Resolver dívidas com dívidas
Escreve Medeiros Ferreira:
O Prof.Engenheiro Tribolet salvou ontem o programa Prós e Contras ao propor que se aproveitasse o centenário da República para lançar um empréstimo interno, possívelmente sob a forma de Obrigações do Tesouro, para fazer face aos problemas financeiros do Estado.Retomo aqui a ideia, aliás inspirada no que o presidente Sarkosy avançou para a França.Como aqui já referi o projecto de um empréstimo interno devia já ter passado pelas cabeças dos nossos peritos em finanças públicas, sobretudo agora que tanto se fala de agências de rating.Mas como iria reagir a banca a essa nova opção para a poupança dos portugueses? Imaginem.
O grande desígnio da República é o endividamento. Não há nada de novo nisto. Os certificados de aforro já existem há muito tempo, mas parece que ficaram descredibilizados desde que o governo alterou as regras a meio do jogo. O rating externo da República é mau, o interno não é melhor. Como é evidente, a República desrespeitará muito mais facilmente um compromisso interno que um externo.

Nós nem imaginávamos que essa medida do mestre dos santos e do seu amigo das cabalas era uma asneira monumental. Nós só percebemos as coisas quando já estamos com a lama do pântano a tapar a cabeça.
Para resumir, a “velhota” tinha razão, o “engenheiro” não.
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No que toca aos Certificados de Aforro, eu fui um dos muitos que os resgataram quando o Governo achou por bem baixar os juros.
Lembro-me bem de que, na altura, o PSD (pelo menos pela boca e pela pena de MFL) se insurgiu contra esse escândalo. Por isso, fiquei à espera de que, na última campanha eleitoral, tivesse dito que reverteria a situação se chegasse ao poder – ou, no mínimo, que iria envidar esforços nesse sentido.
Talvez isso tenha sucedido, mas não dei por nada…
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Mais um a adicionar ao lote…A estupidez económica continua a ser maioritária na gente que tem poder e ou está ligada aos partidos. Parece aliás ser condição essencial.
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Daqui a pouco tempo olharemos para trás e entenderemos o grau de vilania que quase todos os agentes políticos desta nação de séculos exibem diariamente à frente de todos, sem venda na cara, garantida a impunidade, personagens cobardes e desinformadas, nascidas de lugares abjectos como a independente e similares. Será possível julgá-los até ao fim do ano pela traição?
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A dívidas andam de braço dado com o crime de genocídio. Lembram-se da ministra da gripe e dos 90 milhões que já foram com a vacina?
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Que bela ideia: o Prof Engº Tribolet descobriu a polvora. Então uma divida não é uma divida? ou ele acha que dever aos tansos dos portugueses é diferente de dever a quem quer que seja? E não houve lá ninguem nos pros e contras que lhe explicasse isso? O Medeiros deve andar a consumir coisas que lhe toldam o espirito.
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“ou ele acha que dever aos tansos dos portugueses é diferente de dever a quem quer que seja? ”
É diferente. O governo pode, a dada altura, sem ser muito penalizado no exterior, congelar as dívidas e mandar os portugueses passear.
Um default internacional tem custos elevados para o futuro. Sobre os portugueses, era uma espécie de aumento de impostos temporário. 😉
Eu é que não emprestava ao estado português, nem que me apontassem uma pistola à cabeça. ehehheh
anti-comuna
PM Um dia destes, os famosos PPRs estatais vão ser usados como fundo de emergência para pagar aos credores internacionais. Querem apostar?
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#2 Campanha eleitoral? Quando? Porque em setembro não houve campanha eleitoral. Houve sim uma campanha para eleger o Sócrates . e o resto foi falclore. MFL falou no assunto, inclusive no debate com o Sócrates. Mas ninguem deu por isso. Nessa altura o assunto eram os votos do Preto.
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#7 Então estamos de acordo; Já houve tempos em que se podia confiar no estado portugues. Agora parece que não.
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A tugolândia e o seguimento das pisadas.
A Comissão Europeia encontrou “irregularidades graves” nos dados estatísticos compilados pelas autoridades gregas que não lhe permitem afiançar qual é a real situação das finanças públicas do país. No rescaldo, os títulos da dívida pública grega voltaram a cair.
Onde é que eu já vi isto?
