Alta prestação?
7 Outubro, 2011
Parece que vamos ter um comboio de “alta prestação”, que dizem ser 4 vezes mais barato que o de alta velocidade. Acontece que nem para esse dispomos de funding. Ironia do destino, a pessoa que melhor desmistificou a viabilidade económica do TGV garantida por Sócrates, vem agora com estas tristes prestações. Em benefício de quem?
81 comentários
leave one →

É o comboio do Portugal dos Pequeninos.
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Com um custo quatro vezes menor, pode haver viabilidade económica, ainda que não haja agora capacidade de financiamento. Não seria melhor analisar os detalhes antes de criticar?
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E que os funding para ter prestaçaoes de velocidade ,um comboio de “alta prestação”, ou alta velocidade como se dizer nao permite logo que as locomotivas sejam adaptaveis como comboios de alta prestaçao nos “buracos” do metro de Oporto como alguem sugeriu para naquela ocasiao…
http://www.eixoatlantico.com/_eixo_2009/contenido.php?idpag=1&mostrar=noticias&idcon=not20110311091504
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Claro que não, tudo o que venha de um emigrante (que não futebolista ou treinador) é mau e criticável
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A linha Poceirão-Caia tinha contrato assinado e obras iniciadas, cancelar implicaria pesadas indemnizações, uma alegria para quem fez os contratos, Sócrates e amigos. Governo actual altera o projecto, passa a ser uma linha mista para passageiros e mercadorias, sendo os comboios passageiros bi-bitola (mais lentos) para passarem na ponte 25 de Abril. Ninguém é indemnizado, nem se constrói a nova ponte.
Aeroporto novo de Lisboa é adiado para as calendas, e vai usar-se a solução Portela+1.
Que lhe parece LR, é tudo assim tão mau dadas as circunstâncias armadilhas em que Sócrates deixou todos estes contratos e encargos (o mesmo se sucede na energia) ?
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“A linha Poceirão-Caia tinha contrato assinado e obras iniciadas, cancelar implicaria pesadas indemnizações, uma alegria para quem fez os contratos, Sócrates e amigos.”
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Desculpe-me, das duas uma. Ou o governo do Pinócrates fez os concursos sem fraude, com os tais amigos, e aí eu até entendo parte da sua objecção. Ou se foram fraudulentos, é rasgar os contratos e mandar queixa à PGR. Simples e eficaz.
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Na prática, o governo tanto paleio usou contra o Pinócrates mas mantém o sistema corrupto. Demonstrando quer também o é. Tão simples como isto. Só não entende quem não o quer. Isto é mesmo assim:
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“A linha de alta velocidade entre Poceirão e o Caia vai mesmo avançar. E preparada para velocidades de 350 km/hora, tal como estava previsto pelo Governo anterior. Mas o ministro da Economia e do Emprego vai apresentá-la hoje no Parlamento como uma ligação ferroviária de mercadorias “de alta prestação”, dando ênfase ao transporte de carga proveniente dos portos de Sines e Setúbal.”
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In http://economia.publico.pt/Noticia/governo-mantem-no-essencial-projecto-de-tgv-herdado-do-executivo-de-socrates-1515388
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Eu sou a favor das linhas para mercadorias, mas manter a mesma porcaria do governo anterior, aumentando os custos para adaptações, no fundo é ainda fazer pior que o desgoverno do Pinócrates.
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Estes erros políticos eles vão pagar caros. Ou o ministro é idiota ou deixou-se comer pelos lobbies. Não vejo outra opção possível.
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««Com um custo quatro vezes menor, pode haver viabilidade económica, ainda que não haja agora capacidade de financiamento. Não seria melhor analisar os detalhes antes de criticar?»»
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Carlos Albuquerque,
Acha que o ministro fez algum estudo de viabilidade económica?
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O novo projecto baseia-se nas fantasias habituais às quais se acrescentaram novas. Consegue explicar como é que o comboio pode ser competitivo no transporte de mercadorias para a Europa? Ou como é que o TGV passa na ponte 25 de Abril? Ou como é que uma viagem Lisboa-Madrid de 4 horas pode ser competitiiva com as low costs?
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Oiço constantemente isto, “rasgar” contratos. Sabia que estávamos próximos da Venezuela ou Bolívia ou mesmo Congo, mas não sabia que já estávamos nesse ponto.
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“Consegue explicar como é que o comboio pode ser competitivo no transporte de mercadorias para a Europa? ”
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Por acaso até consegue. A Autoeuropa, por si só, até deve rentabilizar a linha, com as suas mercadorias. Mas a Portucel, se calhar, também a rentabilizava, assim como a Cimpor. E olhe que eu estou a dizer isto, pelas noticias dispersas, porque se fizessem mesmo um estudo…
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Ou como é que o TGV passa na ponte 25 de Abril?
Deve passar em cima de carris mas deixo a certeza para os especialistas.
Aliás ouvi dizer que se trata de uma linha para mercadorias ocasionalmente para passageiros que gostam de falar mal de tudo e todos e que são tantos que garantem a viabilidade económica.
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Com gente desta é realmente dificil os países sairem da cepa torta….por cá é o TGV ou o “comboio de “alta prestação”” na Grécia os criminosos que estão no poder continuam a gozar com o zé povinho.
Meanwhile #Greece Just Bought 400 Tanks From The US
http://www.businessinsider.com/what-greece-to-buy-400-tanks-from-the-us-2011-10
isto quando se sabe que uma das razões do brilhante estado em que a Grécia se encontra se deve exactamente aos gastos criminosos com material bélico comprado aos alemães, franceses e US of A.
http://www.todayszaman.com/news-201848-arms-purchases-to-counter-turkey-behind-greeces-financial-demise.html
“Defense spending in 2007 topped $1.3 billion. According to the report, China spent most on arms purchases, followed by India, the United Arab Emirates, South Korea and Greece. Greece bought 4 percent of all arms sold in the world in the past five years. Greece buys 31 percent of its arms from Germany, 24 percent from the US, 24 percent from France and 21 percent from other countries.”
