Mas como “Portugal não é a Grécia” não iremos seguir os seus “péssimos” exemplos, mesmo quando o nosso mapa autárquico tem, no esencial, perto de 180 anos.
“Mas como “Portugal não é a Grécia” não iremos seguir os seus “péssimos” exemplos, mesmo quando o nosso mapa autárquico tem, no esencial, perto de 180 anos.”
Podíamos seguir o exemplo da altura: foram extinguidos 466 municípios de uma penada.
Com esta redução os gregos ficam com sensivelmente o mesmo numero de municipios que nós, para uma população também quase idêntica. Tiro ao lado, mais uma vez…
Tomar medidas administrativas sob pressão, obedecendo, apenas, a critérios de despesa, é a pior forma de tomar medidas. Quem defende o que a Grécia está a fazer (e que também já foi proposto em Portugal), defende, na verdade, o fim do poder autárquico. Qual o critério para o “ajuntamento”? O que é que poupa, na verdade, com ele? Porque não aproveitar precisamente o contrário, dando mais poderes às assembleias (em vez de as concentrar nos executivos, como acontece entre nós)e, desse modo, quase dispensar executivos profissionais?
O poder autárquico foi das maiores perversões vividas após o 25 de Abril. É uma máquina de clientelas. Fazer uma reforma como a grega, não só não resolve como agrava o problema (se calhar é esse o objectivo, como o foi de quase todas as reformas administrativas feitas em Portugal).
A questão não é reduzir por reduzir.. é saber se a redução contribui para alguma coisa. O importante não é o número mas sua eficiência organizativa. Talvez em algumas zonas a separação seria bom e para outras zonas, a fusão seria necessária. basta bom senso.
Já agora, 11 milhões de habitantes a dividir por 10.000 habitantes dá 1100 municipios.. alguem fez as contas?!?!?!?!?!?!? Nem tudo o que parece é!
Lembrando ainda que quanto à questão do mapa de 1836, a redução teve por base em alguns caso, vinganças da guerra civil (um vizinho apoiou D.Miguel e o outro apoiou D.Pedro) e não uma qualquer eficiência governativa. Como mais tarde se veio a revelar, o fim de alguns desses municipios foi um tremendo erro governativo do qual muitas populações ainda estão hoje a pagar!
Por acaso discordo um pouco desta medida. Parece-me que os Municípios estão sensivelmente bem distribuídos, considero que seria um passo muito mais vantajoso tanto economicamente como em termos de eficiência acabar com todas as juntas de freguesia independentemente do tamanho. Aqui ao lado em Espanha não existem e eles até se safam bastante bem…
Não é necessário reestruturar ou acabar com os municípios e freguesias. Basta acabar com os vencimentos dos autarcas.
Ainda gostava de ver quantos trabalhavam por amor à camisola.
Em tempos já foi assim. Bastava-lhes o prestígio de servir a comunidade.
Agora têm os vencimentos indexados ao do Presidente da Répública.
Depois queixam-se que há muitos funcionários públicos.
As autarquias pós 25 são dos maiores mitos do pseudo estado democrático convertido em protectorado. Raros os autarcas que não têm enchido os bolsos e colocado n a “camera” os filhos, “filhas” e afilhados. Na Argentina deram o golpe de misericórdia. Por cá o ruas desculpa-se dizendo que lisboa ainda se rouba mais. Terá as suas razões. Não se duvide.
Lá fora já nos topam há muito. O dia vai chegar.
“Portugal, Greece & Spain have been living the Big Lie – shamelessly & arrogantly – for decades on end. Living far beyond their means & embracing unbridled profligacy, like there was no tommorow. Now it’s time to pay the piper. Judgement Day has arrived! So live with it, ‘cos there will be no tomorrow to look forward to, anyways..”
Porque se espera para seguir essa remodelação?
Curiosidade: os gestores de empresas municipais em Portugal, são 2.000! para que fim tantas empresas municipais?
Algumas considerações sobre Partido Regional (ou Regionalista)
Começar com o pé direito. Um dos problemas do desenvolvimento a Norte é falta de antecipação estratégica por parte da sociedade civil. Se a houvesse não se tinha chegado até aqui. Nós gostamos de ser individualistas e preferimos as vitórias morais do futebol às vitórias materiais no bolso. Desprezamos o conhecimento sobre como realmente funciona o poder em Lisboa ou a geoeconomia e somos depois surpreendidos com a invasão de produtos chineses ou com as manobras da oligarquia da capital para nos «roubar» o desenvolvimento económico. É então decisivo que um partido Regional ou Regionalista, comece com o pé direito.
O Regionalismo já chegou ao Porto há muito tempo. Em Novembro de 2008 escrevia: 2008:
O Regionalismo como ideologia política já chegou ao Porto. Só os mais distraídos é que ainda não verificaram que os discursos / preocupações / ambições existentes em parte da população residente correspondem a esta ideologia. Agora só falta um partido/organização ou candidatos independentes em que se possa votar. As sondagens, «não científicas», apontam para isso mesmo. Por muito que custe aos partidos existentes e respectivos militantes aceitar a concorrência e as regras da democracia, esta é a realidade. É melhor habituarem-se à ideia.
Siga a táctica dos vencedores, por exemplo de Pinto da Costa. Quando em 1995 Pinto da Costa patrocinou o PPR, decidiu ou foi convencido a criar um partido Regionalista e não Regional. Como se explica bem aqui um partido Regionalista não tem qualquer obstáculo legal e esta pequena diferença não afectará em nada o objectivo do partido: Promover o desenvolvimento territorialmente equilibrado de Portugal, que significa necessariamente ser contra o status quo lisboeta. Seria idiota comprar uma guerra apenas por perfeccionismo.
Sabem por acaso que em muitas juntas de freguesia o vencimento é de milhares por mês?Se o eleito é licenciado…
Na tropa existem generais, mas aquilo tem uma certa semelhança com uma pirâmide.Começa-se por soldado, cabo até general
Na política há gajos que começam logo em general.Na CML existem 70 assessores com venciemnto de general.Não existem 70 generais no activo em todos os ramos das forças armadas.