Bruxelas refere a “falta de consistência e deficiências nos dados que suportam os números do défice” orçamental reportados ao Eurostat em Abril e depois em Outubro, concluindo que é todo o retrato estatístico das finanças públicas do país que está “em causa”. Nas contas do anterior Executivo, a Grécia deveria fechar o ano de 2009 com um défice de 3,4%. Mas o novo Governo socialista, que tomou posse em Setembro, fala de um “buraco” quatro vezes mais cavado, da ordem dos 12,4% do PIB.
Onde é que eu já vi isto?
As conclusões pouco abonatórias da seriedade com que Atenas tem gerido e dado conta da evolução do indicador-chave para a coordenação de políticas no seio da Zona Euro surge no dia em que chega a Atenas uma missão do FMI e o próprio presidente permanente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, o careca.
Onde é que eu vou ver isto?
Uma equipa do FMI vai chegar hoje à Grécia para a ajudar o governo do país a reduzir o défice público, “dentro do contexto de normal vigilância que o FMI dá aos seus membros”. A ajuda.
O país terá o apoio dos técnicos do FMI para reformar os “planos de pensões do país, a política fiscal, a administração fiscal e a gestão do orçamento público”, disse o porta-voz do FMI, em comunicado citado pela Bloomberg. Sempre prontos a ajudar.
O governo liderado pelo primeiro-ministro, George Papandreou, está a terminar um plano que tem por objectivo convencer a União Europeia de que o governo da Grécia conseguirá reduzir o défice, dos actuais 12,7% do PIB, para 3%, em 2012.
Lá como cá ninguém acredita.
O primeiro-ministro e o seu governo irão reunir para discutir o pacto de estabilidade, no final desta semana, segundo anunciou Papandreou a 10 de Janeiro. Durante esta semana, deverá também ser feita também fazer uma conferência de imprensa para delinear as prioridades do governo durante este ano.
Onde é que eu vou ver isto?
“O governo grego está alerta para a seriedade da situação”.
Onde é que eu já vi isto?
“A comissão está a avaliar o problema com a maior preocupação”.
O défice público da Grécia gerou especulação de que alguns investidores e outros países da União Europeia iriam precisar de ajudar a Grécia a evitar o incumprimento da dívida, se tal fosse necessário. Na semana passada, a Grécia disse que não precisará de ajudas internacionais para reduzir o défice e evitar tornar-se a primeira das nações da Zona-Euro a entrar em incumprimento.
Onde é que eu já vi isto?
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# 7 “Eu é que não emprestava ao estado português, nem que me apontassem uma pistola à cabeça. ehehheh”, pois, e se a pistola estivesse carregada?
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SE a ideia é do Sarkozy, deve ser boa.
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O avô cantigas, que é tão versado a resolver quando há dinheiro fresco, não resolve nada agora ?
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Caros amigos
A maioria das dívidas ainda vêm a caminho.
Para as pagar só com
O CHEQUE EM BRANCO
É verdade.
Aquilo que estamos a fazer há demasiados anos é entregar a uns “senhores” que pretensamente gerem o País, uma autorização assinada em branco para fazerem o que lhes apetece com o património e os recursos do Estado.
Gastam o que querem e com quem querem.
Pagam-se como entendem e da forma que escolhem.
Seleccionam os amigos e dão-lhes as colocações adequadas.
Endividam o País com realizações duvidosas.
Utilizam os Fundos Europeus sem controlo nem justificação.
Fazem desaparecer esses fundos sem preocupação ou responsabilidades.
Abrem e fecham contas bancárias como entendem e querem.
Geram-nos responsabilidades sem sabermos a origem nem os montantes.
Em suma.
Diariamente somos roubados e nem sequer gritamos, agarra “que é ladrão”!
Nem sequer esboçamos um movimento de revolta.
Nem sequer vimos para a rua contestar abertamente este estado de coisas.
Nem sequer percebemos que é o nosso património que tem estado a ser delapidado.
Nem sequer damos conta que aquilo que se vai fazendo e inaugurando não é obra destes senhores. É dos nossos filhos e netos que depois as terão de pagar.
Nem sequer pensamos que muitas das realizações em curso como por exemplo as chamadas “novas oportunidades”, mais não são que folclore político sem qualquer utilidade prática para as novas gerações.
Como já não o foram os milhões de contos vindos da UE destinados á formação profissional e enquadrados nos anteriores Q.C.
