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Puros, impuros e as teias que o multiculturalismo tece

16 Dezembro, 2009

«Consultant en ressources humaines, notamment pour des sociétés du CAC 40, Carl Pincemin a raconté comment des salariés ayant obtenu des menus confessionnels, refusent désormais que «la viande halal soit proposée à côté de plats contenant de la viande “normale” jugée impure». En clair, ils désirent des cantines séparées et ne veulent plus «s’asseoir à côté de personnes qui mangent du porc !», tempête Jacques Myard, député UMP de la mission

25 comentários leave one →
  1. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    16 Dezembro, 2009 13:46

    “A Argélia está a fazer uma linha de TGV em direcção à fronteira marroquina.”

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  2. Desconhecida's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    16 Dezembro, 2009 13:52

    Cá pra mim é mais bacalhau com todos… e se for com todas , melhor ainda !

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  3. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    16 Dezembro, 2009 13:56

    mais um apelo à claque nacionalista

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  4. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    16 Dezembro, 2009 13:58

    oh lusitóino! atão pá tás a dormir, cadê os 20 comentários xenófobos.

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  5. Desconhecida's avatar
    Gundisalves permalink
    16 Dezembro, 2009 14:17

    A ideia de um menú confessional é excelente e diversifica. Haverá mais cantinas, logo mais postos de trabalho. Por exemplo, dado que o socialismo também é uma religião, como será um menú confessional socialista típico?

    Já sabemos que para o aparatchik alguns ingredientes imprescindíveis são Pêra Manca, Torre de Coelheiros e,tutti quanti. Além de gmabrinais restaurantes. Nada má, nos líquidos pelo menos, a comida confessional socialista.

    Mas para os socialista médios fia-se menos fino, e as bases não digo que irão com cartões de cinco litros, tipo caves avelar, barranqueira ou fonte mas beberão vinhos triviais e um ou outro prato no vegetariano.

    Qunato às bases? Há bases no socialismo? Tenho a impressão que só há bases no PC.

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  6. DesconfiandoSempre's avatar
    DesconfiandoSempre permalink
    16 Dezembro, 2009 14:28

    É mais bacalhau à gundisalves

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  7. Confucio's avatar
    Confucio permalink
    16 Dezembro, 2009 14:39

    Ora aqui vai um comentário não xenófobo, mas sim ISLAMÓFOBO:

    Canalha dum cabrão, vão comer comida halal lá prá terra do Mafoma que os pariu!

    Viva o Presunto de Barrancos e quem o apoiar!

    Tenho dito.

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  8. Desconhecida's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    16 Dezembro, 2009 14:40

    Aqui está o que queremos lá no nosso partido político !

    Preparação
    Colocar de molho, em separado, as amêijoas e o berbigão para que larguem a areia (se optar por congelados, não necessita desta operação).
    De seguida, cozer os camarões em água e sal, e contar 2 minutos após levantar fervura. Escorrer os camarões e reservar a água da cozedura. Descascá-los, deixando alguns de parte para enfeitar.
    Abrir as amêijoas e os berbigões, retirá-los das conchas e juntar o líquido coado que largaram à água do camarão. Levar esta mistura ao lume e, quando ferver, deitá-la sobre o pão cortado em bocados.
    Entretanto, picar os alhos e alourá-los ligeiramente com azeite e os coentros atados. Juntar o pão espremido e mexer com uma colher de pau.
    Bater o pão sobre o lume e, se necessário, juntar um pouco de líquido onde o pão demolhou, para que a açorda não fique seca. Temperar com sal e, fora do lume, retirar os coentros.
    Juntar os mariscos e os ovos, misturando bem e rapidamente.
    Polvilhar com coentros picados.

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  9. Manolo Heredia's avatar
    Manolo Heredia permalink
    16 Dezembro, 2009 14:46

    Alcorão, Parte I, Capítulo V, versículo 3. è só seguir o que lá manda…

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  10. Licas's avatar
    Licas permalink
    16 Dezembro, 2009 14:55

    Os suínos

    Para estes sócio-imbecis ocos só falta apelidarmo-nos xenófobos (porventura até nazis) por rirmos até nos rebolarmos no chão quando os de um bando de protozoários não se quererem sentar ao nosso lado, e estão na NOSSO PAÍS saliente-se, por causa do nefando pecado de nós consumirmos carne de porco às refeições e por isso sermos impuros.
    E ESTES TAIS NÃO SÂO XENÓFOBOS, não senhor, que ideia . . .
    Que me dizem se nós, para os não ofender, passássemos a acolher os preconceitos alimentares deles?

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  11. Licas's avatar
    Licas permalink
    16 Dezembro, 2009 15:12

    Eu cá, sinceramente, não me incomoda nada, que
    eles de sentem ao meu lado. ABSOLUTAMENTE.

