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O crescimento II

30 Abril, 2012

O que faz com que o Japão cresça a taxas cada vez mais baixas? Será que ainda não lhes explicaram  que têm que apostar no crescimento?

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264 comentários leave one →
  1. simil permalink
    30 Abril, 2012 10:18

    O Japão já sabe, é a prova provada que um homem não pode subir e subir sempre, sem romper os limites da escala, tem de alguma vez retroceder, acalmar e tomar alento .

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  2. von permalink
    30 Abril, 2012 10:32

    Estão à espera de ser iluminados pelo seu discernimento universal. Pena que a verve seja limitada.

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  3. 30 Abril, 2012 10:58

    Com demasiada frequência não se presta a devida atenção à influência que uma correcta política de saúde tem sobre a economia: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/04/atencao-fraude-financeira-prejudica.html

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  4. carlos moreira permalink
    30 Abril, 2012 13:21

    Sr. João já foi ao Japão?
    de longe o país mais desenvolvido do planeta
    mas continuar a crescer sempre? com um pequeno esforço mental ,vai comprreender ,ser dificil.
    e por muito esforço que eu faça não compreendo o sentido do seu post.
    pois… quer defender o indefensável
    Comparação ridicula

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  5. 30 Abril, 2012 13:22

    O Japão é um caso engraçado. Apesar das doses cavalares de “estímulos” keynesianos (incluindo as “oportunidades” que os krugmanitas sempre encontram em terramotos, tsunamis, etc) que levaram os níveis de dívida pública no PIB para lá da estratosfera e das injecções monetaristas de liquidez acompanhadas desta (extra)ordinária política de taxas de juro de 0%, a coisa é a que se vê. Como isto dura há perto de 20 anos, diria que era tempo de adoptar um outro caminho.

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  6. zazie permalink
    30 Abril, 2012 13:47

    “A coisa é como se vê”.
    .
    Como se vê, como? Este Peluche é anormal.

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  7. zazie permalink
    30 Abril, 2012 13:49

    Mas estes imbecis imaginam crescimento até à estratosfera ou à utopia do Fim da História» Só pode.
    .
    Pois se um país já está desenvolvido, querem que cresça como e para quê? Por conquista de território? só se for.

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  8. 30 Abril, 2012 14:10

    Já ouviu falar do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)?

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  9. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:13

    No seu caso será mais IDR- Índice de regressão humana.

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  10. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:16

    O Japão está em 12º.
    .
    Portanto, o que o JM quer é Imperialismo ninja.

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  11. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 14:30

    “Pois se um país já está desenvolvido, querem que cresça como e para quê? Por conquista de território? só se for.”
    .
    .
    Não entendo esta tua objecção. Achas que em Portugal ainda se vive bem? E nos USA?
    .
    .
    Achas que existem limites ao crescimento? Porquê?
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    Não estás a aderir ao neo-eugenismo? Onde as elites podem desfrutar daquilo que o comum do cidadão não o pode?
    .
    .
    Pensa como era a vida há 100 anos atrás. O que diriam os que viviam então uma crise. Ou podes ir mais atrás, com o Malthus e seus discípulos. Existem limites ao crescimento? Que limites?
    .
    .

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  12. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 14:31

    Esta malta é incorrigível. Aderem a modas com uma facilidade… Da euforia à depressão…

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  13. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:34

    Estamos a falar do Japão, ó maluco!!!
    .
    Achas que o Japão não está desenvolvido?
    .
    V.s drogam-se.

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  14. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:35

    Trata-te que essa tara de veres nazis em toda a parte é demência. Nem leste o post. Nem leste o comentário. Tinhas de vir, como os fanáticos, atacar logo sem perceberes o quê. E com os processos de intenção à comuna.

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  15. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:38

    Estes imbecis nem entendem coisas básicas como a diminuição de crescimento quando se atinge um patamar elevado.
    .
    A menos que exista conquista territorial, é óbvio que um país muito desenvolvido, sem descobertas científicas novas, não tem por onde crescer a uma velocidade galopante, como cresce um atrasado.
    .
    Mas eles acham que os países são como eles- todos atrasados mentais.

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  16. Zebedeu Flautista permalink
    30 Abril, 2012 14:39

    É óbvio que o que faz o Japão não crescer a taxas idênticas à China são as regalias sociais e a estúpida obsessão com politicas de bem estar. A sociedade esta muito envelhecida e os velhos estão a ser um fardo muito grande. Acho até que a maior parte da divida publica é detida por seniores. Ora se confiscarem os velhos ranhosos que andaram a roubar os empreendedores durante décadas e se abater à divida publica os rácios ficam mais jeitosos e a velhada tem de vergar a mola e contribuir para o aumento do PIB. Já dizia o meu avó que quem não trabuca não manduca.
    .
    Entretanto aqui na tugalandia:
    .
    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=553885
    .
    Fundo da Segurança Social vai poder investir na banca independentemente do risco e atente-se no pormenor-Portaria hoje publicada elimina as restrições ao investimento em dívida privada. Medida vai vigorar durante todo o período de assistência financeira e é retroactiva a Janeiro de 2012.
    .
    Isto sim é de visionários. Andar a comprar trampa tóxica com o dinheiro da velhice e contra a lei mas não há problema que depois faz se leis retroactivas a legalizar a canalhice. Agora cortar nas PPP isso é que não que assusta os investidores estrangeiros e põe em causa o estado de direito. PACTA SUNT SERVANTA O MUERTE!

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  17. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 14:39

    “Achas que o Japão não está desenvolvido?”
    .
    .
    Não. Por acaso, acho que não. O nível de vida deles ainda pode melhorar muito. Achas que não?
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    “Trata-te que essa tara de veres nazis em toda a parte é demência. ”
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    Que nazismo? Eu pergunto-te. Existem limites ao crescimento? Que limites? Que limites existem ao crescimento do Japão? (E até acho que eles, se não derem o berro por causa do seu excesso de dívida, até poderão crescer bem, nos próximos 10 a 20 anos. Mas isso sou eu, que sou quase sempre do contra.)
    .
    .
    Eu pergunto-te. Existem limites ao crescimento? Que limites? E que limites existem no Japão?

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  18. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 14:53

    As pessoas aderem a modas com uma facilidade inacreditável e passam a acreditar em cada patranha.
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    Existem limites ao crescimento em países ditos ricos? Peguemos no exemplo americano:
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    ” But what’s striking is how low life expectancies are in specific areas. As the report notes, “Five counties in Mississippi have the lowest life expectancies for women, all below 74.5 years, putting them behind nations such as Honduras, El Salvador, and Peru.”
    .
    .
    Take a look at the geographic breakdown for women above. The South, the Appalachian region and parts of the Midwest had significantly lower life expectancy rates, something the report emphasized goes beyond socioeconomic and geographic factors. “The extent of geographic inequality is substantially larger in the US than in the UK, Canada, or Japan,” the report notes.”
    .
    in http://www.theatlanticwire.com/national/2011/06/chart-disparities-life-expectancy-us/38912/ (Cliquem no link para acederem ao estudo.)
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    .
    O que dizem agora os neo-eugenistas. Que os países ricos não podem crescer mais devido a limites vários. Recursos naturais, espaço, etc. Isso então que na prática, os países não devem se preocupar muito com o crescimento económico pois os povos desses países ricos já estão bem. Mas os povos estão mesmo? O que é uma média? E as médias o que nos dizem? E dizem tudo?
    .
    .
    Tome-se como exemplo o caso norte-americano. Eles não podem crescer mais? Quando existem grandes disparidades no nível de vida das populações? Deve-se desistir de providenciar melhores condições de vida e mais crescimento económico aos mais fracos? Porquê? Para manter o quinhão dos mais fortes? O que é isto? Que tipo de ideologia é esta?
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    .
    Se as disparidades existem nos USA, não existem noutros países?

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  19. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:55

    Não merece resposta. Não falo com fanáticos.
    .
    O Japão está em 12º lugar no IHD. Está em crescimento. Apenas menos rápido do que outros que ainda estão na miséria. Mas estes possidónios nem pensam. Imaginam tudo a ser quaquibilionário para tratarem os seus complexos de inferioridade.

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  20. zazie permalink
    30 Abril, 2012 14:57

    E depois, a tese que o JM quer vender é que as sociedades são todas iguais e têm de ter parâmetros por terraplanagem à imagem do mito da neotontice.
    .
    Ora, neotontice é para imbecis à americana rica. Que sustentam o American Dream com bolhas económicas e imperialismo.
    .
    São incapazes de entender uma sociedade diferente por existirem características diferentes entre os povos.
    .
    Pela teoria destes imperialistas de caca neotonta, Israel nunca teria acontecido.

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  21. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:07

    Peguemos no exemplo dos recursos. E voltemos atrás no tempo. Quando as necessidades de energia eram providenciadas pela madeira e pelo óleo da baleia, que poderiam esperar os decisores públicas? Que existiam limites ao crescimento devido à falta de recursos naturais. (Basta ver a desflorestação inglesa para se perceber o tal ponto de estrangulamento.) No entanto, algures na Pensilvânia surgiu o aproveitamento económico de um novo recurso: o petróleo. Ninguém se tiha lembrado que o petróleo poderia providenciar parte das necessidades. Mas nem sequer existia a electricidade como a conhecemos. Umas décadas depois surge a… Electricidade. Os pessimistas de então, os malthusianos nunca previram o evento de duas fontes de energia fundamentais: o petróleo e a electricidade. E os limites do crescimento…
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    .
    Mas, nessa altura, como hoje o facto de não conhecermos determinados recursos e inovações tecnológicas não quer dizer que eles não surjam ou até já estejam algures, por aí, a serem desenvolvidas.
    .
    .
    Tomemos como exemplo as nanotecnologias. Elas são de tal forma prometedoras, que eu vislumbro (mas isso sou eu que sou tolinho, não é? ) que em breve, o homem poderá imitar a natureza e criar combustíveis a partir dos átomos do hidrogénio, do oxgénio e do carbono. E a gasolina será fabricada em fábricas como hoje se fabrica nylon ou polyester.
    .
    .
    Estes novos materiais já estão a entrar no nosso mercado. Por exemplo, os russos já estão a comercializar os primeiros nanomateriais que dispensam o uso de cobre nalguns produtos electrónicos. A partir dos átomos de carbono… Ou seja, o dia em que deixamos de usar o cobre está bem mais próximo do que se pensa.
    .
    .
    O ser humano tem tido a enorme capacidade de criar alternativas aos recursos caros e raros. O capitalismo não é maravilhoso? 😉
    .
    .
    Os pessimistas acham que há limites ao crescimento. Os neo-malthgusianos sob a égide do neo-eugenismo. nem precisam de serem nazies. Basta serem pessimistas porque não procuram para além da luz que alumia o seu caminho. Infelizmente é assim que se passa.
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    .
    Os ciclos económicos servem para isso mesmo. Para servir de limpeza dos mais ineficientes e o surgimentos de tecnologias mais eficientes,mais produtivas e com maior nível de vida das populações.
    .
    .
    Há 100 anos atrás quase não havia electricidade no mundo. Há 50 anos atrás, as mulheres quase não tinham carreiras profissionais como os homens. Há 20 anos atrás, só uma minoria humana sabia o que era viver em Democracia.
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    .
    Há 30 anos atrás, não havia computadores nas nossas casas nem fábricas. Não havia satélites quase nenhuns. Até a água potável era menos frequente do que se pensava. Mas lentamente, de um modo não linear, apesar de tudo, grande parte da população humana está a melhorar as condições de vida. Mas ainda há muito para melhorar. Querem travar as melhorias nas condições de vidas dos outros povos e guardarem o quinhão para penas as vossas famílias e países? É isso? Pois…

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  22. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:11

    “E depois, a tese que o JM quer vender é que as sociedades são todas iguais e têm de ter parâmetros por terraplanagem à imagem do mito da neotontice.”
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    Não. O JM está a dizer que o Japão está endividados e tal forma, que não é com mais dívida e investimento em infraestruturas que eles sairão da crise. Mas tu queres ver que ls japoneses são de tal maneira diferentes, que as leis da física não se aplicam no Japão como em Portugal? Muito me ensinas, Zazie…

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  23. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:16

    Por acaso, o JM até estava a fazer ironia e disse precisamente o mesmo que eu. Que não tem de apostar no desenvolvimento.
    .
    O Peluche é que apareceu aí a dizer que estava em crise por causa do apoio social.
    .
    Isto para decifrar posts de gente doutrinária só com a cartilha ao lado. A realidade não lhes interessa corno.
    .
    O comuna gaiteiro do Zebedeu até acha que o problema é a qualidade de vida dos velhos no Japão.
    .
    O modelo económico destes imbecis já nem é o americano- é a escravatura chinesa.

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  24. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:18

    Hão-de estar endividados como todo o mundo. Quanto mais endividado, mais rico. O índice agora mede-se assim.
    .
    Mas o JM nem disse isso. Fez o post a falar da treta do desenvolvimento estal e a mostrar que o Japão deve estar a desenvolver-se mais devagar por causa disso.
    .
    Estas merdas neontontas funcionam a conta quilómetros. È o único índice que conhecem. Leninismo puro- sovietes a electricidade.

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  25. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:19

    “Por acaso, o JM até estava a fazer ironia e disse precisamente o mesmo que eu. Que não tem de apostar no desenvolvimento.”
    .
    .
    Achas que sim? Ora pergunta-lhe. Ele está a mostrar que mais de 20 anos de injecções monetárias e gastos públicos, através de dívida, o crescimento não voltou como hoje apregoam os adversários da austeridade. Só tu é que estás a ver mal a ironia dele. ehehehehh
    .
    .
    Vá. Pergunta-lhe, que ele explica-te. 😉

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  26. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:20

    E depois, o que faz muita comichão a estes neotontos do modelo do egoísmo como motor do progresso e da felicidade, é que existam povos com gigantesco sentido comunitário.
    .
    Não deviam existir. Estraga-lhes a cartilha.

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  27. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:23

    Não preciso de perguntar. Ele faz sempre ironia e ninguém percebe.
    .
    Pergunta tu a esse retardado mental do Peluche porquê. Esse é a versão monga do diz que sim a tudo que cheire a neotontice.
    .
    Pergunta-lhe por que é que mal leu o post escreveu que era keynesianismo a doença ninja:
    .
    Disse o urso sintético made in Taiwan:
    .
    «O Japão é um caso engraçado. Apesar das doses cavalares de “estímulos” keynesianos (incluindo as “oportunidades” que os krugmanitas sempre encontram em terramotos, tsunamis, etc) que levaram os níveis de dívida pública no PIB para lá da estratosfera e das injecções monetaristas de liquidez acompanhadas desta (extra)ordinária política de taxas de juro de 0%, a coisa é a que se vê. Como isto dura há perto de 20 anos, diria que era tempo de adoptar um outro caminho.»

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  28. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:23

    “E depois, o que faz muita comichão a estes neotontos do modelo do egoísmo como motor do progresso e da felicidade, é que existam povos com gigantesco sentido comunitário.”
    .
    .
    O que tem isso a ver com a falta de crescimento no Japão? Estás a distorcer o que o JM pretende mostrar. E estás a distorcer para tentar provar uma ideologia. A tua. Não a dele.
    .
    .
    Desde há anos, que de vez em quando, eu ponho aqui este gráfico. Poucos o entendem, mas está aqui a resposta:
    .

    .
    .
    O Japão precisa de fazer o mesmo. Assim como a Europa.

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  29. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:25

    “Pergunta tu a esse retardado mental do Peluche porquê. Esse é a versão monga do diz que sim a tudo que cheire a neotontice.”
    .
    .
    Caro JM, explique aqui à Zazie que não é por criar mais dívida que evita a crise. Apenas a adia e torna mais dura a sua cura. Senão a Zazie ainda acredita que no Japão as leis da física são diferentes das da Europa ou dos USA. 😉

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  30. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:26

    E tem tudo a mesma área. Os países, não só têm gente toda igual, como na cabeça neotonta têm todos as mesma dimensão. O Japão é do tamanho da China que, por sua vez, tem a mesma dimensão do Lichenstein.
    .
    E são povoados por serzinhos egoístas, por átomos do Leviathan hobbesiano que desejam todos o mesmo, como a cartilha explica.

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  31. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:27

    Portugal, por exemplo, na cabeça da versão sof morcona- é só a cidade do Porto e arredores.
    .
    “:OP

    Daí a cartilha para o desenvolvimento, ser feita com base no bairro.

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  32. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:28

    Queria dizer : versão soft morcona. Também existe a versão hard morcona. Para esses a escala ideal está nos escravos chinocas da baía de Luanda.

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  33. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:29

    O Luxemburgo é mesmo pequeno, ó Zazie. E o nível de vida deles parece que não se ressente com a falta de tamanho nem recursos. Ou Singapura. A Suiça, etc.
    .
    .
    Estás atentar provar que os países para crescerem dependem dos recursos naturais. Mas eu digo-te que eles são importantes mas não fundamentais. Aliás, os países com menos recursos naturais tendem a ser os mais engenhosos: Alemanha, Japão, Singapura, Hong Kong, Luxemburgo, etc. A Nigéria, o Brasil, a Arabia Saudita, etc. têm recursos mas não lhes chega. Pois não?

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  34. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:31

    O Koo já fartou-se de identificar o problema japonês. Só não descobriu ainda a cura. Mas com tempo, ele também irá lá:
    .
    .
    http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Koo

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  35. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:32

    Ah, e não só a China tem a dimensão do Lichenstein, como todos os países do mundo começaram ao mesmo tempo e, portanto, têm todos de estar iguais.
    .
    Isto é explicado pelo Darwin.

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  36. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:34

    Se o ser humano, apareceu no mesmo dia na terra, por evolução do trilobite, está visto que deviam estar todos iguais há muito tempo. Só não estão porque o liberalismo ainda não se expandiu à escala planetária para levar a boa nova a todo o mundo.

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  37. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:35

    É a versão ecuménica a Friedman. Neotontos de todo o Mundo, uni-vos!

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  38. Zebedeu Flautista permalink
    30 Abril, 2012 15:35

    “O comuna gaiteiro do Zebedeu até acha que o problema é a qualidade de vida dos velhos no Japão.” – Zazie
    .
    Sim é isso. Acho que se deve enfiar todos os velhos em campos de produção inspirados em gulags mas geridos por privados para aumentar a eficácia alimentação/produção.

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  39. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:37

    Zazie, o nível de vida dos povos não tem nada a ver com o tamanho dos países mas o que eles conseguem criar a partir do seu conhecimento e capacidades.
    .
    .
    O tamanho conta para muitas coisas, não para garantir um bom nível de vida. O Luxemburgo é o país da Europa com o PIB per capital mais alto. E é tão pequeno e cheio de tugas…
    .
    .
    De nada vale teres recursos se não souberes criar algo deles. De nada vale teres um tamanho enorme, se não souberes aproveitar esse tamanho. Singapura prova que é possível até na Ásia ter um alto nível de vida sem recursos naturais com abundância.

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  40. zazie permalink
    30 Abril, 2012 15:38

    ehehe
    .
    Enfiá-los em campos de concentração, não. Isso é um desperdício- vendê-los e exportá-los como fazem os chinocas que são o povo mais avançado da galáxia. O novo farol a Oriente.

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  41. Fincapé permalink
    30 Abril, 2012 15:38

    Quanto ao crescimento, o AC falou bem, mas falou em perspetivas. E não abordou o fundamental que é o esgotamento dos recursos a velocidades nunca antes atingidas. Realmente, o crescimento pode não ter limites, se continuarem a ser acrscentadas aldrabices constantes à economia.
    Já quanto ao crescimento mental, esse sim, pode continuar indefinidamente.
    Por exemplo, com um pouco de energia, a suficiente para dar um estalo, os progenitores do Zebedu teriam conseguido educá-lo o suficiente para não dizer mal daquilo que ele vai ser um dia: idoso!
    O que prova que o ter, para alguns, é a única coisa que importa. De resto, podem ser um “não ser”.

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  42. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:40

    Os problemas demográficos existem nos países desenvolvidos porque economicamente o custo de ter filhos é elevado. Quando as sociedades começam a resolver esses problemas, a natalidade inverte. Foi o que aconteceu nos últimos anos, na Escandinávia.
    .
    .
    As pessoas fazem demasiadas extrapolações liberares dos problemas económicos e sociais.

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  43. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:41

    “E não abordou o fundamental que é o esgotamento dos recursos a velocidades nunca antes atingidas. ”
    .
    .
    Isto partindo do pressuposto que Vc. estudou História Económica. Estude bem o século XIX em Inglaterra, por exemplo. E vai perceber que as suas ideias de agora, já os malthusianos as tinham. Vc. é que acha que é tudo novo.
    .
    .
    Já ouviu falar na desflorestação inglesa, por exemplo?

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  44. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:45

    Muita gente acha que sabe muito e vivemos tempos novos. Mas o que estamos a viver não é novo. Só o é para quem gosta de ler pouco. Infelizmente as pessoas acham que já leram tudo. Não o leram e estamos sempre a aprender com o… Passado.
    .
    .
    O pessimismo de agora é o mesmo de há mais de 130 anos atrás. Ciclos, ciclos, ciclos…

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  45. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 15:57

    Sugestão de leitura. Nada de novo na frente ocidental:
    .
    http://www.brown.edu/Departments/Economics/Papers/2008/2008-6_paper.pdf
    .
    .
    O pensamento linear é lixado. As pessoas extrapolam quase sempre as últimas tendências e prevêm quase sempre com base em extrapolações lineares. Mas isso é dos erros mais evidentes no mundo ocidental.
    .
    .
    As pessoas conhecem mal a História e extrapolam demasiado e até acham que os problemas actuais são novos. Ciclo, ciclos, ciclos…
    .
    .

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  46. Fincapé permalink
    30 Abril, 2012 16:00

    Já, já, AC. E na da Ilha de Páscoa. E até na da Grécia antiga. E na acidez dos oceanos, e no petróleo cada vez mais fundo. E no crescimento da Chine e da Índia e do aumento do consumo do petróleo e de muitas outras coisas. Já ouvi falar de muita coisa, por isso é que estranho quando se fala de economia falar-se com parcialidade. Ou seja, apenas dos parâmetros que entram nas contitas que os economistas aprendiam a fazer. Parece-me que agora já não aprendem, porque os programas de computador dão logo os resultados.
    Mas na realidade muitas medidas foram já tomadas que ntenderam a prolongar a agonia do planeta e das pessoas. Com a sugestão do Zebedeu de acabar com os velhos que o alimentaram (mas não educaram), parte dos problemas serão certamente solucionados. Mas, mesmo assim, pensando que muitos dos mais velhos se contentavam com uma fatia de pão com meia sardinha em cima, podemos correr o risco de alguns dos mais novos, principalmente aqueles que gostariam de se apropriar do pote inteiro, juntamente com alguns dos mais velhos, antigos utópicos rendidos à sociedade da abundância, abocanhem do mesmo modo o que há para abocanhar e o planeta não resista. É por isso que considero a cultura e a inteligência a maior riqueza. Coisas que não constam das contas dos economistas.