Temos portanto um sistema de representação popular(fechado para os amigos de peito) caríssimo e que não tem correspondência com que se produz em Portugal.Semearam um autêntico eucaliptal…
Já que falaram no Salazar.Velhos tempos aqueles.Nas câmaras era tudo profissional.Só o presidente era “nomeado”.Nas juntas trabalhava-se de borla.Mas claro que aquilo era uma ditadura…
Que ideia maravilhosa! Para acabar com um problema derivado da centralização e total desresponsabilização dos municípios, que ao invés de arrecadarem directamente os impostos e terem total autonomia em vários pontos, sendo assim alvo da pressão dos locais, são desconectados da população por receberem o dinheiro directamente de Lisboa, o que só incentiva o inchaço da máquina e as demandas locais por mais dinheiro do erário, vamos agora acabar com vários municípios aumentando a centralização.
É um pouco o que se faz em toda a parte. Crise por causa do euro? Reforça-se o poder da UE e do BCE. Dívidas a mais? Emitimos moeda para salvar a actividade económica. Inchaço da máquina administrativa em Lisboa? Cria-se umas quantas mini-Lisboas e se submete mais o País aos ditames do mega-monstro em Bruxelas.
O tempora! O mores!
Em 1836 no seguimento das guerras liberais que opunha liberais e absolutistas, Pedristas e Miguelistas, Passos Manuel de uma assentada extinguiu 380 concelhos em Portugal.
Não foi em todos que imperou a regra, mas muito dos concelhos extintos eram os que apoiavam D. Miguel, ou seja, foi uma extinção por motivos políticos e pode-se dizer mesmo vingativa.
Agora estamos não estamos no fim de uma guerra civil, se calhar para lá caminham-mos para o inicio, contudo há que reconhecer que o mapa concelhio está desactualizado e desfasado da realidade do pais, temos neste momento 308 concelhos no pais e mais de 4500 freguesias, sem duvida que há concelhos que não fazem sentido existir, e outros que devem ser criados como os concelhos das grandes áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa.
Na minha opinião e apesar de para certos casos poder por ventura não se aplicar esta regra, mas concelhos com menos de 7500 eleitores e são muitos deviam ser integrados nos limítrofes.
Contudo há que analisar caso a caso, porque no interior do pais, os seja, em Trás-os-Montes, Beira Alta e Baixa, no Alentejo e mesmo no Ribatejo temos concelhos com áreas enormes, na ordem dos 700, 800 e alguns a passar de 1000 Km 2 que já é por si só uma área enorme para um concelho, e possivelmente certos concelhos como estas áreas não deviam ser extintos, mesmo que tenham menos que os 7500 eleitores.
Para quem não sabe o maior concelho do pais é Odemira com 1712 km2, e o mais pequeno são João da madeira, com 13 km 2, e são João da Madeira tem 21000 habitantes quase a mesma população de Odemira, que tem 27000, sendo assim, e neste contexto são João da madeira será por ventura extinto e incorporado em Santa Maria da Feira ou Oliveira de Azeméis, enquanto que não faz sentido extinguir Odemira visto ser muito grande.
Ou seja os concelhos quanto mais próximos do Douro e do Tejo são e das grandes cidades são mais pequenos, ao afastaram-se são muito grandes, com áreas a passar dos 700 km e muitos perto dos 100 km 2, é o caso das Beiras alta e baixa com Penamacor, Castelo Branco, Idanha-a-nova, Sabugal, e Fundão, em Trás-os-Montes onde temos Bragança, Vinhais, Macedo de cavaleiros Mogadouro, Mirandela, Chaves, Valpaços, Montalegre, no Ribatejo com Coruche, Chamusca, Ponte de Sôr e Abrantes, e no Riba-Sado e Alentejo com Alcácer do sal, Grândola, Beja, Évora, Ferreira do Alentejo, Santiago do cacem, Serpa, Mértola, Castro Verde, Almodôvar e o maior de todos Odemira com uns incríveis 1712 km 2 , ou seja, para osd menos informados um km2 tem 10000 m2, mais o menos a área de um campo de futebol, ou seja, 1700 campos de futebol de 11, uma área enorme.
Sendo assim extinguir qualquer um destes concelhos representaria criar à volta concelhos com áreas enormes, e por isso penso que estes são as chamadas “vacas sagrada”s do pais, onde não se deve mexer devido á área que têm, pese embora alguns tenham menos de 7500 eleitores.
Mas na generalidade dos casos penso que se devem extinguir, e incorporá-los em concelhos maiores, sendo estes concelhos dotados de mais competências que actualmente, ou seja, com isto acaba-se com a propaganda regionalista de vez, e descentraliza-se a coisa para os grandes concelhos a criar, ou seja, descentralização municipalizada e passaríamos a cerca de 80 a 100 concelhos no máximo.
Em relação ás freguesias há milhares a extinguir, não deviam passar das 1000/1200 no máximo, e para mim a lógica passaria por dar a estas freguesias algumas competências e autonomia, passando a ser pequenos concelhos dentro dos grandes, os concelhos extintos seriam sempre cabeça de freguesia, e aos mesmo tempo com isto acabaria-mos com muito do caciquismo que se vê na politica local, e com os yes men’s, porque os presidentes de junta deixavam de estar totalmente dependentes dos presidentes de câmara como agora.
Estas grandes freguesias, ou pequenos concelhos, na minha opinião deviam passar a designar-se de outra forma, ou seja, devíamos ir buscar ao baú da história buscar uma unidade administrativa/geográfica extinta mas usada no passado em Portugal, o julgado, com isto e com esta mudança de nome também se dava a ideia aos concelhos extintos que não iam passar ser uma mera freguesia, ou seja, com esta nova designação passada a ideia de um novo começo, passariam a ser um julgado, porque quer queiramos quer não isto quando avançar se avançar vai dar polémica e ninguém quer deixar de ser concelho, assim , passavam a ser um julgado ate aceitavam melhor a coisa, podem crer.
Amares funde com Vila Verde,
Melgaço funde com Monção,
Cerveira funde com Valença,
Ponte da Barca funde com Arcos de Valdevez,
Gondomar funde com o Porto,
Vizela funde com Guimarães,
…
Acabar com os governos civis…
Está aqui muito dinheiro…
Para o 32
No minho existe um coisa que se chama minfundio.
O concelho de Barcelos têm 125000 habitantes, sendo Barcelos o concelho menos urbano de Portugal, ou seja a maioria da população vive fora da cidade. O povoamento é disperso ao contrário do sul de Portugal, logo têm de ter muito mais freguesias. Não digo que as mais pequenas não podessem ser agrupadas.
“Estou apenas preocupado com a governação do país”.
