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Rede pública de supermercados

8 Junho, 2013

A crítica mais frequente dos fervorosos fieis contra o cheque-aluno é este ser “um meio de financiar escolas privadas”. Esta premissa errada pode ser desmontada mas, não se fazendo, permite que seja usada para demonstrar o seu absurdo.

Se entregar voucher a aluno para que este possa optar pela escola pública ou privada é financiar escolas privadas, entregar RSI aos mais desfavorecidos é financiar supermercados privados.

Das três uma: quem usa essa premissa é opositor do RSI ou é defensor de uma rede pública de supermercados, a inaugurar já na próxima legislatura. A outra hipótese é desonestidade intelectual, teoria que afasto num país habituado a discutir assuntos sem qualquer ruído de propaganda.

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82 comentários leave one →
  1. Portela Menos 1 permalink
    9 Junho, 2013 01:16

    sr cunha, há horas mais decentes para a demagogia 🙂

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  2. Luís Marques permalink
    9 Junho, 2013 01:24

    Estes gajos não dormem

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  3. 9 Junho, 2013 01:36

    Há mais umas outras contradições interessantes: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/06/blog-post_9082.html

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  4. Duarte de Aviz permalink
    9 Junho, 2013 02:16

    Nao vale a pena perdermos tempo com conjeturas. Passos nao e Margaret Thatcher. Se fosse, a lei das greves (politicas, a mando de um partido) e a mama dos sindicalistas pagos pelos contribuintes já tinha acabado. Eu queria ver a larguíssima maioria dos professores a pagarem todos os meses quotas para manter o Nogueira e a corte que o rodeia… Mas como a coragem dos nossos liberais de pacotilha é pouca, este país faz de conta vai-se arrastando pelos fundos da europa civilizada.

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  5. YHWH permalink
    9 Junho, 2013 07:05

    Pretender «colocar à força» a Educação numa analogia simplista de relação entre Solidariedade, Mercado e Estado é a redução ao absurdo por excelência…

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  6. Fernando S permalink
    9 Junho, 2013 07:28

    YHWH : “«colocar à força» a Educação numa analogia simplista”

    A escola privada fornece um serviço educativo de melhor qualidade e a mais baixo custo.
    O Estado exerceria a sua missão de mediador na solidariedade dos que teem mais com aqueles que teem menos utilizando os impostos cobrados aos mais favorecidos e dando aos menos favorecidos um cheque para que estes possam pagar a escola privada que escolham livremente.
    A solidariedade é garantida com melhores resultdos educativos.
    O Estado poupa dinheiro aos contribuintes.
    A escola privada não é subsidiada (ao contrario do que acontece hoje com algumas) mas é antes paga ao preço do serviço fornecido.
    Onde é que esta “o absurdo ” ??!

    Eu até percebo onde é que esta o busilis para aqueles que defendem a escola publica.
    Nestas condições, as escolas publicas deixariam rapidamente de ter alunos suficientes.
    Normalmente teriam de ser fechadas … ou privatizadas.
    O sector publico educativo, com a excepção de casos muito especificos e limitados de “bens comuns” e das estruturas de regulação, coordenação e fiscalização, incluindo tudo o que esta ligado à gestão do “cheque-educação”, pura e simplesmente … desapareceria !
    Os professores deixariam de ser funcionarios publicos e passariam a ser simples trabalhadores de entidades privadas.

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  7. JCA permalink
    9 Junho, 2013 09:23