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  47. Zebedeu Flautista permalink
    30 Abril, 2012 16:02

    “Por exemplo, com um pouco de energia, a suficiente para dar um estalo, os progenitores do Zebedu teriam conseguido educá-lo o suficiente para não dizer mal daquilo que ele vai ser um dia: idoso!” – Fincapé
    .
    Mas isto hoje está tudo parvo? Alguém leu o que eu escrevi? Um gajo indignado com o tratamento do FEFSS e ironiza com o crescimento no Japão e depois passa logo por querer matar os idosos.
    .
    A inversão da pirâmide etária no Japão é óbvio que influencia imenso o desempenho económico e o bem estar futuro da nação nipónica. É que eles nem se reproduzem nem conseguem inverter um pouco isso com a imigração.
    .
    The age 65 and above demographic group increased from 26.5 million in 2006 to 29.47 million in 2011, a 11.2% increase. The Japanese Health Ministry estimates the nation’s total population will decrease by 25% from 127.8 million in 2005 to 95.2 million by 2050.[3] Japan’s elderly population, aged 65 or older, comprised 20% of the nation’s population in June 2006,[4] a percentage expected to increase to 40% by 2055.

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  48. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:04

    O Zebedeu estava a fazer ironia. Mas isto anda tudo tão louco que até já se toma a demência por eficácia económica.
    .

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  49. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:05

    Pois estavas. Eu li à pressa mas é claro que estavas a gozar e a levar ao extremo o que para os netontos é eficiência.

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  50. Zebedeu Flautista permalink
    30 Abril, 2012 16:08

    Portanto a solução é matar todos os velhos e reduzir já para os 95 milhões previstos em 2050 pois claro. Lá está o vagabundo do Zebedeu a morder na mão que o trouxe -mouxe ao mundo.

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  51. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:17

    “Já, já, AC. E na da Ilha de Páscoa. E até na da Grécia antiga.”
    .
    .
    Nada nos garante a eternidade das nossas sociedades. Mas o ser humano não desapareceu. Continua a evoluir. Quem lhe disse que o progresso é linear?
    .
    .
    “E na acidez dos oceanos, e no petróleo cada vez mais fundo. E no crescimento da Chine e da Índia e do aumento do consumo do petróleo e de muitas outras coisas. Já ouvi falar de muita coisa, por isso é que estranho quando se fala de economia falar-se com parcialidade. Ou seja, apenas dos parâmetros que entram nas contitas que os economistas aprendiam a fazer. Parece-me que agora já não aprendem, porque os programas de computador dão logo os resultados.”
    .
    .
    Os malthusianos diziam o mesmo. Vc. acha que está a ser original? Leu o paper do link que eu deixei aí? Leia e vai ver que Vc. está a repisar velhos argumentos.
    .
    .
    “Mas na realidade muitas medidas foram já tomadas que ntenderam a prolongar a agonia do planeta e das pessoas. ”
    .
    .
    A agonia do planeta? Desde quando o planeta tem sentimentos humanos? Você é animista? Está a repisar velhas ideias e religiões. Acha que Vc. é assim tão moderno. 😉
    .
    .
    Sabia que o planeta não tem sentimentos? E que a dita poluição já foi muito pior que nos dias de hoje? Sem existir sequer a Humanidade tal como a conhecemos? Isto de adoptar novas religiões mas no fundo velhas…
    .
    .
    “É por isso que considero a cultura e a inteligência a maior riqueza. Coisas que não constam das contas dos economistas.”
    .
    .
    Nem todos, nem todos. Mas o capitalismo é precisamente a forma dos homens porem em pratica as suas ideias, a sua criatividade e o seu engenho na resolução destes problemas. Os malthusianos eram economistas, não eram? Mas depois o pitroil começou a jorrar, a electricidade a ligar e até a produtividade a aumentar. Não é maravilhoso o capitalismo?
    .
    .
    Olhe isto:
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    .
    A ganência de uns tenta resolver os problemas de outros. Uns choram, outros vendem os lenços. 😉

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  52. vivendipt permalink
    30 Abril, 2012 16:22

    Muito bem Zazie!

    A história da crise do euro.
    vivendi-pt.blogspot.com/2012/04/historia-da-crise-do-euro.html
    Assista aos vídeos que vão mostrar a verdade desta crise. As causas e consequências.
    A não perder!
    Informação de verdade no blog lido em todo o mundo português.

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  53. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:26

    Olhem os tugas a procurar resolver da falta de recursos e até da poluição:
    .
    .
    “Nanocor – Colorir têxteis com 0% de desperdício
    .
    Nanopartículas coloridas que permitem poupar mais de 70% de água e de energia durante o processo de tingimento é o que propõe o projecto Nanocor”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=553325
    .
    .
    Os pessimistas só sabem ver coisas más. Mas o mundo pula e avança.
    .
    .
    Poluição no mundo:
    .

    Gostar

  54. von permalink
    30 Abril, 2012 16:26

    O anti-…, qual canídeo pavloviano, lê “crescimento” e imediatamente fas-ze ouvir. Querer analisar e indicar caminhos ocidentalizados, para uma sociedade (a japonesa) cuja filosofia, funcionamento, deveres e direitos, são completamente diferentes, é apenas patetice. Teimosa patetice.

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  55. 30 Abril, 2012 16:30

    voce realmente anti-comuna e o tipo ideologicamente mais ideologico que ja alguma vez conhecia.Combina o neoliberalismo da direita(cepticismo quanto ao aquecimento), mas depois voce defende as bandeira da esquerda mais arcaica, como o apoio ao irão e á siria , e contra uma nação democratica como os estados unidos.

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  56. simil permalink
    30 Abril, 2012 16:30

    Por conquista de território? só se for. Zazie.
    (Comos querem os States e assim Judeus?)
    Não necessariamente, mas um prédio leva sempre em cima mais um, dois andares, ao ano, que, solidamente alicerçados, ainda aguentam mais outro, sucessivamente.
    Que é o sentido do post, como o seu non-sense, me parece, acontecendo que há aí gente que o acha falto de sentido.
    Com razão, se estamos em democracia .

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  57. 30 Abril, 2012 16:30

    exótico

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  58. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:31

    Não é nada, von: v. também não percebe corno disto. Vem tudo do trilobite- é tudo igual- aplica-se a cartilha económica a todos que é chapa zero que não falha.

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  59. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:34

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  60. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:35

    “Querer analisar e indicar caminhos ocidentalizados, para uma sociedade (a japonesa) cuja filosofia, funcionamento, deveres e direitos, são completamente diferentes, é apenas patetice. Teimosa patetice.”
    .
    .
    Exacto. Por isso é que as leis da física têm uma excepção no Japão. eehehheeh
    .
    .
    Só os toinos é que acham que a Ciência se aplica das mesma forma em todo o lado. Está certo.
    .
    .
    Aliás, eu até diria mais. Os japoneses são de tal forma diferentes dos demais humanos que eu desconfio que eles são ET disfarçados de humanos. Duvidam:
    .

    Gostar

  61. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:35

    et alors…
    .

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  62. von permalink
    30 Abril, 2012 16:37

    Portanto, um modelo económico pode ser aplicado sem qualquer problema e com previsão de sucesso, em qualquer lugar do planeta?

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  63. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:38

    É até curioso que os japoneses tornaram-se campeões do crescimento económico com ideias ocidentais:
    .
    http://homepage3.nifty.com/ronten/development.pdf
    .
    .
    Curioso, não é?
    .
    .
    O Japão padece de problemas económicos que também aconteceram em Inglaterra, entre as guerras, mas esta gente acha que o Japão é diferente. eheheheheh
    .
    .
    “Há mais entre o céu e a terra que a tua vã filosofia supõe.” 😉

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  64. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:41

    “Portanto, um modelo económico pode ser aplicado sem qualquer problema e com previsão de sucesso, em qualquer lugar do planeta?”
    .
    .
    Não existe um modelo único. Mas existem modelos que se aplicam bem em quase todo o lado:
    .
    http://www.stanford.edu/~ljlau/Presentations/Presentations/021004.PDF
    .
    .
    Mas é natural que haja sempre os mais incrédulos. Os japoneses são ET e de tal forma, que a “doença deles” nunca poderá ser curada à moda ocidental:
    .

    Gostar

  65. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:42

    Mas isso nem se pergunta, von. Já dizia o Lenine e o Hayek.
    .
    Pode e dá a utopia do paraíso na terra.

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  66. von permalink
    30 Abril, 2012 16:42

    Acha que os japoneses aceitariam as ideias liberais de cuidados à terceira idade?

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  67. Fincapé permalink
    30 Abril, 2012 16:42

    Se entendi mal, peço desculpa ao Zebedeu. E fico seriamente chateado comigo. Detesto cometer esse tipo de injustiças, seja com quem for. Lamento mesmo.
    Em relação ao AC, leio muito do que escreve e do que copia. Aprecio sinceramente o seu otimismo que às vezes até me acende uma luzinha, mas muito fraquinha. Assim, tipo LED, mas daqueles que não davam para produzir lâmpadas destas modernas e económicas.
    Mas, por amor do divino, seja ele quem for, não chame malthusiano a tudo o que mexe. E veja o meu pessimismo, não como um futuro que eu desejo, mas sim como uma necessidade de dizer não a aventureirismos no progresso, na economia e em toda a organização que implique o saque até ao esgotamento. Se há 40 ou 50 anos (ou menos) dissessem às pessoas que elas tinha de reduzir certos consumos, como da água, por exemplo, elas rir-se iam à gargalhada, porque a viam passar livremente a caminho dos mares. Hoje fazem-se contas rigorosas ao custo da água para produzir um quilo de café. Não tivessem sido tomadas medidas de urgência, tanto em relação aos CFC, como imensas outras, e estaríamos num lindo estado. A grande diferença é que você acredita que haverá sempre soluções para tudo. Eu tenho constantemente dúvidas. Acho que sou mais razoável, mas não espero que pense como eu.

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  68. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:48

    A Inglaterra e a sua crise:
    .
    http://emlab.berkeley.edu/~eichengr/research/floudjohnsonchaptersep16-03.pdf
    .
    .
    As crises acontecem em qualquer lado e em qualquer lugar. Não se pode extrapolar linearmente as tendências nem problemas económicos. Mas as curas quase sempre são parecida.
    .
    .
    https://www.globalfinancialdata.com/News/Articles/Government_Debt.pdf
    .
    .
    Já o Hume tinha tido olho para a coisa:
    .
    http://ideas.repec.org/p/ads/wpaper/0001.html
    .
    .
    Esta gente prefere esconder os factos que assumir os que traem as suas ideologias. 😉

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  69. vivendipt permalink
    30 Abril, 2012 16:49

    Não é a economia que arrasta uma sociedade.
    É a cultura… estúpido!

    A história da crise do euro.
    vivendi-pt.blogspot.com/2012/04/historia-da-crise-do-euro.html
    Assista aos vídeos que vão mostrar a verdade desta crise. As causas e consequências.
    A não perder!
    Informação de verdade no blog lido em todo o mundo português.

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  70. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:52

    “Se há 40 ou 50 anos (ou menos) dissessem às pessoas que elas tinha de reduzir certos consumos, como da água, por exemplo, elas rir-se iam à gargalhada, porque a viam passar livremente a caminho dos mares. ”
    .
    .
    Diziam há cerca de 130 anos. Só Vc. é que acha que vivemos tempos novos. Já se deu ao trabalho de ler as ideias malthusianas?
    .
    .
    E este senhor? http://www.uwplatt.edu/~soofi/khaldun2.pdf
    .
    .
    O que é o racismo? É a crença que os demais são inferiores. Ou até, por vezes superiores. E o que diz o racismo? Que os demais povos nunca poderão ter as mesmas atitudes que nós. No entanto, curiosamente, os mesmos racistas que dizem que os outros nunca poderão ter o mesmo comportamento que o nosso, são os primeiros a guinchar com a dita “globalização cultural”:
    .

    .
    .
    O racismo e o paternalismo é fodido…

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  71. von permalink
    30 Abril, 2012 16:54

    Ó anti, você é um teórico, baseado em artigos de ocasião e doutrinas. Um teórico de caminho único. As sociedades têm especificidades que não permitem a aplicação de modelos e derivados, de uma forma universal. As sociedades orientais são obviamente exemplos claros. O crescimento desmesurado à custa da diminuição ou abolição de certos conceitos, não funcionam em certas sociedades, cujos valores morais e sociais se sobrepõem aos económicos. A vida, caro anti, é mais que números!

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  72. Oscar Maximo permalink
    30 Abril, 2012 16:56

    Mais um, e logo anti-comuna, a juntar-se aos economistas e a pensar que é possivel crescimento infinito num mundo finito. Clarificando as coisas: Malthus estava essencialmente certo, mas não podia prever que iam ser desenvolvidas novas formas de energia que iam adiar muitos limites. Mas nem sempre haverá novos truques no saco. Já o modelo Meadows, do Clube de Roma, está a acertar nas previsões que fez há 40 anos. Os principais limites que já estão a bater são: petróleo convencional, o único barato, sementes para alimentação, metais em geral, alguns metais raros, fosfatos. Isto torna o crescimento agregado insipiente primeiro, e depois impossivel.

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  73. zazie permalink
    30 Abril, 2012 16:57

    Nem de propósito. O Dragão a gozar com estes mitos todos:
    .
    http://dragoscopio.blogspot.pt/2012/04/7-lei-da-ratafisica-desantropologica.html

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  74. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:58

    Mais convencionalismo na Ásia. Agora na Koreia do Sul:
    .
    http://www.ucm.es/info/eid/pb/Book02FGB.pdf
    .
    .
    Aliás, os gajos, os asiáticos, até estão a dar uma banhada aos ocidentais. Pegaram nas ideias ocidentais e aplicam-nas de tal forma, que vão aos poucos ultrapassando economicamente os ocidentais.
    .
    .
    Peguemos neste exemplo:
    .
    “Após a Segunda Guerra Mundial, o Japão se encontrava economicamente no chão. Novas leis trabalhistas que foram introduzidas pela ocupação norte-americana contribuíram para reforçar a posição dos trabalhadores nas negociações de condições mais favoráveis ​​de emprego. Os sindicatos usaram sua força para alcançar acordos duradouros, tendo conquistado uma participação nos lucros da empresa para os trabalhadores, como forma de um bônus pago além do salário básico. Além disso, não era o caso de existir, no Japão desta época, nem imigrantes dispostos a trabalhar em más condições de trabalho em troca de altos salários ou tampouco minorias com oportunidades de emprego limitadas.
    .
    Assim, nos anos 50, os japoneses retomaram as idéias da administração clássica de Fayol e as críticas delas decorrentes para renovar sua indústria e desenvolveram o conceito de aprimoramento contínuo, Kaizen. Essa prática (exprimindo uma forte filosofia de vida oriental e sendo, por sua vez também, uma filosofia, uma cultura) visa o bem não somente da empresa como do homem que trabalha nela. As empresas são municiadas com ferramentas para se organizarem e buscarem sempre resultados melhores. Partindo do princípio de que o tempo é o melhor indicador isolado de competitividade, atua de forma ampla para reconhecer e eliminar os desperdícios existentes na empresa, sejam em processos produtivos já existentes ou em fase de projeto, produtos novos, manutenção de máquinas ou, ainda, processos administrativos.”
    .
    in http://pt.wikipedia.org/wiki/Kaizen
    .
    .
    Os ocidentais, cada vez mais preguiçosos da moleirinha, queixam-se depois que são, os asiáticos, diferentes. Mas, não é por acaso que a crise japonesa continua: http://pt.wikipedia.org/wiki/Keynesianismo
    .
    .
    Eles não sabem nem sonham, que o sonho comanda a vida…

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  75. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 16:59

    “Clarificando as coisas: Malthus estava essencialmente certo, mas não podia prever que iam ser desenvolvidas novas formas de energia que iam adiar muitos limites. ”
    .
    .
    E Vc. sabe? Então diga-me. Diga-me que eu quere ganhar o totoloto. eheheheheheh

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  76. zazie permalink
    30 Abril, 2012 17:00

    « Sim, para a banca não se romper, ando pr’aqui eu a esfarrapar-me todo! No fim disto tudo, temo bem, estará a banca remendada e eu esfolado vivo dos pés à cabeça. E mais zurzido que um Cristo!
    – Faz parte do processo reformador em curso….
    – Só se for para ti. Para mim é o Calvário reforçado no coiro!
    – Capacita-te: É crucial! Quanto mais te esfolares e romperes todo, mais hipórteses teremos de recuperar a confiança dos mercados!…
    – A ver se percebo: quanto menos confiança eu tiver nos mercados (e ela diminui a cada hectómetro), mais confiança eles ganham em mim? Deve ser então uma espécie de transfusão de confiança. Na verdade, e por assim dizer, não sangro: dou-lhes sangue. Sangue, que é como quem diz: confiança.
    – Vês,como o exercício te é benéfico!… Até já começas a desproferir aleivosias.
    – É.Quando um tipo carrega com as dos outros no lombo, nem tem tempo para lavrar as suas.»
    .
    ahahahaha

    Só o Dragão para mostrar a palhaçada.

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  77. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:01

    ” As sociedades orientais são obviamente exemplos claros.”
    .
    .
    Sim, sim. isto de conhecer História asiática pelo que se lê nalguns lados. Infelizmente Vc. é outro cromo ignorante que acha que sabe mais que os outros.
    .
    .
    Em vez de mandar postas de pescada, estude primeiro antes de arrotar asneiras. Siga os links e deixe-se de armar em intelectual da treta.
    .
    .
    Sabe o que mais detesto? Burros armados em sabedores. Isso é que me irrita. E depois são tão burrinhos armados em sábios, que até vomito. Vá, tocada a estudar mais e arrotar menos. 😉

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  78. von permalink
    30 Abril, 2012 17:04

    o anti é cómico. vive através do copy paste, não tem ideias próprias e julga os demais. cómico o rapazinho. de sentido único e palas nos olhos, mas cómico.

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  79. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:05

    Mais banhadas asiáticas:
    .
    .
    http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2012/04/26/eua-escolaridade-para-de-crescer-apos-decadas-de-evolucao/
    .
    .
    A culpa não é deles. É dos ocidentais que armam-se em sabidolas mas os gajos pegaram nas nossas ideias e melhoraram-se e estão a ir mais longe que nós.
    .
    .
    Sim, sim. Os asiáticos são diferentes… eheheheheheh

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  80. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:09

    “o anti é cómico. vive através do copy paste, não tem ideias próprias e julga os demais. cómico o rapazinho. de sentido único e palas nos olhos, mas cómico.”
    .
    .
    Vc. é que é burro. Então vem para qui dizer que a Ásia cresce economicamente em modelos próprios? Vc.é burro, por isto. Desconhece o que eles fazem e como eles conseguiram os seus famosos crescimentos económicos. Que foram todos inspirados no Ocidente. (Alguns impostos, desde a Era de Meiji até aos Canhões Ingleses) E Vc. vem para aqui dizer que o modelos deles é próprio? Vc. ignora e é burrinho. Porque está a querer enganar quem o lê. Porque se Vc. soubesse um poucochinho que seja da história económica asiática dos últimos 100 anos, não dizia que o modelo oocidental não se aplica na Ásia, quando eles copiaram os nossos modelos.
    .
    .
    E depois, além de ignorante ainda pensa que os demais são burrinhos como Vc. Irrita-me burros. Como o Vo e outros ignorantes que acham que sabem muito. eheheheh
    .
    .
    O declinio ocidental acontece é na burrice de alguns, isso sim. eheheheheh

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  81. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:12

    Só mesmo um burro dizia que o modelo económico asiático é próprio. PQP tanta ignorância a escrever por aqui. Vcs. se gastassem mais tempo a ler em vez de inventar e armarem-se em intelectuais da treta, escusavam de levar o epítetos de burros.
    .
    .
    Só mesmo um burrinho vem dizer que os asiáticos têm um modelo económico próprio. Ou burrinhos ou quem é de tal forma calaceiro que não se dá ao trabalho de estudar os assuntos. E depois vêm para aqui armados em sabidolas. Que cambada de burrinhos…
    .
    .
    De facto o ocidente está a entrar em crise. Esta gente arma-se que domina os assuntos e depois escreve cada puta de bacorada…

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  82. von permalink
    30 Abril, 2012 17:13

    O modelo japonês pode basear-se noutro, mas não é decalcado. O que foi dito, é que um modelo não é aplicado por si só, sem contar com as especificidades culturais de cada sociedade. O crescimento no japão não tem a mesma filosofia do crescimento na alemanha ou na noruega. os modelos adaptam-se, não se impõem.

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  83. von permalink
    30 Abril, 2012 17:15

    o menino além do mais, é malcriadito. coisas de meninos que copiam e colam sem mais quê. ai o menino… tão birrento… além do mais ser anti como nome, mostra logo alguma coisa…

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  84. von permalink
    30 Abril, 2012 17:25

    O nível de vida, os bons níveis de vida, pertencem aos países cujas sociedades apontam mais longe do que meros modelos económicos, Os bons níveis de vida pertencem aos países cujas sociedades se lembram que esses modelos devem servir os cidadãos, não o contrário.