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Leiam esta noticia e meditem. O governo ao assumir estes erros idiotas está a dar razão ao Pedro Pereira. Isto é o suficiente para lançar uma campanha gigantesca e derrubar o governo. Esperem pelo que vem aí. Já não se lembram como a oposição queimou o governo do Durão Barroso.
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“Silva Pereira acusa Cavaco de combater PS e favorecer PSD
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O ex-ministro de Sócrates lança duras criticas ao Presidente da República, num artigo de opinião hoje publicado no Diário Económico.”
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In http://economico.sapo.pt/noticias/silva-pereira-acusa-cavaco-de-combater-ps-e-favorecer-psd_128451.html
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E tem razão este gajo. Se afinal o TGV era mau para o país, já passa a ser bom. E até um novo aeroporto, adaptado claro, é preciso, sem falar na nova travessia do Tejo. Ou seja, o Estado parasita e centralista continua vivo.
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O Pedro Pereira se estivesse no lugar do Seguro, este governo já tremia.
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Os comboios são bi-bitola, por isso podem passar na 25 de Abril e seguir para o Entrecampos e Oriente. Nesta fase em que estamos falidos, provavelmente o melhor é deixar a exploração da linha passageiros para os espanhóis, eles tem comboios desses há algum tempo
RENFE Class 130 (talgo 250)
http://en.wikipedia.org/wiki/RENFE_Class_130
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Se a linha também pode levar mercadorias, significa que a viabilidade dela pode melhorar significativamente, mesmo que as mercadorias sejam apenas para Espanha por exemplo.
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Mais tarde se alguma vez sairmos do buraco e conforme a evolução do sector transportes (aviação, combustíveis, etc), constrói-se a nova ponte e compra-se material de circulação de alta velocidade, composições bitola entretanto adquiridas acabarão sempre por ser usadas noutros locais na PI.
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Até lá, dadas as circunstâncias em que Sócrates deixou tudo isto com contratos assinados em Maio do ano passado, não me parece mal. Não digo que seja bom.
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Em relação às lowcost, há muitos mitos sobre a concorrência destas, exprimentem lá comprar um bilhete para amanhã para Madrid e digam-me q quanto fica… Além do mais é curioso ver liberais sempre tão defensores das lowcost que passam a vida a tentar sacar mais e mais subsídios.
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Tresanda,
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“A linha Poceirão-Caia tinha contrato assinado e obras iniciadas, cancelar implicaria pesadas indemnizações, uma alegria para quem fez os contratos, Sócrates e amigos. ”
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Precisamente, isto é um caso de polícia que já por aqui denunciei e que já deveria ter posto os responsáveis atrás das grades:
Mas mesmo com indemnizações (entre 100 a 200 milhões de euros), talvez fosse preferível cancelar a obra do que investir bilíões e suportar “ad eternum” mais centenas de milhões por ano em défices de exploração.
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“Governo actual altera o projecto, passa a ser uma linha mista para passageiros e mercadorias…”
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Sou sensível à necessidade de se investir na ferrovia para transporte de mercadorias, área em que ela pode ter viabilidade. Mas aí, a prioridade máxima deveria ser a linha Aveiro-Vilar Formoso, fronteira por onde saem a grande maioria das nossas exportações para a Europa.
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««Os comboios são bi-bitola, por isso podem passar na 25 de Abril e seguir para o Entrecampos e Oriente. »»
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E interrompe-se a passagem de comboios da Fertagus?
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“Até lá, dadas as circunstâncias em que Sócrates deixou tudo isto com contratos assinados em Maio do ano passado, não me parece mal. Não digo que seja bom.”
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Olhe, veja esta noticia e medite:
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=510133
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Ou seja, o Estado vai continuar a secar o crédito em Portugal, matando o crescimento económico.
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««Por acaso até consegue. A Autoeuropa, por si só, até deve rentabilizar a linha, com as suas mercadorias. »»
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Vamos fazer uma linha para a Autoeuropa? Nesse caso é melhor meter a autoeuropa a pagar. Porque se dentro de 4 ou 5 anos a Autoeuropa se deslocalizar a linha serve para quê?
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Ok, vai ser 4 vezes mais barato, e depois? A obra vai “derrapar” 4 vezes, ficamos na mesma, não?
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Os criminosos da Grecia que estão no poder continuam a gozar com o zé povinho comprando 400 tanques ou ja previam que iam usar nas protestas do zé povinho grego com tantos indignados…?
Só assim se entende …porque assesorados pela Goldman Sachs ja deveriam saber que ambos dois paises formavam parte do grupo integrante OTAN ou N.A.T.O.
http://pt.wikipedia.org/wiki/OTAN
Ou é que talvez, hoje ser membro da N.A.T.O. ja nao tem nem dá as prestaçoes que qualquer pais tinha direito dantes?
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“Vamos fazer uma linha para a Autoeuropa? Nesse caso é melhor meter a autoeuropa a pagar. ”
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Claro. Eles também não estão à espera de utilizar um serviço de borla.
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Uma coisa é não existir procura, outra é sabermos que existe. Se existe procura e é possível potenciar a procura, faz sentido uma linha para as mercadorias. Não faz é sentido fazer linhas sem haver um minimo de procura ou inventar números para justificar determinados investimentos.
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Repare que foram os responsáveis da Autoeuropa que pediram uma linha. O que mostra que eles estão mesmo interessados nela. E quem sabe, muitos outros.
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E interrompe-se a passagem de comboios da Fertagus?
Coitado, este “especialista” julga que os fertagus circulam a todos os cinco minutos, uma vez que se presume que nunca apanhou nenhum ao menos veja os horários, e já agora fique sabendo que também lá passam os CP para o AlLGarb.
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“Porque se dentro de 4 ou 5 anos a Autoeuropa se deslocalizar a linha serve para quê?”
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Para outras exportações, como cimentos, papel, pasta de papel, etc. E estou a falar daquelas mercadorias de grande granel e volume. Poderia falar da cerveja (aqui há uns anos, já os camiões com cerveja tuga para a Suiça eram às dezenas por semana).
