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Debate

10 Setembro, 2009

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70 comentários leave one →
  1. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    10 Setembro, 2009 22:10

    Mentirosos. (Social)istas não baixam impostos, mexem umas coisas para fingir que sim.

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  2. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    10 Setembro, 2009 22:26

    Ferreira Leite saiu-se melhor deste debate do que dos anteriores. O que não deixa de ser interessante, tendo em conta que Portas é adversário mais complicado que o Jerónimo e o Louçã.

    Três pontos a favor de MFL:

    1) Quando Portas disse que seguia a receita de Merkel, Ferreira Leite lembrou-lhe que a Alemanha não tem a dívida pública, a dívida externa e o défice portugueses. Contra as críticas de ambiguidade, explicou também, de forma clara, que não promete baixar impostos, porque não sabe se isso é possível. Postura honesta que mostra que aprendeu com o falhanço do choque fiscal de Durão.

    2) Quando Portas tenta encostar o PSD ao PS, Ferreira Leite pergunta-lhe quais as diferenças entre o programa do PP e o do PSD. Boa ideia: Portas encavacado. Verifica-se que as diferenças são diminutas, o que demonstra que o PSD actual está muito mais próximo do PP do que do PS. Concordam nas medidas para as PME`s, na exigência na educação, no recurso subsidiário ao privado na Saúde para combater as listas de espera; discordam na baixa de impostos, onde o PP promete o que não sabe se pode cumprir e na segurança, onde Portas promete mais polícias.

    3) No tema da segurança, mais uma vez Ferreira Leite saiu-se um pouco melhor. Lembrou que votou contra na questão da “vacatio legis” do CPP (tempo de espera entre a publicação do código de processo penal e a sua entrada em vigor), enquanto que o PP se absteve. Já é a segunda vez que Portas é apanhado em falso nas reformas da justiça: na questão da prisão preventiva, Sócrates tinha-o embaraçado, agora foi MFL.

    Um ponto a favor de Portas:

    4) Na questão da Madeira, em que nitidamente o PSD e MFL têm dificuldades. O que Portas podia ter dito – para clarificar a sua posição – é que um mal não afasta outro mal. A falta de democracia na Madeira, não desculpa a falta da mesma no Continente. E vice-versa.

    Em resumo, Ferreira Leite, que se tinha saído mal nos anteriores debates, ganhou o debate que se adivinhava mais complicado. Foi mais agressiva, surpreendendo Portas que certamente esperaria mais diplomacia.

    Nota final para as gaffes de Ferreira Leite: ao que parece, o PSD tem um programa de apoio à delinquência juvenil.:)

    Toda a gente terá percebido que se tratou de um erro. Mas é destes erros que os adversários se alimentam.

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  3. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 22:26

    2.
    Esses dois, um que baixa os impostos e a outra que não sobe os impostos, são socialistas?
    Ou é ironia?

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  4. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    10 Setembro, 2009 22:32

    São socialistas porque são estatistas.

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  5. Desconhecida's avatar
    Rui Matos permalink
    10 Setembro, 2009 22:33

    “O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
    SIC, 10/09/2009

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  6. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 22:33

    Oops! O meu comentário anterior é para o 1.
    As minhas desculpas…

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  7. JoaoMiranda's avatar
    JoaoMiranda permalink*
    10 Setembro, 2009 22:33

    José Barros,

    MFL não promete baixar impostos mas promete baixar a TSU. É exactamente a mesma coisa.

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  8. portela menos 1's avatar
    portela menos 1 permalink
    10 Setembro, 2009 22:34

    ps-psd-cds … nos governos há mais de TRINTA (30) anos e o país está como está.

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  9. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    10 Setembro, 2009 22:36

    a velha é uma nódoa e o portas é macaco.

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  10. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 22:40

    7 João Miranda,

    Promete baixar a TSU das empresas (23,5% salvo erro).
    Quem me garante que não mantém ou sobe a taxa social dos empregados (actualmente nos 11%)? É que não estou a ver outra forma de manter os “rendimentos” da Segurança Social!

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  11. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 22:41

    9.

    Já se viu ao espelho?

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  12. Luis Melo's avatar
    10 Setembro, 2009 22:49

    O debate começou com Paulo Portas a demarcar-se do centrão tentando fidelizar votos à direita e ganhá-los ao centro-direita. Tenho dúvidas que seja bem sucedido, em relação ao eleitorado do PSD. No entanto Manuela Ferreira Leite também não terá sido muito bem sucedida quando, logo a seguir, apelou ao voto útil no PSD.

    Na questão das finanças e impostos Portas tentou novamente colar PSD e PS mas MFL ganhou pontos sendo verdadeira: “Não aumentarei impostos”… e realista: “Se puder baixarei impostos”.

    É um facto que as propostas do CDS são de fácil compreensão e caem bem à opinião pública, mas são de um partido que sabe que não será governo, e portanto não as terá de executar. Já as apostas do PSD são de mais dificil compreensão à população em geral, mas têm um alcance muito maior.

    Duas coisas em que estou de acordo com Portas: taxar as SCUT (essa ideia peregrina do PS de Guterres) e dar o RSI “em géneros”. Em França por exemplo, o estado oferece alojamento, ticket restaurant e ajudas para bens essenciais.

    Nessa questão MFL não poderia dizer outra coisa. Principalmente nesta altura de campanha eleitoral, e com o país a atravessar grave crise social. Segundo a líder do PSD o RSI é para manter nos actuais moldes.

    No final, pressionada pelo tema, MFL soltou-se… e saiu-se bem. Admitir gostar do estilo de AJJ seria mentir com todos os dentes. MFL foi extremamente clara ao dizer que têm estilos diferentes e que ela por vezes não aprecia o do líder Madeirense. Ganhou pontos com a verdade.

    O à vontade de MFL continuou e permitiu-lhe sair-se bem da questão dos média que envolveu MRS e MMG, sugerindo que Judite convidasse MMG para a RTP.

    Portas acabou “por cima” – mas à traição – com aquela alusão aos militantes PSD que consideraram o bloco central.

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  13. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    10 Setembro, 2009 22:53

    “Já se viu ao espelho?”

    não tenho tempo, sou táxista, perco muito tempo com retrovisores.

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  14. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    10 Setembro, 2009 22:57

    MFL não promete baixar impostos mas promete baixar a TSU. É exactamente a mesma coisa. – JM

    JM:

    Pelo que vi, a posição de princípio de Ferreira Leite foi a de que não poderia prometer uma baixa generalizada dos impostos, mas que o faria logo que pudesse por considerar que a carga fiscal actual é excessiva. A excepção é a da TSU, tendo em consideração que o emprego é a questão principal a resolver no imediato, segundo o PSD.

    Não creio que haja nenhuma contradição. Ou, pelo menos, seria necessário estar a rever o programa para perceber se a mesma existiu.

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  15. Alfacinha's avatar
    Alfacinha permalink
    10 Setembro, 2009 22:58

    #9
    Anónimo disse
    10 Setembro, 2009 às 10:36 pm
    .

    Quando você diz que a velha é uma nódoa e o portas é macaco, está a referir-se aos seus pais?

    Nuno

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  16. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    10 Setembro, 2009 23:03

    Vamos lá fazer o ponto da situação, seus tótós

    Com que então queriam depois da crise mundial que desabou por esse se mundo tudo ficasse na mesmsa ???

    Já sei o culpado foi o Sócrates

    Grandes santolas, aliás grandes lavagantes, aliás grandes lagostas ou tudo junto

    Alguém neste país deixou de as comer ????

    Que crise do……..caraças

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  17. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 23:11

    13.

    “Táxista”? Logo vi!

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  18. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    10 Setembro, 2009 23:13

    – Ó Ferreira Bate-malho!
    – Não está cá, foi pró ca.alho!