    .
    O ‘cheque-educaçao’ ou ‘voucher’ não passa dum instrumento tecnico, umaa tool de admnistração e gestão do dinheiro dos Impostos de todos os Portugueses quer para as Escolas Publicas quer as Privadas ou Cooperativas acabando-se com ‘vãos de escada’ de subsidios à Privada e para financiamentos à Publica em que por exemplo umas até têm esculturas e obras de arte e outras ão barracões onde chove lá dentro.
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    Sugere demagogia, a afirmação que as Escolas privadas ou cooperativas então aumentariam as mensalidades atuais mas os interessados teriam a opção de pagar a diferença ou de colocarem os filhos na publica que escolhessem.
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    Tambem surge ‘adivinhatório’ que o Ensino Privado ou Cooperativo destruiria as Escolas do Estado. Tal confirmaria subliminarmente, e não só, que todas as Escolas do Estado e respetos corpos docentes seriam de pior qualidade, o que não é verdade.
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    Dessa concorrência com as mesmas oportunidades resultaria o aumento da qualidade do Ensino a bem dos alunos. Admite-se até pela qualidade que vêm descrevendo que então seria o Ensino Publico a arrasar o Privado que acabria por sossobrar por falta de alunos que fugiriam para a Publica.
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    Por outro lado, por exemplo nas Escolas com gangs em que já há mortes, feridos, violações de rapazes e raparigas de tenra idade etc os encarregados de educação são obrigados a obrigar os seus filhos a frequentá-las ?
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    É falso que o Ensino Privado ou Cooperativo é para os ricos que afinal também frequentam as Publicas mesmo sendo milionários ou altos quadros da Função Publica. Muita classe média se priva de luxos, confortos e comodidades para ter dinheiro para pôr os seus nas Escolas Privadas ou Cooperativas por lhes merecem mais confiança, disciplina e segurança para os filhos.
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    Realmente o que surge é que hoje os filhos dos mais desfavorecidos estão proibidos de algum dia terem os seus filhos no Ensino Privado,
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    e os pais que os têm na Privada pagam toda a Educação dos filhos do seu ordenado ou vencimento mais a educação do ‘vizinho do lado’ que muitas das vezes tem mais posses, até milionárias ou de alto vencimento do Estado, optando por mais luxos e gozo da vida. O que é frequentissimo. Apenas por razões economicas.
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    Nada disto é novidade. A injustiça é um facto para pais e filhos.
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    Em principio é à Politica que compete ou manter tudo mais ou menos como está ou resolver esta questão sem prejudicar os interesses irreversiveis dos que para o seu ganha pão vivem da Educação nos termos que lhe foram oferecidos pelos sucessivos Governos.
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    Sequer acredito que o atual Governo ‘sem medo’, ou outros mais à esquerda ou à direita, o resolvam para além duns travestismos.
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    Lá no café até dizem que já está tudo combinado e esta coisa toda de manifs e greves seria uma gigantesca encenação de circo como tantas outras anteriores. Eu não acredito mas que dizem à boca-cheia lá isso dizem e convictamente.
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  8. André permalink
    9 Junho, 2013 09:45

    “Se entregar voucher a aluno para que este possa optar pela escola pública ou privada é financiar escolas privadas, entregar RSI aos mais desfavorecidos é financiar supermercados privados.”
    Uma estrutura de “se…então” geralmente não traz problemas na argumentação. Geralmente está bem explicada e fundamentada. Não é o caso. Mesmo admitindo que o Vitor explica a premissa, (não o faz, mas deixa subentendido), convém analisá-la de perto.
    O Vitor diz que entregar cheques ensino e o RSI é a mesma coisa. Bom, não é. Enquanto que os cheques ensino serviriam para destruir um serviço público já existente, que garante o acesso de todos os cidadãos ao mesmo serviço (em qualquer área do país, eu posso ir à escola pública, privada já não é tanto assim), não há nenhum sistema de distribuição de alimentos público (algo que seria equivalente à escola pública, uma vez que na escola dá-se um serviço, não um valor, como o Vitor faz crer). Depois, o RSI não serve apenas para alimentação. De facto, muitas pessoas acabam também por usar esse valor para pagar contas (água, gás, eletricidade, por exemplo), serviços não fornecidos pelos supermercados.
    Recapitulando, o RSI serve para pagar uma série de bens e serviços, desde alimentação, roupa, energia, água, etc. O cheque ensino serviria apenas para um serviço. Já demonstrei que não são iguais, mas não quero ficar por aqui.
    O cheque ensino, a existir, teria de ser diferenciado por região, por concelho e por freguesia. Com um exemplo será simples de perceber porquê. Imagine que mora em Lisboa. Facilmente chegará a um colégio onde o seu educando possa estudar. Tudo bem, o encarregado de educação (EE) não gasta muito em transportes. Agora imagine que mora numa aldeia no interior do país, onde os colégios só são rentáveis a trinta ou quarenta quilómetros de distância (em estradas sinuosas e muitas vezes cobertas de neve). O EE terá de acarretar custos de transporte até ao colégio, na melhor das hipóteses, e na pior poderá mesmo ter de pagar alojamento ao educando num local mais próximo do colégio (aqui o cheque terá um valor obrigatoriamente maior).
    Ora, em relação ao RSI, esse destina-se a fornecer dinheiro às pessoas para sobreviver, apoiando-se em vários sistemas privados de fornecimento de serviços, que já existem e abrangem todo o território. De novo, uma grande diferença.
    Acho que duas diferenças já é suficiente para destruir a premissa da igualdade entre o cheque ensino e o RSI.
    Partindo do confirmado pressuposto de que o conjunto de premissas está errado, facilmente se chega à conclusão de que o terceiro parágrafo do seu texto não passa de uma falácia argumentativa, a falácia do falso dilema. A grande questão é saber se se trata de um sofisma ou de uma paralogismo. Se for a segunda, nada tenho a dizer, se for a primeira, é melhor ter cuidado com a desonestidade intelectual.