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Mas há mais. O transporte por camião tem os seus custos sob pressão e deverão ter os dias contados. A Avaliar para a forma como os belgas e os holandeses querem restringir a passagem de camiões nas suas auto-estradas, de borla…
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Por fim, digo-lhe. Eu fico aterrado com a quantidade de camiões tugas que eu encontro nas auto-estradas europeias. Dá para ter uma ideia do potencial de mercado, não dá? Agora, é evidente que as nossas empresas de logistica têm que evoluir, isso é certo. Mas mercado, não deve faltar.
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Para o TGV passar na ponte 25 de Abril tem que haver disponibilidade de linha. Actualmente passa um comboio da Fertagus de 10 em 10 minutos. O TGV teria que ir à velocidade do comboio da Fertagus que para em todas as paragens.
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Caro Anti-comuna,
Atenção ao custo de oportunidade. Se fizer uma linha para beneficiar os tipos da Auto Europa, nunca mais fará a de Aveiro-Vilar Formoso que beneficia as PMEs que mais exportam.
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««Para outras exportações, como cimentos, papel, pasta de papel, etc.»»
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E não é mais competitivo mandar isso por navio? O transporte marítimo é muito mais barato que o terrestre.
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“Atenção ao custo de oportunidade. Se fizer uma linha para beneficiar os tipos da Auto Europa, nunca mais fará a de Aveiro-Vilar Formoso que beneficia as PMEs que mais exportam.”
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Eu sei. Mas estou mesmo convencido que são precisas pelo menos duas linhas. E se possível uma ligasse Lisboa a Barcelona pela Andaluzia. Mas tem razão e é importante que o Norte não seja prejudicado pelo parasitismo do sul.
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Mas este plano do governo é uma boa porcaria. Disso não tenhamos dúvidas nenhumas.
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“E não é mais competitivo mandar isso por navio? O transporte marítimo é muito mais barato que o terrestre.”
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Na teoria é. Na prática não o é. basta ver a quantidade de camiões tugas nas estradas europeias. O que demonstra que talvez os sistemas europeus de logistica ainda estão muito mal integrados.
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Caro JM, já o José Silva chamou-me à atenção para esse facto. Os transportes de mercadorias são mais baratos por via maritima. E fluvial. Mas na prática, quem viaja para a Europa com frequência, constata a quantidade inacreditável de camiões nas estradas e muitos deles portugueses.
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O mercado interno europeu do sector da logística não existe. E, claro, nós como periféricos, deviamos ter como prioridade que tivessemos acesso aos mercados europeus a custos mais baixos e com menos custos ambientais. A ferrovia é inevitável.
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You missed the point, LR.
A prestação vai ser alta… exactamente porque não dispomos de “funding”.
Capisce?
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anti-comuna,
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O camião é mais flexível. É competitivo nas entregas rápidas dee pequenas quantidades em pontos dispersos.
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Mas mesmo com indemnizações (entre 100 a 200 milhões de euros), talvez fosse preferível cancelar a obra do que investir bilíões e suportar “ad eternum” mais centenas de milhões por ano em défices de exploração.
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Caia-Poceirão é o troço mais barato de toda a megalomania do TGV. É Alentejo, praticamente plano e sem bilionários custos de expropriação que seria por exemplo uma linha Lisboa-Porto-Vigo. É a única linha onde provavelmente não ocorreriam atrasos e derrapagens monstruosas. A nova ponte é cancelada, tal como a megalomania da estação de Évora projectada por Souto de Moura onde só nisso estes loucos se preparavam para gastar 100 milhões, que acabariam no dobro.
Há 5 ou 6 anos atrás, ainda no tempo em que Durão dizia que se iam construir 3 ou 4 linhas de TGV, eu na altura já dizia que nunca se iria construir nada para além desta linha e o comboio acabaria por passar na 25 de Abril em bi-bitola. Tal como previ que obras como o túnel do Marão e a autoestrada de trás os montes iriam parar por falta de dinheiro como estão a parar.
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O anterior governo deixou o país armadilhado em contratos e concessões, agora o que há a fazer é cortar caminho, minimizar os estragos mas também não dar o ouro ao bandido, as indemnizações, que são a única coisa que explica a pressa com que se assinaram alguns contratos o ano passado já em plena agonia financeira.
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Por mim parece-me uma saída razoável deste pântano. E como referi atrás, entreguem a exploração de passageiros à RENFE, e a gente não se chateia mais com isso, afinal os espanhóis sempre foram os maiores interessados e já que se queixam tanto…., facilmente na estrutura deles arranjam meia dúzia de comboios bi-bitola que façam Lisboa-Madrid diariamente.
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Pode até dar-se o caso de que avançar com a obra lance o pânico nos consórcios bancários-construtores que poderiam estar à espera de um cancelamento e respectivas indemnizações, e agora tem uma obra para construir e nem terem dinheiro. E a obra parar, e ficarem com o menino a arder nas mãos. Se assim for, problema deles.
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O comboio foi inaugurado em 1856, linha Lisboa-Carregado, por D Pedro V. No ambiente das unicas alternativas de transporte rodoviário, ‘carros de boi’, charretes etc. Aviação nem vê-la. Transportes maritimos à vela. Areas montanhosas, isoladas etc
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Para além da discussão proxima, TGV-Alta Prestação etc, do interesse imediato dos fabricantes, há a questão macro que deveria com bom senso centrar a discussão no pedra de toque fundamental.
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Em PORTUGAL com uns curtissimos cerca de 700 Km de comprimento e uns 200 /250 Km de largura felizmente com uma excelente rede rodoviária (pena ser portajada retirando-lhe o fator competitividade), com o desenvolvimento atual da aviação de carga/passageiros, dos transportes maritimos a preços baixissimos, TIR’s de gande capacidade e baratos etc
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SÃO MESMO PRECISOS COMBOIOS ALEM DAS REDES SUBURBANAS ? SE ALÉM DESTES SE JUSTIFICAREM HOJE OUTROS, QUAIS ? QUE LINHAS FERROVIARIAS DEVEM SER DESMANTELADAS POR HAVER JÁ ALTERNATIVAS RODOVIÁRIAS DE BOA QUALIDADE ?