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  19. José Manuel Santos Ferreira's avatar
    José Manuel Santos Ferreira permalink
    10 Setembro, 2009 23:13

    O arquitecto incompetente é da minha opinião

    Quando é assim, que hei-de dizer ??????

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  20. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 23:13

    17.

    Vai você!
    Vote você!

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  21. Desconhecida's avatar
    10 Setembro, 2009 23:18

    MFL não prometeu baixar os impostos, mas afirmou que se tal medida for exequível irá pensar nisso! Mesmo assim pode não baixar! Esta senhora é um génio! Pode ser que desça o IRC de 42% para uns 30%! Ou isto será o IRS? Bolas…. A sra. já me baralhou! Viva a Política da Vergonha 09!

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  22. Desconhecida's avatar
    1-2-3 permalink
    10 Setembro, 2009 23:19

    19.

    A sua cretinice é gritante!
    É mais um xuxa que mama à nossa conta.

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  23. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    10 Setembro, 2009 23:25

    “2.
    Esses dois, um que baixa os impostos e a outra que não sobe os impostos, são socialistas?
    Ou é ironia?”

    Não é ironia. São Socialistas. Não existiu nunca um Governo PSD e ou CDS que baixasse os impostos. Aumentaram sempre o poder do Estado.

    Nestas eleições basta olhar para as contradições no que dizem.
    Depois podemos ir para a sua natureza Partidária bem definida pelo S de Social que cada um tem no nome. Nenhum deles tem o L de Liberdade.

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  24. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    10 Setembro, 2009 23:26

    1-2-3 respondi-lhe mas o texto deve está bloqueado no Blasfémias.

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  25. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Setembro, 2009 00:09

    a velha sugeriu que a judite empregasse a insuflável.

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  26. Lisboeta's avatar
    Lisboeta permalink
    11 Setembro, 2009 00:17

    A velha nunca mais se descose sobre a avaliação e o estatuto de carreira dos professores.

    Acabo de ouvir um idiota do PSD porto, um tal de Marco António, que é das coisas mais imbecis, verborrentas e demagogas da politica portuguesa, a desfiar um rosário de barbaridades sobre a forma como este Governo tratou essa classe corporativa de privilegiados, a maior parte deles sem formação, pelo menos moral.

    Gostaria de perguntar a esse cretino se ele sabe como é que eu, cidadão português, trabalhador português por conta de outrém ( que não o Estado) me sinto de cada vez que ouço essa gentalha berrar que não obedece às leis e às determinações de uma Ministra legitimamente mandatada para tomar decisões e dar ordens.

    Esse idiota de Marco António abespinha-se por a ministra tratar os professores como assalariados que são, pagos por todos nós, dando a entender que com eles têm de haver regras especiais, na mais pura demagogia e aproveitamento politico, digno de um Beato Louçã.

    Se é assim que este PSD procura vencer esta porcaria, comigo tá fodido, porque se há ministro que foi bom ministro, teve coragem e teve RAZÃO (!!!!), foi a ministra da Educação, Ministra de Lurdes Rodrigues.

    Eu, que na minha empresa tenho de obedecer às determinações das hierarquias, sob pena de vir parar ao olho da rua, pois não tenho leis garantisticas especiais, como os cabrões dos Professores, dos Juizes, dos Médicos têm, não posso aceitar esta dualidade de regras entre cidadãos.

    Fica registado o oportunismo e a agenda escondida da velha e do PSD no que toca à escumalha das classes corporativas.

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  27. Anonimo's avatar
    11 Setembro, 2009 00:56

    O “Lisboeta” pertence à Agência do “movimento de voluntariado” do PM de Portugal.

    Espelha, na perfeição, o amado e querido líder.

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  28. Gonçalo Marques's avatar
    11 Setembro, 2009 01:02

    Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional – estou certo que não deverão ser todos “totós” e “destituídos” … – está tudo dito sobre a “qualidade” das suas políticas!

    Ou será que é uma só pessoa que está sempre certa?

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  29. Anti-liberal's avatar
    Anti-liberal permalink
    11 Setembro, 2009 01:03

    .

    Ora aqui temos o Lisboeta, como sempre armado em parvo, a falar da velha da puta da sua mãe que anda na rua, cheia de doença, a fazer chuchas para pagar as cotas à associação dos chuchalistas.
    É um nojo do caralho!
    Não se pode tratar assim uma mãe…

    Nuno

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  30. Desconhecida's avatar
  31. rb's avatar
    11 Setembro, 2009 01:09

    O que mais gostei foi o momento em que Judite confrontou Manuela com a sua suposta confusão entre o IRS e IRC no anterior debate anterior com Jerónimo. Manuela, decidida disparou: – não, não isso é do IRS! Só faltou dizer – que disparate, eu algum dia disse isso.

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  32. noimo's avatar
    11 Setembro, 2009 01:11

    Estudo de professor da Universidade de Londres prova que o novo ECD e
    o modelo de avaliação de desempenho prejudicam o desempenho dos alunos
    e inflaccionam as notas

    É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada
    da School of Business and Management da Universidade de Londres. O
    estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student
    Achievement and Grade Inflaction. O autor é português: Prof. Pedro
    Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro
    Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no
    Institute of the Study of Labour, em Bona.
    O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em
    Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino
    secundário. O novo ECD, imposto pelo decreto-lei 15/2007, foi incluído
    no leque de reformas educativas. O estudo baseia-se na informação
    individual dos resultados dos exames em todas as escolas secundárias
    portuguesas desde o ano lectivo 2001-02 até ao último ano lectivo
    completo (2007-08). Utiliza informação disponibilizada pelo Júri
    Nacional de Exames e que tem sido utilizada para a construção de
    rankings (por exemplo, aqui e aqui).
    Em termos específicos, compara a evolução dos resultados internos e
    externos (exames nacionais) nas escolas públicas do continente com as
    escolas privadas e também com as escolas públicas das regiões
    autónomas. A motivação para esta escolha está no facto de os dois
    últimos tipos de escolas não terem sido afectadas – pelo menos não com
    a mesma intensidade – pelas várias alterações introduzidas no estatuto
    da carreira docente e avaliação de desempenho dos professores. Nessa
    medida, tanto as escolas privadas como as escolas públicas das regiões
    autónomas podem servir como contrafactual ou grupo de controlo.
    Os resultados indicam uma deterioração relativa de cerca de 5% em
    termos dos resultados dos alunos das escolas públicas do continente em
    relação tanto às escolas públicas da Madeira e Açores como às escolas
    privadas. A explicação dada pelo autor do estudo para este resultado
    prende-se com os efeitos negativos em termos da colaboração entre
    professores a partir do momento em que a avaliação de desempenho
    surgiu associada aos resultados escolares dos alunos (taxas de
    insucesso e de abandono). Ou seja, os professores começaram a
    colaborar menos uns com os outros e a partilharem menos os materiais e
    os conhecimentos. Por outro lado, o aumento da carga burocrática
    associada à avaliação também poderá ter tido custos em termos da
    qualidade da preparação das aulas.
    Por outro lado, o estudo conclui que a variação em termos dos
    resultados internos destes mesmos alunos é menor, embora também
    negativa – cerca de 2% (em contraponto a 5% nos exames nacionais). A
    diferença entre os dois resultados, que sugere aumento da inflacção
    das notas, pode explicar-se pela ênfase colocada pelo ECD (decreto-lei
    15/2007) e pelo modelo de avaliação de desempenho (decreto
    regulamentar 2/2008), pelo menos na sua primeira versão (antes da
    avaliação simplificada) – nos resultados dos alunos (taxas de
    insucesso e de abandono) como item a ser considerado na avaliação dos
    professores.
    Este estudo é de enorme importância. As conclusões arrasam o novo ECD,
    o novo modelo de avaliação de desempenho de professores e as restantes
    reformas educativas introduzidas no ensino secundário. Espero que os
    jornais e as televisões peguem nos resultados deste estudo. Está tudo
    neste post, incluindo a versão completa do estudo do Prof. Pedro
    Martins.
    Para saber mais:

    O estudo “Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade
    Inflaction” versão completa

    O estudo – versão abreviada (resumo)

    http://www.profblog.org/2009/03/estudo-de-professor-da-universidade-de.html

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  33. Fado Alexandrino's avatar
    11 Setembro, 2009 01:14

    Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional

    Mas quem é que lhe garante esses números?
    Olhe eu estava lá e não sou professor, fui só ver o ambiente.
    O senhor Daniel Oliveira também.
    E mais milhares que vieram dar um passeio muito barato a Lisboa.
    Nunca acredite naquilo que vê.

