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os marines, s.f.f.

24 Fevereiro, 2011
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Com o entusiasmo demonstrado pela causa da oposição egipcía a Mubarak, Obama é responsável pelo atear do rastilho das oposições às ditaduras islâmicas. Até aqui, tudo bem e os meus mais sinceros parabéns ao Presidente norte-americano pelos resultados da sua retórica, ainda que não esteja inteiramente convencido de que ele tivesse a exacta noção das possíveis consequências das suas palavras. No Egipto, por enquanto e esperemos que assim continue, as coisas não assumiram extrema gravidade e não estão a correr mal. Mas o mesmo não se está a passar na Líbia, onde um psicopata que há muito devia estar afastado do poder está a massacrar o seu povo, calculando-se que existam já muitos milhares de mortos. É, assim, obrigatório que Obama e os EUA tomem uma atitude para acabarem com a mortandade, e essa atitude, nesse momento, só pode ser o uso da força. É que, infelizmente, a política internacional não se esgota nas belas palavras em que Obama é especialista, nem em simples discursos humanitários e em favor da democracia universal. Venham lá, então, os actos que terminem com a chacina. E esperemos que, quando os marines entrarem na Líbia, os “pacifistas” do costume não venham acusar os EUA de mais uma agressão imperialista…

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44 comentários leave one →
  1. será permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:00

    mas tem lá armas de destruição massiva? o obama tem de perguntar ao blair!
    pela 1ª vez concordo com Rui A!

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  2. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 16:03

    “mas tem lá armas de destruição massiva?”
    Sabe que há muitas maneiras de levar o cântaro à fonte. O Bush foi, no caso do Iraque, inquestionavelmenter inábil. Mas creio que os resultados a que chegou não serão muito distintos dos que aqui assistiremos nestes países. Infelizmente ou felizmente, depende das sensibilidades…

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  3. Arlindo da Costa permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:05

    Precisamente.
    Há mais razões humanitárias para os EUA «invadirem» a Líbia do que houve para invadir o Iraque.
    Aliás os EUA têm grandes responsabilidades naquela área, pois ao longo de décadas tem suportado e financiado ditaduras e monarquias absolutas.
    Ou vai ser novamente a Europa a ficar com os problemas dos seus vizinhos do sul?

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  4. João Paulo Magalhães permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:09

    Rui,
    Isto é irónico, ou o Rui viu a luz neoconservadora?

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  5. dürer permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:12

    Obama ou os Estados Unidos são responsáveis? Ahahah.

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  6. honni soit qui mal y pense permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:12

    “from the hills of montezuma , to the shores of tripoli …

    até era ironico… a primeira offshore intervenção dos EUA revisitada

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  7. 24 Fevereiro, 2011 16:26

    Faxavôr de deixar «o meu prêto em paz, (ainda hoje recebo mails do DNC, a(ssa)ssinadas por um Mitch qualquer) porque é que ele havia de se meter naquele ‘vespeiro’, já agora ?
    Ele tem problemas de sobra, não necessita disso.

    😦

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  8. 24 Fevereiro, 2011 16:28

    A Líbia (e a Tunísia), estão demasiado próximos da Sicília, para Obama arriscar uma intervenção arrimada.

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  9. 24 Fevereiro, 2011 16:30

    Que tem Obama a ver com o que o amigo do Chavez e do Sócrates faz ao seu povo? É que nem os aviões são americanos!!!!

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  10. Arlindo da Costa permalink
    24 Fevereiro, 2011 16:36

    Olhe, o Sarkozy que envie uma equipa técnica para prestar assistência técnica aos Mirages do Kadafi…
    Afinal, os europeus também são gente séria…

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  11. Carlos Dias permalink
    24 Fevereiro, 2011 18:00

    Então era assim,
    Os marines chegavam à Líbia, matavam (ou prendiam se possível) os maus e iam-se logo embora, deixando o país no caos.
    Ou ficavam lá durante anos a colonizar os pobres dos líbios.
    A ideia não é original, mas prontos.