Como também não é o Sistema de ensino em vigor.
Aquilo que os nossos certificados em branco produziram foi o País mais atrasado da Europa, o Povo mais inculto e excluído, a sociedade mais desequilibrada e retrógrada.
Ainda e para nossa vergonha, fomos nós que passámos as certidões que lhes permitiram forjar este ardiloso sistema político que seguramente apresentará em breve uns bons 5 milhões de pobres com a etiqueta de produzidos em Portugal.
E os cheques em branco?
Não é necessário pois as contas já nem sequer são nossas.
Agora temos de nos começar a preocupar é com as facturas que vão começar a chegar.
Essas é que já vão ser pagas com os nossos cheques!
Isto é muito aborrecido, não é?
post da Força Emergente em 12.1.10
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“Nos mercados são vários os sinais de que a percepção de risco dos investidores face à Grécia continua a aumentar. O preço dos ‘credit default swaps’ (CDS), uma espécie de seguro contra o incumprimento, sobre obrigações gregas a 5 anos disparou 18 pontos base. Outro sinal de alarme é a subida em 16 pontos base da ‘yield’ das obrigações gregas com uma maturidade mais reduzida, de dois anos”.
Onde é que vamos ver isto?
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Cuidado é com a Espanha…
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Quando até um neto do stalin alerta é caso para pensar.
Para o PCP, «um dos traços mais evidentes na evolução da situação política nacional são as operações de manipulação da realidade e de dissimulação das responsabilidades de protagonistas e políticas com o claro objectivo de perpetuar a política de direita». Uma dessas manipulações é, na opinião do líder comunista, a «dramatização da dívida e o empolado retorno ao problema do défice», criando um «alarido» para utilizar este argumento tendo em vista «novas medidas de austeridade visando as condições de vida dos trabalhadores e das populações».
Jerónimo de Sousa criticou ainda o que disse ser uma «chantagem para justificar» a continuação das mesmas políticas.
«Passados poucos meses depois das eleições legislativas e ainda menos da formação do Governo, muitos responsáveis políticos, desde o Presidente da República ao primeiro-ministro e principais dirigentes do PS e de outros partidos, ameaçam com a iminência de uma crise política, que sabem que os portugueses, saídos de um ano com três eleições e a braços com a difícil situação das suas vidas, dificilmente compreenderiam”.
Claro que o erro está em pensar que os tugas têem de compreender alguma coisa. Eles só compreendem quando as prateleiras do hipers estiverem vazias e mesmo assim pensam que deve ser uma operação de limpeza e que no dia seguinte dão prémios.
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“pois, e se a pistola estivesse carregada?”
deixava-os disparar. antes o bolso que a vida. 😉 eheheheh
anti-comuna
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Se eu fosse 1º ministro com Sentido de Estado proporia o seguinte para salvaguardar um aceitavel nivel para os Portugueses no futuro:
1º Dispensar 200mil funcionários publicos, pagando-lhe 70% do ordenado pelo menos durante 2 anos.
2º reduzir os salários da função publica do seguinte modo: até 1000 euros 0
até 1500 ” 5%
até 2000 ” 10%
acima 2000 ” 15%
3ºotimisar os recursos do estado atraves de central de compras, e acabando com os gastos superfluos.
4ºAlienar o patrimonio do estado devoluto; por ex. quarteis etc. Aproveitar o mesmo patrimonio para instalar serviços do estado, e acabar com rendas escandalosas, como por ex o ministerio da justiça com inumeros tribunais.
5ºFazer a verdadeira reforma da justiça, tornado-a mais rápida e eficiente, nem que para isso se pusessem de fora da respectiva discussão os deputados juristas.
6ºPor a taxa do IVA a 15-16% em todos os produtos, e fiscalizar e punir eficazmente os açambarcadores, e especuladores.
7ºApoiar verdadeiramente as empresas que criam emprego, e trazem valor acrescentado ao que produzem
8ºFalar VERDADE aos Portugueses, e explicar-lhes que sem este tipo de medidas não há futuro, e convence-los a ESTUDAR, e a TRABALHAR mais e melhor.
9º Rever e otimizar os investimentos publicos, sem ter a preocupação de engordar as empresas que teem vivido à sombra do estado.
Se não for assim, ou com algo paracido, não vamos lá e Portugal corre um verdadeiro risco de vir a ser um estado falhado.