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  34. rb's avatar
    11 Setembro, 2009 01:26

    José Barros,

    Como bem sabe, a baixa da TSU (única medida que Ferreira Leite avança para salvar as suas adoradas PMEs) irá implicar uma forte diminuição da receita fiscal. Vai-se abrir um buraco no orçamento da segurança social, que tem que ser colmatado de alguma forma, do lado da despesa. Sendo surreal e irresponsável pensar que tal será compensado através da diminuição dos custos com o subsídio de desemprego. Obviamente que não é a redução de 1 ou 2 pontos nessa contribuição, que até julgo ser dedutível no IRC, que vai resolver, como varinha mágica, a questão do desemprego. Nem de longe nem de perto. Portas contrariou bem esta proposta e marcou pontos.
    Ademais, Portas venceu o debate claramante e encostou Leite às cordas quando lhe apontou, olhos nos olhos, a contradição entre o apregoar asfixia democrática no continente e glorificar a democracia da Madeira.

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  35. Anonimo's avatar
    11 Setembro, 2009 01:45

    # 34

    Tendo a população acesso a informação de todo o tipo, com as liberdades constitucionais todas garantidas, gostaria que me explicasse como é que Alberto João Jardim ganha vai para uns 30 anos todas as eleições na região autónoma da Madeira?
    Como?

    A população madeirense é estúpida?

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  36. Anónimo's avatar
    11 Setembro, 2009 01:58

    Espanha
    24-06-2008

    Governo congela salários de altos cargos públicos

    O Primeiro-ministro espanhol, Rodrigues Zapatero, anunciou o congelamento de ordenados de todos os altos cargos da administração do Estado. A medida, para vigorar nos próximos dois anos, tem por objectivo combater a grave crise que atravessa a economia do país vizinho. O anúncio feito por Zapatero prevê o congelamento do salário do próprio Primeiro-ministro, de todos os altos cargos da administração do Estado e dos principais dirigentes das empresas públicas.

    A norma não se aplicará aos outros sectores da Função Pública, pois a intenção é respeitar os compromissos assumidos com os sindicatos.

    O executivo espera que as comunidades autónomas lhe sigam o exemplo: a primeira a responder foi a de Madrid, governada pelo Partido Popular, que resolveu não dar aumentos durante os próximos dois anos. Outra decisão tomada pelo Governo espanhol foi a de reduzir de forma drástica o número de funcionários a contratar no ano que vem. Zapatero conta, com estas medidas e com cortes nos gastos públicos correntes, poupar cerca de 250 milhões de euros´
    http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=251672

    Portugal
    29.07.08

    Gestores públicos receberam 27 milhões

    EMPRESAS DO ESTADO. Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos

    Cada gestão custou 349 mil euros em 2007

    As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.
    http://www.dn.sapo.pt/2008/07/29/economia/gestores_publicos_receberam_milhoes.html

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  37. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    11 Setembro, 2009 02:08

    .
    “A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
    .
    mas a dupla tributação dos lucros das Empresas em sede de IR(C) e IR(S) andam na faixa dos 40%-60%, uma média de cerca 42% nos IR(endimentos).
    .
    Se MFL se referia ou queria referir-se aos IR(endimentos) está certa. A SIC comete uma “gaffe” involuntária porque esquece que incidem dois Impostos sobre o mesmo lucro gerado pelas das Empresas.
    .

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  38. noimo's avatar
    11 Setembro, 2009 02:12

    A Educação está muito cara

    A educação, conforme tem ido a política educativa, está demasiado cara. Diria mesmo: a
    educação, como está, é um desperdício financeiro, de recursos humanos e não só. Vejamos:

    1º Trabalham na educação os profissionais mais altamente qualificados do país e os
    resultados não só no Português (Língua Portuguesa), mas também na Matemática e nas
    ciências de uma maneira geral (Físico-química, Biologia, etc.) continuam muito fracos. E
    porquê? Se os professores são dos profissionais com as mais elevadas habilitações
    literárias (muitos licenciados, outros mestrados e até doutorados mesmo nas áreas
    científicas que leccionam), não se percebe por que razão a generalidade dos alunos
    portugueses não aprende, quando os filhos dos imigrantes de Leste e outros são,
    genericamente, dos melhores alunos, mesmo em Língua Portuguesa! Será por razões
    económicas ou devido à pobreza que grande parte dos alunos portugueses não aprende?! Se
    fosse esta a causa, certamente os filhos dos imigrantes – porque têm grandes dificuldades
    pois seus pais trabalham, muitas vezes, em profissões mal remuneradas que os nacionais
    recusaram – seriam certamente maus alunos. E isso, geralmente, não se verifica. Então o
    problema está noutro lado.

    2º A educação está muito cara e tem-se tornado num desperdício porque a sociedade e a
    política portuguesas não têm valorizado quem tem cultura, quem, de facto, está mais
    habilitado e tem mais saber: todos sabemos que o “sucesso” na política e na sociedade não
    anda associado a altas habilitações, mas a certos negócios e ao carreirismo nos aparelhos
    partidários dos partidos do poder que, misturado com a providencial cunha, dá uma mistura
    perigosa a qual tem contribuído, drasticamente, para o nosso permanente atraso, enquanto
    os mais habilitados, deixados à sua sorte, ficam em posição de subordinação e nada podem
    fazer para além do protesto ou, então, porque já não têm paciência para aturar esta
    situação, emigram para outras paragens onde o seu saber e capacidades são vastamente
    reconhecidos e recompensados. Estrangeiros, em sua pátria, emigram interiormente ou
    externamente!

    3º A desvalorização da cultura e do saber e a atenção social e mediática sobre a
    mediocridade e o “sucesso” fácil e/ou de lucros imediatos, mas sem, na maior parte das
    vezes, qualquer mérito reconhecido, provocam desmotivação aos nossos jovens: quem tem
    cultura e saber vive mal ou muito abaixo daqueles que subiram por outras vias. Portanto,
    qual o interesse de estudar?! Não conhecemos licenciados, mestres e doutores
    desempregados e em grande dificuldade?! Em contrapartida, fulano de tal, que nunca fez
    nada na vida, vive bem e tem sucesso garantido e gosta de que lhe chamem “doutor” ou
    “engenheiro”, apesar de nunca ter estudado e de ter “feito” o curso muito rapidamente,
    primeiro na Jota e, depois, numa universidade do partido ou do Brasil ou dos EUA. E, com
    alunos que não querem aprender, porque esta via não lhes é apresentada como a do sucesso,
    bem pelo contrário, é muito difícil, ou mesmo impossível, ensinar seja o que for.