“Daqui a bocado vou falar com o huguito e vocês vão ver como me saio bem a falar venezuelano”.
Ainda bem, ainda bem. E que tal uma forte manifestação de apoio quando ele voltar, se voltar.
Os municípios devem viver do dinheiro dos habitantes locais, logo se existem ou não deve depender dessas pessoas. O Estado Central não deveria dar dinheiro para os municípios a não ser excepcionalmente, ou seja não tem de interferir na coisa.
O sistema é mais um exemplo de clientelismo e consequentemente de preços falsos-como saúde,educação,transportes,energia- que dão os incentivos errados e tornam o país ingovernável porque só sabe onde gasta o dinheiro á posteriori.
Pois eu não me importava que a sede de uma futura região nortenha fosse no Porto. A descentralização faz falta. Não percebo este discurso de alguns comentadores anti-Porto e que se intitulam Minhotos. O “inimigo” é Lisboa pois a sua região suga a maior parte dos recursos dp pais.
Guarda o tafulho para os montanheiros da tua terra ó 42.
Retomando o tema de forma séria e começando pelos da casa:
Se temos a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e a Região de Turismo do Algarve, o Governo Civil de Faro devia acabar, não serve para nada.
Faro tem 6 freguesias para 60 mil habitantes, eu acho que é emprego a mais. Devíamos manter as 2 urbanas que tínhamos, São Pedro, Sé e as 3 rurais, Conceição, Estoi e Santa Bárbara de Nexe. O concelho não chega a ter 300 Km2. Talvez não fosse má ideia juntar mesmo as 2 freguesias urbanas.
Alcoutim o concelho mais pobre do país teria muito a ganhar em receitas se se juntasse com Castro Marim, pois teria acesso à costa. Silves pelo contrário deveria perder as freguesias de Armação de Pêra, Pêra e Alcantarilha devido à desastrosa administração do território nestas freguesias. Estas freguesias deveriam ser agrupadas numa só e passar para Lagoa.
Extinguir a freguesia de São Brás de Alportel. Tal como em São João da Madeira, o concelho de São Brás de Alportel tem uma câmara municipal e uma junta de freguesia para administrar o mesmo território. Não faz sentido, é duplicar as funções e devia acabar.
Os tribunais do Algarve pertencem a Évora, assim como o comando da GNR. Devia haver um comando no Algarve.
46.Barcelense disse
29 Maio, 2010 às 9:19 am
Pois eu não me importava que a sede de uma futura região nortenha fosse no Porto. A descentralização faz falta. Não percebo este discurso de alguns comentadores anti-Porto e que se intitulam Minhotos. O “inimigo” é Lisboa pois a sua região suga a maior parte dos recursos dp pais.
Pois ò filho da puta, tu deves ter tanto de Barcelense como eu de Congolês ou Australiano, deves é ser um cão regionalista do Porto disfarçado de Barcelense, só os cães regioalistas do porto é que vem com esse retórica de que lisboa é o inimigo, e essas merdas do norte e do sul.
Eu como Minhoto para mim inimogo é o Porto, que fala de centralisdm e depois quer regionalizar o pais, mas quer criar novos centralismos á volta do Porto nessa puta de região norte que acaba em matosinhos ou ermesinde.
A regionalizar o pais há que regionalizá-lo de vez, e o minho tem tudo para ser uma região autonoma sem nenhuma dependencia do Porto, o Porto que fique lá com o seu burgo á volta dfo Porto, na melhor das hipoteses corresepondente ao distrito do Porto, que lhe cahme o que bem entender, norte, douro litoral ou a puta que os pariu, mas que não me metam a mim nem aos minhotos na guerra que o pinto da costa coimprou com lisboa.
Ou seja, falam de centrelismo, estes portistas e eles são os mais cenbtralistas, ou se regionaliza de uma vez, ou para criar novos centralismos então que fique tudo como está.
O vosso norte é limitado por ermesinde, gondomar, gaia, maia e matosinhos.
O J.F.Transmontano/Beirão falou bem e concordo perfeitamente que esta crise apesar de ser uma oportunidade única para fazer uma reforma à administração territorial e ao modelo como é gerido o país dificilmente se chegaria a um consenso e sairia alguma coisa de jeito. Primeiro porque os dois partidos maioritários dominam a quase totalidade delas e o PCP ainda tem uma forte implantação no poder autárquico. E já se sabe a quantidade de “amigos” que necessitam de estar na lista de pagamento do poder. Não nos esqueçamos que na maioria dos concelhos a autarquia é o maior empregador do mesmo.
E esse mito da conquista do poder local e a democratização que daí advém é muito bonito na teoria, mas como o poder corrompe ao longo dos anos passou a ser igual ou pior ao do poder central, a diferença está em que conhecemos e até podemos fazer parte da cadeia. Pensar que em alguns municípios se se convencerem 700 pessoas pode-se ser rei e senhor do feudo e ter um bom salário, carro e motorista, cartão de crédito, e um sem fim de benefícios apenas para mandar fazer umas rotundas, licenciar umas casas a uns amigos e criar umas empresas municipais para gerir o resto.
Divida-se o país e divida-se o dinheiro. O poder e a decisão mais perto e com mais participação da comunidade. Estude-se e arranje-se um modelo mais eficaz.
Acabem-se com 100 municipios, menos o presidente da camara, vereadores correspondentes e temos uma economia excepcional.
Se cada uma destas municipalidades tiverem 6 empresas municipais
acabamos com 600 gestores e mais uma seita de acessores e administrativos.
A responsabiliade dos municipes restantes seria mais efectiva, seria mais fácil controlar as suas aldrabices e o contribuinte teria a aganhar!
Que fazer com os abatidos ao efectivo? que fossem trabalhar, coisa de que vai para muito tempo estão desabituados.
Existem em Portugal 2.ooo gestores de empresas municipais! o que isto mete no bolso?
Tem toda a razão, ao escrever enganei-me, fica a rectificação, Odemira tem aproximadamente 1700 K2, ou seja, 170.000 hectares, o que dá mais o menos e para pessoas que não dominam isto das áreas terem uma ideia 170.000 campos de futebol de onze.
Não sou nenhum iluminado, mas sou uma pessoa que pensa o pais asgorae no futuro, algo que infelizmente pelo que me apercebo muita pouca gente faz, e na minhã opinião um dos melhores modelos de fazer esta reforma foi o que eu expus, não acabando com estes enormes concelhos que eu referi, ou pelo menos com os maiores entre eles, visto que entre os que referi há uns que tem na ordem dos 600 km e outros como odemira que chegam ao 1700 km como Odemira, sendo para mim estes concelhos vacas sagradas devido á área.
