Ferreira Leite saiu-se melhor deste debate do que dos anteriores. O que não deixa de ser interessante, tendo em conta que Portas é adversário mais complicado que o Jerónimo e o Louçã.
Três pontos a favor de MFL:
1) Quando Portas disse que seguia a receita de Merkel, Ferreira Leite lembrou-lhe que a Alemanha não tem a dívida pública, a dívida externa e o défice portugueses. Contra as críticas de ambiguidade, explicou também, de forma clara, que não promete baixar impostos, porque não sabe se isso é possível. Postura honesta que mostra que aprendeu com o falhanço do choque fiscal de Durão.
2) Quando Portas tenta encostar o PSD ao PS, Ferreira Leite pergunta-lhe quais as diferenças entre o programa do PP e o do PSD. Boa ideia: Portas encavacado. Verifica-se que as diferenças são diminutas, o que demonstra que o PSD actual está muito mais próximo do PP do que do PS. Concordam nas medidas para as PME`s, na exigência na educação, no recurso subsidiário ao privado na Saúde para combater as listas de espera; discordam na baixa de impostos, onde o PP promete o que não sabe se pode cumprir e na segurança, onde Portas promete mais polícias.
3) No tema da segurança, mais uma vez Ferreira Leite saiu-se um pouco melhor. Lembrou que votou contra na questão da “vacatio legis” do CPP (tempo de espera entre a publicação do código de processo penal e a sua entrada em vigor), enquanto que o PP se absteve. Já é a segunda vez que Portas é apanhado em falso nas reformas da justiça: na questão da prisão preventiva, Sócrates tinha-o embaraçado, agora foi MFL.
Um ponto a favor de Portas:
4) Na questão da Madeira, em que nitidamente o PSD e MFL têm dificuldades. O que Portas podia ter dito – para clarificar a sua posição – é que um mal não afasta outro mal. A falta de democracia na Madeira, não desculpa a falta da mesma no Continente. E vice-versa.
Em resumo, Ferreira Leite, que se tinha saído mal nos anteriores debates, ganhou o debate que se adivinhava mais complicado. Foi mais agressiva, surpreendendo Portas que certamente esperaria mais diplomacia.
Nota final para as gaffes de Ferreira Leite: ao que parece, o PSD tem um programa de apoio à delinquência juvenil.:)
Toda a gente terá percebido que se tratou de um erro. Mas é destes erros que os adversários se alimentam.
“O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
SIC, 10/09/2009
Promete baixar a TSU das empresas (23,5% salvo erro).
Quem me garante que não mantém ou sobe a taxa social dos empregados (actualmente nos 11%)? É que não estou a ver outra forma de manter os “rendimentos” da Segurança Social!
O debate começou com Paulo Portas a demarcar-se do centrão tentando fidelizar votos à direita e ganhá-los ao centro-direita. Tenho dúvidas que seja bem sucedido, em relação ao eleitorado do PSD. No entanto Manuela Ferreira Leite também não terá sido muito bem sucedida quando, logo a seguir, apelou ao voto útil no PSD.
Na questão das finanças e impostos Portas tentou novamente colar PSD e PS mas MFL ganhou pontos sendo verdadeira: “Não aumentarei impostos”… e realista: “Se puder baixarei impostos”.
É um facto que as propostas do CDS são de fácil compreensão e caem bem à opinião pública, mas são de um partido que sabe que não será governo, e portanto não as terá de executar. Já as apostas do PSD são de mais dificil compreensão à população em geral, mas têm um alcance muito maior.
Duas coisas em que estou de acordo com Portas: taxar as SCUT (essa ideia peregrina do PS de Guterres) e dar o RSI “em géneros”. Em França por exemplo, o estado oferece alojamento, ticket restaurant e ajudas para bens essenciais.
Nessa questão MFL não poderia dizer outra coisa. Principalmente nesta altura de campanha eleitoral, e com o país a atravessar grave crise social. Segundo a líder do PSD o RSI é para manter nos actuais moldes.
No final, pressionada pelo tema, MFL soltou-se… e saiu-se bem. Admitir gostar do estilo de AJJ seria mentir com todos os dentes. MFL foi extremamente clara ao dizer que têm estilos diferentes e que ela por vezes não aprecia o do líder Madeirense. Ganhou pontos com a verdade.
O à vontade de MFL continuou e permitiu-lhe sair-se bem da questão dos média que envolveu MRS e MMG, sugerindo que Judite convidasse MMG para a RTP.
Portas acabou “por cima” – mas à traição – com aquela alusão aos militantes PSD que consideraram o bloco central.
MFL não promete baixar impostos mas promete baixar a TSU. É exactamente a mesma coisa. – JM
JM:
Pelo que vi, a posição de princípio de Ferreira Leite foi a de que não poderia prometer uma baixa generalizada dos impostos, mas que o faria logo que pudesse por considerar que a carga fiscal actual é excessiva. A excepção é a da TSU, tendo em consideração que o emprego é a questão principal a resolver no imediato, segundo o PSD.
Não creio que haja nenhuma contradição. Ou, pelo menos, seria necessário estar a rever o programa para perceber se a mesma existiu.
MFL não prometeu baixar os impostos, mas afirmou que se tal medida for exequível irá pensar nisso! Mesmo assim pode não baixar! Esta senhora é um génio! Pode ser que desça o IRC de 42% para uns 30%! Ou isto será o IRS? Bolas…. A sra. já me baralhou! Viva a Política da Vergonha 09!
“2.
Esses dois, um que baixa os impostos e a outra que não sobe os impostos, são socialistas?
Ou é ironia?”
Não é ironia. São Socialistas. Não existiu nunca um Governo PSD e ou CDS que baixasse os impostos. Aumentaram sempre o poder do Estado.
Nestas eleições basta olhar para as contradições no que dizem.
Depois podemos ir para a sua natureza Partidária bem definida pelo S de Social que cada um tem no nome. Nenhum deles tem o L de Liberdade.
A velha nunca mais se descose sobre a avaliação e o estatuto de carreira dos professores.
Acabo de ouvir um idiota do PSD porto, um tal de Marco António, que é das coisas mais imbecis, verborrentas e demagogas da politica portuguesa, a desfiar um rosário de barbaridades sobre a forma como este Governo tratou essa classe corporativa de privilegiados, a maior parte deles sem formação, pelo menos moral.
Gostaria de perguntar a esse cretino se ele sabe como é que eu, cidadão português, trabalhador português por conta de outrém ( que não o Estado) me sinto de cada vez que ouço essa gentalha berrar que não obedece às leis e às determinações de uma Ministra legitimamente mandatada para tomar decisões e dar ordens.
Esse idiota de Marco António abespinha-se por a ministra tratar os professores como assalariados que são, pagos por todos nós, dando a entender que com eles têm de haver regras especiais, na mais pura demagogia e aproveitamento politico, digno de um Beato Louçã.
Se é assim que este PSD procura vencer esta porcaria, comigo tá fodido, porque se há ministro que foi bom ministro, teve coragem e teve RAZÃO (!!!!), foi a ministra da Educação, Ministra de Lurdes Rodrigues.
Eu, que na minha empresa tenho de obedecer às determinações das hierarquias, sob pena de vir parar ao olho da rua, pois não tenho leis garantisticas especiais, como os cabrões dos Professores, dos Juizes, dos Médicos têm, não posso aceitar esta dualidade de regras entre cidadãos.
Fica registado o oportunismo e a agenda escondida da velha e do PSD no que toca à escumalha das classes corporativas.
Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional – estou certo que não deverão ser todos “totós” e “destituídos” … – está tudo dito sobre a “qualidade” das suas políticas!
Ou será que é uma só pessoa que está sempre certa?
Ora aqui temos o Lisboeta, como sempre armado em parvo, a falar da velha da puta da sua mãe que anda na rua, cheia de doença, a fazer chuchas para pagar as cotas à associação dos chuchalistas.
É um nojo do caralho!
Não se pode tratar assim uma mãe…
O que mais gostei foi o momento em que Judite confrontou Manuela com a sua suposta confusão entre o IRS e IRC no anterior debate anterior com Jerónimo. Manuela, decidida disparou: – não, não isso é do IRS! Só faltou dizer – que disparate, eu algum dia disse isso.
Estudo de professor da Universidade de Londres prova que o novo ECD e
o modelo de avaliação de desempenho prejudicam o desempenho dos alunos
e inflaccionam as notas
É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada
da School of Business and Management da Universidade de Londres. O
estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student
Achievement and Grade Inflaction. O autor é português: Prof. Pedro
Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro
Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no
Institute of the Study of Labour, em Bona.
O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em
Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino
secundário. O novo ECD, imposto pelo decreto-lei 15/2007, foi incluído
no leque de reformas educativas. O estudo baseia-se na informação
individual dos resultados dos exames em todas as escolas secundárias
portuguesas desde o ano lectivo 2001-02 até ao último ano lectivo
completo (2007-08). Utiliza informação disponibilizada pelo Júri
Nacional de Exames e que tem sido utilizada para a construção de
rankings (por exemplo, aqui e aqui).
Em termos específicos, compara a evolução dos resultados internos e
externos (exames nacionais) nas escolas públicas do continente com as
escolas privadas e também com as escolas públicas das regiões
autónomas. A motivação para esta escolha está no facto de os dois
últimos tipos de escolas não terem sido afectadas – pelo menos não com
a mesma intensidade – pelas várias alterações introduzidas no estatuto
da carreira docente e avaliação de desempenho dos professores. Nessa
medida, tanto as escolas privadas como as escolas públicas das regiões
autónomas podem servir como contrafactual ou grupo de controlo.
Os resultados indicam uma deterioração relativa de cerca de 5% em
termos dos resultados dos alunos das escolas públicas do continente em
relação tanto às escolas públicas da Madeira e Açores como às escolas
privadas. A explicação dada pelo autor do estudo para este resultado
prende-se com os efeitos negativos em termos da colaboração entre
professores a partir do momento em que a avaliação de desempenho
surgiu associada aos resultados escolares dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono). Ou seja, os professores começaram a
colaborar menos uns com os outros e a partilharem menos os materiais e
os conhecimentos. Por outro lado, o aumento da carga burocrática
associada à avaliação também poderá ter tido custos em termos da
qualidade da preparação das aulas.
Por outro lado, o estudo conclui que a variação em termos dos
resultados internos destes mesmos alunos é menor, embora também
negativa – cerca de 2% (em contraponto a 5% nos exames nacionais). A
diferença entre os dois resultados, que sugere aumento da inflacção
das notas, pode explicar-se pela ênfase colocada pelo ECD (decreto-lei
15/2007) e pelo modelo de avaliação de desempenho (decreto
regulamentar 2/2008), pelo menos na sua primeira versão (antes da
avaliação simplificada) – nos resultados dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono) como item a ser considerado na avaliação dos
professores.
Este estudo é de enorme importância. As conclusões arrasam o novo ECD,
o novo modelo de avaliação de desempenho de professores e as restantes
reformas educativas introduzidas no ensino secundário. Espero que os
jornais e as televisões peguem nos resultados deste estudo. Está tudo
neste post, incluindo a versão completa do estudo do Prof. Pedro
Martins.
Para saber mais:
O estudo “Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade
Inflaction” versão completa
Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional
Mas quem é que lhe garante esses números?
Olhe eu estava lá e não sou professor, fui só ver o ambiente.
O senhor Daniel Oliveira também.
E mais milhares que vieram dar um passeio muito barato a Lisboa.
Nunca acredite naquilo que vê.
Como bem sabe, a baixa da TSU (única medida que Ferreira Leite avança para salvar as suas adoradas PMEs) irá implicar uma forte diminuição da receita fiscal. Vai-se abrir um buraco no orçamento da segurança social, que tem que ser colmatado de alguma forma, do lado da despesa. Sendo surreal e irresponsável pensar que tal será compensado através da diminuição dos custos com o subsídio de desemprego. Obviamente que não é a redução de 1 ou 2 pontos nessa contribuição, que até julgo ser dedutível no IRC, que vai resolver, como varinha mágica, a questão do desemprego. Nem de longe nem de perto. Portas contrariou bem esta proposta e marcou pontos.
Ademais, Portas venceu o debate claramante e encostou Leite às cordas quando lhe apontou, olhos nos olhos, a contradição entre o apregoar asfixia democrática no continente e glorificar a democracia da Madeira.
Tendo a população acesso a informação de todo o tipo, com as liberdades constitucionais todas garantidas, gostaria que me explicasse como é que Alberto João Jardim ganha vai para uns 30 anos todas as eleições na região autónoma da Madeira?
Como?
O Primeiro-ministro espanhol, Rodrigues Zapatero, anunciou o congelamento de ordenados de todos os altos cargos da administração do Estado. A medida, para vigorar nos próximos dois anos, tem por objectivo combater a grave crise que atravessa a economia do país vizinho. O anúncio feito por Zapatero prevê o congelamento do salário do próprio Primeiro-ministro, de todos os altos cargos da administração do Estado e dos principais dirigentes das empresas públicas.
A norma não se aplicará aos outros sectores da Função Pública, pois a intenção é respeitar os compromissos assumidos com os sindicatos.