    4º O materialismo da nossa sociedade consumista desvalorizou o imaterial, o invisível, o
    não ostentatório, como o saber e a cultura, ao mesmo tempo que valorizou o visível e
    material, os bens de consumo e o dinheiro e, consequentemente, a escola passou a ser
    vista, por uma boa parte das crianças e adolescentes, como uma “seca” porque exige
    atenção, concentração, motivação e esforço para o saber, para as fórmulas matemáticas ou
    físicas, para os discursos literários ou filosóficos, para o pensamento e reflexão, e
    isso é uma maçada porque é muito mais fácil digitar no teclado do portátil, do Magalhães,
    do telemóvel e ver no Google a informação já “pronta a servir”, prêt à porter ou take
    away, mas sem a interpretar, conhecer ou saber… Daí o desinteresse pelo saber, a
    desmotivação e, em parte, a indisciplina.

    Ao contrário do que alguns bem-pensantes da direita ou da esquerda, completamente alheios
    da realidade do ensino, defendem, o insucesso escolar e a indisciplina não se devem à
    pobreza, mas, ao contrário, ao excesso de bens, ao facilitismo e ao acesso fácil dos bens
    de consumo e até da “informação” sem uma educação e preparação séria dos pais e da
    população portuguesa que, na sua generalidade, não estava nem está, de modo algum,
    preparada para a sociedade consumista a qual nos era – ainda há bem pouco tempo, não mais
    que três décadas – totalmente desconhecida: vivíamos do que a terra e o mar davam e dos
    produtos comprados na feira ou no mercado e nas lojas dos centros urbanos! Não havia
    tanta oferta de produtos nem em quantidade, nem em diversidade… O progresso material não
    foi, devidamente, acompanhado do progresso cultural, moral e cívico…

    5º A política educativa, centrando-se apenas no professor e descurando todos os outros
    agentes e factores, continuando, até ao limite do absurdo, o «eduquês», não nos conduz a
    parte nenhuma: vejam-se os resultados dos alunos nos exames e, sobretudo, os resultados
    do PISA que ainda estão para sair! Qual tem sido a solução? Em vez de se analisar e
    avaliar correctamente as causas, esconde-se o problema iludindo-o: promove-se o
    facilitismo, aligeira-se a exigência, simplificam-se os programas, desvalorizam-se os
    exames, tudo para combater os números negros do insucesso e, assim, os alunos vão
    transitando de modo que muitos chegam à Universidade quase analfabetos funcionais,
    limitando-se ao Google e ao copy & paste para fazer os “seus” trabalhos! Não basta saber
    fazer “umas coisas”, ser um mero executor de tarefas acéfalo, é preciso saber… e saber
    estar e saber ser. E isto tem sido desvalorizado! Logo, tanto investimento e dinheiro
    deitados ao lixo: em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis,
    decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc. A educação, assim,
    está demasiado cara, é um desperdício!

    6º Se existisse uma correcta e séria política educativa que alterasse todo este estado de
    coisas, a educação seria o melhor investimento de futuro do país. Um povo educado e culto
    sabe como consumir; valoriza a cultura, a arte e o património cultural e ambiental;
    preserva a natureza e despreza o ilusório e ostentatório; exige competência dos seus
    superiores profissionais, orgânicos, sociais e políticos; não elege qualquer um ou
    qualquer vendedor de ilusões para assumir cargos de direcção pública… Não se verga a
    directivas absurdas, nem se compraz com a corrupção (re)elegendo corruptos! Exerce a sua
    cidadania de corpo e alma não esperando que outros resolvam os problemas por si. Até
    apetece perguntar: a quem interessa a teimosia na manutenção deste estado de coisas… na
    educação? Salazar já sabia que um povo inculto era mais fácil de domar, governar!

    Zeferino Lopes, Professor de Filosofia na Esc. Sec. de Penafiel, em 29 de Julho de 2009.
    http://www.educar.wordpress.com/2009/08/01/opinioes-zeferino-lopes-3/

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  39. Levy's avatar
    11 Setembro, 2009 02:29

    38 # Noimo

    “em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis, decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc.”

    Nem de propósito:

    Sua excelência o Secretário de Estado da Educação, em 08 de Julho de 2008, decretou que:

    4. O director de turma deve leccionar à mesma turma:
    a) As disciplinas ou áreas disciplinares atinentes ao seu grupo de recrutamento;
    b) A área curricular não disciplinar de Formação Cívica;
    c) Sempre que possível uma das áreas curriculares não disciplinares de Área de Projecto ou de Estudo Acompanhado.

    5. O tempo atribuído ao Estudo Acompanhado deve ser utilizado parcialmente pelas escolas para apoio aos projectos em curso, designadamente:
    a) Desenvolvimento do Plano da Matemática (cf. Despacho n.º 6754/2008, de 29 de Fevereiro e Edital);
    b) Apoio aos alunos com Português Língua Não Materna (cf. Despacho Normativo n.º 7/2007, de 6 de Fevereiro);
    c) Realização de actividades no âmbito dos planos de recuperação, desenvolvimento e de acompanhamento dos alunos (cf. Despacho Normativo n.º 50/2005, de 20 de Outubro).
    d) Programas definidos a nível da escola.

    7. Tendo em conta a diversidade de experiências vividas nas escolas e atendendo à sua importância para a promoção da melhoria das aprendizagens, a área de Estudo Acompanhado pode integrar, entre outras, as seguintes modalidades:
    a) Desenvolvimento de Planos Individuais de Trabalho e estratégias de pedagogia diferenciada de modo a estimular alunos com diferentes capacidades.
    b) Programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno;
    c) Actividades de compensação e de recuperação;
    d) Actividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros.

    8. A Área de Estudo Acompanhado deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação e envolvendo igualmente os pais ou encarregados de educação, e os alunos.

    9. A Área de Projecto tem como finalidade o desenvolvimento da capacidade de organizar a informação, pesquisar e intervir na resolução de problemas e compreender o mundo actual através do desenvolvimento de projectos que promovam a articulação de saberes de diversas áreas curriculares.

    10. Ao longo do ensino básico, em Área de Projecto e em Formação Cívica devem ser desenvolvidas competências nos seguintes domínios:
    a) Educação para a saúde e sexualidade de acordo com as orientações do Despacho n.º 25 995/2005, de 28 de Novembro e o Despacho 2506/2007, de 23 de Janeiro;
    b) Educação ambiental;
    c) Educação para o consumo;
    d) Educação para a sustentabilidade;
    e) Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo;
    f) Educação para os direitos humanos;
    g) Educação para a igualdade de oportunidades;
    h) Educação para a solidariedade;
    i) Educação rodoviária;
    j) Educação para os media;
    k) Dimensão europeia da educação.

    12. A área curricular referida no número anterior deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, com recurso a parcerias com entidades governamentais e não governamentais, externas à escola, que apoiem a realização dos projectos e facilitem o intercâmbio de experiências entre escolas através da realização de concursos, visitas de estudo, encontros nacionais, exposições e de outras iniciativas divulgadas e apoiadas pelo ME ou entidades locais.

    14. O módulo de Cidadania e Segurança deve ser trabalhado na área da Formação Cívica, em cinco blocos de 90 minutos, ao longo do 5.º ano de escolaridade, de acordo com uma sequência e um calendário a definir pela escola e tendo em conta as orientações da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.

    15. O trabalho a realizar em cada uma das áreas curriculares não disciplinares deve obedecer a uma planificação que deverá figurar no respectivo projecto curricular de turma, com a identificação das competências a desenvolver, as experiências de aprendizagem e a respectiva calendarização.

    16. O trabalho desenvolvido em cada uma das áreas referidas no número anterior deve ser objecto de uma avaliação participada e formativa, no contexto da turma e, ainda, de uma avaliação global no final do ano lectivo, a realizar pelo conselho pedagógico, da qual deverá resultar um relatório, no qual deve constar:
    a) Recursos mobilizados;
    b) Modalidades adoptadas;
    c) Resultados alcançados.