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  12. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    16 Dezembro, 2009 15:18

    Eles têm razão: não querem estar ao pé de pessoas que comem porco porque têm medo de ser comidos.

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  13. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Dezembro, 2009 15:36

    O Piscoiso não está de serviço hoje?

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  14. Co2's avatar
    Co2 permalink
    16 Dezembro, 2009 16:14

    Existe um ditado popular que diz que quanto mais um gajo se baixa mais o cu se lhe vê…
    A esquerdalhada bem paga para importar e cuidar com o nosso dinheiro da “diferença” que face ao nº já nos arruina ainda vai querer que se criem camelos em vez de porcos ibéricos…

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  15. Co2's avatar
    Co2 permalink
    16 Dezembro, 2009 16:16

    O Piscoiso anda a tratar dos papéis para as tias se casarem logo na 1ª leva dos casamentos lésbicos…

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  16. essagora's avatar
    essagora permalink
    16 Dezembro, 2009 16:31

    É o costume. Dá-se uma mão, querem logo o braço todo.

    Eles sentem-se ofendidos com os nossos hábitos, como comer carne de porco ou beber bebidas alcoólicas à refeição.
    Mas ai de nós se nos sentimos ofendidos quando eles vão para o quarto de banho lavar os pés no lavatório. Isso já é intolerância.

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  17. Desconhecida's avatar
    novo oprtunista permalink
    16 Dezembro, 2009 16:32

    Já que os mída portugueses continuam fazendo censura sobre o que de mais importamte se está a passar, peço desculpa A H. Matos de me intrometer mas não posso deixar de chamar á atenção para p Artigo: Deve a UE salvar Atenas da concordata?
    16/12 – 13:46 – Agência Estado

    Durante três dias, enquanto o valor dos títulos gregos não paravam de cair, a chanceler alemã, Angela Merkel, não comentou nada. Ela sabia que algo precisava ser feito para desarmar a bomba relógio que ameaçava a Europa e o euro: a possível concordata da Grécia, membro da União Europeia. Nas salas de negociação dos bancos, os especuladores aguardavam um sinal. Queriam saber se a UE correria para estancar a hemorragia financeira no país banhado pelo Egeu.

    Merkel não acredita que a Grécia seja capaz de lidar com seus próprios problemas sem recorrer a Bruxelas, independentemente da proibição prevista no Pacto de Estabilidade e Crescimento. Foi o que ela disse a assessores próximos. Entretanto, qualquer promessa de ajuda só enfraqueceria a determinação dos gregos de adotar medidas rigorosas para recuperar o controle sobre seu déficit galopante sem recorrer ao auxílio externo, exatamente o que Merkel quer evitar. Assim, a chanceler tentou uma medida de equilíbrio: “Somos coletivamente responsáveis”, disse ela, na quinta feira passada, antes de uma reunião de chefes de Estado e de governo da UE em Bruxelas, em cuja pauta figurava a crise grega. Quando um país-membro tem problemas, preocupa a todos, disse Merkel. Isso torna necessário debater como a comunidade pode intervir nas políticas de países que chegaram a um ponto crítico de endividamento, acrescentou.

    Foi um sinal fraco, mas, por enquanto, suficiente. O preço dos títulos gregos se recuperou um pouco depois da grande desvalorização no início da semana. Na segunda feira, a agência de classificação de crédito Standard & Poors (S&P) considerou negativas as perspectivas para a Grécia, e no dia seguinte a sua concorrente Fitch rebaixou substancialmente a classificação de crédito do país, de A- para BBB+. É a pior classificação atribuída a um país da zona do euro desde a adoção da moeda comum, em 2002.
    Subitamente, os temores de uma crise financeira apareceram novamente o temor de uma segunda onda que não atingiria os bancos, mas os países que caíram em inadimplência. Primeiro Dubai, depois a Grécia.

    Quem seria o próximo? Uma onda de nervosismo se espalhou pelos mercados, chegando à reunião de ministros da economia em Bruxelas e até ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Todos faziam a mesma pergunta: o que acontece quando um país, mesmo um membro da União Monetária Europeia, pede concordata? Será que a UE pode permitir uma coisa dessas?
    Seja como for, a UE não pode obrigar a Grécia a deixar a zona do euro e abandonar o país à própria sorte, apesar de os gregos terem trapaceado para serem admitidos no clube da moeda comum com o auxílio de números orçamentários manipulados, como deixou claro o presidente do banco central alemão (BundesBank), Axel Weber, numa recente reunião do conselho.