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  85. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:25

    Mas que modelo japonês? Ó burrinho, estude a economia alemão desde 1870 até à Iª Guerra Mundial. Deixe-se de ser armado em intelectual da treta.
    .
    .
    A mim irrita-me burros armados em intelectuais. Como não estudam, depois queixam-se de levar com o que merecem: são burrinhos.
    .
    .
    Ah! Eles não decalcam os modelos. Pois não. Eles depois de os copiar até vão mais longe que os nossos. O ocidente está a ficar calaceiro (basta ver as bacoradas que aqui são escritas) e os gajos tentam ir mais longe. Mas, como se viu pelo caso japonês, seguir o modelo keynesiano deu barraca. A Koreia do Sul adoptou outra abordagem e nunca caiu na mesma crise que os japoneses. E tem um modelo próprio? Não. É o dito neoliberal ocidental.
    .
    .
    Os asiáticos estão a copiar, cada um à sua maneira, os modelos ocidentais. E vêm estes burros dizer que eles têm uma cultura própria que não não decalcam. Mas nem isso acontece no ocidente, quanto mais na Ásia. No ocidente existem vários modelos. O alemão, o continental europeu, o anglo-saxónico, o russo, etc.
    .
    .
    Agora, vêm para aqui burrinhos, armados em sabidolas, falarem daquilo que não sabem… Nunca leram se calhar uma merda de história económica asiática e depois armam-se em intelectuais Da treta.
    .
    .
    O declinio ocidental está visível aqui nestes comentários. Calaceiros que não tentam estudar os assuntos e apenas replicar as suas fezadas, ideias e crenças. Ora bolas.
    .
    .
    E anda um pai a criar estes filhos… Dinheiro tão mal gasto…

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  86. 30 Abril, 2012 17:27

    Zazie:
    O comentário que fiz sobre o ‘Indice de Desenvolvimento Humano não lhe era dirigido, mas sim ao João Miranda que gosta de brincar com estatísticas (ao fim e ao cabo é para isso que elas servem). No entanto, quando pergunta “crescer mais para quê?”, parece-me que não está a ter em conta que, no modelo económico em que vivemos, o crescimento e a concentração de capital que permite, são condições indispensáveis para enfrentar as exigências do mercado. Ora, o que a crise atual nos parece atirar à cara de forma violenta, é que esta forma de funcionar acabou. Mas… há sempre quem resista a mudanças.

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  87. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:28

    “O nível de vida, os bons níveis de vida, pertencem aos países cujas sociedades apontam mais longe do que meros modelos económicos, Os bons níveis de vida pertencem aos países cujas sociedades se lembram que esses modelos devem servir os cidadãos, não o contrário.”
    .
    .
    Prove então com alguma coisa. Eu não sou muito de crenças, sabe? Não é por um burro escrever o texto que escreveu que eu passo a acreditar. prove lá. Eu deixo-lhe links, para desempoeirar o seu pobre cérebro. Mas os burrinhos é que não gostam de se esforçar. Preferem escrever as fezadas que lhes v~em á cabeça.
    .
    .
    Bolas, é cada estrunfe que se arma em sabidolas…

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  88. von permalink
    30 Abril, 2012 17:29

    Quais são os países com melhor nível de vida?

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  89. zazie permalink
    30 Abril, 2012 17:31

    33:

    Eu vi depois e v. tem razão.

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  90. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:32

    Trinta e Três, um dia compare este indice com o IDH. 😉
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    http://www.heritage.org/index/default
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    Queixa-se bem disto aqui:
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    “parece-me que não está a ter em conta que, no modelo económico em que vivemos, o crescimento e a concentração de capital que permite, são condições indispensáveis para enfrentar as exigências do mercado”
    .
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    Mas já reparou que o indice de Gini está muito correlacionado com a captura do Estado por grupos de interesse? E que quanto mais livre uma economia, menor a probabilidade da captura do Estado?

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  91. von permalink
    30 Abril, 2012 17:32

    Escandinavia, Canadá, Áustria, Holanda, onde o cidadão é o centro da sociedade e da economia. Onde o cidadão tem deveres e direitos rigorosamente aplicados. Coisas de educação…

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  92. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:37

    “Quais são os países com melhor nível de vida?”
    .
    .
    Veja a correlação entre o Índice de Liberdade Humana com os seus níveis de vida. Não é preciso puxar muito pela tola.
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    Agora, liberdade económica não é defender os ricos nem capturas do Estado por determinados interesses económicos. É criar um sistema em que todos tenham a oportunidade de participar numa economia concorrencial, de molde a evitar que rentabilidades anormais aconteçam e surjam disparidades no nível de vida preocupantes. Como no caso português (ver quem beneficia com as rendas e o controlo do Estado) ou até o americano.
    .
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    E criar um sistema onde exista uma rede social mas não se proteja demasiado os agentes económicos, porque depois eles tentam capturar o Estado para seu beneficio próprio.
    .
    .
    Comparem o IDH com o ILE e depois meditem na elevada correlação. Será coincidental ou causal?

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  93. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:40

    “Escandinavia, Canadá, Áustria, Holanda, onde o cidadão é o centro da sociedade e da economia. Onde o cidadão tem deveres e direitos rigorosamente aplicados. Coisas de educação…”
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    Curiosamente, entre os países mais livres do mundo.
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    Para calar a sua bocazinha: não há salário mínimo na Dinamarca, existem seguros de emprego/desemprego, as reformas estatais são baixas e são complementadas com sistemas de pensão privados; despedimento com baixas indemnizações e sem a chamada justa causa; etc. Isto acontece na tal Escandinávia. Que muitos falam dela mas não a conhecem. Acham que sim. Porque lêm algumas coisicas aqui.
    .
    .
    Aprendam a verificar factos, estudem os factos e só depois criem as vossas crenças. Porque, a maioria do eu leio aqui, são bacoradas de quem nunca saiu da merda do país e tenta aprender alguma coisa com os demais. Gulp!

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  94. vivendipt permalink
    30 Abril, 2012 17:42

    É a cultura…. estúpido!

    A história da crise do euro.
    vivendi-pt.blogspot.com/2012/04/historia-da-crise-do-euro.html
    Assista aos vídeos que vão mostrar a verdade desta crise. As causas e consequências.

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  95. von permalink
    30 Abril, 2012 17:45

    Mas na Escandinávia, não existe, por princípio, uma gestão que se aproveita das leis laborais liberalizadas. Essas leis complementam uma política de trabalho baseada em boas práticas e no cumprimento de deveres de trabalho bem definidos. Não a bandalheira de trabalho extra, a bandalheira de alterações unilaterais de contrato, etc. O rigor nos deveres e direitos de trabalho nesses países é algo muito sério.

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  96. 30 Abril, 2012 17:53

    Anti-comuna:
    “não há salário mínimo na Dinamarca, existem seguros de emprego/desemprego, as reformas estatais são baixas e são complementadas com sistemas de pensão privados; despedimento com baixas indemnizações e sem a chamada justa causa”. Acrescente aí: com elevados subsídeos de desemprego. Tomáramos nós trocar a nossa legislação de trabalho pela dos países do norte da Europa. Bem como a despesa pública deles com a nossa. Mais a justiça, sem a qual nada disto é possível. E aqui chegamos ao busílis da questão: o que (ainda) temos resulta de medidas defensivas de quem sabe não ter o apoio da justiça para admitir outros modelos. É o caso, por exemplo, da palhaçada do 13º mês. Acabou de ser publicado um post no Blasfémias, referindo um caso do futebol que, infelizmente, também encontramos em empresas. Isso sim, um verdadeiro atentado à livre concorrência.
    Sobre o IDH na Zona Euro: http://static.publico.pt/homepage/infografia/mundo/IndiceDesenvolvimento/

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  97. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:54

    Ó Von, deixe-se tretas. Vá viver 6 meses para a Escandinávia de depois fale deles, está bem?
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    Bolas, esta gente tem a puta da teoria e as fezadas entranhadas na carola e não sabe nada de nada. Bolas.
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    Eh! Pá, ó Von, é assim. Vc. começa a viajar e a tentar trabalhar noutros países. E depois compare aquilo que teve oportunidade de verificar com os números e só depois com a teorias.
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    Bolas, pá. Na Escandinávia, apesar do que se diz, até mulheres grávidas são despedidas. Como em Portugal. E nem sempre os tribunais são eficazes.
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    Mas em Portugal, o problema não é cultural desse ponto de vista. É a putas das leis que têm sempre excecpões, justiça lenta, etc. Portugal, em termos de leis, até é bem mais avançado que nalguns países asiáticos. Mas se os Tribunais não funcionam nem são eficazes, de nada vale ter leis.
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    Vc. acha que os gajos na Escandinávia não fogem aos impostos? Que não tentam pagar salários de miséria a imigrantes ilegais ou que não despedem as mulheres quando não engravidam? Claro que também acontece isso. Mas é como tudo. Quando o Estado é eficiente, estas coisas não acontecem tanto como em Portugal. Agora, em Portugal, em que a malta acha que as leis devem ter excepções, etc.
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    Por acaso não é na Escandinávia onde há mais alcoolismo entre os jovens? Onde os pais correm com os filhos de casa? Em que os velhos são abandonados em lares da terceira idade? Em que a taxa de suicídio entre a juventude é maior? Bullying, racismo, etc.? Claro que há. Mas ninguém vos conta, pois não. Claro que não.
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    As especificidades culturais contam muito, mas o problema português é outro. É ter um Estado grande, ineficiente e incapaz de se organizar. Mas dizer que a cultura é que impede um bom funcionamento de uma sociedade…

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  98. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 17:55

    ” É o caso, por exemplo, da palhaçada do 13º mês. Acabou de ser publicado um post no Blasfémias, referindo um caso do futebol que, infelizmente, também encontramos em empresas. Isso sim, um verdadeiro atentado à livre concorrência.”
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    Está a ver como, no fundo, estes problemas são mais “Liberais” do que se pensa. 😉

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  99. von permalink
    30 Abril, 2012 17:57

    “Quando o Estado é eficiente, estas coisas não acontecem tanto como em Portugal. ”
    Agora vc disse tudo. Tenho familiares na Holanda, na Dinamarca e na Áustria. São quadros especializados. Sei do que falo.

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  100. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 18:04

    “Agora vc disse tudo. ”
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    Claro que grande parte do problema é esse.
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    Ainda no outro dia eu chamei aqui à atenção para o problema dos ocupas que violam as leis da propriedade e que não deveria ser permitido. As pessoas simpatizam com as causas mas permitem estas coisas, que depois gera comportamentos noutros agentes económicos, a mesma ideia. Fugir aos impostos, lixar os trabalhadores, lixar as mulheres, os imigrantes, etc. Mas quando existem leis são para cumprir. E o Estado tem que as fazer cumprir, doa a quem doer.
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    Agora, veja-se os indices de liberdade portugueses. Cada vez mais baixos. Então, isso explica parte da falta de crescimento económico.
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    O mal de Portugal é termos um Estado gigante e ineficiente, uma mentalidade de cunhas e excepções e até parasita. Logo, quanto menor o Estado melhor. Mas menor o Estado, não é ausência.
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    Isto é como no futebol. Um gajo se quiser um bom campeonato deve tentar ter um jogo com regras claras, sem benefícios, corrupção, etc. E ter um Estado como árbitro, incorruptível e o mais pequeno possível. Se tivermos isso tudo, o campeonato torna-se mais competitivo e aberto. Veja-se em Inglaterra. Agora, se nós tentamos defender “clubes” ou agentes económicos em vez do sistema…

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  101. zazie permalink
    30 Abril, 2012 18:49

    É pá, o anti-comuna já está a falar como eu: « a puta da teoria e as fezadas» tem coyright
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    “:OP

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  102. the lost horizon permalink
    30 Abril, 2012 18:54

    Estão ali os anos de ouro da Lisnave, os estaleiros da Margueira com os petroleiros made in Japan. Depois é o afundanço com o fim do petróleo barato. A diferença é só esta; a seguir viram-se para os Toyota, Mitsubishi, Honda, Kawasaki, os tipos têm tanto dineiro que nunca mais acaba, querem comprar a Serra de Sintra. Vá lá ficam-se pela Quinta da Penha Longa, a Quinta da Regaleira e o Palácio do Caga Milhões. Quando o yen atingiu um nível de 240 unidades por dolar rebentou a bolha. Mas não foram para o hospital, foram para o Hotel Plaza em 1985, ninguém fala nisto. Mas quem foram eles? Quem haveria de ser, os americanos a dizer aos japoneses como iriam passar a dançar e os ingleses, os alemães e franceses a tocar tambor, é o período vermelho. O período verde é o das novas tecnologias, da informática, dos portáteis, dos telemóveis. O Japão tem sido um parceiro de participação fundamental, no desenvolvimento das economias emergentes do Sudeste da Ásia. É aí que que o seu futuro, oxalá tenham aprendido com os erros do passado.
    A esta hora devem-se se estar marimbando para o Plaza Accord.

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  103. Francisco Colaço permalink
    30 Abril, 2012 19:13

    Anti-Comuna,
    .
    O mal de Portugal é termos um Estado gigante e ineficiente, uma mentalidade de cunhas e excepções e até parasita. Logo, quanto menor o Estado melhor. Mas menor o Estado, não é ausência.
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    Meu caro, repare que a grande parte das pessoas que o lê por aqui concorda consigo, apoia-o e diz-lhe que viu finalmente a luz, perorando depois sobre a necessidade premente de o Estado dar apoio ao tecido empresarial, de dinamizar a economia, de apoiar as empresas nacionais, de aumentar a despesa na educação, na saúde, na justiça, no ambiente, na agricultura, na indústria, no comércio, nos serviços, na construção, nos transportes e no reio que o parta!
    .
    Para que o Estado seja mais eficiente, é claro!

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  104. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 19:19

    Caro Colaço, não tenha dúvidas. É isso mesmo. As pessoas têm uma dificuldade em pensar para além das suas fezadas…
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    .
    As pessoas não se querem adaptar. Acham que o mundo é que se vai adaptar a elas. Vai vir o Hollande com os milhões que a Merkel não nos dá. O Obama vai levar a paz ao Médio-Oriente e vamos ter crude a 50 dólares o barril. Vamos poder contar com o subsidiozinho do Estado, a cunha para o curso, etc.
    .
    .
    No entanto, depois concordam. Ou disfarçam que concordam com as ideias.
    .
    .
    Eh! Pá, tenho para mim que a malta o que quer é utopias pagas pelo dinheiro alheio. Depois se vê. 😉

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  105. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 19:28

    Querem outro exemplo? Não diziam que Portugal ia ser como a Grécia? Olhem a porcaria das vendas a retalho a aguentarem-se:
    .
    “A taxa de variação homóloga do Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho foi -4,8% em março (-8,3% em fevereiro).”
    .
    in http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=133294340&DESTAQUESmodo=2
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    Até o governo já veio rever em alta as exportações e uma menor queda do PIB este ano.
    .
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    E andava tudo crente que Portugal só poderia ser como a Grécia. Que ia ser sempre a cair e tal. Eram as fezadas de quase todos. Até andavam jornalistas na TVI a vomitar asneirolas, dizendo que era impossível rever em baixo a queda do PIB sem afectar a porcaria do défice. (Se esta gente bebesse bagaço em vez de whisky…)
    .
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    Esta gente tem fezadas, vive de ilusões fragmentadas daquilo que pensam que é o mundo, ignoram os factos que não se encaixam nas suas teorias, agarram-se a todo o tipo de mensagens e ideias que lhes cabem nas suas utopias, etc. É lixado. É mesmo lixado. O cérebro humano tem armadilhas para caramba. Custa imensa mudar de opiniões quando podem ser completamente opostas ao que idealizavam no passado…
    .
    .
    Agora vejam isto. Portugal está a fazer um milagre económico. Imagine-se se fosse mais livre em termos económicos e houvesse mesmo um capitalismo liberal a sério… Porra! Ninguém nos batia. A sério. Dávamos banhadas aos nossos competidores externos. Mas em Portugal, querem varinhas-de-condão. Ou pudins flan económicos em que basta juntar dinheiro estatal. Gulp!

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  106. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 19:30

    O que vale a Merkel não é tolinha nenhuma.
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    “Merkel diz que consolidação orçamental é necessária para o crescimento
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    A chanceler alemã afirmou hoje que a consolidação orçamental é um componente necessário ao crescimento económico.
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    “Não há conflito entre uma política orçamental sólida e investimento no futuro”, sublinhou Merkel, citada pela Bloomberg, acrescentando que “são dois pilares da mesma coisa”.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=554011
    .
    .
    Dito de outra forma. Queres dinheiro? Vai ao Totta! eeheehehh

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  107. Francisco Colaço permalink
    30 Abril, 2012 19:30

    Anti-Comuna,
    .
    Sabe que com 13,3% de aumento das exportações em Fevereiro, o LR e o AC irão pagar-me umas tripas à maneira, não sabe? (Eu levo as cerejas, prémio de consolação).

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  108. aremandus permalink
    30 Abril, 2012 19:31

    está tudo a aguentar-se que fezada: pode ser que lá para 2118 volte o 13º e 14º meses

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  109. Francisco Colaço permalink
    30 Abril, 2012 19:33

    Claro que as tripas virão se esses 13,3% se mantiverem até ao fim do ano.

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  110. Francisco Colaço permalink
    30 Abril, 2012 19:39

    Anti-Comuna,
    .
    As nossas fezadas são tão boas quanto as fezadas alheias se a realidade não as confirmar. Ora, por enquanto a fantástica subida das exportações (por enquanto de dois dígitos) está-nos a dar razão, a si, a mim, ao LR e a todos aqueles que acreditam que estamos a passar pelas dores da cura, mas estamos a ser curados.
    .
    A realidade dos números pode ser crua, mas é a realidade. A opinião das línguas de trapo pode ser bonita, mas é desmentida pela realidade. Há um caminho do deveria ser assim, que é constantemente desmentido pelo tem de ser assim e pelo é assim e basta!
    .
    Muitos lutam pelo deveria ser assim, contra o tem de ser assim. E como o é assim e basta não deveria ser assim porque tem de ser assim, há que lhes dizer que assim não dá!

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  111. Francisco Colaço permalink
    30 Abril, 2012 19:47

    E por fim, Anti-Comuna, repare que a recuperação da economia portuguesa não está a ser realizada pelo Estado, mas apesar do Estado. E se o Estado souber ser pequeno, ágil (e sim, Aremandus!, despedir funcionários públicos incapazes, dispensáveis ou simplesmente burros porque são parte do problema), a economia dará de si.
    .
    Na Coreia do Norte há socialismo na sua pura expressão. Na Coreia do Sul há um liberalismo quase utópico. E provêm das mesmas culturas. Como podem pois dizer que a cultura determina o desempenho económico das nações?
    .
    Na China há dois sistemas, um capitalista e um comunista. Como deveria ser, as pessoas sairiam das cidades capitalistas para o campo comunista. Mas o é assim e basta diz claramente o contrário.
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    Não se emigra dos Estados Unidos para Cuba. Não se emigra dos Estados Unidos para a Europa, pelo menos em números significativos. Mas emigra-se da Europa para os Estados Unidos e de Cuba para os Estados Unidos. De Portugal para a Alemanha e não da Alemanha para Portugal.
    .
    Deveria pensar-se muito nisto: o é assim e basta desmente o deveria ser assim.

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  112. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 19:52

    Tripas? Ai que saudades de uma tripalhada à maneira! 😉
    .
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    O devia ser assim é para a padralhada, não é para mim. O devia ser é para quem quer ser padre e moralizar a sociedade. O que se faz e se pode fazer é outra coisa. E esta malta ainda não se apercebeu que isto de andar a enganar-se a si mesmo é o pior que podem fazer a eles próprios e à sociedade. Ignoram os factos, extrapolam facilmente, quase sempre linearmente, claro está, e custa-lhes a admitir que a realidade é bem diferente daquilo que gostávamos que fosse.
    .
    .
    Sonham com sociedades perfeitas, homens perfeitos, economias perfeitas, empresas perfeitas, etc. No entanto, continuamos a ser animais imperfeitos, cheios de vícios, fezadas, visões parcelares da realidade s sobretudo sabemos tão pouco sobre a realidade…

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  113. zazie permalink
    30 Abril, 2012 20:04

    Para grandes males, grandes remédios.
    Toca a limpar esta sarjeta.
    …………..
    .
    «7ª Lei da Ratafísica Desantropológica

    .