    17. No final do ano lectivo, o director envia à Direcção Regional de Educação respectiva a avaliação global referida no ponto anterior.

    18. Cada Direcção Regional de Educação elabora um relatório global relativo às escolas da respectiva área, o qual deverá ser enviado à Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, até 31 de Agosto.

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  40. Desconhecida's avatar
    Tiago Órfão permalink
    11 Setembro, 2009 02:50

    Os comentadores por aí fora dizem que Portas esmagou MFL, se MFL esteve melhor do que o costume, até tenho medo do que possa sair no debate de Sábado.

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  41. Anonimo's avatar
    11 Setembro, 2009 02:51

    # 39

    Esse tipo deveria ser internado na ala reservada aos psicóticos perigosos dum hospital psiquiátrico.

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  42. Anonimo's avatar
    11 Setembro, 2009 02:57

    “25.smile disse
    10 Setembro, 2009 às 10:40 pm
    Consegue sim senhor. Diminuir os custos, diminuindo as contribuições sobre o trabalho.
    Evidências que qualquer cidadão consegue discernir:
    Exemplo
    Produto português – Entra no mercado, paga, IVA e impostos sobre o trabalho. No caso de um produto proveniente de uma empresa com mão-de-obra intensiva (que é o caso da industria portuguesa) se 30 % do custo do produto tiver origem no factor mão-de-obra, o custo final do produto sai mais caro 10% devido aos impostos sobre o trabalho.

    Produto chinês em ciclo chinês – O império chinês fabrica, transporta e vende directamente ao consumidor. O IVA é menos de 5% pois só menos de 20% do tráfego é facturado. Os impostos sobre o trabalho na produção são chineses, isto é muito baratos. Os custos de comercialização são exímios, pois quase não existem no caso em que o comerciante chinês parte de férias para a china e deixa impostos, rendas e outras contas por pagar.
    O transporte também está barato por dez euros é possível transportar uma televisão da china para Portugal.
    Os chineses compram as matéria primas em grandes quantidades e são pechincheiros, para além de que estão a construir globalmente uma teia de fornecimentos de matérias primas.

    http://www.agencialusa.com.br/gpdf.php?iden=8294

    Claro que a Europa ao manter impostos altos sobre o trabalho esta a dar tiros no pé, porque o “ made in EU” paga e o “ made in China” não, pode manter os impostos desviando-os contribuições sobre o trabalho, para o IVA por exemplo assim o “ made in China também paga algum!!!!
    http://www.blasfemias.net/2009/09/10/consegue-se-baixar-os-custos-do-trabalho-reduzindo-a-tsu/#comments

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  43. Levy's avatar
    11 Setembro, 2009 03:06

    41 #

    Inteiramente de acordo.

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  44. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Setembro, 2009 03:17

    «…à semelhança do caso de Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, porque é que a Judite como Directora de Informação da RTP não convida Manuela Moura Guedes?…»

    MFL, debate na RTP

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  45. Marcus Aurelius's avatar
    Marcus Aurelius permalink
    11 Setembro, 2009 03:20

    Vem estes socretinos falar do “lado da despesa”. Isto é de partir a moca a rir. Que putanheiros. A propaganda é tanta, só ficando abaixo da propaganda do clube do regime. Eis a razão pela qual a imprensa centralista e xuxialista não fazem o país andar para a frente. O ex ele bê é o exemplo máximo de um país fascizante. Hoje as TVs do CAPITÓLIO vieram com mais uma notícia de merda do(a) Guiné(ss), o ex ele bê está classificado como sendo o 9º clube no ranking do séc. XX. São os tais estudos encomendados da OCDE. E os mesmos moluscos rabetas não foram verificar a tabela a que se refere os maiores clubes de todos os tempos? Porque será? Ah o clube de Estado está lá para o fundo da tabela. Imagine-se, os gajos são tão progressistas que ainda continuam a viver no séc. XX. A Pinhão, desculpem o Pinhão, aquilo é gajo na certa, pelos vistos andou a rabiscar o livro da Cagolina antes de ser lançado, mas para as TVs isso já não interessou. Para a super procuradora que só abre, lê e deixa publicar certos livros, a famosa mulher de aluguer do Sanchez também não sabe de nada. Para o Ricardo Bosta da liga cabeça de leitão, o tal de Oliveira de Azeméis estão mudos. Hoje ficou provado que o Rui Bosta no famoso ex ele bê, mais conhecido pelo Terror dos Túneis andou a fazer merda da grossa a que levou que o Delegado do Benfica-Nacional fosse suspenso por 18 meses por falsificar relatório e as Tvs todas lá censuraram a notícia. O normal no país de Toninhos Saloios. O bichex do Vital Moreira, mas conhecido por ZOMBIE devido ao Testamento Vital foi um dos que arranjou um parecer à última da hora para ajudar o Ricardinho Bosta da Liga Sagres ou da Equipa da Sagres? Pior que esse, só Freitas do Arraial, o famoso corcunda de Notre Damme, ministro do último governo PEEÉSSE, especialista na poda, um dos pais e fundadores da legislação na matéria que fez um parecer a contradizer tudo aquilo que veio a defender até essa data e que ajudou a legislar, só com intuito de fod£§ um clube que o drogado do filho tanto odeia. O filho do Arraial está nas suas sete quintas, pois tem as linhas e palhinhas garantidas para toda a semana. O Diário Economic e o Rascord pagam-lhe o rendimento mínimo garantido. Por isso é que eu gosto do AJJ, não destes falsos liberais, sociais-democratas, democratas cristãos, alguns que andam pelo PSD para serem comentadores ao lado da xuxalhada porque não têm tomates de ir para o campo de batalha, a não ser que o tacho seja altamente recompensável. São os primeiros a queimar tudo o que os rodeia, destruindo todos os colegas que possam que pertencem aos seus partidos, só para bem dos seus interesses pessoais. Marcelus, Pachecus, Bitorinos, Marques Pentes, etc. Em Portugal tudo é possível. O Bochechas com programas vitalícios na RTPúbica, Diogo Infante e Castela com os seus programas do tempo do Vasco Granja, António Costa com publicidade semanal na Chic, etc. Autêntica Parvónia! A TVIL já está a virar o bico ao prego. Balsemão & Costa a fazer o jogo do querido líder. RTPúbica nem vale a pena falar. Cavaco caladinho para novo mandato. Medina Carreira dá-lhes na moina pah! O CAA o liberal pelos vistos já aderiu ao novo banco de dados do ADN lusitano. É o SISTEMA! Eu lá vou ter que votar na Manela para ver se ponho isto tudo partido e que as comadres se zanguem na próxima legislatura, para um pouco do podre vir ao de cima. Quero o SISTEMA abalado e bem abalado. Não o DEMOCRÁTICO, o SOCRÁTICO!