Depois era indo aplicando a regra dos 7500 eleitores, há quem defenda 5000, e indo cortando e englobando as freguesias nos limitrofes mas sempre segundo a vontade das populações expressa em referendo local, isso esta previsto na lei.
E na minha opinião, é o que lhe digo deviasse criar estas grandes freguesias que eu chamaria de julgado, para dar a ideia de um novo começo para os concelhos despromovidos, que seriam todos de certeza cabeça de fregusia/julgado, dar-lhess autonomia financeira para acabr com muito do caciquismo e dos yes men, sendo para mim este o melhor metodo d efazer, isto ficando no máximo com 100 concelhos e umas 1000 a 1200 fregusias, isto depois é como montar um puzzle, por dum lado tirando do outro, mas uma coisa é certa, polémica é coisa que não vai faltar de certeza.
Mangualde/ nelas/Penalva castelo – Um concelho
Carregal do sal/ Santa Comba Dão- Um concelho
S pedro sul/ Vouzela / oliveira frades- Um concelho
Etc…etc…
Freguesias todas extintas, existem para q?
As receitas mal chegam para pagar ao executivo!
Servem para passar atestados falsos…como pode uma junta de freguesia confirmar o agregado familiar? Não deveria ser o registo civil a confirmar?
Atetado de residência passado pela junta de freguesia?
Não deveriam ser as finanças a confirmar?
As juntas de freguesia não servem para nada, andam de chapéu na mão a pedir obras nas camaras!
Então quem as deve fazer são as camaras, que aliás têm os meios técnicos…
Concelho de Queluz? Concelho de Agualva-Cacém? Já é tempo de deixarmos de brincar aos concelhos. Como alguém aqui já escreve, temos de fundir concelhos e freguesias. A existência de ambos tem que assentar no binómio população/área e território. Sintra é enorme, e em vez de se seguir o caminho proposto por Eduardo Cabrita, com a divisão em 2 (Sintra Litoral e Sintra Interior), faz sentido que Queluz/Massamá, p.e., sejam integrados no concelho da Amadora, Casal de Cambra no concelho de Odivelas, São Marcos, Rio de Mouro, Cacém, Agualva e Mira Sintra sejam integrados no concelho de Oeiras. Sintra deveria também entregar algum território a Cascais, que por sua vez entregaria Carcavelos e São Domingos de Rana a Oeiras. Temos de pensar seriamente num novo mapa administrativo para melhor servirmos as populações e menos oneroso. É preciso acabar com regionalismos bacocos. Mais concelhos? Não, por favor.
“Mangualde/ Nelas/Penalva do Castelo – Um concelho
Carregal do Sal/ Santa Comba Dão- Um concelho
São Pedro do Sul/ Vouzela / Oliveira de Frades – Um concelho.”
Acrescento: Moura/Barrancos, Elvas/Campo Maior, entre outras fusões.
Um grande debate nacional, mínimo 1 ano, nas rádios, televisões, nas freguesias, nas colectividades, nas assembleias de freguesias e nas assembleias municipais e por fim, um referendo.
Tal como está não pode continuar. Penso que a actual conjuntura económica que se vai prolongar por alguns anos, nos vai obrigar a refazer o mapa administrativo.
308 municípios? 4259 freguesias? Loucura total! Cada município deveria ter, no mínimo 15.000 eleitores. Sabem que Barcelos tem 89 freguesias? Tem menos população que Oeiras, Amadora, Odivelas e Cascais, e estes 4 municípios têm menos freguesias que Barcelos.
Mas como “Portugal não é a Grécia” não iremos seguir os seus “péssimos” exemplos, mesmo quando o nosso mapa autárquico tem, no esencial, perto de 180 anos.
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Concordo com esta medida em Portugal e a criação de novos municípios como o de Queluz e o de Agualva-Cacém.
O município de Sintra já tem mais população do que o de Lisboa e não consegue dar resposta, nem há uma efectiva representatividade.
Queluz, Sintra e Agualva-Cacém ficariam com mais de 100.000 eleitores cada.
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“Mas como “Portugal não é a Grécia” não iremos seguir os seus “péssimos” exemplos, mesmo quando o nosso mapa autárquico tem, no esencial, perto de 180 anos.”
Podíamos seguir o exemplo da altura: foram extinguidos 466 municípios de uma penada.
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Seria interessante alguém aqui saber dizer quantos municípios têm menos de 10.000 hab. em Portugal
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Manuel: Estamos a falar de redução e você fala em criação de novos?!? Um típico caso de quem apenas olha para o seu umbigo.
Aqui no Seixal também temos uns separatistas que querem criar o concelho de Amora…
O que é necessário é menos municípios com gente mais competente, para uma melhor gestão financeira.
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são estas coisas que fazem mossa na tese da regionalização. Estas e as que a Helena reportou numa posta mais abaixo.
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Com esta redução os gregos ficam com sensivelmente o mesmo numero de municipios que nós, para uma população também quase idêntica. Tiro ao lado, mais uma vez…
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Dos 308 concelhos do Continente, 109 tem menos de 10000 habitantes.
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Por cá estamos entretidos com o tgv e o género!Enfim!Feitios!
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Tomar medidas administrativas sob pressão, obedecendo, apenas, a critérios de despesa, é a pior forma de tomar medidas. Quem defende o que a Grécia está a fazer (e que também já foi proposto em Portugal), defende, na verdade, o fim do poder autárquico. Qual o critério para o “ajuntamento”? O que é que poupa, na verdade, com ele? Porque não aproveitar precisamente o contrário, dando mais poderes às assembleias (em vez de as concentrar nos executivos, como acontece entre nós)e, desse modo, quase dispensar executivos profissionais?
O poder autárquico foi das maiores perversões vividas após o 25 de Abril. É uma máquina de clientelas. Fazer uma reforma como a grega, não só não resolve como agrava o problema (se calhar é esse o objectivo, como o foi de quase todas as reformas administrativas feitas em Portugal).
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A questão não é reduzir por reduzir.. é saber se a redução contribui para alguma coisa. O importante não é o número mas sua eficiência organizativa. Talvez em algumas zonas a separação seria bom e para outras zonas, a fusão seria necessária. basta bom senso.