    – Mas será mesmo necessário?
    – Mais que necessário: é urgente, é imperioso, é imprescindível!!…
    – Mas isto dói. Dói mesmo!
    – Claro que dói. É mesmo para doer e quanto mais, melhor. : o que dói, cura! Cura, sana, remedeia e fortifica!
    – Mas tenho mesmo que correr furiosamente através destes silvados e tojódromos, ainda por cima ajaezado a arame farpado e em auto-flagelação contínua com cardos e urtigas?
    – Claro que tens. Não há alternativa. Foi-nos imposto pelos nossos credores!
    – Foi-nos?! Nossos?! Tu vai às cavalitas e eu, que me lembre, não fui consultado para empréstimo nenhum.
    – Pois. Era isso ou a bancarrota sem remendo.
    – Sim, para a banca não se romper, ando pr’aqui eu a esfarrapar-me todo! No fim disto tudo, temo bem, estará a banca remendada e eu esfolado vivo dos pés à cabeça. E mais zurzido que um Cristo!
    – Faz parte do processo reformador em curso…
    – Só se for para ti. Para mim é o Calvário reforçado no coiro!
    – Capacita-te: É crucial! Quanto mais te esfolares e romperes todo, mais hipóreses teremos de recuperar a confiança dos mercados!…
    – A ver se percebo: quanto menos confiança eu tiver nos mercados (e ela diminui a cada hectómetro), mais confiança eles ganham em mim? Deve ser então uma espécie de transfusão de confiança. Na verdade, e por assim dizer, não sangro: dou-lhes sangue. Sangue, que é como quem diz: confiança.
    – Vês, como o exercício te é benéfico!… Até já começas a desproferir aleivosias.
    – É. Quando um tipo carrega com as dos outros no lombo, nem tem tempo para lavrar as suas.
    – O problema é que não estás a perder confiança a um ritmo suficientemente avassalador. Os mercados continuam exangues, anémicos, sedentos, quer dizer, desconfiados.
    – Bem, por mim, estou a esfarrapar-me todo, ou melhor, estás a esfarrapar-me todo. Em contrapartida, tu, desse pedestal galopante que sou eu, nem uma pinguinha de confiança perdes. A cada hemorragia minha, a tua crença nos mercados permanece viçosa, pujante, imarcescível, e a tua confiança no meu sacrifício, essa, então, já raia o fanatismo alucinado!… De resto, contigo a armazená-la assim, tão copiosamente, como é que há-de chegar alguma aos mercados: açambarca-la toda!…
    – Não açambarco: cultivo. Alguém tem que acreditar nos amanhãs que cantam, trinam e chilreiam. Para pessimista já chegas tu e o teu ígnaro cepticismo. Se não fosse eu, não saías da cepa torta: Nunca.
    – Pois, de facto, graças a ti evadi-me da cepa torta a toda a velocidade. Só foi pena ter mergulhado neste interminável mar de silvas e tojos…esporeado a urtigas e cardos! Ai, ai a minha rica pele!…
    – Só sabes é lamuriar-te. E jeremiar à toa. Não compreendes como às vezes os grandes avanços são precedidos, cozinhados e antepreparados por pequenos recuos estratégicos. A História está repleta desses exemplos edificantes: para dar um passo em frente, muitas vezes, dão-se dois atrás, para ganhar balanço.
    – Bem, no presente caso, dada a maratona em que já vamos, calculo que o tal passo deve ser dum gigantismo descomunal. O novo colosso de Rodes, calculo.
    . E calculas bem. É dum avanjajamento inaudito. Um verdadeiro assombro. Mas não abrandes, nem te desvies dos núcleos mais densos. Quanto melhor te esfarrapares, mais garantido será. A via espinhosa é a melhor via. Aliás, é a única. Nem se concebe que haja outra.
    – Mais esfarrapado e esfalfado é difícil. Por este andar, estou feito num daqueles lendários desgraçados da Etiópia ou do Biafra. Só que eles ainda era pele e osso, enquanto eu já nem pele terei – nem pele, nem gota de sangue: é só osso. Osso e nervo agarrado ao osso.
    – Pensa que é por uma boa causa. E que a receita é infalível. Uma vez injectada a confiança nos mercados é um instante enquanto recuperas as boas cores e carnes.
    -Ah, finalmente uma boa notícia. E aí, nessa tão esplendorosa e penada altura, o que é que fazemos?
    – Então, voltamos alegremente aos mercados.
    – Vamos vender coisas, produtos, mercadorias?…
    – Não, nada disso. Isso é para países obsoletos, pouco modernos. Vamos, outrossim, de défice bem penteadinho, com as continhas muito bem postas, vender dívida! Dito mais poeticamente: vamos financiar-nos.
    – Pasmo. Mas alguém compra dívida? E não é suposto, com todo este meu esfarrapanço, estarmos a reduzi-la freneticamente? Então, se a reduzimos com tanta impiedade, depois ainda sobra quantidade suficiente para ser vendida?
    – Bem, na verdade não estamos a reduzi-la: estamos a aumentá-la. O que estamos a reduzir é o défice. E para isso, aumentamos a dívida.
    – Descompreendo. Então o défice não era consequência dum excesso de endividamento por via dum excesso de despesa e duma escassez de receita e produção?
    – Pois, mas como não tínhamos dinheiro para diminuir o défice, tivemos que pedi-lo emprestado. É uma coisa deveras dispendiosa, a redução do défice.
    – Bem, então estou aqui, ou melhor, estás aqui a esfarrapar-me todo para aumentarmos a receita e a produção, certo? Sim, porque não vais dizer-me que elas não estão a subir em flecha!…
    – Em flecha, não direi. Aqui entre nós e que ninguém nos oiça: na verdade oscilam entre a estagnação mais pestilenta e a diminuição mais recorrente. O que, é preciso denunciá-lo com todas as nossas forças, contraria todas as leis e cálculos que destilámos a partir da nossa fé insubmersível. Chega até a ser uma desfaçatez completa, tamanha excentricidade recalcitrante da economia real!
    – Então estou, isto é, estás pr’aqui a esfalfar-me todo para nada?!…
    – Para nada, não. Para reconquistar a confiança e a benevolência dos mercados. O que nos permitirá voltarmos a financiar-nos à força toda!…
    – Mas não foi essa a razão principal porque caímos nisto: por tu te financiares a torto e a direito para andarmos a correr às voltas, atrás duns e doutros, sem outro destino, rumo ou meta que imitar estes ou macaquear aqueles, confrorme dava a lua na telha que te preenche a mona? Quer dizer, aturo eu este suplício todo só para voltarmos ao ponto de partída?! É vicioso o filho da puta do circuito, não?!…
    – Não tentes compreender coisas que te transcendem. A tua mente simplória não alcança determinados alambiques da ciência financeira. Esfarrapa-te tu, com denodo e paixão, que para pensar e dirigir estou cá eu.
    – Claro, claro. Mas já que és tu o pensador, não me explicarás a mim, que sou o burro, como raio é que depois de me esfarrapares todo, vais pagar a dívida que, pelos vistos, medra, fermenta e leveda a cada dia que passa?
    – É simples: as dívidas existem para que tipos como tu as paguem e tipos como eu as explorem. O titular és tu; eu sou apenas o corretor. Quanto mais dívida tu tiveres para pagar, mas dívida tenho eu para exportar, processar e transaccionar, leiloando essa dívida e, em simultâneo, angariando nova dívida para revender. Chama-se a isto gestão. Ou seja, tal qual tu giras por baixo, a todo o galope, eu giro por cima, a todo o vapor. Podíamos até cantar, para animar a empresa: “Giras tu, giro eu, giras tu mais eu.”
    – Pois, mas é por isso mesmo, ó inteligente, é por saber, embora burro, que são tipos como eu que pagam, que me custa entender como raio é que vou pagar alguma coisa que se veja depois de esfolado e sangrado até ao esqueleto!…
    – Lá estás tu com as tuas desconversações caturras! O futuro é uma coisa sobre a qual se deve projectar toda a nossa fé, mas nenhuma ideia ou prognose. Até porque, dada a imensidão de incógnitas e variantes, sobretudo internacionais, em jogo, quaisquer ideias ou antecipações correriam o risco de se tornar deveras nefastos, dado que, entre outros embaraços abracadabrantes, poderiam colocar em perigo a nossa fé.
    -Hum… começo a desconfiar que és como aquele timoneiro que extrai os requintes da navegação não dum qualquer estabelecimento cartográfico do rumo, mas duma lengalenga auto-hipnótica que vai repetindo até á exaustão ou ao naufrágio, conforme o que sobrevir primeiro. Podíamos até cantar: “Foste ao jardim da celeste, giro-flé giro-flá/ Foste ao jardim da celeste giro-flé-flá-flá!/ Como foste lá parar, giro-flé giro-flá/ Sem sequer saber contar, giro-flé-flá-flá!”
    – Podes desconfiar à vontade. Com a tua desconfiança posso eu bem. Agora com a dos mercados já não posso dizer o mesmo. E essa é que me preocupa!
    – Bem vejo. Melhor: bem sinto. Das tuas preocupações sobram sempre as ocupações para mim e o pré todo para ti.
    – Isso é porque estamos muito bem unidos e adjuntos. Tu colado a mim porque meu acólito; eu colado a ti porque ao teu colo e teu colono, além de colírio. Enfim, somos o tigo e o contigo, experimentando os múltiplos sortilégios e inerências desta nossa complexa e imbricada situação, que a ti tanto dói e rompe, e a mim , acredita, tanto condói e…corrompe.»
    .

    7ª Lei da Ratafísica: A velocidade de rotura das massas é directamente proporcional à velocidade do corrupção das (pseudo)elites.»

    Publicada por dragão em 4/28/2012 12:24:00 PM

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  114. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 20:11

    Ó Zazie, o Dragão é um espectáculo a escrever, mas nestas coisas, ele está errado. Pergunta-lhe se ele consegue viver sempre em défice e dívidas. 😉
    .
    .
    Entretanto, o nosso Gasparov já mostra algumas coisas positivas:
    .
    .
    “Para 2013, a estimativa do Governo aponta agora para um crescimento de 0,6% do PIB, mais do que os 0,3% estimados anteriormente.
    .
    As previsões mais animadoras surgem sobretudo do aumento das exportações. Este componente do PIB deverá aumentar 3,4% este ano, contra a previsão anterior de 2%. Em 2013 as estimativas apontam para um aumento de 5,6%, quando anteriormente era de 4,7%.
    .
    Quanto aos anos seguintes, as estimativas de crescimento são de 2% em 2014 (menos do que os 2,1% estimados pela troika), 2,4% em 2015 e 2,8% em 2016. Na avaliação da troika consta 1,9% nos dois anos.
    .
    Nos anos seguintes as estimativas para as exportações são igualmente mais animadoras do que as últimas previsões – 6,4% em 2014, 6,8% em 2015 e 6,9% em 2016).
    .
    Do lado contrário está o consumo privado, cujas previsões são mais negativas do que anteriormente.”
    .
    in http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=554029
    .
    .
    Vejam como o gajo apresenta um crescimento das exportações, em termos anuais e em Volume, com uma volatilidade relativamente pequena. O gajo não é burro nenhum, não senhor. Se o Gasparov tivesse tomates para acabar com as rendas, eu consideraria-o melhor ministro das finanças da Europa. Assim, leva com um suficiente mais. 😉
    .
    .
    Esta cãozoada toda anglo-saxónica vai precisar de muita vaselina. eheheheheh
    .
    .

    .
    .
    PM Zazie, diz ao Dragão que o endividamento vai começar a baixar a partir de 2013. ahahhaahha

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  115. 30 Abril, 2012 20:23

    anti-comuna, aas clases mais baixas que passam dificuldade para meterm comida na mesa e os odesempregados estão felicissimos com o teu optimismo(ou digo eu, falta de noção da realidade).Sobre esses nem tens uma palavra.Já agora umas dicas sobre o teu gasparov: graças ao teu gasparov, temos agora uma das pressões fiscais mais altas da europa.Eu ainda me lembro da redução das gorduras do estado.A seguir ás eleicoes que aconteceu ? continuaram a aumentar os impostos só isso.Eu não concordo com a esquerda quando dizem que isto é liberal.Por não o é.Não é de direita aumentar impostos,engordar a cgd, não é da tradição do psd este assasinio social.E custa-me ver que pessoas como tu e o francisco colaço,ignorem(ou manda á merda) quem sofre as consequencias de uma politica errada.Uma coisa é cumprir metas, com as quais estou de acordo, outra são os métodos para lá chegar.É triste quando uns comem tripas á grande á francesas e outros teem que ir aos contentores do lixo procurar comida.Pensa nisso rapaz

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  116. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 20:28

    “.E custa-me ver que pessoas como tu e o francisco colaço,ignorem(ou manda á merda) quem sofre as consequencias de uma politica errada.”
    .
    .
    Eu custa-me a crer é que haja gente que pensa que poderia ter o nível de vida da média europeia a trabalhar mal e a ser calaceiro, vivendo do crédito.
    .
    .
    Vc. faz-me lembrar do gajo que apanha um cancro mas queixa-se da cura, porque para matar o cancro, doi, sofre-se e até a vida parece fugir…
    .
    .
    Vc. deve pensar que o dinheiro cai dos céus, não? Se me disser onde, diga, que eu também não gosto de trabalhar mas divertir-me por esse mundo fora. eehehhehehe

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  117. 30 Abril, 2012 20:37

    não cai dos ceus, mas há maneiras eficazes de ganhá-lo e há outras que não..E o cancro não levar a cura correcta, não se cura.Um cancro da mama não se cura com uma quimioterapia para o cancro da prostata.A mesma coisa para o dinheiro.S se aumenta os impostos ás familias e empresas, logo a economia entra em recessão e as familias possuem menos dinheiro.E o estado tem concentrado a consolidação orçamental, só através do aumento da receita.Quanto a redução de despesa não tem havido nada.Trata-se de dignidade que tu ignoras de forma grosseira.Ser liberal é isso, não o que o governo está a fazer.E o governo nesse sentido, está a ser estalinista

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  118. 30 Abril, 2012 20:42

    anticomuna(ou comuna hehehehe), uma frase: quando o mar bate pelas costas, quem se lixa é o mexilhão.Só isto.

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  119. anti-comuna permalink
    30 Abril, 2012 20:56

    “quando o mar bate pelas costas, quem se lixa é o mexilhão.Só isto.”
    .
    .
    Olhe, amigo. Eu sei o que é ser pobre. Sei o que é querer dinheiro para coisas básicas e não ter. Mas nunca fui parasita. Sei o que me custou e sei que é duro. Portanto, lições de moral dessas não me afligem.
    .
    .
    Aflige-me é ver tanta gente a parasitar os demais e estão sempre solidários quando gastam os dinheiros dos outros. Isto é, estão sempre a pedir socialismo. Porque é o dinheiro dos outros. Esse é o cancro dos dias de hoje. Gostam todos de serem um gajos porreiros mas é para fazer com que os demais paguem os nossos delírios. Felizmente aprendi ás minhas custas: não há dinheiro, não há vícios. E quando quiseres dar, dá. Não peças aos outros ou ao Estado para o fazer.
    .
    .
    De resto, olhe, de boas intenções está o inferno cheio. eheheheheh

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  120. 30 Abril, 2012 21:03

    ter comida na mesa, ou dinheiro para pagar as despesas basicas,ou para vestir é algum luxo? .Está a chamar parasitas aos portugueses.? eu não estou a falar de viagens á republica dominicana ou coisas do genero.estou a falar em dinheiro para ser direciconado para as despesas eseenciais já, para pagar a hipoteca da casa percebe?? e falo também de que aumentos de imposto atrasam a recuperação economica e financerira.

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  121. 30 Abril, 2012 21:04

    S eaquilo que citei são vicios , então todos os bens são vicios meu amigo

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  122. 30 Abril, 2012 21:14

    e volto a repetir aquele ditado: porque desculpe-me mas a repartição justa dos sacrificios não é socialismo

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  123. Portela 25ABRIL74 permalink
    30 Abril, 2012 22:28

    (… ) Eu custa-me a crer é que haja gente que pensa que poderia ter o nível de vida da média europeia a trabalhar mal e a ser calaceiro, vivendo do crédito (…)
    .
    o A-C que tenta por todos os meios mostrar que é um sujeito racional, considera calaceiros as pessoas que fizeram na altura opções de investimento racionais – no caso do imobiliário – tendo em conta que ao optarem por crédito estavam a escolher pagar menos do que se optassem pelo arrendamento; afinal as leis do mercado são uma treta, não é?
    para A-C, a banca, coitadinha, portou-se sempre com dignidade e ética nos negócios, nos últimos 20-30 anos.
    porque é que – para além da raiva inicial que sinto ao ler certas merdas – certas afirmações me parecem muito mesquinhas?

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  124. 30 Abril, 2012 22:49

    sempre podem apostar no crescimento dos cuidados de gerontologia e geriatria , afinal um terço da população tem mais de 65 anos. e na indústria de bengalas e fraldas para adultos , por exemplo 🙂

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  125. 30 Abril, 2012 22:59

    e , tendo em conta a piramide que o JM pôs lá para baixo da alemanha , tadinhos , mais uns anitos e tb só lhes vai crescer a barriga.

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  126. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 00:52

    “afinal as leis do mercado são uma treta, não é?”
    .
    .
    Leis do mercado, no mercado de arrendamento português? O que é que Vc. andou a beber, caro Portela. Vai um bagacinho?
    .
    .
    “considera calaceiros as pessoas que fizeram na altura opções de investimento racionais – no caso do imobiliário – ”
    .
    .
    Por acaso não acredito em decisões racionais. Isso é treta de quem vive de teorias baseadas em ficções. Naa vá nisso.
    .
    .
    Mas considero calaceiros grande parte dos parasitas que se colam ao Estado, disso não tenha dúvidas.
    .
    .
    Não se pode é pensar é que se pode viver do crédito toda a vida. As pessoas estão a aprender a grande lição. Fiaram-se na virgem, que os preços só poderiam subir…
    .
    .
    Aqui há uns anos, antes do estoiro, e quando eu dizia que o nosso caminho era a bancarrota e o FMI, as pessoas até gozavam comigo: crédito é bom; crédito ajuda a economia; crédito não é pernicioso; crédito paga-se lá para as Calendas gregas. Viu-se! Mas, claro, um maluco como eu, a ser do contra, uma vozinha minoritária…
    .
    .
    Tenho para mim que as pessoas em grupo comportam-se como meras ovelhinhas, sempre prontinhas para a tosquia. Elas querem acreditar em fezadas e toda uma catraifada de utopias e depois… PUM! Estoiram…

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  127. Portela 25ABRIL74 permalink
    1 Maio, 2012 00:59

    (…) Por acaso não acredito em decisões racionais. (…)
    .
    porreiro pá, não precisa de mais bagaço 🙂

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  128. 1 Maio, 2012 01:01

    e o psd e o cds ao chumbarem o pec IV concretizaram o que o anto-comuna disse.Foram ao pote, tinham fome.Toda a direita tinha fome

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  129. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 01:41

    Portela, Vc. é ainda muito tenrinho nestas coisas…
    .
    .
    Então Vc. acredita que o ser humano toma decisões com um computador? ehehehehh
    .
    .
    Comece a explorar coisas novas, que lhe abram a carola:
    .
    http://www.er.uqam.ca/nobel/ppcogsci/bhv/aire/txt/Berridge.pdf
    .
    .
    Vc. quando compra um ramo de flores para a sua esposa/mulher ou parceira, por acaso está a fazer um acto económico com base em quê? Pura racionalidade?
    .
    .
    Vcs. ainda têm muito que aprender sobre decisões dos consumidores, investidores, etc. Acreditam em cada fezada, deus ma livre! Até me dá um ataque do coração… ehehhehe

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  130. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 06:59

    Ninguem defende endividamento por endividamento; pedir emprestado para alimentar compadrios em obras desnecessárias ou alimentar a ilusão de que se pode manter um nivel social incompativel com a riqueza gerada.Mas se o endividamento for canalizado para reduzir importações atraves de investimentos que as reduzam (vg. energia nuclear, por exemplo) não vejo que isso possa ser mau.
    .
    A questão japonesa é interessante. Um estado endividadissimo mas aonde os titulares da divida são os proprios japoneses. Não tem, pois, nada a ver com Portugal. Aliás a despesa do estado japones com os juros da divida é cinco vezes inferior ao portugues que tem metade do endividamento. O grande problema japones reside na dependencia a todos os niveis do exterior. Na energia e nas materias primas. E sendo a sociedade com maior esperança de vida do mundo, aonde a população acima de 75 anos é elevaddisima debate-se com problemas de crescimento economicos obvios. Isto depois de ter conseguido ser um verdadeiro G3, isto é, um país desenvolvidissimo nas areas economicas, sociais e ambientais e laborais. A ideia será manter o desenvolvimento social e crescer explorando paises exteriores… até um dia, como sempre. Daí que a proxima aposta dos japoneses será intervir no mundo exterior, quer para garantir acesso a materias primas, colocando as suas fabricas o mais perto possivel das fontes, quer investindo massivamente nas areas militares para proteger os seus investimentos. Coisa aliás que os eua fazem há muito tempo.Os japoneses são um povo especial, como são os alemães e americanos por motivos diferentes. Todos eles são determinados e disciplinados e avidos pelo perfecionismo e inovação e qualidade. Um japones não é despedido. Tem um emprego para toda a vida. Faz parte da sua cultura. É uma vergonha social despedir e ser despedido, de forma que, quer o patrão, quer o trabalhador dão o litro e são extremamente profissionais. Além disso respeitam os lideres e veneram-nos de forma que nao se vê em lado nenhum no mundo. Fazem tudo para serem bons trabalhadores e agradar ao lider. Os kamicazes são exemplos dessa abnegação.

    .
    Mas o que me preocupa não é o endividamento público, mas sim o privado e, dentro deste a composição dos activos financiados. Portugal tem um endividamento privado elevadissimo. E, pior, as pessoas endividaram-se para adquirir coisas sem retorno, isto é, activos que nem se reproduzem, nem criam riqueza futura.
    .
    Rb

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  131. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 07:15

    Os alemães são finos, fazem as coisas que tem de fazer no momento em que as tem que fazer. Quer dizer, a politica de redução de despesa na alemanha é acertadissima. Eles estão a crescer, logo devem aproveitar o momentum para desalavancar. Não tem nada que saber, não é?
    .
    Rb

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  132. zazie permalink
    1 Maio, 2012 08:56

    «Um japones não é despedido. Tem um emprego para toda a vida. Faz parte da sua cultura. É uma vergonha social despedir e ser despedido, de forma que, quer o patrão, quer o trabalhador dão o litro e são extremamente profissionais. Além disso respeitam os lideres e veneram-nos de forma que nao se vê em lado nenhum no mundo»
    .
    Exacto! mas isso tentei eu e outras pessoas dizer e vá de apanhar com insultos que era soberba e considerá-los inferiores; era nazismo e mais não sei quantos.
    .
    Esta malta da cartilha neotonta dó vê cifrões. E não entendem que possam existir sociedades com outras características e outros valores.

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  133. zazie permalink
    1 Maio, 2012 08:59

    E disseste também o que eu disse: Quando uma sociedade já está desenvolvida q.b. e depois tenha uma população envelhecida, o enriquecimento só se pode fazer por imperialismo.
    .
    Chamem-lhe conquista de terras (como nos velhos tempos) ou forma soft de domínio do próximo por infiltração económica.
    .
    É como dizes mas esta malta é burra e ceguinha de fanatismo doutrinário:
    .
    «A ideia será manter o desenvolvimento social e crescer explorando paises exteriores… até um dia, como sempre. Daí que a proxima aposta dos japoneses será intervir no mundo exterior, quer para garantir acesso a materias primas, colocando as suas fabricas o mais perto possivel das fontes»

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  134. the lost horizon permalink
    1 Maio, 2012 09:16

    “Austeridade, austeridade
    O que fizeste de mim?”
    “Canção do calvário da Irlanda.
    .
    Está *disponível o mesmo gráfico, mas avaliar o desempenho da Irlanda de 2006 a 2011.
    .
    *- Vês a retoma do crescimento , ali no fim(2011)? Nem, eu -.
    .
    *Consciência de Um Liberal. Paul Krugman

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  135. jose permalink
    1 Maio, 2012 10:26

    O Bartolomeu é uma espécie de pinto da costa em ponto pequenino. Também alicia jogadores em contratos paralelos / recebimentos luvas em offshores, ameaça jogadores qdo não querem assinar, pedia árbitros e gabava-se disso ( não sei se pagava viagens às caraibas como a tesouraria do fcp ),ameaça e chantageia permanentemente a Câmara de Leiria ( tal como no Porto ) até ao ponto de ruptura em que foi obrigado a ir jogar para a Marinha Grande, tem ordenados em atraso ( tal como as modalidades do basket e hoquei patins no fcp )….enfim a falta de ética e de moral é tal e qual a que se verifica no fcp com a diferença de o clube de leiria ser de dimensão microscópica ( 1000 adeptos por jogo ).