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Nunca perdendo de vista que os transportes ferroviários são há muitissimos anos um verdadeiro cancro a sugar os Impostos dos Cidadãos e Empresas. MULTI-MILHÕES ANUAIS DE PREJUIZOS. É insustentável para Portugal, desnecessário por tantas alternativas baratas que felizmente existem no nosso Tempo. Sem lugar a fantasias ou sonhos.
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” É competitivo nas entregas rápidas dee pequenas quantidades em pontos dispersos.”
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Pois. Em teoria. Mas se até a cerveja que chega à Suiça e ao Luxemburgo vai de camião…
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E note uma coisa. A Holanda e a Belgica ainda não proibiram os camiões ibéricos de passarem nas suas estradas de dia porque, felizmente, existem tratados internacionais que garantem o livre trânsito de mercadorias. Mas se eles não o proibirem, como querem, deverão impôr pesados custos (através de portagens) de molde a tornar inviável o transporte por camião. Isto é mesmo uma questão de tempo. E temos que nos pôr no lugar deles, para ver que têm razão.
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Eu dou um pequeno exemplo. No outro dia estive quase duas horas parado por causa de um acidente de um camião, numa auto-estrada alemã, junto a importante aeoroporto e um porto alemão. E as entradas na cidade completamente maradas. Não faltavam alemães a dizerem aos bófias que era preciso proibir camiões nas auto-estradas durante o dia. Era os acidentes, os atrasos para apanhar aviões, chegar ao emprego, etc. Deu para ver ao vivo a enorme impopularidade dos camiões nas estradas europeias. Um dia nós vamos levar por tabela, por sermos mais periféricos.
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O tipo da Autoeuropa dizia que os custos de transporte rodoviário (note bem, rodoviário e transportam carros) contavam cerca de 15% do custo do produto à saída da fábrica. Isto é elevado. E ou baixamos esses custos, ou numa nova crise, os gajos fecham a fábrica, como chegou a ser equacionado há uns anitos atrás.
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Não tenha dúvidas. Nós precisamos da ferrovia de mercadorias como pão para a boca. É pena que andemos a debater transporte de passageiros quando são o das mercadorias que mais nos penalizam no acesso aos mercados europeus.
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A Autoeuropa está mais interessada na ferrovia para as importações de componentes do que para as exportações de viaturas, é importante salientar esse facto. Tem fornecedores espalhados pela Europa, muitos nos países de leste, onde não é viável expedir a mercadoria para um grande porto europeu, e daí esperar encher um barco para Portugal, onde tem que ser desembarcadas e transferidas novamente para a fábrica. E fazer milhares de kms de camião pela Europa também não é lá muito competitivo, ao qual se somam as limitações como Invernos com muita neve ou as famosas greves francesas e espanholas que gostam de bloquear estradas.
Para as exportações compensa-lhes mais enviar por barco para a Europa central e daí distribuir, mas para Espanha e França, provavelmente já valeria a pena ser por comboio.
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E interrompe-se a passagem de comboios da Fertagus?
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JM, esse é o tipo de argumentos que se usa para a construção do novo aeroporto de Lisboa e que você tanto combateu, que não é possível isto e aquilo. É sempre possível, desde que haja vontade, engenho e menos dinheiro para esbanjar.
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“Para as exportações compensa-lhes mais enviar por barco para a Europa central e daí distribuir, mas para Espanha e França, provavelmente já valeria a pena ser por comboio.”
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Eu não sei se é assim. Até a Citroen põe os portugueses a levar os carros para a Europa central. A sério. Eu convido-vos a viajar pela Europa e a misturar-vos com os camionistas. Vcs. vão ficar surpreendidos.
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Até na Escandinávia existem escritórios de empresas de transporte rodoviário tugas. Nem fazem a minima ideia de como mandamos lá para fora as nossas mercadorias. Para a Europa vai quase tudo de camião. Máquinas, têxteis, cerveja e até vinhos. Agora é começamos a mandar por barco e mesmo assim ainda longe do ideal. Até parte dos componentes da Eircon vão de camião, estando agora os gajos a testar mandar por barco.
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Mas não são só os criminosos (de todos os partidos do poder, PS, PSD, CDS e claro os mais pequenos nas CM) que desgovernam Grécia e Portugal tb o UK vai lixando os seus cidadãos com as guerrinhas imperialistas na panelinha USA+NATO.
Costs of UK’s colonial war in Libya spiral
https://www.wsws.org/articles/2011/oct2011/liby-o07.shtml
“A leading defense expert has tallied the real costs of the UK’s seven-month-old military intervention in Libya. The sum spent so far vastly outstrips previous claims of UK ministers, confirming that the expenses of the imperialist intervention have been deliberately concealed.
According to the figures compiled by Defense Analysis editor Francis Tulsa, the war has cost around £1.75 billion so far. This cautious estimate for extra military expenditures in Libya up to the end of August is seven times greater than the figure stated by Defence Secretary Liam Fox this summer.”
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Actualmente passa um comboio da Fertagus de 10 em 10 minutos.
Não é verdade, tirando as horas de ponta que não têm nada a ver com TGV’s ou semelhante na maior parte do tempo é de vinte em vinte minutos.
Também havia um senhor que dizia que nunca seria possível explorar comercialmente Portela + Montijo + Alverca devido a impossíbilidades técnicas de controlo, os fulanos de New York ficaram admiradíssimos e a tremer a partir daquele momento. Acho que foi o Cravinho.
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fado alexandrino,
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O TGV não vai sair à hora de ponta?
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Olhem como eu me enganei. No inicio tive boa impressão do gajo da economia e desiludiu-me imenso. Um cromo. O das finanças afinal veio-se a revelar uma boa surpresa:
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“A Comissão Europeia terá uma ‘task force’ em permanência, em Portugal, para agilizar a aplicação dos fundos estruturais nas reformas da ‘troika’.
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Pedro Passos Coelho escreveu uma carta a Durão Barroso a pedir o envio de uma ‘task force’ de cinco técnicos da Comissão Europeia para acompanhar, em permanência, no Ministério das Finanças as reformas impostas pelo memorando da troika. Ao que o Diário Económico apurou, o gabinete do primeiro-ministro já recebeu luz verde por parte de Durão Barroso e, dentro de pouco tempo, Vitor Gaspar beneficiará do apoio de Herve Carré (antigo director geral do Eurostat que viveu alguns anos em Portugal e é amigo pessoal do ministro). Carré irá dirigir uma equipa que contará, ainda, com o português José Palma Andres.
