A ideia de um menú confessional é excelente e diversifica. Haverá mais cantinas, logo mais postos de trabalho. Por exemplo, dado que o socialismo também é uma religião, como será um menú confessional socialista típico?
Já sabemos que para o aparatchik alguns ingredientes imprescindíveis são Pêra Manca, Torre de Coelheiros e,tutti quanti. Além de gmabrinais restaurantes. Nada má, nos líquidos pelo menos, a comida confessional socialista.
Mas para os socialista médios fia-se menos fino, e as bases não digo que irão com cartões de cinco litros, tipo caves avelar, barranqueira ou fonte mas beberão vinhos triviais e um ou outro prato no vegetariano.
Qunato às bases? Há bases no socialismo? Tenho a impressão que só há bases no PC.
Aqui está o que queremos lá no nosso partido político !
Preparação
Colocar de molho, em separado, as amêijoas e o berbigão para que larguem a areia (se optar por congelados, não necessita desta operação).
De seguida, cozer os camarões em água e sal, e contar 2 minutos após levantar fervura. Escorrer os camarões e reservar a água da cozedura. Descascá-los, deixando alguns de parte para enfeitar.
Abrir as amêijoas e os berbigões, retirá-los das conchas e juntar o líquido coado que largaram à água do camarão. Levar esta mistura ao lume e, quando ferver, deitá-la sobre o pão cortado em bocados.
Entretanto, picar os alhos e alourá-los ligeiramente com azeite e os coentros atados. Juntar o pão espremido e mexer com uma colher de pau.
Bater o pão sobre o lume e, se necessário, juntar um pouco de líquido onde o pão demolhou, para que a açorda não fique seca. Temperar com sal e, fora do lume, retirar os coentros.
Juntar os mariscos e os ovos, misturando bem e rapidamente.
Polvilhar com coentros picados.
Para estes sócio-imbecis ocos só falta apelidarmo-nos xenófobos (porventura até nazis) por rirmos até nos rebolarmos no chão quando os de um bando de protozoários não se quererem sentar ao nosso lado, e estão na NOSSO PAÍS saliente-se, por causa do nefando pecado de nós consumirmos carne de porco às refeições e por isso sermos impuros.
E ESTES TAIS NÃO SÂO XENÓFOBOS, não senhor, que ideia . . .
Que me dizem se nós, para os não ofender, passássemos a acolher os preconceitos alimentares deles?
Existe um ditado popular que diz que quanto mais um gajo se baixa mais o cu se lhe vê…
A esquerdalhada bem paga para importar e cuidar com o nosso dinheiro da “diferença” que face ao nº já nos arruina ainda vai querer que se criem camelos em vez de porcos ibéricos…
É o costume. Dá-se uma mão, querem logo o braço todo.
Eles sentem-se ofendidos com os nossos hábitos, como comer carne de porco ou beber bebidas alcoólicas à refeição.
Mas ai de nós se nos sentimos ofendidos quando eles vão para o quarto de banho lavar os pés no lavatório. Isso já é intolerância.
Já que os mída portugueses continuam fazendo censura sobre o que de mais importamte se está a passar, peço desculpa A H. Matos de me intrometer mas não posso deixar de chamar á atenção para p Artigo: Deve a UE salvar Atenas da concordata?
16/12 – 13:46 – Agência Estado
Durante três dias, enquanto o valor dos títulos gregos não paravam de cair, a chanceler alemã, Angela Merkel, não comentou nada. Ela sabia que algo precisava ser feito para desarmar a bomba relógio que ameaçava a Europa e o euro: a possível concordata da Grécia, membro da União Europeia. Nas salas de negociação dos bancos, os especuladores aguardavam um sinal. Queriam saber se a UE correria para estancar a hemorragia financeira no país banhado pelo Egeu.
Merkel não acredita que a Grécia seja capaz de lidar com seus próprios problemas sem recorrer a Bruxelas, independentemente da proibição prevista no Pacto de Estabilidade e Crescimento. Foi o que ela disse a assessores próximos. Entretanto, qualquer promessa de ajuda só enfraqueceria a determinação dos gregos de adotar medidas rigorosas para recuperar o controle sobre seu déficit galopante sem recorrer ao auxílio externo, exatamente o que Merkel quer evitar. Assim, a chanceler tentou uma medida de equilíbrio: “Somos coletivamente responsáveis”, disse ela, na quinta feira passada, antes de uma reunião de chefes de Estado e de governo da UE em Bruxelas, em cuja pauta figurava a crise grega. Quando um país-membro tem problemas, preocupa a todos, disse Merkel. Isso torna necessário debater como a comunidade pode intervir nas políticas de países que chegaram a um ponto crítico de endividamento, acrescentou.
