os marines, s.f.f.
Com o entusiasmo demonstrado pela causa da oposição egipcía a Mubarak, Obama é responsável pelo atear do rastilho das oposições às ditaduras islâmicas. Até aqui, tudo bem e os meus mais sinceros parabéns ao Presidente norte-americano pelos resultados da sua retórica, ainda que não esteja inteiramente convencido de que ele tivesse a exacta noção das possíveis consequências das suas palavras. No Egipto, por enquanto e esperemos que assim continue, as coisas não assumiram extrema gravidade e não estão a correr mal. Mas o mesmo não se está a passar na Líbia, onde um psicopata que há muito devia estar afastado do poder está a massacrar o seu povo, calculando-se que existam já muitos milhares de mortos. É, assim, obrigatório que Obama e os EUA tomem uma atitude para acabarem com a mortandade, e essa atitude, nesse momento, só pode ser o uso da força. É que, infelizmente, a política internacional não se esgota nas belas palavras em que Obama é especialista, nem em simples discursos humanitários e em favor da democracia universal. Venham lá, então, os actos que terminem com a chacina. E esperemos que, quando os marines entrarem na Líbia, os “pacifistas” do costume não venham acusar os EUA de mais uma agressão imperialista…

mas tem lá armas de destruição massiva? o obama tem de perguntar ao blair!
pela 1ª vez concordo com Rui A!
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“mas tem lá armas de destruição massiva?”
Sabe que há muitas maneiras de levar o cântaro à fonte. O Bush foi, no caso do Iraque, inquestionavelmenter inábil. Mas creio que os resultados a que chegou não serão muito distintos dos que aqui assistiremos nestes países. Infelizmente ou felizmente, depende das sensibilidades…
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Precisamente.
Há mais razões humanitárias para os EUA «invadirem» a Líbia do que houve para invadir o Iraque.
Aliás os EUA têm grandes responsabilidades naquela área, pois ao longo de décadas tem suportado e financiado ditaduras e monarquias absolutas.
Ou vai ser novamente a Europa a ficar com os problemas dos seus vizinhos do sul?
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Rui,
Isto é irónico, ou o Rui viu a luz neoconservadora?
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Obama ou os Estados Unidos são responsáveis? Ahahah.
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“from the hills of montezuma , to the shores of tripoli …
até era ironico… a primeira offshore intervenção dos EUA revisitada
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Faxavôr de deixar «o meu prêto em paz, (ainda hoje recebo mails do DNC, a(ssa)ssinadas por um Mitch qualquer) porque é que ele havia de se meter naquele ‘vespeiro’, já agora ?
Ele tem problemas de sobra, não necessita disso.
😦
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A Líbia (e a Tunísia), estão demasiado próximos da Sicília, para Obama arriscar uma intervenção arrimada.
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Que tem Obama a ver com o que o amigo do Chavez e do Sócrates faz ao seu povo? É que nem os aviões são americanos!!!!
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Olhe, o Sarkozy que envie uma equipa técnica para prestar assistência técnica aos Mirages do Kadafi…
Afinal, os europeus também são gente séria…
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Então era assim,
Os marines chegavam à Líbia, matavam (ou prendiam se possível) os maus e iam-se logo embora, deixando o país no caos.
Ou ficavam lá durante anos a colonizar os pobres dos líbios.
A ideia não é original, mas prontos.
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As razoes que levam paises como os Estados Unidos e outros a intervir no Iraque, Afganistao, Libia, etc., tem a ver mais com os interesses economicos desses paises nessas regioes do que com o conceito de justica social. E o pragmatismo, estupido!!! Assim, o “pragmatismo” e as razoes que levaram W a invadir o Iraque nao tem nada a ver com o “pragmatismo” e as razoes que poderao levar Obama a intervir na Libia, o que duvido muito. Saddam and Iraq were easy to pick apart, Khadafi and Libia are a little more complicated…and so, we wait to see…
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a luz neoconservadora: bombardear um país até que esteja mais ou menos de volta à idade da pedra; após 200000-300000 vítimas colaterais e uns 5 anos de guerra civil, durante os quais prestam ajuda humanitária às empresas dos amigos para reconstruir as infrastuturas básicas… à extracção de petróleo para que possam ser pagos!!!
go usa, go usa!