O executivo espera que as comunidades autónomas lhe sigam o exemplo: a primeira a responder foi a de Madrid, governada pelo Partido Popular, que resolveu não dar aumentos durante os próximos dois anos. Outra decisão tomada pelo Governo espanhol foi a de reduzir de forma drástica o número de funcionários a contratar no ano que vem. Zapatero conta, com estas medidas e com cortes nos gastos públicos correntes, poupar cerca de 250 milhões de euros´ http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=251672
Portugal
29.07.08
Gestores públicos receberam 27 milhões
EMPRESAS DO ESTADO. Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos
.
“A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
.
mas a dupla tributação dos lucros das Empresas em sede de IR(C) e IR(S) andam na faixa dos 40%-60%, uma média de cerca 42% nos IR(endimentos).
.
Se MFL se referia ou queria referir-se aos IR(endimentos) está certa. A SIC comete uma “gaffe” involuntária porque esquece que incidem dois Impostos sobre o mesmo lucro gerado pelas das Empresas.
.
A educação, conforme tem ido a política educativa, está demasiado cara. Diria mesmo: a
educação, como está, é um desperdício financeiro, de recursos humanos e não só. Vejamos:
1º Trabalham na educação os profissionais mais altamente qualificados do país e os
resultados não só no Português (Língua Portuguesa), mas também na Matemática e nas
ciências de uma maneira geral (Físico-química, Biologia, etc.) continuam muito fracos. E
porquê? Se os professores são dos profissionais com as mais elevadas habilitações
literárias (muitos licenciados, outros mestrados e até doutorados mesmo nas áreas
científicas que leccionam), não se percebe por que razão a generalidade dos alunos
portugueses não aprende, quando os filhos dos imigrantes de Leste e outros são,
genericamente, dos melhores alunos, mesmo em Língua Portuguesa! Será por razões
económicas ou devido à pobreza que grande parte dos alunos portugueses não aprende?! Se
fosse esta a causa, certamente os filhos dos imigrantes – porque têm grandes dificuldades
pois seus pais trabalham, muitas vezes, em profissões mal remuneradas que os nacionais
recusaram – seriam certamente maus alunos. E isso, geralmente, não se verifica. Então o
problema está noutro lado.
2º A educação está muito cara e tem-se tornado num desperdício porque a sociedade e a
política portuguesas não têm valorizado quem tem cultura, quem, de facto, está mais
habilitado e tem mais saber: todos sabemos que o “sucesso” na política e na sociedade não
anda associado a altas habilitações, mas a certos negócios e ao carreirismo nos aparelhos
partidários dos partidos do poder que, misturado com a providencial cunha, dá uma mistura
perigosa a qual tem contribuído, drasticamente, para o nosso permanente atraso, enquanto
os mais habilitados, deixados à sua sorte, ficam em posição de subordinação e nada podem
fazer para além do protesto ou, então, porque já não têm paciência para aturar esta
situação, emigram para outras paragens onde o seu saber e capacidades são vastamente
reconhecidos e recompensados. Estrangeiros, em sua pátria, emigram interiormente ou
externamente!
3º A desvalorização da cultura e do saber e a atenção social e mediática sobre a
mediocridade e o “sucesso” fácil e/ou de lucros imediatos, mas sem, na maior parte das
vezes, qualquer mérito reconhecido, provocam desmotivação aos nossos jovens: quem tem
cultura e saber vive mal ou muito abaixo daqueles que subiram por outras vias. Portanto,
qual o interesse de estudar?! Não conhecemos licenciados, mestres e doutores
desempregados e em grande dificuldade?! Em contrapartida, fulano de tal, que nunca fez
nada na vida, vive bem e tem sucesso garantido e gosta de que lhe chamem “doutor” ou
“engenheiro”, apesar de nunca ter estudado e de ter “feito” o curso muito rapidamente,
primeiro na Jota e, depois, numa universidade do partido ou do Brasil ou dos EUA. E, com
alunos que não querem aprender, porque esta via não lhes é apresentada como a do sucesso,
bem pelo contrário, é muito difícil, ou mesmo impossível, ensinar seja o que for.
4º O materialismo da nossa sociedade consumista desvalorizou o imaterial, o invisível, o
não ostentatório, como o saber e a cultura, ao mesmo tempo que valorizou o visível e
material, os bens de consumo e o dinheiro e, consequentemente, a escola passou a ser
vista, por uma boa parte das crianças e adolescentes, como uma “seca” porque exige
atenção, concentração, motivação e esforço para o saber, para as fórmulas matemáticas ou
físicas, para os discursos literários ou filosóficos, para o pensamento e reflexão, e
isso é uma maçada porque é muito mais fácil digitar no teclado do portátil, do Magalhães,
do telemóvel e ver no Google a informação já “pronta a servir”, prêt à porter ou take
away, mas sem a interpretar, conhecer ou saber… Daí o desinteresse pelo saber, a
desmotivação e, em parte, a indisciplina.
Ao contrário do que alguns bem-pensantes da direita ou da esquerda, completamente alheios
da realidade do ensino, defendem, o insucesso escolar e a indisciplina não se devem à
pobreza, mas, ao contrário, ao excesso de bens, ao facilitismo e ao acesso fácil dos bens
de consumo e até da “informação” sem uma educação e preparação séria dos pais e da
população portuguesa que, na sua generalidade, não estava nem está, de modo algum,
preparada para a sociedade consumista a qual nos era – ainda há bem pouco tempo, não mais
que três décadas – totalmente desconhecida: vivíamos do que a terra e o mar davam e dos
produtos comprados na feira ou no mercado e nas lojas dos centros urbanos! Não havia
tanta oferta de produtos nem em quantidade, nem em diversidade… O progresso material não
foi, devidamente, acompanhado do progresso cultural, moral e cívico…
5º A política educativa, centrando-se apenas no professor e descurando todos os outros
agentes e factores, continuando, até ao limite do absurdo, o «eduquês», não nos conduz a
parte nenhuma: vejam-se os resultados dos alunos nos exames e, sobretudo, os resultados
do PISA que ainda estão para sair! Qual tem sido a solução? Em vez de se analisar e
avaliar correctamente as causas, esconde-se o problema iludindo-o: promove-se o
facilitismo, aligeira-se a exigência, simplificam-se os programas, desvalorizam-se os
exames, tudo para combater os números negros do insucesso e, assim, os alunos vão
transitando de modo que muitos chegam à Universidade quase analfabetos funcionais,
limitando-se ao Google e ao copy & paste para fazer os “seus” trabalhos! Não basta saber
fazer “umas coisas”, ser um mero executor de tarefas acéfalo, é preciso saber… e saber
estar e saber ser. E isto tem sido desvalorizado! Logo, tanto investimento e dinheiro
deitados ao lixo: em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis,
decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc. A educação, assim,
está demasiado cara, é um desperdício!
6º Se existisse uma correcta e séria política educativa que alterasse todo este estado de
coisas, a educação seria o melhor investimento de futuro do país. Um povo educado e culto
sabe como consumir; valoriza a cultura, a arte e o património cultural e ambiental;
preserva a natureza e despreza o ilusório e ostentatório; exige competência dos seus
superiores profissionais, orgânicos, sociais e políticos; não elege qualquer um ou
qualquer vendedor de ilusões para assumir cargos de direcção pública… Não se verga a
directivas absurdas, nem se compraz com a corrupção (re)elegendo corruptos! Exerce a sua
cidadania de corpo e alma não esperando que outros resolvam os problemas por si. Até
apetece perguntar: a quem interessa a teimosia na manutenção deste estado de coisas… na
educação? Salazar já sabia que um povo inculto era mais fácil de domar, governar!
“em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis, decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc.”
Nem de propósito:
Sua excelência o Secretário de Estado da Educação, em 08 de Julho de 2008, decretou que:
4. O director de turma deve leccionar à mesma turma:
a) As disciplinas ou áreas disciplinares atinentes ao seu grupo de recrutamento;
b) A área curricular não disciplinar de Formação Cívica;
c) Sempre que possível uma das áreas curriculares não disciplinares de Área de Projecto ou de Estudo Acompanhado.
5. O tempo atribuído ao Estudo Acompanhado deve ser utilizado parcialmente pelas escolas para apoio aos projectos em curso, designadamente:
a) Desenvolvimento do Plano da Matemática (cf. Despacho n.º 6754/2008, de 29 de Fevereiro e Edital);
b) Apoio aos alunos com Português Língua Não Materna (cf. Despacho Normativo n.º 7/2007, de 6 de Fevereiro);
c) Realização de actividades no âmbito dos planos de recuperação, desenvolvimento e de acompanhamento dos alunos (cf. Despacho Normativo n.º 50/2005, de 20 de Outubro).
d) Programas definidos a nível da escola.
7. Tendo em conta a diversidade de experiências vividas nas escolas e atendendo à sua importância para a promoção da melhoria das aprendizagens, a área de Estudo Acompanhado pode integrar, entre outras, as seguintes modalidades:
a) Desenvolvimento de Planos Individuais de Trabalho e estratégias de pedagogia diferenciada de modo a estimular alunos com diferentes capacidades.
b) Programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno;
c) Actividades de compensação e de recuperação;
d) Actividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros.
8. A Área de Estudo Acompanhado deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação e envolvendo igualmente os pais ou encarregados de educação, e os alunos.
9. A Área de Projecto tem como finalidade o desenvolvimento da capacidade de organizar a informação, pesquisar e intervir na resolução de problemas e compreender o mundo actual através do desenvolvimento de projectos que promovam a articulação de saberes de diversas áreas curriculares.
10. Ao longo do ensino básico, em Área de Projecto e em Formação Cívica devem ser desenvolvidas competências nos seguintes domínios:
a) Educação para a saúde e sexualidade de acordo com as orientações do Despacho n.º 25 995/2005, de 28 de Novembro e o Despacho 2506/2007, de 23 de Janeiro;
b) Educação ambiental;
c) Educação para o consumo;
d) Educação para a sustentabilidade;
e) Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo;
f) Educação para os direitos humanos;
g) Educação para a igualdade de oportunidades;
h) Educação para a solidariedade;
i) Educação rodoviária;
j) Educação para os media;
k) Dimensão europeia da educação.
12. A área curricular referida no número anterior deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, com recurso a parcerias com entidades governamentais e não governamentais, externas à escola, que apoiem a realização dos projectos e facilitem o intercâmbio de experiências entre escolas através da realização de concursos, visitas de estudo, encontros nacionais, exposições e de outras iniciativas divulgadas e apoiadas pelo ME ou entidades locais.
14. O módulo de Cidadania e Segurança deve ser trabalhado na área da Formação Cívica, em cinco blocos de 90 minutos, ao longo do 5.º ano de escolaridade, de acordo com uma sequência e um calendário a definir pela escola e tendo em conta as orientações da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
15. O trabalho a realizar em cada uma das áreas curriculares não disciplinares deve obedecer a uma planificação que deverá figurar no respectivo projecto curricular de turma, com a identificação das competências a desenvolver, as experiências de aprendizagem e a respectiva calendarização.
16. O trabalho desenvolvido em cada uma das áreas referidas no número anterior deve ser objecto de uma avaliação participada e formativa, no contexto da turma e, ainda, de uma avaliação global no final do ano lectivo, a realizar pelo conselho pedagógico, da qual deverá resultar um relatório, no qual deve constar:
a) Recursos mobilizados;
b) Modalidades adoptadas;
c) Resultados alcançados.
17. No final do ano lectivo, o director envia à Direcção Regional de Educação respectiva a avaliação global referida no ponto anterior.
18. Cada Direcção Regional de Educação elabora um relatório global relativo às escolas da respectiva área, o qual deverá ser enviado à Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, até 31 de Agosto.
“25.smile disse
10 Setembro, 2009 às 10:40 pm
Consegue sim senhor. Diminuir os custos, diminuindo as contribuições sobre o trabalho.
Evidências que qualquer cidadão consegue discernir:
Exemplo
Produto português – Entra no mercado, paga, IVA e impostos sobre o trabalho. No caso de um produto proveniente de uma empresa com mão-de-obra intensiva (que é o caso da industria portuguesa) se 30 % do custo do produto tiver origem no factor mão-de-obra, o custo final do produto sai mais caro 10% devido aos impostos sobre o trabalho.
Produto chinês em ciclo chinês – O império chinês fabrica, transporta e vende directamente ao consumidor. O IVA é menos de 5% pois só menos de 20% do tráfego é facturado. Os impostos sobre o trabalho na produção são chineses, isto é muito baratos. Os custos de comercialização são exímios, pois quase não existem no caso em que o comerciante chinês parte de férias para a china e deixa impostos, rendas e outras contas por pagar.
O transporte também está barato por dez euros é possível transportar uma televisão da china para Portugal.
Os chineses compram as matéria primas em grandes quantidades e são pechincheiros, para além de que estão a construir globalmente uma teia de fornecimentos de matérias primas.