Foi um sinal fraco, mas, por enquanto, suficiente. O preço dos títulos gregos se recuperou um pouco depois da grande desvalorização no início da semana. Na segunda feira, a agência de classificação de crédito Standard & Poors (S&P) considerou negativas as perspectivas para a Grécia, e no dia seguinte a sua concorrente Fitch rebaixou substancialmente a classificação de crédito do país, de A- para BBB+. É a pior classificação atribuída a um país da zona do euro desde a adoção da moeda comum, em 2002.
Subitamente, os temores de uma crise financeira apareceram novamente o temor de uma segunda onda que não atingiria os bancos, mas os países que caíram em inadimplência. Primeiro Dubai, depois a Grécia.
Quem seria o próximo? Uma onda de nervosismo se espalhou pelos mercados, chegando à reunião de ministros da economia em Bruxelas e até ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Todos faziam a mesma pergunta: o que acontece quando um país, mesmo um membro da União Monetária Europeia, pede concordata? Será que a UE pode permitir uma coisa dessas?
Seja como for, a UE não pode obrigar a Grécia a deixar a zona do euro e abandonar o país à própria sorte, apesar de os gregos terem trapaceado para serem admitidos no clube da moeda comum com o auxílio de números orçamentários manipulados, como deixou claro o presidente do banco central alemão (BundesBank), Axel Weber, numa recente reunião do conselho.
Seria a dívida grega ainda maior? A natureza alarmante da situação é evidenciada pelo envolvimento do FMI. De acordo com o Ministério da Economia da Alemanha, a visita de funcionários do FMI designados para a Grécia terá o caráter de uma auditoria especial.
O FMI duvida das projeções para o déficit grego, revisadas de 6% para 12,7%. O governo e o BC alemães, também. Alguns até consideram a classificação BBB+ “quase um elogio”.
Pelos critérios aplicados aos indivíduos, a Grécia já é insolvente, tal como Portugal, apesar de não ter interrompido o pagamento de juros das dívidas. Isso se deve às imensas dívidas das agências do governo e dos ministérios com o setor privado, cujo vencimento está próximo. Essas obrigações ultrapassam os 10 bilhões e os gregos devem mais de 2 bilhões sò a empresas alemãs. Se essas quantias forem levadas em conta, o déficit grego aumentará ainda mais.
“Preparamos reservas para pagamento dessas dívidas”, diz o ministro grego das Finanças, Giorgios Papakonstantinou. Ele destaca as iniciativas do novo governo do primeiro-ministro Georgios Papandreou para reduzir o déficit no ano que vem e recuperar a confiança dos mercados. Também na UE há desconfiança em relação às promessas gregas, não cumpridas no passado.
Em Berlim e Bruxelas, os políticos cada vez mais debatem como ajudar os gregos da maneira mais eficaz. Parece não haver dúvida de que a UE adotará medidas, afinal, a questão envolve o futuro do euro, talvez da Europa. Se a UE permitir que um de seus membros quebre, pode haver reação em cadeia.
Há muito tempo, a S&P pôs a Espanha na lista de países cuja classificação de crédito estaria no limiar do rebaixamento. Portugal, Itália e Irlanda também poderiam ser atraídos para a espiral descendente da desvalorização dos títulos de suas dívidas, dos juros mais altos, das dívidas mais caras e, portanto, dos déficits maiores. A tudo isto se soma o crescente déficit orçamentário britânico, de US$ 285 bilhões. A Grã-Bretanha é uma das principais economias do continente, mesmo que o euro não seja a moeda local.
Talvez a Europa possa permitir que um de seus países peça concordata, assim como os EUA puderam sobreviver quando a Califórnia quebrou. Mas, e se isso ocorrer com um número maior de países da UE? Isso provocaria o colapso da moeda comum, um risco para o qual os céticos do euro alertaram desde o início.
Mas os problemas não terminariam aí. Quando títulos do governo, antes considerados seguros, perdem subitamente o valor, os bancos começam a oscilar novamente. Mas, nesse caso, não haveria mais governos fortes o bastante para sustentar o setor bancário.