Já agora, 11 milhões de habitantes a dividir por 10.000 habitantes dá 1100 municipios.. alguem fez as contas?!?!?!?!?!?!? Nem tudo o que parece é!
Lembrando ainda que quanto à questão do mapa de 1836, a redução teve por base em alguns caso, vinganças da guerra civil (um vizinho apoiou D.Miguel e o outro apoiou D.Pedro) e não uma qualquer eficiência governativa. Como mais tarde se veio a revelar, o fim de alguns desses municipios foi um tremendo erro governativo do qual muitas populações ainda estão hoje a pagar!
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Por acaso discordo um pouco desta medida. Parece-me que os Municípios estão sensivelmente bem distribuídos, considero que seria um passo muito mais vantajoso tanto economicamente como em termos de eficiência acabar com todas as juntas de freguesia independentemente do tamanho. Aqui ao lado em Espanha não existem e eles até se safam bastante bem…
Saudações
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temos de analisar bem os staff dos gabinetes ministeriais, os q sao funcion. públicos e os q nao sao.
ai o q se veria…
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Um terramoto com dilúvio!Se fosse feito cá…
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Mas os 109 municípios com menos de 10000 habitantes até podem continuar a existir.Trabalham é por conta dos munícipes, se estes os quiserem pagar…
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Quanto menos caciques melhor…
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Algarve
Uma proposta de reforma:
– Castro Marim funde com Vila Real de Santo António
– Vila do Bispo funde com Lagos
– Aljezur funde com Monchique
– Lagoa funde com Portimão
A isto acrescentar as fusões de freguesias.
Sublinho que o Algarve não é o caso mais grave. Que dizer de Barcelos, com 89 freguesias?
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Essa seria uma justa medida que nenhum partido vai querer tomar.
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Não é necessário reestruturar ou acabar com os municípios e freguesias. Basta acabar com os vencimentos dos autarcas.
Ainda gostava de ver quantos trabalhavam por amor à camisola.
Em tempos já foi assim. Bastava-lhes o prestígio de servir a comunidade.
Agora têm os vencimentos indexados ao do Presidente da Répública.
Depois queixam-se que há muitos funcionários públicos.
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#18 – “Em tempos já foi assim. Bastava-lhes o prestígio de servir a comunidade.”
és idiota demais para anónimo
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As autarquias pós 25 são dos maiores mitos do pseudo estado democrático convertido em protectorado. Raros os autarcas que não têm enchido os bolsos e colocado n a “camera” os filhos, “filhas” e afilhados. Na Argentina deram o golpe de misericórdia. Por cá o ruas desculpa-se dizendo que lisboa ainda se rouba mais. Terá as suas razões. Não se duvide.
Lá fora já nos topam há muito. O dia vai chegar.
“Portugal, Greece & Spain have been living the Big Lie – shamelessly & arrogantly – for decades on end. Living far beyond their means & embracing unbridled profligacy, like there was no tommorow. Now it’s time to pay the piper. Judgement Day has arrived! So live with it, ‘cos there will be no tomorrow to look forward to, anyways..”
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Não era preciso começar logo por ideias grandiosas.
Podiam começar por reduzir as Juntas de Lisboa a seis.
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Ou começar por proibir os eleitos de gastarem milhões a catequizar os eleitores com publicações de luxo…
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poderiamos também equacionar a medida aplicada aos Blogs!
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Porque se espera para seguir essa remodelação?
Curiosidade: os gestores de empresas municipais em Portugal, são 2.000! para que fim tantas empresas municipais?
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Em Portugal há qualquer coisa como nove milhões e tal de autarquias na maioria geridas por ególatras vaidosos, incultos e despesistas.
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Algumas considerações sobre Partido Regional (ou Regionalista)
Começar com o pé direito. Um dos problemas do desenvolvimento a Norte é falta de antecipação estratégica por parte da sociedade civil. Se a houvesse não se tinha chegado até aqui. Nós gostamos de ser individualistas e preferimos as vitórias morais do futebol às vitórias materiais no bolso. Desprezamos o conhecimento sobre como realmente funciona o poder em Lisboa ou a geoeconomia e somos depois surpreendidos com a invasão de produtos chineses ou com as manobras da oligarquia da capital para nos «roubar» o desenvolvimento económico. É então decisivo que um partido Regional ou Regionalista, comece com o pé direito.
O Regionalismo já chegou ao Porto há muito tempo. Em Novembro de 2008 escrevia: 2008:
O Regionalismo como ideologia política já chegou ao Porto. Só os mais distraídos é que ainda não verificaram que os discursos / preocupações / ambições existentes em parte da população residente correspondem a esta ideologia. Agora só falta um partido/organização ou candidatos independentes em que se possa votar. As sondagens, «não científicas», apontam para isso mesmo. Por muito que custe aos partidos existentes e respectivos militantes aceitar a concorrência e as regras da democracia, esta é a realidade. É melhor habituarem-se à ideia.
Siga a táctica dos vencedores, por exemplo de Pinto da Costa. Quando em 1995 Pinto da Costa patrocinou o PPR, decidiu ou foi convencido a criar um partido Regionalista e não Regional. Como se explica bem aqui um partido Regionalista não tem qualquer obstáculo legal e esta pequena diferença não afectará em nada o objectivo do partido: Promover o desenvolvimento territorialmente equilibrado de Portugal, que significa necessariamente ser contra o status quo lisboeta. Seria idiota comprar uma guerra apenas por perfeccionismo.
continua
http://norteamos.blogspot.com/2010/05/algumas-consideracoes-sobre-partido.html
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Ora aqui está uma medida que seria de enormíssima utilidade em Portugal.
Um verdadeiro acto de ecologia política, se elevasse o número para o dobro.
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Sabem por acaso que em muitas juntas de freguesia o vencimento é de milhares por mês?Se o eleito é licenciado…
Na tropa existem generais, mas aquilo tem uma certa semelhança com uma pirâmide.Começa-se por soldado, cabo até general
Na política há gajos que começam logo em general.Na CML existem 70 assessores com venciemnto de general.Não existem 70 generais no activo em todos os ramos das forças armadas.
