Finanças elogiam lei da oferta e da procura
8 Setembro, 2010
Finanças desvalorizam subida do juro e destacam procura elevada de dívida
O abrantes do ministério das finanças anda inspirado. O juro é alto? Não faz mal. Salienta-se o facto de para juros elevados haver procura (olha que surpresa!).

Sim, e se experimentarem subir o juro só mais um bocadinho, vão ver que não há mãos a medir para os fregueses…
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Já agora tenho eu também uma ideia para a revisão constitucional do PSD: os ministros e secretários do Estado têm que passar uma prova para demostrar que conhecem a pasta que vão exercer.
Espera… Não, não é possível fazer isso. Então os senhores doutores não têm tempo para isso, já passo o tempo dos estudos.
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Esse tipo de argumentuário indigente só é possível com uma plateia ao mesmo nível ou abaixo.
Aquilo que um político pode dizer está determinado à partida por aquilo que os Media aceitam. Se a Dívida Publica causasse tanta preocupação como o Aquecimento Global nos jornalistas essa afirmação do Ministro não seria possível.
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Portugal paga preço “doloroso” em emissão com procura “pobre” http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-paga-preco-doloroso-em-emissao-com-procura-pobre_98651.html
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A afirmação faz sentido e é de um lógica inabalável:
Se não conseguirem colocar a dívida têm um problema…agora. Se colocam a dívida com juros elevados o problema é para depois.
Esta merda está a ser governada à vista. Quem vier a seguir que se lixe!
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Miranda,
O sujeito tem razão. Mas o salientar o facto é, em si, um sinal da cagada a que isto chegou. Essa coisa do spread estar de acordo com o risco é paneleirice de rico. Os pobres ficam felizes quando há quem lhes empreste.
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. . . mesmo que depois vá para a cadeia por não poder pagar os juros do empréstimo.
Para os países não há cadeia, mas escravatura por parte dos credores estrangeiros que nos põem a trabalhar 12 horas por dia por o ordenado mínimo.
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Parece que nem o título é verdade:
“Bruno Costa, trader da Go Bulling, notou, por seu turno, que “o Estado Português não consegue o objectivo de colocar o máximo de 1,25 mil milhões de euros, conseguindo apenas colocar 1,04 mil milhões””
E falta saber quem é que comprou…se foi o BCE…
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“E falta saber quem é que comprou…se foi o BCE…”
Compraram os Bancos nacionais, mais ainda hoje irão todos descontar os títulos ao BCE, pagando 1%. Por interposta banca e com a ajuda da sua rotativa, o BCE tem sido nos últimos meses o financiador exclusivo da dívida pública portuguesa…
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#9 LR
“Compraram os Bancos nacionais, mais ainda hoje irão todos descontar os títulos ao BCE, pagando 1%. Por interposta banca e com a ajuda da sua rotativa, o BCE tem sido nos últimos meses o financiador exclusivo da dívida pública portuguesa…”
É o sonho concretizado de uma nova vaca para mamar: o BCE.
A crise internacional fez um jeitão.
E a seguir é a treva!
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Eu já tirei o guito do banco… TRA-LA-LA-TRA-LA-LA… Eu já tirei o guito do banco… TRA-LA-LA-TRA-LA-La…
Eu já tirei o guito do banco… TRA-LA-LA-TRA-LA-LA… Eu já tirei o guito do banco… TRA-LA-LA-TRA-LA-La…
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Isto está em piloto automático (tal como a selecçao)…
E já se sabe o q acontece a quem anda a dormir no piloto automático…
Ai q o “Corralito” vem ai…..
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Ainda ficam vaidosos e felizes com a hipoteca de Portugal!
Grandes cabrões!
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#11 PilotoAutomático
É pior.
Se fosse em piloto automático ainda havia uma direção. O problema é que não há direção. É ao calhas!
Mas não tiro o dinheiro do banco. Porra, a emoção também conta!
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Só num país de analfabetos e ignorantes as finanças se podem dar ao prazer de dizer estas coisas.
Num país decente seriam ridicularizado por toda a população.
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Afinal estes gajos gostam dos tais especuladores.
No proximo leilão da divida vou lá parecer e “oferecer” 14% de juros. Vão ver como eles me elogiam.
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…
14.Linda disse
8 Setembro, 2010 às 7:01 pm
«…Num país decente seriam ridicularizado por toda a população.»
Num país decente não estavam a governar.
Nuno
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