Mesmo uma falência isolada na Grécia seria ruim o bastante. O país já está abalado por manifestações violentas, e a instabilidade política não pode ser descartada se houver caos financeiro. O que devemos fazer para evitar essa tragédia grega? Os membros do BundesBank têm uma opinião clara: se o país pedir concordata, a Europa não deve socorrê-lo em nenhuma hipótese. Caso contrário, o Pacto de Estabilidade e Crescimento se tornará pouco mais que um documento histórico, desprovido de relevância.
Tem toda a razão em atirar este barro HM, já colou…aguarda-se um post onde sem dúvida virá propagandear/defender a construção de um muro entre ocidente e oriente, separação física (e não cultural que é insuficiente) entre árabes e ocidentais.
Proponho que consulte a RPC afim de um eventual aproveitamento das técnicas construtivas da Grande Muralha!
Eles sentem-se “incomodados” com os hábitos alimentares dos outros exigindo separação e não é xenofobia.
Já se alguém se incomoda com o incómodo deles, além de xenófobo, é racista e quiçá nazi.
Isto não se aplica aos judeus.
Toda a gente os pode matar escorraçar ofender.
Deve ser um acto de inteligência.
Julgo que existem Angolanos suficientemente advertidos que não ignoram quanto foi intensa e maléfica a Colonização da África do Norte a partir dos anos 600 por parte dos Maometanos.
Chegou agora a notícia que Angola, nos últimos 10 anos, foi invadida por eles. Se não quiserem voltar a ser escravizados eu deixo o aviso: CUIDADO COM ELES!
E nós, aqui em Portugal, temos um Partido com representação Parlamentar, o Bloco de Esquerda, cujos Deputados se mascararam à Árabe, tendo, neste preparo, assistido a uma sessão inteira. ASSIM. (O dinheiro do petróleo chega muito longe quando se trata de CORRUPÇÂO). Disse.
# 20, não é preciso muro nenhum, é só correr com eles da UE para fora enquanto é tempo. O que vêm cá fazer? Odeiam-nos como infiéis que somos, invejam a situação económica mesmo decadente, pretendem anexar-nos no grade califado e não fazem disso segredo.
A Hizb ut-Tahrir, ou «Partido da Libertação», que rejeita a Democracia e está proibida em vários países, fez agora o mesmo na capital do Reino Unido: sob o título «A luta do Islão e o chamamento do Califado», reuniu milhares de militantes muçulmanos a apoiar a criação de um califado, onde, evidentemente, os não muçulmanos teriam um estatuto inferior aos muçulmanos, mesmo os convertidos.
Eu ouvi há pouco tempo um desgraçado islamita no Hyde Park: ”
«Os Ingleses pensam que a Inglaterra lhes pertence. Estão enganados. A Inglaterra pertence a Allah!»
Frase lapidar que é preciso ter sempre, sempre em mente, para se perceber a dimensão da ameaça que não apenas a pátria bife mas toda a Europa enfrentam. Lembremos que a comunidade muçulmana reúne 3% da população do Reino Unido, é majoritariamente originária da Ásia, fala mais de 50 idiomas. Alguns dos grupos religiosos que tentam influenciá-la defendem a jihad e o retorno ao Califado.
Acordem tugas, não vão na conversa de embalar dos espertos líderes islamitas de lisboa, aparentemente muito pacíficos, muito mansinhos, no dia em que pudessem, tratavam-nos da saúde.
Aqueles que gostam muito deles rezem 7 vezes a allah por dia, pode ser que vos agradeçam e vos poupem no dia da reconquista do califado, por agora deixem-se de censuras, a liberdade de expressão nunca será amordaçada pela esquerdalha e muito menos pelos ratos escrofulosos que por aí pululam.
à cata de qualquer coisa (no Le Figagro évidemment) que possa arregimentar atrás dela a sua pequena trupe de troglodites (ver a maioria dos comentários) a HM, com o seu ar respeitável de quem saiu de um episódio de “Conta-me como foi” continua a agitar espantalhos com as suas indignações criteriosas e como quem não quer a coisa.
Ganda banhada hoje no Público, não é HM. Da próxima, informe-se. É jornalista ou “comentadeira”?
O islam é crime!
Todo o islam é crime!