Já agora não quere libertar Portugal da ditadura PS/PSD que anda à 30 anos a enterrar o país?
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Obama responsável? hahaha. Não sei que raio de filmes anda a ver.
.
“mas tem lá armas de destruição massiva? o obama tem de perguntar ao blair!”
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Caso não saiba, e não admira que não saiba atendendo ao jornalismo Português o programa de armas de destruição em massa de Kadafhi terminou com Bush.
Viu ou ouvuo algum jornalista a escrever alguma coisa sobre o assunto?
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Um pouco de História- linha 2, no ano de 1804 -com o Hino dos Marines:
From the Halls of Montezuma,
To the shores of Tripoli;
We fight our country’s battles
In the air, on land, and sea;
First to fight for right and freedom
And to keep our honor clean:
We are proud to claim the title
Of United States Marine.
Our flag’s unfurled to every breeze
From dawn to setting sun;
We have fought in every clime and place
Where we could take a gun;
In the snow of far-off Northern lands
And in sunny tropic scenes;
You will find us always on the job
The United States Marines.
Here’s health to you and to our Corps
Which we are proud to serve;
In many a strife we’ve fought for life
And never lost our nerve;
If the Army and the Navy
Ever look on Heaven’s scenes;
They will find the streets are guarded
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“Isto é irónico, ou o Rui viu a luz neoconservadora?”
Eu não. O Obama é que se não a viu vai ter que a ver,
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Gostei imenso do último parágrafo.
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Rui A.,
Onde é que Vc. conseguiu adquirir, já hoje ou ontem, esse jogo sobre a Líbia actual ou imediatamente após a queda de Gaddafi ?
Ficou entusiasmado com o jogo via consola ! E quer “meter” os norte-americanos “ao barulho”… Daí a razão deste seu post ?
—-
O filho de Gaddafi esteve na televisão estatal a encorajar e a agradecer aos profissionais leais ao papá.
Se visto de relance e ouvida a palavra televisão, quase parece o irmão do António Costa (esqueci-me do nome do sempre-encantado-com-a-pantalha e actual director do Esprexxo) a defender qualquer coisa…E a promover-se.
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Obama, qual messias, salvador do mundo, a quem a esquerda , se fartou de cantar hossanas, deverá querer para os arabes, uns países democráticos, assim, como o Iraque, um autêntico oásis.
O que acho estranho, é que ele, não resolve os problemas na casa dele.
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E tu Rui já te alistas-te? Vá lá pega na canhota e vai defender as tuas convicções “humanitárias”.
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Mas a nível prático, vou poder continuar a ir de carro para o trabalho? Vou poder continuar a usar 7 copos de plástico para beber água no escritório ao longo da manhã?!
É que se não, que invadam aquela terra… o crude já está caro pá!
R.
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“E tu Rui já te alistas-te? ”
Estou a pensar nisso. Se fosse com o Bush (filho) não hesitaria. Com o Obama (pai) ainda estou indeciso.
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Os EUA “na rua árabe ou muçulmana” serão sempre presos por ter cão e presos por não o terem.
Os EUA já têm suficientes problemas internos e externos. Não estão com vontade de se meterem noutra. Porque é que a Liga Árabe não avança com uma missão pacificadora? E as tão pródigas ONGs muçulmanas?
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Rui A,
ouvi agora o que BObama afirmou hoje acerca da situação na Líbia. Sugiro-lhe que o ouça ou leia, para melhor entender o que qualquer presidente sensato dos USA faria.