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 10:00

      Obrigado, André. Explicou de forma clara, até translúcida, o discurso que levou o país à falência.

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      • André permalink
        9 Junho, 2013 10:23

        Isso é a falácia da irrelevância ou a do espantalho? Não percebi se quer caricaturar a opinião oposta à sua ou se quer introduzir assuntos que não estão ligados ao tema.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 10:25

        Claro que não percebeu.

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      • 9 Junho, 2013 10:57

        André, é mesmo assim.
        Quando o vc se sente ultrapassado pela argumentação alheia, opta pelo discurso nonsense.

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    • inthelimbo permalink
      9 Junho, 2013 10:01

      “(em qualquer área do país, eu posso ir à escola pública, privada já não é tanto assim)”

      qual é a parte de “.. entregar voucher a aluno para que este possa optar pela escola pública ou privada..” é que não percebeste André

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      • André permalink
        9 Junho, 2013 10:20

        Então o senhor propõe duplicar as despesas (que é o que isso implica diretamente)? E eu é que expliquei o discurso que levou o país à falência.

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      • inthelimbo permalink
        9 Junho, 2013 13:32

        Duplicar como? O aluno usa o voucher na escola pública ou na privada.

        A escolas públicas e privadas ajustarão a despesa conforme a procura dos alunos (o que é obviamente mais fácilmente exequível em privadas).

        Apenas nos locais do país onde não exista oferta privada -pode não ser económicamente viável-, deverá existir obrigatóriamente escola pública (entenda-se infraestrutura física e humana) para cumprir a obrigação de escolaridade mínima.

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    • Joaquim Amado Lopes permalink
      9 Junho, 2013 11:02

      André,
      “Enquanto que os cheques ensino serviriam para destruir um serviço público já existente”
      Está a partir do princípio de que as famílias optariam pelas escolas privadas, mesmo que tivessem que pagar parte do seu próprio bolso (o cheque-ensino só faz sentido se tiver o mesmo valor máximo para todos e nunca fôr acima do custo da escola escolhida). Esse é talvez o melhor argumento a favor do cheque-ensino.
      Ou então assume que as escolas privadas são sempre melhor do que as escolas públicas e que ninguém quereria frequentar escolas públicas.
      _
      “Então o senhor propõe duplicar as despesas (que é o que isso implica diretamente)?”
      E porque razão seria assim?
      Nas zonas com poucos alunos não faria sentido abrir uma escola privada pelo que a escola pública continuaria a existir. E nas zonas com muitos alunos as famílias continuariam a optar pela escola pública se esta fosse melhor do que a privada, o que levaria a que apenas as más escolas públicas acabassem por fechar`.
      O André não acha que as más escolas públicas devem continuar a funcionar à custa de obrigar os alunos a frequentá-las, pois não?

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 11:17

        O cheque-ensino ou cheque-aluno não tem que ter um valor “impresso”. Este deveria corresponder ao valor anual que o aluno consumiria na escola pública de forma não-reembolsável. Se este valor for superior à propina da escola privada, cobre a propina sem qualquer qualquer reembolso (óbvio). Se não cobre a propina, pais pagam a diferença.

        Em termos financeiros, na pior hipótese, a despesa é a mesma.

        Diga-se de passagem, é um conceito bastante social-democrata: alunos com menos posses poderiam escolher a melhor escola. Hoje só podem escolher os que têm rendimentos suficientes, pagando o seu e o do vizinho.

        Tudo o resto é conversa.

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      • 9 Junho, 2013 11:54

        “Em termos financeiros, na pior hipótese, a despesa é a mesma.”

        Na pior hipótese? Ou na melhor?!
        É que, entregando o valor que o aluno consumiria na escola pública, não seria gerada qualquer poupança. Bem pelo contrário, qualquer imprevisto aumentaria a despesa.
        Porque não um valor igual aos tais 270€/mês do colégio dos plátanos? Isso sim, seria poupar.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 11:59

        Depende: se a melhor é gastar mais, coisa em voga pelos deficitários, então sim.

        Utente nem tem que saber o valor: basta saber quanto tem a pagar em cada uma. Em alguns casos, zero, noutros 50€, noutros 200€… É auto-explicativo.

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      • 9 Junho, 2013 12:07

        Mas se o melhor é gastar menos, e com isto todos concordamos, então porque não usar o tal custo por aluno no privado e gerar poupanças ao estado?