Temos portanto um sistema de representação popular(fechado para os amigos de peito) caríssimo e que não tem correspondência com que se produz em Portugal.Semearam um autêntico eucaliptal…
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Eucaliptal que nem sequer cumpre aquela máxima “o gajo rouba, mas governa bem…”
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Já que falaram no Salazar.Velhos tempos aqueles.Nas câmaras era tudo profissional.Só o presidente era “nomeado”.Nas juntas trabalhava-se de borla.Mas claro que aquilo era uma ditadura…
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Antes de acabarem com os municípios acabem com as freguesias. Então é assim…
… neste país de merda o Concelho de Barcelos no Distrito de Braga tem 125 mil habitantes em 378 Km2 de área e !!!89 FREGUESIAS!!!
… o Distrito de Faro (Algarve) tem 4990 Km2 de área, 430 mil habitantes e !!!84 FREGUESIAS!!!
Só neste país é que um concelho minúsculo pode ter mais freguesias que 16 concelhos juntos… Viva o Mouzinho da Silveira…
e já agora !!!Venha a Regionalização!!! a verdadeira reforma administrativa…
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Que ideia maravilhosa! Para acabar com um problema derivado da centralização e total desresponsabilização dos municípios, que ao invés de arrecadarem directamente os impostos e terem total autonomia em vários pontos, sendo assim alvo da pressão dos locais, são desconectados da população por receberem o dinheiro directamente de Lisboa, o que só incentiva o inchaço da máquina e as demandas locais por mais dinheiro do erário, vamos agora acabar com vários municípios aumentando a centralização.
É um pouco o que se faz em toda a parte. Crise por causa do euro? Reforça-se o poder da UE e do BCE. Dívidas a mais? Emitimos moeda para salvar a actividade económica. Inchaço da máquina administrativa em Lisboa? Cria-se umas quantas mini-Lisboas e se submete mais o País aos ditames do mega-monstro em Bruxelas.
O tempora! O mores!
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Em 1836 no seguimento das guerras liberais que opunha liberais e absolutistas, Pedristas e Miguelistas, Passos Manuel de uma assentada extinguiu 380 concelhos em Portugal.
Não foi em todos que imperou a regra, mas muito dos concelhos extintos eram os que apoiavam D. Miguel, ou seja, foi uma extinção por motivos políticos e pode-se dizer mesmo vingativa.
Agora estamos não estamos no fim de uma guerra civil, se calhar para lá caminham-mos para o inicio, contudo há que reconhecer que o mapa concelhio está desactualizado e desfasado da realidade do pais, temos neste momento 308 concelhos no pais e mais de 4500 freguesias, sem duvida que há concelhos que não fazem sentido existir, e outros que devem ser criados como os concelhos das grandes áreas Metropolitanas do Porto e Lisboa.
Na minha opinião e apesar de para certos casos poder por ventura não se aplicar esta regra, mas concelhos com menos de 7500 eleitores e são muitos deviam ser integrados nos limítrofes.
Contudo há que analisar caso a caso, porque no interior do pais, os seja, em Trás-os-Montes, Beira Alta e Baixa, no Alentejo e mesmo no Ribatejo temos concelhos com áreas enormes, na ordem dos 700, 800 e alguns a passar de 1000 Km 2 que já é por si só uma área enorme para um concelho, e possivelmente certos concelhos como estas áreas não deviam ser extintos, mesmo que tenham menos que os 7500 eleitores.
Para quem não sabe o maior concelho do pais é Odemira com 1712 km2, e o mais pequeno são João da madeira, com 13 km 2, e são João da Madeira tem 21000 habitantes quase a mesma população de Odemira, que tem 27000, sendo assim, e neste contexto são João da madeira será por ventura extinto e incorporado em Santa Maria da Feira ou Oliveira de Azeméis, enquanto que não faz sentido extinguir Odemira visto ser muito grande.
Ou seja os concelhos quanto mais próximos do Douro e do Tejo são e das grandes cidades são mais pequenos, ao afastaram-se são muito grandes, com áreas a passar dos 700 km e muitos perto dos 100 km 2, é o caso das Beiras alta e baixa com Penamacor, Castelo Branco, Idanha-a-nova, Sabugal, e Fundão, em Trás-os-Montes onde temos Bragança, Vinhais, Macedo de cavaleiros Mogadouro, Mirandela, Chaves, Valpaços, Montalegre, no Ribatejo com Coruche, Chamusca, Ponte de Sôr e Abrantes, e no Riba-Sado e Alentejo com Alcácer do sal, Grândola, Beja, Évora, Ferreira do Alentejo, Santiago do cacem, Serpa, Mértola, Castro Verde, Almodôvar e o maior de todos Odemira com uns incríveis 1712 km 2 , ou seja, para osd menos informados um km2 tem 10000 m2, mais o menos a área de um campo de futebol, ou seja, 1700 campos de futebol de 11, uma área enorme.
Sendo assim extinguir qualquer um destes concelhos representaria criar à volta concelhos com áreas enormes, e por isso penso que estes são as chamadas “vacas sagrada”s do pais, onde não se deve mexer devido á área que têm, pese embora alguns tenham menos de 7500 eleitores.
Mas na generalidade dos casos penso que se devem extinguir, e incorporá-los em concelhos maiores, sendo estes concelhos dotados de mais competências que actualmente, ou seja, com isto acaba-se com a propaganda regionalista de vez, e descentraliza-se a coisa para os grandes concelhos a criar, ou seja, descentralização municipalizada e passaríamos a cerca de 80 a 100 concelhos no máximo.
Em relação ás freguesias há milhares a extinguir, não deviam passar das 1000/1200 no máximo, e para mim a lógica passaria por dar a estas freguesias algumas competências e autonomia, passando a ser pequenos concelhos dentro dos grandes, os concelhos extintos seriam sempre cabeça de freguesia, e aos mesmo tempo com isto acabaria-mos com muito do caciquismo que se vê na politica local, e com os yes men’s, porque os presidentes de junta deixavam de estar totalmente dependentes dos presidentes de câmara como agora.
Estas grandes freguesias, ou pequenos concelhos, na minha opinião deviam passar a designar-se de outra forma, ou seja, devíamos ir buscar ao baú da história buscar uma unidade administrativa/geográfica extinta mas usada no passado em Portugal, o julgado, com isto e com esta mudança de nome também se dava a ideia aos concelhos extintos que não iam passar ser uma mera freguesia, ou seja, com esta nova designação passada a ideia de um novo começo, passariam a ser um julgado, porque quer queiramos quer não isto quando avançar se avançar vai dar polémica e ninguém quer deixar de ser concelho, assim , passavam a ser um julgado ate aceitavam melhor a coisa, podem crer.