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“Faria” é porque ele não fez. Mas vou ver e já lhe digo.
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Uma conversa da treta, meu caro MJRB. Curiosamente, nunca disse que Kadafi tinha de se afastar do poder, nem, como na crise egípcia, que a “Líbia não voltaria a ser o que era antes”. Péssimo, sobretudo porque a urgência na Líbia, onde parece que já foram mortas milhares de pessoas pelos massacres feitos pelas forças militarizadas do governo, ao contrário do sucedido no Egipto, é enorme. Mas não se preocupe porque o homem vai ter de tomar uma atitude, embora já a tome a más horas, dada a proporção da mortandade. Tem razão, por isso, quando diz que o que o Obama disse nos permitiria entender o que faria um presidente americano sensato. Lembrei-me do velho discurso do Reagan, com mais de 20 anos, sobre este sujeito da Líbia. Anda por aí, no You Tube. Retribuo-lhe a sugestão: vá vê-lo, para entender o que um Presidente sensato dos EUA deve ser.
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É curioso… há uma carta escrita por Albert Pike (maçon, iluminati e Ku klux klan), que prevê as duas grandes guerras com 70 e 50 anos de antecedência e respectivas consequências… todos estes conflitos são fruto de uma bem orquestrada manipulação ao mais alto nível… a terceira grande guerra, afirma ser uma luta de desgaste político e económico entre os estados árabes, Israel e o ocidente… de facto isto está a acontecer e foi programado com mais de cem anos de antecedência…
Ou seja… estamos nas mãos da nova ordem mundial… e bem lixados…
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Caro Rui A,
Boa réplica, a sua.
Por ora, ou seja, face aos acontecimentos, BObama fez o que qualquer sensato presidente dos USA faria: accionar as pessoas (conselheiros, assessores, diplomatas) para projectarem estratégias –note, estratégias e não só uma estratégia– e estar permanentemente atento aos acontecimentos.
Obama já foi bem explícito desde há dias: Gaddafi tem de ser deposto !
Aguarde, pois.
—-
JS, às 19:55
coloca bem a questão: Porque havia BObama ter enviado, ou preparar o envio de marines, perante o silêncio e quietude da Liga Árabe a as ONG muçulmanas ?
E as Nações Unidas não contam para nada ? Obama interviria para ‘marcar posição’, ajudar a libertar, assegurar o quê no zénite duma revolução ainda em curso(!), sem luz verde das NUnidas ?
Imagine, Rui A,
que Gaddafi conseguia (creio que está na antecâmara duma derrota) com mais mercenários e seus defensores super-motivados por vários meios(…), reganhar territórios, cidades, e silenciar opositores. Nesse cenário que Vc. defende, os USA estavam “no terreno”. Como e quando conseguiriam sair dum conflito, mais um, naquela zona ? O que ganhariam com essa intervenção ?, certamente despoletadora de conflitos locais e regionais imprevisíveis ?
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Gastão Brito e Silva,
É uma forte possibilidade…
Em 1974 (antes do 25 de Abril), numa conversa com um coronel português, traçou-me (e sustentou bem) esse cenário, vulgo III GGuerra Mundial por causa de conflitos internacionais nesses países…
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Caro MJRB,
Até posso concordar consigo que, na situação líbia, o Obama fez o que teria feito um presidente norte-americano sensato. Só que não foi isto que ele fez na crise do Egipto, onde tinha muito menos razões para fazer o que fez. Por isso, de duas uma: ou está, agora, a ser insensato, ou foi-o na forma como ingeriu no Egipto. Diga-me lá qual das duas prefere?
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Caro rui a.,
Permita-me que lhe expresse a minha perplexidade e desapontamento com essa obrigação moral que pretende fazer recair sobre os EUA. Será que, afinal, também é um adepto do excepcionalismo americano projectado com o pol+icia do mundo? A que propósito? Com que mandato? Será Khadafi mais louco ou criminoso que o sujeito de Hanói? Qual é o limiar de número de mortos que permite justificar uma intervenção dos marines?