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Na prática estes técnicos servirão para agilizar a aplicação das reformas estruturais que estão a ser impostas pelo BCE, Comissão e FMI, ajudando a potenciar a aplicação dos cerca de 15 mil milhões de euros de fundos estruturais, de que Portugal beneficiará nos próximos anos, nas várias alterações legislativas que saltarão para o terreno com o Orçamento do Estado do próximo ano.”
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In http://economico.sapo.pt/noticias/governo-vira-memorando-da-troika-para-o-crescimento_128463.html
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Quanto não vale ter um tuga à frente da CE e um ministro de alto gabarito nas instituições europeais? Até tivemos a Merkel a elogiar Portugal (imerecidamente) em contraposição aos italianos.
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Pronto. Vou pedir ao Miguel LX um poster do gajo, para pôr ao lado da Cicciolina. eheheheheh
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que palhaçada!! já estamos a pensar como transportar as mercadorias quando em Portugal está a existir como nunca a falência de empresas que produção de mercadorias…a construção do novo TGV serve mais os interesses Brasileiros e Espanhois do que dos Portugueses…roubalheira!!!
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««JM, esse é o tipo de argumentos que se usa para a construção do novo aeroporto de Lisboa e que você tanto combateu, que não é possível isto e aquilo. É sempre possível, desde que haja vontade, engenho e menos dinheiro para esbanjar.»»
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Neste caso pretende-se um comboio de alta prestação a passar numa ponte que já tem comboios a passar de 10 em 10 minutos. Se é possível, não a ver como.
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Ó Tric, as exportações estão a subir. E as encomendas também. E Vc. acha que não se deve pensar no transporte de mercadorias? Pronto, está no seu direito. Não me chame é palhaço por discutir o óbvio, não é?
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Mas em Portugal anda tudo louco. O Ferreira do Amaral quer tirar-nos do euro, este quer pôr a malta a trabalhar mais e a cortar nas férias. Mais um tolinho. lololol
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http://www.oje.pt/noticias/nacional/campos-e-cunha-defende-aumento-do-horario-de-trabalho-em-vez-da-tsu
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Eh pá, resolvem assim. Baixem a TSU à industria, num valor elevado e cala-se os gajos da troika e não se prejudica muito as finanças públicas. Tão complicadinhos que estes teóricos são…
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anti-comuna, preços de combustíveis sempre a subir, cada vez mais portagens pela Europa para pagar as dívidas, transporte rodoviário será cada vez menos competitivo. Neste caso falamos da Autoeuropa, que já hoje manda por barco para a Europa central via Porto de Setúbal, se camião fosse melhor é o que fariam.
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Porto de Setúbal reforça liderança nacional no Ro-Ro
O porto de Setúbal reforçou no primeiro semestre deste ano a liderança nacional roll on-roll off, com a movimentação de quase 100 mil viaturas nos seus terminais.
Este volume significa um crescimento de 12,7 por cento em unidades relativamente ao período homólogo de 2010, e de 14,7 por cento em tonelagem, neste segmento de carga.
O aumento registado repercutiu-se exclusivamente na vertente da exportação e deveu-se sobretudo à produção da fábrica da Volkswagen Autoeuropa.
No porto de Setúbal a movimentação de mercadorias no modo ro-ro é feita em 4 terminais: 3 de serviço público, Terminal Ro-Ro sob gestão da APSS, Terminal Tersado (Zona 1), Terminal Sadoport (Zona 2) e um de uso privativo – Terminal da Volkswagen Autoeuropa.
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Caro Tresanda, deve ser para a China, esse movimento para a Autoeuropa. Não deve ser para a Alemanha ou França, seus principais mercados europeus. E gostava que fossem todos de barco, mas face às condições existente, melhor por ferrovia. Esse é o meu ponto.
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Enquanto o mercado interno europeu de logistica for uma miragem, temos que nos desenrascar de qualquer forma. Olhe, eu gostava era de saber como a Portucel conseguiu dar a volta por cima. Sei que usam muito os barcos mas pouco mais. No entanto, lixaram os seus principais concorrentes europeus. E a Portucel gaba-se do seu sistema de gestão logistica. Como o fazem, a sério, não faço a minima ideia. Mas que é um caso a estudar e tentar perceber como o fizeram, era útil aos nossos responsáveis políticos. Lá isso era.
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O Lucklucky devia ler isto, que passa a vida a dizer que o ocidente está em declinio:
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“Motas japonesas cedem terreno na Europa
Os tempos mudaram e as marcas de motos japonesas de grande cilindrada – Honda, Yamaha, Kawasaki e Suzuki – continuam a ceder terreno no mercado europeu. Marcas como a BMW, a Ducati, a Triumph e a KTM souberam adaptar-se aos gostos europeus e estão em alta desde há mais de cinco anos. A BMW, em particular, tem sabido tirar proveito das condições de mercado e das exigências dos clientes. Os preços estão mais competitivos e a moda deixou de ser a das duas rodas nipónicas. ”
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In http://www.vidaeconomica.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ve.stories/73339
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Os europeus estão a ganhar quotas de mercado em vários produtos e serviços, que tem passado despercebido, sobretudo aos portugueses. E ganham-nas não apenas aos americanos (sobretudo no sector automóvel9 como aos japonocas, nas motas. E até há um produtor de motas tuga que parece ser um sucesso nalguns mercados. Não apenas europeus mas agora nos iberoamericanos. Esta empresa, segundo julgo saber, está a crescer as vendas ao ano acima dos… 100%!!!!!!
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http://www.ajpmotos.com/pt/ajp_history.html
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Se estes gajos continuarem a vingar…
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O movimento de contentores no Porto de Sines continua a crescer sustentadamente. Depois de Julho passado ter sido o melhor mês de sempre no movimento de contentores desde a entrada em funcionamento do Terminal XXI, Agosto superou as expectativas com a fixação de um recorde mensal.