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Amares funde com Vila Verde,
Melgaço funde com Monção,
Cerveira funde com Valença,
Ponte da Barca funde com Arcos de Valdevez,
Gondomar funde com o Porto,
Vizela funde com Guimarães,
…
Acabar com os governos civis…
Está aqui muito dinheiro…
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Boticas funde com Chaves,
Trofa funde com Santo Tirso
…
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E passam os de algumas aldeias a fazer 50 quilómetros para irem à Câmara.
Está bem.
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Tirarem-me o poleiro, suas raposas!!!!? Não queriam mais nada?!
Có Có Ró Có Có!!!!!!!!!!!!
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Para o 32
No minho existe um coisa que se chama minfundio.
O concelho de Barcelos têm 125000 habitantes, sendo Barcelos o concelho menos urbano de Portugal, ou seja a maioria da população vive fora da cidade. O povoamento é disperso ao contrário do sul de Portugal, logo têm de ter muito mais freguesias. Não digo que as mais pequenas não podessem ser agrupadas.
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Só não se antecipa porque Portugal nunca lhe vai seguir o exemplo. A Ndrangheta lusitana não vai nessa cantiga.
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“Estou apenas preocupado com a governação do país”.
“Daqui a bocado vou falar com o huguito e vocês vão ver como me saio bem a falar venezuelano”.
Ainda bem, ainda bem. E que tal uma forte manifestação de apoio quando ele voltar, se voltar.
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Que ninguem se atreva amexer nas freguesias de Barcelos.
Não conecem aquilo e depois vem para aqui falar de Barcelos, como esse do comentário 32.
Ve se te calas ou então se não te poes fino levas com um tafulho nos queixos.
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E já agora, viva o Minho.
E nada de misturas com os portistas nortistas de merda.
Que norte, que merda?
É como diz o outro, esse norte não passa de Ermesinde.
Minho sempre.
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1 km2 = 1.000.000 m2
1 Hectare ou Hectómetro quadrado = 10.000 m2
1 km2= 100 Hectares
LUSITANO
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Os municípios devem viver do dinheiro dos habitantes locais, logo se existem ou não deve depender dessas pessoas. O Estado Central não deveria dar dinheiro para os municípios a não ser excepcionalmente, ou seja não tem de interferir na coisa.
O sistema é mais um exemplo de clientelismo e consequentemente de preços falsos-como saúde,educação,transportes,energia- que dão os incentivos errados e tornam o país ingovernável porque só sabe onde gasta o dinheiro á posteriori.
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Pois eu não me importava que a sede de uma futura região nortenha fosse no Porto. A descentralização faz falta. Não percebo este discurso de alguns comentadores anti-Porto e que se intitulam Minhotos. O “inimigo” é Lisboa pois a sua região suga a maior parte dos recursos dp pais.
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Guarda o tafulho para os montanheiros da tua terra ó 42.
Retomando o tema de forma séria e começando pelos da casa:
Se temos a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e a Região de Turismo do Algarve, o Governo Civil de Faro devia acabar, não serve para nada.
Faro tem 6 freguesias para 60 mil habitantes, eu acho que é emprego a mais. Devíamos manter as 2 urbanas que tínhamos, São Pedro, Sé e as 3 rurais, Conceição, Estoi e Santa Bárbara de Nexe. O concelho não chega a ter 300 Km2. Talvez não fosse má ideia juntar mesmo as 2 freguesias urbanas.
Alcoutim o concelho mais pobre do país teria muito a ganhar em receitas se se juntasse com Castro Marim, pois teria acesso à costa. Silves pelo contrário deveria perder as freguesias de Armação de Pêra, Pêra e Alcantarilha devido à desastrosa administração do território nestas freguesias. Estas freguesias deveriam ser agrupadas numa só e passar para Lagoa.
Extinguir a freguesia de São Brás de Alportel. Tal como em São João da Madeira, o concelho de São Brás de Alportel tem uma câmara municipal e uma junta de freguesia para administrar o mesmo território. Não faz sentido, é duplicar as funções e devia acabar.
Os tribunais do Algarve pertencem a Évora, assim como o comando da GNR. Devia haver um comando no Algarve.
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Isso é na Grécia.
Em Portugal “alguem tem que mandar”, nem que seja no outro.
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há uma maneira de acabar com a farra desses palhaços ..
todo o mundo tira o dinheiro dos bancos . eles ajoelham e demitem-se NA HORA !!!
CHEGA !!!!!!! BASTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SOCRATES PRÁ RUA !!! JÁÁÁÁÁ !!!
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46.Barcelense disse
29 Maio, 2010 às 9:19 am
Pois eu não me importava que a sede de uma futura região nortenha fosse no Porto. A descentralização faz falta. Não percebo este discurso de alguns comentadores anti-Porto e que se intitulam Minhotos. O “inimigo” é Lisboa pois a sua região suga a maior parte dos recursos dp pais.
Pois ò filho da puta, tu deves ter tanto de Barcelense como eu de Congolês ou Australiano, deves é ser um cão regionalista do Porto disfarçado de Barcelense, só os cães regioalistas do porto é que vem com esse retórica de que lisboa é o inimigo, e essas merdas do norte e do sul.
Eu como Minhoto para mim inimogo é o Porto, que fala de centralisdm e depois quer regionalizar o pais, mas quer criar novos centralismos á volta do Porto nessa puta de região norte que acaba em matosinhos ou ermesinde.
A regionalizar o pais há que regionalizá-lo de vez, e o minho tem tudo para ser uma região autonoma sem nenhuma dependencia do Porto, o Porto que fique lá com o seu burgo á volta dfo Porto, na melhor das hipoteses corresepondente ao distrito do Porto, que lhe cahme o que bem entender, norte, douro litoral ou a puta que os pariu, mas que não me metam a mim nem aos minhotos na guerra que o pinto da costa coimprou com lisboa.
Ou seja, falam de centrelismo, estes portistas e eles são os mais cenbtralistas, ou se regionaliza de uma vez, ou para criar novos centralismos então que fique tudo como está.
O vosso norte é limitado por ermesinde, gondomar, gaia, maia e matosinhos.