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“ouvi agora o que BObama afirmou hoje acerca da situação na Líbia. Sugiro-lhe que o ouça ou leia, para melhor entender o que qualquer presidente sensato dos USA faria.”
.
Haha. Obama não quer fazer coisa alguma.
Aliás 4 americanos foram mortos por piratas e Obama também não quer fazer coisa alguma.
http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704520504576162820431712238.html?mod=WSJ_hp_LEFTTopStories
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Caro Rui A.,
Obama foi e continua a ser sensato perante aquela revolução egípcia –e não “crise” como Vc. a classifica. Note: Uma revolução com praticamente todas as condições para ser vencedora, como aconteceu. Até nós, que não somos estrategas políticos nem militares, sabíamos a partir do início da última semana anti-Mubarak, que o regime seria deposto…
Rui A,
aceite mais esta minha ironia: que falta faz aos USA, aos países em conflito neste vigente cenário árabe, o inteligentíssimo duo McCain/SPalin… Já teriam mandado marines para a Líbia… E, aprovariam a destituição dos déspotas e tiranos da Tunísia e do Egipto ?
Cada vez que me lembro da então candidata Sarah Palin no Alasca, virada para a Rússia e com dedo esticado avisa: cuidado, Rússia ! –risada geral, sobretudo de Putin.
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Rui A,
Eduardo F também lhe coloca oportunas perguntas.
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Aqueles auto proclamados “inteligentes”, “espertos”, defensores da não intervenção estrangeira em países governados por BANDALHOS como o SADDAM, KHADAFI, AYATOLLAHS, TALIBÃNs e outros são o paradigma da escumalha humana.
http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/02/tirania-islamica.html
Deveriam viver nas aldeias kurdas envenenadas pelo Saddam…
Ou nas tribos dizimadas pelo Khadafi….
Ou ter as mulheres/mães/irmãs mortas à pedrada pelos Ayatollahs…
e como aperitivo, levarem umas chicotadas em público por usarem calças até aos pés………ou por serem violadas..
http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/02/selvajaria-islamica-agora-no-bangla.html
Sim, ESCUMALHA, sob a capa de “progressistas”, esquerda caviar, direitos humanos…
no fundo do seu carácter reles e da sua vidinha de luxos capitalistas, o blá…blá…blá anti -USA é símbolo de desprezo rasteiro pelos que sofrem às mãos dos facínoras.
http://mentesdespertas.blogspot.com/2010/12/selvajaria-islamica-genocidio-racista.html
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Este esqueceu-se do «napalm» que os americanos despejaram em cima de populações indefesas no Vietnam….
Já imaginaram qual seria o escândalo se um pobre vietmanita lançasse dum-dum na cida de Nova Iorque sobre a cabeça dos americanos?
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Prezado Eduardo,
Em primeiro lugar, o post era sobre a ambiguidade, melhor, a duplicidade de critérios usados por Obama no Egipto e na Líbia, e não propriamente sobre o papel dos EUA no mundo. O facto é que a actuação de Obama está, a meu ver, a provocar consequências nestes países (e, não sejamos tolos, essa actuação está longe de se esgotar nos discursos que vai fazendo; no Egipto, por exemplo, o comportamento do exército, muito dependente dos EUA, não foi propriamente ingénuo), e, por isso, ele será obrigado a assumir responsabilidades, directa ou indirectamente, ou seja, mandando ele os marines ou pondo a ONU a fazê-lo.