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  46. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Setembro, 2009 03:25

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  47. Zé's avatar
    11 Setembro, 2009 03:32

    O Deve e o Haver, para Sócrates, no Silenciamento de MMG

    Tenho para mim que o afastamento de Manuela Moura Guedes dos telejornais às sextas-feiras na TVI teve, ao menos, um objectivo político imediato muito vantajoso para José Sócrates. O silenciamento, muito bem preparado, como se pôde ver no teor e tempo das reacções protagonizadas por Santos Silva e Sócrates, visou, e para já conseguiu, limitar ao máximo os estragos que podiam ser infligidos em Sócrates pelo conteúdo da reportagem emitida ontem no telejornal de substituição transmitido pela estação de Queluz. É que o que lá disse, na reportagem, é muito sério e grave e vale bem as acusações e o preço que o primeiro-ministro poderá pagar ao ser acusado, muito justamente, de não respeitar a liberdade de imprensa. No entanto, o conteúdo da reportagem não é apenas péssima para Sócrates assim os portugueses a tenham visto e julgado. Apresenta também alguns factos que deixam em muito maus lençóis sectores da Procuradoria-Geral da República que, ultimamente, parecem extremamente interessados em dar por encerrada, para aí uma semana antes das eleições, a investigação sobre o Freeport.
    http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/09/o-deve-e-o-haver-para-socrates-no.html

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  48. Desconhecida's avatar
    Anonino permalink
    11 Setembro, 2009 03:35

    .
    Baixar o deficit para os 3% é assunto para depois de 2013 na Espanha, Alemanha etc.
    .
    La UE pacta mantener los estímulos fiscales hasta que haya recuperación
    http://www.elpais.com/articulo/economia/UE/pacta/mantener/estimulos/fiscales/haya/recuperacion/elpepueco/20090903elpepieco_2/Tes
    .
    El Estado gasta un 24,5% más en lo que va de año por los efectos de la crisis
    El déficit se quintuplica hasta julio y representa el 4,69% del PIB
    http://www.elpais.com/articulo/economia/Estado/gasta/245/va/ano/efectos/crisis/elpepueco/20090902elpepieco_9/Tes
    .
    Trazer para o debate eleitoral Português o deficit contra a indispensável amnistia fiscal e uma baixa generalizada de impostos para mandatos de 2009 a 2013 ……
    .

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  49. Zé's avatar
    11 Setembro, 2009 03:37

    “115.Factos são factos disse
    3 Setembro, 2009 às 2:06 am

    (…)não lhe assiste qualquer razão na defesa que faz dos grandes investimentos
    públicos, pelas razões que vou enunciar.

    Crescimento da Dívida Externa Liquida de Portugal (Passivo – Activo) durante o governo
    Sócrates
    ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
    2004 144.128 92.205,3 64,0%
    2005 149.123 104.681,4 70,2%
    2006 155.446 125.833,5 80,9%
    2007 163.190 148.974,4 91,3%
    2008 166.197 161.531,1 97,2%
    2009 163.736 164.689,1 100,6%
    Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.

    Assim, entre 2004 e 2009, o valor do PIB de Portugal cresceu, em valores nominais, ou
    seja, sem entrar com o efeito da subida de preços, 13,6%, enquanto a dívida externa
    liquida portuguesa aumentou 78,6%. Em milhões de euros, o PIB cresceu 19.608 milhões €,
    enquanto a dívida aumentou 72.484 milhões de euros, ou seja, 3,7 vezes mais. Como
    consequência, entre 2004 e 2009, a dívida externa líquida do Pais passou de 64% do PIB
    para 100,6% do PIB. É um crescimento sem dúvida insustentável.

    MAS O PROBLEMA DA DÍVIDA EXTERNA É AINDA MAIS GRAVE, POIS FALA-SE SEMPRE DA DÍVIDA
    LÍQUIDA E NÃO DA DÍVIDA TOTAL BRUTA QUE É MUITO MAIS ELEVADA

    Os dados anteriores sobre a dívida, que são aqueles habitualmente referidos e normalmente
    divulgados pelos media, enganam porque não correspondem à totalidade da dívida do País.
    Aqueles dados referem-se apenas à Dívida Liquida Externa, que se obtém deduzindo à Dívida
    Externa Bruta, ou seja, a totalidade daquilo que o País efectivamente deve ao estrangeiro
    (o chamado PASSIVO do País) aquilo que ele tem a haver do estrangeiro (o chamado Activo).
    No entanto, o que o País efectivamente deve ao estrangeiro é a dívida externa bruta, e é
    ela que tem de ser paga, e é sobre ela que se tem de pagar juros e dividendos. O quadro
    seguinte, construído também com dados divulgados pelo Banco de Portugal, mostra com
    clareza a dimensão dessa dívida total efectiva.

    Valor da dívida bruta total efectiva de Portugal

    Ano Dív. Bruta Externa Portugal ou Passivo (milh. €)
    2006 402.857,4
    2007 444.137,7
    2008 444.117,9
    2009 (só até Março) 451.520,4

    Percebe agora porque é que não se pode continuar com esta política suicida de enveredar
    por megalómanos investimentos públicos? Já atentou para o facto de que a ser seguida a
    política que você defende, o país cairá na bancarrota?
    In,
    http://www.blasfemias.net/2009/09/02/socrates-vs-portas/#comments

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  50. Zé's avatar
    11 Setembro, 2009 03:49

    «Carlos Guerra com casa arrestada». Arguido no caso Freeport criou uma empresa na Guiné, que é agora acusada de vários crimes.

    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/sol-noticias-tvi24-semanario-quiosque-revista-de-imprensa/1088288-4555.html

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  51. Desconhecida's avatar
    Anonino permalink
    11 Setembro, 2009 04:36

    .
    Importa não perder de vista a Crise que tecnicamnete poderia terminar em 2017/2020. Regressar ao ponto em que começou.
    .
    A recente ‘saída’ da Recessão é uma interrupção. Resultado muito fraco do gasto astronomico dos dinheiro dos impostos e responsabilidades publicas contra a Crise. Seguem-se os “W’s”. Reentrada na Recessão com um fardo deflacionista maior às costas. A devastação do Emprego, dos tecidos economicos e aparelhos produtivos nacionais não foi resolvida. Continua a agravar-se.
    .
    Um erro catastrófico: esbanjaram-se somas astronómicas de dinheiro dos Cidadãos (impostos) e comprometeu-se Estados em dividas externas abissais apenas para resistir contra o que tem de ser feito a nivel fiscal e de impostos. É inevitàvel.
    .

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  52. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    11 Setembro, 2009 04:40

    #51,
    .
    em vez de ler “tecnicamnete” deve ler-se “tecnicamente”.
    .

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  53. Desconhecida's avatar
    Zananga permalink
    11 Setembro, 2009 08:37

    MFL – Não subo os impostos, falar verdade.
    PP – Desco os impostos, falar claro.
    JS – Subiu todos os impostos que havia para subir, falar mentira.

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  54. Desconhecida's avatar
    Rui Matos permalink
    11 Setembro, 2009 08:41

    Foi penoso acompanhar o debate da Dr.ª Manuela com o Dr. Portas. A líder do PSD está derreada, baralha-se com frequência e a falta de letras amplia a falta de ideias. Valeu-lhe a D. Judite, que não se cansou de intervir como quem dava o braço para ajudar a senhora a atravessar a rua na passadeira.

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  55. Desconhecida's avatar
    JMLM permalink
    11 Setembro, 2009 09:45

    #54
    PERFEITO.
    Sobre MFL, sejamos honestos:
    Não domina os dossiers, economia, saude, segurança…
    O discurso é frágil e “fraquinho”
    As frases feitas são abundantes, o que para um politico profissional, digamos que é muito mau,
    Falta-lhe carisma, força, imagem de marca…
    Assim, com aquela conversa de “treta” n~«ao vamos lá…
    Pena é que alguns comentadores, de forma encapotada e com falta de honestidade intelectual, ainda vejam qualquer “coisa” neste ser…
    Eu acredito que ela seja assim, mas é mau e como cidadão quero melhor.
    Este país merece melhor, e isto é mais do mesmo.
    VIVA PORTUGAL.
    Já agora aproveito para dizer, que o querem as piquenas e médias empresas, não é um desconto de 2,..% na TSU´. O que precisamos é de trabalho, de ver investimento. As empresas fecham não é por terem custos de trabalhos muito altos (os preços praticados na area de C Civil nunca foram tão baixos)é por não terem trabalho para dar aos seus funcionários. MFL não vê isto, nem dá um sinal de confiança às empresas. O esquema/solução de injectar dinheiro nas empresas já foi testado, o resultado não foi o melhor, portanto é necessário mudar de modelo. Falo na qualidade de microempresário. Também trabalho na base de salários baixos só corresponde á prática de má qualidade de produção de bens e serviços. Com salários baixos o consumos vai todo para as lojas da “china”. Assim não.
    Obrigado.