«…à semelhança do caso de Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, porque é que a Judite como Directora de Informação da RTP não convida Manuela Moura Guedes?…»
Vem estes socretinos falar do “lado da despesa”. Isto é de partir a moca a rir. Que putanheiros. A propaganda é tanta, só ficando abaixo da propaganda do clube do regime. Eis a razão pela qual a imprensa centralista e xuxialista não fazem o país andar para a frente. O ex ele bê é o exemplo máximo de um país fascizante. Hoje as TVs do CAPITÓLIO vieram com mais uma notícia de merda do(a) Guiné(ss), o ex ele bê está classificado como sendo o 9º clube no ranking do séc. XX. São os tais estudos encomendados da OCDE. E os mesmos moluscos rabetas não foram verificar a tabela a que se refere os maiores clubes de todos os tempos? Porque será? Ah o clube de Estado está lá para o fundo da tabela. Imagine-se, os gajos são tão progressistas que ainda continuam a viver no séc. XX. A Pinhão, desculpem o Pinhão, aquilo é gajo na certa, pelos vistos andou a rabiscar o livro da Cagolina antes de ser lançado, mas para as TVs isso já não interessou. Para a super procuradora que só abre, lê e deixa publicar certos livros, a famosa mulher de aluguer do Sanchez também não sabe de nada. Para o Ricardo Bosta da liga cabeça de leitão, o tal de Oliveira de Azeméis estão mudos. Hoje ficou provado que o Rui Bosta no famoso ex ele bê, mais conhecido pelo Terror dos Túneis andou a fazer merda da grossa a que levou que o Delegado do Benfica-Nacional fosse suspenso por 18 meses por falsificar relatório e as Tvs todas lá censuraram a notícia. O normal no país de Toninhos Saloios. O bichex do Vital Moreira, mas conhecido por ZOMBIE devido ao Testamento Vital foi um dos que arranjou um parecer à última da hora para ajudar o Ricardinho Bosta da Liga Sagres ou da Equipa da Sagres? Pior que esse, só Freitas do Arraial, o famoso corcunda de Notre Damme, ministro do último governo PEEÉSSE, especialista na poda, um dos pais e fundadores da legislação na matéria que fez um parecer a contradizer tudo aquilo que veio a defender até essa data e que ajudou a legislar, só com intuito de fod£§ um clube que o drogado do filho tanto odeia. O filho do Arraial está nas suas sete quintas, pois tem as linhas e palhinhas garantidas para toda a semana. O Diário Economic e o Rascord pagam-lhe o rendimento mínimo garantido. Por isso é que eu gosto do AJJ, não destes falsos liberais, sociais-democratas, democratas cristãos, alguns que andam pelo PSD para serem comentadores ao lado da xuxalhada porque não têm tomates de ir para o campo de batalha, a não ser que o tacho seja altamente recompensável. São os primeiros a queimar tudo o que os rodeia, destruindo todos os colegas que possam que pertencem aos seus partidos, só para bem dos seus interesses pessoais. Marcelus, Pachecus, Bitorinos, Marques Pentes, etc. Em Portugal tudo é possível. O Bochechas com programas vitalícios na RTPúbica, Diogo Infante e Castela com os seus programas do tempo do Vasco Granja, António Costa com publicidade semanal na Chic, etc. Autêntica Parvónia! A TVIL já está a virar o bico ao prego. Balsemão & Costa a fazer o jogo do querido líder. RTPúbica nem vale a pena falar. Cavaco caladinho para novo mandato. Medina Carreira dá-lhes na moina pah! O CAA o liberal pelos vistos já aderiu ao novo banco de dados do ADN lusitano. É o SISTEMA! Eu lá vou ter que votar na Manela para ver se ponho isto tudo partido e que as comadres se zanguem na próxima legislatura, para um pouco do podre vir ao de cima. Quero o SISTEMA abalado e bem abalado. Não o DEMOCRÁTICO, o SOCRÁTICO!
O Deve e o Haver, para Sócrates, no Silenciamento de MMG
Tenho para mim que o afastamento de Manuela Moura Guedes dos telejornais às sextas-feiras na TVI teve, ao menos, um objectivo político imediato muito vantajoso para José Sócrates. O silenciamento, muito bem preparado, como se pôde ver no teor e tempo das reacções protagonizadas por Santos Silva e Sócrates, visou, e para já conseguiu, limitar ao máximo os estragos que podiam ser infligidos em Sócrates pelo conteúdo da reportagem emitida ontem no telejornal de substituição transmitido pela estação de Queluz. É que o que lá disse, na reportagem, é muito sério e grave e vale bem as acusações e o preço que o primeiro-ministro poderá pagar ao ser acusado, muito justamente, de não respeitar a liberdade de imprensa. No entanto, o conteúdo da reportagem não é apenas péssima para Sócrates assim os portugueses a tenham visto e julgado. Apresenta também alguns factos que deixam em muito maus lençóis sectores da Procuradoria-Geral da República que, ultimamente, parecem extremamente interessados em dar por encerrada, para aí uma semana antes das eleições, a investigação sobre o Freeport. http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/09/o-deve-e-o-haver-para-socrates-no.html
“115.Factos são factos disse
3 Setembro, 2009 às 2:06 am
(…)não lhe assiste qualquer razão na defesa que faz dos grandes investimentos
públicos, pelas razões que vou enunciar.
Crescimento da Dívida Externa Liquida de Portugal (Passivo – Activo) durante o governo
Sócrates
ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
2004 144.128 92.205,3 64,0%
2005 149.123 104.681,4 70,2%
2006 155.446 125.833,5 80,9%
2007 163.190 148.974,4 91,3%
2008 166.197 161.531,1 97,2%
2009 163.736 164.689,1 100,6%
Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.
Assim, entre 2004 e 2009, o valor do PIB de Portugal cresceu, em valores nominais, ou
seja, sem entrar com o efeito da subida de preços, 13,6%, enquanto a dívida externa
liquida portuguesa aumentou 78,6%. Em milhões de euros, o PIB cresceu 19.608 milhões €,
enquanto a dívida aumentou 72.484 milhões de euros, ou seja, 3,7 vezes mais. Como
consequência, entre 2004 e 2009, a dívida externa líquida do Pais passou de 64% do PIB
para 100,6% do PIB. É um crescimento sem dúvida insustentável.
MAS O PROBLEMA DA DÍVIDA EXTERNA É AINDA MAIS GRAVE, POIS FALA-SE SEMPRE DA DÍVIDA
LÍQUIDA E NÃO DA DÍVIDA TOTAL BRUTA QUE É MUITO MAIS ELEVADA
Os dados anteriores sobre a dívida, que são aqueles habitualmente referidos e normalmente
divulgados pelos media, enganam porque não correspondem à totalidade da dívida do País.
Aqueles dados referem-se apenas à Dívida Liquida Externa, que se obtém deduzindo à Dívida
Externa Bruta, ou seja, a totalidade daquilo que o País efectivamente deve ao estrangeiro
(o chamado PASSIVO do País) aquilo que ele tem a haver do estrangeiro (o chamado Activo).
No entanto, o que o País efectivamente deve ao estrangeiro é a dívida externa bruta, e é
ela que tem de ser paga, e é sobre ela que se tem de pagar juros e dividendos. O quadro
seguinte, construído também com dados divulgados pelo Banco de Portugal, mostra com
clareza a dimensão dessa dívida total efectiva.
Valor da dívida bruta total efectiva de Portugal
Ano Dív. Bruta Externa Portugal ou Passivo (milh. €)
2006 402.857,4
2007 444.137,7
2008 444.117,9
2009 (só até Março) 451.520,4
Percebe agora porque é que não se pode continuar com esta política suicida de enveredar
por megalómanos investimentos públicos? Já atentou para o facto de que a ser seguida a
política que você defende, o país cairá na bancarrota?
In, http://www.blasfemias.net/2009/09/02/socrates-vs-portas/#comments
.
Importa não perder de vista a Crise que tecnicamnete poderia terminar em 2017/2020. Regressar ao ponto em que começou.
.
A recente ‘saída’ da Recessão é uma interrupção. Resultado muito fraco do gasto astronomico dos dinheiro dos impostos e responsabilidades publicas contra a Crise. Seguem-se os “W’s”. Reentrada na Recessão com um fardo deflacionista maior às costas. A devastação do Emprego, dos tecidos economicos e aparelhos produtivos nacionais não foi resolvida. Continua a agravar-se.
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Um erro catastrófico: esbanjaram-se somas astronómicas de dinheiro dos Cidadãos (impostos) e comprometeu-se Estados em dividas externas abissais apenas para resistir contra o que tem de ser feito a nivel fiscal e de impostos. É inevitàvel.
.
Foi penoso acompanhar o debate da Dr.ª Manuela com o Dr. Portas. A líder do PSD está derreada, baralha-se com frequência e a falta de letras amplia a falta de ideias. Valeu-lhe a D. Judite, que não se cansou de intervir como quem dava o braço para ajudar a senhora a atravessar a rua na passadeira.
#54
PERFEITO.
Sobre MFL, sejamos honestos:
Não domina os dossiers, economia, saude, segurança…
O discurso é frágil e “fraquinho”
As frases feitas são abundantes, o que para um politico profissional, digamos que é muito mau,
Falta-lhe carisma, força, imagem de marca…
Assim, com aquela conversa de “treta” n~«ao vamos lá…
Pena é que alguns comentadores, de forma encapotada e com falta de honestidade intelectual, ainda vejam qualquer “coisa” neste ser…
Eu acredito que ela seja assim, mas é mau e como cidadão quero melhor.
Este país merece melhor, e isto é mais do mesmo.
VIVA PORTUGAL.
Já agora aproveito para dizer, que o querem as piquenas e médias empresas, não é um desconto de 2,..% na TSU´. O que precisamos é de trabalho, de ver investimento. As empresas fecham não é por terem custos de trabalhos muito altos (os preços praticados na area de C Civil nunca foram tão baixos)é por não terem trabalho para dar aos seus funcionários. MFL não vê isto, nem dá um sinal de confiança às empresas. O esquema/solução de injectar dinheiro nas empresas já foi testado, o resultado não foi o melhor, portanto é necessário mudar de modelo. Falo na qualidade de microempresário. Também trabalho na base de salários baixos só corresponde á prática de má qualidade de produção de bens e serviços. Com salários baixos o consumos vai todo para as lojas da “china”. Assim não.
Obrigado.
Alexandre Relvas denuncia que, enquanto Presidente do Instituto Sá Carneiro, por diversas vezes se confrontou com funcionários públicos, professores universitários e empresários que “se recusam a dar voz às suas opiniões de forma aberta, porque têm medo das represálias”.
De regresso às conversas das quintas-feiras na Renascença, Relvas falou sobre a asfixia democrática e lembrou que antes desta pré campanha, o tema já tinha sido levantado por Paulo Rangel com a designação de “claustrofobia democrática”, uma claustrofobia, diz o social-democrata, que condiciona actualmente a vida dos portugueses. http://www.rr.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=116&did=70148
“O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
SIC, 10/09/2
Portas quando nomeou os principais locais de “insegurança” deveria ter complementado acerca da responsabilidade de QUEM é que promoveu a africanização de Portugal, SEM SER NECESSÁRIO.E com umas leis bestiais e muito humanistas mas que tornaram os indígenas criados da africanidade.Coisa que pelos vistos a Manelinha nem quer alterar.Até a TAP ajuda nisso.Agora vai aumentar os vôos para Bissau.Mas quantos guineenses moram FORA DE BAIRROS sociais?E têm dinheiro para andarem a ir e vir?Desculpem lá mas os ex-descolonizadores andam numa de nos colonizarem e obrigarem ainda por cima a pagá-la.
NINGUÉM FALOU DA AFRICANIZAÇÃO DESNECESSÁIA…
ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
2004 144.128 92.205,3 64,0%
2005 149.123 104.681,4 70,2%
2006 155.446 125.833,5 80,9%
2007 163.190 148.974,4 91,3%
2008 166.197 161.531,1 97,2%
2009 163.736 164.689,1 100,6%
Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.
AGORA COLOQUEM AO LADO OS IMIGRANTES/NACIONALIZADOS A VIVER EM BAIRRO SOCIAL SEM EMPREGO E A RSI…
#57,
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“A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
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a dupla tributação dos lucros em sedes de IR(C) e de IR(S) anda na faixa de imposto cobrado na faixa dos 40% a 60%, uma média de cerca dos tais 42% de imposto nos IR(endimentos).
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A MFL ou fugiu-lhe a boca para a verdade ou referia-se aos IR(endimentos). A SIC comete uma “gaffe” de informação completa. Não esclareceu que incidem dois Impostos (IRC e IRS) sobre o mesmo lucro gerado pela mesma Empresa (dupla tributação do mesmo).
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Olá a todos amiguinhos!
Eu chamo-me Ferreira Leite.
Sou a melhorzinha de todos e as sondagens confirmam toda a admiração que por mim tem o povo português. Quando ganhar as eleições…carro novo para todos!
Olá outra vez amiguinhos!
Quando ganhar as eleições, o que na prática já aconteceu, vou dar as mãos ao Paulinho. Depois disso, o único preto que por cá fica é o da Sonangol.
«- Dedico-me a fazer oposição ao governo. Estou a prometer para os próximos anos, convictos e infindáveis projectos, maquetes e reformas aos paroquiantes, verdadeiramente assunto de bengalada contra o inepto governo que temos. Exijo medidas sociais, e curiosos planos na saúde, na justiça e educação, contra a insensível governação destes quatro anos de terror financeiro e de cárcere político. O governo que se cuide, pois não há lacaio, comediante, simplexe ou contra-regra que congregue a boa vontade. Aquilo é que é talento!» – palavras do amado e querido líder da paróquia nacional.
Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal. http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58
PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair
(1) TÍTULO I Do processo sumário
Artigo 381.º Quando tem lugar
1 – São julgados em processo sumário os detidos em flagrante delito, nos termos dos artigos 255.º e 256.º, por crime punível com pena de prisão cujo limite máximo não seja superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções:
a) Quando à detenção tiver procedido qualquer autoridade judiciária ou entidade policial; ou
b) Quando a detenção tiver sido efectuada por outra pessoa e, num prazo que não exceda duas horas, o detido tenha sido entregue a uma das entidades referidas na alínea anterior, tendo esta redigido auto sumário da entrega.
2 – São ainda julgados em processo sumário, nos termos do número anterior, os detidos em flagrante delito por crime punível com pena de prisão de limite máximo superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções, quando o Ministério Público, na acusação, entender que não deve ser aplicada, em concreto, pena de prisão superior a 5 anos.
(Código de Processo Penal)
(2) “Um juiz do Tribunal do Seixal soltou, com apresentações à PSP, um jovem, de 20 anos, que roubou mais de mil euros a dois distribuidores de cerveja e baleou um deles na perna. O ladrão foi retido por populares e apresentado a tribunal pela PSP.”
(3) “Depois de solto, regressou ao local onde foi detido para fazer ameaças de morte aos populares que o apanharam.”
PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair (4)”
(1) idem
(2) “Carlos, de 21 anos, saiu ontem à tarde do Tribunal de Espinho sorridente e mais uma vez em liberdade, após ter sido ouvido por suspeita de violação, sob ameaça de faca, de uma estudante de 19 anos, na madrugada de sábado na praia da Baía, em Espinho. O pai esperava-o à porta e foram ambos a rir-se pela rua, fumando um cigarro.”
(3) “O electricista, com antecedentes por roubos e furtos e que já estava obrigado a apresentações semanais às autoridades – que nunca cumpriu – voltou a ser libertado. ”
(4) “Agora está obrigado a comparecer todos os dias junto das autoridades da área de residência”
Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
AFINAL, SÓCRATES GOVERNOU PARA QUEM?
Ninguém contesta a legitimidade democrática do governo de José Sócrates. No entanto, a legitimidade moral da sua política é passível de ser posta em causa, na medida em que grande parte daqueles que lhe deram o seu voto se viu defraudada pela prepotência da sua postura e pelo desastre de muitas das suas políticas.
Nunca houve tanta crispação e contestação nas ruas e nos locais de trabalho. Um País não se pode desenvolver sem serenidade e motivação.
Fica aqui um breve apanhado de algumas acções que foram notícia no CM e nos fazem questionar: afinal, Sócrates governou para quem?
Agosto 2009
Greve na TAP: manifestação no aeroporto
Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
Marcha contra política agrícola
Greve da Polícia Municipal encerra 19 dos 31 serviços
Greve de polícias municipais com adesão de 70%
Greve ameaça parar TAP
Greve de Aveiro alastra
Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
Polícias municipais convocam greve
Lisboa: Guardas prisionais em vigília
Greve dos estivadores: 12 navios desviados
Início de Setembro: Groundforce em greve
Julho 2009
“Morremos nós ou os animais”
Sócrates não dá “lições de educação” a estivadores
CAP contra Governo
Mil polícias lançam bonés em São Bento
Paralisação ameaça ano lectivo
Lisboa: Docentes fazem vigília frente ao Palácio de Belém
Greve põe prisões em alerta máximo
Guardas prisionais: Greve com adesão de mais de 90%
Trabalhadores do Arsenal do Alfeite em greve
Trabalhadores da EMEL fazem greve no dia 15
Estivadores: Nova greve
Superior: Adesão de 80% à greve
Cadeias paralisadas
Guardas prisionais em greve
Técnicos da EDP em greve
Junho 2009
Manifestação vai marcar a Feira da Agricultura
Docentes dos politécnicos em manifestação
Agricultores protestam em Viseu
Serviços Municipalizados em greve
Greve cancela voos na Portugália
Pilotos em greve
Trabalhadores da Bosch fazem greve de uma hora e quinze minutos
Maio 2009
80 mil chumbam política da ministra
80 mil professores manifestam-se em Lisboa
Milhares de professores em protesto
200 guardas florestais contra o MAI
Professores: Greve de duas horas
Pescadores lúdicos em protesto
Polícias vão entregar bonés a José Sócrates
Lisboa: Polícias na rua
Dia Internacional: Enfermeiros em greve
Minigreve nas escolas a 26 e manifestação no dia 30
Estivadores paralisam Porto de Lisboa
EMEL: Forte adesão à greve
Professores: Greve de duas horas
Trabalhadores dos consulados em greve a 4 de Junho
Greve adia cirurgias
Dia Internacional: Enfermeiros em greve
Enfermeiros voltam à greve
500 em greve na Visteon
Adesão à greve atinge valores históricos
Abril 2009
300 polícias saem à rua
Polícias fazem ultimato ao Governo
Sócrates recebido por ‘manif’ de professores e enfermeiros
Professores protestam em Maio
Mil militares em protesto
RTP: Jornalistas avançam com pré-aviso de greve
Registos e Notariado: Adesão elevada à greve
Trabalhadores da Visteon em greve
Registos e Notariado em greve
Fisco convoca 18 greves
Greve dos pilotos da Portugália cancela 36 voos
Greve na Portugália volta a cancelar voos
Mineiros da Panasqueira fazem greve
Greve dos pilotos cancela 35 voos da Portugália
Greve adia cirurgias
90% dos enfermeiros em greve
Enfermeiros: Adesão à greve elevada
Março 2009
Militares da GNR fazem manifestação
CGTP: Manifestação por mudanças nas políticas de emprego
Agricultores em protesto
Lisboa: Polícias reclamam
Pré-aviso de greve na Soflusa
Greve de pilotos pára voos
Professores ponderam greve de três dias
Enfermeiros apitam contra alteração de carreira
Magistrados entregam petição com mil assinaturas
Estações de comboio encerradas
Jornalistas em greve
Fevereiro 2009
Camionistas podem voltar aos protestos
Excesso de doentes leva médicos à greve
Greve faz atrasar operações
Adesão elevada na greve nos TST
Sul do Tejo: Greve até às 14h00
Regresso à rua dos professores
Comboios: Trabalhadores dos bares mantêm greve
“Professores vão voltar às grandes lutas de rua”
Camionistas podem voltar aos protestos
Janeiro 2009
Professores avançam para batalha jurídica
Professores regressam às ruas
Almada: PSP intervém em manifestação
Professores protestam em Belém dia 24
Todos em guerra com a ministra
Enfermeiros em greve
Forças de Segurança saem à rua
Dezembro 2008
Manifestação contra Fisco
Novembro 2008
Milhares nas ruas contra política de salários
Minas de Aljustrel: Trabalhadores agendam manifestação
Professores endurecem luta
Protesto junta professores no Marquês de Pombal
Professores regressam aos protestos
Estudantes atiram ovos a ministra
Polícia reprime manifestação estudantil
Movimentos de professores vão protestar
Movimentos de professores vão protestar
Manifestação de professores
Milhares de professores vão ‘à guerra’
Cem mil professores na rua
Outubro 2008
Alunos da Avelar Brotero preparam manifestação
Função pública manifesta-se
Trabalhadores agredidos em manifestação
Manifestação de professores a 8 de Novembro
Professores protestam a 15 de Novembro
Manifestação em Lisboa: Greve nos CTT
Transportadores ameaçam com greve
Junho 2008
Forças de segurança ameaçam com protestos
Milhares contra revisão laboral
Manifestação da CGTP em Lisboa
Camionistas parados em todo o país
“250 pessoas podem abandonar a agricultura nos próximos anos”
Greve dos camionistas vai continuar
Camionistas protestam no Porto
Maio 2008
CGTP espera 200 mil manifestantes
Marcha contra portagens dia 24
1 de Maio: Mais de 20 mil na manifestação da UGT
Abril 2008
Manifestação reúne milhares de trabalhadores no Porto
Utentes saem à rua contra política de Saúde
Março 2008
Precários protestam
Professores protestam
Cem mil contra a ministra
Professores já enchem Marquês de Pombal
Protestos ainda sem fim à vista
Função Pública sai à rua em protesto
Avaliação de professores leva milhares para a rua
Dois mil professores em Faro exigem demissão
Professores protestam em Faro
Professores obtêm apoio de associações de pais
Protestos em agonia
Professores pedem demissão
Fevereiro 2008
Ministra sofre ataque
Manifestação pelas Urgências de Anadia
Greve encerra Semana de Luta
Dezenas de pessoas manifestam-se à porta do PS
Janeiro 2008
Aumenta pressão sobre o Governo
Manifestação
Protesto contra fecho de Miguel Bombarda
Polícias reclamam maiores salários
Manifestação pela negociação colectiva
Anadia marcha até Lisboa
Dezembro 2007
Luta pelas Urgências
Milhares na rua contra fecho de urgências
Novembro 2007
Função Pública vai parar no dia 30
Outubro 2007
Militares protestam contra o Governo
Milhares de manifestantes desfilam em Lisboa
Fevereiro 2007
Médicos contestam mobilidade
Julho 2006
Médicos contestam reestruturação
Greve de médicos no Centro Hospitalar de Lisboa
(Fonte: MUP)
Mentirosos. (Social)istas não baixam impostos, mexem umas coisas para fingir que sim.
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Ferreira Leite saiu-se melhor deste debate do que dos anteriores. O que não deixa de ser interessante, tendo em conta que Portas é adversário mais complicado que o Jerónimo e o Louçã.
Três pontos a favor de MFL:
1) Quando Portas disse que seguia a receita de Merkel, Ferreira Leite lembrou-lhe que a Alemanha não tem a dívida pública, a dívida externa e o défice portugueses. Contra as críticas de ambiguidade, explicou também, de forma clara, que não promete baixar impostos, porque não sabe se isso é possível. Postura honesta que mostra que aprendeu com o falhanço do choque fiscal de Durão.
2) Quando Portas tenta encostar o PSD ao PS, Ferreira Leite pergunta-lhe quais as diferenças entre o programa do PP e o do PSD. Boa ideia: Portas encavacado. Verifica-se que as diferenças são diminutas, o que demonstra que o PSD actual está muito mais próximo do PP do que do PS. Concordam nas medidas para as PME`s, na exigência na educação, no recurso subsidiário ao privado na Saúde para combater as listas de espera; discordam na baixa de impostos, onde o PP promete o que não sabe se pode cumprir e na segurança, onde Portas promete mais polícias.
3) No tema da segurança, mais uma vez Ferreira Leite saiu-se um pouco melhor. Lembrou que votou contra na questão da “vacatio legis” do CPP (tempo de espera entre a publicação do código de processo penal e a sua entrada em vigor), enquanto que o PP se absteve. Já é a segunda vez que Portas é apanhado em falso nas reformas da justiça: na questão da prisão preventiva, Sócrates tinha-o embaraçado, agora foi MFL.
Um ponto a favor de Portas:
4) Na questão da Madeira, em que nitidamente o PSD e MFL têm dificuldades. O que Portas podia ter dito – para clarificar a sua posição – é que um mal não afasta outro mal. A falta de democracia na Madeira, não desculpa a falta da mesma no Continente. E vice-versa.
Em resumo, Ferreira Leite, que se tinha saído mal nos anteriores debates, ganhou o debate que se adivinhava mais complicado. Foi mais agressiva, surpreendendo Portas que certamente esperaria mais diplomacia.
Nota final para as gaffes de Ferreira Leite: ao que parece, o PSD tem um programa de apoio à delinquência juvenil.:)
Toda a gente terá percebido que se tratou de um erro. Mas é destes erros que os adversários se alimentam.
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2.
Esses dois, um que baixa os impostos e a outra que não sobe os impostos, são socialistas?
Ou é ironia?
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São socialistas porque são estatistas.
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“O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
SIC, 10/09/2009
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Oops! O meu comentário anterior é para o 1.
As minhas desculpas…
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José Barros,
MFL não promete baixar impostos mas promete baixar a TSU. É exactamente a mesma coisa.
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ps-psd-cds … nos governos há mais de TRINTA (30) anos e o país está como está.
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a velha é uma nódoa e o portas é macaco.
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7 João Miranda,
Promete baixar a TSU das empresas (23,5% salvo erro).
Quem me garante que não mantém ou sobe a taxa social dos empregados (actualmente nos 11%)? É que não estou a ver outra forma de manter os “rendimentos” da Segurança Social!
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9.
Já se viu ao espelho?
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O debate começou com Paulo Portas a demarcar-se do centrão tentando fidelizar votos à direita e ganhá-los ao centro-direita. Tenho dúvidas que seja bem sucedido, em relação ao eleitorado do PSD. No entanto Manuela Ferreira Leite também não terá sido muito bem sucedida quando, logo a seguir, apelou ao voto útil no PSD.
