lado, quando não é condenado, existe o sentimento de que os vigaristas são tantos que em algum lado devem de estar, se não é aquele serão outros que nunca chegaram a ser acusados.
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Socrates não entregou a declaração de rendimentos dos anos 1999, 2000 e 2001 e era ministro do Ambiente. A lei dá 60 dias para se apresentar as referidas declarações e Sócrates só as apresentou em Março passado, 8 anos DEPOIS. Se fosse um cidadão comum já estava com as contas congeladas e os bens confiscados… A lei só se aplica a alguns, os outros estão acima da lei como se vê.
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Porque é tão raro um político (autarca ou não) ser condenado que, se o foi houve de certeza razão muito forte para isso. Por isso o povo rejubila.
Se for absolvido, fica sempre a dúvida. O mais certo é ter influências importantes. Por isso o povo vocifera.
Tão simples como isso.
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O termo “populaça”, a rejubilar ou vociferar em relação aos políticos, clarifica qualquer comentário. Na minha opinião como membro da populaça, como é óbvio.
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Caralho, LR, a populaça são os gajos que de transportes públicos?
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Em Portugal a populaça rejubila pouco ou nada. Quando um político é condenado quem rejubila são os advogados que assim garantem recursos para uma data de anos, até que a populaça, por fim, vocifera.
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Isabel Coutinho,
“Porque é tão raro um político (autarca ou não) ser condenado que, se o foi houve de certeza razão muito forte para isso. Por isso o povo rejubila.
Se for absolvido, fica sempre a dúvida. O mais certo é ter influências importantes. Por isso o povo vocifera.
Tão simples como isso.”
Portanto, na sua óptica e se bem entendo, quando a justiça condena um político acerta, quando o absolve falha?
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7 anos? Violou ou matou alguém?
A pena parece um tanto exagerada.
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a populaça são sempre os outros……………
atrevo-me a pensar (também como populaça) que já não existem espelhos em Portugal onde as pessoas possam ver o seu reflexo.
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A pena parece exagerada visto a indemnização ao estado ser de 463 mil euro. Vai 7 anos preso por roubar 463 000 euros?
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Foram só 463000 euros?!?
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“cidadão comum já estava com as contas congeladas e os bens confiscados…”
Não. Entrega a declaração e paga uma multa.
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Se 463000 é pouco (onde é que foram arranjar o 463), quanto é que se pode roubar para ter sete anos?
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O Povo rejubila com condenações, porque está farto do «Pão e Circo!» que lhe é dado.
Precisa o Povo de outra coisa muito importante em política: «Sangue!»
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“Se 463000 é pouco (onde é que foram arranjar o 463), quanto é que se pode roubar para ter sete anos?”
Pensava que ele tinha desviado e roubado mais dinheiro do que isso. Preferia que ele devolvesse tudo com juros do que ficar preso ou não ficar preso, isso é irrelevante para mim.
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Vamos a ver se a populaça rejubila ou não depois do resultado das eleições.
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A “populaça” aqui assim designada parece ser um animal indistinto, superlativamente emotivo, sedento de sangue real ou metafórico, e dado a vinganças curtas e ruidosas.
É uma figura de sociologia de café que se segue a plebe e povo, mas ainda tem conexões muito fortes com a plebe, por definição ignara, estúpida e pouco refinada e o povo, por definição simplório, ingénuo, carne para todos os canhões.
Mas todos três plebe, povo e populaça são sujeitos passivos da história. Não a fazem. Não a decidem. Apenas a ratificam ou a condenam e nessa medida tem o papel de um coro grego subalternizado.
Assim porque esperar algo de inovador, da “populaça”. É ela que em parte fornece a parte de leão das plebes audio-visuais que são quem os políticos finge que decidem e para quem eles, na aparência, governam.
Quanto às decisões dos tribunais, dado o hiper-legalismo da Justiça portuguesa,são ténues, não acabam por ser normativas e éticas – como o deviam – e o oceano dos recursos para quem tem dinheiro para advogados alimenta ad eternum o complexo hamletiano que parece ser central na vida portuguesa: a incapacidade de decisão.
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Por exemplo, em vez de ser preso devia era perder as regalias e reformas de todo o periodo em que foi autarca. Afinal ele roubou enquanto andou a ser pago pelo estado.