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  136. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 11:06

    rr,
    .
    A política errada foi fazer dívida, endividar, martelar as contas, ajudar os amigos, mentir à nação e chutar para o futuro os portugueses. Pois, meu caro rr, o futuro de ontem é o presente de hoje. Já não podemos fazer muito mais dívida, e a que vamos aumentando custa-nos muito mais caro. Os amanhãs de outrora que cantavam, gemem hoje. E gemerão amanhã, esperando eu acintosamente que nenhum desses gemidos leve ao estertor.
    .
    É facílimo dizer que a dívida não é perniciosa, porque perorar e opinar é um reduto de todos aqueles que não fazem ideia da vida real. Enquanto me endivido, posso viver acima dos meus rendimentos reais. Afinal, o dinheiro entra. Mas um dia terá de sair. E já está a sair.
    .
    É claro que, como alguns comentadeiros da praça mais interessados na causa própria que na causa nacional, podemos sempre dar uma negaça à dívida. Nesse caso, o problema é seu, que vive na cidade, pois literalmente não terá o que comer. Portugal não se basta em bens alimentares, nem em sabões e sabonetes (embora isto não seja um problema para os tamborilheiros de serviço). No dia em que todas as compras do país tivessem de ser realizadas a Pê-Pê, ou, pior, a transferência antecipada, crê que isso não iria acabar com todo o pequeno (e médio, como soe dizer-se) comércio, Acredita que, num oligopólio efectivo de três cadeias de grandes superfícies, com o desbaratamento de todos os franchisados das cadeias sem lojas próprias, o consumidor iria pagar mesmo o que agora está exagerado?
    .
    Meu caro, se hoje pessoas sofrem, é pelas opções de um grupo de salafrários de outrora, somados à inacção de certos socialistas ideológicos que pejam este governo. Dos que acham que o crescimento se faz por decreto, por injecções de adrenalina financeira ou por intervenção dos mesmos abutres que nos puseram aqui.
    .
    Em suma, rr, a história dá razão a mim e ao Anti-Comuna. E a uns poucos. A maioria vai calma e cega, guado por outros cegos (a referência bíblica é verdadeiramente intencional!). E, como reza a história, cairão ambos na cova.

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  137. 1 Maio, 2012 11:12

    Caro Rb isso era antes de importarem gestores ocidentaishttp://www.forbes.com/sites/adamhartung/2012/04/20/sayonara-sony-how-industrial-mba-style-leadership-killed-once-great-company/

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  138. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 11:14

    The Lost Horizon,
    .
    Porque será que a economia irlandesa se afunda? Pergunte ao Anti-Comuna, que ele tem uma explicação muito racional (e verosímil, para não dizer verdadeira). Tem tudo a ver com o termo que uso, a economia do feitiço.
    .
    Lembre-se apenas disto. Gráficos são gráficos. Há que perguntar PORQUÊ, e saber a história atrás do gráfico. Senão será um fútil exercício de inteligência e uma cabal demonstração de ignorância.

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  139. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 11:15

    Zazie,
    Só não entende quem não quer. Mas há coisas que acontecem e que não vem na cartilha, vai daí complica muito a cabeça de alguns.

    Ricciardi,
    Eu teria escrito: Alemanha; Japão; Israel… Os EUA tiveram o seu momento especial que foi resultado da confluência de sinergias de vários povos.

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  140. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 11:44

    “Todos eles são determinados e disciplinados e avidos pelo perfecionismo e inovação e qualidade. Um japones não é despedido. Tem um emprego para toda a vida. Faz parte da sua cultura.”
    .
    .
    Isto lido de livros até parece que é verdade. Tantas fezadas… Meu deus! E acreditam mesmo no que escrevem…
    .
    .
    É melhor ler os livros da Disney, que aí pelo menos eu sei que é ficção, por aqui são todos uns ficcionistas a pregarem fezadas e religiões…

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  141. 1 Maio, 2012 12:29

    colaço, eu limitei-me a dizer aquilo que muitos pensadores lberais dizem: que há sim de reduzir o defice e a divida, mas nem todos os fins justificam os meios, até porque nem todos os meios permitem chegar aos fins,E com aumento da carga fiscal, simplesmente não vamos lá.Deviamos ter optado antes pela redução da despesa,e ISSO NÃO ESTÁ A ACONTECER, ESTE GOVENRO ESTÁ A SEGUIR AS PEGADAS DO ANTERIOR GOVERNO, AUMENTANDO IMPOSTOS ISSO SIM..Nem com reparto injusto dos sacrificios que concordo que se tenham de fazer.Eu nao questiono os fins; questiono os meios e é isso que tu e o anti-comuna não entendem.

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  142. lina permalink
    1 Maio, 2012 12:30

    Anti-Comuna, faço copy-paste de umas palavras sábias, eivadas de cepticismo saulutar, para contrapor à sua crença inabalável na bondada da ciência:

    “Público: Impressiona a evocação que faz da tragédia ambiental. Está ameaçada a relação da humanidade com a natureza?
    José Mattoso: Creio que sim. A escassez de petróleo e de água, de todas as fontes de energia, mostra que é preciso um investimento enorme. A grande ameaça é a confiança que o homem põe na técnica. A ciência dá um poder enorme sobre a realidade. Uma parte dos cientistas atribui uma grande capacidade de resolução dos problemas à técnica. Mas esta, muitas vezes, adopta soluções que depois se revelam extremamente dispendiosas. Somos incapazes de imaginar o mundo sem energia, sem movimento, sem Internet. As comunicações tornaram-se indispensáveis. Mas quais são os subprodutos?… A técnica não dá o poder de resolver os efeitos secundários.”

    in Entrevista no Público a José Mattoso

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  143. Portela 1MAIO2012 permalink
    1 Maio, 2012 12:55

    FColaço disse: (…) Porque será que a economia irlandesa se afunda? Pergunte ao Anti-Comuna, que ele tem uma explicação muito racional (…)
    .
    perguntar anti-comuna? ele não acredita em racionalidade económica, como é que vai explicar o afundanço, ou não, da economia irlandesa !? (Posted 1 Maio, 2012 at 01:41 )
    ele até acha que os consumidores são todos uns carneirinhos! afirmações de quem nos quer dar lições de economia a toda a hora!

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  144. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:00

    Está aqui o link que o Ccz deixou, a contrariar tudo o que o anti-comuna diz.
    .
    O Ccz é que deve ter tido pudor de o dizer. Mas o texto diz- e mostra como a introdução de medidas à americana pode rebentar uma empresa no Japão.
    .
    Precisamente por aquilo que nós dissemos- porque são povos com outras regras, outras formas muito mais socializantes de trabalharem.
    .
    http://www.forbes.com/sites/adamhartung/2012/04/20/sayonara-sony-how-industrial-mba-style-leadership-killed-once-great-company/

    .
    «, Mr. Stringer brought a “modern” MBA approach to the Sony business, where numbers – especially financial projections – came first. The leadership, and management, at Sony became a model of MBA training post-1960. Focus on a narrow product set to increase volume, eschew costly development of new technologies in favor of seeking high-volume manufacturing of someone else’s technology, reduce product introductions in order to extend product life, tooling amortization and run lengths, and constantly look for new ways to cut costs. Be zealous about cost cutting, and reward it in meetings and with bonuses.
    (..)
    .
    Japanese equity laws are very different that the USA. Companies often have much higher debt levels. And companies can even operate with negative equity values – which would be technical bankruptcy almost everywhere else. So it is not likely Sony will fill bankruptcy any time soon, if ever.
    »

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  145. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:04

    Japanese equity laws are very different that the USA.
    .
    By 2005 Sony reached the pinnacle of this strategic approach by installing a non-Japanese to run the company. Sir Howard Stringer made his fame running Sony’s American business, where he exemplified Industrial strategy by cutting 9,000 of 30,000 U.S. jobs (almost a full third.) To Mr. Stringer, strategy was not about innovation, technology, products or new markets.

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  146. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:15

    “Está aqui o link que o Ccz deixou, a contrariar tudo o que o anti-comuna diz.”
    .
    .
    “O Ccz é que deve ter tido pudor de o dizer. Mas o texto diz- e mostra como a introdução de medidas à americana pode rebentar uma empresa no Japão.”
    .
    .
    Então andas a nanar. Olha lê isto:
    .
    “So what went wrong for Sony?

    Firstly was the national obsession with industrial economics. W. Edward Deming in 1950s Japan institutionalized manufacturing quality and optimization. Using a combination of process improvements and arithmetic, Deming convinced Japanese leaders to focus, focus, focus on making things better, faster and cheaper. Taking advantage of Japanese post war dependence on foreign capital, and foreign markets, this U.S. citizen directed Japanese industry into an obsession with industrialization as practiced in the 1940s — and was credited for creating the rapid massive military equipment build-up that allowed the U.S. to defeat Japan.”
    .
    .
    Só mesmo um burro desconhece que os produtos japoneses eram conhecidos no ocidente na altura como eram hoje os produtos chineses: lixo, mal fabricado e baseado em preços baixos. E os japoneses importaram as técnicas e as ideias ocidentais para melhorar a sua produção. Só um burro é que acha que antes eles tinham “elevada qualidade devido à sua cultura”. Só mesmo um burro! Os mesmos burros que se queixam agora dos produtos chineses e um dia também vão dizer que a cultura chinesa produz produtos bons.
    .
    .
    Por acaso o CCZ não está em desacordo comigo. Mas isso são conversas privadas entre mim e ele. Por isso é que ele teve cuidado em mostrar que foi pela contínua imitação dos americanos que as empresas japonesas começaram a ir ao charco. No entanto, felizmente para eles, eles já começam a mudar.
    .
    .
    O problema é que a malta estuda mal os assuntos, conhece mal as histórias económicas dos asiáticos e desata a desculpar a sua azelhice ou até mesmo burrice (eu detesto burros, armados em sabedores mas que não conhecem os factos, só teorias e fezadas mas que depois se armam em sabicholas) com a famosa cultura.
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    .
    Vai um boião de cultura?
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  147. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:41

    Esta gente acha que sabe destas merdas e desata a inventar largo. Mas mesmo largo.
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    A Toyota tornou-se num modelo de gestão para muitos. Hoje em dia, LEAN pratica-se no ocidente com algum sucesso. As origens do LEAN da Toyota prende-se com a falta de qualidade dos produtos japoneses e eles quiseram melhorar a sua produção.
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    “At the reconstructed Toyoda Group Automotive Operations, Taiichi Ohno managed the machining operations under severe conditions of material shortages as a result of the war. Gradually he developed improved methods of supporting the assembly operations. The systems that were developed( the Toyota Production System), Ohno credited to two concepts. The first concept from Henry Ford’s book Today and Tomorrow published in 1926 provided the basis of a manufacturing production system. The second concept was the supermarket operations in the United States observed during a visit in 1956. The supermarket concept provided the basis of a continuous supply of materials as the supermarket provided a continuous supply of merchandise on the store shelves.
    .
    Two other gentlemen who helped shape the Toyota Production System were Shigeo Shingo, a quality consultant hired by Toyota, who assisted in the implementation of quality initiatives; and Edward Deming who brought Statistical Process Control to Japan.”
    .
    in http://www.sae.org/manufacturing/lean/column/leanjun01.htm
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    Hoje até se fala nos famosos 6 Sigma. (Aposto que a maioria da malta culturosa nem sabe o que esta merda é. Fazem muitos bolos, é o que é.)
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    Após os fiascos sucessivos na introdução de carros no mercados americano, os japoneses voltaram à carga. Mas demorou bastante.
    .
    “Toyota Motor Sales, U.S.A., Inc., was formed Oct. 31, 1957, establishing its headquarters in a former Rambler dealership in Hollywood, Calif. Sales began in 1958 and totaled a modest 288 vehicles – 287 Toyopet Crown sedans and one Land Cruiser.
    .
    Enthusiasm turned to gloom when it was found that the Toyopet, a sturdy vehicle with quality features and room to spare, was woefully underpowered and overpriced for the American market. Toyopet sales stalled and were discontinued in 1961.”
    .
    in http://pressroom.toyota.com/corporate/company+history/
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    .
    Mesmo o segundo começo foi mau. Primeiro exportavam para lá. (Não apenas japoneses como europeus, mas devido ao melhor produto americano, nunca conseguiram vingar. E os alemães estão-no a fazer agora. AGORA! Os franceses nem sequer o tentam.) Depois abriram delegações e, por fim, acabaram por produzir lá.
    .
    .
    O produto japonês antes da introdução de métodos ocidentais, tinha produtos que eram mesmo fracos. Mas lá melhoraram. O padrão japonês foi mais tarde imitado pela Koreia do Sul. (Sobretudo em calçado e texteis.) Imitados pelos tipos de Singapura, de Honk Kong e até da Formosa. Mas os japoneses cometeram um erro. Enquanto os sul-koreanos souberam evitar os erros dos japoneses (aconselhados pelos americanos, claro, mais o famoso Acordo de Plaza, que alguém aqui o já disse), os japoneses quiseram continuar a imitar os americanos. Resultado. Economia japonesa no marasmo e com enormes dificuldades. Agora estão a tentar evitar os erros dos americanos, mas pode ser tarde. Estão de tal forma endividados…
    .
    .
    Outro mito é que no Japão não há despedimentos. Há, mas sobretudo nos chamados fornecedores de segunda e terceira linha, dos famoso conglomerados. Eram os fornecedores dos conglomerados os que amorteciam as crises, que despediam a malta e que comprimiam custos. É-vos familiar isto? Se não é… É porque pescam tanto disto como eu de bolos… ehehheheheh

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  148. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:47

    Mas quem é que falou em técnicas?
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    Estamos a falar em valores. Os japoneses valorizam o colectivo. E é impensável para eles, largar os velhos, como os largam os nórdicos, por exemplo.
    .
    Os povos têm características diferentes. E só à conta da mais fanática e possidónia imbecilidade se pode pensar que tudo se resume a cifrão e empresa e por cópia americana.

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  149. 1 Maio, 2012 13:48

    O que quis salientar com o link sobre a Sony é que a ideia que o Rb transmitiu sobre as relações laborais no Japão já está ultrapassada. O link identifica a Sony como mais uma das muitas empresas japonesas que há muito despede trabalhadores.
    .
    O link sobre a Sony é muito interessante pois mostra como uma aposta na eficiência pura e dura não traz resultados para sempre.
    .
    Por essa mesma razão tenho escrito vários postais com o título “Carvalho da Silva 1 – outros 0” em que na categoria dos outros já esteve a CIP, os MBAs e vai estar a General Electric.
    .
    O artigo sobre a Sony chama a atenção para a importância da criatividade, da irreverência, da “loucura” para tornar o eficientismo obsoleto. Ainda hoje escrevi sobre isso, sobre o significado de Lc 10, 21. Os académicos pensam que sabem tudo, os “ignorantes” com a 6ª classe, porque desconhecem as leis e as teorias, triunfam contra toda a lógica.
    .
    Quanto ao resto, não acompanhei a vossa discussão o suficiente para saber se o link suporta um ou o outro.. ou os dois

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  150. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:49

    O que diz o CCZ sobre o pudim flan da gestão, que alguns acham que basta juntar técnicos de qualidade et voilá, temos a resposta para os nossos problemas:
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    .
    “BTW, no meu primeiro dia de trabalho na Têxtil Manuel Gonçalves (TMG), em Fevereiro de 1988, o senhor que me explicava o controlo da qualidade do algodão a certa altura, com orgulho diz, e 24 anos depois ainda não me esqueci do gosto, do sentimento com que o disse:
    .
    – Nós, na TMG, só no controlo da qualidade somos 300!”
    .
    in http://balancedscorecard.blogspot.com/2012/04/198-trabalhadores.html
    .
    .
    E mais:
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    http://balancedscorecard.blogspot.com/2010/09/seis-sigma-e-inovacao-para-mim-nao-cola.html
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    Esta malta da cultura tem que ler mais o CCZ, para o perceber. Mas não vão lá apenas com bolos…

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  151. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:50

    Que estejam mais “americanos” acontece. A eles e a muitos outros. Mas só mesmo por pura estupidez se pode defender que a normalização planetária deve ser obrigatória em função do que escreveram uns iluminados que já morreram há muito.
    .
    A prova que é essa diversidade que safa muitas sociedades está na crise. Os que têm maior coesão social e familiar, resistem muito melhor.
    .
    A dívida do Japão nada tem a ver com a nossa do Estado, da banca e das PPPs.

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  152. Portela 1MAIO2012 permalink
    1 Maio, 2012 13:51

    FColaço disse: (…) Porque será que a economia irlandesa se afunda? Pergunte ao Anti-Comuna, que ele tem uma explicação muito racional (…)
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    perguntar anti-comuna? ele não acredita em racionalidade económica, como é que vai explicar o afundanço, ou não, da economia irlandesa !? (Posted 1 Maio, 2012 at 01:41 )
    ele até acha que os consumidores são todos uns carneirinhos! afirmações de quem nos quer dar lições de economia a toda a hora!!!!

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  153. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:52

    CCZ, não se chateie. A Zazie é mais bolos…
    .
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    A Zazie está a cair no mesmo erros dos antigos crentes na grande vantagem do mundo anglo-saxónico sobre os demais. Desiludidos, agora é mais bolos…
    .
    .
    O Pedro Arroja, outro desiludido com a ideologia anglo-saxónica, tem umas teorias ainda mais interessantes. Acha que a produtividade tem como causa um país ser masculino ou feminino. ahahhahah
    .
    .
    Mas como diria o outro: “eu é mais bolos…”

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  154. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:52

    O Ccz até passa a vida a dar exemplos de peculiaridades nipónicas, como coisas que nós desconhecemos.
    .
    E nunca o Ccz que eu conheci, seria capaz de defender uma terraplenagem mundial, à conta de uma cartilha neotonta.
    .
    O Ccz não tem os teus complexos. Pode ter bairrismo e dar-lhe para o triunfalismo da micro-escala mas não é ignorante nem fanático nem cego.

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  155. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:54

    “Mas quem é que falou em técnicas?
    .
    Estamos a falar em valores. Os japoneses valorizam o colectivo. E é impensável para eles, largar os velhos, como os largam os nórdicos, por exemplo.”
    .
    .
    Todas as técnicas derivam dos valores. Ou é ao contrário? Também pode ser, mas menos.
    .
    .
    Os japoneses podem valorizar o colectivo e é uma grande vantagem face à concorrência. Mas não chega. Mas há quem confunda colectivo com comunismo ou socialismo. Acho que devias evitar os bolos. ehehhehh

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  156. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:55

    “O Ccz não tem os teus complexos. Pode ter bairrismo e dar-lhe para o triunfalismo da micro-escala mas não é ignorante nem fanático nem cego.”
    .
    .
    Ó Zazie, eu sei, eu sei, que acreditar na maravilhosa vantagem anglo-saxónica deu o berro. Mas tem calma. A caminhada é longa e talvez um dia encontres outro farol utópica. Ou os bolos… ehehheeheh

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  157. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:56

    Eu estou-me nas tintas para o Arroja- muito antes de aparecer o Arroja na blogo já eu pensava por mim.
    .
    E nem sequer tenho afinidades em ideias com ele.
    .
    Toda a gente sabe que aqui na blogo, tenho meia dúzia de pessoas (ou menos) com quem me identifico politicamente: o José do Portaloja, o Doutor Engenheiro Campónio (excepto na pancada germanófila), o Morgadinho da Cubata e o Dragão.
    .
    Há-de haver mais um ou outro mas estes são os principais. Não entra aqui pancada arrojana em nada. E o que defendo agora, é o mesmo que sempre defendi. Está online- e começou no Pastilhas- não havia arrojas por aí para eu macaquear.
    .
    Não macaqueio nada. O post de 7 de Maio do ano passado- está lá, para se ver o que escrevi em directo. V.s agora engolem os sapos.

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  158. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 13:58

    Zazie, quem é o Morgadinho da Cubata?
    .
    .
    Tens aí algum link, se faz favor?

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  159. zazie permalink
    1 Maio, 2012 13:58

    E essa doença com os ingleses é outra tara tua que me é estranha. Eu tendo a embirrar mais com toda a gente à molhada. Não tenho filias em abstracto; nunca fui sócia de nenhuma cena de amizado luso-cu-de-judas e nunca pertenceria a alguma que me aceitasse como membro (para parafrasear o meu marx de estimação)

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  160. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:00

    Nessa cena das amizades por entidades abstractas, sou mesmo como o Swift- detesto todos os grupos em abstracto- gosto de pessoas uma a uma.
    .
    Mas não tenho nenhuma patologia como a tua, com essa doença de ódio de morte a um povo. É tara de tal maneira imbecil e mesquinha que devias tratar-te.

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  161. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:01

    Tenho link, pois. O Morgadinho está citado no penúltimo post do Cocanha.
    .
    Até admira como nem conheças o famoso Morgadinho da Cubata.
    .
    ahhahahahaha

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  162. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:05

    O morgadinho da cubata é um bacano que eu, de início, tomava por um puto charila um tanto patetinha. Passava o tempo a dizer-lhe para não dar tanta folga ao neurónio solitário.
    .
    Burrice minha. É inteligentíssimo, tem grande QI, imenso sentido de humor, conservador badalhoco, no meu género e tem bom-senso para dar e vender.
    .
    Principalmente para vender (que ele só dá a pobrezinhos).
    .
    Ah, e também tenho boas afinidades com o Elaites que é outro que andava sempre à porrada comigo e agora até nos damos bem. Mudou de nick.
    ehehe
    “:OP

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  163. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:05

    Quem é? O Pedro Arroja? eheheheeh

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  164. 1 Maio, 2012 14:06

    “E nunca o Ccz que eu conheci, seria capaz de defender uma terraplenagem mundial, à conta de uma cartilha neotonta.”
    .
    E ainda conhece cara Zazie, ainda conhece. E é por estar a assistir à desintegração da terraplanagem mundial que sou um optimista. Sem terraplanagem, não precisamos de competir todos no mesmo campeonato, podem existir n campeonatos em simultâneo, no limite cada um pode criar o seu campeonato.

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  165. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:06

    Dar bem, no sentido de haver entendimento político e nestas cenas sociais. Fora isso dou-me bem com toda a gente, ou é-me indiferente, incluindo a que insulto. É html.