Na questão das finanças e impostos Portas tentou novamente colar PSD e PS mas MFL ganhou pontos sendo verdadeira: “Não aumentarei impostos”… e realista: “Se puder baixarei impostos”.
É um facto que as propostas do CDS são de fácil compreensão e caem bem à opinião pública, mas são de um partido que sabe que não será governo, e portanto não as terá de executar. Já as apostas do PSD são de mais dificil compreensão à população em geral, mas têm um alcance muito maior.
Duas coisas em que estou de acordo com Portas: taxar as SCUT (essa ideia peregrina do PS de Guterres) e dar o RSI “em géneros”. Em França por exemplo, o estado oferece alojamento, ticket restaurant e ajudas para bens essenciais.
Nessa questão MFL não poderia dizer outra coisa. Principalmente nesta altura de campanha eleitoral, e com o país a atravessar grave crise social. Segundo a líder do PSD o RSI é para manter nos actuais moldes.
No final, pressionada pelo tema, MFL soltou-se… e saiu-se bem. Admitir gostar do estilo de AJJ seria mentir com todos os dentes. MFL foi extremamente clara ao dizer que têm estilos diferentes e que ela por vezes não aprecia o do líder Madeirense. Ganhou pontos com a verdade.
O à vontade de MFL continuou e permitiu-lhe sair-se bem da questão dos média que envolveu MRS e MMG, sugerindo que Judite convidasse MMG para a RTP.
Portas acabou “por cima” – mas à traição – com aquela alusão aos militantes PSD que consideraram o bloco central.
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“Já se viu ao espelho?”
não tenho tempo, sou táxista, perco muito tempo com retrovisores.
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MFL não promete baixar impostos mas promete baixar a TSU. É exactamente a mesma coisa. – JM
JM:
Pelo que vi, a posição de princípio de Ferreira Leite foi a de que não poderia prometer uma baixa generalizada dos impostos, mas que o faria logo que pudesse por considerar que a carga fiscal actual é excessiva. A excepção é a da TSU, tendo em consideração que o emprego é a questão principal a resolver no imediato, segundo o PSD.
Não creio que haja nenhuma contradição. Ou, pelo menos, seria necessário estar a rever o programa para perceber se a mesma existiu.
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#9
Anónimo disse
10 Setembro, 2009 às 10:36 pm
.
Quando você diz que a velha é uma nódoa e o portas é macaco, está a referir-se aos seus pais?
Nuno
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Vamos lá fazer o ponto da situação, seus tótós
Com que então queriam depois da crise mundial que desabou por esse se mundo tudo ficasse na mesmsa ???
Já sei o culpado foi o Sócrates
Grandes santolas, aliás grandes lavagantes, aliás grandes lagostas ou tudo junto
Alguém neste país deixou de as comer ????
Que crise do……..caraças
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13.
“Táxista”? Logo vi!
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– Ó Ferreira Bate-malho!
– Não está cá, foi pró ca.alho!
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O arquitecto incompetente é da minha opinião
Quando é assim, que hei-de dizer ??????
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17.
Vai você!
Vote você!
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MFL não prometeu baixar os impostos, mas afirmou que se tal medida for exequível irá pensar nisso! Mesmo assim pode não baixar! Esta senhora é um génio! Pode ser que desça o IRC de 42% para uns 30%! Ou isto será o IRS? Bolas…. A sra. já me baralhou! Viva a Política da Vergonha 09!
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19.
A sua cretinice é gritante!
É mais um xuxa que mama à nossa conta.
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“2.
Esses dois, um que baixa os impostos e a outra que não sobe os impostos, são socialistas?
Ou é ironia?”
Não é ironia. São Socialistas. Não existiu nunca um Governo PSD e ou CDS que baixasse os impostos. Aumentaram sempre o poder do Estado.
Nestas eleições basta olhar para as contradições no que dizem.
Depois podemos ir para a sua natureza Partidária bem definida pelo S de Social que cada um tem no nome. Nenhum deles tem o L de Liberdade.
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1-2-3 respondi-lhe mas o texto deve está bloqueado no Blasfémias.
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a velha sugeriu que a judite empregasse a insuflável.
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A velha nunca mais se descose sobre a avaliação e o estatuto de carreira dos professores.
Acabo de ouvir um idiota do PSD porto, um tal de Marco António, que é das coisas mais imbecis, verborrentas e demagogas da politica portuguesa, a desfiar um rosário de barbaridades sobre a forma como este Governo tratou essa classe corporativa de privilegiados, a maior parte deles sem formação, pelo menos moral.
Gostaria de perguntar a esse cretino se ele sabe como é que eu, cidadão português, trabalhador português por conta de outrém ( que não o Estado) me sinto de cada vez que ouço essa gentalha berrar que não obedece às leis e às determinações de uma Ministra legitimamente mandatada para tomar decisões e dar ordens.
Esse idiota de Marco António abespinha-se por a ministra tratar os professores como assalariados que são, pagos por todos nós, dando a entender que com eles têm de haver regras especiais, na mais pura demagogia e aproveitamento politico, digno de um Beato Louçã.
Se é assim que este PSD procura vencer esta porcaria, comigo tá fodido, porque se há ministro que foi bom ministro, teve coragem e teve RAZÃO (!!!!), foi a ministra da Educação, Ministra de Lurdes Rodrigues.
Eu, que na minha empresa tenho de obedecer às determinações das hierarquias, sob pena de vir parar ao olho da rua, pois não tenho leis garantisticas especiais, como os cabrões dos Professores, dos Juizes, dos Médicos têm, não posso aceitar esta dualidade de regras entre cidadãos.
Fica registado o oportunismo e a agenda escondida da velha e do PSD no que toca à escumalha das classes corporativas.
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O “Lisboeta” pertence à Agência do “movimento de voluntariado” do PM de Portugal.
Espelha, na perfeição, o amado e querido líder.
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Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional – estou certo que não deverão ser todos “totós” e “destituídos” … – está tudo dito sobre a “qualidade” das suas políticas!
Ou será que é uma só pessoa que está sempre certa?
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.
Ora aqui temos o Lisboeta, como sempre armado em parvo, a falar da velha da puta da sua mãe que anda na rua, cheia de doença, a fazer chuchas para pagar as cotas à associação dos chuchalistas.
É um nojo do caralho!
Não se pode tratar assim uma mãe…
Nuno
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O que mais gostei foi o momento em que Judite confrontou Manuela com a sua suposta confusão entre o IRS e IRC no anterior debate anterior com Jerónimo. Manuela, decidida disparou: – não, não isso é do IRS! Só faltou dizer – que disparate, eu algum dia disse isso.
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Estudo de professor da Universidade de Londres prova que o novo ECD e
o modelo de avaliação de desempenho prejudicam o desempenho dos alunos
e inflaccionam as notas
É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada
da School of Business and Management da Universidade de Londres. O
estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student
Achievement and Grade Inflaction. O autor é português: Prof. Pedro
Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro
Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no
Institute of the Study of Labour, em Bona.
O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em
Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino
secundário. O novo ECD, imposto pelo decreto-lei 15/2007, foi incluído
no leque de reformas educativas. O estudo baseia-se na informação
individual dos resultados dos exames em todas as escolas secundárias
portuguesas desde o ano lectivo 2001-02 até ao último ano lectivo
completo (2007-08). Utiliza informação disponibilizada pelo Júri
Nacional de Exames e que tem sido utilizada para a construção de
rankings (por exemplo, aqui e aqui).
Em termos específicos, compara a evolução dos resultados internos e
externos (exames nacionais) nas escolas públicas do continente com as
escolas privadas e também com as escolas públicas das regiões
autónomas. A motivação para esta escolha está no facto de os dois
últimos tipos de escolas não terem sido afectadas – pelo menos não com
a mesma intensidade – pelas várias alterações introduzidas no estatuto
da carreira docente e avaliação de desempenho dos professores. Nessa
medida, tanto as escolas privadas como as escolas públicas das regiões
autónomas podem servir como contrafactual ou grupo de controlo.
Os resultados indicam uma deterioração relativa de cerca de 5% em
termos dos resultados dos alunos das escolas públicas do continente em
relação tanto às escolas públicas da Madeira e Açores como às escolas
privadas. A explicação dada pelo autor do estudo para este resultado
prende-se com os efeitos negativos em termos da colaboração entre
professores a partir do momento em que a avaliação de desempenho
surgiu associada aos resultados escolares dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono). Ou seja, os professores começaram a
colaborar menos uns com os outros e a partilharem menos os materiais e
os conhecimentos. Por outro lado, o aumento da carga burocrática
associada à avaliação também poderá ter tido custos em termos da
qualidade da preparação das aulas.
Por outro lado, o estudo conclui que a variação em termos dos
resultados internos destes mesmos alunos é menor, embora também
negativa – cerca de 2% (em contraponto a 5% nos exames nacionais). A
diferença entre os dois resultados, que sugere aumento da inflacção
das notas, pode explicar-se pela ênfase colocada pelo ECD (decreto-lei
15/2007) e pelo modelo de avaliação de desempenho (decreto
regulamentar 2/2008), pelo menos na sua primeira versão (antes da
avaliação simplificada) – nos resultados dos alunos (taxas de
insucesso e de abandono) como item a ser considerado na avaliação dos
professores.
Este estudo é de enorme importância. As conclusões arrasam o novo ECD,
o novo modelo de avaliação de desempenho de professores e as restantes
reformas educativas introduzidas no ensino secundário. Espero que os
jornais e as televisões peguem nos resultados deste estudo. Está tudo
neste post, incluindo a versão completa do estudo do Prof. Pedro
Martins.
Para saber mais:
O estudo “Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade
Inflaction” versão completa
O estudo – versão abreviada (resumo)
http://www.profblog.org/2009/03/estudo-de-professor-da-universidade-de.html
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Quando uma Ministra consegue reunir numa manifestação contra si cerca de 80% (estamos a falar de 120 mil professores em efectividade de funções) de uma classe profissional
Mas quem é que lhe garante esses números?
Olhe eu estava lá e não sou professor, fui só ver o ambiente.
O senhor Daniel Oliveira também.
E mais milhares que vieram dar um passeio muito barato a Lisboa.
Nunca acredite naquilo que vê.
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José Barros,
Como bem sabe, a baixa da TSU (única medida que Ferreira Leite avança para salvar as suas adoradas PMEs) irá implicar uma forte diminuição da receita fiscal. Vai-se abrir um buraco no orçamento da segurança social, que tem que ser colmatado de alguma forma, do lado da despesa. Sendo surreal e irresponsável pensar que tal será compensado através da diminuição dos custos com o subsídio de desemprego. Obviamente que não é a redução de 1 ou 2 pontos nessa contribuição, que até julgo ser dedutível no IRC, que vai resolver, como varinha mágica, a questão do desemprego. Nem de longe nem de perto. Portas contrariou bem esta proposta e marcou pontos.
Ademais, Portas venceu o debate claramante e encostou Leite às cordas quando lhe apontou, olhos nos olhos, a contradição entre o apregoar asfixia democrática no continente e glorificar a democracia da Madeira.
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# 34
Tendo a população acesso a informação de todo o tipo, com as liberdades constitucionais todas garantidas, gostaria que me explicasse como é que Alberto João Jardim ganha vai para uns 30 anos todas as eleições na região autónoma da Madeira?
Como?
A população madeirense é estúpida?
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Espanha
24-06-2008
Governo congela salários de altos cargos públicos
O Primeiro-ministro espanhol, Rodrigues Zapatero, anunciou o congelamento de ordenados de todos os altos cargos da administração do Estado. A medida, para vigorar nos próximos dois anos, tem por objectivo combater a grave crise que atravessa a economia do país vizinho. O anúncio feito por Zapatero prevê o congelamento do salário do próprio Primeiro-ministro, de todos os altos cargos da administração do Estado e dos principais dirigentes das empresas públicas.
A norma não se aplicará aos outros sectores da Função Pública, pois a intenção é respeitar os compromissos assumidos com os sindicatos.
O executivo espera que as comunidades autónomas lhe sigam o exemplo: a primeira a responder foi a de Madrid, governada pelo Partido Popular, que resolveu não dar aumentos durante os próximos dois anos. Outra decisão tomada pelo Governo espanhol foi a de reduzir de forma drástica o número de funcionários a contratar no ano que vem. Zapatero conta, com estas medidas e com cortes nos gastos públicos correntes, poupar cerca de 250 milhões de euros´
http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=251672
Portugal
29.07.08
Gestores públicos receberam 27 milhões
EMPRESAS DO ESTADO. Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%. As Finanças dizem que os dados de 2006 e 2007 não são comparáveis, mas admitem que o número de gestores subiu com os administradores não executivos
Cada gestão custou 349 mil euros em 2007
As administrações das empresas públicas receberam um total de 26,8 milhões de euros no ano passado. Esta soma compreende um universo de 77 empresas que representam cerca de 90% da carteira de participações relevantes do Estado.
http://www.dn.sapo.pt/2008/07/29/economia/gestores_publicos_receberam_milhoes.html
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“A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
.
mas a dupla tributação dos lucros das Empresas em sede de IR(C) e IR(S) andam na faixa dos 40%-60%, uma média de cerca 42% nos IR(endimentos).
.