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        9 Junho, 2013 15:09

        Vitor,
        “Este deveria corresponder ao valor anual que o aluno consumiria na escola pública de forma não-reembolsável.”
        Só se esse valor anual fôr calculado sem incluir as despesas de estrutura do Ministério da Educação, apenas as das escolas. E, mesmo assim, não me chocaria nada (acho até que seria preferível) que o valor máximo do cheque-ensino não ultrapassásse os 75-80% desse custo. Afinal, se as escolas privadas são tão mais eficientes do que as públicas, a despesa adicional que as famílias teriam que suportar seria muito baixa.
        Se as propinas fossem mais baixas que o valor do cheque-ensino, a diferença poderia ser usada para compra de livros e material escolar.
        .
        Convém que a alteração seja progressiva, de forma a se poder corrigir eventuais erros. Na minha opinião, o ideal seria começar por implementar o cheque-ensino para, p.e., 10% dos melhores alunos e a continuidade depender do respectivo aproveitamento, género bolsa de estudo.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 15:15

        Não posso dizer que discordo. Os pormenores de implementação devem ser discutidos, claro, sendo o conceito para pôr em prática. Em termos abstractos, interessa perceber agora quem é contra e porquê.

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    • Churchill permalink
      9 Junho, 2013 17:45

      André
      Você é que começou o simples.
      Não há aqui nenhuma falácia, com o cheque ensino cada encarregado de educação escolhia a melhor opção para cumprir a obrigações legal de proporcionar educação, como vem na Constituição e é obrigações de todos (e não apenas do Estado como às vezes parece!).
      Se fosse estendido até ao superior, não duvido que quase todos escolhessem as escolas publicas existentes. No básico e secundário não, descubra lá porquê?

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 17:48

        Mesmo na secundária, há escolas públicas que eu colocaria à frente de privadas. Quem está no sistema de ensino e acha que é um “ataque à escola pública” é que não se tem em grande conta.

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    • 9 Junho, 2013 18:43

      Vergonha alheia, vergonha alheia pelo vitor. Não satisfeito com a desmontagem da sua analogia falaciosa, desconversa, coisa em que é verdadeiramente perito e último refúgio quando alguém consegue explicar, tintim por tintim, que não adianta armar-se em chico-esperto que há sempre quem perceba. Desconversa, falácias argumentativas e piadolas, eis as armas da direita que quer pôr o Estado a financiar o lucro privado. Shame on you.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 18:44

        Obrigado, Sérgio. Já se arranjava uma petição.

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  9. Estou a ver... permalink
    9 Junho, 2013 10:45

    “Claro que não percebeu.”
    E o autor do post percebeu?!
    Ou limitou-se a fugir?!
    Deveria sustentar a sua argumentação ou “compreender” a diferença entre argumentos dedutivos, indutivos e por analogia (por exemplo), assim como “compreender” o que são raciocínios falaciosos!

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 11:26

      Deve ser contra a ADSE, o cheque-médico dos funcionários públicos.

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      • Estou a ver... permalink
        9 Junho, 2013 15:51

        Não… sou contra a hipocrisia e a mediocridade argumentativa.
        Conhece a Holanda e a Suécia?! O cheque ensino ainda vai funcionando… se consultar o Departamento de Educação Sueco terá uma “ideia” do que está a acontecer (discriminação no acesso…) e o que vai acontecer (muitos municípios suecos já não passam licenças para as “escolas livres” se instalaram e algumas das que se instalaram estão a encerrar). Po que é que será?!
        Entretanto, na Holanda, as empresas educativas não podem obter lucros e o controlo, por parte da comunidade (bureau), é muito apertado quanto à gestão das “escolas livres”… lá não há gps, melhor é impossível existirem gps…
        Quanto à ADSE e cheques vários… coloco a questão anterior: sabe mesmo o que são argumentos dedutivos, indutivos e por analogia?! E falácias (formais e informais)?!

        A argumentação é um dos suportes dos regimes democráticos… as falácias dos regimes não democráticos…

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 15:53

        Estou a ver…

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      • Estou a ver... permalink
        9 Junho, 2013 16:11

        Estou a ver… mal… ou melhor enviesado… são as narrativas!
        O que é que é uma narrativa?!

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      • Churchill permalink
        9 Junho, 2013 18:01

        Vitor
        Agora resvalou
        A ADSE é um subsistema de capitalização em que os funcionários públicos descontam 1,5% (a caminhar para 2,5%) do salário para terem condićoes melhores na aposentação. Durante a vida ativa o beneficio é uma vantagem que sai do orçamento de cada ministério ou governo regional ou autarquia. Podemos debater isso depois, mas fez parte das condições propostas, assim como o salário e outras.
        Podem tirar, mas no que me diz respeito agradeço que devolvam o dinheiro que já descontei em dezenas de anos.
        .
        Agora de uma coisa não duvide, se fechar a ADSE de um momento para o outro os funcionários públicos continuarão a ter sistema de saúde, mas muitas clinicas e hospitais privados vão falir.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 18:10

        Não é esse o meu ponto, Churchill. A ADSE permite-lhe aceder aos serviços de um privado por um valor mais baixo. Se o princípio do argumento apontado no post fosse verdadeiro, “subsidiar privados”, a ADSE seria igualmente censurável (o seu salário, de onde desconta para ADSE, é oriundo do OE).

