Se Sócrates saísse do PS, ainda haveria ainda alguma razão para ligar à campanha. Enquanto ele lá estiver, o PS é história e mais vale uma pessoa entreter-se com outros assuntos mais inspiradores do que campanhas eleitorais.
E, se em 2009 a Manuela revelava alguma resiliência e tenacidade, e era secundada por uma equipa com alguma estaleca, agora vemos um “menino de coro”, acolitado por um bando de catraios ávidos em ocupar a “loja dos rebuçados”.
Vai ser um espectáculo embevecedor. Eles, que avançaram motivados pelos quase 50% das sondagens, vão-nos oferecer uma variedade incomensurável de expressões caricatas, perante o plano inclinado do seu gráfico até ao dia das eleições (30%?): incredulidade, palermice, sorrisos amarelos… e sem nunca interiorizarem que a responsabilidade pela inabilidade crassa lhes cabe plenamente.
O Paulo Portas tem aqui a sua oportunidade de ouro para ocupar o terreno dum partido já sem ideário. E dificilmente encontrará outra altura em que o PSD está tão desnorteado e fragmentado.
Para os sociólogos, historiadores (e psiquiatras), vai ser um tempo riquíssimo.
Para o comum dos Portugueses, vão ser tempos tristes e embaraçosos. Temos que nos convencer que o País é, e pode ser grande, apesar disto tudo e “destes” todos.
“Os impostos indirectos tratam todos pela mesma medida, tanto pobres como ricos, razão porque são, nesse aspecto, mais injustos. É essa, aliás, a razão porque eu nunca concordei em taxar cada vez mais os impostos indirectos, nomeadamente o IVA. Ele vale 20% para quem tem muito como para quem tem pouco”.
Pedro Passos Coelho, no livro “Mudar”, editado em 2010
Independentemente de ser, ou não, um assunto inspirador, acho que a abstenção é compactuar com toda esta situação e passar uma mensagem aos políticos de que podem fazer o que quiserem porque o povo se está a borrifar. Melhor ainda é votar em branco porque que, se ganhar este tipo de voto, as eleições são anulados e os partidos têm que fazer novas listas.
Ó pois,
Diga lá o que quiser, mas por favor, evite utilizar a palavra “resiliência”.
Eu sei que ela está tão na moda como “efectivamente” estava à umas décadas, mas acho que já é demais.
Os partidos antidemocráticos também se podem candidatar às eleições da República:
“Já Fonseca Ferreira, que concorre contra José Sócrates, diz que os seus apoiantes têm sido alvo de «ressões e fala num clima de medo dentro do PS. “A campanha decorreu com muitas limitações internas. Não tivemos condições de igualdade e foram exercidas muitas pressões sobre militantes para saírem das nossas listas”. O candidato relata a existência de “vários casos” em que apoiantes da sua candidatura foram “pressionados a desistirem de integrar as listas de delegados ao congresso”. “As pessoas têm medo”, diz Fonseca Ferreira. Também Ana Benavente, ex-secretária de Estado da Educação de António Guterres e crítica da liderança de Sócrates desde o início, diz que “há medo no PS”. “O PS entrou numa fuga para a frente absolutamente suicidária. José Sócrates quer afundar-se, mas quer que todos se afundem com ele”, diz a ex-dirigente socialista, lamentando que os eventuais candidatos à liderança do partido “estejam à espera de ter condições para ganhar” e sejam “medrosos”. » (i)
JP,
.
Demos ao Arlindo da Costa os destinos do país e vai ver o que é anti-democrático. É claro que se ele tentasse se tratava a injecção de Dragunov, um medicamento genérico aplicado infelizmente poucas vezes a déspotas e sacropantas.
—> A minha opinião é a do costume: cada um é como é, até aqui não há problema… agora, como é óbvio, não há é pachorra para andar a aturar pessoal que não considera a constituição duma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL uma prioridade!
—> Não é preciso ter a escolaridade mínima obrigatória para perceber o óbvio: sem renovação demográfica uma sociedade não é sustentável!
—> Os nacionalizadores de Obikwelu’s adoram dar música a parvinhos-à-Sérvia… {Nota: os parvinhos-à-Sérvia [vide Kosovo] não vêem o óbvio: com o desmoronamento da base sociológica que esteve na sua origem… uma Identidade está condenada a ser desmantelada}
—»»» Resumindo: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!
Nem com o discurso que a supra ministra de portugal (Merckel) proferiu no parlamento alemão, tentando interferir nas eleições em Portugal ao criticar a decisão dos representantes da maioria dos portugueses, ela vai conseguir que este comprador das ventoínhas alemãs seja reeleito.
http://www.legislativas2009.mj.pt/legislativas2009/
Mais duro, como?
Duro é uma moeda espanhola.
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Se Sócrates saísse do PS, ainda haveria ainda alguma razão para ligar à campanha. Enquanto ele lá estiver, o PS é história e mais vale uma pessoa entreter-se com outros assuntos mais inspiradores do que campanhas eleitorais.