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Os ricos que paguem a crise !!!!!
Vão ao off-shore da Madeira, limpem de lá o cacau todo ( que não deve ser muito católico ) e temos o assunto resolvido.
Mais ” latim ” para quê ?
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Mas o que são essas coisas “comezinhas” quando comparadas com a “modesnidade” do casamento entre paneleiros? Isso sim, isso é que é civilização – o resto é mercearia…
Até o “neto do Stalin” esteve de acordo..
Vivó Regime!
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# 19
8ºFalar VERDADE aos Portugueses, e explicar-lhes que sem este tipo de medidas não há futuro, e convence-los a ESTUDAR, e a TRABALHAR mais e melhor.
Aí é que a porca torcr o rabo. Nora parada, alcatruzes furados.
Vocês os brancos não podem fazer nada, venham até cá, temos muita terra para lavrar e lavam os pés com perfume à isabelita.
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# No Mussulo estava eu bem . Meu caro, foram os melhores 4 anos da minha vida: 72-75. Em Angola. E ainda hoje penso naquela terra. Todos os dias. E continuo a pensar que o nosso futuro tambem passa por lá. Porque apesar de tudo, há lá muita gente boa com vontade de ter uma vida decente. Assim aqueles gulosos que agora mandam as deixem.
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Os funcionários públicos são como os Alcratruzes, no fundo da nora!
Acorde, esse “generoso” pugrama da MFL não colou. Safa!
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“República desrespeitará muito mais facilmente um compromisso interno que um externo.”
Lógico. Pareces bruxo. Um regime que nasceu na cobardia, na ignomínia, tenderá a manter-se igual a si mesmo, para sempre.
Salazar só fez meio trabalho de casa ao manter este regime.
Não é preciso lançar nenhum novo produto financeiro; basta criar uma nova série de Certificados com juros que batam a banca e taxas de permanência que estimulem a poupança. Até porque a poupança é o objectivo principal já que importamos mais do que o que exportamos. Porque é que o Estado não pode fazer isso? Claro que pode. Vivemos num sistema livre e concorrencial. Se a banca protestar é um direito que lhe assiste. O Estado não tem de fazer aquilo que a banca quer.
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# 22
Se queres a terra lavrada, é só estoirares as minas que semeaste e já podes semear batatas… e milho, já me esquecia !
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“Porque é que o Estado não pode fazer isso? Claro que pode. Vivemos num sistema livre e concorrencial.”
O Estado concorre e faz as regras… curioso sistema livre e concorrencial.
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Baratas tontas…
O defice não era prioritário, a prioridade era o crescimento e desemprego…
Mas parece que alguém já lhes puxou as orelhas.
Teixeira dos Santos
“Há uma necessidade imperiosa de reduzir o défice”
Económico
12/01/10 15:20
http://economico.sapo.pt/noticias/ha-uma-necessidade-imperiosa-de-reduzir-o-defice_78551.html
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Portugal está falido.Ponto final.
Qualquer dia o Piscoiso vai ao multibanco levantar dinheiro e vai verificar que o dinheiro das contas dos portugueses foi todo confiscado!
Perseguiram fiscalmente os portugueses e as empresas de menos posses; extorquiram tudo e todos; perseguiram os empresários e a iniciativa privada, etc.
Agora o Governo que vá ter com a banca e as grandes empresas monopolistas que andou a apoiar e a subvencionar!
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Ainda bem que o futuro do país não se decide num qualquer programa de televisão, muito menos o que deve ser feito com as pequenas economias dos tugas…
Outras soluções são bem vindas…
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#28 Teixeira dos Santos continua igual a si proprio: quer sol na eira, e chuva no nabal. A poucos dias de apresentar o OE no Parlamento, que de resto já devia estar a ser discutido, em vez de explicar as medidas restritivas que vai ter de forçosamente apresentar, anda a fazer propaganda como se tudo estivesse bem. é um pachola esto ministro das finanças, que nos há-de levar a todos pro fundo do poço. Agora já é imperioso reduzir o defice, mas na semana passada, isso seria só lá para 2012/2013. Cá para mim, ele nem deve saber bem os numeros da nossa desgraça.