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  56. Anónimo's avatar
    11 Setembro, 2009 10:00

    “As pessoas têm medo de dar a cara”

    Alexandre Relvas denuncia que, enquanto Presidente do Instituto Sá Carneiro, por diversas vezes se confrontou com funcionários públicos, professores universitários e empresários que “se recusam a dar voz às suas opiniões de forma aberta, porque têm medo das represálias”.

    De regresso às conversas das quintas-feiras na Renascença, Relvas falou sobre a asfixia democrática e lembrou que antes desta pré campanha, o tema já tinha sido levantado por Paulo Rangel com a designação de “claustrofobia democrática”, uma claustrofobia, diz o social-democrata, que condiciona actualmente a vida dos portugueses.
    http://www.rr.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=116&did=70148

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  57. Desconhecida's avatar
    Rui Matos permalink
    11 Setembro, 2009 10:01

    “O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
    SIC, 10/09/2

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  58. Lusitânea's avatar
    Lusitânea permalink
    11 Setembro, 2009 10:15

    Portas quando nomeou os principais locais de “insegurança” deveria ter complementado acerca da responsabilidade de QUEM é que promoveu a africanização de Portugal, SEM SER NECESSÁRIO.E com umas leis bestiais e muito humanistas mas que tornaram os indígenas criados da africanidade.Coisa que pelos vistos a Manelinha nem quer alterar.Até a TAP ajuda nisso.Agora vai aumentar os vôos para Bissau.Mas quantos guineenses moram FORA DE BAIRROS sociais?E têm dinheiro para andarem a ir e vir?Desculpem lá mas os ex-descolonizadores andam numa de nos colonizarem e obrigarem ainda por cima a pagá-la.
    NINGUÉM FALOU DA AFRICANIZAÇÃO DESNECESSÁIA…

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  59. Lusitânea's avatar
    Lusitânea permalink
    11 Setembro, 2009 11:04

    ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
    2004 144.128 92.205,3 64,0%
    2005 149.123 104.681,4 70,2%
    2006 155.446 125.833,5 80,9%
    2007 163.190 148.974,4 91,3%
    2008 166.197 161.531,1 97,2%
    2009 163.736 164.689,1 100,6%
    Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.

    AGORA COLOQUEM AO LADO OS IMIGRANTES/NACIONALIZADOS A VIVER EM BAIRRO SOCIAL SEM EMPREGO E A RSI…

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  60. Desconhecida's avatar
    Esclareçam permalink
    11 Setembro, 2009 12:21

    #57,
    .
    “A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
    .
    a dupla tributação dos lucros em sedes de IR(C) e de IR(S) anda na faixa de imposto cobrado na faixa dos 40% a 60%, uma média de cerca dos tais 42% de imposto nos IR(endimentos).
    .
    A MFL ou fugiu-lhe a boca para a verdade ou referia-se aos IR(endimentos). A SIC comete uma “gaffe” de informação completa. Não esclareceu que incidem dois Impostos (IRC e IRS) sobre o mesmo lucro gerado pela mesma Empresa (dupla tributação do mesmo).
    .

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  61. Desconhecida's avatar
    Ferreira Leite permalink
    11 Setembro, 2009 12:46

    Olá a todos amiguinhos!
    Eu chamo-me Ferreira Leite.
    Sou a melhorzinha de todos e as sondagens confirmam toda a admiração que por mim tem o povo português. Quando ganhar as eleições…carro novo para todos!

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  62. Desconhecida's avatar
    Ferreira Leite permalink
    11 Setembro, 2009 12:49

    Olá outra vez amiguinhos!
    Quando ganhar as eleições, o que na prática já aconteceu, vou dar as mãos ao Paulinho. Depois disso, o único preto que por cá fica é o da Sonangol.

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  63. Quem se mete com o PS, LEVA!'s avatar
    11 Setembro, 2009 13:32

    «- Dedico-me a fazer oposição ao governo. Estou a prometer para os próximos anos, convictos e infindáveis projectos, maquetes e reformas aos paroquiantes, verdadeiramente assunto de bengalada contra o inepto governo que temos. Exijo medidas sociais, e curiosos planos na saúde, na justiça e educação, contra a insensível governação destes quatro anos de terror financeiro e de cárcere político. O governo que se cuide, pois não há lacaio, comediante, simplexe ou contra-regra que congregue a boa vontade. Aquilo é que é talento!» – palavras do amado e querido líder da paróquia nacional.

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  64. gigi's avatar
    11 Setembro, 2009 14:10

    Quem se mete com o PS, leva!

    “Temos pronta uma peça sobre o Freeport, com dados novos e, como sempre, documentados” Manuela Moura Guedes

    http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/09/quem-se-mete-com-o-ps-leva.html

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  65. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    11 Setembro, 2009 14:12

    é feio debater na avó.

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  66. Zé's avatar
    11 Setembro, 2009 14:15

    Privado pesa 13,5%

    Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
    http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58

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  67. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    11 Setembro, 2009 14:18

    PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair

    (1)
    TÍTULO I
    Do processo sumário
    Artigo 381.º
    Quando tem lugar
    1 – São julgados em processo sumário os detidos em flagrante delito, nos termos dos artigos 255.º e 256.º, por crime punível com pena de prisão cujo limite máximo não seja superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções:
    a) Quando à detenção tiver procedido qualquer autoridade judiciária ou entidade policial; ou
    b) Quando a detenção tiver sido efectuada por outra pessoa e, num prazo que não exceda duas horas, o detido tenha sido entregue a uma das entidades referidas na alínea anterior, tendo esta redigido auto sumário da entrega.
    2 – São ainda julgados em processo sumário, nos termos do número anterior, os detidos em flagrante delito por crime punível com pena de prisão de limite máximo superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções, quando o Ministério Público, na acusação, entender que não deve ser aplicada, em concreto, pena de prisão superior a 5 anos.

    (Código de Processo Penal)

    (2) “Um juiz do Tribunal do Seixal soltou, com apresentações à PSP, um jovem, de 20 anos, que roubou mais de mil euros a dois distribuidores de cerveja e baleou um deles na perna. O ladrão foi retido por populares e apresentado a tribunal pela PSP.”

    (3) “Depois de solto, regressou ao local onde foi detido para fazer ameaças de morte aos populares que o apanharam.”

    http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=402C895D-BA03-4F21-BA5C-211DD25D4159&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

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  68. gigi's avatar
  69. Pinto's avatar
    Pinto permalink
    11 Setembro, 2009 14:19

    PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair (4)

    (1)
    idem

    (2) “Carlos, de 21 anos, saiu ontem à tarde do Tribunal de Espinho sorridente e mais uma vez em liberdade, após ter sido ouvido por suspeita de violação, sob ameaça de faca, de uma estudante de 19 anos, na madrugada de sábado na praia da Baía, em Espinho. O pai esperava-o à porta e foram ambos a rir-se pela rua, fumando um cigarro.”

    (3) “O electricista, com antecedentes por roubos e furtos e que já estava obrigado a apresentações semanais às autoridades – que nunca cumpriu – voltou a ser libertado. ”

    (4) “Agora está obrigado a comparecer todos os dias junto das autoridades da área de residência”

    http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=513F9D93-70A3-4C17-961D-21FCA0F551B0&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

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  70. noimo's avatar
    11 Setembro, 2009 15:43

    Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
    AFINAL, SÓCRATES GOVERNOU PARA QUEM?

