Coisas realmente importantes
“Portugal terá garantido o reforço de mil milhões de euros no novo orçamento
plurianual da União Europeia, mais 500 milhões para a agricultura. Falta
garantir o poder de decidir onde o gastar”.
“(…) O documento apresentado por Herman Van Rompuy contempla também um envelope com 1000 milhões de euros para a área da coesão. Mas neste capítulo afasta-se da intensão de Passos Coelho que é a de garantir poder de decisão sobre as regiões do país para as quais este montante será distribuido”. Via TSF
– Se bem percebi, tão importante como o “cheque bónus” de 1000 milhões, em jeito de atenuação dos “cortes” e ainda o “corte” mais atenuado na Agricultura, é a proposta da União NÃO dar carta branca ao Governo relativamente às regiões do país (em rigor e no estado atual da nossa organização administrativa, melhor será falar em “zonas” do país), onde tais mil milhões serão gastos. Para evitar, novamente, os desvios sob a capa de P.I.N’s e coisas quejandas!

“cheque bónus” de 1000 milhões…
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Nao é o que fica na moda e na onda neoliberal?
Ja onde seja factivel de empregalo e que é a mae do cordeiro…
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Esperemos que o dinheiro acabe em quem dele precisa: nas pessoas que querem investir na agricultura e viver dessa atividade como algo moderno. Esperemos que não acabe em Land Rovers e Mercedes, isso seria uma repetição da era Cavaco (porque não nos devemos esquecer que foi com o PSD que houve o descalabro no setor primário português).
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É aproveitar enquanto lá está a cunha do Barroso.
O destino do “bago”?
É para laranjais!
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Mil milhões?
Já os estouraram no BPN.
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Como pode tal coisa acontecer? O revisionismo na sua versão franciu?
E se pega?…
“PC francês tira foice e martelo dos cartões de militante
Em nome da “modernização”, o emblema histórico dos comunistas desaparece dos cartões de militante no congresso do PCF, que decorre este fim de semana na região parisiense”.
Eu já tinha tirado a foice, não me dá jeito nenhum, não me sujeito a sujar as unhas, tá quieto! Depois lembra-me logo da Catarina Eufémia, ponho-me a chorar, mas o martelo, vá que não vá, fica. Nós também temos direito ao “cheque bónus” de 1000 milhões pois então. Nem que seja à martelada, a primeira para o chato do semedo que nos anda a roubar votos mesmo sem perceber nada de agricultura. O outro lá no México foi com a picareta. Temos 11,6% da intenção de votos com os 8,4 deles fazíamos 20% eram favas contadas, assim quem passa fome são os cavalos.
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intensão ?
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Quem vem e atravessa o rio, devia ler isto, tanto o Luís Filipe Menezes como o Carlos Abreu Amorim e todos os que, ainda de forma envergonhada, os apoiam nas suas candidaturas.
https://www.box.com/s/unttyiw5nqt5kto133ez
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Excelente notícia.
O passo seguinte será nomear um comissário (alemão de preferência) para tendo lugar no Conselho de Ministros dar instruções muito precisas.
O passo seguinte seria despedir todos os ministros menos um representante de Portugal e ficar ele o alemão e um finlandês como secretário-geral.
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Coisas realmente importantes: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/02/blog-post_2027.html
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Os fundos europeus não podem estar ao serviço da burocracia e dos gabinetes de “especialistas” na capital! Devem chegar ao terreno: à agricultura, indústria, pescas, etc..
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2012/11/o-tabu-das-assimetrias-regionais-em.html
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Contas de Sumir
Portugal vai receber menos do Orçamento comunitário e esta gente diz que é bom e ate vamos rever mais.
Ou nao sabem fazer contas ou andam a fazer dos Portugueses parvos. Tambem nao será estranho admitir que sao as duas coisas juntas.
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Estava a ver que ninguém reparava na calinada.
“A intensão de Passos Coelho” O incrível é que se não vêem asneiras destas na imprensa estrangeira! Diz muito sobre o nosso atraso e sobre balelas como da geração mais preparada, e outras palermices.
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Animem-se, parece que na UE já chegaram a acordo no orçamento europeu. Fianlmente pá (ups, aqui não se usa o pá)! Assim os mercados já podem ficar descansados. Afinal, aqui os europeus que têm dívidas são mais responsáveis que os americanos, que raramente se entendem entre Senado e Congresso.
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A tenebrosa
a bruxa da austeridade
nem mais MERKEL:
http://www.publico.pt/economia/noticia/alemanha-como-exportacoes-recorde-em-2012-1583825
mas a esquerdalhada política e mediática sem Q.I. suficiente para perceber sequer o TGV
continua a grunhir contra a angela
e a babar elogios ao hollande
apesar deste ter copiado o w. bush no mali
e levar a economia francesa para a recessão
ou talvez por isso mesmo
pq a esquerdalhada não tem miolos
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emborasendo ultra minoritários
os católicos também são EXEMPLO de ajuda aos pobres
na muçulmana indonésia
http://www.asianews.it/news-en/Muslims-and-Buddhist-join-Catholics-providing-free-food-and-medical-care-to-the-poor-27076.html
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Comparando com o quadro financeiro anterior (2007-2013), o valor conseguido para Portugal representa uma queda de 9,7 por cento na coesão e na agricultura.
Ou seja, os nossos parceiros e amigos nao querem saber de nos para nada.