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Para que o orçamento seja credível o Governo tem que emprrender:
– reduzir os salários da função públicos nos escalões altos e médios;
– reduzir ou suspender as reformas douradas;
– proibir contratações externas de serviços (os célebres estudos; escritórios de advogados,etc.);
– privatizar todas as empresas públicas, incluindo a RTP e a CGD;
-encerrar todas as empresas municipais;
– dar liberdade de criação de empresas e negócios;
-atrair investimento estrangeiro;
-vender o ouro para financiar o despedimento de funcionários públicos;
-vender património imobiliário e terrenos na posse do estado;
– suspender as subvenções aos partidos;
– proibir as despesas de representação em todos os cargos politicos;
– revogar todos os grandes investimentos públicos que são e estão a ser responsáveis pelo grande endividamento;
-negociar com países estrangeiros a emigração de portugueses (Angola, Brasil, Venezuela, Médio Oriente) de portugueses desempregados.
-Combater a corrupção, muito dela do interior do Estado e motivada pelo peso deste na economia e na sociedade.
-APRESENTAR UM ORÇAMENTO COM SALDO ZERO!!!
Quem não concordar sempre lhe digo que diariamente há comboios e aviões a sair de Portugal.
Acabou-se a mama do Estado!!!
O Estado tem que emagrecer para que os cidadãos não morram esqueléticos de tantos impostos, penhoras, execuções e coimas!!!!
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#29. “Qualquer dia o Piscoiso vai ao multibanco levantar dinheiro e vai verificar que o dinheiro… foi todo confiscado!”
eheheh
Já quando era miúdo me queriam meter medo com o papão.
Os metedores de medo evoluiram agora para o multibanco!
eheheh
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Piscoiso: se fores esperto vai amanhã ao teu banco levantar o teu dinheirinho…
Na quarta-feira pode ser já tarde…
Quem te aviso teu amigo é!
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Aqui aplica-se a máxima:em determinadas circunstâncias quanto mais inteligentes mais estúpidos.
Os inteligentes são o Prof Eng Tribolet e, claro, Medeiros Ferreira.
Estes senhores ainda não perceberam que a clique que tomou de assalto o poder gasta mal tudo o que tiver e não tiver.
Dêem-lhes ideias parvas disfarçadas de inteligentes que eles aproveitam logo.
Parece que estes gajos frequentaram todos aqueles cursos de “marketing” agressivo, que começam por incutir nos formandos a ideia que o dinheiro dos outros é deles “vão lá e saquem-no, o dinheiro deles só precisa de passar para a vossa conta para ser vosso!”
Não perceberam ainda que o regabofe só acaba quando se acabar o dinheiro…e o crédito.
Santa mãezinha!
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O mais extraordinário é que as pessoas parecem mesmo pensar que há uma solução para o nosso problema, que nunca passa pela cura da doença.
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Estamos como na I República:
Com esta malfadada “ética republicana”
nunca se roubou, trafalhou e se enganou tanto!!!
Se este governo tivesse vergonha na cara já tinha entregue a chave ao PR e esta por sua vez devia nomear um Governo de Salvação Nacional onde não faria parte qualquer dirigente partidário!!!!
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Não há muito mais para dizer…isto é a República de todos nós. Impune e “irreferendável”.
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Penso que até ao final do mês de Janeiro este governo vai cair!
Graças a Deus!!!!!!!!!!!
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2, Medina Ribeiro
Há gente que, pelos vistos, não tem emenda. V. pertence, notoriamente, a esse número. Quando não têm por onde pegar em MFL, inventam. Apetece-me mandá-lo àquela parte, mas não o faço porque sou educado.
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# 33, estás aqui estás a rapar o tacho. A tia ermelinda diz que escusas de bater à porta, manda-te para o largo dos ratos À PROCURA DAS migalhas. A tia efigénia diz que vai à varanda e te manda ao millennium perguntar onde fica o rossio. Não tens descuçpa, já não és um “jovem, alegadamente, presumidamente, totalmente inocente” como os outros.
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# 40, por favor mande-o mesmo lá ao medina #2, é o único sítio onde está bem.
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os maneleiros ficaram assanhados
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A lata do bicho.
Economia vai voltar a crescer em 2010 e 2011, diz B. de Portugal
A economia deverá voltar a crescer em 2010 e 2011, acompanhando uma «recuperação gradual e moderada da actividade à escala global». Segundo o Banco de Portugal, as exportações e importações também deverão crescer em 2010.