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  166. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 14:07

    rr,
    .
    Dificilmente me verá a defender este governo, apenas um pouco menos socialista que o anterior. Mas há que referir que a economia portuguesa se está a curar a si mesma, apesar da perniciosa acção do Estado.
    .
    Há que reduzir dívida. Estamos de acordo. Há que a debelar até que, umas gerações mais tarde, possamos operar na sua ausência. Há que resistir à tentação de fazer mais dívida. Estamos de acordo aqui.
    .
    A redução da despesa tem um problema: qualquer que seja a despesa a reduzir, todos e mais as suas tias estarão contra essa redução. Se se tem que reduzir nos funcionários públicos, zás, come-se insultos de um lado, pois as famílias dos homens… Se se tem de reduzir no número exagerado de escolas, trás, pelo outro, pois a educação… Se se tem de cortar na despesa exagerada e comanditária da saúde, pás, vai tudo morrer. Entretanto, morre o contribuinte do sector privado,chupado até ao tutano.
    .
    Depois, há uma grande questão. Muitos dos críticos, conquanto acreditem que se tem de reduzir a despesa no abstracto, e como disse, falham concretizar qualquer acordo para reduzir qualquer despesa, têm uma inumeracia que confrange até à medula. O Estado gastou em autoestradas, dizem estes… e não gastou. Vai gastar. Mas se não tivesse gasto, ai de nós!, o Estado não tinha injectado dinheiro na economia! Falam dos danados dos submarinos, mas a função pública gasta mais de 42 submarinos A CADA ANO QUE PASSA, e não me diga que não poderia tirar quatro ou cinco submarinos desses 42 sem que o essencial do Estado se mantivesse (e mesmo melhorasse). Cinco submarinos representariam uma quebra de mais de 5% nos impostos cobrados. Mais, como as pessoas se tendem a esforçar e a fazer à vida quando o tapete lhes sai, a grande parte dessas pessoas passaria a ser parte da solução e não do problema.
    .
    Falam dos institutos públicos, impúdicos aliás, e das esfodações mil que por aí medram. E estou de acordo, há que lhes por um fim o quanto antes. Mas essas coisas valem uns poucos submarinos, 4 no máximo. As PPP são no máximo 5 submarinos, em 2014, parece-me. Nada a ver com os 42 de que falei. Pode-se acabar com as despesas inúteis de parte dos 42, dos institutos e das esfodações e do submarino bi-anual que é a RTP. E, não magicamente, passamos a ter superavit sem quaisquer receitas extraordinárias.
    .
    Infelizmente a convolução jurídica socialíssima que são os contratos das rendas Paga Povo Palerma terão de ser examinados com afinco e diligência até se encontrar alguma ponta do novelo de Ariadne. Teseu aqui terá de se esforçar muito até que o touro estrebuche.

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  167. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:09

    Pois conheço, Ccz. E sei que pode ter mais esperança que eu em muita coisa, mas nunca seria alguém capaz de defender uma cartilha mundial a terraplanar tudo.
    .
    Sei que entende as especificidades dos povos. E nós aqui, apenas falámos disso. Quem desviou não fui eu. Limitei-me a recordar que a dívida japonesa não tem características como as nossas e que essa pancada do keynesianismo como a maleita global é parva.

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  168. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:10

    Mas qual Pedro Arroja- então eu escrevi que é uma pessoa com a qual eu tenho afinidades e que tem bom-senso para dar e vender e tu insistes no Arroja?.
    .
    Mas estás maluco, ou quê?

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  169. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:12

    CCZ, a Zazie anda desiludido com o mundo anglo-saxónico. Eles prometiam e garantiam uma coisa e está-lhes a sair outra. Por isso virou-se para as especificidades culturais para explicar determinados fenómenos. Aliás, os racistas ingleses (ela não é, apesar da panca contra alguns judeus) também acham que os sul-europeus nunca conseguirão sair da cepa torta. Por causa da cultura. Ou dos bolos. ehehehh
    .
    .
    Mas isto é que é mesmo de mostrar, para calar alguns, com essa da cultura como fenómeno explicativo para tudo:
    .

    .
    E é obrigatório ler o resto: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=551887&pn=1
    .
    .
    É por isso que Portugal está a fazer um milagre económico. Com estes empresários (ai a cultura deles, que nem ler livros lêm ehehehhe ), com estes trabalhadores, com estes produtos e serviços. E se correr bem, nos próximos 20 anos (se os parasitas não voltarem a darem cabo disto tudo) Portugal irá mostrar de que fibra somos feitos.

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  170. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:14

    “Mas estás maluco, ou quê?”
    .
    .
    Então quem é? O RB? Ah! Mas ele também muda de opinião. É teimoso, mas até já percebeu a mensagem do CCZ. eheheheheh
    .
    .
    Também não acreditava que alguma vez Portugal iria exportar mais do que importa, etc. Estava de tal forma colonizado pela ideologia anglo-saxónica, que na cabeça dele, sem desvalorizações nem quedas brutais nos salários, alguma vez Portugal iria sair da crise.
    .
    .
    É teimoso mas está, aos poucos, a abrir os olhos. 😉

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  171. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 14:14

    Anti-Comuna,
    .
    Hoje até se fala nos famosos 6 Sigma. (Aposto que a maioria da malta culturosa nem sabe o que esta merda é. Fazem muitos bolos, é o que é.)
    .
    Esta malta nem sabe fazer contas de merceeiro. Por que carga d’água saberiam o que é um desvio padrão estatístico?
    .
    Se falarem em 6 sigma, nem sabem a origem do termo nem a metodologia de gestão que acarreta.

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  172. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:15

    Estás a ver como tu também não és burro e apenas não queres dar o braço a torcer porque andas numa de embicar:
    .
    «Mas há quem confunda colectivo com comunismo ou socialismo».
    .
    Pois não, palerma. Mas só por burrice se nega a característica com medo que possa parecer comunismo ou socialismo.
    .
    Tu andas demasiado preocupado com as etiquetas. Os nipos têm um sentido comunitário que nada tem a ver com tenderem para socialismo e comunismo. Se há escardalhos que pensam isso, deixá-los andar iludidos.
    .
    Os escardalhos são estúpidos- para eles toda a característica de respeito colectivo tem de ser marxismo. E tu não és estúpido para precisares de negar realidades pelos facto de existirem escardalhos estúpidos que misturam tudo.

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  173. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:16

    Claro que é o Ricciardi- um morgadinho da cubata.

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  174. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:19

    Mas que ideologia anglo-saxónica? só vês ingleses a saírem debaixo das pedras. Carago que isso é patologia e da grossa.
    .
    O morgadinho da cubata é tuga dos 4 costados. O quinto há-de ser marranito.
    .
    Os ingleses não são para aqui chamados. Ele não tem pancadas, excepto a da defesa marranita mas até nisso já acalmou um bom bocado.

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  175. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:20

    E vou indo que o senil lasso complica-me tanto com os nervos, quanto o possidónio do Ramiro Marques.
    .
    Com estes cromos o PSD não vai longe.

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  176. 1 Maio, 2012 14:20

    Caro Anti-comuna,
    .
    Não quero entrar na vossa discussão, mas custa-me a engolir aquela frase “a Zazie anda desiludido com o mundo anglo-saxónico”.
    .
    A sério que não acompanho as vossas discussões, nem conheço pessoalmente a Zazie, mas ela seria uma das últimas pessoas que consideraria como “uma alinhada” com os anglo-saxónicos ou outros quaisquer.

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  177. 1 Maio, 2012 14:22

    Apreciem esta história… http://t.co/fxYousiI cheira-me às origens do socialismo

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  178. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:30

    “A sério que não acompanho as vossas discussões, nem conheço pessoalmente a Zazie, mas ela seria uma das últimas pessoas que consideraria como “uma alinhada” com os anglo-saxónicos ou outros quaisquer.”
    .
    .
    Isso é agora, caro CCZ. Ela engolia todas as patranhas contra o euro e contra a Europa que vinha da City. 😉
    .
    .
    Felizmente ela está a curar-se. 😉
    .
    .
    Caro Colaço, eles devem pensar que aquilo dos 6 Sigma é tudo japonês. 😉

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  179. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 14:32

    Bem, comparar os japoneses de antigamente com os chineses da actualidade é de chorar a rir.
    .
    Os japoneses começaram por imitar, é certo, mas faziam-no tão bem e com tanta qualidade que obtiveram reconhecimento do mundo. Os chineses também imitam, mas de uma forma desonesta, fraca, e só na aparencia igual, porque as chinesices são para deitar fora passado um mês, se tanto.
    .
    É portanto desonestidade mental, e reveleador de pouco conhecimento da coisa, associar-se a industria japonesa de então com a actual chinesa. E serve apenas o própsito orgasmico do AC em ter razão à força toda.
    .
    Ficque lá com ela, mas aconselho-o vivamente a viajar, a ver se areja essa cabeça. Enfim, a sair da nerdice do computador e das ideias dos outros e falar com pessoas reais de outros paises. Fazia-lhe bem, a sério. Até os computadores tem ventoinhas para refrigerar, senão sobreaqueçem e transmitem disparates.
    .
    Anyway, há coisas que até mesmo nos livros da Disney conseguimos ver. As marcas verdadeiramente importantes no mundo todo, as que mais vendem, as melhor implantadas, aquelas que derivam do génio humano, ou são japonesas, ou gringas, ou alemãs. As excepções são mesmo isso… excepções.
    .
    E, sim, os japonses tem uma cultura peculiar, aonde os velhos são de facto muito tidos em conta. Aonde a vergonha em despedir é semelhante à vergonha em ser despedido. Não está certo nem errado, é assim, é uma questão cultural. E não é apontando casos da sony que a realidade deixa de ser o que é. Mais, voçês não vêm estrangeiros a trabalhar no Japão. Os japoneses não aceitam a importação de mão-de-obra. Preferem deslocalizar a produção se tiverem necessidade de a ter. Já sei, vem aí o ccz a dizer que uma qualquer empresa japonesa emprega koreanos…assim não vamos lá. A parte não é o todo.
    .
    É claro, se a cabeça sobreaquecer não vemos o obvio e conseguimos até defender que as receitas para uma crise são iguais para cada povo considerado, indendentremente da realidade de cada país. A medida grande. Quem gere uma empresa sabe bem que gerir pessoas não é aplicar a medida grande a todas indiscriminadamente. Isso é meio caminho andando para o desastre.
    .
    Daí que o AC bata punhetas quando ouve falar o Gaspar e vem-se quando ele fala, porque a coisa é demorada. O gaspar diz que é preciso cortar salarios para reduzir o consumo para reduzir despesa para reduzir importações. E o AC nessa precisa altura, agarrado à pilinha, aperta o prepucio com força e espera que o gaspar ainda diga mais qualquer disparate. Nessa altura extasía. E corre para o google à procura de textos que corroborem as medidas. Penso que alguns dos textos e links são de outro planeta, mas servem a causa. Pois então, se a coisa resulta em Mongo também vai resultar em portugal.
    .
    Rb

    .

    Rb

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  180. piscoiso permalink
    1 Maio, 2012 14:32

    Mas afinal são bolos de quê?

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  181. 1 Maio, 2012 14:34

    oh anti-comuna, o que é quen são para ti as ideias do mundo anglo-saxonico? o que é que tem o mundo anglo-saxonico? Nos EUA, que saiba não existe o sector publico sequer.Mas o canadá e a australia tão muito bem na vida,diga-se de passagem

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  182. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:39

    Ccz : o anti-comuna tem uma certa tendência para a porteirice e encasquetou que, pelo facto do meu pinguim trabalhar na City, tinha de ser um defensor das cenas maradas deles e eu uma copiadora em segunda mão.
    .
    Para v. informação, o post de 7 de Maio do ano passado (e os outros que se seguiram) foi feito a meias com ele (o musaranho coxo era ele.
    .
    Ele é tão desalinhado quanto eu. Naquele post teve piada porque eu estava a escrever isso, aqui, em directo, e a ver a cena marada da dívida e das obrigações da Troika e ele vai e manda-me um mail a dizer isso mesmo. Pensámos o mesmo em simultâneo e deu os posts que se seguiram.

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  183. 1 Maio, 2012 14:39

    francisco colaço, concordo com 90% das coisas que são ai escritas.De facto temos excesso de funcionarios publicos, e isso nao ta a a ser feito, mas quanto aos hospitais, bem, a saúde não é nenhum luxo ou uma ida ás caraibas, a saude serve para cuidar de nós quando a nossa saúde pessoas está em risco.E portanto, eu como contribuinte ainda exijo uma saude de qualidade e rigor.Que ainda existe
    Uma nota acerca das empresas: não sou defensor do ultimo governo, mas se falas de “apesar do governo” então a este não se pode dar os louros da recuperação económica como o antic fromuna , quando fala do “gasparov”

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  184. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 14:41

    O planeta Mongo não era boca para o ccz, que aprecio ler e a quem requisitava serviços de consultoria. Mas já lhe disse e reafirmo, a perspectiva de um consultor de empresas nada tem a ver com a de quem gere um país. Desde logo porque o focus estáno bem estar da empresa especifica e não entra em consideração com as imparidades sociais.
    .
    Rb

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  185. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:42

    Aliás, ele embirra mais com os ingleses que eu, porque tem de os aturar. Essa pancada da influência anglo-saxónica é um meme do anti-comuna e coisa irracional que ele aplica em tudo.
    .
    É isso e teorias da conspiração. Vai por todas. Mal lhe cheire a irracionalidade improvável e muito complicada, alinha como a explicação mais óbvia e nem quer saber mais nada.
    .
    É assim, cada um é como é. O louco nisto é que ele tem este fanatismo e depois passa a vida a detectar esse defeito nos outros e nem se enxerga.

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  186. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:43

    “Os japoneses começaram por imitar, é certo, mas faziam-no tão bem e com tanta qualidade que obtiveram reconhecimento do mundo. ”
    .
    .
    Sim? Quando? Vc. tem ainda muito que comer bolos… Siga os links que eu providenciei antes de escrever algumas asneiras. Sabe como eram conhecidos os carros da Toyota antes da introdução de métodos de gestão ocidentais? Mulas. Imagine porquê. eheheheeh
    .
    .
    “É portanto desonestidade mental, e reveleador de pouco conhecimento da coisa, associar-se a industria japonesa de então com a actual chinesa. E serve apenas o própsito orgasmico do AC em ter razão à força toda.”
    .
    .
    Sim, sim. Isso e rosquilhos. Os gajos imitavam bem, era? O que imitavam? O quê que imitavam? Sapatos? Chinelas? eheheehheh
    .
    .
    Vc. deve pensar que eles começaram a sua industrialização depois da II Guerra, não? Pois…
    .
    .
    “E, sim, os japonses tem uma cultura peculiar, aonde os velhos são de facto muito tidos em conta. Aonde a vergonha em despedir é semelhante à vergonha em ser despedido. Não está certo nem errado, é assim, é uma questão cultural.”
    .
    .
    Onde eu nasci, fui criado e, se calhar, hei-de morrer também é assim. No meu Norte de Portugal. Não sabia? Vc. viaja muito mas nem conhece o seu próprio país…
    .
    .
    “Mais, voçês não vêm estrangeiros a trabalhar no Japão. Os japoneses não aceitam a importação de mão-de-obra.”
    .
    .
    E tirando os brasileiros. Poucos, mas são ainda bastantes. Mas o racismo deles vê-se depois nos problemas demográficos, não é? Em vez de uma vantagem…
    .
    .
    “O gaspar diz que é preciso cortar salarios para reduzir o consumo para reduzir despesa para reduzir importações. E o AC nessa precisa altura, agarrado à pilinha, aperta o prepucio com força e espera que o gaspar ainda diga mais qualquer disparate.”
    .
    .
    O Gaspar diz, mas eu não o digo. Só peço que ele continue o seu trabalho e deixe o resto da economia em paz. Com a minha pilinha posso eu bem. eheehehh
    .
    .
    ” E corre para o google à procura de textos que corroborem as medidas. Penso que alguns dos textos e links são de outro planeta, mas servem a causa. Pois então, se a coisa resulta em Mongo também vai resultar em portugal.”
    .
    .
    Mas está a resultar em Portugal. tanto que está, que Vc. e outros como Vc. estão de rastos, sem credibilidade, porque mostram que não entendem patavina desta merda. E como não entendem, agarram-se aos bolos. Perdão, à cultura.
    .
    .
    Beba mais um bagacinho que isso passa-lhe. eheheheheh

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  187. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:45

    eheheh
    .
    Aquelas punhetadas mongas foram fatais
    .
    “:O)))))

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  188. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:50

    “Ccz : o anti-comuna tem uma certa tendência para a porteirice e encasquetou que, pelo facto do meu pinguim trabalhar na City, tinha de ser um defensor das cenas maradas deles e eu uma copiadora em segunda mão.”
    .
    .
    Nada disso. Tu é que dizias que sem desvalorizações ou saídas do Euro, era impossível Portugal exportar. Até eu metia aqui bons exemplos tugas e tu ainda gozavas. Olha, como o papel higiénico da Renova, por exemplo. Mais tarde, até deves ter ficado embaraçada quando essa mesmo Renova passou a ser casestudy.
    .
    .
    Tu tinhas e tens uma adoração pelos ingleses. E eras muito influenciada pela City, pois eu lia o esterco que de lá vinha e via-o replicado aqui, por ti e outros colonizados como tu. eehheeheh
    .
    .
    Nem meto o teu rapaz ao barulho, porque nunca li nada dele e nem devia ser para aqui chamado. Mas digo aquilo que replicavas e que era esterco. Uma vez até arranjaste um link em que querias casar as dívidas de cada país para resolver o problema das dívidas todas. Essa então é que foi de partir o coco a rir. Onde sacaste aquele link e aquela ideia estranbólica. Aposto que de um cromo da Inglaterra, porque eu vi esse link, a primeira vez, precisamente num website inglês de mercados cambiais.
    .
    .
    Mas felizmente estás a mudar. os factos começam a mostrar que as patranhas do UKIP é apenas lixo. E felizmente já te apercebeste do lixo que de lá vem directamente da City. eheehehh

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  189. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:54

    Onde é que eu disse que se devia sair do euro.
    .
    Fazes o favor de encontrar isso e mostrar que eu também gostava de ver.
    .
    Força.
    .
    Quanto ao resto, passo, para não me chatear. Eu adoro Deus. Mais nada.
    .
    Quanto a ingleses, só se for Sir blasé e com Cottage.
    “:OP

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  190. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:56

    Leste, leste várias coisas dele, porque aqueles posts em que me insultaste, foram feitos a meias com ele. Estão todos online- foram no seguimento do memorando da Troika e andavas tu e mais a toinice toda a embandeirar em arco que agora é que ia ser- em grande- vinha aí a utopia com a dívida.

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  191. zazie permalink
    1 Maio, 2012 14:58

    Leste, leste várias coisas dele, porque aqueles posts em que me insultaste, foram feitos a meias com ele. Estão todos online- foram no seguimento do memorando da Troika e andavas tu e mais a toinice toda a embandeirar em arco que agora é que ia ser- em grande- vinha aí a utopia com a dívida.
    City?
    .
    Eu acaso escrevo sobre economia ou cito artigos financeiros, ou sou expert no assunto? a que propósito é que ias inventar influência de uma coisa se eu até leio mal inglês
    .
    (como se pode notar com o link que o Ccz deixou).

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  192. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 14:59

    “Leste, leste várias coisas dele, porque aqueles posts em que me insultaste, foram feitos a meias com ele. ”
    .
    .
    Tenho pena que ele tenha sido tão mal influenciado pela City. 😉
    .
    .
    Mas como ele é esperto vai-se desintoxicar de vez. eheheheheh
    .
    .
    Agora, da próxima vez, vou deixar de acreditar em ti. Sei lá se és tu a elogiar os bancos do St. James Park ou o teu filho. ehheheh
    .
    .
    Vá, para a próxima sê um bocadinho mais curial e assinai os dois. Senão, levas baile e ponho-te no farmville tuga. 😉

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  193. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:00

    E bota aí os links porque tudo o que eu escrevi está online. Os posts começaram a 7 de Maio do ano passado.
    .
    Não posso deixar link porque a censura anglo-saxónica da casa não permite.
    .
    Mostra lá que esterco largas tu dessa cloaca de bêbado.

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  194. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:01

    “Mostra lá que esterco largas tu dessa cloaca de bêbado.”
    .
    .
    Mas só de bagacinho. Bolos não é para mim…

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  195. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:02

    Vai dar banho ao cão e desorelha que a minha família não é para aqui chamada.
    .
    Se me queres insultar, insultas-me a mim. E provas o que dizes que eu escrevi, com link. Em não provando, apenas deixas à vista o aldrabão ressabiado que és.
    .
    E acabou.

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  196. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:03

    O teu problema é que fazes parte daquele tipo de pessoas que não consegue ser malcriada com estilo. Vai sempre a coisa para a chinela e rasquice de porteira.

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  197. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:05

    Ressabiado? Com quem? Contigo? ehhehehh
    .
    .
    “Vai dar banho ao cão e desorelha que a minha família não é para aqui chamada.”
    .
    .
    Pois não. Mas foste logo meter a pata na poça, confessando que escrevias a meias com o teu rapaz. Estavas caladinha e nem ficavamos a saber dessa coisa anormal. Mas eu dou-te um desconto. Mas eu é mais bagacinho, não bolos…

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  198. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 15:05

    Está a resultar, diz o AC. Não, espere, está a resultar sim senhor. As pilinhas exportadas agora são em quantidade muito superior ao que eram. Quem diz pilinhas, diz maminhas.
    .
    Olhe diga lá isso a 40% de desempregados jovens e 17% não jovens…. plus aqueles-outros que não figuram nos numeros e que emigram.
    .
    Nem as Ucranias querem vir para Portugal. Se o AC quiser deixar de se agarrar à sua pilinha e pretender uma mulher para lhe fazer companhia vai ter que se contentar com uma congolesa. Sim, porque as portuguesas pelo preço que voçê está disposto a pagar tambem preferem emigrar. Mas está certo, se o pessoal não tem dinheiro, não tem vicios. Ora bem, se não pode comprar serviços e mercadorias estrangeiras porque o governo lhe limitou o rendimento, nem pode comprar mercadoria nacional porque o governo lhe aumentou os impostos, a única forma que o AC tem de satisfazer as suas necessidades é bater uma punheta… ou emigrar para onde lhas batam por si.
    .
    O AC ainda não se apercebeu de que ao defender o gaspar está a defender as suas práticas, isto é, aumento impostos, redução de salarios. Que, têm sido, na sua optica, as medidas certas e que estão a colocar Portugal no caminho certo.
    .
    Ora, quando v.exa. tiver razão, ou seja, quando politicas de aumentos de impostos e redução drástica de salarios, resultar sustentadamente (e não para chinês ver) eu, nessa altura, converto-me à sua seita religiosa que vê milagres aonde eles não podem existir.