Se MFL se referia ou queria referir-se aos IR(endimentos) está certa. A SIC comete uma “gaffe” involuntária porque esquece que incidem dois Impostos sobre o mesmo lucro gerado pelas das Empresas.
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A Educação está muito cara
A educação, conforme tem ido a política educativa, está demasiado cara. Diria mesmo: a
educação, como está, é um desperdício financeiro, de recursos humanos e não só. Vejamos:
1º Trabalham na educação os profissionais mais altamente qualificados do país e os
resultados não só no Português (Língua Portuguesa), mas também na Matemática e nas
ciências de uma maneira geral (Físico-química, Biologia, etc.) continuam muito fracos. E
porquê? Se os professores são dos profissionais com as mais elevadas habilitações
literárias (muitos licenciados, outros mestrados e até doutorados mesmo nas áreas
científicas que leccionam), não se percebe por que razão a generalidade dos alunos
portugueses não aprende, quando os filhos dos imigrantes de Leste e outros são,
genericamente, dos melhores alunos, mesmo em Língua Portuguesa! Será por razões
económicas ou devido à pobreza que grande parte dos alunos portugueses não aprende?! Se
fosse esta a causa, certamente os filhos dos imigrantes – porque têm grandes dificuldades
pois seus pais trabalham, muitas vezes, em profissões mal remuneradas que os nacionais
recusaram – seriam certamente maus alunos. E isso, geralmente, não se verifica. Então o
problema está noutro lado.
2º A educação está muito cara e tem-se tornado num desperdício porque a sociedade e a
política portuguesas não têm valorizado quem tem cultura, quem, de facto, está mais
habilitado e tem mais saber: todos sabemos que o “sucesso” na política e na sociedade não
anda associado a altas habilitações, mas a certos negócios e ao carreirismo nos aparelhos
partidários dos partidos do poder que, misturado com a providencial cunha, dá uma mistura
perigosa a qual tem contribuído, drasticamente, para o nosso permanente atraso, enquanto
os mais habilitados, deixados à sua sorte, ficam em posição de subordinação e nada podem
fazer para além do protesto ou, então, porque já não têm paciência para aturar esta
situação, emigram para outras paragens onde o seu saber e capacidades são vastamente
reconhecidos e recompensados. Estrangeiros, em sua pátria, emigram interiormente ou
externamente!
3º A desvalorização da cultura e do saber e a atenção social e mediática sobre a
mediocridade e o “sucesso” fácil e/ou de lucros imediatos, mas sem, na maior parte das
vezes, qualquer mérito reconhecido, provocam desmotivação aos nossos jovens: quem tem
cultura e saber vive mal ou muito abaixo daqueles que subiram por outras vias. Portanto,
qual o interesse de estudar?! Não conhecemos licenciados, mestres e doutores
desempregados e em grande dificuldade?! Em contrapartida, fulano de tal, que nunca fez
nada na vida, vive bem e tem sucesso garantido e gosta de que lhe chamem “doutor” ou
“engenheiro”, apesar de nunca ter estudado e de ter “feito” o curso muito rapidamente,
primeiro na Jota e, depois, numa universidade do partido ou do Brasil ou dos EUA. E, com
alunos que não querem aprender, porque esta via não lhes é apresentada como a do sucesso,
bem pelo contrário, é muito difícil, ou mesmo impossível, ensinar seja o que for.
4º O materialismo da nossa sociedade consumista desvalorizou o imaterial, o invisível, o
não ostentatório, como o saber e a cultura, ao mesmo tempo que valorizou o visível e
material, os bens de consumo e o dinheiro e, consequentemente, a escola passou a ser
vista, por uma boa parte das crianças e adolescentes, como uma “seca” porque exige
atenção, concentração, motivação e esforço para o saber, para as fórmulas matemáticas ou
físicas, para os discursos literários ou filosóficos, para o pensamento e reflexão, e
isso é uma maçada porque é muito mais fácil digitar no teclado do portátil, do Magalhães,
do telemóvel e ver no Google a informação já “pronta a servir”, prêt à porter ou take
away, mas sem a interpretar, conhecer ou saber… Daí o desinteresse pelo saber, a
desmotivação e, em parte, a indisciplina.
Ao contrário do que alguns bem-pensantes da direita ou da esquerda, completamente alheios
da realidade do ensino, defendem, o insucesso escolar e a indisciplina não se devem à
pobreza, mas, ao contrário, ao excesso de bens, ao facilitismo e ao acesso fácil dos bens
de consumo e até da “informação” sem uma educação e preparação séria dos pais e da
população portuguesa que, na sua generalidade, não estava nem está, de modo algum,
preparada para a sociedade consumista a qual nos era – ainda há bem pouco tempo, não mais
que três décadas – totalmente desconhecida: vivíamos do que a terra e o mar davam e dos
produtos comprados na feira ou no mercado e nas lojas dos centros urbanos! Não havia
tanta oferta de produtos nem em quantidade, nem em diversidade… O progresso material não
foi, devidamente, acompanhado do progresso cultural, moral e cívico…
5º A política educativa, centrando-se apenas no professor e descurando todos os outros
agentes e factores, continuando, até ao limite do absurdo, o «eduquês», não nos conduz a
parte nenhuma: vejam-se os resultados dos alunos nos exames e, sobretudo, os resultados
do PISA que ainda estão para sair! Qual tem sido a solução? Em vez de se analisar e
avaliar correctamente as causas, esconde-se o problema iludindo-o: promove-se o
facilitismo, aligeira-se a exigência, simplificam-se os programas, desvalorizam-se os
exames, tudo para combater os números negros do insucesso e, assim, os alunos vão
transitando de modo que muitos chegam à Universidade quase analfabetos funcionais,
limitando-se ao Google e ao copy & paste para fazer os “seus” trabalhos! Não basta saber
fazer “umas coisas”, ser um mero executor de tarefas acéfalo, é preciso saber… e saber
estar e saber ser. E isto tem sido desvalorizado! Logo, tanto investimento e dinheiro
deitados ao lixo: em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis,
decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc. A educação, assim,
está demasiado cara, é um desperdício!
6º Se existisse uma correcta e séria política educativa que alterasse todo este estado de
coisas, a educação seria o melhor investimento de futuro do país. Um povo educado e culto
sabe como consumir; valoriza a cultura, a arte e o património cultural e ambiental;
preserva a natureza e despreza o ilusório e ostentatório; exige competência dos seus
superiores profissionais, orgânicos, sociais e políticos; não elege qualquer um ou
qualquer vendedor de ilusões para assumir cargos de direcção pública… Não se verga a
directivas absurdas, nem se compraz com a corrupção (re)elegendo corruptos! Exerce a sua
cidadania de corpo e alma não esperando que outros resolvam os problemas por si. Até
apetece perguntar: a quem interessa a teimosia na manutenção deste estado de coisas… na
educação? Salazar já sabia que um povo inculto era mais fácil de domar, governar!
Zeferino Lopes, Professor de Filosofia na Esc. Sec. de Penafiel, em 29 de Julho de 2009.
http://www.educar.wordpress.com/2009/08/01/opinioes-zeferino-lopes-3/
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38 # Noimo
“em papel, em recursos humanos, em «formações», em vencimentos, em leis, decretos-lei, decretos-regulamentares, despachos, circulares, etc.”
Nem de propósito:
Sua excelência o Secretário de Estado da Educação, em 08 de Julho de 2008, decretou que:
4. O director de turma deve leccionar à mesma turma:
a) As disciplinas ou áreas disciplinares atinentes ao seu grupo de recrutamento;
b) A área curricular não disciplinar de Formação Cívica;
c) Sempre que possível uma das áreas curriculares não disciplinares de Área de Projecto ou de Estudo Acompanhado.
5. O tempo atribuído ao Estudo Acompanhado deve ser utilizado parcialmente pelas escolas para apoio aos projectos em curso, designadamente:
a) Desenvolvimento do Plano da Matemática (cf. Despacho n.º 6754/2008, de 29 de Fevereiro e Edital);
b) Apoio aos alunos com Português Língua Não Materna (cf. Despacho Normativo n.º 7/2007, de 6 de Fevereiro);
c) Realização de actividades no âmbito dos planos de recuperação, desenvolvimento e de acompanhamento dos alunos (cf. Despacho Normativo n.º 50/2005, de 20 de Outubro).
d) Programas definidos a nível da escola.
7. Tendo em conta a diversidade de experiências vividas nas escolas e atendendo à sua importância para a promoção da melhoria das aprendizagens, a área de Estudo Acompanhado pode integrar, entre outras, as seguintes modalidades:
a) Desenvolvimento de Planos Individuais de Trabalho e estratégias de pedagogia diferenciada de modo a estimular alunos com diferentes capacidades.
b) Programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno;
c) Actividades de compensação e de recuperação;
d) Actividades de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros.
8. A Área de Estudo Acompanhado deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, quando necessário, em articulação com outros técnicos de educação e envolvendo igualmente os pais ou encarregados de educação, e os alunos.
9. A Área de Projecto tem como finalidade o desenvolvimento da capacidade de organizar a informação, pesquisar e intervir na resolução de problemas e compreender o mundo actual através do desenvolvimento de projectos que promovam a articulação de saberes de diversas áreas curriculares.
10. Ao longo do ensino básico, em Área de Projecto e em Formação Cívica devem ser desenvolvidas competências nos seguintes domínios:
a) Educação para a saúde e sexualidade de acordo com as orientações do Despacho n.º 25 995/2005, de 28 de Novembro e o Despacho 2506/2007, de 23 de Janeiro;
b) Educação ambiental;
c) Educação para o consumo;
d) Educação para a sustentabilidade;
e) Conhecimento do mundo do trabalho e das profissões e educação para o empreendedorismo;
f) Educação para os direitos humanos;
g) Educação para a igualdade de oportunidades;
h) Educação para a solidariedade;
i) Educação rodoviária;
j) Educação para os media;
k) Dimensão europeia da educação.
12. A área curricular referida no número anterior deve ser planeada, desenvolvida e avaliada, com recurso a parcerias com entidades governamentais e não governamentais, externas à escola, que apoiem a realização dos projectos e facilitem o intercâmbio de experiências entre escolas através da realização de concursos, visitas de estudo, encontros nacionais, exposições e de outras iniciativas divulgadas e apoiadas pelo ME ou entidades locais.
14. O módulo de Cidadania e Segurança deve ser trabalhado na área da Formação Cívica, em cinco blocos de 90 minutos, ao longo do 5.º ano de escolaridade, de acordo com uma sequência e um calendário a definir pela escola e tendo em conta as orientações da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
15. O trabalho a realizar em cada uma das áreas curriculares não disciplinares deve obedecer a uma planificação que deverá figurar no respectivo projecto curricular de turma, com a identificação das competências a desenvolver, as experiências de aprendizagem e a respectiva calendarização.
16. O trabalho desenvolvido em cada uma das áreas referidas no número anterior deve ser objecto de uma avaliação participada e formativa, no contexto da turma e, ainda, de uma avaliação global no final do ano lectivo, a realizar pelo conselho pedagógico, da qual deverá resultar um relatório, no qual deve constar:
a) Recursos mobilizados;
b) Modalidades adoptadas;
c) Resultados alcançados.
17. No final do ano lectivo, o director envia à Direcção Regional de Educação respectiva a avaliação global referida no ponto anterior.
18. Cada Direcção Regional de Educação elabora um relatório global relativo às escolas da respectiva área, o qual deverá ser enviado à Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, até 31 de Agosto.
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Os comentadores por aí fora dizem que Portas esmagou MFL, se MFL esteve melhor do que o costume, até tenho medo do que possa sair no debate de Sábado.
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# 39
Esse tipo deveria ser internado na ala reservada aos psicóticos perigosos dum hospital psiquiátrico.
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“25.smile disse
10 Setembro, 2009 às 10:40 pm
Consegue sim senhor. Diminuir os custos, diminuindo as contribuições sobre o trabalho.
Evidências que qualquer cidadão consegue discernir:
Exemplo
Produto português – Entra no mercado, paga, IVA e impostos sobre o trabalho. No caso de um produto proveniente de uma empresa com mão-de-obra intensiva (que é o caso da industria portuguesa) se 30 % do custo do produto tiver origem no factor mão-de-obra, o custo final do produto sai mais caro 10% devido aos impostos sobre o trabalho.
Produto chinês em ciclo chinês – O império chinês fabrica, transporta e vende directamente ao consumidor. O IVA é menos de 5% pois só menos de 20% do tráfego é facturado. Os impostos sobre o trabalho na produção são chineses, isto é muito baratos. Os custos de comercialização são exímios, pois quase não existem no caso em que o comerciante chinês parte de férias para a china e deixa impostos, rendas e outras contas por pagar.
O transporte também está barato por dez euros é possível transportar uma televisão da china para Portugal.
Os chineses compram as matéria primas em grandes quantidades e são pechincheiros, para além de que estão a construir globalmente uma teia de fornecimentos de matérias primas.
http://www.agencialusa.com.br/gpdf.php?iden=8294
Claro que a Europa ao manter impostos altos sobre o trabalho esta a dar tiros no pé, porque o “ made in EU” paga e o “ made in China” não, pode manter os impostos desviando-os contribuições sobre o trabalho, para o IVA por exemplo assim o “ made in China também paga algum!!!!
http://www.blasfemias.net/2009/09/10/consegue-se-baixar-os-custos-do-trabalho-reduzindo-a-tsu/#comments
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41 #
Inteiramente de acordo.