A economia deverá voltar a crescer 0,7 por cento em 2010, acelerando para um crescimento de 1,4 por cento em 2011, indicou o Banco de Portugal, que fala numa «recuperação gradual e moderada da actividade à escala global». Hoje às 16:05
Será este gajo que vão mandar para a europa? Quanto mais deprssa melhor. E o que vai ele fazer? Aspirar as alcatifas? Tá bem.
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Conheçam a triste história do Peter Spencer. Uma vítima deste neonazismo conhecido luta contra as mudanças climáticas.
http://joannenova.com.au/2009/12/wholesale-theft-in-the-name-of-carbon/
Dizem que o nosso futuro será assim: em nome do planeta seremos deitados fora e tratados pior que os próprios animais.
Bem-vindo ao novo mundo nazi.
anti-comuna
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Para os que ainda ontem criticavam as eólicas.
Europa vai ter super rede de energia verde.
Expresso
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O Prof. Tribolet é especialista em pedinchar subsídios, verbas, empréstimos (de preferência a fundo perdido…) para alimentar mirabolantes projectos cujos resultados estão à vista, além, atrás daquela moita
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Só faltava mesmo o Prof. Tribolet e o inginheiro para acabar de vez com o país!
O prof.Tribolet que crie a «sua própria» empresa e deixe de aboncanhar os subsídios oriundos dos portugueses que trabalham, para ver como a vida custa!!!!
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E até já houve um outro Prof. que inventou o verdadeiro foguetão extragaláctico, o Po-Sat, que causou tanta sensação nos meios científicos do Alto Volta que nunca mais voltou. Além disso cantava melhor que o Pavaroti.
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Claro que um empréstimo interno podia resultar mas, para tanto, o governo tinha de ser “pessoa séria” e há muito pelo menos uns quinze anos (para não dizer 36 anos) que deixou de o ser.
Aí pelos anos 80 um português médio podia aplicar uma parte das suas poupanças em títulos do tesouro (que são dívida pública) hoje isso está-lhe vedado o governo só contrai empréstimos junto dos institucionais ou na banca (estrangeira de preferẽncia) porquê? Como ninguém nos explica nada e o Estado é cada vez mais opaco talvez seja legítimo pensar que alguém lucra com essas preferências.
Restavam os certificados de aforro, mas o actual ministro deu-lhes uma machadada de morte, têm sido resgatados e se alguns ficam são apenas os que acumularam prémios de permanência que os colocam em paridade com os depósitos a prazo dos bancos.
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# 30 “o que deve ser feito com as pequenas economias dos tugas…”
Compras em época de saldos. MILHARES DE MILHÕES DE EUROS. Pequenas economias? Crise!?!?!?
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# 33
Que rica prima! Está a fazer-te a cama, para ser herdeira, única, das tuas tias. eheheh
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Só em impostos directos, o desgoverno do falso engenheiro leva-me a cada ano uma pipa de massa. Para quê? Para esta trupe que nos desgoverna esbanjar em obras de fachada e na subsídiodependência dde toda uma malandragem que não quer fazer a ponta dum corno. Emprestar outro dinheiro a este tipo de gente? Chiça!
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# 52, vamos lá ver, lá por ser prima dele eu sou uma senhora séria, se vou ficar com as heranças é poruqe mereço. Ele passou a vida a curtir nelas, não foi? Agora vai ter as consequências.
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Como é possível esta cretina espanhola arrotar tamanho dislate?
Haverá explicação para esta colagem miserável que não está apenas nas quentes relações entreo dois pm da iberia. Eu sei alguma coisa mas deixo o espaço para outros comentarem.
O governador do Banco de Portugal, que está na corrida para o lugar de vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), é “um excelente candidato”, considerou hoje em Lisboa a ministra da Economia e das Finanças espanhola. A governante não deixou de elogiar Constâncio, sublinhando que é “um excelente candidato”, já depois de ter dito que Portugal e Espanha têm uma história de “apoios mútuos”. Elena Salgado disse que não podia ser “mais clara”.
A ministra espanhola falava no encontro promovido em Lisboa pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, que contou com a participação do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, bem como de Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal.
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De qualquer modo o califado há-de ser nosso.
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Empréstimo interno? Com esta gente? Nem um cêntimo!