        Dito isto, o post é sobre a falácia do “transferência para privados”. Toda a economia são transferências de e para privados – as pessoas.

        (Não sou contra a ADSE, vejo-a como parte de um pacote salarial).

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      • Churchill permalink
        9 Junho, 2013 19:15

        Percebi, faz sentido. E facto com a ADSE temos essa possibilidade de aceder a serviços privados pagando uma parte (que tem vindo a aumentar) destes. Neste caso a escolha fez com que a preferencia saia do Santa Maria para o Hospital da Luz, e agora com a degradação deste ultimo estamos a voltar ao primeiro. Mas concordo que melhoraram os dois em relação ao que era há alguns anos.
        Mas não se esqueça que o que descontamos mensalmente nao é para o beneficio presente, mas sim um valor acumulável para temos melhores condićoes na aposentação. Se nos retiram isso a agora, é o equivalente a ter um PPR durante 40 anos e no final vir o governo e confiscar o dinheiro para distribuir por todos.
        .
        O meu salário sai de um orçamento publico, mas não do OE. Desculpe o preciosismo mas para mim é muito diferente, nao se trata de impostos acumulados e depois distribuídos por parcelas mas sim de um organismo que tem receitas e despesas, e estas ultimas são inferiores às primeiras, incluindo investimento. Se todos fossem assim era muito mais fácil perceber quais estão mal ou bem, e evitávamos andar para aqui a cortar a eito em todos, ficando mal os que estavam bem, e um bocadinho menos mal os que já estavam inviáveis.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 19:25

        Preciosismo aceite. No fundo, o que diz, se me permite interpretar, é que se todas as entidades públicas gerissem eficazmente os recursos disponíveis, os cortes a efectuar seriam evidentes.

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      • Churchill permalink
        9 Junho, 2013 19:37

        É mesmo isso que digo, retirando funções de Estado como a defesa (não confundir com segurança interna), cobrança de impostos, justiça e assuntos exteriores (já os negocios estrangeiros tenho duvidas), tudo o resto devia ter contas e avaliação próprias.
        Concordo em absoluto com a interpretação, gerir bem os recursos era a solução óbvia. Infelizmente leva tempo e era preciso descartar os boys, desde os sobrinhos do presidente da junta até aos Moedas.

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      • Trinta e três permalink
        9 Junho, 2013 21:50

        O Estou a ver, está a ver bem a coisa. Mas aqui estamos mais no domínio da especulação. Assim como quem joga simcity.

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  10. jose.silva permalink
    9 Junho, 2013 11:20

    André:
    Antes de qualquer outra coisa, diga-me é economista/gestor?
    Grato,

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  11. 9 Junho, 2013 12:22

    Com o cheque-aluno poder-se-á escolher onde comprar a matemática, o português, a filosofia, etc…? ou pode acumular pontos e optar pelas melhores promoções? e vale depois queixar de concorrência desleal como com a RTP, e com os cheque-alunos é possível fazer publicidade?

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  12. Portela Menos 1 permalink
    9 Junho, 2013 12:44

    A maioria dos comentadores ao lado do discurso demagogico do post de vitorcunha estudou e tem filhos em escolas publicas, mas torna-se normal ler por aqui ataques desenfreados à escola publica, normalmente no ensino superior, de gente que nao se sente mal nas “católicas” desta vida, que abucanharam o subsidiozinho para garantir, a maior parte das vezes, um ensino muito mais mediocre do que nos “isctes”. Em ultima analise, tal como em outras areas da vida, os nossos liberais defendem o “estado-zero” na Educaçao, mas nao recusam tirar partido do esforço dos contribuintes para estudar no publico. Estado zero, mas nao tanto…

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    • Fernando S permalink
      9 Junho, 2013 13:13

      “os nossos liberais defendem o “estado-zero” na Educaçao, mas nao recusam tirar partido do esforço dos contribuintes para estudar no publico”

      Os “liberais” não defendem “estado-zero” em lado nenhum … Mas passemos !…
      Como cidadãos que são, os “liberais” também são contribuintes e, como tal, enquanto os seus impostos servirem para pagar a escola publica “gratuita” para todos, teem naturalmente tanto direito e moral como os outros para, se assim o entenderem, por os seus filhos a estudar no publico.
      O que não os impede de achar que o sistema actual é mau e que seria preferivel que o esforço dos contribuintes fosse melhor utilizado e, na medida do possivel, fosse pura e simplesmente menor.
      De resto, se o Portela esta assim tão preocupado com o “esforço dos contribuintes” então adira às teses dos liberais destinadas a diminuir e a optimizar esse esforço. Nomeadamente, dando mais espaço à escola privada no sistema de educação.