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E é muito bom e saudável que isso aconteça, sinal que o sentido de justiça não se perdeu. E que a “populaça” não está de olhos fechados, apenas observa calada o que se passa à sua volta por se sentir impotente, não só para dar a volta a isto (a justiça é cara e ineficaz), mas até para denunciar a corrupção que já nem se esconde, tal o estado a que as coisas chegaram.
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Zeca,
Ver p.f. comentário #26.
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Não sabe? É facil, é porque pessoas respeitaveis que escrevem em jornais e blogs ajudam a fazer o julgamento popular. Tudo o que os tribunais venham a deliberar já não conta para o caso.
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Vocês não sabem mesmo o que é “populaça” ?
Liguem a RTP1 e a SIC, de segunda a sábado, pelas manhãs até às 13H00, e encontram-na lá: mandando beijinhos para a família ou para o cão, dançando música pimba com os cantantes e apresentadores, vitoriando e aplaudindo (a pedido de sinalética) tudo (“um garande aplauso !”) o que lhes é pedido, afirmando que ‘esta terra’ é a mais linda do mundo, etc, etc.
Sem massa crítica. Pouco discernimento. Cultura rasca.
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Vocês não sabem mesmo o que é “populaça” ?
Liguem a RTP1 e a SIC e TVI, leiam as VIP as Caras e as oLÁS, de segunda a sábado, e encontram-na lá: Em festas insonsas,mandando beijinho no ar, de copo na mão, dando sorrisinhos falsos (à procura da câmara, afirmando que já foram ao Brasil, Angola e Moçambique ou outro destino da “moda”, etc, etc.
Sem massa crítica. Pouco discernimento. Cultura rasca.
Esta é a nata da populaça, pouco difere da outra, excepto que tem tem/finge ter mais dinheiro.
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Goodfeeling
Também, também essa gentinha e gentalha “famosa”…
E que tal se os contribuintes fiscais (obviamente eu incluído) questionassem o Ministério das Finanças sobre as cobranças de impostos a essa gentinha e gentalha, alguma dela “relações públicas” de discotecas, pubs, mais os “agentes” dos “famosos” que os levam a festas, eventos, etc, etc ?
E os chulos ?!!, mais os que levam “famosos” a certos estádios antes dos jogos para entreter a “populaça”…–quanto pagam às finanças sobre o que cobram ?
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LR,
“Portanto, na sua óptica e se bem entendo, quando a justiça condena um político acerta, quando o absolve falha?”
Não é propriamente a Justiça, mas as pressões a que esta está sujeita. Infelizmente.
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Isabel Coutinho,
“Não é propriamente a Justiça, mas as pressões a que esta está sujeita. Infelizmente.”
Irrelevante. Até porque não consegue fundamentar essa sua afirmação, nem sabe se as pressões, a existirem, são só de um lado ou de ambos. O que eu contesto é o seu critério – e o de muitas pessoas – para avaliarem um determinado veredicto: correcto se for condenação, errado se for absolvição. Mal de todos nós se a justiça se pautasse por crenças e critérios de natureza emocional.
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Pergunta de resposta fácil caro LR…
Porque é tão raro, mas tão raro isso acontecer, que dá a inevitável sensação ilusória ao Zé Povinho, de que existe Justiça em Portugal, que é igualitária e não favorece os ricos e poderosos…
Claro que isto em período de campanha eleitoral é coisa linda… Aposto que no recurso fica tudo na mesma, até porque já passaram as eleições!!!
Atirar areia para os olhos, mas de quem não tenha óculos…ahahahaha!!!!
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Quando digo “no recurso, fica tudo na mesma”, refiro-me claro, ao facto de Isaltino Morais sair inocente em liberdade…
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O que é que diz o acordão? Isso é o que as pessoas que querem emitir opinião devem fazer primeiro.
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NO SEGUIMENTO da pesada condenação que sofreu, Isaltino de Morais disse o que já se esperava que dissesse: tenciona recandidatar-se, e ‘o povo o julgará’ (e absolverá, presume…).