    Rb

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  199. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:06

    E acabou mesmo. Porque não me conheces de parte alguma e mesmo que conhecesses nunca admitiria que alguém andasse para aqui a lançar boatos merdosos acerca dos meus.
    .
    Não tenho nada a ver com as tuas origens, nem quero ter. Para conversa de mulherzinha tens por aí muito rabeta à escolha. Comigo, nunca.
    .
    Posso ser malcriada mas tenho cá o meu código de honra.

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  200. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:09

    Sabes muito bem que aqueles posts foram feitos a meias com ele. E foi por ficares ressabiado à conta disse que passaste a insultar-me aqui no Blasfémias e a inventar essa merda anglo-saxónica.
    .
    És uma puta possidónia. Não há nada a fazer- tens para aí trauma que mete dó. E tem de vir sempre à tona todo o ressabiamento mais mesquinho.

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  201. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:10

    “O AC ainda não se apercebeu de que ao defender o gaspar está a defender as suas práticas, isto é, aumento impostos, redução de salarios. Que, têm sido, na sua optica, as medidas certas e que estão a colocar Portugal no caminho certo.”
    .
    .
    Nesta altura do campeonato, defendo sim senhor. Enquanto não se acabar com o défice, vale tudo. Até arrancar olhos. ahhaahhah
    .
    .
    “Olhe diga lá isso a 40% de desempregados jovens e 17% não jovens…. plus aqueles-outros que não figuram nos numeros e que emigram.”
    .
    .
    A cura tem disto, amigo. Os USA tem cerca de metade dos jovens com cursos superior no desemprego ou a servir hamburgueres. Sabia disto? Pois é. As crises são isso mesmo.
    .
    .
    O que Portugal está a sofrer agora são as maleitas de asneiras como ventoínhas por todo o lado, com o RB a elogiar as políticas desastrosas do Pinócrates. Quer dizer, Vc. apoiou algumas das políticas desatrosas e depois queixa-se dos resultados…
    .
    .
    Deixe lá. Deve ser chato acreditar nalgumas coisas e afinal… Olhe, habitue-se. Mas é mais bagacinho, não bolos, entende?

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  202. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:12

    “Sabes muito bem que aqueles posts foram feitos a meias com ele. E foi por ficares ressabiado à conta disse que passaste a insultar-me aqui no Blasfémias e a inventar essa merda anglo-saxónica.”
    .
    .
    Olhe que se calhar o teu filho andou por aqui coma tua alcunha… Porque eu, confesso, nunca vou ao teu blogue.
    .
    .
    Se em vez de andar a malta por aqui a escrever com alcunhas alheias… É que se não foste tu, alguém o foi. Ou alguém andava a usurpar o teu nick. Também pode ser.
    .
    .
    Vá, bebe um bagacinho e larga os bolinhos, está bem? ehheeheh

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  203. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:13

    E és tão puta que sabes quais foram- porque eu tive o cuidado de acrescentar (musaranho coxo). Portanto, essa generalização de que são todos a meias, é mais velhacaria da tua parte.
    .
    Não há nada a fazer- essa cena de nem saberes quem é o pai deve ser lixada. Mas eu é que não tenho culpa e não sou tua mãezinha.

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  204. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:15

    Este gajo é perigoso.
    .
    Não, não andou por aqui nem por lado nenhum. Escusas de tentar mais merda. Está escrito e repetido- o post de 7 de Maio- escrito no Cocanha (em mais lado nenhum- foi feito a meias). Esse e os que se seguiram, onde aparece “musaranho coxo.
    .
    Tudo o resto é cena de filho da puta e a puta que te cagou não é da minha família.

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  205. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:19

    Zazie, isto também é cultura. Do Norte, caraigo!
    .

    .
    .
    Eu é mais bagacinho, outros bolos…

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  206. zazie permalink
    1 Maio, 2012 15:19

    Os insultos que me dirigiste foram feitos aqui. Estão online. E fizeste-os por saberes que a informação e até as contas não eram minhas.
    .
    E sabias de quem eram, porque, uma vez, por burrice minha, descaí-me e confiei em ti, numa mera troca de comentários no Portugal Contemporâneo.
    .
    Foi estupidez da minha parte. Tomei-te por uma pessoa de bem e não és. E aproveitaste logo para usar essa informação ao primeiro desatinanço onde te enterraste como suposto perito financeiro.

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  207. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 15:19

    Vá lá, Zazie. Não te esfalfes. Tu é mais bolos, eu é mais bagacinho…

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  208. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 15:45

    rr,
    .
    O Governo de Portugal, aquela coisa monstra que gere o monstro Estado, pouco ou nada fará para emagrecer. Qualquer organismo vivo quer viver, e tudo fará para manter todos os seus membros, e isso é compreensível. O que não é de modo algum justificável. Estamos em tempo de pagar dívida, e neste tempo o Estado deve, com ambos concordamos, doa a quem doer, dar o exemplo e decepar carnes mortas. A amputação servirá para poupar energias, que têm de ser fornecidas pelo macro-ambiente, no presente sobre-explorado.
    .
    A recuperação económica nada tem a ver com o Governo. É realizada por empresários de vão de escada. Estes empresários, confrontados com o decréscimo da procura interna, viraram-se lá para fora e, veja só!, abriram novos mundos ao Mundo, ou encontraram mercados onde estes não eram sequer imagináveis. Estamos, passe-se a crueza da imagem, a viver uma segunda epopeia de descobrimentos. Quando todo o planeta já está mapeado e numerado, descobrimos povos e necessidades e lugares para vender os nossos produtos e serviços.
    .
    Estes empresários, apesar do Estado e dos seus impostos e das suas imperiosas necessidades (!) de não despedir e de não se reformular, estão a recuperar a economia. Mais, é minha convicção que se crescermos 13% nas exportações, como nos primeiros meses do ano, o emprego recuperará. Falta apenas acabar com duas coisas do Estado que estão a dar cabo da economia:
    .
    1) A ASAE e os milhentinhos fiscalotes e policiotes, sempre a puxar do caderno das multas e a desesperar empresários;
    2) A cambada rendista da economia do feitiço; não há água para tanta cáfila neste oásis.
    .
    Venha o livre despedimento, o licenciamento industrial desburocratizado. Se o Estado quer mesmo dar a mão às empresas, faça o primeiro e o segundo e, tal como quando fazemos culturas de bactérias, deixe as bactérias crescer. Os resultados não são imediatos, mas são bastante seguros e previsíveis, contanto o ambiente seja favorável.

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  209. 1 Maio, 2012 15:50

    colaço, não creio que o problema seje dos depsedimento,, e isto não sou eu que digo.Rrefiro-me a numerosas organizacoes internacionais como a OIT, que referem isto.Nós não precisamos de despedir pessoas, precisamos é de criar empregos isso sim, ou de facilitar a contratação.É que temos de ter em conta não só o oplado do empresario, é preciso pensar-se no trabalhador, e os efeitos que essas medida teem na vida dele.Mas ó colaço este governo até a tal reforma laboral já fez.

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  210. 1 Maio, 2012 15:53

    acho que se devia fazer o seguinte: no caso de total despedimento , deve-se exigir uma contrapartida ao estado: maiores subsidios de desemprego como já existe na dinamarca.O meu raciciocinio é muito simples francisco colaço: sim senhor, nós flexibilizamos, mas em troca deve haver também mais segurança para os trabalhadores, não os deixando desamparados no desmeprego.Total flexiblidade com contrapartidas.

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  211. 1 Maio, 2012 15:54

    zazie, pessoas como o anti-comuna nem sequer merecem que lhes dirige a palavra

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  212. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 16:04

    “acho que se devia fazer o seguinte: no caso de total despedimento , deve-se exigir uma contrapartida ao estado: maiores subsidios de desemprego como já existe na dinamarca.”
    .
    .
    Eu é mesmo bagacinho. Outros bolos…
    .
    .
    Quem quer saber, informa-se, não escreve bacoradas:
    .
    https://www.workindenmark.dk/en/Find_information/Information_for_job_seekers/Working_in_Denmark/Unemployment_insurance/Unemployment_benefits
    .
    http://www.f-f.dk/SiteCollectionDocuments/PDF/Pjecer/aforsikret_dk_english.pdf
    .
    .

    .
    .
    Por isso desisti de responder a alguém que come demasiados bolos. ehehehehehe

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  213. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 16:17

    O nosso Gasparov, soma e segue. Se o gajo cortasse nas rendas…
    .
    .
    “De acordo com as previsões incluídas pelo Executivo no Documento de Estratégia Orçamental (DEO) 2012-2016 entregue esta segunda-feira no Parlamento, o Governo espera que a economia consiga já ter capacidade de financiamento liquida face ao exterior em 2014.
    .
    Este ano, o défice externo deve ser reduzido para os 2,5% do PIB, a que se segue um resultado marginalmente negativo ainda em 2013, na ordem dos 0,4%.
    .
    Caso se confirmem as previsões do Executivo, a economia portuguesa terá já capacidade de financiamento liquida face ao exterior na ordem dos 1,3% do PIB em 2014, de 3,1% em 2015 e de 4,9% em 2016.
    .
    Estas contas beneficiam em grande parte de um crescimento sustentado das exportações, que o Governo espera que venham a crescer entre os 5,6 e os 6,9% de forma progressiva entre 2013 e 2016, e de uma forte queda das importações este ano (na ordem dos 6,4%) e uma subida abaixo do previsto para as exportações no horizonte da projeção.”
    .
    in http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2449834
    .
    .
    A partir de 2014, segundo as previsões do governo (eu espero já a partir de 2013, mas em 2012 também poderá surpreender), Portugal poderá financiar-se exclusivamente com base nas actividades económicas externas. É quase como reganhar a Indpendência! ehehhehh
    .
    .
    Mas eu é mais bagacinho, outros bolos…
    .
    .
    O milagre económico português. Sem desvalorizações cambiais nem cortes brutais nos salários. Fantástico! Mas eu é mais bagacinho, outros bolos…

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  214. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 16:19

    Só gostaria de corrigir isto:
    .
    “A partir de 2014, segundo as previsões do governo (eu espero já a partir de 2013, mas em 2012 também poderá surpreender), Portugal poderá financiar-se exclusivamente com base nas actividades económicas externas. É quase como reganhar a Indpendência! ehehhehh”
    .
    .
    Para isto:
    .
    .
    A partir de 2014, segundo as previsões do governo (eu espero já a partir de 2013, mas em 2012 também poderá surpreender), Portugal poderá financiar-se exclusivamente com base nas actividades económicas INTERNAS. É quase como reganhar a IndEpendência! ehehhehh
    .
    .
    Assim é que está correcto. Mil desculpas. Mas eu é mais bagacinho, outros bolos…

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  215. 1 Maio, 2012 16:27

    anti-comuna vai ao insurgente ler os posts do ricardo arroja sobre o assunto.confio mais nele no que em ti

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  216. zazie permalink
    1 Maio, 2012 16:35

    O que vale é que está tudo online. Há perto de um ano era assim:
    .
    https://blasfemias.net/2011/05/18/um-apoio-muito-bem-vindo/#comment-362557
    .
    E a estúpida era eu, por dizer que a dívida tinha de ser renegociada e não havia qualquer hipótese de a pagar com aqueles juros.

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  217. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 16:42

    rr,
    .
    O meu raciciocinio é muito simples francisco colaço: sim senhor, nós flexibilizamos, mas em troca deve haver também mais segurança para os trabalhadores,
    .
    Mude esse deveria ser assim para um tem de ser assim, que é este: nós flexibilizamos, pois senão teremos mais desemprego.
    .
    Quando o Mário Soares (esse snobe direitista conservador, tão amado dos liberais!) inventou os contratos a prazo, foi tão vilipendiado! Chamaram-lhe de tudo porque não deveria ser assim. Mas resultaram, porque é assim e basta!. Quanto mais fácil for contratar e despedir, menos barreiras se tem ao investimento e à criação de empregos. Uma empresa que não tem medo de contratar por lhe ser fácil despedir contratará, seja para perfazer uma encomenda eventual, seja para uma experiência produtiva que incida numa subida de procura que pode afinal não durar muito. Sem empresas ditas «de recursos humanos», que se aproveitam da rigidez da lei para tirar parte do salário do trabalhador temporário, sendo assim os novos esclavagistas.
    .
    Quanto ao subsídio de desemprego, a minha esposa (não minha mulher nem minha gaja, como um outro idiota por aqui escreveu!) recebe dois ou três dias por semana pessoas que querem o carimbo na folha de procura de emprego, mas não querem trabalhar porque querem agora é descansar enquanto tiverem o subsídio de desemprego. O subsídio de desemprego é uma necessidade temporária para famílias que desejam trabalhar e se vêem na situação de ter de sobreviver entre empregos. Pode e deve existir. No entanto, coloque-o de tal forma que pessoas possam viver dele com algum conforto mais que temporariamente e terá pessoas que viverão dele permanentemente.
    .
    O subsídio de sobrevivência ao pobre perpetua a pobreza, minando o indivíduo e tolhendo a iniciativa e a vontade de mudar. Conquanto seja temporário e degressivo, faz uma função social fantástica. Afora isso, é tão pernicioso para a sociedade como a corrupção ou a cunha. A meu ver o subsídio deveria começar com, por exemplo, 60% do salário, descendo 2,5% por mês subsequente para obrigar à urgência de arranjar emprego ou reformar as competências laborais e enveredar por outra carreira.

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  218. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 16:42

    Despedir, despedir. A conversa está trocada e não faz sentido algum. Não há empresário algum que queira despedir por despedir. Os profissionais competentes são indispensaveis e não há empresario que prescindam deles.
    .
    Portanto, despedir devia ser tranquilo em determinadas circunstancias, mas sempre justificadas pelo que mais à frente direi.
    .
    Vamos ver, se eu quero despedir um gajo que não rende e substitui-lo por outro que penso que vai render, devia poder faze-lo sem demoras e sem quaisquer custos associados ao processo. Um gajo que não rende prejudica a empresa e os outros trabalhadores e inibe que o mérito fluoresça. Na prática é uma troca de forças de trabalho.
    .
    Mas isto é válido para todas as situações?
    Não, não é. Se eu tenho um moça na linha de montagem que está comigo há 30 anos e começa a ter mais dificuldade em acompanhar o ritmo e a encravar a produção, é natural que, devido à sua idade, eu pretenda substitui-la por uma catraia com mais energia. Tudo em nome da produtividade, claro.
    .
    Ora bem, há aqui dois valores conflictuantes: Aquele que decorre da imoralidade de se despedir uma pessoa em virtude da sua idade ou condição fisica e aquele-outro que decorre do facto de eu dever ter sempre os mais aptos a trabalhar para manutenção da produtividade, resultados etc.
    .
    É um problema dos diabos. Eu como empresário sinto-o como ninguém. O que fazer, 1) despeço a rapariga que já tem quase 50 anos e substituo-o por uma de 20 ou 2) mantenho-a em funções para as quais ela já não tem a mesma dinamica que outras o podiam fazer?
    .
    A decisão racional seria imediatamente optar pela 1). E no mundo globalizado e concorrencial o empresário é forçado a fazê-lo. O facto de se envelhecer ser um perrogativa natural, inscrita nas leis da natureza, não desmotiva o mercado que os homens criaram. Os mercados mandam, o empresário acolhe. Ou isso, ou a decadência da fabrica.
    .
    Não há resposta a dar a isto. Não há. E quem disser o contrario mente. E se não mente neste capitulo não tem coração, nem é humano. Afinal de contas poder-se-ia tratar dos nossos pais, ou de nó spróprios. Como arranjar trabalho aos 50 anos e alimentar a familia? que velhice irei ter se estiver desempregado?
    .
    Daí que o comercio internacional globalizado tem os seus dias contados. Se não for de forma racional e ponderada pelos lideres dos governos, se-lo-á por força das coisas. E a democracia nisso tem uma palavra forte e interventiva nas politicas. O povo sente-se e vota contra, independentemente da lógica subjacente.
    .
    O que quero dizer é que a ética e os valores tem que estar presentes nas regras do comercio internacional. Se em todos paises que comercializam entre si se legislar de forma semelhante, um empresário não fica neste dilema. Quer dizer, ele sabe com o que conta na concorrencia e age em conformidade enquadrado nas mesmas regras de jogo.
    .
    Mas se existem concorrentes que podem despedir doentes, contratar crianças, despedir gravidas, todos os outros são obrigados, ainda que não queiram , a fazer o mesmo.
    .
    Nos eua começam agora algumas escolas de relevo a formar novos mba’s na politica da etica nos negocios. Pode ser que esteja a ser aberta uma nova janela rumo à decendencia.
    .
    Rb

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  219. zazie permalink
    1 Maio, 2012 16:48

    Isto, da minha autoria, escrevi eu, a 7 de Maio do ano passado (o post do Cocanha foi posterior)
    .
    https://blasfemias.net/2011/05/07/vemos-ouvimos-e-lemos-nao-podemos-ignorar/#comment-359598
    .
    E até o Palavrossarus veio cá morder e dizer que os excessos eram meus.
    .
    Agora enfiam o barrete e engolem os sapos que o último a rir, ri melhor

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  220. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 16:55

    Ricciardi,
    .
    A conversa está trocada e não faz sentido algum. Não há empresário algum que queira despedir por despedir. Os profissionais competentes são indispensaveis e não há empresario que prescindam deles.
    .
    Isso é tão evidente que aos muitos literatos que por aqui anda falha por completo. A sério, obrigado por reenunciar o que tantos de nós andam há muito por aqui a dizer.
    .
    Os bons empregados não têm a temer com o despedimento rápido. Aliás, ganham. Pode ser que numa outra empresa encontrem trabalho mais bem remunerado porque finalmente se conseguiu colocar o calaceiro que lá estava porta fora.
    .
    Quem se lixa são os calaceiros, os que querem emprego e não trabalho, os que não conjugam o verbo trabalhar senão no condicional.

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  221. zazie permalink
    1 Maio, 2012 16:59

    ” A minha esposa” é possidonice. Só um possidónio se refere assim à mulher.
    .
    Os outros é que devem dizer: “a sua esposa”. O próprio diz “a minha mulher”.
    .
    eheheheh

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  222. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:00

    Ricciardi,
    .
    Ora bem, há aqui dois valores conflictuantes: Aquele que decorre da imoralidade de se despedir uma pessoa em virtude da sua idade ou condição fisica e aquele-outro que decorre do facto de eu dever ter sempre os mais aptos a trabalhar para manutenção da produtividade, resultados etc.
    .
    Meu caro Ricciardi, a lei não deve impor uma moral em questões laborais. A lei deve defender primeiro as empresas e as actividades económicas porque são elas que dão sustento às pessoas.
    .
    Olhe que eu temo aquelas empresas que não conseguem dar uso às competências de trinta anos de um empregado, salvo casos de evidente degradação da saúde devido à idade. Por isso é que existem políticas de recursos humanos, não é para andar a pactuar com os novos esclavagistas ou a processar salários.

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  223. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:00

    Mato-me a rir a imaginá-los a dizerem isto de mindinho esticado e unha comprida.

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  224. 1 Maio, 2012 17:05

    francisco colaço
    quanto ao subsidio de desemprego: duvido muito que algúem tenha gosto em estar desempregado , ao contrário daquilo que tu achas, e uma pessoa deixa de estar desempregada quando arranjar um emprego novo, não quando ela quiser.Ou seja, a solução não depende da vontade das pessoas, depende sim de outros factores.
    Quanto á lei de trabalho, esta foi reformada e gostava de saber o que é que tu pensas da lei.Eu acho que é a oportunidade vermos se essa tua teoria resultará na prática

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  225. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:05

    Zazie,
    .
    Deixe estar, que a expressão Mercado do Bolhão e o seu pseudónimo têm vindo à mente de muitíssima gente. Só não o vociferamos alto por respeito às verdadeiras e honestas peixeiras.

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  226. 1 Maio, 2012 17:08

    já agora, franisco colaço.Existe os empresarios, mas quem dá lucro á empresa são os trabalhadores.São estes que produzem as coisas

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  227. 1 Maio, 2012 17:09

    colaço Lê isto:
    Na sanha de pôr as pessoas a trabalhar mais em Portugal, confundindo mais trabalho com melhor trabalho, o Governo propôs acabar com quatro feriados, dois dos quais laicos, particularmente relevantes: sem o 1.º de Dezembro, Portugal não seria independente. Sem o 5 de Outubro, não seria uma república.
    Na sanha de pôr as pessoas a trabalhar mais em Portugal, confundindo mais trabalho com melhor trabalho, o Governo propôs acabar com quatro feriados, dois dos quais laicos, particularmente relevantes: sem o 1.º de Dezembro, Portugal não seria independente. Sem o 5 de Outubro, não seria uma república.

    Enquanto se discutia que feriados se deveriam eliminar não faltaram vozes a defender o fim do 25 de Abril e do 1.º de Maio. Sem o primeiro Portugal não seria uma democracia. E sem o segundo?

    O 1.º de Maio é uma data simbólica que homenageia os trabalhadores de todo o mundo e as lutas que travaram ao longo do tempo para melhorar as condições da sua actividade. Foi esse processo que permitiu que as sociedades ocidentais atingissem um nível de desenvolvimento e bem-estar impensável há 100 anos. Por esse motivo, este feriado é comemorado em quase todos os países democráticos do mundo. É algo que deveria constituir motivo de contentamento para todos e, por maioria de razão, ser comemorado pela nação.

    Ainda assim, há quem entenda que a melhor forma de assinalar o dia do trabalhador é trabalhando.

    Mas não é só o dia do trabalhador que incomoda alguns espíritos. É a própria palavra trabalhador. É isso que explica a moda iniciada há alguns anos de tratar os trabalhadores como colaboradores. Por este caminho, ainda alguém há-de propor que o 1.º de Maio passe a ser o dia do colaborador.

    Trocam-se os termos como se fossem sinónimos. Mas não são. E todos sabemos que não são. O colaborador colabora hoje, mas já não colabora amanhã. Colabora, portanto não se queixa, nem refila e desempenha a sua actividade de forma passiva. E nunca veste a camisola porque esta não lhe é dada.

    Todos nós, quando nos levantamos da cama, de segunda a sexta, não o fazemos para ir colaborar. Não chegamos ao fim do dia cansados por termos estado a colaborar. Não é a nossa colaboração que enche de orgulho – ou de frustração. Grande parte do que somos, fazemos e representamos está no nosso trabalho. Por isso, somos trabalhadores.