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    • Churchill permalink
      9 Junho, 2013 18:32

      Portela
      Nada disso
      O que se passa é que o ensino publico tem escolas publicas e privadas, que supostamente prestam o mesmo serviço, com condições diferentes na privada, no que à facilidade de serviços de apoio diz respeito.
      Já é estranho pensar que estas escolas privadas conseguem prestar mais serviços com menos custo, mas para os pais há um problema acrescido, é que pagam pelo IRS a componente relativa ao ensino e depois pagam em duplicado por um serviço que a Constituição obriga.
      Acho justo que os pais paguem do seu bolso se querem que os filhos tenham 3 línguas, expressão artística, desporto de nível competitivo, transporte, etc. Já tenho duvidas sobre o ensino previsto nos programas oficiais.
      .
      É claro que a concorrência crescida iria obrigar o Estado a dar mais autonomia às escolas, para poderem prestar serviços que atualmente são inviáveis, fruto das contingências orçamentais e até financeiras a que estão sujeitas.
      N verdade acho que é uma oportunidade de muitas escolas poderem fazer muito mais, que está ao seu alcance, e que não fazem por estarem todas moldadas ao menor múltiplo comum que o ministério lhes impõe.

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  13. JDGF permalink
    9 Junho, 2013 12:52

    Misturar – ou confundir – o sector social e o económico é uma das maneiras de levar a água ao (seu) moinho. O objectivo subjacente é integrar a Educação no mercado livre. Mais valia defender abertamente a opção de considerar, no âmbito do ensino, os alunos como ‘consumidores’ e os agentes educativos como ‘mediadores’ desse mercado.
    Assim fica tudo mais claro e deixaríamos os ‘cheques’ de lado…

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 12:55

      Defesa da rede de padarias do estado.

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      • JDGF permalink
        9 Junho, 2013 15:56

        Não será bem isso. O que se sugere é o pagamento a pronto, com dinheiro vivo, para sossego e confiança dos mercados. Porque – a acreditar no que nos dizem – chegará o dia em que os cheques públicos não terão cobertura. Não essa a ameaça que temos ouvido diariamente neste 2 últimos anos?
        Finalmentem, é melhor ser coerente. No regime que usa para agitar medos as padarias estão, tal como os supermercados, integradas nas ‘lojas do povo’… Não é?

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 15:57

        Ler post. Primeiro parágrafo.

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      • Pffff ! permalink
        9 Junho, 2013 16:35

        Se o PPC o descobre, ainda lhe manda o convite para correr com o Gaspartroika !

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  14. 9 Junho, 2013 13:29

    Victorcunha,

    Isto em Baleizão chamasse labia, treta, embuste – em politicfa e na mão da quadrilha que nos governa, o que hoje é verdade amanhã é mentira. Tanto que :

    Valor dos cheques-dentista baixa de 40 para 35 euros e amanhã desaparecerá

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/interior.aspx?content_id=3262426

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  15. piscoiso permalink
    9 Junho, 2013 14:02

    A solução está em entregar um voucher e um automóvel aos alunos que vivem longe da escola.

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 14:03

      Pode ser carro eléctrico? Assim pode desmantelar-se a CP.

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      • piscoiso permalink
        9 Junho, 2013 14:05

        A pedais ficava mais económico.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 14:06

        Então o governo anterior fez mal ao construir postos de abastecimento do carrinho eléctrico quando ciclovias era melhor.

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      • 9 Junho, 2013 14:31

        O carro eléctrico aponta para o futuro, seja qual for o governo.
        Isso não impede que vc continue a utilizar um pc a gasóleo ou com manivela.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 14:32

        Não é o foguetão que aponta?

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      • piscoiso permalink
        9 Junho, 2013 14:40

        Quando o sábio aponta a Lua, o idiota olha o dedo – provérbio chinês.

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 15:07

        A hora mais escura do dia é a que vem antes do sol nascer. — Provérbio árabe

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      • Joaquim Amado Lopes permalink
        9 Junho, 2013 15:20

        “Quando o sábio aponta a Lua, o idiota olha o dedo – provérbio chinês.”
        E o Piscoiso comenta a côr da unha.

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      • Pffff ! permalink
        9 Junho, 2013 16:36

        A CP, não passa em Lavacolhos, onde há um “data” de putos em idade escolar !