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«…à semelhança do caso de Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, porque é que a Judite como Directora de Informação da RTP não convida Manuela Moura Guedes?…»
MFL, debate na RTP
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Vem estes socretinos falar do “lado da despesa”. Isto é de partir a moca a rir. Que putanheiros. A propaganda é tanta, só ficando abaixo da propaganda do clube do regime. Eis a razão pela qual a imprensa centralista e xuxialista não fazem o país andar para a frente. O ex ele bê é o exemplo máximo de um país fascizante. Hoje as TVs do CAPITÓLIO vieram com mais uma notícia de merda do(a) Guiné(ss), o ex ele bê está classificado como sendo o 9º clube no ranking do séc. XX. São os tais estudos encomendados da OCDE. E os mesmos moluscos rabetas não foram verificar a tabela a que se refere os maiores clubes de todos os tempos? Porque será? Ah o clube de Estado está lá para o fundo da tabela. Imagine-se, os gajos são tão progressistas que ainda continuam a viver no séc. XX. A Pinhão, desculpem o Pinhão, aquilo é gajo na certa, pelos vistos andou a rabiscar o livro da Cagolina antes de ser lançado, mas para as TVs isso já não interessou. Para a super procuradora que só abre, lê e deixa publicar certos livros, a famosa mulher de aluguer do Sanchez também não sabe de nada. Para o Ricardo Bosta da liga cabeça de leitão, o tal de Oliveira de Azeméis estão mudos. Hoje ficou provado que o Rui Bosta no famoso ex ele bê, mais conhecido pelo Terror dos Túneis andou a fazer merda da grossa a que levou que o Delegado do Benfica-Nacional fosse suspenso por 18 meses por falsificar relatório e as Tvs todas lá censuraram a notícia. O normal no país de Toninhos Saloios. O bichex do Vital Moreira, mas conhecido por ZOMBIE devido ao Testamento Vital foi um dos que arranjou um parecer à última da hora para ajudar o Ricardinho Bosta da Liga Sagres ou da Equipa da Sagres? Pior que esse, só Freitas do Arraial, o famoso corcunda de Notre Damme, ministro do último governo PEEÉSSE, especialista na poda, um dos pais e fundadores da legislação na matéria que fez um parecer a contradizer tudo aquilo que veio a defender até essa data e que ajudou a legislar, só com intuito de fod£§ um clube que o drogado do filho tanto odeia. O filho do Arraial está nas suas sete quintas, pois tem as linhas e palhinhas garantidas para toda a semana. O Diário Economic e o Rascord pagam-lhe o rendimento mínimo garantido. Por isso é que eu gosto do AJJ, não destes falsos liberais, sociais-democratas, democratas cristãos, alguns que andam pelo PSD para serem comentadores ao lado da xuxalhada porque não têm tomates de ir para o campo de batalha, a não ser que o tacho seja altamente recompensável. São os primeiros a queimar tudo o que os rodeia, destruindo todos os colegas que possam que pertencem aos seus partidos, só para bem dos seus interesses pessoais. Marcelus, Pachecus, Bitorinos, Marques Pentes, etc. Em Portugal tudo é possível. O Bochechas com programas vitalícios na RTPúbica, Diogo Infante e Castela com os seus programas do tempo do Vasco Granja, António Costa com publicidade semanal na Chic, etc. Autêntica Parvónia! A TVIL já está a virar o bico ao prego. Balsemão & Costa a fazer o jogo do querido líder. RTPúbica nem vale a pena falar. Cavaco caladinho para novo mandato. Medina Carreira dá-lhes na moina pah! O CAA o liberal pelos vistos já aderiu ao novo banco de dados do ADN lusitano. É o SISTEMA! Eu lá vou ter que votar na Manela para ver se ponho isto tudo partido e que as comadres se zanguem na próxima legislatura, para um pouco do podre vir ao de cima. Quero o SISTEMA abalado e bem abalado. Não o DEMOCRÁTICO, o SOCRÁTICO!
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O Deve e o Haver, para Sócrates, no Silenciamento de MMG
Tenho para mim que o afastamento de Manuela Moura Guedes dos telejornais às sextas-feiras na TVI teve, ao menos, um objectivo político imediato muito vantajoso para José Sócrates. O silenciamento, muito bem preparado, como se pôde ver no teor e tempo das reacções protagonizadas por Santos Silva e Sócrates, visou, e para já conseguiu, limitar ao máximo os estragos que podiam ser infligidos em Sócrates pelo conteúdo da reportagem emitida ontem no telejornal de substituição transmitido pela estação de Queluz. É que o que lá disse, na reportagem, é muito sério e grave e vale bem as acusações e o preço que o primeiro-ministro poderá pagar ao ser acusado, muito justamente, de não respeitar a liberdade de imprensa. No entanto, o conteúdo da reportagem não é apenas péssima para Sócrates assim os portugueses a tenham visto e julgado. Apresenta também alguns factos que deixam em muito maus lençóis sectores da Procuradoria-Geral da República que, ultimamente, parecem extremamente interessados em dar por encerrada, para aí uma semana antes das eleições, a investigação sobre o Freeport.
http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2009/09/o-deve-e-o-haver-para-socrates-no.html
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Baixar o deficit para os 3% é assunto para depois de 2013 na Espanha, Alemanha etc.
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La UE pacta mantener los estímulos fiscales hasta que haya recuperación
http://www.elpais.com/articulo/economia/UE/pacta/mantener/estimulos/fiscales/haya/recuperacion/elpepueco/20090903elpepieco_2/Tes
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El Estado gasta un 24,5% más en lo que va de año por los efectos de la crisis
El déficit se quintuplica hasta julio y representa el 4,69% del PIB
http://www.elpais.com/articulo/economia/Estado/gasta/245/va/ano/efectos/crisis/elpepueco/20090902elpepieco_9/Tes
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Trazer para o debate eleitoral Português o deficit contra a indispensável amnistia fiscal e uma baixa generalizada de impostos para mandatos de 2009 a 2013 ……
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“115.Factos são factos disse
3 Setembro, 2009 às 2:06 am
(…)não lhe assiste qualquer razão na defesa que faz dos grandes investimentos
públicos, pelas razões que vou enunciar.
Crescimento da Dívida Externa Liquida de Portugal (Passivo – Activo) durante o governo
Sócrates
ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
2004 144.128 92.205,3 64,0%
2005 149.123 104.681,4 70,2%
2006 155.446 125.833,5 80,9%
2007 163.190 148.974,4 91,3%
2008 166.197 161.531,1 97,2%
2009 163.736 164.689,1 100,6%
Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.
Assim, entre 2004 e 2009, o valor do PIB de Portugal cresceu, em valores nominais, ou
seja, sem entrar com o efeito da subida de preços, 13,6%, enquanto a dívida externa
liquida portuguesa aumentou 78,6%. Em milhões de euros, o PIB cresceu 19.608 milhões €,
enquanto a dívida aumentou 72.484 milhões de euros, ou seja, 3,7 vezes mais. Como
consequência, entre 2004 e 2009, a dívida externa líquida do Pais passou de 64% do PIB
para 100,6% do PIB. É um crescimento sem dúvida insustentável.
MAS O PROBLEMA DA DÍVIDA EXTERNA É AINDA MAIS GRAVE, POIS FALA-SE SEMPRE DA DÍVIDA
LÍQUIDA E NÃO DA DÍVIDA TOTAL BRUTA QUE É MUITO MAIS ELEVADA
Os dados anteriores sobre a dívida, que são aqueles habitualmente referidos e normalmente
divulgados pelos media, enganam porque não correspondem à totalidade da dívida do País.
Aqueles dados referem-se apenas à Dívida Liquida Externa, que se obtém deduzindo à Dívida
Externa Bruta, ou seja, a totalidade daquilo que o País efectivamente deve ao estrangeiro
(o chamado PASSIVO do País) aquilo que ele tem a haver do estrangeiro (o chamado Activo).
No entanto, o que o País efectivamente deve ao estrangeiro é a dívida externa bruta, e é
ela que tem de ser paga, e é sobre ela que se tem de pagar juros e dividendos. O quadro
seguinte, construído também com dados divulgados pelo Banco de Portugal, mostra com
clareza a dimensão dessa dívida total efectiva.
Valor da dívida bruta total efectiva de Portugal
Ano Dív. Bruta Externa Portugal ou Passivo (milh. €)
2006 402.857,4
2007 444.137,7
2008 444.117,9
2009 (só até Março) 451.520,4
Percebe agora porque é que não se pode continuar com esta política suicida de enveredar
por megalómanos investimentos públicos? Já atentou para o facto de que a ser seguida a
política que você defende, o país cairá na bancarrota?
In,
http://www.blasfemias.net/2009/09/02/socrates-vs-portas/#comments
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«Carlos Guerra com casa arrestada». Arguido no caso Freeport criou uma empresa na Guiné, que é agora acusada de vários crimes.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/sol-noticias-tvi24-semanario-quiosque-revista-de-imprensa/1088288-4555.html
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Importa não perder de vista a Crise que tecnicamnete poderia terminar em 2017/2020. Regressar ao ponto em que começou.
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A recente ‘saída’ da Recessão é uma interrupção. Resultado muito fraco do gasto astronomico dos dinheiro dos impostos e responsabilidades publicas contra a Crise. Seguem-se os “W’s”. Reentrada na Recessão com um fardo deflacionista maior às costas. A devastação do Emprego, dos tecidos economicos e aparelhos produtivos nacionais não foi resolvida. Continua a agravar-se.
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Um erro catastrófico: esbanjaram-se somas astronómicas de dinheiro dos Cidadãos (impostos) e comprometeu-se Estados em dividas externas abissais apenas para resistir contra o que tem de ser feito a nivel fiscal e de impostos. É inevitàvel.
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#51,
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em vez de ler “tecnicamnete” deve ler-se “tecnicamente”.
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MFL – Não subo os impostos, falar verdade.
PP – Desco os impostos, falar claro.
JS – Subiu todos os impostos que havia para subir, falar mentira.
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Foi penoso acompanhar o debate da Dr.ª Manuela com o Dr. Portas. A líder do PSD está derreada, baralha-se com frequência e a falta de letras amplia a falta de ideias. Valeu-lhe a D. Judite, que não se cansou de intervir como quem dava o braço para ajudar a senhora a atravessar a rua na passadeira.
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#54
PERFEITO.
Sobre MFL, sejamos honestos:
Não domina os dossiers, economia, saude, segurança…
O discurso é frágil e “fraquinho”
As frases feitas são abundantes, o que para um politico profissional, digamos que é muito mau,
Falta-lhe carisma, força, imagem de marca…
Assim, com aquela conversa de “treta” n~«ao vamos lá…
Pena é que alguns comentadores, de forma encapotada e com falta de honestidade intelectual, ainda vejam qualquer “coisa” neste ser…
Eu acredito que ela seja assim, mas é mau e como cidadão quero melhor.
Este país merece melhor, e isto é mais do mesmo.
VIVA PORTUGAL.
Já agora aproveito para dizer, que o querem as piquenas e médias empresas, não é um desconto de 2,..% na TSU´. O que precisamos é de trabalho, de ver investimento. As empresas fecham não é por terem custos de trabalhos muito altos (os preços praticados na area de C Civil nunca foram tão baixos)é por não terem trabalho para dar aos seus funcionários. MFL não vê isto, nem dá um sinal de confiança às empresas. O esquema/solução de injectar dinheiro nas empresas já foi testado, o resultado não foi o melhor, portanto é necessário mudar de modelo. Falo na qualidade de microempresário. Também trabalho na base de salários baixos só corresponde á prática de má qualidade de produção de bens e serviços. Com salários baixos o consumos vai todo para as lojas da “china”. Assim não.
Obrigado.
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“As pessoas têm medo de dar a cara”
Alexandre Relvas denuncia que, enquanto Presidente do Instituto Sá Carneiro, por diversas vezes se confrontou com funcionários públicos, professores universitários e empresários que “se recusam a dar voz às suas opiniões de forma aberta, porque têm medo das represálias”.
De regresso às conversas das quintas-feiras na Renascença, Relvas falou sobre a asfixia democrática e lembrou que antes desta pré campanha, o tema já tinha sido levantado por Paulo Rangel com a designação de “claustrofobia democrática”, uma claustrofobia, diz o social-democrata, que condiciona actualmente a vida dos portugueses.
http://www.rr.pt/informacao_prog_detalhe.aspx?fid=116&did=70148
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“O debate televisivo de ontem na Tvi ficou marcado por um engano de Manuela Ferreira Leite. A líder do PSD considerou excessiva a taxa de imposto de 42% sobre os lucros das grandes empresas. Mas enganou-se: essa é a taxa máxima do IRS. A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%. Não obstante, a ex-ministra das Finanças insistiu no valor errado quatro vezes.”