    No fundo, é isso que se celebra no 1.º de Maio. E para que possa ser festejado é feriado. Um feriado que homenageia o trabalho no seu sentido mais nobre, o trabalho que não é apenas fonte de rendimento, mas também de realização e de prazer. E de respeito. A isso chama-se trabalho. Nunca colaboração.

    Editor de Economia
    Visto por dentro é um espaço de opinião de jornalistas do Negócios

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  228. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:10

    ahahahahahah
    .
    Eu só estava a tentar dar-lhe uma ajuda para v. parecer um senhor. Se insiste em chamar “esposa” à sua senhora, está tramado- fica-se a pensar que no Bolhão trabalha v.

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  229. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:10

    rr,
    .
    A dita reforma é mais uma oportunidade perdida, baralhando para dar ao mesmo. E quanto a não haver gosto de estar desempregado, o rr pensa que ninguém gosta, mas eu sei que há muitas pessoas que gostam e querem. Há quem ache que o subsídio de desemprego é para gozar enquanto há. E tenho muitas histórias contadas em primeira pessoa e ouvidas dos ditos desempregados (que segundo o rr não gostam da sua situação).
    .
    Chega-se ao ponto de ouvir num café algo como: eu agora estou na boa vida por mais ano e meio! Ou de ouvir: só estou à espera que o patrão me ponha no desemprego e me dê a indemnização e depois vou descansar.

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  230. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:12

    Vá, decore lá essa regra que v. decora muito latim para parecer letrado. É só mais um pequeno esforço. V. gosta tanto de parecer o que não é que eu apenas lhe estava a dar uma ajuda.
    .
    Vá por mim: nunca diga “a minha esposa” que fica logo tudo à vista…

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  231. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:14

    Quanto à “muitíssima gente” também é muito engraçada. Agora fala em nome de “muitíssima gente” para parecer uma manada e não apenas o grande militante social democrata Francisco Colaço.

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  232. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:21

    rr,
    .
    Feriados são apenas dias simbólicos. Se os houver, bom; se não os houver a vida continuará. Conquanto eu seja consonante consigo em os feriados não acrescentarem nada nem diminuírem nada da produtividade anual (que no fundo, calculada anualmente,seria beneficiada em menos de 2%), recuso essa do «vestir a camisola» por parte do trabalhador.
    .
    Há uma camisola que visto: a minha, tirada da minha gaveta, e mesmo essa mudo-a diariamente. Na empresa posso vestir uma bata, um fato de macaco, um fato completo, um uniforme militar ou um fato anti-radiação, anti-fogo ou anti-insectos, dependendo onde esteja a trabalhar. Uma camisola, essa não visto. Até porque se me dão a camisola para vestir, as calças são sempre as minhas. E se é assim, ao menos uso a camisola que gosto, que escolhi e que acho que combina com as calças.
    .
    Veja o texto para além da imagem. (Já agora, só não usei o fato para a criação de abelhas. Todos os outros, uma vez ou outra, mais ou menos frequentemente, tive de usar.)

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  233. Ricciardi permalink
    1 Maio, 2012 17:24

    A verdade, caro Colaço, é que em pouco tempo veremos velhos com 70 anos a carregar stocks de um lado para o outro, ou não?
    .
    Voçê talvez parte do principio que todos os funcionarios fabris tem a possibilidade de, chegados a certa idade, fazer outras coisas mais leves. Eu tenho a certeza que não. Não têm. E não é por não haver tarefas mais consentaneas com a sua idade, mas sim pelo facto de existirem alternativas mais em conta para o efeito.
    .
    Quer-me parecer que, em virtude da terceriazização da economia portuguesa e ocidental, os analistas passaram a considerar como trabalho apenas aquele que decorre do uso de um fato e gravata. Esse, sim, de facto pode ser exercido até mais tarde. E é o que tem safado o pessoal mais velho que se sente até mais util neste enquadramento. E é.
    .
    Mas o que eu antecipo é que, por vários motivos, entre os quais o desemprego galopant e a decandencia dos sistemas de segurança social, o ocidente vai ter que se reindustrializar. Ora, o trabalhador fabril e o trabalhador de uma trading ou de um banco são diferentes. As exigencias dos segundos são mais intelectuais do que a dos primeiros. Pelo que a dos primeiros exige-se mais capacidade fisica, que é incompativel com a idade. Isto não é nada de novo. Um país industrializado tem tendencia a empregar mais jovens, os mais aptos para aquele serviço. E um país mais terceriazado tende a manter a experiencia que decorre dos conhecimentos intelectuais acumulados e conhecimento de mercado etc.
    .
    Daí que as politicas assertivas para que um país se mantenha equilibrado são aquelas que apontam para um objectivo etário médio adequado. Isto é, dar beneficios fiscais para asa familias gererem mais filhos quando percebemos que a sociedade está a envelhecer, e retirar esses beneficios quando está a aconetecr o contrario. Equilibrando a estrutura etária numa idade optima que permite ter uma força de trabalho equilibrada em termos etários e capaz de garantir sustentabilidade nas seguranças sociais que permita dar aos velhos aquilo que merecem.
    .
    Enquanto as politicas forem efectuadas pela medida grande, isto é, independtemente de tudo, iremos ter a prazo problemas com os velhos desempregados. As politicas devem ser direcionados a casos concretos, prevendo todas as vertentes. Um trabalhador com 7o num banco não pode ser considerado da mesma forma que um trabalhador com 70 anos que carrega stocks; e isto é independentemente do mérito de cada um.
    .
    Rb

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  234. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:25

    Zazie,
    .
    Confesso que penso que quem quer que coabitasse consigo nunca a teria tratado nem por esposa nem por mulher. ter-se-ia cingido a palavras de quatro letras, variando apenas em picarice consoante o que tivesse nesse dia de si aturado.

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  235. Francisco Colaço permalink
    1 Maio, 2012 17:28

    Ricciardi,
    .
    Desde os anos 20 do século passado que existem empilhadores.
    .
    E eu faço parte da minha vida a ensinar pessoas (até de 60 anos) a manobrá-los em segurança e economia.

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  236. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 17:29

    O milagre económico do anti-comuna e gaspar:
    exportar portugueses
    exportar ouro
    exportar produtos transformados de matérias-primas e energias cada vez mais caras.
    os portugueses a emprobecer a olhos vistos (30% o necessário)
    Com tanta iluminação por aqui, ainda não vi foi nínguém da cartilha globalista a tocar na Índia, que vai ser uma das maiores referências da 3ª revolução industrial. Cansados da China? Esperem pela Índia.
    O ocidente entrou em declíneo acentuado porque foi comido pelas suas multi-nacionais.
    Olhe anti-comuna eu se fosse a si pegava nas suas valiosas pesquisas on-line e procurava saber qual a hípotese de colocarmos o vinho e o azeite e passarmos a cotar estas matérias em barril num equivalente de valor igual a do petróleo. Formar aí um cartel no club med de azeiteiros, vinhateiros e com o apoio é claro dos punheteiros movidos a bagaço…

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  237. 1 Maio, 2012 17:29

    tão se fosses ministros que é que fazias na reforma do trabalho ó colaço?

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  238. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 17:29

    É a cultura… estúpido!
    A história da crise do euro.
    vivendi-pt.blogspot.com/2012/04/historia-da-crise-do-euro.html

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  239. 1 Maio, 2012 17:30

    quanto ao subsidio, uma coisa é a realidade, outra coisa é aquilo que tu dizes ou achas.E a tua palavra por si só não chega

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  240. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:35

    Pois é, ó Colaço- mas, como não é comigo que coabitas- vai chamar puta à tua mãezinha.
    .

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  241. zazie permalink
    1 Maio, 2012 17:37

    E continua a insistir em dizer ” a minha esposa” que assim é que ficas lindo.

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  242. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 17:48

    Zazie, lê e aprende:
    .
    .
    “Dívida pública atinge máximo em 2013 e deve cair 12 pontos nos três anos seguintes”
    .
    in http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO044118.html
    .
    .
    Segundo as contas deles (que eu ainda estou para ver como o vão fazer), para o ano temos o pico na Dívida Pública e depois começará a baixar. 12 pontos em 3 anos.
    .
    .
    Sem pregar calotes aos detentores da dívida tuga, nem seguir os conselhos dos salafrários e racistas da City, perdão do UKIP. Toma en engole…
    .
    .
    É o milagre económico português. mas eu é mais bagacinho não bolos… ehehhehh

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  243. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 17:56

    Segundo as contas deles (que eu ainda estou para ver como o vão fazer), para o ano temos o pico na Dívida Pública e depois começará a baixar. 12 pontos em 3 anos. Sem pregar calotes aos detentores da dívida tuga
    Louco louco… as criancinhas e os portugueses de hoje que continuem a passar fome do pão que o díabo maçónico amassou que aguardem 3 anos para a dívida pública ainda estar em 100%. E os tugas nem têm de se preocupar com as suas dívidas privadas. Tudo istó é só estado, tudo isto é comuna e anti-comuna.

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  244. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 17:57

    Olhe anti-comuna eu se fosse a si pegava nas suas valiosas pesquisas on-line e procurava saber qual a hípotese de colocarmos o vinho e o azeite e passarmos a cotar estas matérias em barril num equivalente de valor igual ao do petróleo. Formar aí um cartel no club med de azeiteiros, vinhateiros e com o apoio é claro dos punheteiros movidos a bagaço…

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  245. 1 Maio, 2012 17:58

    anti-comuna: o teu optimismo parece o do sócrates com os anuncios dele.

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  246. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:01

    Será que o anti-comuna é do instituto camões?
    Pela visão. Parece! Será que dos vícios também? para andar aí a lamber o Gaspar….
    Instituto Camões, tem um orçamento de quarenta e tal milhões de euros quase todos gastos a pagar despesas de pessoal. Peanuts, claro… Visitar o site deles é um tratado, e até se aprende entre muitas coisas que em 2010 (vide Balanço Social) “cada assistente técnico faltou em média 39,5 dias, cada técnico superior faltou em média 24,47 dias, cada docente do ensino básico e secundário faltou em média 8,18 dias e que cada dirigente intermédio faltou em média 3,87 dias” (pag. 28). Nada mau para o que dizem ser o organismo do Estado com melhor média salarial.

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  247. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:03

    Ai Portugal , Portugal!
    Tudo isto é estado, tudo isto é comuna e anti-comuna.

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  248. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 18:03

    Há um ano, todo o expert em Portugal defendia a inevitabilidade da reestrutração da dívida. (Eles andam por aí disfarçados com a cultura…) Que Portugal nunca poderia pagar a sua dívida, era evidente para estes especialistas em finanças públicas e economia. Onde eles liam esta merda? Vinha directamente dos racistas dos ingleses, que propagandeavam que Portugal (um país pouco culto, não é?) nunca conseguiria gerar actividades económicas para pagar a sua dívida.
    .
    .
    Os azeiteiros aproveitaram logo para tentar evitar que o Estado pagasse as suas dívidas. Lisboa, então, como abunda tanto parasitismo por lá, queria pregar o calote para continuar a sua desbunda chupista. Era ver por aí, tantos experts nestas merdas, a pregar aos quatro ventos: a vívida nunca poderá ser paga. A generalidade deles não pesca um corno destes assuntos, mas liam nos blogues da moda anglo-saxónicos e repetiam por aqui.
    .
    .
    Afinal, toda a propaganda destes azelhas está a ir por água abaixo. Nem Portugal entrou numa espiral recessiva como até a dívida pública pode e deve ser paga, sem pregar calotes aos credores. (Nem ser penalizado no futuro com mais altas taxas de juro. Basta olhar para as taxas de refrência gregas e ver de que pouco lhes vale pregar calotes sem fazer reformas económicas a sério.)
    .
    .
    Todas as fezadas destes experts em finanças públicas, coisas do euro e até crescimento económico estão a falhar como o cão do Teixeira. Como não epscam um corno destes assuntos, viram-se para a cultura. É a cultura, estúpida! Pois é, mas então parece que os tugas são os mais cultos de todos. Provam que toda a propaganda contra Portugal está errada.
    .
    .
    Eu é mais bagacinho, outros bolos…
    .
    .

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  249. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:06

    Da Alemanha:
    Portugal tem de renegociar metade da dívida pública

    Mesmo crescendo 2% ou 4% ao ano, não dá. Portugal está numa “situação crítica” e vai ter de renegociar com os credores um desconto de “33% a 50%” da sua dívida pública, diz um estudo do Instituto Kiel para a Economia Mundial, um conceituado centro de investigação da Alemanha.

    A dívida da República portuguesa está hoje perto dos 200 mil milhões de euros, o que significa que, na pior das hipóteses, o Governo teria de renegociar cerca de 100 mil milhões, perto de 58% do produto interno bruto (PIB).

    De acordo com os economistas David Bencek e Henning Klodt, “será inevitável um haircut radical” em Portugal, Itália e Irlanda. Por esta ordem. Na Grécia também, mas o caso é tão grave (está a caminho da bancarrota total) que é tratado à parte.

    O “haircut” não é mais que um desconto substancial concedido pelos credores após negociação dos termos dos empréstimos contraídos pela República Portuguesa de modo a viabilizar o cumprimento – redução das taxas de juro, pagamento em prestações mais suaves, obter um prazo de amortização mais alargado, por exemplo.
    Este cenário é totalmente repudiado pelo Governo e, com particular ênfase, pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Os governantes dizem que o país tem de cumprir , vai pagar o que deve “custe o que custar” e que as “reformas estruturais” colocarão a economia a crescer outra vez com algum fulgor.

    Os peritos alemães consideram que isso não acontecerá em tempo útil. Mesmo com o país a crescer 2% a 4% ao ano, a situação é tão má que Portugal não vai escapar à temida reestruturação da dívida. A fatura de juros a pagar (mais de cinco mil milhões de euros ao ano, até 2015, pelo menos) é demasiado pesada. A economia teria de crescer bem mais que 4% para ter músculo e aguentar todo esse endividamento.

    Assim, a única forma de conseguir um volume de dívida sustentável seria renegociar um abatimento no preço de 55% (caso o crescimento seja de 2%) ou de 46% (caso o PIB tenha uma expansão média de 4%). À luz das previsões da troika, em 2014 e 2015, o país estará a crescer pouco mais de 2% ao ano. As simulações de Bencek e Klodt caem que nem uma luva.

    O exercício, publicado este mês no âmbito do barómetro do Instituto Kiel parta a dívida pública, mostra que Portugal é o segundo pior caso a seguir à Grécia. Esta terá de renegociar um desconto de 84% se estiver a crescer 2%. A Irlanda é o terceiro país em apuros: tem de reestruturar 30% do total.

    Tal como noticiou ontem o Dinheiro Vivo, a agência Fitch rejeita que Portugal tenha de reestruturar dívida, mas coloca uma condição (também ela repudiada pelo Governo): terá de pedir um segundo pacote de créditos à UE e ao FMI pois não estará apto a regressar aos mercados em finais de 2013, como foi planeado com a troika.

    E depois do Estado vêm os privados

    Banca Se a profecia dos economistas alemães se realizar (e a probabilidade é alta, à luz dos seus cálculos) – a República terá de entrar em negociação com os seus credores para reduzir o valor facial da dívida pública por eles detida. Aí, levará o tempo de um fósforo a arder até que os privados tenham de fazer o mesmo, designadamente a banca, que está muito endividada no exterior.

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  250. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:07

    Muitas das dívidas criadas foram executadas fora de uma lógica normal, ou seja, alimentandas por ganâncias desajustadas dos bancos, corrupção, negociatas fáceis e falsas políticas de crescimento.

    Mais grave ainda o esquema ter sido aplicado sem o entendimento geral da sociedade.

    Logo não é um grande problema moral, a reestruturação de parte dessas dívidas, importante sim, é que sirva como lição.

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  251. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:10

    O anti-comuna prefere ver o povo na merda só para pagar dívidas de estado. Este gajo não é do norte carago! Ou é morcon ou alienado…

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  252. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 18:11

    Mais cultura:
    .
    .

    .
    .
    Mas eu é mais bagacinho, não bolos…

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  253. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:14

    Anti-comuna ter criancinhas a pagar coisinhas maçónicas até 2050 é muito lindo não é?

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  254. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:18

    Vá pasando vá… Melhor rir assim do que aquilo que vc escreve.

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  255. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 18:19

    Vivendi, é a economia, estúpido! Perdão. A cultura…
    .
    .

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  256. vivendipt permalink
    1 Maio, 2012 18:22

    O cliché e seu… vc q é obececado com os comunas! Não eu!
    Vc é do norte de onde mesmo? Lourinhã de cima só se for.

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  257. anti-comuna permalink
    1 Maio, 2012 18:36

    Os nossos experts destas coisas económicas e finanças públicas andam um bocado tristonhos. A vaselina está cara e a que se faz em Portugal, mais cara é. Isto da cultura portuguesa tem muito que se lhe diga. Não é por acaso que Papabilhas se meteu no negócio da vaselina. Eles na maioria das vezes apenas copiavam o que se dizia nos blogues da moda, anglo-saxónicos e não percebiam a ponta de um corno do que liam. Mas achavam giro e replicavam. Basta ir pela blogosfera fora e pelos jornais tugas, nos últimos 12 meses e analisar o que eles escreviam e comparar com o que se escrevia no mundo anglo-saxónico. Mas agora o mundo anglo-saxónico está virado contra Espanha e fazem de conta que Portugal já não conta.
    .
    .
    Mas de vez em quando, até um dos blogues da moda, seguidos pelos colonizados mentais tugas (é a cultura, estúpido!) volta-se para Portugal. Face às evidências que Portugal poderá estar a mostrar que estavam todos errados, como não podem negar os factos, inventam largo para justificar a sua expertize cultural! Perdão, económica. Veja-se este aborto:
    .
    “Don’t Forget Portugal: MS Sees A Second Bail-Out By September With A Bail-In To Follow
    .
    With all eyes firmly planted on Spain, the little-Escudo-that-could has quietly slipped off the heading-into-the-abyss list of the mainstream media. Little was made this week of the fact that 10Y Portuguese bond yields dropped to seven-month lows – except by us of course where we explained that this is almost entirely due to the CDS-Bond basis trade ‘arb-du-jour’ that has placed a technical bid under Portuguese bonds.”
    .
    in http://www.zerohedge.com/news/dont-forget-portugal-ms-sees-second-bail-out-september-bail-follow
    .
    .
    Os gajos dizem que é por causa das arbitragens dos famosos CDS, não a compra de dívida por parte de investidores, provavelmente já a contar com o fim da crise tuga.
    .
    .
    No entanto… http://www.bloomberg.com/quote/.PORGER10:IND
    .
    .
    Este é outro dos blogues da moda que vai levar com a vaselina. Tuga, da cultura tuga. O Papabilhas vai-lhe fornecer bastante vaselina. A ele, aos americanos que andaram a shortar dívida e a uns quantos experts tugas em cultura! Perdão, economia e finanças…
    .
    .
    Isto é cultura, amigos:
    .

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  258. 1 Maio, 2012 18:38

    o que é que é a ideologia anglo-saxonica diz-nos lá oh anti-comuna

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  259. ovigia permalink
    1 Maio, 2012 18:43

    tenho lido muita asneira, mas esta entrada do Joao Miranda está no top 10 deste ano.

    será que o caro não tem lido o que se passa no Japão?
    infelizmente para eles e não só, estão é a caminho disto: Nightmarish scenarios of the coming financial collapse ‹ Japan Today http://goo.gl/awZQN

    Japan’s Tepco Shuts Its Last Nuclear Reactor, Deepening Energy-Supply Fears | CollapseNet http://goo.gl/Teqzd

    The total shutdown of all 54 nuclear plants, leading to an energy insufficiency
    Japan’s trade deficit in negative territory for the first time in decades, driven largely by energy imports
    A budget deficit that is now 56% larger than revenues (!!)
    Total debt standing at a whopping 235% of GDP
    A recession shrinking Japan’s economy at an annual rate of 2.3%
    Renewed efforts underway to debase the yen
    http://www.zerohedge.com/news/chris-martenson-japan-now-another-spinning-plate-global-economy-circus

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  260. A C da Silveira permalink
    1 Maio, 2012 21:25

    Vivendipt 18:06,
    É evidente que Portugal terá que reestruturar a sua divida, só com crescimentos da economia proximos dos dois digitos seria possivel fazer uma gestão da divida que permitisse simultaneamente o país viver em moldes socialmente aceitaveis.
    Mas só o pode fazer depois de 2014, quando tiver feito o seu trabalho, e bem feito.
    Não nos adianta a nós portugueses, olhar para este assunto com grandes estados de alma. Portugal está reduzido às fronteiras do sec XV, e apesar de estar incluido na UE, está cada vez mais entregue a si proprio, e dependente da boa vontade alheia.
    Em vez de nos interrogarmos porque é que o Japão não cresce há 20 anos, deviamos antes tentar perceber porque é que nos ultimos 12 anos, e apesar da quantidade enorme de dinheiro que entrou em Portugal, não conseguimos por a nossa economia a crescer. Este debate é que deveria estar a ser feito com seriedade e serenidade, mas no lugar disso, vejo é pessoas que deviam ser responsaveis, a exigir devolver aos portugueses benesses que o país não tem dinheiro para pagar.
    Palavras como “bancarrota”, “cair no abismo” etc, banalizaram-se em Portugal, ninguem liga. Mas convem alguem explicar, muito bem explicadinho aos portugueses, que estamos mais proximos dessas situações do que muita gente imagina.

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  261. 1 Maio, 2012 23:32

    eu nao sei ac, mas este governo está a fazer tudo paran que inclusive não cheguemos a 2012.Já te disse muitas vezes que chegar a 2014, não e questão de vontade, mas sim de implemtnar politicas correctas.E este governo, com estes aumentos d eimpostos, não est´a aconseguir isso.O relatório da utao mostra que este governo está a fazer a consolidação através da receita.E assim, não há economia que aguente,

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  262. 2 Maio, 2012 00:32

    2014* peço desculpa lol

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  263. JCA permalink
    3 Maio, 2012 06:31

    .
    =500 Kiloton hydrogen bomb disappeared from Germany ?
    http://www.veteranstoday.com/2012/04/30/raw-reports-nuclear-threat-from-germany/
    .
    =EXCLUSIVE: Apple Has Destroyed 490,000 American Jobs
    http://www.businessinsider.com/apple-has-destroyed-american-jobs-2012-5
    .
    =‘I will never be cut’: Kenyan girls fight back against genital mutilation
    http://zen-haven.dk/i-will-never-be-cut-kenyan-girls-fight-back-against-genital-mutilation/
    .

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