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  12. amador permalink
    24 Fevereiro, 2011 18:14

    As razoes que levam paises como os Estados Unidos e outros a intervir no Iraque, Afganistao, Libia, etc., tem a ver mais com os interesses economicos desses paises nessas regioes do que com o conceito de justica social. E o pragmatismo, estupido!!! Assim, o “pragmatismo” e as razoes que levaram W a invadir o Iraque nao tem nada a ver com o “pragmatismo” e as razoes que poderao levar Obama a intervir na Libia, o que duvido muito. Saddam and Iraq were easy to pick apart, Khadafi and Libia are a little more complicated…and so, we wait to see…

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  13. 24 Fevereiro, 2011 18:19

    a luz neoconservadora: bombardear um país até que esteja mais ou menos de volta à idade da pedra; após 200000-300000 vítimas colaterais e uns 5 anos de guerra civil, durante os quais prestam ajuda humanitária às empresas dos amigos para reconstruir as infrastuturas básicas… à extracção de petróleo para que possam ser pagos!!!
    go usa, go usa!

    Já agora não quere libertar Portugal da ditadura PS/PSD que anda à 30 anos a enterrar o país?

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  14. lucklucky permalink
    24 Fevereiro, 2011 18:38

    Obama responsável? hahaha. Não sei que raio de filmes anda a ver.
    .
    “mas tem lá armas de destruição massiva? o obama tem de perguntar ao blair!”
    .
    Caso não saiba, e não admira que não saiba atendendo ao jornalismo Português o programa de armas de destruição em massa de Kadafhi terminou com Bush.
    Viu ou ouvuo algum jornalista a escrever alguma coisa sobre o assunto?
    .
    Um pouco de História- linha 2, no ano de 1804 -com o Hino dos Marines:
    From the Halls of Montezuma,
    To the shores of Tripoli;
    We fight our country’s battles
    In the air, on land, and sea;
    First to fight for right and freedom
    And to keep our honor clean:
    We are proud to claim the title
    Of United States Marine.
    Our flag’s unfurled to every breeze
    From dawn to setting sun;
    We have fought in every clime and place
    Where we could take a gun;
    In the snow of far-off Northern lands
    And in sunny tropic scenes;
    You will find us always on the job
    The United States Marines.
    Here’s health to you and to our Corps
    Which we are proud to serve;
    In many a strife we’ve fought for life
    And never lost our nerve;
    If the Army and the Navy
    Ever look on Heaven’s scenes;
    They will find the streets are guarded

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  15. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 18:49

    “Isto é irónico, ou o Rui viu a luz neoconservadora?”

    Eu não. O Obama é que se não a viu vai ter que a ver,

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  16. 24 Fevereiro, 2011 18:56

    Gostei imenso do último parágrafo.

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  17. 24 Fevereiro, 2011 19:10

    Rui A.,
    Onde é que Vc. conseguiu adquirir, já hoje ou ontem, esse jogo sobre a Líbia actual ou imediatamente após a queda de Gaddafi ?
    Ficou entusiasmado com o jogo via consola ! E quer “meter” os norte-americanos “ao barulho”… Daí a razão deste seu post ?
    —-
    O filho de Gaddafi esteve na televisão estatal a encorajar e a agradecer aos profissionais leais ao papá.
    Se visto de relance e ouvida a palavra televisão, quase parece o irmão do António Costa (esqueci-me do nome do sempre-encantado-com-a-pantalha e actual director do Esprexxo) a defender qualquer coisa…E a promover-se.

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  18. Jose Domingos permalink
    24 Fevereiro, 2011 19:26

    Obama, qual messias, salvador do mundo, a quem a esquerda , se fartou de cantar hossanas, deverá querer para os arabes, uns países democráticos, assim, como o Iraque, um autêntico oásis.
    O que acho estranho, é que ele, não resolve os problemas na casa dele.

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  19. Dédé permalink
    24 Fevereiro, 2011 19:31

    E tu Rui já te alistas-te? Vá lá pega na canhota e vai defender as tuas convicções “humanitárias”.

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  20. 24 Fevereiro, 2011 19:40

    Mas a nível prático, vou poder continuar a ir de carro para o trabalho? Vou poder continuar a usar 7 copos de plástico para beber água no escritório ao longo da manhã?!

    É que se não, que invadam aquela terra… o crude já está caro pá!
    R.

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  21. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 19:47

    “E tu Rui já te alistas-te? ”
    Estou a pensar nisso. Se fosse com o Bush (filho) não hesitaria. Com o Obama (pai) ainda estou indeciso.

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  22. 24 Fevereiro, 2011 19:55

    Os EUA “na rua árabe ou muçulmana” serão sempre presos por ter cão e presos por não o terem.
    Os EUA já têm suficientes problemas internos e externos. Não estão com vontade de se meterem noutra. Porque é que a Liga Árabe não avança com uma missão pacificadora? E as tão pródigas ONGs muçulmanas?