Em Agosto foram movimentados 46.442 TEU, o que representa um novo máximo mensal no Terminal XXI. Cumulativamente, o número de contentores movimentados teve um crescimento superior a 20% face a igual período do ano anterior.
O mês de Agosto consolida um salto qualitativo muito importante deste terminal, para o qual muito contribuiu o novo serviço directo com a América do Sul que tem tido um comportamento muito positivo, não só no tráfego Europa/Brasil, como também na rotação dos tráfegos entre serviços de Deep Sea desde o Extremo Oriente até às Américas.
No mês de Agosto o movimento de Deep Sea registou um crescimento de 24% e o tráfego com origem/destino na Península Ibérica cresceu 10%.
Por outro lado, é ainda de assinalar o notável crescimento que tem vindo a registar-se na ZALSines – Zona de Actividades Logísticas de Sines, com elevada expressão para a carga contentorizada que chega por via marítima e que ali é desconsolidada e segue com destino à região de Madrid.
http://www.portodesines.pt/pls/portal/do?com=DS;8057361920;111;+PAGE%282010002%29+K-NOTICIA%281735%29+K-CATEGORIA%28%29;
http://economico.sapo.pt/noticias/trafego-de-contentores-em-sines-vai-crescer-40-em-2012_126673.html
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JM, em Entrecampos tem às 08:51 a sair um Alfa para Faro, e segue atrás deste às 8:54 um Fertagus para Setubal, e às 18:51 repete-se o mesmo. Não vejo grande drama em encaixar no horário mais algumas composições ao longo de um dia.
Nas saídas é fácil canja conciliar, nas chegadas admito que provavelmente pode implicar algum atraso de 5 minutos num ou noutro pois é dificil um longo-curso chegar sempre ao minuto exacto, mas não parece nada inultrapassável em slots de 10 minutos.
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Tresanda, essa noticia não contradiz o que eu digo. Pelo contrário, às vezes refiro o Porto de Sines como uma vantagem enorme nossa, para captar IDE. Ao contrário de uma Irlanda, por exemplo.
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O que eu digo é que, infelizmente, nós temos custos de transporte por camião para a Europa que poderiam (e deveriam) ser minorados através da ferrovia. E isso é que me dava ganas de ver um governo preocupado em arranjar linhas que ligassem Portugal ao centro da Europa e ao resto da meseta. (Aqui para potenciar as condições de Sines.)
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Mas felizmente as nossas exportações para fora da Europa estão a crescer bem e isso beneficia Sines e vice-versa. E a partir do momento que o Canal do Panamá acabe as suas obras, melhor ainda. Em especial a ligação ao Pacífico.
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“A linha Poceirão-Caia tinha contrato assinado e obras iniciadas, cancelar implicaria pesadas indemnizações”
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Não é verdade que nós tínhamos contrato assinado e que, apesar disso, nos tiram meio subsídio de Natal? Ao abrigo de que contrato?
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««JM, em Entrecampos tem às 08:51 a sair um Alfa para Faro, e segue atrás deste às 8:54 um Fertagus para Setubal, e às 18:51 repete-se o mesmo. Não vejo grande drama em encaixar no horário mais algumas composições ao longo de um dia»»
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Fácil de conciliar, até é. Mas a que velocidade?
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“Ó Tric, as exportações estão a subir. E as encomendas também. E Vc. acha que não se deve pensar no transporte de mercadorias? Pronto, está no seu direito. Não me chame é palhaço por discutir o óbvio, não é?”
peço desculpa, obviamente que as nossas exportações vão ter um comportamento de crescimento exponêncial e mais importante…a uma velocidade estonteante…e para tal temos que ter um TGV de Mercadorias…enfim um verdadeiro milagre económico de Portugal, num contexto em que, o Banca secou o crédito às familias e empresas, as PME´s que vivem para o mercado interno estão “cair que nem tordos”, o desemprego e a miséria a atingir as familias a velocidade alucinante…é de loucos!
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“A linha Poceirão-Caia tinha contrato assinado e obras iniciadas, cancelar implicaria pesadas indemnizações”
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O princípio usado em Portugal para se borrifar em contratos sem pagar indemnizações, ou até de fazer leis com efeito retroactivo chama-se “interesse público”.
Pena que só seja usado (e abusado) quando é para pôr em causa o Zé Pagante. Quando os interesses mais altos se alevantam, é que não se pode fazer nada. No mínimo põe-se o Zé a pagar as indemnizações, que os grandes não podem ficar prejudicados, era só o que faltava.
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O TGV não vai sair à hora de ponta?
Não sei mas no periodo 05:42 -07:02 o espaço é de vinte minutos e aos fins-de-semana passa para trinta minutos.
O que é que interessa a velocidade a que faz o troço Coina-Entrecampos, não é possível recupar noutro lado (note que estamos a falar de mercadorias) e como já disse de pessoas (muitas) que falam mal de tudo e de todos, os velhos do Restelo
A não ser que o senhor acredite que vamos ter uma centena de frequências diárias.
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Ó Tric, eu não defendo este modelo adoptado pelo governo. Segundo parece vai subir os custos, pois além do TGV vai ter dentro outra bitola para as mercadorias,s egundo entendi.
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Mas daí a dizer que é uma palhaçada debater o transporte de mercadorias, quanto mais somos periféricos… Vc. viu quanto custa transportar o raio dos carros da Autoeuropa? 15%. É muito, não é. Pois. E pode ser a diferença entre ter uma fábrica em Portugal ou outra na Hungria, por exemplo.
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Mas se Vc. acha que é palhaçada… Já nem lhe digo nada!
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com tanta exportação tuga, não percebo como estamos em crise!
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Isso de comboios é treta. O que interessa é é que isso tudo custa em mais aumentos de impostos ? É comboio de ‘alta prestação’ ou altas prestações mensais a pagar em mais impostos ? Vem bem embrulhado com marketing mais ou menos mas o produto que é embrulhado é muito foleiro.
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««O que é que interessa a velocidade a que faz o troço Coina-Entrecampos, não é possível recupar noutro lado (note que estamos a falar de mercadorias)»»
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Não estamos a falar de mercadorias. O comboio não precisa vir a Lisboa por causa de mercadorias.