    Seria a dívida grega ainda maior? A natureza alarmante da situação é evidenciada pelo envolvimento do FMI. De acordo com o Ministério da Economia da Alemanha, a visita de funcionários do FMI designados para a Grécia terá o caráter de uma auditoria especial.
    O FMI duvida das projeções para o déficit grego, revisadas de 6% para 12,7%. O governo e o BC alemães, também. Alguns até consideram a classificação BBB+ “quase um elogio”.
    Pelos critérios aplicados aos indivíduos, a Grécia já é insolvente, tal como Portugal, apesar de não ter interrompido o pagamento de juros das dívidas. Isso se deve às imensas dívidas das agências do governo e dos ministérios com o setor privado, cujo vencimento está próximo. Essas obrigações ultrapassam os 10 bilhões e os gregos devem mais de 2 bilhões sò a empresas alemãs. Se essas quantias forem levadas em conta, o déficit grego aumentará ainda mais.
    “Preparamos reservas para pagamento dessas dívidas”, diz o ministro grego das Finanças, Giorgios Papakonstantinou. Ele destaca as iniciativas do novo governo do primeiro-ministro Georgios Papandreou para reduzir o déficit no ano que vem e recuperar a confiança dos mercados. Também na UE há desconfiança em relação às promessas gregas, não cumpridas no passado.

    Em Berlim e Bruxelas, os políticos cada vez mais debatem como ajudar os gregos da maneira mais eficaz. Parece não haver dúvida de que a UE adotará medidas, afinal, a questão envolve o futuro do euro, talvez da Europa. Se a UE permitir que um de seus membros quebre, pode haver reação em cadeia.

    Há muito tempo, a S&P pôs a Espanha na lista de países cuja classificação de crédito estaria no limiar do rebaixamento. Portugal, Itália e Irlanda também poderiam ser atraídos para a espiral descendente da desvalorização dos títulos de suas dívidas, dos juros mais altos, das dívidas mais caras e, portanto, dos déficits maiores. A tudo isto se soma o crescente déficit orçamentário britânico, de US$ 285 bilhões. A Grã-Bretanha é uma das principais economias do continente, mesmo que o euro não seja a moeda local.
    Talvez a Europa possa permitir que um de seus países peça concordata, assim como os EUA puderam sobreviver quando a Califórnia quebrou. Mas, e se isso ocorrer com um número maior de países da UE? Isso provocaria o colapso da moeda comum, um risco para o qual os céticos do euro alertaram desde o início.
    Mas os problemas não terminariam aí. Quando títulos do governo, antes considerados seguros, perdem subitamente o valor, os bancos começam a oscilar novamente. Mas, nesse caso, não haveria mais governos fortes o bastante para sustentar o setor bancário.
    Mesmo uma falência isolada na Grécia seria ruim o bastante. O país já está abalado por manifestações violentas, e a instabilidade política não pode ser descartada se houver caos financeiro. O que devemos fazer para evitar essa tragédia grega? Os membros do BundesBank têm uma opinião clara: se o país pedir concordata, a Europa não deve socorrê-lo em nenhuma hipótese. Caso contrário, o Pacto de Estabilidade e Crescimento se tornará pouco mais que um documento histórico, desprovido de relevância.

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  18. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    16 Dezembro, 2009 16:40

    o porco não foi criado por jeová e alá
    também não comem todos os peixes

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  19. Desconhecida's avatar
    Anonimus permalink
    16 Dezembro, 2009 16:47

    Os judeus e os muçulmanos não comem porco mas são capazes de comerem as nossas vísceras e beber o nosso sangue.

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  20. Outside's avatar
    Outside permalink
    16 Dezembro, 2009 17:17

    Tem toda a razão em atirar este barro HM, já colou…aguarda-se um post onde sem dúvida virá propagandear/defender a construção de um muro entre ocidente e oriente, separação física (e não cultural que é insuficiente) entre árabes e ocidentais.

    Proponho que consulte a RPC afim de um eventual aproveitamento das técnicas construtivas da Grande Muralha!

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  21. OLP's avatar
    OLP permalink
    16 Dezembro, 2009 17:24

    Eles sentem-se “incomodados” com os hábitos alimentares dos outros exigindo separação e não é xenofobia.
    Já se alguém se incomoda com o incómodo deles, além de xenófobo, é racista e quiçá nazi.
    Isto não se aplica aos judeus.
    Toda a gente os pode matar escorraçar ofender.
    Deve ser um acto de inteligência.

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  22. Licas's avatar
    Licas permalink
    16 Dezembro, 2009 17:33

    Julgo que existem Angolanos suficientemente advertidos que não ignoram quanto foi intensa e maléfica a Colonização da África do Norte a partir dos anos 600 por parte dos Maometanos.
    Chegou agora a notícia que Angola, nos últimos 10 anos, foi invadida por eles. Se não quiserem voltar a ser escravizados eu deixo o aviso: CUIDADO COM ELES!
    E nós, aqui em Portugal, temos um Partido com representação Parlamentar, o Bloco de Esquerda, cujos Deputados se mascararam à Árabe, tendo, neste preparo, assistido a uma sessão inteira. ASSIM. (O dinheiro do petróleo chega muito longe quando se trata de CORRUPÇÂO). Disse.