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#53
Quanto é que facturastes o ano passdo por baixo da mesa para meteres o IVA ao bolso?
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“Mas como iria reagir a banca a essa nova opção para a poupança dos portugueses? ”
Presumo que iriam rebolar de tanto rir. Que grande ideia! Podia até por-se aquele símbolo do “Compre português” nos certificados de dívida.
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“…Aí pelos anos 80 um português médio podia aplicar uma parte das suas poupanças em títulos do tesouro (que são dívida pública) hoje isso está-lhe vedado o governo só contrai empréstimos junto dos institucionais ou na banca (estrangeira de preferẽncia) porquê”
Porque os mercados de capitais evoluiram muito. Hoje já naõ existem emissões tradicionais. Existem Programas organizados e liderados por vários bancos que colocam as obrigações em tranches no mercado tentanto aproveitar condições de taxas de juro mais favoráveis para o emitente. É claro que os bancos cobram comissões sobre este trabalho.
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“…a República desrespeitará muito mais facilmente um compromisso interno que um externo…” O que é que isto significa? Vamos pensar numa obrigação do tesouro cotada em Bolsa. Estes títulos podem ser adquiridos quer por residentes quer por não residentes. Na data de reembolso, está o João Miranda a insinuar que o Estado pagaria aos não residentes mas não pagaria aos residentes? Explique-me lá como é que isso era possível?
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# 61, este estado é capaz de todas as malfeitorias.
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À atenção do Caro C. Medina Ribeiro (#2),
Do programa eleitoral do PSD às eleições legislativas de Setembro de 2009, na página 10 (realce meu):
«Além da consolidação orçamental, o incentivo à poupança incluirá a reposição do regime dos certificados de aforro, tradicionalmente encarados como instrumento de poupança pelas camadas menos abastadas da nossa sociedade.»
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Teixeira dos Santos, para “poupar” uns trocados no financiamento estatal conseguido através dos certificados de aforro, assassinou não apenas um instrumento que, havia décadas, era utilizado na aplicacão das pequenas poupanças, como destruiu a confiança dos pequenos aforradores na palavra do estado por bastante tempo. A resposta dos aforradores, maciça, foi o monumental montante de resgates a que se assistiu.
É por isso que o anti-Comuna manda às malvas qualquer possibilidade de ele comprar dívida pública portuguesa que seja emitida apenas internamente.
Por isso, só mesmo Tribolet para se lembrar de semelhante proposta! Havia de ser engraçada a resposta dos aforradores! Eh!Eh! Mas lamento muito que Medeiros Ferreira, pessoa habitualmente sensata, escreva semelhante coisa. Deve ser resultado da proximidade blog(q)uista da JAD…
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Tribolet…??! O nome diz tudo! Deixa adivinhar…é nome de personagem de um filme do nosso caro Manoel D’Oliveira ?
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“Vamos pensar numa obrigação do tesouro cotada em Bolsa. Estes títulos podem ser adquiridos quer por residentes quer por não residentes. Na data de reembolso, está o João Miranda a insinuar que o Estado pagaria aos não residentes mas não pagaria aos residentes? Explique-me lá como é que isso era possível?”
Se ler o texto vê que a proposta tinha uma especificidade local.
“Conheçam a triste história do Peter Spencer. Uma vítima deste neonazismo conhecido luta contra as mudanças climáticas.”
Muito bem Anti-Comuna, todos deveriam saber do roubo do Estado Australiano Social(ista). Peter Spencer alguém para ficar na História contra o roubo do Estado.
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Este governo, não tem credebilidade para fazer um emprestimo interno obrigacionista, porque tem colecionado mentiras sobre a situação economica e financeira do país1 Ponto final!
Mas não era a primeira vez que um governo de uma nação fazia tal tipo de operação para relançar a aeconomia dum país ou cobrir um projecto de interesse nacional (não o TGV).
Mas um governo que baixa a taxa dos correios, mostra que não está interressado em aforramento! O serviço de divida era caro, e è preciso o dinheiro para outras palhaçadas………
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No caso do pedido de empréstimo aos tugas, o termo corresto a utilizar é “pedir EMPRESTADADO”. Mas uma questão logo surge: para que raio iria o Governo pedir emprestadado aos desfalcados tugas, se tem a faculdade, por estes conferida e sancionada, de “pedir” a fundo perdido, via impostos, taxas e alcavalas ?
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