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O J.F.Transmontano/Beirão falou bem e concordo perfeitamente que esta crise apesar de ser uma oportunidade única para fazer uma reforma à administração territorial e ao modelo como é gerido o país dificilmente se chegaria a um consenso e sairia alguma coisa de jeito. Primeiro porque os dois partidos maioritários dominam a quase totalidade delas e o PCP ainda tem uma forte implantação no poder autárquico. E já se sabe a quantidade de “amigos” que necessitam de estar na lista de pagamento do poder. Não nos esqueçamos que na maioria dos concelhos a autarquia é o maior empregador do mesmo.
E esse mito da conquista do poder local e a democratização que daí advém é muito bonito na teoria, mas como o poder corrompe ao longo dos anos passou a ser igual ou pior ao do poder central, a diferença está em que conhecemos e até podemos fazer parte da cadeia. Pensar que em alguns municípios se se convencerem 700 pessoas pode-se ser rei e senhor do feudo e ter um bom salário, carro e motorista, cartão de crédito, e um sem fim de benefícios apenas para mandar fazer umas rotundas, licenciar umas casas a uns amigos e criar umas empresas municipais para gerir o resto.
Divida-se o país e divida-se o dinheiro. O poder e a decisão mais perto e com mais participação da comunidade. Estude-se e arranje-se um modelo mais eficaz.
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Acabem-se com 100 municipios, menos o presidente da camara, vereadores correspondentes e temos uma economia excepcional.
Se cada uma destas municipalidades tiverem 6 empresas municipais
acabamos com 600 gestores e mais uma seita de acessores e administrativos.
A responsabiliade dos municipes restantes seria mais efectiva, seria mais fácil controlar as suas aldrabices e o contribuinte teria a aganhar!
Que fazer com os abatidos ao efectivo? que fossem trabalhar, coisa de que vai para muito tempo estão desabituados.
Existem em Portugal 2.ooo gestores de empresas municipais! o que isto mete no bolso?
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45.LUSITANO disse
29 Maio, 2010 às 12:02 am.
Caro Lusitano.
Tem toda a razão, ao escrever enganei-me, fica a rectificação, Odemira tem aproximadamente 1700 K2, ou seja, 170.000 hectares, o que dá mais o menos e para pessoas que não dominam isto das áreas terem uma ideia 170.000 campos de futebol de onze.
Uma área imensa.
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51.Jorge Santos disse
29 Maio, 2010 às 6:00 pm
Caro Jorge Santos.
Não sou nenhum iluminado, mas sou uma pessoa que pensa o pais asgorae no futuro, algo que infelizmente pelo que me apercebo muita pouca gente faz, e na minhã opinião um dos melhores modelos de fazer esta reforma foi o que eu expus, não acabando com estes enormes concelhos que eu referi, ou pelo menos com os maiores entre eles, visto que entre os que referi há uns que tem na ordem dos 600 km e outros como odemira que chegam ao 1700 km como Odemira, sendo para mim estes concelhos vacas sagradas devido á área.
Depois era indo aplicando a regra dos 7500 eleitores, há quem defenda 5000, e indo cortando e englobando as freguesias nos limitrofes mas sempre segundo a vontade das populações expressa em referendo local, isso esta previsto na lei.
E na minha opinião, é o que lhe digo deviasse criar estas grandes freguesias que eu chamaria de julgado, para dar a ideia de um novo começo para os concelhos despromovidos, que seriam todos de certeza cabeça de fregusia/julgado, dar-lhess autonomia financeira para acabr com muito do caciquismo e dos yes men, sendo para mim este o melhor metodo d efazer, isto ficando no máximo com 100 concelhos e umas 1000 a 1200 fregusias, isto depois é como montar um puzzle, por dum lado tirando do outro, mas uma coisa é certa, polémica é coisa que não vai faltar de certeza.
Cumprimentos.
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Mangualde/ nelas/Penalva castelo – Um concelho
Carregal do sal/ Santa Comba Dão- Um concelho
S pedro sul/ Vouzela / oliveira frades- Um concelho
Etc…etc…
Freguesias todas extintas, existem para q?
As receitas mal chegam para pagar ao executivo!
Servem para passar atestados falsos…como pode uma junta de freguesia confirmar o agregado familiar? Não deveria ser o registo civil a confirmar?
Atetado de residência passado pela junta de freguesia?
Não deveriam ser as finanças a confirmar?
As juntas de freguesia não servem para nada, andam de chapéu na mão a pedir obras nas camaras!
Então quem as deve fazer são as camaras, que aliás têm os meios técnicos…
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rt
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já só faltava tbm seguir isto…
http://economia.publico.pt/Noticia/consultora-britanica-aconselha-a-grecia-a-sair-do-euro_1439862
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Já vão tarde.
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Concelho de Queluz? Concelho de Agualva-Cacém? Já é tempo de deixarmos de brincar aos concelhos. Como alguém aqui já escreve, temos de fundir concelhos e freguesias. A existência de ambos tem que assentar no binómio população/área e território. Sintra é enorme, e em vez de se seguir o caminho proposto por Eduardo Cabrita, com a divisão em 2 (Sintra Litoral e Sintra Interior), faz sentido que Queluz/Massamá, p.e., sejam integrados no concelho da Amadora, Casal de Cambra no concelho de Odivelas, São Marcos, Rio de Mouro, Cacém, Agualva e Mira Sintra sejam integrados no concelho de Oeiras. Sintra deveria também entregar algum território a Cascais, que por sua vez entregaria Carcavelos e São Domingos de Rana a Oeiras. Temos de pensar seriamente num novo mapa administrativo para melhor servirmos as populações e menos oneroso. É preciso acabar com regionalismos bacocos. Mais concelhos? Não, por favor.
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“Mangualde/ Nelas/Penalva do Castelo – Um concelho
Carregal do Sal/ Santa Comba Dão- Um concelho
São Pedro do Sul/ Vouzela / Oliveira de Frades – Um concelho.”
Acrescento: Moura/Barrancos, Elvas/Campo Maior, entre outras fusões.
Um grande debate nacional, mínimo 1 ano, nas rádios, televisões, nas freguesias, nas colectividades, nas assembleias de freguesias e nas assembleias municipais e por fim, um referendo.
Tal como está não pode continuar. Penso que a actual conjuntura económica que se vai prolongar por alguns anos, nos vai obrigar a refazer o mapa administrativo.
308 municípios? 4259 freguesias? Loucura total! Cada município deveria ter, no mínimo 15.000 eleitores. Sabem que Barcelos tem 89 freguesias? Tem menos população que Oeiras, Amadora, Odivelas e Cascais, e estes 4 municípios têm menos freguesias que Barcelos.
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