Tudo no islam está ao serviço do crime!
maomé não apresentou nenhum documento escrito pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
maomé fez tudo á maneira dos bandidos.
E o islam nem sequer é baseado no corão e todos os argumentos islâmicos são inválidos.
No inicio nem corão havia e maomé já queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.
Nas religiões há polémicas e problemas, mas têm espaço para o bem e para a procura do bem.
O islam, não!
E o islam nem sequer é religião. São os próprios que o dizem.
O islam cria estruturas ditatoriais, úteis ao ditadores e aos seus lacaios e candidatos a isso.
E oferece aos mesmos argumentos para justificarem toda a espécie de crimes úteis ao seu poder.
Quando querem matar a mulher, usam o islam.
Quando querem matar o irmão, usam o islam.
Quando querem matar os filhos, usam o islam.
O islam estupidificou de tal modo os enganados por maomé que estes nem reparam naquilo que dizem, fazem e argumentam.
Desde que lhes seja útil, tudo serve, mesmo se forem coisas a insultar maomé, como é o caso do próprio símbolo do islam.
Como já se descobriu, o islam só existe se o muçulmano aceitar e justificar aquele que foi dos maiores crimes de todos os tempos.
O assassínio de allah por parte do próprio maomé.
maomé disse que o seu allah maometano não mais falaria e que ficava sem espírito.
Na verdade, nem o próprio allah maometano pode escapar com vida às mãos de maomé.
Só fora do islam, pode haver entendimento, paz e vida e o Bom Deus manifestar-se nas pessoas.
“A Argélia está a fazer uma linha de TGV em direcção à fronteira marroquina.”
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Cá pra mim é mais bacalhau com todos… e se for com todas , melhor ainda !
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mais um apelo à claque nacionalista
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oh lusitóino! atão pá tás a dormir, cadê os 20 comentários xenófobos.
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A ideia de um menú confessional é excelente e diversifica. Haverá mais cantinas, logo mais postos de trabalho. Por exemplo, dado que o socialismo também é uma religião, como será um menú confessional socialista típico?
Já sabemos que para o aparatchik alguns ingredientes imprescindíveis são Pêra Manca, Torre de Coelheiros e,tutti quanti. Além de gmabrinais restaurantes. Nada má, nos líquidos pelo menos, a comida confessional socialista.
Mas para os socialista médios fia-se menos fino, e as bases não digo que irão com cartões de cinco litros, tipo caves avelar, barranqueira ou fonte mas beberão vinhos triviais e um ou outro prato no vegetariano.
Qunato às bases? Há bases no socialismo? Tenho a impressão que só há bases no PC.
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É mais bacalhau à gundisalves
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Ora aqui vai um comentário não xenófobo, mas sim ISLAMÓFOBO:
Canalha dum cabrão, vão comer comida halal lá prá terra do Mafoma que os pariu!
Viva o Presunto de Barrancos e quem o apoiar!
Tenho dito.
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Aqui está o que queremos lá no nosso partido político !
Preparação
Colocar de molho, em separado, as amêijoas e o berbigão para que larguem a areia (se optar por congelados, não necessita desta operação).
De seguida, cozer os camarões em água e sal, e contar 2 minutos após levantar fervura. Escorrer os camarões e reservar a água da cozedura. Descascá-los, deixando alguns de parte para enfeitar.
Abrir as amêijoas e os berbigões, retirá-los das conchas e juntar o líquido coado que largaram à água do camarão. Levar esta mistura ao lume e, quando ferver, deitá-la sobre o pão cortado em bocados.
Entretanto, picar os alhos e alourá-los ligeiramente com azeite e os coentros atados. Juntar o pão espremido e mexer com uma colher de pau.
Bater o pão sobre o lume e, se necessário, juntar um pouco de líquido onde o pão demolhou, para que a açorda não fique seca. Temperar com sal e, fora do lume, retirar os coentros.
Juntar os mariscos e os ovos, misturando bem e rapidamente.
Polvilhar com coentros picados.
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Alcorão, Parte I, Capítulo V, versículo 3. è só seguir o que lá manda…
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Os suínos
Para estes sócio-imbecis ocos só falta apelidarmo-nos xenófobos (porventura até nazis) por rirmos até nos rebolarmos no chão quando os de um bando de protozoários não se quererem sentar ao nosso lado, e estão na NOSSO PAÍS saliente-se, por causa do nefando pecado de nós consumirmos carne de porco às refeições e por isso sermos impuros.