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  23. Desconhecida's avatar
    chouriço permalink
    16 Dezembro, 2009 17:41

    # 20, não é preciso muro nenhum, é só correr com eles da UE para fora enquanto é tempo. O que vêm cá fazer? Odeiam-nos como infiéis que somos, invejam a situação económica mesmo decadente, pretendem anexar-nos no grade califado e não fazem disso segredo.
    A Hizb ut-Tahrir, ou «Partido da Libertação», que rejeita a Democracia e está proibida em vários países, fez agora o mesmo na capital do Reino Unido: sob o título «A luta do Islão e o chamamento do Califado», reuniu milhares de militantes muçulmanos a apoiar a criação de um califado, onde, evidentemente, os não muçulmanos teriam um estatuto inferior aos muçulmanos, mesmo os convertidos.
    Eu ouvi há pouco tempo um desgraçado islamita no Hyde Park: ”
    «Os Ingleses pensam que a Inglaterra lhes pertence. Estão enganados. A Inglaterra pertence a Allah!»
    Frase lapidar que é preciso ter sempre, sempre em mente, para se perceber a dimensão da ameaça que não apenas a pátria bife mas toda a Europa enfrentam. Lembremos que a comunidade muçulmana reúne 3% da população do Reino Unido, é majoritariamente originária da Ásia, fala mais de 50 idiomas. Alguns dos grupos religiosos que tentam influenciá-la defendem a jihad e o retorno ao Califado.
    Acordem tugas, não vão na conversa de embalar dos espertos líderes islamitas de lisboa, aparentemente muito pacíficos, muito mansinhos, no dia em que pudessem, tratavam-nos da saúde.
    Aqueles que gostam muito deles rezem 7 vezes a allah por dia, pode ser que vos agradeçam e vos poupem no dia da reconquista do califado, por agora deixem-se de censuras, a liberdade de expressão nunca será amordaçada pela esquerdalha e muito menos pelos ratos escrofulosos que por aí pululam.

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  24. Desconhecida's avatar
    pablo picaço permalink
    16 Dezembro, 2009 18:25

    à cata de qualquer coisa (no Le Figagro évidemment) que possa arregimentar atrás dela a sua pequena trupe de troglodites (ver a maioria dos comentários) a HM, com o seu ar respeitável de quem saiu de um episódio de “Conta-me como foi” continua a agitar espantalhos com as suas indignações criteriosas e como quem não quer a coisa.
    Ganda banhada hoje no Público, não é HM. Da próxima, informe-se. É jornalista ou “comentadeira”?

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  25. Fiel's avatar
    Fiel permalink
    16 Dezembro, 2009 23:27

    O islam é crime!
    Todo o islam é crime!
    Tudo no islam está ao serviço do crime!
    maomé não apresentou nenhum documento escrito pelo seu allah a autoriza-lo a fazer o que fez.
    maomé fez tudo á maneira dos bandidos.

    E o islam nem sequer é baseado no corão e todos os argumentos islâmicos são inválidos.
    No inicio nem corão havia e maomé já queria o poder todo, nomeadamente o de roubar e assassinar inocentes.

    Nas religiões há polémicas e problemas, mas têm espaço para o bem e para a procura do bem.
    O islam, não!

    E o islam nem sequer é religião. São os próprios que o dizem.

    O islam cria estruturas ditatoriais, úteis ao ditadores e aos seus lacaios e candidatos a isso.

    E oferece aos mesmos argumentos para justificarem toda a espécie de crimes úteis ao seu poder.
    Quando querem matar a mulher, usam o islam.
    Quando querem matar o irmão, usam o islam.
    Quando querem matar os filhos, usam o islam.

    O islam estupidificou de tal modo os enganados por maomé que estes nem reparam naquilo que dizem, fazem e argumentam.
    Desde que lhes seja útil, tudo serve, mesmo se forem coisas a insultar maomé, como é o caso do próprio símbolo do islam.

    Como já se descobriu, o islam só existe se o muçulmano aceitar e justificar aquele que foi dos maiores crimes de todos os tempos.
    O assassínio de allah por parte do próprio maomé.
    maomé disse que o seu allah maometano não mais falaria e que ficava sem espírito.
    Na verdade, nem o próprio allah maometano pode escapar com vida às mãos de maomé.

    Só fora do islam, pode haver entendimento, paz e vida e o Bom Deus manifestar-se nas pessoas.

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