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e então chega-se ao limbo,
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em termos empresariais e fiscais VENDE-SE uma influência, ou melhor um produto, recebe-se por baixo da mesa ao balcão da chafarica de vão de escadas, sem renda nem empregados nem investimentos em maquinas ou instalações, vulgata tecnico-financeira, CORRUPÇÃO.
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Não há IVA, não há IRC, não há IRS. Isenção total. Quando esse dinheiro reentra no Consumo não é recuperado o IVA nem o IRS nem o IRS que deixaram de ser cobrados. Ou seja à cabeça o que compra tem logo um desconto automático digamos duns 70% (23% de IVA+ 25% IRC+ X de IRS que a corrupção isentou e a Governança não proibiu. Traduz-se num desconto real de 70% em tudo o esse dinheiro vai comprar.
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Eis porque PROIBEM O IMPOSTO NACIONAL UNICO. É que havendo só um IMPOSTO NACIONAL e SÓ SOBRE O CONSUMO esse desconto ‘por dentro’ de 70% em tudo o que esse dinheiro compra pura e simplesmente ia à vida. Ficava só de fora a forma como esse dinheiro do negocio da ‘venda de influência’ para a Justiça resolver ou criminalizando ou absorvendo normalizando com normal que qualquer um pode usar e não só alguns ‘abençoados.
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É assim a vida, os comboios, os sobreiros, as multi-pensões, os lucros especulativos sob a forma de ordenados publicos, os sumarinos & Companhia Lda.
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O povoléu que não sabe roubar com a ponta da caneta como as elites dum lado do outro e dos outro e doutro (decretos, impostos, contratos e tal e tal),
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começou a roubar com a ponta da pistola (ourivesarias, bancos e toca a andar). Estão bem uns para os outros. Nada de anormal. Apenas o normal. No meio fica prensada a classe média dos cumpridores e das regras etc; roubados pelos de cima e pelos de baixo. É a vida. É a fotografia. O black hole a engolir isto tudo. Haja saúde e dinheiro para gastos diz a classe média cumpridora e a arranahr-se toda pelos cumprimentos que os de cima e os de baixo defecam em cima. Ora bem. Por mi tudo, sou o velho vendo o mundo em cima do monte de pedras. E os mais novos ? Desenrasquem. É Português, é Portugal. Nem melhor nem pior, diferente. os outros é o mesmo mas empacotado de maneira diferente.
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“Mas daí a dizer que é uma palhaçada debater o transporte de mercadorias, quanto mais somos periféricos… Vc. viu quanto custa transportar o raio dos carros da Autoeuropa? 15%. É muito, não é. Pois. E pode ser a diferença entre ter uma fábrica em Portugal ou outra na Hungria, por exemplo.”
sim, pode ser a diferença!!!… tal como a carga fiscal, os salários etc…os incentivos governamentais!etc…decisões politicas externas…etc
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Anonimato 15.40H
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É a tal BUCETA DO DINHEIRO.
Para a rapaziada das Finanças a definição tecnica dest outra forma de dinheiro barato ou especulativo ou improdutivo ao alcance de qualquer um apenas proibida pela ‘moral ou os sentimentos’, a CORRUPÇÃO
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Em Português mais fino buecta significa bolsa.
Em brasileiro mais terra a terra, mais vaginal. O equipamento com que comercializa a PROSTITUIÇÃO.
Em termos fiscais, QUE DEVE SER LEGALIZADA e PAGAR IMPOSTOS e TER SEGURANÇA SOCIAL e TER PENSÂO DE VELHICE etc.
A hipocrisia angraçada, para uns os Impostos e a S Social são obrigatórios. Para outros quiçá por ‘obra e graça do Espirito Santo’ não são obrigatórios, sequerDireitos de Cidadania.
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O principio da IGUALDADE e da FRATERNIDADE humana, nascemos todos do mesmo. Contra a hipocrisia que desde o ano zero (Maria Madalena story) bem prega mas continua na mesma. Parole, parole, lindas em moralistas fanáticos acima do ‘vive e deixa viver (live and let live) e do essencial nascemos todos da mesma forma apenas para termos liberdade de viver segundo o que a Natureza apetrechou cada um para isso. Nem mais nem menos.
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A mesma corrupção, no caso a Prostituição, noutro a magistratura de infuências, noutra o acaso pôs-me a decidir, noutra ninguém passa por cima do meu cadáver sem pagar tenho mulher e filhos afinal como os outros mas sou diferente …… Resumindo ‘o venha o meu porque vergar a mola a criar riqueza e a arriscar em criação de postos de trabalho é bom pró preto’.
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Lagelize-se a Corrupção. Vamos ser todos corruptos e maisd ninguém se queixa. Agora uns terem esse direito e outros não é que é uma INJUSTIÇA INACEITAVEL.
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Na AR está a falar a SenhoraDe Vitorino. Já sabemos que gosta de’combóios. Novos, novas aventuras, novos ocntratos. É suposto na vida privada não seer assim, de combóios.
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O comboio não precisa vir a Lisboa por causa de mercadorias.
Pois não baste que JIT esteja tudo preparado no Poçeirão, continuamos a falar de mercadorias com alguns passageiros, atrelar e seguir.
Se não sabem fazer mandem vir três ou quatro americanos ou suecos que eles fazem isso e ainda por cima não viajam de borla nos combóios.
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Não é verdade que nós tínhamos contrato assinado e que, apesar disso, nos tiram meio subsídio de Natal? Ao abrigo de que contrato?
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Os nossos contratos salariais não foram blindados pelos melhores escritórios de advocacia que muito bem se fazem pagar por essas coisas, uma das corjas da sociedade que muito contribuiu para estarmos falidos agora.
Eu não discordo de vocês, só que ainda não vi ninguém explicar como se faz isso, seja nesta questão do TGV seja por exemplo na electricidade subsidiada. Os contratos daquela merda toda devem ser lindos devem…. e com o nosso sistema judicial podem esperar anos sentados à espera de justiça, para no final o Estado perder as causas e ainda pagar mais indemnizações.