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  23. 24 Fevereiro, 2011 20:08

    Rui A,
    ouvi agora o que BObama afirmou hoje acerca da situação na Líbia. Sugiro-lhe que o ouça ou leia, para melhor entender o que qualquer presidente sensato dos USA faria.

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  24. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 20:44

    “Faria” é porque ele não fez. Mas vou ver e já lhe digo.

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  25. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 21:04

    Uma conversa da treta, meu caro MJRB. Curiosamente, nunca disse que Kadafi tinha de se afastar do poder, nem, como na crise egípcia, que a “Líbia não voltaria a ser o que era antes”. Péssimo, sobretudo porque a urgência na Líbia, onde parece que já foram mortas milhares de pessoas pelos massacres feitos pelas forças militarizadas do governo, ao contrário do sucedido no Egipto, é enorme. Mas não se preocupe porque o homem vai ter de tomar uma atitude, embora já a tome a más horas, dada a proporção da mortandade. Tem razão, por isso, quando diz que o que o Obama disse nos permitiria entender o que faria um presidente americano sensato. Lembrei-me do velho discurso do Reagan, com mais de 20 anos, sobre este sujeito da Líbia. Anda por aí, no You Tube. Retribuo-lhe a sugestão: vá vê-lo, para entender o que um Presidente sensato dos EUA deve ser.

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  26. 24 Fevereiro, 2011 21:12

    É curioso… há uma carta escrita por Albert Pike (maçon, iluminati e Ku klux klan), que prevê as duas grandes guerras com 70 e 50 anos de antecedência e respectivas consequências… todos estes conflitos são fruto de uma bem orquestrada manipulação ao mais alto nível… a terceira grande guerra, afirma ser uma luta de desgaste político e económico entre os estados árabes, Israel e o ocidente… de facto isto está a acontecer e foi programado com mais de cem anos de antecedência…

    Ou seja… estamos nas mãos da nova ordem mundial… e bem lixados…

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  27. 24 Fevereiro, 2011 21:32

    Caro Rui A,
    Boa réplica, a sua.
    Por ora, ou seja, face aos acontecimentos, BObama fez o que qualquer sensato presidente dos USA faria: accionar as pessoas (conselheiros, assessores, diplomatas) para projectarem estratégias –note, estratégias e não só uma estratégia– e estar permanentemente atento aos acontecimentos.
    Obama já foi bem explícito desde há dias: Gaddafi tem de ser deposto !
    Aguarde, pois.
    —-
    JS, às 19:55
    coloca bem a questão: Porque havia BObama ter enviado, ou preparar o envio de marines, perante o silêncio e quietude da Liga Árabe a as ONG muçulmanas ?
    E as Nações Unidas não contam para nada ? Obama interviria para ‘marcar posição’, ajudar a libertar, assegurar o quê no zénite duma revolução ainda em curso(!), sem luz verde das NUnidas ?
    Imagine, Rui A,
    que Gaddafi conseguia (creio que está na antecâmara duma derrota) com mais mercenários e seus defensores super-motivados por vários meios(…), reganhar territórios, cidades, e silenciar opositores. Nesse cenário que Vc. defende, os USA estavam “no terreno”. Como e quando conseguiriam sair dum conflito, mais um, naquela zona ? O que ganhariam com essa intervenção ?, certamente despoletadora de conflitos locais e regionais imprevisíveis ?

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  28. 24 Fevereiro, 2011 21:37

    Gastão Brito e Silva,
    É uma forte possibilidade…
    Em 1974 (antes do 25 de Abril), numa conversa com um coronel português, traçou-me (e sustentou bem) esse cenário, vulgo III GGuerra Mundial por causa de conflitos internacionais nesses países…

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  29. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 21:37

    Caro MJRB,
    Até posso concordar consigo que, na situação líbia, o Obama fez o que teria feito um presidente norte-americano sensato. Só que não foi isto que ele fez na crise do Egipto, onde tinha muito menos razões para fazer o que fez. Por isso, de duas uma: ou está, agora, a ser insensato, ou foi-o na forma como ingeriu no Egipto. Diga-me lá qual das duas prefere?

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  30. 24 Fevereiro, 2011 21:55

    Caro rui a.,
    Permita-me que lhe expresse a minha perplexidade e desapontamento com essa obrigação moral que pretende fazer recair sobre os EUA. Será que, afinal, também é um adepto do excepcionalismo americano projectado com o pol+icia do mundo? A que propósito? Com que mandato? Será Khadafi mais louco ou criminoso que o sujeito de Hanói? Qual é o limiar de número de mortos que permite justificar uma intervenção dos marines?