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É claro, Helena.
E, se em 2009 a Manuela revelava alguma resiliência e tenacidade, e era secundada por uma equipa com alguma estaleca, agora vemos um “menino de coro”, acolitado por um bando de catraios ávidos em ocupar a “loja dos rebuçados”.
Vai ser um espectáculo embevecedor. Eles, que avançaram motivados pelos quase 50% das sondagens, vão-nos oferecer uma variedade incomensurável de expressões caricatas, perante o plano inclinado do seu gráfico até ao dia das eleições (30%?): incredulidade, palermice, sorrisos amarelos… e sem nunca interiorizarem que a responsabilidade pela inabilidade crassa lhes cabe plenamente.
O Paulo Portas tem aqui a sua oportunidade de ouro para ocupar o terreno dum partido já sem ideário. E dificilmente encontrará outra altura em que o PSD está tão desnorteado e fragmentado.
Para os sociólogos, historiadores (e psiquiatras), vai ser um tempo riquíssimo.
Para o comum dos Portugueses, vão ser tempos tristes e embaraçosos. Temos que nos convencer que o País é, e pode ser grande, apesar disto tudo e “destes” todos.
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NÃO SE ESQUEÇAM
“Os impostos indirectos tratam todos pela mesma medida, tanto pobres como ricos, razão porque são, nesse aspecto, mais injustos. É essa, aliás, a razão porque eu nunca concordei em taxar cada vez mais os impostos indirectos, nomeadamente o IVA. Ele vale 20% para quem tem muito como para quem tem pouco”.
Pedro Passos Coelho, no livro “Mudar”, editado em 2010
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Independentemente de ser, ou não, um assunto inspirador, acho que a abstenção é compactuar com toda esta situação e passar uma mensagem aos políticos de que podem fazer o que quiserem porque o povo se está a borrifar. Melhor ainda é votar em branco porque que, se ganhar este tipo de voto, as eleições são anulados e os partidos têm que fazer novas listas.
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Um cheirinho a essas legislativas:
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=15070
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Ó pois,
Diga lá o que quiser, mas por favor, evite utilizar a palavra “resiliência”.
Eu sei que ela está tão na moda como “efectivamente” estava à umas décadas, mas acho que já é demais.
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Os partidos antidemocráticos também se podem candidatar às eleições da República:
“Já Fonseca Ferreira, que concorre contra José Sócrates, diz que os seus apoiantes têm sido alvo de «ressões e fala num clima de medo dentro do PS. “A campanha decorreu com muitas limitações internas. Não tivemos condições de igualdade e foram exercidas muitas pressões sobre militantes para saírem das nossas listas”. O candidato relata a existência de “vários casos” em que apoiantes da sua candidatura foram “pressionados a desistirem de integrar as listas de delegados ao congresso”. “As pessoas têm medo”, diz Fonseca Ferreira. Também Ana Benavente, ex-secretária de Estado da Educação de António Guterres e crítica da liderança de Sócrates desde o início, diz que “há medo no PS”. “O PS entrou numa fuga para a frente absolutamente suicidária. José Sócrates quer afundar-se, mas quer que todos se afundem com ele”, diz a ex-dirigente socialista, lamentando que os eventuais candidatos à liderança do partido “estejam à espera de ter condições para ganhar” e sejam “medrosos”. » (i)
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…e se as eleições de junho forem insatisfatórias, repita-se!
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JP,
.
Demos ao Arlindo da Costa os destinos do país e vai ver o que é anti-democrático. É claro que se ele tentasse se tratava a injecção de Dragunov, um medicamento genérico aplicado infelizmente poucas vezes a déspotas e sacropantas.
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Mas quem poderia substituir Sócrates no PS? Aquilo é tudo tão mau, tão mau, não consigo pensar nem sequer numa pessoa!…
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—> A minha opinião é a do costume: cada um é como é, até aqui não há problema… agora, como é óbvio, não há é pachorra para andar a aturar pessoal que não considera a constituição duma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL uma prioridade!
—> Não é preciso ter a escolaridade mínima obrigatória para perceber o óbvio: sem renovação demográfica uma sociedade não é sustentável!
—> Os nacionalizadores de Obikwelu’s adoram dar música a parvinhos-à-Sérvia… {Nota: os parvinhos-à-Sérvia [vide Kosovo] não vêem o óbvio: com o desmoronamento da base sociológica que esteve na sua origem… uma Identidade está condenada a ser desmantelada}
—»»» Resumindo: Antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!
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Nem com o discurso que a supra ministra de portugal (Merckel) proferiu no parlamento alemão, tentando interferir nas eleições em Portugal ao criticar a decisão dos representantes da maioria dos portugueses, ela vai conseguir que este comprador das ventoínhas alemãs seja reeleito.
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– Depois veio o coelhinho…
– Não, não! O Coelhinho foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo.
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Desta vez não vai haver contemplações para com a insurgência que quer boicotar a governação.
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