Quanto ao papel dos EUA no mundo, você sabe tão bem como eu que a comunidade internacional teve sempre “polícias”, uns bons, outros maus, mas o mundo esteve sempre dependente de polaridades, desde, pelo menos, o velho e saudoso Império Romano. O mundo em que vivemos, perigosamente multipolar de pequenas e médias potências regionais, tem, desde a década de 90, uma dominância global americana. Até quando durará, é um enigma, mas acredito que viveremos as nossas vidas com ela. Isso é bom? É mau? Depende das sensibilidades. Por mim, acho muito bem (também, confesso-lhe, não me teria nada importado viver sob o domínio de Roma), mas, independentemente do que eu ache, é assim. Sobre a intervenção americana noutros países, seja a que pretexto for e a partir do número de mortos que quiser, por mim, acho que o pressuposto é o seguinte: a ingerência noutros países de forças militares externas pode justificar-se? Ou devemos deixar os países resolverem os seus problemas sem qualquer intervenção vinda de fora, mesmo que assistamos a massacres de populações, como, infelizmente, as últimas décadas têm sido pródigas. A meu ver, sim, e inscrevo-me numa velha tradição que lhe será familiar, que vem, pelo menos, da «guerra justa», na qual eu acredito, reunidas, obviamente, as circunstâncias que a justifiquem. Posto isto, se acreditarmos nisto, esqueça a ONU e a UE. As despesas das festas acabam, inevitavelmente, por vir parar ao orçamento americano. É assim, pelo menos, desde a WWII, e, por mim, não tem sido nada mau.
Cumps.,
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Atendendo que aquilo na Libia estará provavelmente despachado em um ou dois dias, a esta altura do campeonato já não havia grande vantagem em mandar os marines (e teria a desvantagem de os por à mão-de-semear da GSPC argelino, que está ali ao lado)
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“O Bush foi, no caso do Iraque, inquestionavelmenter inábil.”
Sim senhor! ora aqui está uma afirmação que não pode deixar de ser subscrita pelos inteligentes que apoiaram a invasão do Iraque, com o argumento da existência de armas que ninguém viu.
O post de rui a. tem todo o apoio dos jmf e helenas da vida; pode estar certo.
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«Até aqui, tudo bem e os meus mais sinceros parabéns ao Presidente norte-americano pelos resultados da sua retórica, ainda que não esteja inteiramente convencido de que ele tivesse a exacta noção das possíveis consequências das suas palavras.»
a falta que faz um espelho…
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-AMIDST RUMORS THAT GADHAFI’S BEEN SHOT, SWISS AND BRITS FREEZE HIS ASSETS
http://BLOGS.FORBES.COM/AFONTEVECCHIA/2011/02/24/AMIDST-RUMORS-THAT-GADDAFIS-BEEN-SHOT-SWISS-FREEZE-HIS-ASSETS/?PARTNER=DAILYCRUX
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-IF THE MOUNTAIN WILL NOT COME TO THE MUHAMMAD, THE REVOLUTION WILL COME TO SAUDI ARABIA ON MARCH 20
http://WWW.ZEROHEDGE.COM/ARTICLE/IF-MOUNTAIN-WILL-NOT-COME-MUHAMMAD-REVOLUTION-WILL-COME-SAUDI-ARABIA-MARCH-20
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“apoiaram a invasão do Iraque, com o argumento da existência de armas que ninguém viu.”
Armas foram encontradas – poucas-. E a tecnologia e vontade para as fabricar estava lá. Também és daquela maioria que julga que o Iraque comprou as armas de destruição em massa?
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«e vontade para as fabricar estava lá»
este comentador é um predestinado, um visionário!
conseguir vislumbrar a vontade! vai longe,vai!
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luck,
que armas foram detectadas e encontradas no Iraque, assim tão perigosas que justificassem a invasão por parfte dos USA de Bush ?
Que armas perigosíssimas foram encontradas após a chegada do exército de Bush ?
Conclui vc. que “a tecnologia e vontade para as fabricar estava lá” — não foi essa a justificação de Bush + Blair & friends…
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«e vontade para as fabricar estava lá»
é o que dá andar a ver filmes como o “relatório minoritário”.
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