E ESTES TAIS NÃO SÂO XENÓFOBOS, não senhor, que ideia . . .
Que me dizem se nós, para os não ofender, passássemos a acolher os preconceitos alimentares deles?
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Eu cá, sinceramente, não me incomoda nada, que
eles de sentem ao meu lado. ABSOLUTAMENTE.
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Eles têm razão: não querem estar ao pé de pessoas que comem porco porque têm medo de ser comidos.
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O Piscoiso não está de serviço hoje?
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Existe um ditado popular que diz que quanto mais um gajo se baixa mais o cu se lhe vê…
A esquerdalhada bem paga para importar e cuidar com o nosso dinheiro da “diferença” que face ao nº já nos arruina ainda vai querer que se criem camelos em vez de porcos ibéricos…
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O Piscoiso anda a tratar dos papéis para as tias se casarem logo na 1ª leva dos casamentos lésbicos…
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É o costume. Dá-se uma mão, querem logo o braço todo.
Eles sentem-se ofendidos com os nossos hábitos, como comer carne de porco ou beber bebidas alcoólicas à refeição.
Mas ai de nós se nos sentimos ofendidos quando eles vão para o quarto de banho lavar os pés no lavatório. Isso já é intolerância.
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Já que os mída portugueses continuam fazendo censura sobre o que de mais importamte se está a passar, peço desculpa A H. Matos de me intrometer mas não posso deixar de chamar á atenção para p Artigo: Deve a UE salvar Atenas da concordata?
16/12 – 13:46 – Agência Estado
Durante três dias, enquanto o valor dos títulos gregos não paravam de cair, a chanceler alemã, Angela Merkel, não comentou nada. Ela sabia que algo precisava ser feito para desarmar a bomba relógio que ameaçava a Europa e o euro: a possível concordata da Grécia, membro da União Europeia. Nas salas de negociação dos bancos, os especuladores aguardavam um sinal. Queriam saber se a UE correria para estancar a hemorragia financeira no país banhado pelo Egeu.
Merkel não acredita que a Grécia seja capaz de lidar com seus próprios problemas sem recorrer a Bruxelas, independentemente da proibição prevista no Pacto de Estabilidade e Crescimento. Foi o que ela disse a assessores próximos. Entretanto, qualquer promessa de ajuda só enfraqueceria a determinação dos gregos de adotar medidas rigorosas para recuperar o controle sobre seu déficit galopante sem recorrer ao auxílio externo, exatamente o que Merkel quer evitar. Assim, a chanceler tentou uma medida de equilíbrio: “Somos coletivamente responsáveis”, disse ela, na quinta feira passada, antes de uma reunião de chefes de Estado e de governo da UE em Bruxelas, em cuja pauta figurava a crise grega. Quando um país-membro tem problemas, preocupa a todos, disse Merkel. Isso torna necessário debater como a comunidade pode intervir nas políticas de países que chegaram a um ponto crítico de endividamento, acrescentou.
Foi um sinal fraco, mas, por enquanto, suficiente. O preço dos títulos gregos se recuperou um pouco depois da grande desvalorização no início da semana. Na segunda feira, a agência de classificação de crédito Standard & Poors (S&P) considerou negativas as perspectivas para a Grécia, e no dia seguinte a sua concorrente Fitch rebaixou substancialmente a classificação de crédito do país, de A- para BBB+. É a pior classificação atribuída a um país da zona do euro desde a adoção da moeda comum, em 2002.
Subitamente, os temores de uma crise financeira apareceram novamente o temor de uma segunda onda que não atingiria os bancos, mas os países que caíram em inadimplência. Primeiro Dubai, depois a Grécia.
Quem seria o próximo? Uma onda de nervosismo se espalhou pelos mercados, chegando à reunião de ministros da economia em Bruxelas e até ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Todos faziam a mesma pergunta: o que acontece quando um país, mesmo um membro da União Monetária Europeia, pede concordata? Será que a UE pode permitir uma coisa dessas?
Seja como for, a UE não pode obrigar a Grécia a deixar a zona do euro e abandonar o país à própria sorte, apesar de os gregos terem trapaceado para serem admitidos no clube da moeda comum com o auxílio de números orçamentários manipulados, como deixou claro o presidente do banco central alemão (BundesBank), Axel Weber, numa recente reunião do conselho.