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  31. lucklucky permalink
    24 Fevereiro, 2011 22:04

    “ouvi agora o que BObama afirmou hoje acerca da situação na Líbia. Sugiro-lhe que o ouça ou leia, para melhor entender o que qualquer presidente sensato dos USA faria.”
    .
    Haha. Obama não quer fazer coisa alguma.
    Aliás 4 americanos foram mortos por piratas e Obama também não quer fazer coisa alguma.
    http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704520504576162820431712238.html?mod=WSJ_hp_LEFTTopStories

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  32. 24 Fevereiro, 2011 22:05

    Caro Rui A.,
    Obama foi e continua a ser sensato perante aquela revolução egípcia –e não “crise” como Vc. a classifica. Note: Uma revolução com praticamente todas as condições para ser vencedora, como aconteceu. Até nós, que não somos estrategas políticos nem militares, sabíamos a partir do início da última semana anti-Mubarak, que o regime seria deposto…
    Rui A,
    aceite mais esta minha ironia: que falta faz aos USA, aos países em conflito neste vigente cenário árabe, o inteligentíssimo duo McCain/SPalin… Já teriam mandado marines para a Líbia… E, aprovariam a destituição dos déspotas e tiranos da Tunísia e do Egipto ?
    Cada vez que me lembro da então candidata Sarah Palin no Alasca, virada para a Rússia e com dedo esticado avisa: cuidado, Rússia ! –risada geral, sobretudo de Putin.

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  33. 24 Fevereiro, 2011 22:10

    Rui A,
    Eduardo F também lhe coloca oportunas perguntas.

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  34. 24 Fevereiro, 2011 23:06

    Aqueles auto proclamados “inteligentes”, “espertos”, defensores da não intervenção estrangeira em países governados por BANDALHOS como o SADDAM, KHADAFI, AYATOLLAHS, TALIBÃNs e outros são o paradigma da escumalha humana.
    http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/02/tirania-islamica.html
    Deveriam viver nas aldeias kurdas envenenadas pelo Saddam…
    Ou nas tribos dizimadas pelo Khadafi….
    Ou ter as mulheres/mães/irmãs mortas à pedrada pelos Ayatollahs…
    e como aperitivo, levarem umas chicotadas em público por usarem calças até aos pés………ou por serem violadas..
    http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/02/selvajaria-islamica-agora-no-bangla.html
    Sim, ESCUMALHA, sob a capa de “progressistas”, esquerda caviar, direitos humanos…
    no fundo do seu carácter reles e da sua vidinha de luxos capitalistas, o blá…blá…blá anti -USA é símbolo de desprezo rasteiro pelos que sofrem às mãos dos facínoras.
    http://mentesdespertas.blogspot.com/2010/12/selvajaria-islamica-genocidio-racista.html

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  35. Arlindo da Costa permalink
    24 Fevereiro, 2011 23:17

    Este esqueceu-se do «napalm» que os americanos despejaram em cima de populações indefesas no Vietnam….
    Já imaginaram qual seria o escândalo se um pobre vietmanita lançasse dum-dum na cida de Nova Iorque sobre a cabeça dos americanos?

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  36. rui a. permalink*
    24 Fevereiro, 2011 23:19