Provavelmente o melhor em Portugal seria deixar alguns desses grupos de construção e bancários que se meteram nisto irem à falência. O BPI por exemplo saiu o ano passado do TGV, percebeu o buraco em que se estava a meter.
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a meu ver, a mesma pessoa vem agora com estas prestações, menos custosas, mais baratas e adequadas à ligação direta à Europa pela mesma razão que, em função do desenvolvimento futuro, alguma coisa haveria de ser feita e, ora então, posto de lado aquele gasto incomportável, vaidoso, decidido a capricho, do tgv que se teimava, algo se nos depara, enfim, como necessário em vista ao futuro e que baste bem ponderado.
parabéns, manel, é então dar-lhe .
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O Senhor De Basilio Horta exige antecipadamente o Plano de Reestruturação dos Transportes Publicos.
Afinal o que sempre fez enquanto autoridade máxima do investimento estrangeiro (isenções, faclidades etc para o são funcionamento das regras de mercado entre Empresarios Nacionais e Estrangeiros, por exº as isenções de IRC etc dadas às chafaricas xinas por aí em tudo o que é vilarefo ou aldeira a secar tudo à volta). Sempre distribuiu tudo antecipadamente à AR e a Comunicação Social. Tudo calrinho como a àgua.
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Um exemplo de respito pela Democracia. Exijo o que fiz em respeito pelo Eleitorado, Cidadãos e Empresas Nacionais. Na jogatana da ‘batalha naval tuga’, uns dizem outro tiro na àgua, ao lado do porta-aviões. Parabéns
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“Acha que o ministro fez algum estudo de viabilidade económica?”
Nem este nem os anteriores, objectos de pura irresponsabilidade.
Aceitando por ex, os números que o rapaz engenheiro da empresa lhes apresentava, RAVE:
Dia a dia, entre Lisboa e Madrid, 25 mil passageiros, 365 dias por ano (média), em 2030.
Entre Porto e Madrid, um pouco mais.
No DN (hoje): artigo engenheiro Pompeu dos Santos: “Desatar o nó”
Fala quem sabe e do que sabe.
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O que eu acho incrível é que ainda se debate se Portugal vai conseguir pagar a dívida e já estamos a falar em investir num projecto cujo retorno se põe em dúvida. Não há dúvida que o paradigma de que o “dinheiro acabará por aparecer”, a UE toma conta de nós, etc, está enraizado na cabeça das pessoas, até dos governantes de quem menos a gente espera. Não há ninguém, mas mesmo ninguém, responsável em Portugal.
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Prefiro MIL vezes o TGV do Sócrates.
Mais rápido e mais barato!
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Diz o impagável arlindo:
“Prefiro MIL vezes o TGV do Sócrates”.
O Sócrates tem um TGV? Ena! Já ouvira dizer que o gajo tinha a bitola larga, mas tanto, caramba, nunca pensei…
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Álvaro Santos Pereira dava aulas numa universidade do Canadá, país civilizadíssimo. Hoje sujeita-se a uma peixeirada numa comissão parlamentar indígena que deu um degradante espectáculo, ao exacto nível da indigência cívica em que andamos atolados. Realmente, o amor à pátria pode alcançar píncaros inimagináveis!!!
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Discutir um porto de transhipment com problemas de horários de passagem de nível, só mesmo de especialistas de café e professores de filosofia.
Mas a vida não é assim.
Parece, mas não é.
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o que eu acho engraçado na visão estratégica nacional de transportes é que os transportes de mercadorias internas tudo se faz para os encarecer!!! e vão acabar com infinidade de km de linhas ferreas internas…!!! as mercadorias que chegam a Portugal através dos Portos e seguem para a Europa, ou em sentido contrario, tudo se faz para se tornarem mais baratos à custa do dinheiro dos Portugueses…não admira que Espanhois, Brasileiros, Alemães etc, apoiem o modelo “nacional” de transportes…
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Com a caneta se enganam os tolos, pela boca morre o peixe.
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“E interrompe-se a passagem de comboios da Fertagus?”
Negativo positivo.
A via férrea devia atravessar o Tejo na região de Alverca.
Há hoje 4 (quatro) vias entre Vila Franca e Lisboa.
Assim falava um engenheiro do PS: António Brotas de sua graça.
Em verdade verdade, que uma TTT vinha muito mais a calhar
para o ‘socialista’ Jorge Coelho.
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“O Lucklucky devia ler isto, que passa a vida a dizer que o ocidente está em declinio:”
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🙂 Então se uma empresa portuguesa está bem então Portugal está bem…?
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Quanto ao Ministro do Ministério que nem deveria existir parece estar louco. É a única conclusão a que se pode chegar.
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Quando é que o fdp do Basílio, um vira-casacas nojento, ganha um módico de vergonha na cara?
Quando é que o PS, um partido supostamente responsável, deixa de confiar a sua representação a camaleões e vendidos como o desgraçado do Basílio ou o triste do Campos, que perderam há muito toda a credibilidade e autoridade moral possíveis?
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” Então se uma empresa portuguesa está bem então Portugal está bem…?”
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Pois. Não é uma empresa tuga estar bem. É o facto dos europeus estarem a ganhar quotas de mercado. Mas isso a si não lhe convém atentar. Claro. Se os americanos estão a descarrilar, é porque todo o resto do Ocidente também. lololol
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Vá lá beber um bagacinho, que eu já estou com um nas mãos, faxavor.
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Caro Lucklulcuky, veja este interessante gráfico:
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http://www.businessinsider.com/check-out-the-dramatic-divergence-in-employment-in-canada-and-the-us-2011-10
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É mesmo o declinio do Ocidente. Cof! Cof! Cof!
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com efeito, o tgv era um luxo socratino, inútil, de origem caprichosa e intenção caríssima;
enquanto agora temos uma obra ponderadamente pragmática, útil e virada ao futuro em que se investe, conforme aos padrões-carril da europa .
e essa é a grande diferença, numa dúzia ao mesmo tempo, capisce ?!
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Parece-me que este campo de comentários está cheio de maquinistas… ou serão só revisores? Cambada…
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