Seria a dívida grega ainda maior? A natureza alarmante da situação é evidenciada pelo envolvimento do FMI. De acordo com o Ministério da Economia da Alemanha, a visita de funcionários do FMI designados para a Grécia terá o caráter de uma auditoria especial.
O FMI duvida das projeções para o déficit grego, revisadas de 6% para 12,7%. O governo e o BC alemães, também. Alguns até consideram a classificação BBB+ “quase um elogio”.
Pelos critérios aplicados aos indivíduos, a Grécia já é insolvente, tal como Portugal, apesar de não ter interrompido o pagamento de juros das dívidas. Isso se deve às imensas dívidas das agências do governo e dos ministérios com o setor privado, cujo vencimento está próximo. Essas obrigações ultrapassam os 10 bilhões e os gregos devem mais de 2 bilhões sò a empresas alemãs. Se essas quantias forem levadas em conta, o déficit grego aumentará ainda mais.
“Preparamos reservas para pagamento dessas dívidas”, diz o ministro grego das Finanças, Giorgios Papakonstantinou. Ele destaca as iniciativas do novo governo do primeiro-ministro Georgios Papandreou para reduzir o déficit no ano que vem e recuperar a confiança dos mercados. Também na UE há desconfiança em relação às promessas gregas, não cumpridas no passado.
Em Berlim e Bruxelas, os políticos cada vez mais debatem como ajudar os gregos da maneira mais eficaz. Parece não haver dúvida de que a UE adotará medidas, afinal, a questão envolve o futuro do euro, talvez da Europa. Se a UE permitir que um de seus membros quebre, pode haver reação em cadeia.
Há muito tempo, a S&P pôs a Espanha na lista de países cuja classificação de crédito estaria no limiar do rebaixamento. Portugal, Itália e Irlanda também poderiam ser atraídos para a espiral descendente da desvalorização dos títulos de suas dívidas, dos juros mais altos, das dívidas mais caras e, portanto, dos déficits maiores. A tudo isto se soma o crescente déficit orçamentário britânico, de US$ 285 bilhões. A Grã-Bretanha é uma das principais economias do continente, mesmo que o euro não seja a moeda local.
Talvez a Europa possa permitir que um de seus países peça concordata, assim como os EUA puderam sobreviver quando a Califórnia quebrou. Mas, e se isso ocorrer com um número maior de países da UE? Isso provocaria o colapso da moeda comum, um risco para o qual os céticos do euro alertaram desde o início.
Mas os problemas não terminariam aí. Quando títulos do governo, antes considerados seguros, perdem subitamente o valor, os bancos começam a oscilar novamente. Mas, nesse caso, não haveria mais governos fortes o bastante para sustentar o setor bancário.
Mesmo uma falência isolada na Grécia seria ruim o bastante. O país já está abalado por manifestações violentas, e a instabilidade política não pode ser descartada se houver caos financeiro. O que devemos fazer para evitar essa tragédia grega? Os membros do BundesBank têm uma opinião clara: se o país pedir concordata, a Europa não deve socorrê-lo em nenhuma hipótese. Caso contrário, o Pacto de Estabilidade e Crescimento se tornará pouco mais que um documento histórico, desprovido de relevância.
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o porco não foi criado por jeová e alá
também não comem todos os peixes
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Os judeus e os muçulmanos não comem porco mas são capazes de comerem as nossas vísceras e beber o nosso sangue.
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Tem toda a razão em atirar este barro HM, já colou…aguarda-se um post onde sem dúvida virá propagandear/defender a construção de um muro entre ocidente e oriente, separação física (e não cultural que é insuficiente) entre árabes e ocidentais.
Proponho que consulte a RPC afim de um eventual aproveitamento das técnicas construtivas da Grande Muralha!
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Eles sentem-se “incomodados” com os hábitos alimentares dos outros exigindo separação e não é xenofobia.
Já se alguém se incomoda com o incómodo deles, além de xenófobo, é racista e quiçá nazi.
Isto não se aplica aos judeus.
Toda a gente os pode matar escorraçar ofender.
Deve ser um acto de inteligência.
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Julgo que existem Angolanos suficientemente advertidos que não ignoram quanto foi intensa e maléfica a Colonização da África do Norte a partir dos anos 600 por parte dos Maometanos.