    Prezado Eduardo,
    Em primeiro lugar, o post era sobre a ambiguidade, melhor, a duplicidade de critérios usados por Obama no Egipto e na Líbia, e não propriamente sobre o papel dos EUA no mundo. O facto é que a actuação de Obama está, a meu ver, a provocar consequências nestes países (e, não sejamos tolos, essa actuação está longe de se esgotar nos discursos que vai fazendo; no Egipto, por exemplo, o comportamento do exército, muito dependente dos EUA, não foi propriamente ingénuo), e, por isso, ele será obrigado a assumir responsabilidades, directa ou indirectamente, ou seja, mandando ele os marines ou pondo a ONU a fazê-lo.
    Quanto ao papel dos EUA no mundo, você sabe tão bem como eu que a comunidade internacional teve sempre “polícias”, uns bons, outros maus, mas o mundo esteve sempre dependente de polaridades, desde, pelo menos, o velho e saudoso Império Romano. O mundo em que vivemos, perigosamente multipolar de pequenas e médias potências regionais, tem, desde a década de 90, uma dominância global americana. Até quando durará, é um enigma, mas acredito que viveremos as nossas vidas com ela. Isso é bom? É mau? Depende das sensibilidades. Por mim, acho muito bem (também, confesso-lhe, não me teria nada importado viver sob o domínio de Roma), mas, independentemente do que eu ache, é assim. Sobre a intervenção americana noutros países, seja a que pretexto for e a partir do número de mortos que quiser, por mim, acho que o pressuposto é o seguinte: a ingerência noutros países de forças militares externas pode justificar-se? Ou devemos deixar os países resolverem os seus problemas sem qualquer intervenção vinda de fora, mesmo que assistamos a massacres de populações, como, infelizmente, as últimas décadas têm sido pródigas. A meu ver, sim, e inscrevo-me numa velha tradição que lhe será familiar, que vem, pelo menos, da «guerra justa», na qual eu acredito, reunidas, obviamente, as circunstâncias que a justifiquem. Posto isto, se acreditarmos nisto, esqueça a ONU e a UE. As despesas das festas acabam, inevitavelmente, por vir parar ao orçamento americano. É assim, pelo menos, desde a WWII, e, por mim, não tem sido nada mau.
    Cumps.,

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  37. 24 Fevereiro, 2011 23:54

    Atendendo que aquilo na Libia estará provavelmente despachado em um ou dois dias, a esta altura do campeonato já não havia grande vantagem em mandar os marines (e teria a desvantagem de os por à mão-de-semear da GSPC argelino, que está ali ao lado)

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  38. Portela Menos 1 permalink
    25 Fevereiro, 2011 00:31

    “O Bush foi, no caso do Iraque, inquestionavelmenter inábil.”
    Sim senhor! ora aqui está uma afirmação que não pode deixar de ser subscrita pelos inteligentes que apoiaram a invasão do Iraque, com o argumento da existência de armas que ninguém viu.
    O post de rui a. tem todo o apoio dos jmf e helenas da vida; pode estar certo.

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  39. António Alves permalink
    25 Fevereiro, 2011 00:59

    «Até aqui, tudo bem e os meus mais sinceros parabéns ao Presidente norte-americano pelos resultados da sua retórica, ainda que não esteja inteiramente convencido de que ele tivesse a exacta noção das possíveis consequências das suas palavras.»

    a falta que faz um espelho…

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  40. JCA permalink
    25 Fevereiro, 2011 04:28

    .
    -AMIDST RUMORS THAT GADHAFI’S BEEN SHOT, SWISS AND BRITS FREEZE HIS ASSETS
    http://BLOGS.FORBES.COM/AFONTEVECCHIA/2011/02/24/AMIDST-RUMORS-THAT-GADDAFIS-BEEN-SHOT-SWISS-FREEZE-HIS-ASSETS/?PARTNER=DAILYCRUX
    .
    -IF THE MOUNTAIN WILL NOT COME TO THE MUHAMMAD, THE REVOLUTION WILL COME TO SAUDI ARABIA ON MARCH 20
    http://WWW.ZEROHEDGE.COM/ARTICLE/IF-MOUNTAIN-WILL-NOT-COME-MUHAMMAD-REVOLUTION-WILL-COME-SAUDI-ARABIA-MARCH-20
    .

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  41. lucklucky permalink
    25 Fevereiro, 2011 09:16

    “apoiaram a invasão do Iraque, com o argumento da existência de armas que ninguém viu.”

    Armas foram encontradas – poucas-. E a tecnologia e vontade para as fabricar estava lá. Também és daquela maioria que julga que o Iraque comprou as armas de destruição em massa?

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  42. campos de minas permalink
    25 Fevereiro, 2011 10:26

    «e vontade para as fabricar estava lá»
    este comentador é um predestinado, um visionário!
    conseguir vislumbrar a vontade! vai longe,vai!

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  43. 25 Fevereiro, 2011 11:32

    luck,
    que armas foram detectadas e encontradas no Iraque, assim tão perigosas que justificassem a invasão por parfte dos USA de Bush ?
    Que armas perigosíssimas foram encontradas após a chegada do exército de Bush ?
    Conclui vc. que “a tecnologia e vontade para as fabricar estava lá” — não foi essa a justificação de Bush + Blair & friends…

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  44. António Alves permalink
    25 Fevereiro, 2011 11:36

    «e vontade para as fabricar estava lá»

    é o que dá andar a ver filmes como o “relatório minoritário”.

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