SIC, 10/09/2
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Portas quando nomeou os principais locais de “insegurança” deveria ter complementado acerca da responsabilidade de QUEM é que promoveu a africanização de Portugal, SEM SER NECESSÁRIO.E com umas leis bestiais e muito humanistas mas que tornaram os indígenas criados da africanidade.Coisa que pelos vistos a Manelinha nem quer alterar.Até a TAP ajuda nisso.Agora vai aumentar os vôos para Bissau.Mas quantos guineenses moram FORA DE BAIRROS sociais?E têm dinheiro para andarem a ir e vir?Desculpem lá mas os ex-descolonizadores andam numa de nos colonizarem e obrigarem ainda por cima a pagá-la.
NINGUÉM FALOU DA AFRICANIZAÇÃO DESNECESSÁIA…
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ANO PIB (milh.€) Dív. Líq. Externa Portugal (milh. €) Dív. Ext. Líquida (% PIB)
2004 144.128 92.205,3 64,0%
2005 149.123 104.681,4 70,2%
2006 155.446 125.833,5 80,9%
2007 163.190 148.974,4 91,3%
2008 166.197 161.531,1 97,2%
2009 163.736 164.689,1 100,6%
Nota: Os dados da dívida externa relativos a 2009 são apenas reportados até Março de 2009.
AGORA COLOQUEM AO LADO OS IMIGRANTES/NACIONALIZADOS A VIVER EM BAIRRO SOCIAL SEM EMPREGO E A RSI…
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#57,
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“A taxa máxima de IRC não é 42%, mas 25%”,
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a dupla tributação dos lucros em sedes de IR(C) e de IR(S) anda na faixa de imposto cobrado na faixa dos 40% a 60%, uma média de cerca dos tais 42% de imposto nos IR(endimentos).
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A MFL ou fugiu-lhe a boca para a verdade ou referia-se aos IR(endimentos). A SIC comete uma “gaffe” de informação completa. Não esclareceu que incidem dois Impostos (IRC e IRS) sobre o mesmo lucro gerado pela mesma Empresa (dupla tributação do mesmo).
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Olá a todos amiguinhos!
Eu chamo-me Ferreira Leite.
Sou a melhorzinha de todos e as sondagens confirmam toda a admiração que por mim tem o povo português. Quando ganhar as eleições…carro novo para todos!
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Olá outra vez amiguinhos!
Quando ganhar as eleições, o que na prática já aconteceu, vou dar as mãos ao Paulinho. Depois disso, o único preto que por cá fica é o da Sonangol.
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«- Dedico-me a fazer oposição ao governo. Estou a prometer para os próximos anos, convictos e infindáveis projectos, maquetes e reformas aos paroquiantes, verdadeiramente assunto de bengalada contra o inepto governo que temos. Exijo medidas sociais, e curiosos planos na saúde, na justiça e educação, contra a insensível governação destes quatro anos de terror financeiro e de cárcere político. O governo que se cuide, pois não há lacaio, comediante, simplexe ou contra-regra que congregue a boa vontade. Aquilo é que é talento!» – palavras do amado e querido líder da paróquia nacional.
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Quem se mete com o PS, leva!
“Temos pronta uma peça sobre o Freeport, com dados novos e, como sempre, documentados” Manuela Moura Guedes
http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/09/quem-se-mete-com-o-ps-leva.html
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é feio debater na avó.
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Privado pesa 13,5%
Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58
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PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair
(1)
TÍTULO I
Do processo sumário
Artigo 381.º
Quando tem lugar
1 – São julgados em processo sumário os detidos em flagrante delito, nos termos dos artigos 255.º e 256.º, por crime punível com pena de prisão cujo limite máximo não seja superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções:
a) Quando à detenção tiver procedido qualquer autoridade judiciária ou entidade policial; ou
b) Quando a detenção tiver sido efectuada por outra pessoa e, num prazo que não exceda duas horas, o detido tenha sido entregue a uma das entidades referidas na alínea anterior, tendo esta redigido auto sumário da entrega.
2 – São ainda julgados em processo sumário, nos termos do número anterior, os detidos em flagrante delito por crime punível com pena de prisão de limite máximo superior a 5 anos, mesmo em caso de concurso de infracções, quando o Ministério Público, na acusação, entender que não deve ser aplicada, em concreto, pena de prisão superior a 5 anos.
(Código de Processo Penal)
(2) “Um juiz do Tribunal do Seixal soltou, com apresentações à PSP, um jovem, de 20 anos, que roubou mais de mil euros a dois distribuidores de cerveja e baleou um deles na perna. O ladrão foi retido por populares e apresentado a tribunal pela PSP.”
(3) “Depois de solto, regressou ao local onde foi detido para fazer ameaças de morte aos populares que o apanharam.”
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=402C895D-BA03-4F21-BA5C-211DD25D4159&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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http://www.movimentodemocracia.blogspot.com/2008/03/texto-enviado-por-teresa-soares.html
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PAULO PORTAS: “Eu não consigo entender como é que um polícia apanha um delinquente em flagrante, leva-o a tribunal, e ele, em vez de ser julgado, como a lei teoricamente prevê (1), é posto em liberdade (2), volta a cometer crimes, não se apresenta às autoridades (3), volta a ser detido, volta a ir a tribunal, volta a ser julgado e volta a sair (4)”
(1)
idem
(2) “Carlos, de 21 anos, saiu ontem à tarde do Tribunal de Espinho sorridente e mais uma vez em liberdade, após ter sido ouvido por suspeita de violação, sob ameaça de faca, de uma estudante de 19 anos, na madrugada de sábado na praia da Baía, em Espinho. O pai esperava-o à porta e foram ambos a rir-se pela rua, fumando um cigarro.”
(3) “O electricista, com antecedentes por roubos e furtos e que já estava obrigado a apresentações semanais às autoridades – que nunca cumpriu – voltou a ser libertado. ”
(4) “Agora está obrigado a comparecer todos os dias junto das autoridades da área de residência”
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=513F9D93-70A3-4C17-961D-21FCA0F551B0&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
AFINAL, SÓCRATES GOVERNOU PARA QUEM?
Ninguém contesta a legitimidade democrática do governo de José Sócrates. No entanto, a legitimidade moral da sua política é passível de ser posta em causa, na medida em que grande parte daqueles que lhe deram o seu voto se viu defraudada pela prepotência da sua postura e pelo desastre de muitas das suas políticas.
Nunca houve tanta crispação e contestação nas ruas e nos locais de trabalho. Um País não se pode desenvolver sem serenidade e motivação.
Fica aqui um breve apanhado de algumas acções que foram notícia no CM e nos fazem questionar: afinal, Sócrates governou para quem?
Agosto 2009
Greve na TAP: manifestação no aeroporto
Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
Marcha contra política agrícola
Greve da Polícia Municipal encerra 19 dos 31 serviços
Greve de polícias municipais com adesão de 70%
Greve ameaça parar TAP
Greve de Aveiro alastra
Guardas prisionais fazem nova greve em Setembro
Polícias municipais convocam greve
Lisboa: Guardas prisionais em vigília
Greve dos estivadores: 12 navios desviados
Início de Setembro: Groundforce em greve
Julho 2009
“Morremos nós ou os animais”
Sócrates não dá “lições de educação” a estivadores
CAP contra Governo
Mil polícias lançam bonés em São Bento
Paralisação ameaça ano lectivo
Lisboa: Docentes fazem vigília frente ao Palácio de Belém
Greve põe prisões em alerta máximo
Guardas prisionais: Greve com adesão de mais de 90%
Trabalhadores do Arsenal do Alfeite em greve
Trabalhadores da EMEL fazem greve no dia 15
Estivadores: Nova greve
Superior: Adesão de 80% à greve
Cadeias paralisadas
Guardas prisionais em greve
Técnicos da EDP em greve
Junho 2009
Manifestação vai marcar a Feira da Agricultura
Docentes dos politécnicos em manifestação
Agricultores protestam em Viseu
Serviços Municipalizados em greve
Greve cancela voos na Portugália
Pilotos em greve
Trabalhadores da Bosch fazem greve de uma hora e quinze minutos
Maio 2009
80 mil chumbam política da ministra
80 mil professores manifestam-se em Lisboa
Milhares de professores em protesto
200 guardas florestais contra o MAI
Professores: Greve de duas horas
Pescadores lúdicos em protesto
Polícias vão entregar bonés a José Sócrates
Lisboa: Polícias na rua
Dia Internacional: Enfermeiros em greve
Minigreve nas escolas a 26 e manifestação no dia 30
Estivadores paralisam Porto de Lisboa
EMEL: Forte adesão à greve
Professores: Greve de duas horas
Trabalhadores dos consulados em greve a 4 de Junho
Greve adia cirurgias
Dia Internacional: Enfermeiros em greve
Enfermeiros voltam à greve
500 em greve na Visteon
Adesão à greve atinge valores históricos
Abril 2009
300 polícias saem à rua
Polícias fazem ultimato ao Governo
Sócrates recebido por ‘manif’ de professores e enfermeiros
Professores protestam em Maio
Mil militares em protesto
RTP: Jornalistas avançam com pré-aviso de greve
Registos e Notariado: Adesão elevada à greve
Trabalhadores da Visteon em greve
Registos e Notariado em greve
Fisco convoca 18 greves
Greve dos pilotos da Portugália cancela 36 voos
Greve na Portugália volta a cancelar voos
Mineiros da Panasqueira fazem greve
Greve dos pilotos cancela 35 voos da Portugália
Greve adia cirurgias
90% dos enfermeiros em greve
Enfermeiros: Adesão à greve elevada
Março 2009
Militares da GNR fazem manifestação
CGTP: Manifestação por mudanças nas políticas de emprego
Agricultores em protesto
Lisboa: Polícias reclamam
Pré-aviso de greve na Soflusa
Greve de pilotos pára voos
Professores ponderam greve de três dias
Enfermeiros apitam contra alteração de carreira
Magistrados entregam petição com mil assinaturas
Estações de comboio encerradas
Jornalistas em greve
Fevereiro 2009
Camionistas podem voltar aos protestos
Excesso de doentes leva médicos à greve
Greve faz atrasar operações
Adesão elevada na greve nos TST
Sul do Tejo: Greve até às 14h00
Regresso à rua dos professores
Comboios: Trabalhadores dos bares mantêm greve
“Professores vão voltar às grandes lutas de rua”
Camionistas podem voltar aos protestos
Janeiro 2009
Professores avançam para batalha jurídica
Professores regressam às ruas
Almada: PSP intervém em manifestação
Professores protestam em Belém dia 24
Todos em guerra com a ministra
Enfermeiros em greve
Forças de Segurança saem à rua
Dezembro 2008
Manifestação contra Fisco
Novembro 2008
Milhares nas ruas contra política de salários
Minas de Aljustrel: Trabalhadores agendam manifestação
Professores endurecem luta
Protesto junta professores no Marquês de Pombal
Professores regressam aos protestos
Estudantes atiram ovos a ministra
Polícia reprime manifestação estudantil
Movimentos de professores vão protestar
Movimentos de professores vão protestar
Manifestação de professores
Milhares de professores vão ‘à guerra’
Cem mil professores na rua
Outubro 2008
Alunos da Avelar Brotero preparam manifestação
Função pública manifesta-se
Trabalhadores agredidos em manifestação
Manifestação de professores a 8 de Novembro
Professores protestam a 15 de Novembro
Manifestação em Lisboa: Greve nos CTT
Transportadores ameaçam com greve
Junho 2008
Forças de segurança ameaçam com protestos
Milhares contra revisão laboral
Manifestação da CGTP em Lisboa
Camionistas parados em todo o país
“250 pessoas podem abandonar a agricultura nos próximos anos”
Greve dos camionistas vai continuar
Camionistas protestam no Porto
Maio 2008
CGTP espera 200 mil manifestantes
Marcha contra portagens dia 24
1 de Maio: Mais de 20 mil na manifestação da UGT
Abril 2008
Manifestação reúne milhares de trabalhadores no Porto
Utentes saem à rua contra política de Saúde
Março 2008
Precários protestam
Professores protestam
Cem mil contra a ministra
Professores já enchem Marquês de Pombal
Protestos ainda sem fim à vista
Função Pública sai à rua em protesto
Avaliação de professores leva milhares para a rua
Dois mil professores em Faro exigem demissão
Professores protestam em Faro
Professores obtêm apoio de associações de pais
Protestos em agonia
Professores pedem demissão
Fevereiro 2008
Ministra sofre ataque
Manifestação pelas Urgências de Anadia
Greve encerra Semana de Luta
Dezenas de pessoas manifestam-se à porta do PS
Janeiro 2008
Aumenta pressão sobre o Governo
Manifestação
Protesto contra fecho de Miguel Bombarda
Polícias reclamam maiores salários
Manifestação pela negociação colectiva
Anadia marcha até Lisboa
Dezembro 2007
Luta pelas Urgências
Milhares na rua contra fecho de urgências
Novembro 2007
Função Pública vai parar no dia 30
Outubro 2007
Militares protestam contra o Governo
Milhares de manifestantes desfilam em Lisboa
Fevereiro 2007
Médicos contestam mobilidade
Julho 2006
Médicos contestam reestruturação
Greve de médicos no Centro Hospitalar de Lisboa
(Fonte: MUP)
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