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  16. 9 Junho, 2013 14:27

    Ou o “cheque-aluno” financiava na totalidade as propinas e aí existia duplicação de custos porque não ia fechar as escolas públicas ou cobria parcialmente as propinas e nesse caso uma parte significativa dos pais continuava a optar pela escola pública e o “cheque-aluno” ia apenas beneficiar os que já estavam na disposição de pagar os estudos dos filhos. Em qualquer dos casos é ineficiente.

    Refira-se que falo contra o meu interesse próprio porque os meus filhos estudam em colégios privados e o meu padrão de consumo seria muito superior se eu optasse pela escola pública ou também fosse beneficiário do “cheque-aluno”.

    A analogia com o RSI é absurda e penso que não é preciso explicar porquê dada a superior inteligência do blogger Vítor Cunha.

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  17. Pffff ! permalink
    9 Junho, 2013 16:38

    Óh Evaristo !
    Tens cá disto ?
    A analogia com o RSI é absurda e penso que não é preciso explicar porquê dada a superior inteligência do blogger Vítor Cunha.

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 16:40

      Outro defensor da rede pública de supermercados?

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      • Pedro Martins permalink
        9 Junho, 2013 23:26

        Tendo em conta a maior parte da utilização dada ao RSI pelos seus beneficiários, substituiria “rede pública de supermercados” por “rede pública de estabelecimentos de restauração e bebidas” (AKA tascos).

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  18. Josand permalink
    9 Junho, 2013 17:57

    Aumento das importações… envio de dispositivos sanitários de uso único???? para uma empresa alemã de reprocessamento.

    http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3263927#.UbK9lwrxJDs.facebook

    O que diz o Infarmed sobre isto?

    Aspectos técnicos

    Os processos de limpeza, desinfecção e esterilização utilizados pelas Instituições de Saúde podem não garantir a inactivação de todos os microorganismos existentes no dispositivo, sobretudo naqueles que, pelo seu desenho ou pela natureza dos seus materiais, apresentam áreas de difícil acesso ou de difícil penetração pelos agentes físico/químicos utilizados. Na realidade, um processo adequado e validado para um dispositivo destinado a ser reutilizado, pode não ser o adequado para um similar de uso único. A garantia da adequação do processo de limpeza e/ou descontaminação necessita de ser suportada pela sua validação frente ao produto em causa. Isto implica a realização de estudos microbiológicos e estudos físico-químicos que permitam garantir a manutenção das suas características e estudos de toxicidade e resíduos. Para além do risco de infecção, há que considerar a reacção a endotoxinas bacterianas, as quais não são inactivadas pelos processos de esterilização, assim como, o risco de transmissão de doença do tipo Creutzfeldt-Jakob e suas variantes. Também neste último caso, as proteínas (priões) associadas à doença são dificilmente inactivadas pelos processos de limpeza, desinfecção e esterilização convenientemente utilizados nos dispositivos médicos.
    O reprocessamento e a reutilização de dispositivos de “uso único” podem também induzir alterações no desempenho do dispositivo e aumentar os riscos associados à sua utilização.
    A migração de constituintes do próprio dispositivo ou de agentes químicos adsorvidos ou absorvidos durante os processos de limpeza, desinfecção e/ou esterilização poderão implicar riscos consideráveis.

    (…)

    Conclusões
    Considerando o exposto, o INFARMED enquanto Autoridade Competente para os dispositivos médicos não activos, alerta para os riscos potenciais decorrentes do reprocessamento e da reutilização de dispositivos médicos destinados a uma única utilização.

    In: http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MAIS_ALERTAS/DETALHE_ALERTA?itemid=44633

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  19. Trinta e três permalink
    9 Junho, 2013 18:05

    Nada contra o cheque-Ensino. Nada contra o Ensino público. Alena’s uma condição: regards iguais. Pessoal contratado com as mesmas condições e obrigatoriedade Das Escolas privadas aceitarem todos os alunos, com as mesmas regras impostas ao Ensino público.

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 18:11

      Quais regras? Você pode escolher a escola pública mas pedem-lhe a residência na mesma. E se não houver vagas, qual pensa que é o critério?

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      • Trinta e três permalink
        9 Junho, 2013 19:13

        Não desconverse como é seu hábito. Regras iguais para ambas: privadas e públicas.

        Gostar

    • Churchill permalink
      9 Junho, 2013 19:02

      Isso é conversa
      Há de facto escolas onde acumulam bandidos, mas isso deve-se às Anas Dragos que acham que a escola deve acomodar tudo.
      Para piorar, o ministro da Mota achou que uma forma de retribuir o RSI era obrigar os filhos a assistir às aulas. E agora temos a ciganada à porta para os rebentos não fugirem, e estes nas aulas sem caderno, livros ou lápis, apenas a criar distúrbios. E quando os professores marcam faltas disciplinares temos lá a SIC a interceder contra a discriminação racial.
      .
      Mas se as escolas tivessem mais autonomia, talvez acabasse essa palermice de serem obrigadas a receber meliantes que não querem lá andar.