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Jorge Bateira no i
O federalismo, a democracia e as alternativas
O líder do Partido Socialista reivindicou esta semana “Uma Europa federal, onde cada Estado e cada pessoa estejam em pé de igualdade”. E especificou que precisamos de “um governo económico e político para que possa haver instrumentos eficazes para contrariar a crise que atravessamos”. Mas não há notícia de que tenha defendido um referendo sobre a escolha desse caminho. Nisso é fiel à história da “construção europeia”, a de evitar tanto quanto possível que o povo seja consultado e, quando o resultado não convém, repetir a consulta após pressões, negociações e pequenas cedências. Na lógica de Jean Monet, aproveita-se cada crise para avançar por “pequenos passos”. Acontece que o método está esgotado. Vejamos porquê.
A estratégia inicial de lançar processos de federalização política, económica e monetária em simultâneo, defendida em 1947 pelo economista Maurice Allais num congresso da União Europeia dos Federalistas, foi bem acolhida. Mas com o tempo foi substituída pela estratégia de unificação por etapas, que já era defendida em 1943 por um europeísta alemão que conspirou contra Hitler, Carl Friedrich Goerdeler: “Será imediatamente criada uma união económica europeia, com um conselho económico permanente. A unificação política não precederá, antes seguirá, a união económica.” Ao contrário do que habitualmente se pensa, desde o início que o caminho para o federalismo europeu foi determinado pela cultura alemã. Por isso o sonho de Delors de uma união orçamental com impostos federais e transferências entre estados, a par da união monetária, não era politicamente viável.
Chegados aqui, os europeus confrontam-se com escolhas decisivas sobre a concretização do sonho europeu. Uma das opções é a saída da crise através do federalismo: emissão de dívida supranacional; financiamento directo dos estados-membros pelo BCE; orçamento supranacional alimentado por impostos europeus, mas também responsável pelo pagamento de um conjunto de prestações sociais; um parlamento federal com duas câmaras, a dos deputados eleitos em sufrágio europeu e a dos representantes dos estados. Como sabemos, esta opção não encaixa na visão que os alemães têm de si próprios e do seu lugar no mundo. Mais ainda, a presente crise reduziu substancialmente o apoio eleitoral em vários países ricos a tudo o que signifique menos soberania nacional. Pior, o sonho federalista cria a expectativa de que a Alemanha ainda poderá aceitar, em tempo útil, uma solução supranacional para a crise. Por isso retira credibilidade e força negocial às forças políticas que nas periferias se opõem ao desastre social.
Aceitar o caminho imposto pela Alemanha também é uma opção. À política monetária única junta-se uma instância intergovernamental (governo económico) que exercerá a tutela dos orçamentos e das políticas económicas dos estados tendo em vista eliminar a respectiva política orçamental e vinculá-los ao modelo do ordoliberalismo germânico, se necessário com a ajuda do Tribunal de Justiça. Como está à vista, esta opção não só elimina a possibilidade de qualquer estado-membro adoptar políticas de promoção do crescimento económico pelo lado da procura, como lança na recessão a própria zona euro. Mais ainda, para se furtarem ao juízo democrático, os poderes supranacionais travam a realização de referendos (caso da Grécia) e exigem aos países em crise governos chefiados por políticos neoliberais, de preferência com currículo no mundo da finança. No mínimo, social-liberais respeitadores dos tratados. A evolução do desemprego, o clamor da rua e os resultados eleitorais acabarão por pôr em causa esta opção.
Resta uma terceira opção, a de romper com o actual quadro institucional. Será tomada por estados-membros em profunda crise e consistirá na recuperação da soberania sobre a moeda e o orçamento, e na revitalização da democracia. Logo que um dê este passo, o caminho fica aberto para os restantes. Começará então o longo, muito longo, processo da refundação do projecto europeu, baseado na cooperação política e não no jugo dos mercados, numa moeda comum para os que quiserem e não numa moeda única gerida por ideólogos disfarçados de tecnocratas, numa aceitação da diversidade cultural e política e não na germanização da Europa. Porque sem a emergência de um povo europeu não haverá estado federal europeu.
(O meu artigo de ontem no jornal i, versão integral em papel)
POSTADO POR JORGE BATEIRA ÀS 8.2.13 SEM COMENTÁRIOS:
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Passos. “Estou relativamente satisfeito” com a negociação do Orçamento Europeu
Um banana!
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Bom seria que esses dinheiros chegassem às regiões mais pobres. Mas chegassem mesmo.
Digo isto porque, até agora, esses dinheiros têm ficado pelas Lisboa, mesmo quando dizem que é para apoio à agricultura…
Ora, se Bruxelas servir para controlar o destino do dinheiro é bom. O mesmo não dirão os Duartes & Cª, instalados na capital, a mamar na teta.
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Diz o marciano do “copy-paste”
“Mas não há notícia de que tenha defendido um referendo sobre a escolha desse caminho. ……….., a de evitar tanto quanto possível que o povo seja consultado e, quando o resultado não convém, repetir a consulta ………..”
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Tal e qual os marcianos fizeram na questao do aborto….
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Repetindo-me, ” beggars can`t be choosers”…
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O referendo do aborto foi repetido porque nem sequer houve resultados válidos. Na sua falta de tradição democrática adquirida por 48 anos de regime ditaturial, os portugueses nem sequer sabem que é preciso votar quando há um referendo. Os portugueses decidiram não votar e houve mais de 60% de abstenção. É diferente haver maus resultados de nem sequer haver resultados, mas se calhar é por causa da falta de vontade dos portugueses em apoiar e interessar-se pela política que o país está como está, mas esse sempre foi o sonho da educação de direita, não ensinar as pessoas a pensar, limitam-se a ser cordeiros do poder instituido (convem não esquecer que o único governante que ficou tempo suficiente para fazer políticas visiveis na educação foi Cavaco Silva, PSD).
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Meu caro mude a palavra intensão para intenção…a primeira também existe mas claramente não é a que pretendia aplicar aí.
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