    Ninguém contesta a legitimidade democrática do governo de José Sócrates. No entanto, a legitimidade moral da sua política é passível de ser posta em causa, na medida em que grande parte daqueles que lhe deram o seu voto se viu defraudada pela prepotência da sua postura e pelo desastre de muitas das suas políticas.

    Nunca houve tanta crispação e contestação nas ruas e nos locais de trabalho. Um País não se pode desenvolver sem serenidade e motivação.

    Fica aqui um breve apanhado de algumas acções que foram notícia no CM e nos fazem questionar: afinal, Sócrates governou para quem?

    Agosto 2009
    Greve na TAP: manifestação no aeroporto
    Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
    Marcha contra política agrícola
    Greve da Polícia Municipal encerra 19 dos 31 serviços
    Greve de polícias municipais com adesão de 70%
    Greve ameaça parar TAP
    Greve de Aveiro alastra
    Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
    Polícias municipais convocam greve
    Lisboa: Guardas prisionais em vigília
    Greve dos estivadores: 12 navios desviados
    Início de Setembro: Groundforce em greve

    Julho 2009
    “Morremos nós ou os animais”
    Sócrates não dá “lições de educação” a estivadores
    CAP contra Governo
    Mil polícias lançam bonés em São Bento
    Paralisação ameaça ano lectivo
    Lisboa: Docentes fazem vigília frente ao Palácio de Belém
    Greve põe prisões em alerta máximo
    Guardas prisionais: Greve com adesão de mais de 90%
    Trabalhadores do Arsenal do Alfeite em greve
    Trabalhadores da EMEL fazem greve no dia 15
    Estivadores: Nova greve
    Superior: Adesão de 80% à greve
    Cadeias paralisadas
    Guardas prisionais em greve
    Técnicos da EDP em greve

    Junho 2009
    Manifestação vai marcar a Feira da Agricultura
    Docentes dos politécnicos em manifestação
    Agricultores protestam em Viseu
    Serviços Municipalizados em greve
    Greve cancela voos na Portugália
    Pilotos em greve
    Trabalhadores da Bosch fazem greve de uma hora e quinze minutos

    Maio 2009
    80 mil chumbam política da ministra
    80 mil professores manifestam-se em Lisboa
    Milhares de professores em protesto
    200 guardas florestais contra o MAI
    Professores: Greve de duas horas
    Pescadores lúdicos em protesto
    Polícias vão entregar bonés a José Sócrates
    Lisboa: Polícias na rua
    Dia Internacional: Enfermeiros em greve
    Minigreve nas escolas a 26 e manifestação no dia 30
    Estivadores paralisam Porto de Lisboa
    EMEL: Forte adesão à greve
    Professores: Greve de duas horas
    Trabalhadores dos consulados em greve a 4 de Junho
    Greve adia cirurgias
    Dia Internacional: Enfermeiros em greve
    Enfermeiros voltam à greve
    500 em greve na Visteon
    Adesão à greve atinge valores históricos

    Abril 2009
    300 polícias saem à rua
    Polícias fazem ultimato ao Governo
    Sócrates recebido por ‘manif’ de professores e enfermeiros
    Professores protestam em Maio
    Mil militares em protesto
    RTP: Jornalistas avançam com pré-aviso de greve
    Registos e Notariado: Adesão elevada à greve
    Trabalhadores da Visteon em greve
    Registos e Notariado em greve
    Fisco convoca 18 greves
    Greve dos pilotos da Portugália cancela 36 voos
    Greve na Portugália volta a cancelar voos
    Mineiros da Panasqueira fazem greve
    Greve dos pilotos cancela 35 voos da Portugália
    Greve adia cirurgias
    90% dos enfermeiros em greve
    Enfermeiros: Adesão à greve elevada

    Março 2009
    Militares da GNR fazem manifestação
    CGTP: Manifestação por mudanças nas políticas de emprego
    Agricultores em protesto
    Lisboa: Polícias reclamam
    Pré-aviso de greve na Soflusa
    Greve de pilotos pára voos
    Professores ponderam greve de três dias
    Enfermeiros apitam contra alteração de carreira
    Magistrados entregam petição com mil assinaturas
    Estações de comboio encerradas
    Jornalistas em greve

    Fevereiro 2009
    Camionistas podem voltar aos protestos
    Excesso de doentes leva médicos à greve
    Greve faz atrasar operações
    Adesão elevada na greve nos TST
    Sul do Tejo: Greve até às 14h00
    Regresso à rua dos professores
    Comboios: Trabalhadores dos bares mantêm greve
    “Professores vão voltar às grandes lutas de rua”
    Camionistas podem voltar aos protestos

    Janeiro 2009
    Professores avançam para batalha jurídica
    Professores regressam às ruas
    Almada: PSP intervém em manifestação
    Professores protestam em Belém dia 24
    Todos em guerra com a ministra
    Enfermeiros em greve
    Forças de Segurança saem à rua

    Dezembro 2008
    Manifestação contra Fisco

    Novembro 2008
    Milhares nas ruas contra política de salários
    Minas de Aljustrel: Trabalhadores agendam manifestação
    Professores endurecem luta
    Protesto junta professores no Marquês de Pombal
    Professores regressam aos protestos
    Estudantes atiram ovos a ministra
    Polícia reprime manifestação estudantil
    Movimentos de professores vão protestar
    Movimentos de professores vão protestar
    Manifestação de professores
    Milhares de professores vão ‘à guerra’
    Cem mil professores na rua

    Outubro 2008
    Alunos da Avelar Brotero preparam manifestação
    Função pública manifesta-se
    Trabalhadores agredidos em manifestação
    Manifestação de professores a 8 de Novembro
    Professores protestam a 15 de Novembro
    Manifestação em Lisboa: Greve nos CTT
    Transportadores ameaçam com greve

    Junho 2008
    Forças de segurança ameaçam com protestos
    Milhares contra revisão laboral
    Manifestação da CGTP em Lisboa
    Camionistas parados em todo o país
    “250 pessoas podem abandonar a agricultura nos próximos anos”
    Greve dos camionistas vai continuar
    Camionistas protestam no Porto

    Maio 2008
    CGTP espera 200 mil manifestantes
    Marcha contra portagens dia 24
    1 de Maio: Mais de 20 mil na manifestação da UGT

    Abril 2008
    Manifestação reúne milhares de trabalhadores no Porto
    Utentes saem à rua contra política de Saúde

    Março 2008
    Precários protestam
    Professores protestam
    Cem mil contra a ministra
    Professores já enchem Marquês de Pombal
    Protestos ainda sem fim à vista
    Função Pública sai à rua em protesto
    Avaliação de professores leva milhares para a rua
    Dois mil professores em Faro exigem demissão
    Professores protestam em Faro
    Professores obtêm apoio de associações de pais
    Protestos em agonia
    Professores pedem demissão

    Fevereiro 2008
    Ministra sofre ataque
    Manifestação pelas Urgências de Anadia
    Greve encerra Semana de Luta
    Dezenas de pessoas manifestam-se à porta do PS

    Janeiro 2008
    Aumenta pressão sobre o Governo
    Manifestação
    Protesto contra fecho de Miguel Bombarda
    Polícias reclamam maiores salários
    Manifestação pela negociação colectiva
    Anadia marcha até Lisboa

    Dezembro 2007
    Luta pelas Urgências
    Milhares na rua contra fecho de urgências

    Novembro 2007
    Função Pública vai parar no dia 30

    Outubro 2007
    Militares protestam contra o Governo
    Milhares de manifestantes desfilam em Lisboa

    Fevereiro 2007
    Médicos contestam mobilidade

    Julho 2006
    Médicos contestam reestruturação
    Greve de médicos no Centro Hospitalar de Lisboa
    (Fonte: MUP)

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