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      • Trinta e três permalink
        9 Junho, 2013 19:14

        Regras iguias. Só isso.

        Gostar

    • Portela Menos 1 permalink
      9 Junho, 2013 19:13

      dass, e eu vou por os meus filhos numa escola pública com ciganada à mistura e a criarem distúrbios? qualquer xurxill que se preze vai para o British Council 🙂

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      • Trinta e três permalink
        9 Junho, 2013 19:15

        Se o “British Council” tiver que integrar toda a gente…

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      • vitorcunha permalink*
        9 Junho, 2013 19:29

        E a Escola Secundária Álvaro Cunhal da Ota, tem que “integrar toda a gente”? Incluindo os lisboetas todos que a escolherem?

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      • Trinta e três permalink
        9 Junho, 2013 21:45

        Nada contra.

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  20. anónimo permalink
    9 Junho, 2013 18:44

    1ºcoisa a dizer sobre o texto: Para quem não saiba,e o autor do texto,(parece-me),não sabe, o rsi tem um fim semelhante ao do cheque-ensino: é o de proporcionar uma vida minimamente digna ás pessoas mais desfavorecidas,ajudando-as no pagamento das suas despesas,com alimentos,medicamentos, etc, da mesma forma que como o autor do texto, disse e bem, o cheque-ensino serve para proporcionar oportunidade de estudo nos melhores colégios, a aqueles que não tem meios financeiros para custear uma escola privada.Quanto ao Pingo Doce, tanto quanto eu sei, é ainda nos supermercados onde se compra os produtos básicos! Custear um supermercado ou um colégio privado parece-me a mesma coisa,não se percebe no fim a diferença
    Portanto, tanto é incoerente quem apoia o RSI e rejeita o cheque-ensino, como aqueles como o Vitor, que apoiam o cheque-ensino mas rejeitam o rsi.É a politica futebolista no seu melhor.
    Ou se aceitam ambas, ou se rejeitam ambas.
    PS: Outra facto estranho.O Governo até tem tem tomado opções bastante anti-liberais e até mesmo de caráter socializante, como o aumento de impostos.

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    • vitorcunha permalink*
      9 Junho, 2013 18:46

      Engraçado achar que rejeito RSI. Leu isso onde?

      Gostar

      • anónimo permalink
        9 Junho, 2013 19:42

        Ai não? Eu julgava que tinha escrito no seu twitter que sim

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  21. neotonto permalink
    9 Junho, 2013 18:49

    a inaugurar já na próxima legislatura. A outra hipótese é desonestidade intelectual, praticas que afasto num país habituado a discutir assuntos sem qualquer ruído de propaganda.
    .
    E porque sera que certos governos andam a transitar e prpagandear os mesmos caminhos?

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  22. lucklucky permalink
    10 Junho, 2013 00:32

    Assim se vê o desastre da “Educação” e a associação de malfeitores que defende o Lysenkismo da Escola Publica ou “Privada”.

    “Privada” entre aspas porque não é nada privada: não pode escolher educação diferente, não pode escolher matérias diferentes. Não pode ensinar nada diferente do que o pensamento único “Publico.”

    A Escola Publica e “Privada” é Totalitária.
    E por isso a escola só serve para algumas crianças. Todas as outras crianças que não entrem no funil do Lysenkismo Educativo estão lixadas, por vezes para toda a vida.

    E cada vez mais.

    Porque a Associação de Malfeitores da Escola Publica obriga as crianças a lá estarem lá cada vez mais tempo.
    Em algo que contribui para recessão, pobreza económica, pois o seu objectivo é a Igualdade. E só a Igualdade.

    É claro que a Igualdade não tem nada que ver com a Educação ou com o Publico, logo não se deveria chamar Escola Publica à escola que temos. Não passa claro de uma Escola Política Totalitária .
    E como consequência. Pensamento Único,Mediocridade, Pobreza

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    • vitorcunha permalink*
      10 Junho, 2013 00:36

      Obrigado, lucklucky: não sei quantos comentários e é o primeiro a mencionar que a escola serve para aprender. Já viu que o pensamento vigente é que a escola serve para ensinar? A diferença não é nada subtil.

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  23. lucklucky permalink
    11 Junho, 2013 02:48

    Concordo, mas está ler mais do que pretendi dizer.
    Apenas que não há liberdade alguma na educação.
    E as consequências que isso traz.

    Quando daqui a uns anos as maiores instituições de ensino mundiais lançarem cursos pela web para todo o mundo, a escola publica totalitária, a cultura que a criou e os professores estarão como o regime do Estado Novo estava em 1974.

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