Chegou agora a notícia que Angola, nos últimos 10 anos, foi invadida por eles. Se não quiserem voltar a ser escravizados eu deixo o aviso: CUIDADO COM ELES!
E nós, aqui em Portugal, temos um Partido com representação Parlamentar, o Bloco de Esquerda, cujos Deputados se mascararam à Árabe, tendo, neste preparo, assistido a uma sessão inteira. ASSIM. (O dinheiro do petróleo chega muito longe quando se trata de CORRUPÇÂO). Disse.
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# 20, não é preciso muro nenhum, é só correr com eles da UE para fora enquanto é tempo. O que vêm cá fazer? Odeiam-nos como infiéis que somos, invejam a situação económica mesmo decadente, pretendem anexar-nos no grade califado e não fazem disso segredo.
A Hizb ut-Tahrir, ou «Partido da Libertação», que rejeita a Democracia e está proibida em vários países, fez agora o mesmo na capital do Reino Unido: sob o título «A luta do Islão e o chamamento do Califado», reuniu milhares de militantes muçulmanos a apoiar a criação de um califado, onde, evidentemente, os não muçulmanos teriam um estatuto inferior aos muçulmanos, mesmo os convertidos.
Eu ouvi há pouco tempo um desgraçado islamita no Hyde Park: ”
«Os Ingleses pensam que a Inglaterra lhes pertence. Estão enganados. A Inglaterra pertence a Allah!»
Frase lapidar que é preciso ter sempre, sempre em mente, para se perceber a dimensão da ameaça que não apenas a pátria bife mas toda a Europa enfrentam. Lembremos que a comunidade muçulmana reúne 3% da população do Reino Unido, é majoritariamente originária da Ásia, fala mais de 50 idiomas. Alguns dos grupos religiosos que tentam influenciá-la defendem a jihad e o retorno ao Califado.
Acordem tugas, não vão na conversa de embalar dos espertos líderes islamitas de lisboa, aparentemente muito pacíficos, muito mansinhos, no dia em que pudessem, tratavam-nos da saúde.
Aqueles que gostam muito deles rezem 7 vezes a allah por dia, pode ser que vos agradeçam e vos poupem no dia da reconquista do califado, por agora deixem-se de censuras, a liberdade de expressão nunca será amordaçada pela esquerdalha e muito menos pelos ratos escrofulosos que por aí pululam.
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à cata de qualquer coisa (no Le Figagro évidemment) que possa arregimentar atrás dela a sua pequena trupe de troglodites (ver a maioria dos comentários) a HM, com o seu ar respeitável de quem saiu de um episódio de “Conta-me como foi” continua a agitar espantalhos com as suas indignações criteriosas e como quem não quer a coisa.
Ganda banhada hoje no Público, não é HM. Da próxima, informe-se. É jornalista ou “comentadeira”?
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O islam é crime!
Todo o islam é crime!
Tudo no islam está ao serviço do crime!
maomé não apresentou nenhum documento escrito pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
maomé fez tudo á maneira dos bandidos.
E o islam nem sequer é baseado no corão e todos os argumentos islâmicos são inválidos.
No inicio nem corão havia e maomé já queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.
Nas religiões há polémicas e problemas, mas têm espaço para o bem e para a procura do bem.
O islam, não!
E o islam nem sequer é religião. São os próprios que o dizem.
O islam cria estruturas ditatoriais, úteis ao ditadores e aos seus lacaios e candidatos a isso.
E oferece aos mesmos argumentos para justificarem toda a espécie de crimes úteis ao seu poder.
Quando querem matar a mulher, usam o islam.
Quando querem matar o irmão, usam o islam.
Quando querem matar os filhos, usam o islam.
O islam estupidificou de tal modo os enganados por maomé que estes nem reparam naquilo que dizem, fazem e argumentam.
Desde que lhes seja útil, tudo serve, mesmo se forem coisas a insultar maomé, como é o caso do próprio símbolo do islam.
Como já se descobriu, o islam só existe se o muçulmano aceitar e justificar aquele que foi dos maiores crimes de todos os tempos.
O assassínio de allah por parte do próprio maomé.
maomé disse que o seu allah maometano não mais falaria e que ficava sem espírito.
Na verdade, nem o próprio allah maometano pode escapar com vida às mãos de maomé.
Só fora do islam, pode haver entendimento, paz e vida e o Bom Deus manifestar-se nas pessoas.
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