Na verdade, essa ideia de que os resultados de uma qualquer votação se sobrepõem aos obtidos em sede própria (neste caso, os tribunais) é uma conversa para atrasados mentais – mas tem feito o seu caminho, já tendo sido ouvida da boca de todos os eleitos a contas com a Justiça (nomeadamente autarcas) e até da de José Sócrates, a propósito do Freeport e da campanha negra…
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Mas, pensando melhor, até pode ser uma boa solução para outras situações desagradáveis.
Imagine-se, p. ex., que os dirigentes de um clube português com 6 milhões de adeptos, fartos dos maus resultados da sua equipa de futebol, resolviam lançar um grande referendo, pondo à votação do povo (que, como recordariam aos cépticos, é quem mais ordena…) quem deveria ser o campeão nacional.
Não era mal pensado, pois não?
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C. Medina Ribeiro a Democracia sem limites é tirânia, por ísso é que temos Repúblicas embora sejam demasiado Democráticas. Uma maioria pode votar, ou ser seduzida para votar para tirar recursos a uma minoria.
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Mas isto é uma pergunta ou assim uma espécie de adivinha?
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Nr. Carlos Medina Ribeiro,
Óptimo comentário.
Quanto aos actuais dirigentes (todos !!!) do SLBenfica, não cumpriram os Estatutos ao desrespeitarem os Sócios e candidatos opositores, pelo que não estranharei se propuserem algo irreal, surreal… Já faltou menos…
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LR
“Até porque não consegue fundamentar essa sua afirmação…”
Nem é preciso. Está à vista de toda a gente. A Justiça agarra-se cegamente aos “catrapázios”, mas os advogados dão-lhe a volta em dois tempos.
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-La corrupción municipal hunde la política portuguesa
El gran número de alcaldes condenados o procesados enturbia la campaña electoral
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http://www.elpais.com/articulo/internacional/corrupcion/municipal/hunde/politica/portuguesa/elpepuint/20090805elpepiint_7/Tes
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Agora a sério. Vamos lá tentar responder à pergunta/adivinha. Veja-a mais como tal. Sei lá porquê.
Digo isto PSD = Meireles
PS = Bettencourt
Isaltatino = noves fora nada?
É que há povos e povos. Sobre qual estamos a questionar? De um tipo Felgueiras ou de um tipo Oeiras? Os resultados mudam…
Mas ainda há um terceiro, mais geral, que farto de mentira/corrupção quer vingança. Está farto de um Eles (adoro esta palavra)com que enchem as bocas do mundo em comentários de rua. Mas, pergunto eu, quem são o eles? E é fantástico! Ninguém sabe ao certo quem são, o que fazem. Nem sequer sabem se faz sentido usar o pronome pessoal, terceira pessoa do singular!
Já obtive respostas como: “Eles? Ora não sabes quem são o Eles? que disparate. Eles são…?
Eu retenho uma ideia depois disto. O eles é quase tão óbvio como quem nos toca a porta e não sabendo nós quem é, questionamos sobre. E alguém responde “Sou eu” (alguém escreveu sobre esta gracinha do eu, mas confesso não me lembrar quem. Talvez Miguel Esteves Cardoso?)e nós ficamos descansados. Porque o eu que não diz coisa alguma, mas é familiar. Portanto abrimos a porta, mesmo continuando sem saber quem é o eu.
Logo o Eles, para tentar dar um significado, são todos aqueles que hipoteticamente actuam acima do Estado, mandam mais que ele, controlam-no de fora.
Um desabafo: adoro o Eles, é fantástica como palavra, a mais cómica que Portugal tem.
Um outro desabafo: se Isaltino Morais for mesmo considerado culpado vamos ter uma situação ridícula. O povo (de Oeiras que é diferente do de Felgueiras) vai votar num candidato que depois pode só ir preso. Não é rídicula a situação a que chegámos?
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E lá continuo eu a não rever, o que escrevo! É da pressa. Desculpem por isso.
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*terceira pessoa do plural
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Já há dias perguntei se era legal o Sr. fernando seara ao ser mandatário da campanha eleitora do presidente do benfica andar em campanha eleitoral sem ter interrompido o seu mandato como presidente da C M Sintra e se calhar nem de férias estava, porque nós sintrenses andamos a pagar os nossos impostos nas autarquias para o sr. presidente andar na boa vai ela a mostrar-se na televisão e a fazer a sua própria campanha eleitoral
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